terça-feira, 3 de março de 2009

Marlene Dietrich - Bitte geh nicht fort (German version of Brel's Ne me quitte pas)

Dream a little dream of me...( Rita and Doris Day who is singing this lovely song! )

Sam Brown - "Walking Back To Me"

Lizz Wright - "Stop"

James Brown - "Nature Boy"

Bar é arte


Horacio Cardozo

With Music in Her Soul

Oil on canvas ( 2007 )

Bar é poesia - Líria Porto


Líria Porto




(in)decisão


(líria porto)



todos os dias

ao amanhecer

jogo-te ao vento

tomo a decisão

de te esquecer



depois eu me lembro

do teu riso do teu beijo

sinto um arrepio

e me arremesso

Sarney aceita afastamento definitivo de Agaciel Maia - Agência Senado - link (aqui)


PRESIDÊNCIA
03/03/2009 - 11h52

Em entrevista concedida na manhã desta terça-feira (3), o presidente do Senado, José Sarney, aceitou o pedido a ele apresentado pelo diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, de afastamento definitivo do cargo. "Lamento que esse episódio tenha chegado a esse resultado, uma vez que se trata de um dos funcionários mais antigos e eficientes desta Casa", disse o presidente do Senado para os jornalistas, diante da mesa de reunião do seu gabinete.

Agaciel deixa o cargo dois dias depois de o jornal Folha de S.Paulo tê-lo acusado de registrar uma casa de R$ 5 milhões em nome do irmão, o deputado João Maia (PR-RN), sem declará-la ao imposto de renda.Nesta segunda-feira (2), Sarney encaminhou a denúncia para ser apurada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Hoje, alegando que não queria ser motivo de desagregação político-partidária na Casa, Agaciel ofereceu seu pedido de afastamento permanente.

- É a imagem do Senado. Nenhum de nós tem o direito de prejudicá-la - afirmou o presidente do Senado, na entrevista.

De acordo com Sarney, esse afastamento foi discutido com o diretor-geral, assim como a hipótese de um afastamento apenas transitório, ideia afastada porque manteria latente o problema resultante das acusações a ele feitas.

O presidente do Senado observou que todos os servidores são obrigados por lei a apresentar anualmente declaração patrimonial a ser submetida ao TCU. É essa corte que verifica a legalidade e a legitimidade dos bens e rendimentos declarados pelos servidores, confirmando a compatibilidade entre as variações patrimoniais e os rendimentos auferidos.

- Acho que, com isso, se resolve esse assunto que, lamentavelmente, prejudicou a imagem do Senado. Todos temos o dever de preservar essa imagem para o bom andamento dos trabalhos do Senado.

Questionado pelos jornalistas por que não foi o próprio autor da demissão, Sarney respondeu:

- Seria de extrema indelicadeza se eu o demitisse sem que tivesse alguma acusação formal contra ele. Ele pediu demissão e eu aceitei.

Sarney também afirmou que o cargo de Agaciel será ocupado pelo diretor-geral adjunto, Alexandre Gazineo. Quando questionado sobre se Agaciel pode voltar ao cargo, na hipótese de o TCU inocentá-lo, Sarney disse que o repórter estava especulando sobre um fato futuro, impossível de ser avaliado agora.

Teresa Cardoso / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Diretor-geral do Senado pede afastamento após "esconder" casa de R$ 5 milhões; Sarney aceita - Folha Online - link (aqui)

03/03/2009 - 11h50

GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

O diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, entregou nesta terça-feira uma carta ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), na qual pede afastamento definitivo do cargo após ser acusado de usar o irmão para esconder da Justiça a propriedade de uma casa avaliada em cerca de R$ 5 milhões.

Agaciel diz que não quer ser "empecilho" para as investigações na Casa e, por isso, disse que se tiver que deixar o cargo não quer que isso ocorra temporariamente.

Lula Marques/Folha Imagem
Agaciel é acusado de usar o irmão para esconder uma casa avaliada em R$ 5 milhões
Agaciel é acusado de usar o irmão para esconder uma casa avaliada em R$ 5 milhões

"Eu preciso que o presidente Sarney diga se acata minha carta, mas quero ir além. Se estão pedindo para eu me afastar, quero me afastar em definitivo. Sou funcionário da Casa, não caí aqui de paraquedas." Sarney já aceitou o pedido de Agaciel.

Ontem, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), e o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) defenderam o afastamento do diretor. Para os senadores, a manutenção do servidor no cargo afeta negativamente a imagem externa do Senado.

"[A manutenção de Agaciel] É altamente negativa para o Senado. Ele está crivado de suspeitas. Sou favorável ao afastamento imediato dele do cargo", disse Jarbas, que recentemente acusou de corrupção "boa parte" de seu partido.

O presidente do Senado recorreu ao TCU (Tribunal de Contas da União) para que o órgão também investigue as acusações envolvendo Agaciel.

Reportagem da Folha afirma que diretor-geral do Senado usou o irmão, o deputado João Maia (PR-RN), para esconder da Justiça a propriedade de uma casa avaliada em cerca de R$ 5 milhões.

Agaciel admitiu que não transferiu o imóvel para o seu nome, mas apresentou sua declaração ao Imposto de Renda que inclui a residência entre os seus bens. "Esse foi o meu único erro, como era um negócio fraternal, de família, não fui ao cartório transferir o imóvel, o que vou fazer agora", disse.

Ele afirmou que declarou o imóvel ao Fisco em 1996 porque não poderia "esconder a casa onde mora".

Diretor-geral do Senado pede renúncia, e Sarney aceita - UOL Notícias - link (aqui)




(Atualizada às 12h24)
O presidente do Senado, José Sarney, acaba de aceitar o pedido de afastamento apresentado pelo diretor-geral da Casa, Agaciel Maia.

  • Lula Marques/Folha Imagem - 27.02.2009

    "Eu comprei [o imóvel], mas não podia pôr no meu nome porque eu estava com os bens indisponíveis. Então, na época, em vez de comprar no meu nome, eu comprei no nome do João", disse Agaciel à Folha


Minutos antes, ao entrar no gabinete da Presidência, Agaciel disse que iria entregar o pedido de afastamento definitivo - e não apenas temporário, como chegou a se comentar - ao presidente da Casa.

O afastamento do cargo, de acordo com Agaciel, permitirá que se realize uma investigação "ampla, geral e irrestrita" de denúncias sobre a evolução de seu patrimônio. Agaciel é o principal responsável pela gestão do Senado. Nomeado por José Sarney (que na época também era presidente da Casa) em 1995 para o cargo, Agaciel administrava um orçamento de R$ 2,7 bilhões anuais.

Ontem, Agaciel apresentou diversos documentos para contestar reportagem da Folha de S.Paulo segundo a qual ele teria escondido da Justiça uma casa em bairro nobre de Brasília (DF) no valor de R$ 5 milhões. Segundo o jornal, a casa tem 960 metros quadrados de área construída, três andares, cinco suítes e um salão de jogos. Também conta com uma piscina em forma de taça, um campo de futebol e um pequeno píer - a casa fica às margens do lago Paranoá, no Lago Sul, uma das regiões mais valorizadas de Brasília.

Com a declaração de Imposto de Renda, certidão negativa e escritura, ele afirmou que declara a casa desde 1996, quando a comprou. Agaciel disse que, na época, pediu a seu irmão, o deputado João Maia (PR-RN), que comprasse a casa quando ela havia sido anunciada, em setembro de 1996, enquanto ele pudesse vender o imóvel em que morava e comprasse a casa do irmão, o que ocorreu dois meses depois.

A reportagem da Folha de S.Paulo apontou que Agaciel teria escondido a casa por estar com os bens indisponíveis pela Justiça. "Não estava com meus bens indisponíveis e a prova é a escritura original, que mostra que vendi a casa em que morava. Não poderia vender um bem se os meus bens estivessem indisponíveis", disse ele ontem. "A afirmação de que estava escondendo minha casa também não é verdadeira. Estranho é alguém dizer que você estava escondendo uma casa onde você mora há 13 anos", completou.

