quarta-feira, 21 de maio de 2008

Gal Costa - Baby

Bar é arte


Oumbertos Argyros - ( 1877 - 1963 )

Girl in Boudoir - Oil on canvas



art blakey - close your eyes


Tiago Recchia - Gazeta do Povo - Curitiba (PR)

Carlos Chagas - Tribuna da Imprensa - link (aqui)



Lambança no Meio Ambiente

BRASÍLIA - Antes de encontrar-se com o presidente Lula, segunda-feira, o novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, propôs transformar as forças armadas em guarda florestal, pretendendo que regimentos do Exército ocupassem e fiscalizassem os parques nacionais e suas periferias. Comentou também que o ministro do Futuro, Mangabeira Unger, era um excelente professor acadêmico, mas, em matéria de Amazônia, um aluno.

Assim, chegou a convidar Jorge Viana para coordenador do Plano Amazônia Sustentável. Diante da recusa, deu a volta por cima e classificou as funções do companheiro de ministério como voltadas para programar o futuro da região, jamais para aplicar a sustentabilidade imediata.

Ao deixar o gabinete presidencial, patrulhado pela ministra Dilma Rousseff, Minc curvou-se à coordenação efetiva de Mangabeira e contentou-se com a sugestão de ser criada uma Força Nacional Ambientalista, sucedâneo da Força Nacional de Segurança, que levará pelo menos dois anos para ser organizada.

Em compensação, o novo ministro saiu-se com ameaça digna das intervenções de crianças em conversa de adultos: "Tremei, poluidores, tremei!"

A conclusão é de que ao sucessor de Marina Silva caberá o papel de repressor dos incendiários, dos madeireiros, dos plantadores de soja e dos pecuaristas cujas atividades são exercidas na Amazônia, onde não há apenas floresta.

Convenhamos, a lambança é geral, em termos de meio ambiente, mas também particular, em se tratando de Carlos Minc. Se o que ele fala, propõe e promete torna-se tão fugaz como uma dessas ventanias que nessa época do ano levantam rodamoinhos em Brasília, só haverá uma conclusão a tirar: o governo deu as costas para os princípios ecológicos que nortearam a primeira campanha vitoriosa de Lula à presidência da República.

Ninguém tremeu e ninguém vai tremer, na Amazônia, nem fora dela, por conta da fragilidade das convicções de Carlos Minc.



Pancho - Gazeta do Povo - Curitiba (PR)

Sonia Racy - Direto da Fonte - Estadão online - link (aqui)



Dama de Ferro

Os cerca de 40 empresários convocados para participar de reunião fechada com os ministros Dilma Rousseff e Edson Lobão, mais José Sergio Gabrielli e diretoria da Petrobrás, segunda-feira, em Brasília, assistiram cena impactante: briga pública sobre a nacionalização das plataformas de petróleo.

Ante argumentos de Gabrielli na importação de produtos - contratos assinados e custos maiores da versão nacional - houve até um "quem manda sou eu."

Marco Aurélio - Zero Hora - Porto Alegre (RS)

Dora Kramer - Estadão online - link (aqui)


Socialização do prejuízo


Olhando de relance, parece completamente incoerente o modo como o governo lida com a questão da CPMF.

No mesmo dia, lança a idéia de ressuscitar o imposto, mas o presidente Luiz Inácio da Silva se recusa a assumir a paternidade da idéia e manda repassar a tarefa ao Congresso, recomendando à sua base um esforço para evitar "animosidades".

Ato contínuo, Lula discursa para 2 mil prefeitos falando sobre o tema cujo patrocínio acabara de recusar, e o faz em tom bastante animoso contra os senadores responsáveis pela extinção da CPMF no fim do ano passado.

Observando com mais vagar, é possível enxergar absoluta coerência no cenário: o governo quer o imposto perdido de volta, tem noção da impossibilidade da realização desse desejo, mas não perde a oportunidade de tirar dividendos políticos da adversidade.

