quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Mania de santidade! Excesso de modéstia - Estadão online - link ( aqui )


Heloisa Helena




Heloísa diz que processará Dirceu por entrevista

ELIZABETH LOPES - Agencia Estado


SÃO PAULO - A presidente nacional do PSOL, Heloísa Helena, afirmou hoje que processará o ex-deputado José Dirceu (PT-SP) por ele ter declarado à revista "Piauí" - na edição que chegou hoje às bancas - que ela votou contra a cassação do ex-senador Luiz Estevão "por motivos impublicáveis". Heloísa destacou: "Ele (Dirceu) não se comportou como homem nessa entrevista, primeiro, porque fez ataques à minha honra como mulher e fez agora, que estou sem mandato, para que eu não tivesse como responder, mas ele vai ser processado."


Ela ressaltou: "Sei que ele (Dirceu) é um medíocre, ladrão dos cofres públicos que vive passeando pelo Brasil com dinheiro público roubado, enquanto eu estou em sala de aula trabalhando." Heloísa disse que o dinheiro das custas do processo que moverá contra ele, se ela ganhar, será doado para uma instituição de caridade. "Com certeza, vou processá-lo porque é inaceitável (a declaração que ele deu à revista)."


A presidente nacional do PSOL afirmou que não deveria mais se surpreender com esse tipo de declaração de Dirceu. Heloísa disse: "Como ele não nada para me atacar, ele usa uma canalhice como essa para me ofender como mulher. Ele deveria comportar-se como um homem e não como um rato covarde e mentiroso."


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Heloisa Helena é presidente de um partido político!

Ex-candidata a Presidente da República!

Goza da mesma imunidade que Lula no seu tempo de eterno canditado!

Quem não se lembra que falar mal de Lula era politicamente incorreto?

Portanto essa história de ser uma mera professora, sem condições de responder a altura a um ex-deputado, cassado e denunciado como chefe de quadrilha pelo Procurador Geral da República, é fruto no mínimo de mitomania!


Com certeza o poder judiciário tupiniquim tem outras lides a cuidar que não o excesso de suscetibilidade de quem já não é aspirante a política!

Tem dó!

Poderia ter aproveitado a mídia e esclarecido de vez como votou.

ACM, lá do céu, agradeceria!

Art blakey's Jazz Messengers - Dat Dere

"Engane-me que eu não gosto!" - deu no Estadão online - link ( aqui )


Todos por um e um por todos!



SÃO PAULO - O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fabio Barbosa, afirmou hoje, em nota, que dificilmente os bancos repassarão o aumento da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para o custo dos empréstimos ou para tarifas, porque a concorrência no setor é muito acirrada. Tal concorrência provocou a queda dos spreads médios ao longo de 2007, observa a instituição. Spread bancário é a diferença entre os juros cobrados em um empréstimo e o custo de captação dos recursos pelo banco. (leia a reportagem completa no link acima)



Afinal que concorrência é essa?

Nem o BB ou a CEF se dignam a apresentar tarifas concorrenciais!

O setor é simplesmente cartelizado, até pela singela razão que seus lucros estão assegurados pelos juros extratosféricos com que o governo generosamente o supre, como prioridade de sua política econômica, ou o presidente do Banco Central não é homem de confiança do setor?

Com razão o Vice-Presidente José de Alencar, ao lamentar o papel dos articulistas econômicos que inundam a mídia de falsas verdades.

Como dira o cliente da mesa 7, "inclua-me fora disso!!!!"