Para tentar conter a crise do caso, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), chegou a encaminhar ofício ao Tribunal de Contas da União pedindo "urgência possível e as providências necessárias para apurar a denúncia". Esse pedido foi criticado por diversos parlamentares, que achavam que o próprio Senado seria o responsável pela investigação.

* Com Agência Senado e Agência Brasil

Sarney aceita pedido de afastamento de diretor-geral do Senado - G1 - link (aqui)


Ele é acusado de não ter declarado uma mansão de R$ 5 milhões.
Diretor-geral adjunto, Alexandre Gazineo, irá ocupar a função.

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), aceitou nesta terça-feira (3) o pedido de afastamento do servidor Agaciel Maia da função de diretor-geral do Senado,como adiantou Cristiana Lôbo em seu blog. Ele é acusado de ter ocultado de sua declaração de bens uma mansão de R$ 5 milhões em Brasília. O diretor-geral adjunto, Alexandre Gazineo, irá ocupar a função de Agaciel.

O afastamento do diretor-geral já havia sido pedido por alguns senadores após a denúncia. Sarney afirmou em um primeiro momento não ver motivo para afastar Agaciel antes de uma investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a evolução patrimonial do servidor. A pressão dos colegas fez com que o presidente do Senado mudasse de idéia.

Agaciel entregou uma carta a Sarney pedindo que seu afastamento não fosse temporário, mas de forma definitiva. Antes do encontro final com o presidente, o diretor-geral disse estar disposto para o "sacrifício". "O que não quero é ser empecilho. Se alguém tiver que ser dado em sacrificio para que se acalmem os ânimos, estou à diposição". O diretor-geral reclamou que já estava "condenado" apesar de ter apresentado "provas" de que não cometeu nenhuma ilegalidade.

Sarney confirmou a saída de Agaciel. "Ele me entregou e eu aceito o pedio de demissão do cargo". O presidente do Senado ressaltou que a denúncia será examinada pelo Tribunal de Contas e não quis dizer se Agaciel poderá voltar à função caso seja considerado inocente. "Isso aí é no futuro".

Diretor-geral do Senado desde 1995, Agaciel já foi investigado algumas vezes. A principal aconteceu em uma operação da Polícia Federal nas dependências do Senado. A PF avisou o então presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), da investigação e o servidor foi acusado de ter mexido nos computadores que seria apreendidos antes da polícia chegar.

No caso da mansão, Agaciel admitiu em um primeiro momento em entrevista à Folha de São Paulo ter registrado o imóvel em nome de seu irmão, o deputado federal João Maia (PR-RN), por estar com os bens bloqueados em 1996, data da compra. Na segunda-feira (2), o diretor-geral retificou sua afirmação e disse ter declarado a mansão em seu imposto de renda, deixando apenas de passar a escritura para o seu nome por se tratar de um “negócio familiar”. Afastado da função, Agaciel continuará a dar expediente no Senado porque é funcionário efetivo.

Bar é arte


Katherine Wheeland

Surrender

Ceramic sculpture (2006 )

Bar é poesia - Nalu Nogueira



Partilha


(Nalu Nogueira)



Fica com a cama.

Nela estão todos os meus perfumes e também os meus melhores sorrisos.

(sob o travesseiro do lado direito talvez ainda o som daquela gargalhada).

Fica com os lençóis das nossas madrugadas os cartões de crédito e todos os poemas.

O cobertor azul eu deixo porque ainda é inverno

(e eu estava acostumada a te aquecer).


As fotos também eu cedo, não as quero.

Não refletem os medos que tive, são apenas momentos

(congelados feito os projetos que adiamos)

As chaves do apartamento deixo sob o tapete.

O amor e os sonhos eu levo junto com o meu olhar encantado.


A dor está na caixa pesada que ficou no banheiro.

Não se preocupe, é minha prometo vir buscar no feriado

(eu levaria hoje, se pudesse, mas no carro não cabia o mundo inteiro).

Comercial antigo - Lucky Strike - 1989

Charge do dia


Sinfrônio - Diário do Nordeste - Fortaleza, CE

White House cancels Brown press conference in Rose Garden - The Times, uk - link (aqui)

Gordon Brown arrives in Washington to meet Barack Obama

March 3, 2009

Gordon Brown's attempts to portray himself as a global leader in a time of crisis have been dealt a blow by White House planners.

Downing Street officials discovered last night that the Prime Minister would not, as had been announced, hold a joint press conference with President Obama after their talks at the White House today.

Instead, the half-hour meeting in the Oval Office will be preceded by a "pool spray" – a few shouted questions from pool reporters during a photo-opportunity but no substantive discussion.

British officials said that a joint press conference in the White House Rose Garden had been cancelled because it was blanketed in snow, but did not elaborate on why the event was not moved indoors.

After a working lunch with Mr Brown, Mr Obama will then head off to make a speech at the Department of the Interior before meeting a delegation at the Boy Scouts of America, the White House said. If Mr Brown wanted to hold a press conference, he would then have to do so across town at the British Embassy.

No 10 had been celebrating a diplomatic success in ensuring that Mr Brown becomes the first European leader received by Mr Obama in the White House – an honour closely sought by President Sarkozy of France and Angela Merkel, the Germany Chancellor.

Although Mr Obama is by no means as anglophile as his predecessors – he has already returned a bust of Winston Churchill that sat in the Oval Office under President Bush – Mr Brown had hoped to be able to demonstrate a "special partnership" and develop a personal relationship with the President.

He is also hoping to use the meeting to give impetus to a G20 summit in London next month from which he wants to see a common strategy to tackle the global recession.

Mr Brown's predecessor and long-time rival, Tony Blair was unfailingly accorded the honour of a joint press conference during official visits in both the Clinton and Bush eras. Indeed, with the diplomatic groundwork completed in advance, the main point of such visits is the chance to appear side-by-side with the most powerful man in the world, national flags standing proudly behind.

To add insult to injury, Mr Blair appeared with Mr Obama at a "national prayer breakfast" in Washington last month at which Mr Obama praised him as "my very good friend". There is now unlikely to be any such endorsement of Mr Brown during the current visit.

Mr Brown will, however, become only the fifth British prime minister to address both houses of Congress.

HSBC rues Household deal as it raises £12.5bn - The Independent, uk - link (aqui)


Bank writes off $10.6bn and shuts US sub-prime unit

By Sean Farrell, Financial Editor

Tuesday, 3 March 2009


HSBC finally admitted that its $15bn (£11bn) acquisition of the sub-prime lender Household was a mistake yesterday as it launched a £12.5bn UK record rights issue to shore up its balance sheet against future losses.

The bank had defended the deal publicly since the end of 2006 when rising mortgage defaults alerted the market to the oncoming sub-prime crisis. But with bad debts and writedowns in the US hitting $16.3bn last year, HSBC has written off $10.6bn for all the remaining goodwill of Household.

"With the benefit of hindsight, this is an acquisition we wish we had not undertaken," Stephen Green, HSBC's chairman, said.

Mr Green made the point that he was not running HSBC when the deal was agreed in late 2002. At that time, Sir John Bond dominated the bank as chairman, with Sir Keith Whitson as his chief executive.

"No, no ... I was not chief executive at the time. This was six years ago," Mr Green said. He added that the board, of which he was a member, went over the business case and "at the time it was a good business proposition".

Asked when he had decided Household was a mistake, Mr Green said the world had changed in the last six to eight months as unemployment in the US had risen faster than expected and the economy had contracted sharply.

Falling house prices had left Household's customers with no equity remaining in their homes to refinance debt – Household's main service.

HSBC predicted a tough market over the next 12 months, with unemployment rising and house prices falling in the US and Britain this year and next.

An HSBC shareholder said: "They have owned up to the fact that Household was a rubbish business. They have been in denial since they bought it. It is the reason they are raising the money they need today."

Michael Geoghegan, the chief executive, said HSBC would run off remaining real estate and unsecured lending assets of $62bn, close almost all Household's 800 branches and shed 6,100 jobs at a cost of $265m in the first half of this year.