A cada vez que o presidente lembra às platéias o quanto poderia fazer com o dinheiro perdido, reduz um pouco o tamanho da derrota sofrida no Senado em dezembro.

De tanto repetir que o Brasil está ótimo, mas poderia estar uma maravilha se tivesse mais R$ 40 bilhões em caixa todo ano, Lula acaba conseguindo inverter a ordem dos fatores para públicos dispostos a ouvir. Como o de prefeitos, todo ele aplausos quando o presidente atacou os senadores.

Mas não é só isso. Na atual conjuntura o presidente Lula está precisando de justificativas para reduzir os danos de três vetos impopulares que, tudo indica, terá de fazer a decisões do Congresso: a regulamentação da emenda 29, que aumenta os repasses de verbas para a Saúde, o fim do fator previdenciário e a extensão do reajuste do salário mínimo aos aposentados e pensionistas.

Se tais vetos são desconfortáveis em qualquer situação, em ano eleitoral requerem administração estratégica. Nesse ponto, a CPMF entra na história.

Se o Senado recusar a recriação do imposto, como recusará, Lula atribuirá a essa recusa a necessidade dos vetos, pois - argumento lógico - sem receita adicional não poderá autorizar gastos extras. Resumo da ópera: Lula usa a CPMF para atribuir a outrem a responsabilidade por atos de potencial político oneroso.

Esse "outrem" é o bode expiatório ideal, dada a longa folha de serviços prestados pelo Poder Legislativo à desmoralização da atividade política.

É a segunda vez que o governo fala na volta da CPMF desde a derrota de dezembro. Ainda em janeiro, a idéia foi publicamente defendida pelo vice-presidente da República, José Alencar, pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e pelo líder do governo na Câmara, Henrique Fontana.

O Palácio do Planalto logo correu para negar - "Não podemos ser derrotados duas vezes", disse o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro - e deu à tropa a ordem para recuar.

Fontana ainda tentou uma saída intermediária, dizendo que a base governista incluiria a CPMF na proposta de reforma tributária, e arquivou-se o assunto. Evidentemente, sem CPMF alguma na reforma.

O tema volta agora à cena, desta vez com a quase chancela do Planalto. A Presidência promoveu reunião a respeito e, dela, resultou a decisão do presidente de deixar o Congresso "à vontade" para aprovar ou não a nova versão do imposto do cheque, com os argumentos velhos de sempre: alíquota reduzida e destinação exclusiva para a Saúde.

Mas se o governo quer mesmo a CPMF de volta, sabe que só terá se patrocinar (em todos os sentidos) a proposta. Mas aí é enorme o risco de levar de novo na cabeça e essa fatura Lula não quer pagar. Quando deixa a coisa nas mãos do Congresso, onde não costuma prosperar o fenômeno da geração espontânea, o presidente tira de caso pensado o corpo fora.

Poderá, assim, transferir a conta do fracasso à incompetência da "base" e ainda socializar o prejuízo político dos vetos impopulares à sua espera, com o Parlamento em geral e - melhor de tudo - com a oposição de uma maneira muito particular.

Se no palanque já é responsabilizada pela falta das obras presumivelmente financiadas com os R$ 40 bilhões perdidos, será culpada também por ter obrigado o bom presidente a vetar o aumento de verbas para a Saúde, o reajuste dos velhinhos e a redução do limite de idade nos cálculos para fins de aposentadoria.

Imagem e semelhança

O depoimento de José Aparecido Nunes na CPI dos Cartões teria representado um prejuízo de proporções gigantescas se o governo tivesse algum compromisso moral com a verdade, a coerência e a consistência. Como não tem, foi um sucesso.

Decoro

O deputado Carlos William tem todo o direito de defender suas idéias. Mesmo as estapafúrdias, como a permissão de reeleições infinitas para presidentes da República.

Mas agressões ao ouvido alheio, a golpes sucessivos de "que sejem", como fez ontem na CPI, o deputado Carlos William não tem imunidade parlamentar para cometer.