Bar é poesia


Saudades - Theodorus



Tenho no peito a dor da saudades
aquela vontade enorme de voltar
não sei bem pra onde,
onde é que iria morar.
Em Minas, tinha Sauassui,
a casa da velha Lora,
depois Ouro Preto
ao lado de São Francisco,
Teve Uberlândia, Goiânia,
Curitiba, Buriti Alegre e
Alto Paraíso, quanto Daime,
Santo, Santo,
União do Vegetal,
Porto Alegre,
Buenos Aires, Nova Iorque,
Boston, San Antônio, no Texas,
Cochabamba, Oruro e La Paz,
ai veio Iquitos, Lima e
Machu Pichu.
Neuquen, Rio Negro, La Plata,
Bariloche, El Bolson,
Roma, Veneza e Colinas de Catania,
Hong Kong, Bali e Burma,
dai veio Vitoria, das praias morenas
de coqueiros de Camburi,
mais lindo que Salvador e Abaete,
Muqueca é capixaba,
o resto é peixada...
Ai ai, tenho saudades,
uma dor doida
no meio do coração,
não sei pra onde me virar,
mas se fosse embora de vez,
voltava pra teu lado,
Ficava sentado no muro da praça,
do Alto da Sé, olhando o Recife lá longe,
com os olhos vazados de água,
sentindo saudades
dos Alpes gelados...
carinhos e saudades.
com peito de homem que chora e sente dor
por não saber onde viver,
esse mundo é tão pequeno,
o universo,
ah, esse como diz a poeta:
é inexorável...

Miles Davis Quintet - 1967

Miles Davis Quintet - 1967

Stockholm, October 31, 1967


Miles Davis - trumpet

Wayne Shorter - tenor sax

Herbie Hancock - piano

Ron Carter - bass

Tony Williams - drums


Introduction (George Wein) - 0:31

Agitation - 6:56

Footprints - 9:06

'Round Midnight - 8:30

Gingerbread Boy - 7:36



O bar está em pura contemplação!!!

33 minutos de inspiração, aproveitem!!!!

Planejar é delirar!!! - Paulo Bernardo - Estadão online - link ( aqui )


Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

Paulo Bernardo



Bernardo defende ampliação do Bolsa Família

FABIO GRANER - Agencia Estado


BRASÍLIA - O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, disse hoje que uma decisão que torne inviável a ampliação do benefício do Bolsa Família prejudicará 11 milhões de famílias. Para Bernardo, o programa, que é considerado por analistas um dos principais cabos eleitorais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não tem influência na eleição, é importante para promover a diminuição da desigualdade social e foi uma das causas da ampliação da classe média no Brasil.

Bernardo também disse que o governo resolveu editar no fim de 2007 uma medida provisória (MP) ampliando o alcance do Bolsa Família para famílias com filhos de até 17 anos porque o Congresso não aprovou o projeto, que havia sido enviado pela administração federal, e, em 2008, este reajuste não poderia ser feito por causa da legislação eleitoral.

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O bar está em polvorosa, afinal o sonho de todos de pertencer a classe média, não só é possível como está a mão, é só conseguir uma bolsa família!

Viva Paulo Bernardo e seu delírio!!!

Caso fosse tremens, teriamos a receita!

O cardápio do rei - Estadão online - link ( aqui )


Lula I, "o antes nunca visto"


As medidas do governo contra a CPMF ponto a ponto


SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou na quarta-feira, 2, as medidas do governo federal para substituir a CPMF, entre elas mudanças na área tributária. A alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incidirá sobre todas as operações de crédito feitas no País, terá aumento de 0,38%. A alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para o setor financeiro também subirá, de 9% para 15%.

Além disso, haverá em 2008 uma economia de R$ 20 bilhões entre os três poderes - Judiciário, Executivo e Legislativo. "Todo mundo vai ter de apertar o cindo", disse ele na ocasião. Confira abaixo o ponto a ponto das medidas:

Aumento de 0,38% na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)

Os financiamentos e empréstimos, contratação de seguros, compras no exterior feitas no cartão de crédito e exportações pagarão mais

Ficam livres da cobrança operações bancárias como saque e depósito

Para o consumidor, a elevação vai afetar transações ligadas ao crédito, como o financiamento da casa própria e de veículos, empréstimos bancários e uso do cheque especial

Nas operações para pessoa física com cobrança diária do imposto, a taxa dobrou, de 0,0041% para 0,0082%. A mudança deve aumentar o custo dos empréstimos em cerca de 1,5 ponto porcentual

Seguros de saúde e gastos em moeda estrangeira no cartão passarão a pagar, no mínimo, 2,38% de IOF

Nos casos em que atualmente há alíquota zero do imposto - como o seguro de financiamento imobiliário - haverá a incidência da alíquota adicional de 0,38%

Aumento na alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) do setor financeiro, de 9% para 15%