The bank said that bad debts would "remain elevated", leading to losses at the business this year and next. With the business running off, borrowers may have little incentive to repay.

HSBC's rights issue beats Royal Bank of Scotland's previous record £12bn share sale last year. The fully underwritten issue will offer shareholders five new shares at 254p for every 12 they own now, a 47.5 per cent discount to Friday's closing price and 39 per cent below the theoretical ex-rights price.

HSBC shares fell nearly 19 per cent to 399p yesterday, leading the FTSE 100 down on another terrible day for financial stocks.

The bank also slashed its 2008 dividend to 64 cents from 90 cents and said it would pay three interim dividends of 8 cents a share for 2009.

The rights issue will boost the bank's capital ratio by about 1.5 percentage points. The core tier one ratio fell to 7 per cent at the end of 2008, below analysts' predictions, from 7.9 per cent at the end of September.

Mr Green said that unlike most other banks it was able to raise capital from existing investors rather than taking money from the Government or sovereign wealth funds. He insisted that HSBC was raising the funds from a position of strength and could use the extra capital to lend profitably.

Including the goodwill write-off for Household, HSBC's pre-tax profit fell 62 per cent to $9.3bn. Impaired loans and other credit risk charges jumped by $7.7bn to $24.9bn. The group was profitable in Asia, Latin America and Europe, but was laid low by a $15.5bn loss in North America.

Mr Geoghegan said HSBC had no intention of taking part in the UK Government's asset protection scheme [APS] and that HSBC would consider buying Asian assets that Royal Bank of Scotland was putting up for sale.

"It [the APS] is a good thing for people who need it, but HSBC doesn't need it," he said.

Doubts persisted about whether HSBC was raising enough cash. Knight Vinke, the bank's activist shareholder, argued that there was a glaring gap of $34bn between the carrying value and fair value of assets on Household's books. There was also a big jump to $21bn in available-for-sale securities that count towards capital. HSBC said it expected to lose only $600m to $800m on these holdings, and that the numbers were checked by the rights issue's underwriters.

"We welcome the rights issue, but the increase in the AFS reserve means that it will not put the capital debate to rest," analysts at KBW said.

Knight Vinke said the write-off of Household vindicated its campaign against the deal.

The Household deal brought initial protests from investors who were nervous about adding risky lending to HSBC's conservative business. But the bank said that it was buying top-notch risk systems cheaply that would allow it to lend out its glut of deposits and sell consumer finance in emerging markets.

After a couple of highly profitable years problems mounted and HSBC was forced to oust Household's management, who had been given control of HSBC's North American operations.

HSBC's executive directors did not take cash bonuses for 2008 or receive a performance share award. As a result, Mr Geoghegan's earnings fell from £3.54m in 2007 to £1.67m last year.

But the bank revealed that a non-director banker earned between £13.7m and £13.8m. Another earned between £11m and £11.1m. Three others earned between £3.3m and £2.6m.

The two top earners were said to be Tom Cole and Daniel Toscano, leveraged debt investment bankers hired from Deutsche Bank at the top of the market in September 2007.

RBS decision to double Goodwin's pension was 'extraordinary', MPs hear - The Guardian, uk - link (aqui)

The £16m pension pot for former Royal Bank of Scotland chief executive Sir Fred Goodwin is a "reward for failure" and a "golden parachute", the chairman of the body looking after the £37bn of taxpayer funds in the bailed out banks said today.

Glen Moreno, the acting chairman of UK Financial Investments (UKFI), told the Treasury select committee of MPs that Goodwin's pension should not have been doubled when the former RBS board left in January.

"I have to say that I regard this completely as reward for failure and what in America is called a golden parachute. I think it was wrong. I don't think the remuneration committee or the board of RBS should have effectively increased, doubled I guess, a pension benefit in that situation."

John Kingman, chief executive of UKFI, told the MPs that he found the decision by the bank to allow Goodwin to retire early rather than have his contract terminated "extraordinary".

He told the committee that the government had been told the size of the pension pot but had not been told it was discretionary. Kingman made it clear that the terms of the taxpayer injection of funds was on the basis that there were no rewards for failure and that this pension arrangement appeared inconsistent.

Kingman said the decision to allow Goodwin to retire early was taken by RBS, particularly by Sir Tom McKillop the former chairman and Bob Scott, the former senior independent director.

UKFI discovered that the pension arrangement was discretionary on 19 February - a week before the news broke - and had begun to investigate it.

There was "no way" UKFI could have stopped the change to the pension pot and was looking at "every legal avenue" to recoup it. UKFI is also looking at whether it has any grounds to recoup payments paid to other bankers at the banks bailed out by the taxpayer.

"We are pressing our banks to conduct a full review of what took place to see what opportunities there are for legal redress," Kingman said.

He said Lloyds Banking Group had been asked to look at whether the payments to departing executives from HBOS, the bank it rescued, were more than they were legally entitled to.

UKFI is looking at "Sir Fred and other actors in the drama at RBS and HBOS" to establish that payments were only the minimum entitlement under the law.

Kingman defended Lord Myners, the City minister who has been involved in a public row with Goodwin over the pension. Kingman told MPs: "I think the mistake was made by the RBS board and those on that board (who took a decision) which was clearly inconsistent with the principle (of no rewards for failure)."

Kingman said it was not reasonable to have expected Lord Myners to have sufficient understanding of the RBS pension scheme to have realised that the entitlement would have doubled.

"It's not obvious to me that it was obvious there had been a change (to the pension pot)," Kingman said.

"The board was not sharing with him (Myners) material facts that it ought to have shared with him given that the arrangement they were putting in place was clearly inconsistent with the principles Lord Myners had set out."

John McFall, chairman of the committee, told Kingman he had got off to a "bad start" and shown discourtesy by failing to respond to the MPs' requests for details about pay banks inside RBS, Lloyds Banking Group, Northern Rock and Bradford & Bingley, the four banks under its remit.

Gordon Brown arrives in US for talks with Barack Obama - The Guardian, uk - link (aqui)

Gordon Brown steps off the plane after arriving in Maryland. Photograph: Jonathan Ernst/Reuters

PM's meeting with president in danger of being overshadowed, as cancellation of scheduled press conference is interpreted as a snub

Patrick Wintour, political editor
guardian.co.uk, Tuesday 3 March 2009 12.02 GMT

Analysis: Michael White Link to this audio

Gordon Brown will today hold nearly two hours of talks with Barack Obama at the White House in a bid to persuade the US president that America needs to swing behind his plan to reform international financial regulation and clean up the debt-ridden banks.

However, the prime minister's coup in becoming the first European leader invited to Washington for talks with the new US president was in danger of being overshadowed today as a scheduled press conference in the Rose Garden was cancelled because it was blanketed in snow.

Instead, the half-hour meeting in the Oval Office will be preceded by a "pool spray" – a few shouted questions from pool reporters during a photo-opportunity but no substantive discussion. British officials did not elaborate on why the event was not moved indoors.

The decision was interpreted as a "snub" in some quarters of the British media, where it was also noted that the president is due to find time for a meeting with the Boy Scouts of America this afternoon.

However, Obama's team pointed out the hectic president did not hold a press conference after meeting with the Japanese prime minister, Taro Aso, last week.

And Brown will still attend around 45 minutes of talks in the Oval Office followed by a working lunch with the president and his officials. He has also been given the significant honour of being asked to address both houses on Capitol Hill tomorrow.

The prime minister wants Obama's support for his proposal that countries who try to stay out of the new regulatory regime should be named and shamed on the basis such secrecy can destabilise the whole financial system.

Brown and Obama were meeting against a backdrop of plunging share prices in Wall Street and Europe amid renewed fears that neither European Union nor American governments have been able to find a way to slow the slide into a depression or to clean up the banks.

The Dow Jones index had fallen below the 7,000 point level for the first time since 1997 and last week the US fourth quarter GDP figures showed an annual decline of 6.2%, the worst in 25 years.

Brown has laughed off suggestions that he is hoping Obama glamour will lift his standing in Britain. "I am here doing my job," he said.