Willy - Tribuna da Imprensa - Rio de Janeiro (RJ)

''Tremei, poluidores, tremei'' - Estadão online - link (aqui)


Fossem outros os tempos e as pessoas, a passagem de Carlos Minc pelo governo federal teria terminado na ante-sala do presidente da República. Lá, um funcionário de terceiro escalão o teria informado de que o presidente Lula havia se equivocado ao convidá-lo para assumir o Ministério do Meio Ambiente e ficava o dito pelo não dito. Mas as coisas e as pessoas são como são e esse é o único aspecto sério do episódio da escolha do sucessor da ministra Marina Silva. O resto foi pura pantomima.

Sondado para ser o novo ministro, quando estava em Paris em missão oficial, na qualidade de secretário do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Minc a princípio relutou e, em seguida, anunciou publicamente que aceitaria a nomeação se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, aceitasse dez "condições" que ele impunha. Avisado de que o convidado para um Ministério não impõe condições ao presidente da República, mas dele recebe missões, trocou a palavra "condições" por "propostas", salientando que, com isso, deixava de ser "indelicado". Apesar do mau começo, o convite continuou de pé.

Já em Brasília, na primeira das sete entrevistas coletivas que concedeu em menos de sete horas e antes de conversar com o presidente Lula e a ministra Dilma Rousseff, explicou que não impusera "condições de trabalho" - que, "na verdade, são muito mais do que as que foram colocadas" - por arrogância. "Arrogância seria imaginar que eu pudesse desempenhar uma missão, para a qual eu tenho dúvidas se estou à altura, sem ter condições de trabalho." E, apesar da confissão de que não se sente apto para exercer o Ministério, continuou convidado.

Finalmente, conversou com o presidente Lula e, antes que dissesse qualquer coisa, foi avisado de que suas três principais "condições" eram inaceitáveis. O secretário de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, para o qual Minc dissera que "não tinha planos", continuará como gestor do Plano Amazônia Sustentável (PAS). Sua sugestão de que fosse nomeado um "gestor local" para o PAS nem foi considerada. Para a ministra Marina Silva, a nomeação de Mangabeira Unger para a função foi a gota d?água que a levou a deixar o Ministério, por se sentir desprestigiada. Para Carlos Minc, isso não fez diferença. Também ficou sabendo que o Ministério do Meio Ambiente não receberá as verbas contingenciadas, que se destinam à formação do superávit primário, e que deve desistir da idéia de colocar o Exército na fiscalização dos recursos naturais da Amazônia.

Momentos antes de ouvir as "condições" que efetivamente valem - as do presidente da República -, Carlos Minc havia dito que atribuía o convite para ocupar o Ministério do Meio Ambiente ao fato de Lula ter ficado impressionado com a desburocratização do processo ambiental no Rio de Janeiro. "Acho que isso encheu os olhos do presidente. Mas talvez ele não saiba o resto da história: para fazer isso tudo tem que ter autonomia, poder e dinheiro." Mas são esses os tempos e as pessoas e Carlos Minc deixou o gabinete presidencial sem autonomia, sem poder e sem dinheiro - mas ministro.

Não se pense que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comeu gato por lebre. Ele queria exatamente alguém com as características de Carlos Minc para substituir a ministra Marina Silva. Precisava de alguém com comportamento exuberante e bom relacionamento com as ONGs ambientalistas do Brasil e do Exterior - e, se possível, com alguma capacidade gerencial. Não por acaso, a recomendação que deu ao novo ministro foi: "Seja criativo, Minc. A única coisa que você não pode fazer é não ter idéia."

E idéias é o que Carlos Minc tem de sobra. Se são pertinentes, se são factíveis, esse é outro problema. As idéias jorram e com isso ele ocupa espaço na mídia. Tudo o que faz é para chamar a atenção dos meios de comunicação, a começar da maneira cuidadosamente extravagante como se veste.

