quarta-feira, 29 de abril de 2009

Tu Sais Je Vais T´Aimer - Eu Sei Que Vou Te Amar - Marcio Faraco e Nana Caymmi

Não se esqueça de mim - Nana Caymmi e Erasmo Carlos

Vinicius, Ornella Vanoni e Toquinho - Senza Paura

Um Chorinho chamado Odeon Nara Leão E Nazareth/H Maurício/V de Moares

Jobim y Nara Leao Desafinado y Wave

Wanda Sa Ten compasion de Vinicius y Baden

OMS declara risco de pandemia de gripe suína iminente - Estadão online - link (aqui)


A diretora da organização, Margaret Chan, avisa que todos os países devem ativar seus planos contra a doença

da Redação


OMS declara risco de pandemia de gripe suína iminente
SÃO PAULO - A Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu elevar o nível de alerta da gripe suína para fase 5, o que significa que uma epidemia em escala mundial - ou pandemia - é "iminente". A decisão vem dois dias depois de a classificação ter sido elevada de fase 3 ("casos esporádicos") para 4 ("transmissão entre humanos").

Veja também:

especial Mapa: veja como a gripe está se espalhando

especialEntenda a gripe suína: perguntas e respostas

video Infectologista esclarece cuidados que serão tomados

mais imagens Veja galeria de fotos da gripe suína pelo mundo

som 'Meios de transportes facilitam a propagação'

documento Folheto oficial do Ministério da Saúde

A informação da decisão foi divulgada pelo ministro da Saúde José Gomes Temporão, que a recebeu durante entrevista coletiva em Brasília, e cerca de uma hora depois confirmada pela própria organização.

"É toda a humanidade que está em risco no caso de uma pandemia", disse a diretora da OMS, Margaret Chan. "Agora, todos os países devem ativar imediatamente seus planos de preparação".

A decisão da OMS vem no mesmo dia em que a primeira morte provocada pela doença fora do México foi confirmada - a vítima era um bebê mexicano que se encontrava no Estado do Texas - e depois de o governo espanhol informar que um paciente no país não havia estado recentemente no México. Um dos critérios usados na avaliação de risco de pandemia é a capacidade de a doença se espalhar entre pessoas que não estiveram na área de origem do mal.

Os primeiros casos da variedade atual da gripe suína foram registrados no México em meados deste mês, mas a doença chamou atenção internacional no fim da semana passada, quando o governo mexicano, registrando então 60 possíveis mortes causadas pela doença, decidiu fechar as escolas do país para evitar a disseminação do vírus. De lá para cá, o total de casos suspeitos em todo o mundo chegou perto de 3 mil, embora apenas oito mortes tenham sido cientificamente atribuídas à doença.

Às 15h desta quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrava a presença da doença em nove países, com 91 casos cientificamente confirmados nos EUA, com uma morte; e 26 casos confirmados no México, com sete mortes.

Outros países com casos da doença confirmados em laboratório são Áustria (1), Canadá (13), Alemanha (3), Israel (2), Nova Zelândia (3), Espanha (4) e Reino Unido (5).

No Brasil, o Ministério da Saúde mantinha 36 pacientes sob observação, sendo que dois se enquadravam nos critérios de "suspeitos" de terem contraído a doença.

Os números citados por autoridades sanitárias nacionais muitas vezes superam os da OMS, como na Espanha (que reporta 10 casos confirmados) e no México (mais de mil casos suspeitos, com mais de 150 mortes atribuídas ao vírus).

A elevação para o nível 5 sinaliza aos governos que o vírus está ficando cada vez mais capaz de se espalhar entre seres humanos, e que os países devem preparar seus planos de contenção de pandemia para ativação e afinar os sistemas de detecção de casos em potencial.

A fase 6, o nível mais alto da escala, significa que a pandemia está em andamento, com a doença se disseminando em pelo menos duas regiões do mundo.

Com a elevação do nível de alerta, a OMS também poderá emitir alertas de viagem, desaconselhando deslocamentos não essenciais a regiões que estejam enfrentando epidemias, restrições ao comércio e até o fechamento de fronteiras.

Entenda os níveis de alerta da OMS

Fase 1 - nenhum vírus que circula entre os animais causou infecção em humanos;

Fase 2 - um vírus que circula entre animais causou infecção em humanos, o que causa uma potencial ameaça pandêmica;

Fase 3 - casos esporádicos e pequenos focos da doença em humanos, mas que não têm suficiente capacidade de transmissão entre humanos;

Fase 4 - a transmissão entre humanos já é possível. Há um risco significativo de pandemia;

Fase 5 - o vírus se transmite de pessoa para pessoa em pelo menos dois países de uma região monitorada pela OMS. A pandemia é iminente;

Fase 6 - mostra que uma epidemia global está acontecendo.

(Ampliada às 17h36, com informações de agências internacionais)

Febbre suina, l'allarme dell'Oms "La pandemia è imminente" - la Repubblica, it - link (aqui)


Il presidente americano: "Situazione seria". Bimbo di 2 anni primo morto negli Stati Uniti
Allerta a livello 5 su 6. Vaccino non prima di settembre. Dodici casi nella Ue

In Italia 20 casi sospetti "ma arriverà anche da noi". Numero verde sommerso di telefonate
La Francia chiederà all'Unione europea di vietare i voli per il Messico. Maxirichiesta di mascherine

ROMA - L'Oms lancia l'allarme: "La pandemia è imminente. Il grado di allerta passa da 4 a 5 sui 6 totali: "Il tempo per completare l'organizzazione, la comunicazione e la messa in atto delle previste misure di attenuazione è breve". Il direttore generale dell'Organizzazione mondiale della sanità, Margaret Chan, ha esortato tutti i Paesi ad attivare i piani di preparazione alla pandemia e ha chiesto alle ditte farmaceutiche di aumentare la produzione di antivirali.
In un messaggio alla Nazione, il presidente americano Barack Obama si è detto "preoccupato" e non ha nascosto che "la situazione è seria, abbastanza da dover prendere massime precauzioni". Per colpa della febbre suina, ucciso in Texas un bimbo messicano di quasi due anni, la prima vittima dell'influenza suina in suolo statunitense. I casi accertati negli Stati Uniti sono poco meno di un centinaio (91), in dieci stati, mentre Città del Messico conferma che i morti per il virus H1N1 sono sette.

"Vaccino solo a settembre". L'industria farmaceutica è concentrata per raggiungere al più presto l'obiettivo di un vaccino, vero argine contro la pandemia, ma il ministero della Salute americano - a cui proprio oggi è stato nominato il Segretario alla salute Kathleen Sebelius - ha precisato che "il vaccino non sarà pronto prima di settembre. Ciò nonostante - ha aggiunto il Segretario della sicurezza interna Usa, Janet Napolitano, "il governo americano è pronto ad affrontare una pandemia ufficiale".