The prime minister's officials admit they are still not clear how engaged the busy Obama team has been in the British-devised agenda for an international grand bargain to be outlined at the G20 summit in London on 2 April.

America in the past has been opposed to an intrusive international regulatory body such as a strengthened IMF, one of the main Brown proposals, but British officials believe Obama will quickly intellectually embrace the Brown new deal agenda, so long as it appears realistic.

Brown wants to double the IMF funding. He believes an international agreement on the way forward will do more than any single other action else to lift international confidence.

He is to tell Obama that major emerging economic powers of India and China need to be given fuller representation of the IMF and World Bank. In return, China needs to do more to adjust its exchange rate, reduce its trade surplus and lower its savings ratio. Brown has been struck that the savings ratio in China is 40% partly because the population has to hoard resources due to the lack of a national health service.

Brown is also proposing that the so-called shadow banking system be brought under international control and that the era of banking secrecy is ended. He believes attitudes have been changing very fast in the past few weeks, and thinks an outline agreement designed to close down tax havens will be agreed at the G20.

The prime minister does not appear to be in a mood to offer any admission that the British government bears any responsibility for the crisis, insisting this is a banking failure caused by lack of regulation in the US and the rise of sub-prime mortgages. Some of his cabinet colleagues have been urging him to admit some government culpability, arguing that his powerful reforms for the future will be ignored until he admits some responsibility for the past.

But Brown insists this is not a typical recession caused by a government allowing inflation to rear out of control, and is instead the product of the failure of the international regulatory system to stay abreast of globalisation.

He believes the lack of proper international regulation meant it was impossible for British authorities to realise that RBS was making a massive mistake in taking over the Dutch firm ABN Amro.

His position contrasts with the chancellor, Alistair Darling, who in an interview with the Daily Telegraph appears to have gone further in admitting the government had been too lax in regulating British banking – a point that has been made by the new chairman of the Financial Services Authority, Lord Turner, in giving evidence to the Treasury select committee last week.

Brown's team also disclosed that he will be travelling to Chile and Brazil in late March ahead of the G20.

On other international issues such as Iran, Russia, Afghanistan and Iraq, Brown believes he is on the same page as Obama, a huge relief after nearly eight years in which the British government has had to work alongside an often unpredictable and ideological Bush administration.

British officials are not expecting Obama to place any pressure on Brown to increase British troop numbers in Afghanistan. But Brown is to probe the extent to which the Obama administration is distancing itself from the Afghan president, Hamid Karzai and how vocally the Americans will prevent Karzai from staging early elections.

Obama's Afghan and Pakistan special envoy, Richard Holbroke, appears to want to see a powerful figure to be responsible for the coordination of aid and a stronger civilian government.

Flash Gordon, de l’intergalactique à prix libre - ecrans,fr - (libération, fr) - link (aqui)

Flash Gordons Space Soldiers, Bach Films, prix libre.

Le distributeur Bach Films propose les 13 épisodes de « Flash Gordon Space Soldiers » à prix libre sur son site.

par Alexandre Hervaud


Bach Films, sympathique distributeur français de DVD, dispose d’un catalogue aussi divers que généreux. De la comédie musicale old school (La pluie qui chante, sic) au film d’horreur flippant (Alice Sweet Alice) en passant par le nanar absolu (On a volé le cerveau d’Hitler), Bach fait dans le genre qui tache avec une passion cinéphile qui force le respect.

Les amateurs de serials des années 30, ceux-là même qui inspirèrent à Georges Lucas les aventures de Luke Skywalker et d’Indiana Jones, seront ravis d’apprendre que Bach propose à prix libre sur son site les 13 épisodes de Flash Gordon Space Soldiers. Ces quatre heures d’aventures de science-fiction bon enfant, inspirées des comics d’Alex Raymond, furent tournées en 1936 avec Buster Crabbe dans le rôle du héros Flash Gordon (ou Guy l’Eclair, comme il fut longtemps appelé en France) en lutte contre le diabolique empereur Ming.

Un extrait

Pour le distributeur, c’est la deuxième fois qu’une telle opération prix libre (comprendre : les internautes payent ce qu’ils veulent pour acheter le DVD) est mise en place, puisqu’un autre serial gordonesque avait bénéficié d’une distribution similaire l’an passé. « La première opération a été un franc succès, et depuis Flash Gordon conquers the universe est devenue la meilleure vente de notre site. Ce type d’opération permet aussi de faire venir de nouveaux clients grâce au bouche à oreille. », explique-t-on du côté de Bach. Sans surprise, les internautes vont du radin au généreux : 3 euros en moyenne, les acheteurs proposant de 1 à 20 euros pour leur achat. L’opération, qui débute aujourd’hui, se poursuivra jusqu’au 31 mars.

Si le modèle Radiohead constitue évidemment une inspiration, Bach Films se distingue malgré tout de la bande à Thom Yorke : « la principale différence entre ces deux types d’opération, c’est que le client reçoit le DVD, le produit fini. Nous n’avons pas opté pour une dématérialisation. Nous vivons dans une "crise" des marchés qui doit pousser chaque éditeur à se renouveler, à trouver de nouvelles solutions pour satisfaire et fidéliser sa clientèle. »

Et la clientèle d’amateurs de séries diffusées avant la naissance de Joss Whedon ou J.J. Abrams devrait logiquement apprécier les décors kitch, effets spéciaux désuets et autre péripéties improbables proposés par Flash Gordon Space Soldiers. La jaquette du DVD rappelle toutefois que dans la saison cinématographique de la Centrale Catholique du Cinéma 1954, on pouvait lire : « les tout petits enfants, qui pourraient prendre la chose au sérieux, risquent d’avoir peur ».





Dos au mur, l’Amérique lève le tabou des nationalisations - Libération, fr - link (aqui)

03/03/2009 à 06h51
Devant l’étendue de la crise, mêmes les plus conservateurs soutiennent l’idée d’une mainmise temporaire de l’Etat.

WASHINGTON, de notre correspondant PHILIPPE GRANGEREAU


Aux Etats-Unis, le mot nationalisation est tabou. «C’est tellement… français», grognait dernièrement un éditorialiste du Washington Post. Lorsque le gouvernement Bush a nationalisé, en septembre, les deux géants de la finance immobilière, Fanny Mae et Freddie Mac, le mot n’a pas été prononcé. Washington n’a parlé que d’une «mise sous tutelle». Idem pour la banque IndyMac, en faillite en juillet 2008, qui a été «placée sous tutelle administrative». L’assureur AIG (lire ci-contre) est de fait nationalisé depuis septembre, et Citigroup et Bank of America, qui ont reçu de l’Etat des dizaines de milliards de dollars, n’en sont plus très loin. «La question ne se pose pas», tranchait pourtant le 26 février le conseiller économique de la Maison Blanche, Paul Volker, à qui le Congrès demandait si le gouvernement avait l’intention de nationaliser totalement des banques et des compagnies financières.

«Tous les cent ans». Mais le tabou a commencé à tomber après l’annonce, début février par le secrétaire au Trésor, Tim Geithner, d’un «plan de stabilité financière» d’un montant global de 2 000 milliards de dollars laissant présager - toujours sans le dire - la nationalisation de plusieurs grandes banques et institutions financières américaines. Etonnamment, les plus franchement ouverts à cette solution sont les républicains. «En tant qu’ancien secrétaire au Trésor de Ronald Reagan, j’abhorre l’idée même d’une prise de contrôle gouvernementale - partielle ou totale - même temporaire, expliquait hier dans le Financial Times James Baker. Malheureusement, il se peut que nous n’ayons pas le choix.» Lindsey Graham, un influent sénateur républicain proche de John McCain, a été l’un des premiers, à la mi-février, à expliquer qu’il «n’écartait pas l’idée de nationalisations» en raison de la «profondeur de la crise». Le grand apôtre du laisser-faire, Alan Greenspan (qui fut président de la Réserve fédérale de 1987 à 2006), s’est à son tour renié en affirmant que les nationalisations pouvaient être une solution : «Une fois tous les cent ans, c’est la chose à faire.»