"Sou performático, continuarei performático", define-se Carlos Minc. "Não vou virar vidraça, não vou me enforcar na gravata. Vocês vão me ver por aí combatendo crimes ambientais." E conclui, teatral: "Tremei, poluidores, tremei. Vai todo mundo para a cadeia, de preferência, plantando muita árvore e limpando rios. Serei intolerante com o crime ambiental."

O tempo dirá se Carlos Minc está à altura da missão que recebeu.

Miguel - Jornal do Commercio - Recife (PE)

Elio Gaspari - Folha de São Paulo - link (aqui)



De PedroSegundo@edu para Lula@org.br

Hoje falam de meio ambiente, no meu tempo falavam em navegação, mas o que eles querem é nossa soberania

ESTIMADO PATRÍCIO,
Vosmecê não sabe como vivo bem. Leio os jornais do dia sem ter de esperar os navios que vêm da Europa. Sábado passado o correspondente do "New York Times" escreveu um artigo sobre a Amazônia, perguntando-se quem é o dono da região. O jornalista definiu como "protecionismo territorial" aquilo que nós, bem como os ianques, conhecemos como soberania nacional. Dias antes, uma folha londrina dissera que os brasileiros precisam entender que a Amazônia é algo muito importante para ser coisa só deles. Na mesma direção já se manifestaram em anos passados o presidente comunista francês François Mitterrand e o ex-vice-presidente americano Albert Gore. Durante o meu reinado já prosperava junto aos povos cultos a idéia de que o nosso vale amazônico é ocupado por gente "imbecil e indolente". Isso dá gravidade ao tema. Não se trata apenas de achar que a Amazônia não é brasileira, mas que, por ser o que é, brasileira não pode ser.
Vossa maçada chama-se meio ambiente. A minha chamou-se "livre navegação". Remanchei o quanto pude para evitar que embarcações estrangeiras subissem o Amazonas. À época sofremos enorme pressão internacional, sobretudo americana. Sei que por aí há uns grosseirões que ainda me chamam de "Pedro Banana", um dissimulado sacerdote do atraso. Quero ser claro: ao lado das sinceras manifestações em defesa do meio ambiente há interessados em mutilar nossa soberania.
Conhecendo minha circunspecção e a maneira como pondero cada palavra, pois os monarcas não devem sair por aí dizendo tolices (os presidente podem), vosmecê avaliará minha preocupação. Quero trazer à memória do patrício uma encrenca do meu tempo.
Em 1850 o governo americano pediu-nos licença para que William Herndon, um oficial de sua Marinha, descesse o Amazonas com uma embarcação tripulada por umas dez pessoas. Falavam em "curiosidade científica" na busca de "conhecimentos geográficos". Havia na Secretaria dos Negócios Estrangeiros quem quisesse negar a permissão, mas acabamos concendendo-a, pois sempre fui um soldado da ciência. Outro dia o tenente Herndon me foi apresentado pelo general Vernon Walters. É um careca destemido e carrancudo. Na nossa conversa, voltou a reconhecer que estava atrás de outra coisa. O governo de Washington estudava a possibilidade de transferir a escravaria do Sul dos Estados Unidos para a Amazônia. Iam além: admitiam a possibilidade de instalar no nosso vale o próprio empreendimento escravocrata americano. Se hoje os americanos falam em "protecionismo territorial", em 1852 o tenente Herndon falava em "trabalho compulsório" para povoar o protetorado da Amazônia norte-americana.
Dissimule muito, esbraveje pouco, mas não ceda. O que eles querem é a nossa soberania. Em 1867, quando eu abri a navegação do Amazonas, os americanos não tinham mais escravos, pois a guerra civil acabara dois anos antes.
Despeço-me desejando-lhe êxito na sua experiência republicana e transmitindo-lhe os cumprimentos da imperatriz a Dona Letícia. Como o senhor sabe, ambas têm a cidadania italiana.
Pedro de Alcântara
Por favor, propague a encrenca do século 19. Sugira a reedição do livro "A liberdade de navegação do Amazonas", de Fernando Saboia de Medeiros, publicado em 1938.


