sexta-feira, 26 de junho de 2009
Após a terceira dose - bar é poesia
Acostamento
(luiz alfredo motta fontana)
nem tanto pelo descanso
muito menos pelo trânsito
apenas breve pausa
um colher passadas uvas
e o descartar,
caso ainda encontre,
de manchas em magoar bordadas
apenas isso
pausa breve
para depois...
em renovadas curvas
retomar o percurso da ausência
Bar é poesia - Dominique Lotte
saiba
(Dominique Lotte)
saiba que se eu olhar a lua,
as folhas caídas na rua,
se eu tocar a poeira na estante
ou ouvir melodia distante,
saiba ainda
que perfumes, luzes, pedras e metais
comigo navegarão até a praia distante
onde fizemos amor
com tropical fervor,
mas
se não me quiser mais e me tentar me esquecer
não se esconda, não vou te perder,
e a cada ano que passa, mesmo a cada hora e minuto,
lembre-se que seu destino é amar-me muito,
as flores que te enviarei beijarão seu lábios
e o fogo da minha paixão te seguirá por toda parte
e enquanto houver vida nos seus braços procurarei abrigo,
não se esqueça,
meu amor por você é muito antigo.
DEM fixa condições para manter apoio a José Sarney - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)
Lula Marques/Folha
Dono da segunda maior bancada do Senado –14 cadeiras— o DEM rediscute o apoio incondicional que vinha oferecendo à presidência de José Sarney (PMDB-AP).
Em telefonemas trocados entre a manhã e a noite desta quinta-feira (25), a cúpula do partido decidiu fixar condições para se manter no barco de Sarney.
Deve-se o novo posicionamento do DEM à revelação de que um neto de Sarney opera como intermediário de empréstimos bancários a servidores do Senado.
O mais novo problema de Sarney é filho do deputado Zequinha (PV-MA), que aparece na foto ao lado beijando a testa do pai.
A tribo ‘demo’ considerou que o episódio deixou Sarney em posição tão incômoda quanto à do ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi.
A exemplo de José Adriano Sarney, o neto do senador, um filho de Zoghbi fora pilhado intermediando empréstimos consignados no Senado.
Para o DEM, a nota divulgada por Sarney nesta quinta, além de não conter explicações convincentes, valeu-se de um argumento político “inaceitável”.
No texto, Sarney considerou-se vítima de uma “campanha midiática”. Atribuiu a suposta orquestração ao apoio que dá a Lula e ao governo dele.
Depois do PMDB, o DEM fora o principal pilar da aliança que permitira a Sarney prevalecer sobre o petista Tião Viana (AC) na disputa ocorrida em fevereiro.
A tribo ‘demo’ postara-se ao lado de Sarney sob o argumento de que seria inconcebível votar num candidato do PT. Eis o que disse um dos dirigentes do DEM ao blog na noite passada:
“Ao afirmar que é um homem perseguido por ser aliado de Lula, Sarney colocou-se automaticamente contra nós. O argumento que nos levou a apoiá-lo se esvaiu”.
O DEM decidiu reunir os 14 senadores de sua bancada na próxima terça-feira (30). Vai a debate o reposicionamento do partido diante da crise ética que rói o Senado.
O apoio a Sarney, antes incondicional, agora é condicionado ao oferecimento de explicações que soem convincentes. Sobretudo no caso do neto-empresário.
A eventual troca de lado do DEM representará para Sarney o início da erosão do muro partidário que o protege das investidas contra a sua presidência.
Confirmando-se a tendeência verificada nesta quinta, os ‘demos’ se reaproximarão do tucanato, que votara em Tião Viana na refrega de fevereiro.
Ecoando a nova linha do partido, Demóstenes Torres (DEM-GO) repisou nesta quinta a tese de que Sarney deve se abster de decidir sobre as pendências que assediam o Senado.
Acha que o presidente da Casa não dispõe de isenção para julgar a sindicância e o futuro processo administrativo que será aberto contra o amigo Agaciel Maia.
Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB, vai na mesma direção. Nesta quinta, defendeu que Sarney se afaste das apurações.