Mais attention, ces nationalisations, souligne James Baker, doivent être «temporaires». «Ça ne va pas être joli, ni facile», dit-il en encourageant l’administration Obama à «trier» les institutions financières en trois catégories : celles qui sont viables, celles «sans espoir» qu’il faut abandonner à leur triste sort, et celles «dans le besoin». Ces dernières, si nécessaire, doivent être «réorganisées et recapitalisées avec une injection temporaire de fonds publics». A mots couverts, l’administration Obama paraît avancer sur cette voie, consistant à séparer bonnes et mauvaises banques.

«Zombies». Le gouvernement a lancé ses inspecteurs fin février dans les 19 plus grandes institutions financières du pays, afin de les soumettre à un «test de solidité». Il s’agit de déterminer quelles banques pourraient résister à un «scénario noir» qui se traduirait par un chômage de 10,3 % l’an prochain. Les plus grandes banques américaines (et 360 autres établissements de moindre envergure) ont jusqu’alors toutes été épaulées par le fonds de sauvetage bancaire de 700 milliards de dollars. Mais à cause des avoirs toxiques toujours logés dans leur bilan, elles ressemblent à des châteaux de cartes. L’économiste et Prix Nobel Paul Krugman les appelle des «banques zombies», qui ne sont ni vivantes ni totalement inertes. La liste noire comprend les plus grands établissements du pays, Citigroup et Bank of America, «qui ont toutes les chances de perdre des centaines de milliards de dollars dans les années qui viennent», selon Paul Krugman. «La seule raison pour laquelle elles ne sont pas en banqueroute, c’est que le gouvernement garantit leurs obligations de manière implicite.» L’administration a jusqu’alors injecté des liquidités dans les banques, sans résoudre le problème principal : leur solvabilité. Toujours selon Krugman, qui plaide pour des nationalisations temporaires, les fonds nécessaires pour les remettre sur pied seraient «bien plus grands que ce qu’elles valent». Actuellement, leur valeur combinée sur le marché ne dépasse pas 30 milliards de dollars, pas beaucoup plus que le brasseur Heineken.

Le cinéma dopé par la crise - Le Figaro, fr - link (aqui)

Crédits photo : Le Figaro

Léna Lutaud
02/03/2009 | Mise à jour : 17:55

Depuis le début de l'année, pour oublier la crise, les Français vont en masse dans les salles obscures. Un phénomène que l'on observe aussi à l'échelle mondiale.

Profiter de la pénombre des salles de cinéma pour s'immerger deux heures dans un film, le tout pour 9 euros ? C'est visiblement la solution anticrise la plus facile à organiser et la moins chère choisie par des millions de Français. Depuis le début de l'année, la fréquentation explose.

Avec 15 millions d'entrées, le mois de janvier a été excellent. Grâce aux vampires de Twilight, au duo Dany Boon-Sophie Marceau dans De l'autre côté du lit et à Slumdog Millionaire, les entrées sont en hausse de 4 % par rapport à janvier 2008. En février, ce phénomène s'est poursuivi de plus belle. Des locomotives comme LOL, Volt , star malgré lui et L'Étrange histoire de Benjamin Button ont attiré 6,2 millions de spectateurs. Dès mercredi, les Français continueront d'avoir l'embarras du choix avec les sorties de films qui ont fait un triomphe aux États-Unis : le merveilleux Last Chance for Love (Dustin Hoffman, Emma Thompson), Marley & Moi (Jennifer Aniston et son chiot labrador beige), Harvey Milk pour lequel Sean Penn a obtenu un oscar, puis Duplicity qui marque le retour de Julia Roberts, et Le Chihuahua de Beverly Hills.

La même chose que pendant la crise de 1929

Selon l'étude annuelle de l'Observatoire européen de l'audiovisuel présenté au Festival de Berlin, début février, ce phénomène est mondial. D'Istanbul à Oslo en passant par Bombay, Dubaï et Tokyo, partout, les queues s'allongent devant les cinémas. Même chose aux États-Unis où l'année démarre sur les chapeaux de roue : depuis le 1er janvier, les recettes ont progressé de 26 %. Du coup, bien que le prix du ticket d'entrée ait augmenté de 5 % en un an pour atteindre 7,20 dollars, «Hollywood s'attend à une année record», annonce Patrick Corcoran, directeur des études de la Fédération des exploitants américains. Selon Box Office Mojo, le seul week-end du 21-22 février a permis de récolter une recette de 1,66 milliard de dollars. D'ordinaire, c'est la somme dépensée au cinéma par les Américains en… six semaines. Vu les box-offices, il est évident que le public a tout autant envie de voir des comédies, des films d'action que des films sur les problèmes actuels.

«Il se passe exactement la même chose que pendant la crise de 1929 et la Seconde Guerre mondiale. Là aussi, c'était la ruée vers les salles de cinéma, a expliqué sur CNN Jeanine Basinger, historienne du cinéma et directrice du département Septième Art de l'Université de Wesleyan dans le Connecticut. Comme aujourd'hui, le public cherchait à se changer les idées. Les spectateurs étaient avides de films de pur divertissement mais ils voulaient aussi voir des films sérieux qui leur permettaient de mieux comprendre le monde dans lequel ils vivaient.» Selon cette spécialiste, il est encore trop tôt pour dire quel genre de film va bénéficier de la crise : «On sait que le nombre de spectateurs va augmenter. Mais les spectateurs verront-ils les films : au cinéma, à la maison en VOD ou sur leur téléphone mobile ?»

Le lobbyiste de Hollywood, Dan Glickman, président de Motion Picture Association of America, voit déjà poindre un danger à l'horizon : «La crise va donner encore plus envie aux gens de télécharger illégalement les films et d'acheter des DVD trafiqués. Il est urgent que chaque gouvernement légifère. C'est une priorité absolue.»

Classement des films les plus regardés en France, en nombre d'entrées :

1- Twilight, chapitre 1 : 2,6 millions d'entrées

2- LOL : 2,2 millions d'entrées

3- Volt, star malgré lui : 2 millions d'entrées

4- L'étrange histoire de Benjamin Button : 1,9 million d'entrées

5- De l'autre côté du lit : 1,8 million d'entrées

6- Slumdog millionaire : 1,2 million d'entrées

7- Sept vies : 1,1 million d'entrées

8- Les noces rebelles : 1 million d'entrées

9- Le code a changé : 760 000 entrées

10- Yes Man : 730 000 entrées

Le teaser de «Millénium» - Le Figaro, fr - link (aqui)



02/03/2009 | Mise à jour : 17:39

«Millénium», en salles le 13 mai prochain, est une adaptation du premier tome de la fameuse trilogie du même nom, «Les hommes qui n'aimaient pas les femmes», de l'écrivain suédois Stieg Larsson.

» Les Français devront attendre le 13 mai pour le voir

» VIDÉO - Millenium : «le film est aussi perfide et cruel que le livre»

» Dans les coulisses du tournage de «Millénium»

» «Il n'y aura pas de quatrième tome» de Millénium

» À Stockholm, sur les traces de «Millénium»

» Le site officiel du film

Le paysage automobile commence à éclater - Le Figaro, fr - link (aqui)

Cette année, et malgré la crise, 85 nouveautés seront présentées au Salon de Genève, qui aura lieu du 5 au 15 mars. Crédits photo : AP

Cyrille Pluyette
02/03/2009 | Mise à jour : 07:49

Genève, premier Salon européen de l'année, ouvre ses portes cette semaineen pleine crise.Trois marques, Opel, Volvo et Saab, sont à céder.

Déjà violente lors du Mondial de Paris, en octobre dernier, la crise qui frappe l'automobile s'est dramatiquement accélérée en quelques mois. C'est dans ce contexte que s'ouvre cette semaine le Salon de Genève. Selon Carlos Ghosn, le patron de Renault-Nissan, les ventes mondiales de voitures devraient chuter cette année de 15 %, voire de 20 %, si la tendance actuelle se poursuit. Elles atteindraient alors 50 millions de véhicules, contre 69 millions en 2007. Aucune zone géographique n'est épargnée. Aux États-Unis, le marché s'est effondré de 37 % en janvier. En Europe, les ventes ont reculé de 27 % sur la même période.