Dálcio - Correio Popular - Campinas (SP)

Toda Mídia - Nelson de Sá - Folha de São Paulo - link (aqui)




A "queda do avião" ontem na Globo News e depois na CNN

Caiu

"Interrompemos a transmissão", entrou o locutor da Globo News, "acaba de chegar a informação de que um avião da empresa aérea Pantanal caiu em cima de um prédio comercial". Não era verdade, mas foi o que bastou para a Record News e portais como o UOL, em manchete, saírem dizendo a mesma coisa. Também agências, com Reuters e France Presse despachando ao mundo que, "segundo a rede local TV Globo, um avião se chocou com prédio". Em meia hora, voltaram atrás, mas era tarde. Foi parar no britânico Sky News e na CNN, cortando sua transmissão para o mundo com "Breaking News" sobre a queda do avião em São Paulo. A Globo News também se retratou e, minutos depois, entrou com imagens diante do incêndio, da rua, e a surpresa na locução: "É um imóvel baixo, uma casa". A transmissão ao vivo só então foi suspensa.

Tacho - Jornal NH - Novo Hamburgo (RS)

Melchiades Filho - folha de São Paulo - link (aqui)



Boca livre

BRASÍLIA - O Ministério da Fazenda mudou. Antes, preocupava-se com tudo o que dizia, ciente do estrago que uma palavra mal-empregada poderia causar. Hoje, incontinente, não só é pródigo nos comentários como bate recordes de balões de ensaio -idéias que são atiradas ao vento sem que tenham recebido a devida aprovação técnica e/ou política da Presidência.
Não surpreende, portanto, a sucessão de episódios em que o Planalto sai a público para desautorizar sua equipe econômica.
Recapitulando, apenas no último mês, foram descartadas ou devolvidas à gaveta três medidas que tinham sido apontadas como certas pela Fazenda: a restrição ao financiamento dos carros, o aumento das alíquotas do Imposto de Renda e a recriação imediata da CPMF.
No caso do imposto do cheque, Lula deseja, sim, ressuscitá-lo (iria abrir mão de receita?). Mas sob uma condição, sabida desde janeiro: que o Congresso lance a iniciativa e banque o desgaste público. Por que ele, Lula, aceitaria abraçar a "maldade" (ampliar a carga tributária) de um projeto (dar mais verbas para a Saúde) cujo dividendo político ficaria com o Legislativo?
Sobre a compulsão oral da Fazenda, ainda não há explicação definitiva. O jornalismo de hipóteses diria que ministro e assessores:
* são masoquistas e gostam de ser repreendidos pelo presidente;
* se animam com a disputa de bastidores com o Banco Central e tentam de todo modo ocupar espaço na imprensa e no debate público;
* vaidosos, não resistem ao assédio, falando o que lhes dá na telha;
* são gênios da tática e criaram um test-drive para idéias em gestação, a fim de checar sua viabilidade.
O motivo pouco importa, porém.
Interessa que, tantas as declarações e tantos os recuos, o mercado ficou calejado. A especulação deixou de se guiar pela Fazenda. Voluntária ou não, essa é uma contribuição da era Guido Mantega.

Charge do dia


André Macedo - Diário Popular - Pelotas (RS)

Sinopse dos principais jornais - link (aqui)


sala de leitura



Manchetes:


Jornal do Brasil - Fantasma da CPMF ganha força

Folha de São Paulo - Lula elogia Serra, que elogia Kassab, que elogia Marta

O Estado de São Paulo - Base de Lula pede nova CPMF apesar da alta na arrecadação

O Globo - Mato Grosso se nega a ceder PMs para proteger Amazônia

Gazeta Mercantil - Câmbio ajuda e dívida pública encolhe a 2,8%

Correio Brasiliense - Eixão do Lazer preservado

Valor Econômico - Tupi já agita o mercado global de equipamentos