Afirmou que ele precisa delegar a condução dos casos pendentes de deliberação ao vice-presidente do Senado, Marconi Perilo (PSDB-GO).
Até aqui, o movimento de contestação a Sarney é mais individual do que institucional.
Virgílio cobrara do presidente o rompimento com a “camarilha” de Agaciel Maia. Sob pena de ter contra si todo o PSDB.
Dissidente do PMDB, Pedro Simon (RS) vem pregando a renúncia de Sarney à presidência do Senado.
Cristovam Buarque (PDT-DF) diz que Sarney deveria ao menos se licenciar do cargo por 60 dias. Uma forma de desobstruir as apurações.
Ao flertar com a adesão ao coro dos descontentes, o DEM abre uma fenda no dique de contenção que Sarney julgava ter erguido.
Deu-se coisa semelhante no escândalo que empurrou, em 2007, Renan Calheiros para fora da cadeira de presidente do Senado.
Primeiro, as contestações individuais. Depois, uma representação do PSOL, também insinuada no caso de Sarney. Em seguida, as investidas dos partidos.
Renan, como se sabe, não foi cassado. Mas, para salvar o mandato, teve de bater em retirada da presidência.
Escrito por Josias de Souza às 03h51
Revealed: Max Mosley letter that puts new Formula One peace deal at risk - The Times, uk - link (aqui)

Edward Gorman, Motor Racing Correspondent
Maybe Max Mosley is not finished after all. Last night the FIA president, who was reported to have been stripped of his power in a dramatic end to his 16-year reign, said that the Formula One teams had deliberately misled the media about the deal they did with him and he now considers his “options open”.
In a letter to Luca Di Montezemolo, the president of Ferrari and the Formula One Teams Association (Fota), that Mosley’s office leaked to The Times, a furious Mosley accused Di Montezemolo of misrepresenting their agreement and breaking an understanding that both would present a positive and truthful account of it to the media.
Mosley said: “I was astonished to learn that Fota has been briefing the press that Mr Boeri [Michel Boeri, the president of the FIA senate] had taken charge of Formula One, something you know is completely untrue; that I had been forced out of office, also false; and, apparently, that I would have no role in the FIA after October, something which is plain nonsense, if only because of the FIA statutes.”
The FIA president, whose tenure is being spoken about in the past tense throughout Formula One, went on to accuse Di Montezemolo of describing him as a dictator. Mosley said this accusation, which he claimed had been suggested to the media, was grossly insulting to the 26 members of the FIA’s World Motor Sport Council (WMSC) and the representatives of the FIA in 122 countries who had endorsed what he and the WMSC had done over the past 18 years.
Mosley demanded that Di Montezemolo make no further “false” statements and said that the Ferrari president must apologise and correct any misleading impressions conveyed at the Fota press conference that Di Montezemolo chaired in Bologna yesterday afternoon. In the event, Di Montezemolo did no such thing.
Mosley finished with a chilling warning: “Given your and Fota’s deliberate attempt to mislead the media, I now consider my options open. At least until October, I am president of the FIA with the full authority of that office. After that it is the FIA member clubs, not you or Fota, who will decide my future.”
Ferrari responded to the leak by revealing that Di Montezemolo had written back saying that there had been a misunderstanding with the way events had been portrayed in the media and that he was “very surprised” by Mosley’s tone.
The Ferrari president also said that he was surprised that Mosley sought to question Fota’s respect for the agreement that was reached in Paris on Wednesday, confirming that the organisation would do exactly that and it expected Mosley to do the same in return. Other Fota sources suggested that Mosley’s rant was barely worth responding to.
In truth, Mosley is like a big fish running out of water. He may think he still has “options”, but the sport is moving on without him and if he tries to renege on the deal to get rid of him, Fota has made clear that it will resuscitate its plans for a breakaway series.
The press conference in Bologna had originally been called to push ahead with the teams’ plans for the breakaway. In fact, it turned into something of a celebration of what team principals believe is Mosley’s end.