En conséquence, la plupart des constructeurs ont annoncé ces dernières semaines des résultats catastrophiques. Le japonais Toyota, numéro un mondial, et longtemps champion de la rentabilité, s'attend à un déficit de près de 3 milliards d'euros pour son exercice 2008-2009, clos en mars. Côté européen, le français PSA Peugeot Citroën a annoncé ses premières pertes (- 343 millions d'euros) en plus de dix ans. Il estime qu'il sera encore dans le rouge en 2009. S'il reste encore bénéficiaire, Renault a vu chuter son résultat net de près de 80 %. Contraints à adapter leur production à la demande, les constructeurs multiplient les mesures de chômage partiel, et suppriment des emplois par milliers. Mais tous voient leur trésorerie fondre comme neige au soleil, car leurs coûts fixes demeurent.

Dans une période où l'accès au crédit reste difficile, ils sont nombreux à solliciter une aide d'urgence de l'État. En France, PSA et Renault devraient ainsi pouvoir subvenir à leurs besoins financiers cette année grâce à un prêt public de 6 milliards d'euros. Cette dépendance vis-à-vis des pouvoirs publics est encore plus marquée pour les « big three » américains (General Motors, Ford et Chrysler). GM, qui vient d'annoncer une perte de près de 31 milliards de dollars en 2008, réclame à la Maison-Blanche une aide supplémentaire de 16,6 milliards de dollars pour survivre, après avoir déjà reçu un prêt de 17,4 milliards.

Filiales longtemps négligées

Aux abois, le numéro un américain, tente de se désengager de ses filiales européennes. Vendredi, il a demandé à Berlin une aide de 3,3 milliards d'euros pour l'allemand Opel et annoncé la création d'une entité indépendante dont il serait prêt à céder plus de 25 % du capital. En suède, Saab, dont l'américain a annoncé son intention de se séparer d'ici à la fin de l'année, a lancé une procédure de sauvegarde, un dispositif juridique qui le met à l'abri de ses financiers. Également en difficulté, Ford, le numéro deux américain, souhaite, lui, se débarrasser du suédois Volvo.

Alors que tous les constructeurs cherchent à préserver leur trésorerie pour survivre à la crise, il paraît peu probable que ces trois marques trouvent un acquéreur européen ou japonais à court terme. Un constructeur chinois ou indien pourrait être intéressé, s'il veut s'ouvrir le marché européen. Dans les prochains mois, « si aucun repreneur ne se manifeste, les gouvernements allemand et suédois, n'auront peut-être pas d'autre choix que de maintenir sous perfusion ces constructeurs, qui n'ont pas la taille suffisante pour rester indépendants, et que leurs maisons-mères ont longtemps négligés », estime Bernard Jullien, directeur du Gerpisa, un think-thank automobile.

Malgré la crise, 85 nouveautés seront toutefois présentées à Genève. Peugeot propose son 3008, un crossover situé entre une berline et un monospace. Renault complète le renouvellement de sa gamme Mégane, avec son mo­nospace Scenic, avec lequel il compte concurrencer le Citroën C4 Picasso.

Sur le segment des petites voitures, l'un des seuls à progresser en France, Citroën montrera son prototype DS3, future rivale de la BMW Mini. Toujours dans la catégorie des voitures de poche, l'indien Tata présentera une version européenne de sa Nano, la voiture la moins chère du monde, qui sera lancée au prix de 5 000 euros.

François Fillon : «Toute l'année 2009 sera en crise» - Le Figaro, fr - link (aqui)

Le premier ministre, François Fillon. (François Bouchon / Le Figaro)

Samuel Potier (lefigaro.fr), avec Europe 1 et agence
03/03/2009 | Mise à jour : 09:59

Le premier ministre a pronostiqué mardi sur Europe 1 «une crise longue et dure», avec un taux de croissance situé «entre -1 et -1,5%», et confirmé un déficit public approchant les 5% du PIB.

François Fillon ne cherche pas à dédramatiser la crise économique qui frappe la France et le monde entier. Il a au contraire estimé mardi matin sur Europe 1 que «toute l'année 2009 sera une année de crise», soulignant même «qu'aucun plan de relance ne permettra d'éviter la crise». «Ce sera une crise longue, une crise dure», prévient le locataire de Matignon, qui table pour 2009 sur un taux de croissance situé «entre -1 et -1,5%». L'hypothèse de croissance du collectif budgétaire sera présentée mercredi en conseil des ministres.

Seul motif de satisfaction, toute relative : ce chiffre «est moins mauvais que la plupart des autres pays européens» et les Etats-Unis, souligne-t-il, jugeant que l'entrée plus tardive de la France en récession résultait de la politique du gouvernement. Dans ce contexte, il a rejeté les «politiques émotionnelles» destinées à «satisfaire des sondages ou des demandes qui n'ont pas de réalité économique». François Fillon a par ailleurs confirmé que 2009 devrait voir quelque 300.000 chômeurs supplémentaires, soit autant qu'en 2008.

«L'horizon de l'équilibre budgétaire s'éloigne»

Croissance en berne, hausse massive du nombre de chômeurs et explosion du déficit public. Le premier ministre a confirmé qu'il dépasserait «sans doute» 5% en 2009, un chiffre déjà atteint en 1993 avec 5,2%. Fillon évalue ainsi à 50 milliards le montant des déficits supplémentaires, qui atteindront au total 100 milliards, un record en valeur absolue. Ces 50 milliards de plus se décomposent en «20 milliards qui correspondent à des recettes en moins, c'est-à-dire des impôts qui ne rentrent pas du fait de la crise, et 30 milliards d'euros qui correspondent aux dépenses de relance». Conséquence directe : «L'horizon de l'équilibre budgétaire s'éloigne».

Fin septembre, au moment de présenter son projet de budget pour 2009, la France avait renoncé à son engagement de revenir à l'équilibre au plus tard en 2012. En décembre, François Fillon avait repoussé à 2014 l'objectif d'un retour à l'équilibre budgétaire.

Le premier ministre, qui était interrogé en direct du marché de Rungis, est par ailleurs revenu sur la crise sociale qui frappe les Antilles, et plus particulièrement la Guadeloupe, dont «l'économie est au bord du gouffre». Il prévoit «des dégâts considérables». Puis il avertit fermement les grévistes : «L'ordre public doit être restauré. Le travail doit reprendre. Il n'est pas question en particulier que le LKP aille, comme il l'a indiqué, dans chaque entreprise pour forcer les dirigeants d'entreprises à accepter des augmentations de salaires», prévient-il. «Ce n'est pas comme ça que fonctionne la République. On est dans un Etat de droit» et «j'ai donné des instructions à (la ministre de l'Intérieur Michèle) Alliot-Marie pour que l'Etat de droit soit respecté».

Iran : l'offre secrète d'Obama à la Russie - Le Figaro, fr - link (aqui)

Barack Obama et Dmitri Medvedev devraient évoquer la défense antimissile lors de leur première rencontre officielle, le 2 avril prochain à Londres. Crédits photo : AFP

Jérôme Bouin (lefigaro.fr)
03/03/2009 | Mise à jour : 10:24

Le président américain proposerait à son homologue russe de renoncer à l'implantation d'un bouclier antimissile en Europe centrale si le Kremlin coopère pour empêcher l'Iran de se doter de l'arme nucléaire.

Barack Obama propose de renoncer à déployer un bouclier antimissile en Europe centrale si la Russie aide Washington à empêcher l'Iran de se doter de l'arme nucléaire, rapporte le New York Times dans son édition de mardi. Selon le journal américain, Obama aurait fait cette proposition dans une lettre remise en mains propres au président russe Dmitri Medvedev à Moscou il y a trois semaines par de hauts responsables de l'administration américaine, ajoute le quotidien. Le New York Times cite des sources gouvernementales ayant souhaité conserver l'anonymat, la lettre n'ayant pas été rendue publique. Mais ces derniers ont également précisé qu'il ne s'agissait pas d'une offre impliquant un engagement réciproque de Moscou mais plutôt d'une manière d'inciter la Russie à rejoindre les Etats-Unis dans un front commun contre l'Iran. Le journal américain rappelle que les liens militaires, commerciaux et diplomatiques avec Téhéran, donnent à Moscou une certaine influence sur ce pays.