Dodici casi in Europa. La Ue conta 12 casi conclamati: in Austria, Spagna, Germania, e Regno Unito. Meglio in Italia dove il sottosegretario alla Salute Ferruccio Fazio tranquillizza assicurando che "è tutto sotto controllo": "I casi in Italia sono una ventina, ma sono solo sospetti anche se a breve - ha ammesso Fazio - ci aspettiamo ricoveri di turisti italiani malati di Nuova influenza o Influenza messicana come è giusto chiamare questa nuova malattia". Domani i ministri della Salute europei si riuniranno a Lussemburgo per fare il punto della situazione.

Stop ai voli dal Messico. La Francia chiederà all'Unione europea di vietare i voli verso il Messico per proteggere i viaggiatori dall'epidemia, mentre gli altri stati europei sconsigliano vivamente di raggiungere il paese Nord americano se proprio non spinti da ragioni d'urgenza. Già sospesi invece i voli in arrivo dal Messico negli scali argentini e cubani. Guanti e mascherine sono stati imposti al personale degli scali argentini. In Messico chiuso ogni locale pubblico, bar, scuole, uffici pubblici e chiese, compresi i siti archeologici. Solo le farmacie sono aperte ma mascherine e liquidi disinfettanti sono esauriti.

La paura dilaga in Europa. In Francia è esplosa la domanda di mascherine, mentre nel suo primo giorno di attività, il numero verde 1500 istituito dal ministero italiano del Welfare è stato soffocato da 10 mila chiamate. "Il virus si trasmette da uomo a uomo - assicura il sottosegretario al Welfare Ferruccio Fazio - quindi il rischio di contrarre la cosiddetta influenza suina mangiando carne di maiale cotta o insaccati è praticamente pari a zero".

(29 aprile 2009)

WHO raises pandemic alert level as US confirms first swine flu death outside Mexico - The Guardian, uk - link (aqui)

A soldier hands out surgical masks to people in cars at an intersection in Mexico City. Photograph: Miguel Tovar/AP

• Pandemic alert raised to level five
• Mexican infant died after visiting family in Texas
• Five confirmed cases in UK


The World Health Organisation (WHO) has today raised the swine flu pandemic alert to level five as global fears over the contagiousness of the virus gathered pace.

Margaret Chan, the WHO chief, told a news conference in Geneva tonight that as the level was being raised to five out of a possible six, "all countries should activate their pandemic preparedness plans, and remain on high alert."

Raising the alert to level five means the WHO believes a global outbreak of the disease is imminent. WHO says the phase five alert means there is sustained human to human spread in at least two countries.

Today the swine flu outbreak claimed its first victim outside Mexico: a 23-month-old child in Texas. A health official in Houston, Texas, said the child, thought to be a boy, was Mexican and had travelled to Brownsville to visit his family in the same state when he became ill.

He was admitted to a local hospital on 13 April and was transferred to another hospital in Texas after he "became quite ill rather rapidly" .

In Europe, Spain has detected its first case of swine flu in a person who has not recently visited Mexico. It is believed to be the first evidence that the virus has been transmitted in a European country.

The case involves a Spanish man from Catalonia whose girlfriend brought the virus back with her from a holiday in Mexico.

Marina Geli, head of the health service in Catalonia, said the man and his girlfriend were two of six patients in the region to have tested positive for the virus, according to the Catalan government's TV3 television station. Contact between the two was described as "very close".

Spanish authorities have confirmed 10 cases of the disease and 53 other cases are under investigation. All had recently returned from Mexico.

Earlier today Keiji Fukuda, the World Health Organisation assistant director general, had warned that the outbreak was approaching phase five, signifying that a flu pandemic is imminent.

He said the swine flu virus was behaving like a human flu virus and there was no evidence of people being infected from pigs or pork products.

He said it was "probably unlikely" that the virus would simply stop, although it was not clear whether more serious cases would develop.

He said eight swine flu deaths had been reported to the WHO: seven in Mexico and one in the US. To date, 114 confirmed cases of infection have been reported to the WHO. They are: Canada 13, US 64, Mexico 26, Israel two, Spain four, UK two and New Zealand three.

US health officials confirmed a total of 91 human cases. "We're reporting 91 confirmed cases in the United States," Richard Besser, acting director of the Centers for Disease Control and Prevention, told a news briefing.

Besser said this included 51 in New York, 16 in Texas, 14 in California, and others in Massachusetts, Michigan, Arizona, Nevada, Indiana, Kansas and Ohio.

Five cases in total have been confirmed in the UK, the prime minister, Gordon Brown, told the House of Commons.

More than 150 people are suspected to have died of the virus in Mexico and the illness has spread around the globe. News of the first death outside the country where it originated will increase fears that a pandemic could develop.

Barack Obama said the US government was monitoring the situation and it was time to take "utmost precautions". He said he would do whatever was necessary to control swine flu and urged people to ensure good personal hygiene.

US schools with confirmed or suspected swine flu cases should "strongly consider" closing, Obama said.

The boy who died in Texas was "treated very aggressively" before he succumbed to the virus, a health official said. "All family members are healthy and well and have not had any symptoms," the official said.

Dr Richard Besser, the acting director of the Centres for Disease Control and Prevention, said more deaths in the US were likely. "Flu is a very serious infection and each virus is unique so it is hard to know what we are going to be seeing," he said. "But given what we've seen in Mexico, we have expected that we would see more severe infections and we would see deaths."

World Health Organisation experts are to hold a third emergency meeting to discuss the level of the alert.

Dick Thompson, a WHO spokesman, said the agency's director general, Margaret Chan, "has seen a jump in cases and she wants to have that evaluated by the outside experts".

He said it did not automatically mean a change in the pandemic alert level.

Confirmation that infected people in two countries are spreading the new disease to their families or contacts in a sustained way would meet the WHO criteria for declaring a phase five alert on its scale. The highest is six. It raised the level from three to four on Monday as the virus moved to Europe.

Separately, flu experts around the world were holding a telephone conference in an emergency review of the outbreak organised by the WHO to collect information on what is known about how the disease spreads, how it affects human health and how it can be treated. A report will be published shortly after the meeting ends.

Arnold Schwarzenegger, the governor of California, has declared a state of emergency, while fears were growing in New York that the virus was showing signs of transmission to others from children who had visited Mexico.

Egypt ordered the culling of all its 300,000 pigs as a precaution against swine flu, the country's health minister said on Wednesday. "It is decided to slaughter all swine herds present in Egypt, starting from today," Hatem el-Gabali said in a statement published by state news agency Mena.

France said it would seek an EU ban on flights to Mexico. Argentina and Cuba have already banned them.

The EU, the US and Canada have advised against non-essential travel to the country. The EU foreign relations commissioner, Benita Ferrero-Waldner, said the bloc was considering halting all travel to Mexico and disinfecting all airports.

In Mexico, officials are carrying out a second round of stricter tests, which have so far confirmed that seven people have died of swine flu. Results have yet to be announced on a further 13 people previously said to have been killed by the illness. The virus is suspected in another 159 deaths and 2,498 cases of illness there.

The health secretary, José Angel Córdova, said last night that the death toll was "more or less stable", even as hospitals were swamped with people who thought they had swine flu. Only 1,311 of those suspected of being infected remained in hospital, suggesting treatment works if medical care is sought quickly.