Nick Fry, the chief executive of Brawn GP, spoke of Formula One now looking forward to a “very bright future” while Mario Theissen, the principal of BMW Sauber, said: “We have reached a breakthrough situation in the way that we now have a clear view of the future of the sport. It is a fantastic day for the sport, for the fans and definitely for us as teams as well.”
Flavio Briatore, his opposite number at Renault, offered the FIA president best wishes. “After many years with the presidency of Max Mosley, we want to say good luck for the retirement,” he said.
The teams say that next season cars will run under the same rules as this year and the rules will be stable until the end of 2012. There will be no budget cap, as Mosley had wanted, but the teams will endeavour to cut spending to 1990 levels in two years. A new so-called Concorde Agreement governing how the sport will be run is expected to be signed between the teams, the FIA and Bernie Ecclestone, the sport’s commercial rights-holder, within days.
The weapon Britain hoped would defeat the Nazis... - The Independent, uk - link (aqui)
German troops march into Prague in 1939. British scientists were looking into using poisoned darts to kill Nazi troops during the Second World WarSewing machine needle tipped with anthrax was developed for war effort
Tipped with a sewing machine needle and finished with a tail made from a drinking straw, they looked more like a schoolboy's toy than a terrifying weapon. For Britain's wartime scientists, however, these tiny projectiles were the sharp end of a chilling project to secure victory over the Nazis by bombarding German troops with poisoned darts.
A secret file that details British research to develop the lethal anti-personnel darts, carrying a toxin likely to have been anthrax or ricin, casts rare light on the work that was carried out by the Allies during the Second World War into chemical and biological weapons that could be deployed against Hitler's forces.
The document, released at the National Archives in Kew, London, reveals how scientists at Porton Down in Wiltshire, the site of Britain's top secret weapons laboratory, worked between 1941 and 1944 to perfect the projectiles to ensure the maximum number of casualties and the quickest death for enemy soldiers.
Entitled Research Into Use of Anthrax and Other Poisons for Biological Warfare, the report said the idea of using darts dated back to the First World War but the novelty of adding a poison, either coated on to a grooved point or injected through a hollow needle, meant that a viable weapon to cause "death or disablement" had been created.
A memo written in 1945 summarising the project said: "The use of poison enables a much lighter dart to be used, since a slight penetration without necessarily piercing a vital organ is all that is required to implant the poison ... It seems most unlikely that any first aid measure or medical treatment could be devised which would prevent the death of a man who has received a lethal dose."
The researchers, working in conjunction with Canadian colleagues, developed a dart weighing no more than four grams which could be loaded into bombs carrying 30,600 of the projectiles at a time. The researchers carried out multiple tests and calculations to work out the chances of hitting troops, ranging from 90 per cent for a soldier lying flat on open ground to just 17 per cent for one lying in a slit trench.
The consequences of being struck were dire. If a victim failed to pluck out each dart within 30 seconds, he was condemned to a grisly death. Detailing the effects of ricin, codenamed T1123, in tests on sheep and goats, one researcher reported: "The symptoms produced are: twitching of the muscles, profuse salivation and sweating, acute defecation, micturition and retching. The pulse becomes very slow and the blood pressure falls. The subject collapses and lies on its side with twitching muscles. Where the dose is lethal, death occurs in 30 minutes, usually preceded by convulsions."
Attempts by the scientists to perfect their projectile took on a darkly comical dimension when they approached Singer Sewing Machines Ltd, based in Bristol, to supply a variety of differently shaped needles without stating their purpose.
The request was met with bemusement by the company. In one letter sent in 1941, an executive wrote: "We are afraid we do not quite understand your requirements. From your remarks it would seem that the needles are required for some purpose other than sewing machines."
Despite the assertion of the researchers that their weapon was both more lethal and cheaper to make than conventional bullets, the darts never made it into mass production.
Noting that the projectiles were useless against any form of cover, a senior officer wrote them off as "highly uneconomical" and unlikely to cause mass casualties.