Un haut responsable américain a confirmé la remise d'une lettre à l'agence Reuters: «La lettre avait trait à plusieurs sujets, dont la défense antimissile et la manière dont elle s'articule avec la menace iranienne». Moscou n'a pas encore répondu à l'offre d'Obama mais le quotidien russe Kommersant a déjà qualifié cette offre de «sensationnelle».

Barack Obama a promis une nouvelle approche diplomatique fondée sur la volonté de dialoguer directement et respectueusement avec la République islamique. Seule condition : que cette dernière «desserre le poing». Selon un responsable russe cité par le New York Times, la défense antimissile américaine devrait être évoquée dès vendredi à Genève lors d'une rencontre entre la secrétaire d'État américaine Hillary Clinton et le ministre russe des Affaires étrangères, Sergueï Lavrov. Quand à Barack Obama et Dmitri Medvedev, ils devraient évoquer le sujet lors de leur première rencontre officielle, le 2 avril prochain à Londres, à l'occasion du sommet du G20.

«Appuyer sur le bouton de redémarrage»

La Russie s'oppose avec virulence au déploiement d'éléments du bouclier antimissile en Pologne et en République tchèque (dix intercepteurs de missiles et un radar), une proposition de l'administration Bush destinée à se protéger d'une éventuelle attaque venue d'Iran. Le Kremlin considère un tel déploiement comme une menace à sa propre sécurité.

Le directeur politique du département d'Etat William Burns, ancien ambassadeur en Russie, s'est rendu il y a moins d'un mois à Moscou pour préparer cet entretien et avancer des idées pour améliorer les liens russo-américains. En retour, Sergueï Lavrov avait notamment remis sur la table la proposition un bouclier antimissile «tripartite», une idée avancée par Vladimir Poutine en 2007. Le vice-président américain Joe Biden avait déclaré, dans le premier grand discours de politique étrangère de la nouvelle administration américaine, début février, qu'il était temps «d'appuyer sur le bouton de redémarrage» des relations avec Moscou. Des propos dans la droite ligne de ceux de l'actuel locataire de la Maison-Blanche. Quant à Dmitri Medvedev, il a déclaré dimanche qu'il croyait que l'administration Obama serait ouverte sur la question de la défense antimissile.

CARTONI E OMOSESSUALITA' Marge Simpson e il bacio lesbo - La Stampa, it - link (aqui)

La famiglia Simpson

3/3/2009 (10:21)

Negli Stati Uniti va in onda la puntata con una scena lesbica tra la casalinga dai capelli blu e un'amica
LOS ANGELES
I Simpson mostrano un volto nuovo e inaspettato. Anche la serie più seguita d'America scopre l'amore lesbico. Marge, l'amorevole casalinga dai capelli blu, infatti, bacia una donna. Sì. Un bacio appassionato sulla bocca. Come riporta il Telegraph, in realtà la scena è solo un prodotto della fantasia di Homer, che immagina sua moglie e l'amica lasciarsi andare ad un lungo abbraccio nel salotto della loro casa di Springfield. Non è la prima volta, però, che il cartone cerca di affrontare il tema dell'omosessualità. Tutti i fan ricordano la relazione della sorella maggiore di Marge, Patty, con una giocatrice di golf chiamata Veronica, in realtà un uomo travestito da donna. E' la prima volta, però, che in prima serata si vede la più conservatrice dei personaggi della serie impegnata in un bacio lesbo.

I Simpson continuano così ad affascinare il pubblico e dopo l’annuncio che la Fox ne ha ordinato due nuove stagioni, il cartone animato si avvia a battere il record di longevità per una serie di prima serata sulla tv Usa. Lo show è attualmente alla ventesima stagione, il che equivale al record del dramma western Gunsmoke della CBS prima che chiudesse i battenti nel 1975. I Simpson hanno debuttato nel dicembre 1989. La famiglia più strampalata d’America è nata dalla matita di Matt Groening, e da allora non ha mai abbandonato i palinsesti diventando parte della vita di milioni di persone in tutto il mondo. La nuova commissione di 44 episodi in due stagioni porta a 493 il numero totale delle puntate. Il popolare cartone animato con Bart, Homer, Marge e i loro concittadini di Springfield, ha collezionato nel frattempo un totale di 24 premi Emmy, l’equivalente dell’Oscar per la televisione.

L’idea di creare un cartoon sui Simpson venne a Matt Groening dalle esperienze della sua famiglia: «Non era una famiglia molto normale. O meglio: forse era proprio la famiglia tipo. Mio padre si chiamava Homer, mia mamma Margaret, ma le amiche la chiamano Margie, e due sorelle Lisa e Maggie», ha spiegato l’autore che ha ricreato puntata su puntata molte gag e molti personaggi dalla sua esperienza personale.

L'INTERVISTA Massa: "Facciamo i Gp più corti per rilanciare la Formula Uno" - la Repubblica, it - link (aqui)


Il brasiliano della Ferrari si confessa: la nuova Ferrari F60 la rivoluzione kers, l'antipatia di Hamilton, i rischi di Schumi dal nostro inviato MARCO MENSURATI

JEREZ - "Una buona idea, secondo me, sarebbe quella di accorciare i Gran Premi".

Come "accorciare"?
"Farli durare di meno. Quante volte succede che una corsa non abbia più niente da dire negli ultimi 15 giri?"

Spesso.
"Ecco, io dico: facciamole più corte: così otteniamo due risultati, le rendiamo più avvincenti e risparmiamo dei soldi. La crisi c'è per tutti, anche per i piloti. E anche i piloti hanno il dovere di pensare a qualche soluzione per uscirne".

A Jerez, i test sono naufragati un'altra volta. Il piazzale del circuito è quasi deserto e il motorhome Ferrari è assediato dalla pioggia. Dentro, sdraiato su un divanetto in pelle c'è Felipe Massa. Tuta rossa infilata solo per metà come si fa nei momenti di riposo, viso rilassato e voce bassa, Felipe parla di tutto, della stagione che sta per cominciare, di quella appena finita, del mondo della Formula Uno ai tempi della crisi, e del ruolo dei piloti. Una conversazione al termine della quale si ha l'impressione che il finale shock della scorsa stagione abbia regalato alla Ferrari e ai ferraristi un uomo più maturo e consapevole del proprio ruolo all'interno della Ferrari e della F1. "Adesso sono un punto di riferimento per questa squadra", dice Massa tradendo senza problemi tutto l'orgoglio del caso.

Quando si è accorto di esserlo diventato?
"La sensazione l'avevo già nel 2007 però poi è andata sempre crescendo. Merito dei risultati. E adesso so che sono al centro della Ferrari. Rispetto a quando ho iniziato, oggi sono un punto di riferimento per quanto riguarda il lavoro di sviluppo dell'auto, ma anche nel giorno per giorno. Ed è una cosa che mi piace tantissimo".

Oltre ad accorciare i Gran Premi cos'altro andrebbe fatto per migliorare la Formula Uno?
"La direzione del risparmio è quella giusta. Si potrebbero intensificare i lavori del sabato e risparmiare un sacco di soldi. Oppure si potrebbe fare qualcosa di ancora più rivoluzionario".

Ad esempio?
"Ad esempio si potrebbero istituire tre sessioni di test durante l'anno. E vivacizzarle, renderle attraenti per gli sponsor e per il pubblico, magari premiando la squadra e il pilota che fanno i migliori risultati".

Una specie di gara nella gara.
"Raggiungerebbe lo scopo di poter fare qualche sessione di test in più e di guadagnare attraverso lo spettacolo. Il motore unico, invece, non avrebbe senso".