In New York, officials said 18 children from two schools were being tested for swine flu after showing symptoms, and the city's health commissioner said "many hundreds" more children who had fallen sick may be infected with the virus.

At least 10 countries around the world, including China and Russia, have introduced bans on the import of pork products, despite the WHO's insistence that the virus cannot be transmitted by eating pork.

Bavaria's health ministry confirmed Germany's first three cases of swine flu. The Robert Koch Institute said they were a 22-year-old woman being treated for flu-like symptoms in a Hamburg hospital after returning from Mexico, a man in his 30s being treated at a university in the southern city of Regensburg, and a 37-year-old woman from another southern town who recently travelled to Mexico.

New Zealand is awaiting test results on 44 possible cases, on top of 14 already confirmed.

While the latest confirmations were in developed nations, Dr Keiji Fukuda, the WHO assistant director general for health security, warned that the greatest threat was to the poorest countries.

"We know from history … that the poorer countries are the ones who really get hit the hardest, they are really hit disproportionately hard, and they also have the least resources to deal with these kind of situations," he said.

Suspected infections are being investigated in Brazil, Guatemala and Peru, all countries that would struggle to cope with a big swine flu outbreak.

Pour l'OMS, la pandémie de grippe porcine est imminente - Le Figaro, fr - link (aqui)


S.L. et B.H. (lefigaro.fr) avec agences
29/04/2009 | Mise à jour : 22:20

L'OMS a décidé mercredi soir de déclencher la phase 5 d'alerte, considérant la pandémie comme «imminente». En France, 25 cas sont en cours d'investigation, dont deux sont très fortemement susceptibles d'être contaminés.

L'Organisation mondiale de la santé (OMS) redoute plus que jamais l'explosion d'une pandémie de grippe porcine. L'agence sanitaire, qui recense pour l'instant 105 cas confirmés dans le monde, a décidé mercredi soir de déclencher la phase 5 d'alerte pandémique, sur une échelle de six niveaux. La phase 5 indique que la maladie se transmet à rythme soutenu d'homme à homme, dans au moins deux pays. L'OMS appelle les pays à activer leur plan de préparation à la pandémie.

Dans la journée, les pays avaient déjà multiplié les mesures préventives : interdiction d'importation des porcs mexicains en Chine, Thaïlande ou Equateur et incitation à ne pas se rendre au Mexique émise par le Canada, le Royaume-Uni, la France, l'Italie ou les Pays-Bas. Barack Obama a demandé mardi soir au Congrès d'accorder une aide de 1,5 milliard de dollars pour à renforcer les capacités de réaction américaines face à cette crise sanitaire.

Au Mexique, foyer d'origine du virus mutant H1N1, le gouvernement de Felipe Calderon, accusé de n'avoir pas su réagir à temps face à l'épidémie , a décidé la fermeture des sites archéologiques. Les autorités mexicaines, qui avaient jusqu'ici compté 20 cas de décès dûs à la grippe porcine, ont ramené ce chiffre à sept et 159 cas de décès «suspects» qui pourraient être dûs à la maladie. Pas moins de 1.300 personnes sont hospitalisées pour des symptômes ressemblant à ceux de la grippe porcine. Dans la ville de Mexico, restaurants, cafés et discothèques ont été fermés. Le pays a mis en place un système de dépistage rapide qui doit permettre de détecter et d'isoler plus rapidement les citoyens soupçonnés d'être contaminés.

La OMS alerta de que la pandemia de gripe porcina es inminente y eleva a cinco el nivel de alerta - El País, es - link (aqui)

La nueva fase implica que el virus se ha transmitido de persona a persona en al menos dos países de una misma región.- Fallece en Tejas un niño mexicano de 23 meses que viajó a EE UU para recibir tratamiento médico

AGENCIAS / ELPAÍS.com - Washington / Ciudad de México / Madrid - 29/04/2009

La Organización Mundial de la Salud (OMS) ha decidido este miércoles elevar a cinco el nivel de alerta por pandemia de gripe porcina -el máximo es seis-, según anunció la directora general del organismo, Margaret Chan. La fase cinco implica que el virus se ha transmitido de persona a persona en al menos dos países de una misma región, lo que implica una señal contundente de que la pandemia es inminente.

En una conferencia de prensa anterior, el secretario general adjunto de la OMS, Keiji Fukuda, aseguró que que, aunque el A/H1N1 se trata de un nuevo virus porcino, "se está convirtiendo en un virus de gripe humana. No hay evidencias de que nadie se haya contagiado de cerdos". De acuerdo con los datos de la OMS, hay 114 casos de gripe porcina confirmados oficialmente por laboratorios: 64 en Estados Unidos, 26 en México, 13 en Canadá, 2 en Israel, 4 en España, 2 en Reino Unido y 3 en Nueva Zelanda. De ellos, hay siete fallecimientos en México y uno en EE UU, según la organización.

Primera muerte fuera de México

El brote de gripe porcina ha provocado ya la primera muerte fuera de México, foco de la epidemia. Un niño mexicano de 23 meses ha fallecido en Tejas después de que sus padres lo llevaran a Estados Unidos para recibir tratamiento médico. Las autoridades norteamericanas han confirmado hasta el momento 91 casos de contagio, la mayoría en Nueva York, Tejas y California.

"El niño se puso malo y su familia lo llevó al sureste de Tejas, a Houston, para que se curara", ha dicho el portavoz del departamento de Salud de Houston, Kathy Barton, a la CNN.

El presidente de EE UU, Barack Obama, ha declarado tras conocer la noticia que la epidemia de gripe porcina es "preocupante" y ha pedido "extremar al máximo las precauciones". Además, el presidente ha pedido a las escuelas donde existan casos sospechosos que consideren "seriamente" la posibilidad de cerrar temporalmente las aulas.

159 muertes sospechosas en México

En México, tal como han informado las autoridades, los casos de contagio parecen estar disminuyendo y el número de muertes sospechosas asciende a 159. El Gobierno ha rebajado los casos mortales confirmados desde 20 a únicamente siete, haciendo coincidir el dato con el balance de la Organización Mundial de la Salud (OMS) . "De las defunciones que hemos estudiado hasta este momento solamente en siete podemos confirmar que se trata del virus porcino", ha afirmado el director general del Centro de Vigilancia Epidemiológica y Control de Enfermedades de México, Miguel Ángel Lezana.

En total, en todo el mundo son ocho los países que, oficialmente, han confirmado casos de gripe porcina: además de México, Costa Rica, Estados Unidos, Canadá, España, Reino Unido, Alemania, Israel y Nueva Zelanda.



Un niño de 23 meses, la primera muerte por la gripe fuera de México

AGENCIA ATLAS 29-04-2009


Se ha conocido la primera víctima de la gripe porcina fuera de México. Es un niño de 23 meses y nacionalidad mexicana que había sido llevado a Estados Unidos para tratarlo de la enfermedad.En el resto el mundo sigue aumentando el numero de presuntos contagios. En el Líbano han pedido a la población que no se bese al saludarse. No hay fallecidos de momento en Europa, pero si hay cada vez más casos confirmados. Tres en Alemania, cinco en el Reino Unido y cuatro en España. Austria se suma a la lista con un primer caso.