Contribuição é paga por todas as empresas, mas somente o setor financeiro - que inclui os bancos - terá a alíquota maior

A medida será detalhada por meio de Medida Provisória, que deve ser publicada nesta semana. O aumento, porém, deve entrar em vigor dentro de três meses - prazo previsto pela Constituição para uma contribuição começar a valer

Aumento também deve ter impacto de encarecimento do crédito, já que os bancos tendem a repassar este maior custo para os empréstimos

Corte de R$ 20 bilhões no Orçamento

Corte será detalhado em fevereiro, quando for divulgada a proposta orçamentária para este ano

Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o governo não adotará um corte linear nas despesas. A estratégia é analisar detalhadamente as despesas para definir onde serão feitos os cortes

Programas sociais e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), previstos em R$ 18 bilhões, serão preservados

A maior parte dos cortes ocorrerá nos investimentos públicos

As despesas de custeio também sofrerão cortes. O governo irá promover uma revisão dos contratos terceirizados, como os de prestação de serviços de limpeza

elis regina - me deixas louca


Me Deixas Louca

Composição: Armando Manzanero
, versão de Paulo Coelho


Quando caminho pela rua lado a lado com você
Me deixas louca
E quando escuto o som alegre do teu riso
Que me dá tanta alegria
Me deixas louca

Me deixas louca quando vejo mais um dia
Pouco a pouco entardecer
E chega a hora de ir pro quarto escutar
As coisas lindas que começas a dizer
Me deixas louca

Quando me pedes por favor que nossa lâmpada se apague
Me deixas louca
Quando transmites o calor de tuas mãos
Pro meu corpo que te espera
Me deixas louca

E quando sinto que teus braços se cruzaram em minhas costas
Desaparecem as palavras
Outros sons enchem o espaço
Você me abraça, a noite passa

O aprendiz de feiticeiro


Maquiavel, Galleria degli Uffisi





"Faça o mal fingindo fazer o bem !"

Essa lição de Maquiavel, Lula I, o antes nunca visto, tem adotado com devoção.

Com esmero, e candura, de um autêntico aprendiz de feiticeiro.

Precisando desesperadamente aumentar um dos incontáveis impostos, lembrou da brava gente brasileira que, acreditando em seu processo inédito de crescimento econômico, nunca antes visto, consomem avidamente toda a oportunidade de crédito que se lhes apresenta, comprando de tudo, em suaves e infindáveis prestações.

"Taí!" - sorriu embevecido, com a estupenda idéia - "esses carinhas vão pagar mais IOF e agradecerem a oportunidade de contribuir para a grandeza da nação".

"Hummm! e aqueles dois ou três, no máximo, que falam mal do sistema financeiro???" - exclamou, cofiando a barba bem cuidada.

"Já sei, aumento a CSLL, que o sistema fácilmente recupera, repassando para o universo de clientes, isso é que se chama arrecadação indireta. E ainda vão me elogiar por penalizar os banqueiros!" - sorriu satisfeito.

"Pronto, só falta agora dar uma chance de recuperação para o Mantega, coitadinho, eu fui muito grosseiro com ele."

Assim, Lula I, convocou Mantega, para que esse, em tom de desafio, apresentasse as novidades à nação.

Fim da histórinha, mas não do pesadelo!

E agora José? - Reações da oposição - Estadão online - link ( aqui)


José Agripino - DEM



O ano nem começou e o clima esquentou!

Afinal Lula I, o antes nunca visto, disse o dito pelo não dito, e tome aumento de impostos!

Edroaldo, o garçon cínico, relembra a frase do blog, e manda um recado ao José Agripino:

"Desconfiar do PSDB, não é crença, é obrigação!"

"Cuidado, o homem do BC é PSDB, e o Serra é como Isnogud, quer ser Lula no lugar do Lula!"




Abaixo trecho da reportagem do Estadão online, leia o texto completo no link acima:



"Nos sentimos traídos", resumiu o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN), momentos depois do anúncio do aumento do IOF e da CSLL do setor financeiro. "Me sinto traído. Houve rompimento do acordo feito com a oposição", concordou o do PSDB, Arthur Virgilio (AM). Em dezembro, quando a CPMF foi derrubada no Senado, a oposição aceitou aprovar a Desvinculação das Receitas da União (DRU) desde que o governo se comprometesse a não aumentar a carga tributária para compensar o fim da CPMF.