Per il momento i test sono contati e la pioggia li sta vanificando uno dopo l'altro. A che punto sta la Ferrari F60?
"A buon punto penso. Il kers non ha dato problemi e anche il resto delle novità ha funzionato. Personalmente trovo che il kers sia anche divertente. E' un dispositivo che ti mette a disposizione potenza, e un pilota è sempre contento quando ne ha".

E gli avversari come li ha visti?
"La Red Bull ha indovinato la macchina e anche la Toyota va forte. Quindi le scuderie competitive saranno di più, oltre alle solite Ferrari, McLaren, Bmw e Renault".

L'anno scorso ha perso il mondiale per un punto, all'ultima curva, quando aveva già tagliato il traguardo da campione del mondo. Uno psicodramma sul circuito di casa sua, in Brasile.
"E' stata una cosa inimmaginabile. Nessuno avrebbe mai potuto nemmeno pensare che una cosa del genere sarebbe potuta accadere. Ma non è stato così tremendo, alla fine. Anzi".

Anzi?
"E' stata un'esperienza di vita straordinaria. Una lezione".

E cosa ha imparato?
"Che a volte puoi anche fare il massimo ma non è detto che basti. E che puoi perdere anche vincendo".

Le telecamere trasmisero i volti dei suoi parenti.
"Per loro fu più doloroso che per me. Passai le successive settimane a cercare di tirare su il morale a mio padre e a mia moglie".

Come si fa a mettersi alle spalle un episodio del genere?
"Ho fatto di tutto per non pensarci più. Ho fatto gare in go kart, sono venuto in Europa per lavoro, ho organizzato feste in Brasile, il capodanno al mare... Insomma mi sono dato da fare. Per fortuna non sono uno che si guarda tanto indietro e ora è superato".

Quando vede Hamilton cosa pensa, adesso?
"Che è un fenomeno. Però in F1 ce ne sono tanti. Hamilton in più ha avuto le occasioni giuste e la capacità di sfruttarle".

Lei ha dichiarato: "Hamilton meritava più nel 2007 che nel 2008". Conferma?
"Certo, penso che l'anno scorso ha sbagliato molto di più... Però magari la fortuna gli ha restituito qualcosa che gli aveva tolto prima".

Dicono sia antipatico.
"Io non lo conosco bene. Quando era in Gp2 abbiamo parlato qualche volta e non è mai stato antipatico. Adesso vedo che ogni tanto ci sono delle polemiche. Magari il successo improvviso lo ha cambiato, può capitare. Però sinceramente io non posso dirlo..."

Il suo collega preferito chi è?
"Di quelli in attività Barrichello".

E di quelli non in attività?
"Ovviamente Michael (Schumacher, ndr) E' un fratello".

E' noto che parliate molto, l'ultima volta cosa vi siete detti?
"Gli ho parlato della Superbike. Capisco che smettere è difficile per tutti. Però forse è il caso di fare qualcosa di meno pericoloso".

E lui cosa le ha risposto?
"Vedremo".
3 marzo 2009

Miracolo alla buvette dei senatori i prezzi "politici" calano del 20% - la Repubblica, it - link (aqui)

L'aula di Palazzo Madama

Appalto unificato ristorante-bar e la ditta ritocca il listino
I prezzi scendono del 20%, il caffè a quaranta centesimi

I questori: sul bilancio effetto zero. I servizi di risto-razione nel 2008 sono costati quasi un milione e mezzo di euro
di CARMELO LOPAPA

ROMA - La pasta al ragù di ieri dicono fosse ben condita e cotta al punto giusto. E pagarla 1,50 centesimi anziché 1,80 l'ha resa ancora più buona. Carne tenerissima e speziata come si deve per il roast beef servito per secondo. Due euro e non più 2,50. E che dire del caffè? Precipitato a 42 centesimi anziché i 50 pagati fino a venerdì scorso (e che nel famoso bar accanto Palazzo Madama vola a 1 euro per i comuni mortali). Da oggi, quando come ogni martedì torneranno al lavoro dal lungo weekend, i 315 senatori si imbatteranno nella novità che di questi tempi vale doppio: sconto del 20% per tutti i prodotti serviti in buvette.

Sì, la novità è quella: dentro il palazzo che è stato dei Medici e di Margherita d'Austria e che ospita uno dei due rami del Parlamento, a differenza di quanto accade fuori e a dispetto delle indennità complessiva da 14 mila euro dei suoi inquilini - i prezzi da ieri mattina anziché aumentare sono diminuiti. Svolta che matura nel giorno in cui crollano le borse, vengono ufficializzati il tracollo del pil 2008 e l'inflazione all'1,6%, insomma fa un certo effetto. Ma va pure detto che al "miracolo" del Senato non corrisponderà un aggravio per le casse pubbliche.

L'aggiornamento al contrario del prezziario, si affrettano a precisare i senatori questori, è dovuto all'avvicendamento nella gestione della buvette. Infatti, da ieri è subentrata alla vecchia ditta quella stessa multinazionale "Compass group" che già gestiva da 15 anni il ristorante dei senatori. Prezzi "politici" anche lì, com'è noto, fermi però da qualche tempo.

Invece, al bar del primo piano di fronte l'aula, accessibile solo a senatori, funzionari e giornalisti, tac, si taglia di un quinto. Mantenendo ferma per il momento la voce di spesa del bilancio di Palazzo Madama, che per la voce "ristorazione dei senatori" nel 2008 ha comportato un esborso da 1 milione 427 mila euro.

"No, la crisi con le riduzione non c'entra. Abbiamo affidato per cinque mesi la gestione a una società che garantiva il medesimo servizio con costi ridotti - spiega il questore Benedetto Adragna (Pd) - C'è già un bando di gara che tra poco tempo ci consentirà di affidare tutti i servizi di ristorazione al medesimo soggetto, con un notevole risparmio". In attesa, subentra la Compass group. "La nostra è una multinazionale, sia chiaro - precisa il direttore del ristorante e della buvette, Giovanni Moralli - e grazie a una serie di economie interne, grazie alle cucine del ristorante di cui già disponiamo nell'edificio, abbiamo potuto garantire l'ulteriore sconto sui prezzi. Partecipiamo alla gara e speriamo dunque di restare".

Il ribasso è minimo ma si nota, considerate le cifre già modeste. Elenca il direttore, giusto per farsi un'idea: una spremuta da 1,20 euro a 92 centesimi; panino col prosciutto da 1,50 a 1,17; il tramezzino da 1,20 euro a 96 centesimi; il cappuccino da 0,70 a 58; il the con fette biscottate, gettonatissimo al pomeriggio dalle onorevoli senatrici, da 1 euro a 84 centesimi. E poi tutto giù del 20%, appunto, il liquore come l'aperitivo a 0,93, il pasticcino a 0,46, la birra a 1,60.

"La cosa veramente scandalosa è che noi, al bar dei dipendenti al piano di sotto, riservato ai lavoratori, pagheremo adesso di più" lamentava un impiegato ieri pomeriggio sventolando tanto di scontrino. Poca cosa in più: la spremuta giù costa 1,10 euro, il cappuccino 0,60, roba di pochi centesimi, ma è il segnale che a loro no va.

"Diciamo la verità, non sono quei pochi centesimi che d'ora in poi risparmieremo che cambieranno la vita di noi senatori - prova a minimizzare una vecchia guardia come Carlo Vizzini (Pdl), presidente della commissione Affari costituzionali - Chi mangia in buvette, contrariamente a quanto si pensa fuori, è un disperato come me, che mangia sempre in piedi come un cavallo perché non ha il tempo di sedere al ristorante. Detto questo, certo, è un'operazione virtuosa a costo zero per il Senato che rischia però di avere un pessimo impatto all'esterno. Si ritirerà fuori la storia della casta. Il momento magari non era dei migliori, ma conta il fatto che sia a costo zero".

Sorpreso il dipietrista Francesco "Pancho" Pardi. "Ma sul serio hanno tagliato i prezzi? Ma erano già bassi! Non è che ne avessimo bisogno, inviterei i vertici del Senato a risparmiare, sì, ma in settori più strategici che non a vantaggio della nostra pausa caffè".

(3 marzo 2009)