Bar é arte



Juan Medina

"Midsummer Night's Dream"

Oil painting

Bar é poesia - Irene Cordeiro Pereira - "Maresia"


Irene Cordeiro Pereira - "Maresia"




incerteza


(Irene Cordeiro Pereira - "Maresia")





é certo este pensar

é certo este acordar

é certo este cumprir a rotina



tudo mais são grandes nadas

pequenos tudos

que nos navegam à bolina...

Comercial antigo - Máquina de costura SINGER

Charge do dia



Pancho - Gazeta do Povo - Curitiba, PR

UK confirms three more cases of swine flu - the Independent, uk - link (aqui)

Getty Images - Leaflets about swine flu virus are to be distributed to all households across the UK


Press Association

Wednesday, 29 April 2009

A 12-year-old girl is one of three more people confirmed with swine flu, Prime Minister Gordon Brown said today.

The first two British cases were confirmed on Monday in Scotland.

All three new cases recently travelled to Mexico, the Prime Minister said.

They displayed mild symptoms and were responding well to treatment.

The girl's school, Paignton Community College, has been temporarily closed and all other pupils offered anti-viral treatment.

Mr Brown said the UK is taking "the preparations that are necessary and the precautions to prevent the incidence of this disease in this country".

Measures include enhanced airport checks, expanding anti-viral stocks from 35 million to 50 million, ordering extra face masks and printing an information leaflet for every family.

The extra masks will be used by health professionals such as nurses and doctors working with infected patients in the event of a pandemic.

The Department of Health has said the masks are not intended for members of the public, for whom they are thought to be of little use.

The information leaflets on the virus will be delivered across the UK in the coming days and will contain information about the flu outbreak and preventative messages.

The first two confirmed patients, Iain and Dawn Askham, of Polmont, near Falkirk, had been on honeymoon in Mexico and were being treated in isolation at Monklands Hospital in Airdrie, Lanarkshire, today.

Their parents said the newlywed couple were "shocked" at the positive test results.

Other countries with confirmed cases of swine flu are Mexico, the US, Canada, New Zealand, Germany, Austria, Spain and Israel.

In the US, government officials said swine flu killed a 23-month-old child, the first death reported outside Mexico.

The toddler died in Texas, Dr Richard Besser, acting director of the Centres for Disease Control and Prevention, said in an interview with CNN.

Staff at Paignton Community and Sports College referred all inquiries today to the local health authority, Torbay Care Trust.

A spokesman at Torbay Care Trust could not confirm which of the school's two sites had been closed but said a statement would be issued with further details.

Health Secretary Alan Johnson, who briefed the Premier on the new confirmed cases this morning, will make a statement to MPs this evening.

Brussels' best cafe bars - The Guardian, uk - link (aqui)

Cafe Quentin ... 'more Parisian than a real Parisian cafe'. Photograph: John Brunton

Untouched by the EU smoking ban, Brussels' cafe culture is buzzing. Here are some great local spots to grab a coffee, or something stronger

John Brunton
guardian.co.uk, Wednesday 29 April 2009 11.32 BST

The Belgian capital may be famous for its beers and "moules frites", but there are a lot more exciting venues to discover than pubs and bistrots. This is a cool designer city and nowhere is this more evident than its neighbourhood cafes, hip locales where the interior design is as eye-catching as the bohemian clientele. While you can always order a coffee (served with a tasty Speculoos ginger biscuit) or a foaming glass of Vedette, the favourite local brew, these cafes are also good for mojitos and margaritas, and many have in-house DJs later at night. One word of warning - Brussels may think it is the capital of Europe but the Belgians haven't followed the EC anti-smoking directives, so smokers stay inside here apart from a very few exceptions.

Cafe Modele

Cafe Modele, Brussels

The terminally trendy Sainte-Catherine quarter is slowly spreading all the way down rue Antoine Dansaert until it reaches the Brussels-Charleroi Canal, a once run-down neighbourhood that is being totally done-up. The latest hot spot to open is the designer Cafe Modele, once a sleazy old corner bar. Decor is simple, using old album covers and faded photographs of Marrakesh, and the emphasis here is on healthy living - it is one of the rare spots that is no smoking, and there's a big choice of vegetarian dishes, salads and great natural yogurts at breakfast. On Friday and Saturday nights, the bar gets taken over by DJs.

• 208 rue Antoine Dansaert

Cafe Belga

Cafe Belga, Brussels

Cafe Belga sits on the ground floor of the landmark Flagey Building, known to locals as the Paquebot as it resembles a huge cruise ship. Built in the 1930s to house Belgium's first radio station, it was abandoned for years before being transformed into a cutting-edge venue for cinema, performing arts and concerts. The vast art deco Cafe Belga is a meeting place for artists and actors, serving simple snacks, a serious selection of beers and some excellent cocktails.

Midi Station

Midi Station cafe, Brussels

Travellers arriving or departing from the Eurostar terminal at the Gare du Midi used to have no reason to hang around, until the opening last month of the revolutionary Midi Station. What was once almost a no-man's land, now boasts one of the hottest new spots in town - a futuristic locale created by the architect and interior designer Antoine Pinto, Belgium's answer to Philippe Starck. There is a vast modern brasserie, but also a cocktail bar, a comfortable lounge bar for chilling out, live music and DJs later in the night, as well as a totally over-the-top luxury cigar bar.

• Place Victor Horta 26

Roskam

To say that the Roskam is discreet would be an understatement - a tiny sign outside, dark windows that you can hardly see into, and a thick smoky haze that hits you the moment you walk through the door. Decor is equally understated, but don't be deceived as this is quite simply a brilliant bar that is packed out from the moment it opens at 6pm through to 2am. The secret is a mix of friendly barmen who shake great cocktails, low prices if you don't mind drinking beer, a surprising selection of wines and excellent music without an intrusive DJ.

• 9 rue de Flandre

Brasserie Verschueren

Brasserie Verschueren, Brussels

A funky neighbourhood rendez-vous, the Vershueren looks out over Saint-Gilles's main square, which every morning is filled with a colourful street market. This is multi-ethnic Brussels - far away from the faceless offices of the European Community quarter - with a lively mix of Spanish and Portuguese immigrants, North Africans and Eastern Europeans. This beautiful art deco cafe has a huge selection of Belgian beers, great homemade soups at lunchtime, and check out the back wall, which is filled with bright slats representing every football team in Belgium. Locals used to gather here to listen to scores over the radio, and there is still no ugly flat screen TV showing Sky that ruins so many places like this.

Au Soleil

Au Soleil cafe, Brussels

Although you're only a stone's throw from the ultra-touristy Manneken Pis statue, The Saint-Jacques quarter is one of Brussels' up-and-coming districts, a cosmopolitan mix of designer B&Bs, hip bars and restaurants and a very lively gay scene. The Soleil is a popular meeting point for everyone - originally a turn-of-the-century gent's outfitters, whose intricate art deco interiors have been left totally untouched. If you can't get a seat at the Soleil, as is often the case, check out the equally cool Fonteinas Bar right opposite - they also serve lots of healthy vegetarian food.