"É um governo com sua habitual gulodice fiscal. Isso vai encarecer a produção", reclamou Agripino. "O governo não chamou ninguém para conversar. É mentira que precisa de dinheiro para compensar a CPMF", criticou Virgílio. "Queremos corte de gastos e não aumento de impostos. Não vamos compactuar com aumento de carga tributária."

Dylan Harrison Young Petty Clapton

Palavra de rei


Dalcio/www.cartonclub.com.mx


Lula I, o antes nunca visto, caprichou, agora palavra de rei vale apenas para o período natalino.

Quanto às medidas:

Aumenta o IOF, que atinge todos que necessitam de empréstimos.

Quem mandou?

Finge que atinge bancos, mas na realidade o aumento da CSLL será repassado para os clientes, com certeza nas famosas tarifas bancárias, agora se entende porque o "tabelamento" destas está marcado para o meio do ano.

Cortes, no orçamento?

A velha história de cortar o inexistente, ou não é hábito orçar o que não vai realizar, e depois contabilizar como sobra fiscal.

Enfim, viva Lula I, o que tem palavra efêmera!

Eliane Cantanhede - Folha de São Paulo - link ( aqui )





É caso de caixa, não de saúde

BRASÍLIA - Lula usou o primeiro dia útil do ano para deflagrar duas operações de recuperação: uma, dos R$ 38 bilhões perdidos com o fim da CPMF; outra, da imagem e da auto-estima do ministro Guido Mantega, que ele próprio tinha desautorizado publicamente.
Ficou o dito pelo não-dito. Ou melhor, o não-dito do dito pelo não-dito. Mantega anunciou que haveria aumento de impostos e cortes para compensar a CPMF. Lula deu-lhe um carão, negando o óbvio. Agora, foi o próprio Mantega quem foi à TV para dizer que ele estava certo. Logo, Lula blefara.
E a sensação é de que os aumentos do IOF e da CSLL, que incidem sobre operações financeiras, são apenas a primeira parte da história. Lá pelo meio do ano deverá haver uma reavaliação, com mais "novidades". Depende da vitalidade da economia. Preparem os bolsos.
Sim, porque o discurso oficial é de que os bancos foram chamados a pagar a conta, mas não é bem assim. Quem paga IOF não é o banco, é o tomador do crédito. E o peso da CSLL vai acabar caindo sobre o preço do produto. Alguma dúvida?
A favor do governo, não havia muita alternativa. Corte de R$ 38 bilhões corresponde a redução de superávit fiscal, corte drástico de despesas e/ou aumento de impostos. O equilíbrio desse tripé varia de acordo com o freguês. Como o governo decidiu corretamente não mexer no superávit fiscal e sempre faz apologia da gastança, o aumento de impostos era inevitável.
Agora, é acompanhar os tais cortes anunciados de R$ 20 bilhões. Calculadoras da Esplanada dos Ministério estão a mil, e já há general pensando em convocar o Alto Comando do Exército para defender o tão prometido "reequipamento" (com aumento do soldo, claro).
Por falar nisso, onde foi parar a promessa de garantir os recursos extras da Saúde? Virou uma "equação futura". O problema é de caixa, não de saúde, manjou?

Charge do dia - link ( aqui )


Caruso - Jornal do Brasil (RJ)

]

Comercial antigo - Ernesto Meu Rapaz

Sinopse dos principais jornais - link ( aqui )


sala de leitura



Manchetes:


Jornal do Brasil - Prefeitura lava as mãos para a violência

Folha de São Paulo - Imposto sobe para compensar a CPMF

O Estado de São Paulo - Governo aumenta impostos para arrecadar mais R$ 10 bi

O Globo - No 1º dia sem CPMF, Lula sobe impostos e corta gastos

Gazeta Mercantil - Governo eleva aliquotas de IOF e CSLL

Correio Brasiliense - Sem CPMF, governo aumenta impostos

Valor Econômico - Chove pouco e cenário energético se complica

Estado de Minas - Governo aumenta imposto para compensar fim da CPMF