• 86 rue du Marche au Charbon

Chez Doudou les Tambours Sacres

Chex Doudou cafe, Brussels

For a real surprise, one night explore the exotic Matonge neighbourhood of Brussels. The area is named after a part of the Congolese capital, Kinshasa, and is home to dozens of African bars and clubs. Rue Longue Vie is pedestrian only, and at weekends, when the weather is fine it turns into an impromptu street party. Les Tambours Sacres has a friendly atmosphere presided over by the genial patron, Doudou. Open from the early evening to the very early hours of the morning, the bar is always packed, with dancing in the backroom to a mix of High Life music and more recent African pop. Drinks are cheap, with a glass of wine costing only a couple of euros, and the house special is a lethal rum punch.

• 14 rue Longue Vie

Quentin

This lively cafe and wine bar attracts a seriously fashionable clientele, as it is located right in the heart of Le Chatelain, one of Brussel's most chic neighbourhoods. Looking more Parisian than a real Parisian cafe, the emphasis at Quentin is on natural and bio wines, with a large selection of bottles served by the glass. Best time to come is early evening on a Wednesday, when the adjoining Place du Chatelain is transformed into a huge food market - crowds throng outside all the surrounding bars, feasting off plates of oysters, charcuterie and bottles of chilled rose and white wine.

• 7 rue du Page

Mer de Nord

Mer du Nord, Brussels

The Mer du Nord is not exactly a cafe, but a stop-off here should be obligatory for everyone visiting Brussels. The Mer du Nord is actually a fishmongers, but over the last few years it has set up a pavement bar which serves glasses of crisp chilled white wine and champagne, delicious bowls of fish soup, shucked oysters and a tapas-like selection of scallops, tuna, swordfish and plump prawns cooked fresh à la plancha right in front of you. Expect to rub shoulders with a colourful mix of sharply-dressed businessmen, fashion designers and the obligatory Eurocrats, with at least 10 languages being spoken at the same time.

• Place Sainte-Catherine

• All photographs by John Brunton

Relief for Lewis Hamilton as McLaren handed suspended three-race ban - The Guardian, uk - link (aqui)

Lewis Hamilton will not miss any races after the WMSC handed McLaren a lenient punishment. Photograph: Kamran Jamali/AP

• WMSC praise team principal for 'open and honest' response
• Ban will only be enforced if there is a further breach

guardian.co.uk, Wednesday 29 April 2009 12.27 BST

McLaren have been handed a suspended three-race ban by the World Motor Sport Council after apologising for lying to race officials.

The team's pro-active approach in the run up to the extraordinary hearing of the WMSC in Paris appeared to have played its part in softening the blow as McLaren escaped a heavier punishment, having pleaded guilty on all five counts of breaching the International Sporting Code.

A WMSC statement read: "Having regard to the open and honest way in which McLaren team principal, Mr Martin Whitmarsh, addressed the WMSC and the change in culture which he made clear has taken place in his organisation, the WMSC decided to suspend the application of the penalty it deems appropriate.

"That penalty is a suspension of the team from three races of the FIA Formula One World Championship. This will only be applied if further facts emerge regarding the case or if, in the next 12 months, there is a further breach by the team of article 151 c of the International Sporting Code."

As expected, reigning world champion Lewis Hamilton has avoided any further punishment after his disqualification from the Australian Grand Prix. Hamilton was initially promoted from fourth to third after the race stewards in Melbourne handed Jarno Trulli a 25-second penalty for passing the Briton behind the safety car.

Hamilton and Dave Ryan, since sacked as McLaren sporting director, insisted at the time no order was relayed from the team demanding he allow Trulli to pass. However, evidence in the form of pit-to-car transmissions and an interview Hamilton gave immediately after the race contradicted their story, and resulted in the case being re-opened.

Deciding they had been "deliberately misled", the stewards at the Malaysian Grand Prix disqualified Hamilton and McLaren from the classification. Ryan was soon suspended, while Hamilton apologised for his actions in the FIA press conference room in Sepang where he also notably blamed Ryan.

The FIA then charged McLaren with five counts of being in breach of article 151c of the International Sporting Code which relates to fraudulent conduct and acts prejudicial to the sport. As it was recognised by the FIA that Hamilton had been put in an "impossible position" by Ryan, it appeared at that stage McLaren would be hauled over the coals by the WMSC.

However Ryan was sacked, meaning he could not answer to the World Council as they are unable to summon any person no longer in the employ of a particular team. Of considerable significance, Ron Dennis announced his decision to stand down as chairman of the McLaren Group as from 1 June, and as CEO of McLaren Racing with immediate effect.

In taking up the running of the automotive side of the company, Dennis insisted his motive had nothing to do with F1. Many observers, though, felt his action was designed to appease the FIA – with whom he has often had a fractious relationship – and to save McLaren, a team he had built up since taking over in 1981.

Since his exit, Whitmarsh – whose offer to resign was rejected by the shareholders – has since knocked down a few barriers that had previously existed between his team and the FIA. Celebrating his 51st birthday today, Whitmarsh has kept an open channel between himself and the governing body in a bid to repair the damage, and to deaden the impact of any penalty. That building of bridges appeared today to have played its part in what must be viewed as a lenient sentence.

Tomasky Talk special: 'He definitely wants to become a transformative president' - The Guardian, uk - link (aqui)


Michael Tomasky and a host of Washington insiders assess Barack Obama's first 100 days as US president and his impact on the domestic, foreign and environmental agendas





Le chiffre d'affaires de Michelin en net recul - Le Monde, fr - link (aqui)

AFP/STEPHAN AGOSTINI - Un pneu Michelin.

LEMONDE.FR avec AFP | 28.04.09 | 19h16

Le groupe français de pneumatiques Michelin a annoncé, mardi 28 avril, une baisse de 14,2 % de son chiffre d'affaires au premier trimestre par rapport à la même période de 2008, à 3,512 milliards d'euros. Cette baisse traduit un recul des volumes de ventes de 24,4 %, lié à la chute des marchés de pneumatiques, atténué par l'amélioration moyenne du prix des produits vendus, explique Michelin dans un communiqué.

Pour Michelin, la priorité en 2009 sera donnée à la "gestion de la trésorerie du groupe", estimant que "les marchés mondiaux du pneumatiques ne devraient se redresser que très progressivement"'. Le groupe table notamment sur "des mesures de flexibilité industrielle qui seront amplifiées au second trimestre" pour optimiser les besoins en fonds de roulement et une "forte réduction de ses investissements". Dans ce contexte, le groupe s'estime "en bonne voie pour atteindre son objectif de génération de free cash flow libre positif en 2009".

Michelin indique avoir "stabilisé" ses stocks en volume sur les trois premiers mois de l'année, grâce à la "flexibilité industrielle". Il estime qu'il bénéficiera également de l'impact de la baisse des cours des matières premières sur la valeur des stocks. Le groupe a rappelé que les dépenses d'investissements seront contenues dans un enveloppe annuelle de 700 millions d'euros. Il a, d'autre part, chiffré à environ 120 millions d'euros les charges de retructuration liée à la fermeture de l'usine américaine BFGoodrich d'Opelika (Alabama) à compter d'octobre 2009.

Par secteurs d'activité, le chiffre d'affaires des pneumatiques tourisme-camionnette recule de 9,8 % au premier trimestre à 1,946 milliard d'euros et celui des pneus poids lourds baisse de 24,2 % à 1,006 milliard.

Obama, rupture de style en cent jours - Le Monde, fr - link (aqui)

AP/Chris Carlson - Le président américain communique sur tous les fronts.

LEMONDE.FR | 29.04.09 | 11h48 • Mis à jour le 29.04.09 | 12h00

Les Etats-Unis célèbrent les cent premiers jours de Barack Obama à la tête du pays mercredi 29 avril. La presse d'outre-atlantique se fait largement l'écho de ces trois premiers mois de présidence démocrate, saluant le style et la rapidité de mise en œuvre de promesses de campagne du candidat Obama, une confiance retrouvée des Américains, mais mettant en garde contre une opposition plus forte à sa politique.

Pour le Washington Post, ces cent premiers jours ont été marqués par "l'omniprésence d'Obama le communicant – discours, conférences de presse, vidéos hebdomadaires postées sur YouTube et participation à des émissions de télévision tardives". A la différence de son prédécesseur, le président américain communique sur tous les fronts, à même d'employer un ton différent selon les circonstances, qui fait de son éloquence l'un de ses points forts.

Newsweek, après avoir salué ces premiers mois lors desquels le président a mis en œuvre une large part de ses promesses de campagne – réductions d'impôts pour les classes moyennes, refonte du système de santé –, avertit que "démocrates et républicains ne vont pas toujours tout apprécier de la politique menée par Obama" et liste les potentiels "ennemis" (les syndicats, les dirigeants irakiens ou encore des organisations du type Moveon.org) auxquels le président américain pourrait avoir à faire face lors des cent prochains jours, qui représenteront "le vrai test" selon l'hebdomadaire.

Une mise en garde réitérée par le Los Angeles Times, qui souligne que "mettre fin aux profondes divisions partisanes à Washington", comme le souhaitait Barack Obama, est loin d'avoir été réalisé. Le journal rappelle que seuls trois républicains ont joint leurs voix au vote sur le plan de relance économique. Plan de relance par ailleurs qualifié par The American Prospect de mesure "la plus populaire et réussie". The Huffington Post souligne que la spécificité de l'administration Obama est d'"avoir utilisé la crise, non pas pour reculer, mais pour se lancer dans le nouveau siècle".

Sur le front de la politique étrangère, le Wall Street Journal émet des "doutes sur la foi de M. Obama en la diplomatie avec les ennemis". Le Los Angeles Times juge que le "président a parcouru le monde en critiquant son prédécesseur, flagellant la nation qu'il dirige sur l'autel de l'opinion publique internationale".

Le président américain est toujours en état de grâce auprès des Américains, recueillant 63 % de satisfaits dans un sondage Pew Research paru jeudi dernier, contre seulement 26 % qui jugent son action négativement.

Bouton, un futur retraité à 2.000 euros par jour - El País, es - link (aqui)

Daniel Bouton, en juillet 2008, lors de l'open de golf d'Evian. (REUTERS)

29/04/2009 à 13h32
Si l'ancien patron de la Société générale claironne qu'il ne percevra pas d'indemnité de départ, il se montre nettement plus discret concernant les 730.000 euros annuels de retraite qu'il touchera à compter d'avril 2010.

Au revoir, (très) cher président! Le président démissionnaire de la Société générale, Daniel Bouton, affirme qu'il ne touchera aucune indemnité lors de son départ de la banque.

En revanche, il omet de signaler qu'il percevra une retraite de 730.000 euros par an à compter d'avril 2010, quand il fêtera ses 60 ans. Soit la bagatelle de 2.000 euros par jour. Soit encore 1,5 Smic de «gagné» rien qu'en se levant le matin avant de s'atteler aux mots croisés du journal.

Le salaire fixe de Daniel Bouton se montait à 700.000 euros en 2008. Mais après la découverte de la «fraude exceptionnelle» imputée à Jérôme Kerviel, le patron de la Générale avait décidé de renoncer à la moitié de son fixe au titre de l'exercice 2008. Il n'a perçu aucune rémunération variable au titre de 2007 et a renoncé début 2009 à toucher un bonus au titre de 2008, en contrepartie de l'aide que l'Etat a accordée à la banque, comme aux cinq autres banques françaises.

Quant à sa retraite, le rapport annuel 2009 de la banque précise qu'à la «date du 12 mai 2008, M. Bouton avait ainsi acquis des droits à pension à la charge de la société représentant 58,2% de sa rémunération au titre de 2007», laquelle s'élevait à 1.250.000 euros. Ces droits représentent donc une somme annuelle de 727.500 euros.

Récemment, le magazine l'Express avait affirmé que la retraite de Daniel Bouton s'élèverait à plus d'un million d'euros par an, ce dernier cumulant les bénéfices de sa retraite de cadre avec ceux d'un régime spécifique pour les mandataires sociaux.

Un chiffre démenti par la Société générale, qui assure qu'il «n'existe aucun régime (de retraite, ndlr) spécifique pour les mandataires sociaux». Voire, tant la Société générale n'a pas manqué de surprendre ces derniers mois.

Le nouvel American way of life de l'ère Obama - Le Figaro, fr - link (aqui)

Au cœur de Manhattan, des New Yorkais se détendent sur une pelouse de Central Park. Crédits photo : AP

Florentin Collomp, envoyé spécial à New York
29/04/2009 | Mise à jour : 07:49

Avec la crise, les Américains apprennent à moins consommer. Ils se mettent à économiser l'énergie et découvrent malgré eux les joies du temps libre.

Bill Watt n'a jamais tant joué au golf. Ce banquier de Wall Street, licencié à l'automne dernier après vingt-cinq ans de carrière, savoure avec très peu de culpabilité son temps libre forcé. «C'est la crise, c'est vrai, mais pour l'instant il en profite au maximum», ironise sa femme, Monica. Outre les parcours, où il enchaîne les compétitions, Bill découvre aussi, pour la première fois, la charge quotidienne que représente l'éducation de trois enfants. Une respiration familiale et sportive bienvenue, après des années où les priorités étaient le travail et l'argent.

La récession américaine la plus grave depuis soixante-dix ans fait des millions de victimes, notamment ces centaines de milliers de nouveaux chômeurs chaque mois ou ces millions de familles expulsées de leurs maisons. Par sa violence, la crise sonne comme un réveil brutal pour un pays qui vivait au-dessus de ses moyens. Mais ce retour sur terre est aussi source d'opportunités et de changements de société profonds. Alors que Bush ordonnait aux Américains d'aller faire du shopping pour soutenir l'économie après le 11 Septembre, Barack Obama estime, lui, que «nous avons vécu une ère où trop souvent les gains à court terme étaient privilégiés par rapport à la prospérité de long terme, où l'on ne voyait pas plus loin que la prochaine échéance». Tout juste jeune de cent jours, une nouvelle Amérique des années Obama se dessine, contrainte par la tempête économique mais aussi marquée par une volonté politique. Fin de la spéculation générale, moins de consommation effrénée, des transports plus écologiques. Moins de travail, mais plus de temps libre. Moins d'argent et de profits, mais plus de social. La transition est en marche vers ce que des observateurs appellent le «new normal» : la nouvelle normalité qui naîtra des cendres de la crise.

«L'ère du bling-bling est terminée»

Certains profitent de ce moment charnière pour changer leur vie. Paul (son prénom a été changé à sa demande), licencié de la banque HSBC avec 36 % des effectifs en novembre, avait heureusement anticipé. Après son travail de banquier, il enchaînait, comme beaucoup d'Américains, le soir et le week-end avec des jobs de serveur pour rembourser ses 80 000 dollars de dettes accumulés sur six cartes de crédit. Aujourd'hui, il se contente de ses 2 256 dollars mensuels d'allocation chômage de l'État du New Jersey, versés pendant un an, et fait des ménages ou de petites courses pour des personnes âgées. «Je vis très modestement. Avant, j'allais au restau midi et soir. Je faisais du shopping tous les samedis. Maintenant, je collectionne les coupons de réduction, j'ai supprimé les loisirs de mon budget, je choisis des distractions gratuites, comme certains musées ou des balades à Central Park. Je prends beaucoup moins ma voiture. Je me rends compte qu'on n'a pas besoin de tant de choses.» À 33 ans, Paul envisage sérieusement de retourner vivre dans le Tennessee de sa jeunesse, afin de reprendre des études et de devenir comptable. «Quand j'ai perdu mon boulot, je me suis posé beaucoup de questions sur ma carrière : est-ce que ce que je faisais depuis onze ans était vraiment ce que je voulais faire toute ma vie ?»

Pilier de l'économie américaine (70 % du PIB), la consommation flanche. Les ventes de détail ont chuté de 9,4 % en mars par rapport à l'année précédente. Et 61 % des Américains prévoient de dépenser moins qu'avant, même quand la prospérité sera de retour. «Nous n'allons jamais revenir à ce que nous connaissions avant», confirme Paco Underhill, président du cabinet de conseil new-yorkais Envirosell, spécialisé dans le commerce. Outre les ménages directement frappés par la crise qui ne consomment plus et une tendance générale à surveiller ses dépenses, «la majorité d'entre nous a compris que l'ère du bling-bling était finie et que la consommation compulsive relevait des mauvaises manières», affirmait récemment Paco Underhill sur la radio NPR. «On continue à manger, à boire, à faire des cadeaux, à entretenir sa voiture et sa maison, mais on le fait avec un peu plus de sens, poursuit l'expert. La consommation est en train de prendre le même chemin que l'écologie, chacun se sent directement concerné.»

Conséquence : le remodelage du paysage commercial est en marche. Rien que l'an dernier, 148 000 magasins ont fermé leurs portes sur le territoire américain. Plusieurs grandes chaînes établies ont fait faillite, comme Linens'n Things (produits pour la maison) ou Circuit City (électronique). General Growth, propriétaire de 200 malls (centres commerciaux) dans le pays, vient également de se déclarer en faillite. Au commerce traditionnel se substituent d'autres formes de consommation : les achats d'occasion, qui s'envolent sur les sites Internet d'annonces comme Craigslist, le troc, en plein renouveau, voire l'autosubsistance. On voit, ici où là, éclore des poulaillers et des potagers au fond des jardins, même dans certains quartiers de New York.

La surenchère permanente de dépenses est révolue. Acheter une maison plus grande tous les deux ans n'est plus possible, ni jugé nécessaire. Pas plus que les deux fours dans la cuisine - un pour le gigot, un pour le gâteau -, la douche et la baignoire dans la salle de bains, le garage pour trois voitures… «Après un lavage de cerveau pour leur faire croire que le but ultime était d'être propriétaire d'une maison en banlieue au prix d'une dette colossale à rembourser toute leur vie, les gens revoient leurs priorités maintenant que la valeur de ces maisons s'est effondrée. On va voir émerger de nouvelles façons de vivre, moins monétisées, comme dans les pays pauvres, moins dépendantes de la banque, de la finance, du crédit», prévoit Dmitry Orlov, membre d'un courant de pensée qui annonce le déclin de l'empire américain. Cet ingénieur d'origine russe, qui vit à Boston sur un bateau, compare la crise américaine actuelle à l'effondrement de l'économie soviétique dans les années 1990 dans son livre Reinventing Collapse.

Le développement durable, une notion incongrue dans les années Bush, est en train de s'imposer aux Américains. Chasseur de têtes chez Korn Ferry International, près de San Francisco, Wes Richards en a pris conscience grâce à ses enfants de 14 et 16 ans. Au retour d'un voyage en Europe, les adolescents ont convaincu leurs parents de remplacer leurs deux Mercedes par une Prius hybride, une Smart et un scooter. «Avec la Prius, je fais le plein toutes les deux semaines, trois fois moins qu'avant, se réjouit Wes. Ce n'est pas seulement une question d'économies. En faisant cela, je me sens un peu plus intelligent qu'avant. De même, on réfléchit avant de sauter dans un avion pour rencontrer un client. On préfère discuter par vidéoconférence sur Skype. On installe des ampoules basse consommation au bureau.» Symbole de ce changement d'ère : l'annonce de l'abandon par General Motors des 4 × 4 Hummer, la voiture des années frime et de la guerre en Irak. C'est également le moment où Obama annonce la mise à l'étude de dix lignes de TGV.

33,2 heures de travail par semaine

Autre effet de la crise, les Américains découvrent malgré eux le temps libre. C'est évidemment le cas des chômeurs. Mais, phénomène nouveau, pour éviter les licenciements, certaines entreprises et collectivités territoriales ont recours au chômage partiel et mettent en congé forcé leurs troupes un jour par semaine ou par mois. Du coup, le temps de travail hebdomadaire moyen aux États-Unis est tombé à 33,2 heures - au plus bas depuis 1964. Pour Heather Boushey, économiste au Center for American Progress, c'est une occasion à saisir. «Cela modifie les rapports familiaux, avec un rééquilibrage des tâches entre les membres du foyer, qui apprennent à plus dépendre les uns des autres face à la baisse de leurs revenus, constate cet ancien conseiller du Congrès à Washington. Il y a là une opportunité d'utiliser le temps de travail comme un outil d'ajustement. Mais je ne pense pas qu'on soit prêt ici pour un débat sur une réduction durable du temps du travail.»

Les Américains découvriraient-ils enfin que l'argent ne fait pas le bonheur ? En tout cas, ils l'ont compris, à leurs dépens, pour celui obtenu à crédit à des taux usuriers (jusqu'à 30 %) au profit des institutions de Wall Street. L'époque où l'on ne remboursait que les intérêts sur son prêt immobilier pendant des années parce qu'on comptait faire la culbute lors de la revente est bel et bien terminée. Celle des rendements de rêve à la Madoff aussi. Alors on préfère vivre mieux sa vie de tous les jours que de miser sur un hypothétique paradis futur.

Grippe porcine : premier décès aux USA - Le Figaro, fr - link (aqui)

Samuel Laurent (lefigaro.fr) avec agences
29/04/2009 | Mise à jour : 13:49

Un enfant de 23 mois est mort de la maladie au Texas. L'OMS recense désormais plus de 100 cas confirmés et envisage de relever encore son niveau d'alerte. Les mesures préventives se multiplient un peu partout.

L'Organisation mondiale de la santé redoute plus que jamais l'explosion d'une pandémie. L'agence sanitaire, qui recense pour l'instant 105 cas confirmé dans le monde, envisage de relever son niveau d'alerte à 5 sur une échelle qui en compte 6. Les chiffres de l'OMS sont souvent inférieures aux bilans communiqués par les pays concernés en raison des procédures de vérification effectuée par l'OMS après leurs annonces,

Pour tenter de contenir l'épidémie, les pays multiplient les mesures préventives : interdiction d'importation des porcs mexicains en Chine, Thaïlande ou Equateur et incitation à ne pas se rendre au Mexique émise par le Canada, le Royaume-Uni, la France, l'Italie ou les Pays-Bas. Barack Obama a demandé mardi soir au Congrès d'accorder une aide de 1,5 milliard de dollars pour à renforcer les capacités de réaction américaines face à cette crise sanitaire. La californie a décrété l'état d'urgence.

Les Etats voisins du Mexique ont commencé à interdire les vols à destination ou en provenance de ce dernier. C'est le cas de Cuba, où la défense civile a été mobilisée, ou de l'Argentine. Les croisières américaines partant de Miami ont également suspendu leurs escales dans le pays. Les tours operators du monde entier annulent leurs départs pour le pays.

Au Mexique, foyer d'origine du virus mutant H1N1. Le gouvernement de Felipe Calderon, accusé de n'avoir pas su réagir à temps face à l'épidémie, a décidé la fermeture des sites archéologiques.

Les autorités mexicaines, qui avaient jusqu'ici compté 20 cas de décès dûs à la grippe porcine, ont ramené ce chiffre à sept et 159 cas de décès «suspects» qui pourraient être dûs à la maladie. Pas moins de 1.300 personnes sont hospitalisées pour des symptômes ressemblant à ceux de la grippe porcine.

Dans la ville de Mexico, restaurants, cafés et discothèques ont été fermés. Quant aux députés mexicains, ils siègent désormais à huis clos et portent un masque durant les débats. Le pays a mis en place un système de dépistage rapide qui doit permettre de détecter et d'isoler plus rapidement les citoyens soupçonnés d'être contaminés.

Quatre nouveaux pays touchés


Malgré ces mesures, la pandémie continue de s'étendre. Mercredi, les Etats-Unis ont annoncé la permière victime de la maladie sur leur sol : un enfant atteint est décédé au Texas.

Mercredi matin, on comptait trois nouveaux pays ayant des cas de contaminations avérées : l'Allemagne (une patiente résidant près de Ratisbonne en Bavière), la Nouvelle-Zélande, avec trois patients infectés, Israël (2 cas) et le Costa-Rica, où une jeune femme de 21 ans est la première personne d'Amérique Centrale à avoir contracté le virus.

Il reste 65 cas confirmés aux Etats-Unis, où un enfant de 23 mois est décédé au Texas. C'est la première mort confirmée de cette maladie hors du Mexique. En Californie, le gouverneur a décrété l'Etat d'urgence. Les autorités californiennes enquêtent aussi sur deux autres morts semblent être dues à la grippe porcine. Le directeur des Centres de maladie et de prévention américains (CDC), Richard Besser, avait annoncé mardi soir que les Etats-Unis pouvaient «s'attendre à des décès».

En Amérique, on compte désormais 6 cas confirmés au Canada, dont 7 recensés pour la seule journée de mardi dans la province d'Alberta ; et L'Amérique du Sud n'est pas épargnée, avec 24 cas suspects au Chili ou 42 en Colombie.

Partout, les contaminations probables ou soupçonnées se multiplient. La maladie a également atteint le Proche-Orient, avec deux cas «non mortels» diagnostiqués en Israël. La Nouvelle-Zélande confirme 3 contaminations supplémentaires parmi un groupe de scolaires de retour du Mexique, soit 14 contaminations probables au total. 179 Néo-zélandais présentant des symptômes suspects sont par ailleurs placés en isolement. Sur les autres continents, on compte 5 cas suspects en Corée du Sud, qui en recensait 9 mardi, 4 à Hong-Kong, 70 en Australie.

En Europe, outre l'Allemagne, la Grande-Bretagne compte cins cas confirmés, de même que l'Espagne, l'Autriche a confirmé un cas et des patients sont en observation au Danemark, en Suède, en Grèce, en République Tchèque, en Allemagne, en Italie, en Irlande, en Autriche, en France, en Suisse, en Pologne ou aux Pays-Bas.



La carte de la pandémie :


View H1N1 Swine Flu in a larger map


Vingt cas suspects en France

En France, les autorités font état mercredi de deux cas «très fortement probables» de grippe porcine. Deux nouveaux cas ont été signalés mardi soir en région parisienne. Il s'agit d'un homme et une femme hospitalisés à l'Assistance Publique des hôpitaux de Paris (AP-HP). Des tests sont en cours et les résultats seront connus dans les 72 heures. Comme le prévoit le dispositif de prise en charge, les personnes de leur entourage ayant eu des contacts étroits vont recevoir un traitement antiviral préventif. Il leur est demandé de limiter leur déplacement», explique l'Institut de veille sanitaire (Invs).

On compte désormais 20 cas suspects, dont deux hautement suspects, dans notre pays, répartis «un peu partout» selon Françoise Weber, directrice de l'Invs. Ces personnes sont placées à l'isolement le temps d'effectuer des tests. Toujours selon Françoise Weber, «on s'attend à ce qu'il y ait de plus en plus de cas à tester»,car on compte «un grand nombre de gens qui rentrent» du Mexique et que «de plus en plus de gens ont de faibles symptômes». Les autorités françaises ont franchi un cran supplémentaire mardi en déconseillant fortement aux Français de se rendre au Mexique. Nicolas Sarkozy fera mercredi un point sur l'épidémie à 11H30 avec plusieurs de ses ministres.

Un vaccin pour 50% de la population

La France est protégée contre une pandémie avérée, assurent les laboratoires pharmaceutiques. Roche, producteur du Tamiflu, l'un des deux médicaments recommandés contre la maladie avec l'antigrippal Relenza, assure que les stocks permettent de couvrir «plus de la moitié de la population».

Le directeur général de la Santé, Didier Houssin, assure pour sa part que si «personne ne peut dire la dynamique que va suivre l'épidémie, si elle va s'étendre ou s'éteindre comme un feu de paille», la France est «préparée depuis quatre ans» ce qui devrait permettre «de limiter les conséquences les plus néfastes».