Farrah Fawcett: the crime-fighting sex symbol who lived and died on screen - The Guardian, uk - link (aqui)
Farrah Fawcett in a scene from Sunburn in 1979. Fawcett, 62, died after a long battle with anal cancer. Photograph: Rex Features• Actor chronicled illness in video diary
• College dropout sustained 30-year Hollywood career
- Jon Henley
- guardian.co.uk, Thursday 25 June 2009 20.44 BST
She epitomised the glamour and what was quaintly known as the sex-appeal of 1970s California: the buoyant golden curls, the pearl-white teeth, the sun-kissed curves. As the standout heroine of an improbable detective series, Charlie's Angels, Farrah Fawcett shot to stardom on our television screens and, thanks to a poster that sold a record 12m copies, lodged herself in the minds of teenage boys everywhere.
She died yesterday aged 62, after chronicling her two-and-a-half year battle with cancer in a video diary. With appearances from her partner, Ryan O'Neal, and her Charlie's Angels co-stars, the two-hour show was broadcast last month in America with the aim, Fawcett said, of fulfilling "a certain responsibility to those who are fighting their own fights and may be able to benefit from learning about mine".
Born in Corpus Christi, Texas, Fawcett dropped out of college after being voted one of the 10 most attractive women on campus, then turned success in toothpaste and shampoo adverts into an acting career. As Jill Munroe in Charlie's Angels, and as herself – in a 1,000-watt red swimsuit – in that poster, she personified an era in which sex was suddenly out there.
The essential premise of Aaron Spelling's show could be summed up, in entertainment writer Jim Slotek's words, as "beautiful girls fight crime in tight T-shirts". Charlie's Angels was so popular that at one stage 59% of America's TV audience was said to tune in – a feat for a show featuring three female private detectives whose main talent was the ability to wield a gun while shouting, "Freeze, turkey!"
Fawcett appeared well aware of what made the show a more or less instant hit from its launch in 1976. "When the show was number three," she once said, "I figured it was our acting. When it got to be number one, I decided it could only be because none of us was wearing a bra."
For many, her sex-symbol status overshadowed her acting abilities. "If you were to list 10 images evocative of American pop culture, Farrah Fawcett would be one of them," Robert Thompson, a professor of television and popular culture at Syracuse University, told the LA Times yesterday.
In 1973 Fawcett married Lee Majors, soon to become a household name as the Six Million Dollar Man. She was sued for breach of contract when she tried to leave Charlie's Angels after one season, a dispute only resolved when she agreed to a series of guest appearances.
After her marriage broke down, Fawcett began a long relationship with Ryan O'Neal. She appeared in a 1978 flop with Jeff Bridges. Titled Somebody Killed Her Husband, it became known as Somebody Killed Her Career. She also appeared as Burt Reynolds' love interest in The Cannonball Run in 1981. But if the movies failed to welcome her, she found her place in Hollywood in made-for-TV films.
The Washington Post described her performance as a battered wife looking for revenge in The Burning Bed (1984) as "strenuous and superb". Further roles as fragile women in often tortured relationships, such as Extremities (1986) and Small Sacrifices (1989), also met with acclaim.
In the 1990s she began trying to recapture her sex-symbol status, undergoing plastic surgery and posing nude for Playboy as well as an ill-judged 1997 Playboy movie. But that same year, she produced a memorable performance in The Apostle.
The tabloids made a great deal of her troubled personal life, with claims of domestic abuse by boyfriends, and leapt on an almost incoherent 1997 appearance on the David Letterman show. She once said that all she had to do to get on the cover of People was to "have a new boyfriend. Or even a new dog."
A re-emergence in a dire reality show on cable TV in 2005 was overshadowed by the diagnosis of a rare anal cancer in 2006. Three months after being declared free of the disease in 2007 she was told it had returned and spread to her liver.
British intelligence agencies to step up security over cyber-attack threats - The Guardian, uk - link (aqui)
- Richard Norton-Taylor
- guardian.co.uk, Thursday 25 June 2009 18.26 BST
Intelligence agencies led by GCHQ, the government's electronic spy centre, are to step up operations against a growing threat of cyber-attacks, the government announced today as part of an updated "national security strategy".
A new cyber-security operations centre will be attached to GCHQ in Cheltenham. A policy co-ordinating office dealing with cyber-security will also be set up in Whitehall under Neil Thompson, a senior official, with staff from MI5, MI6 and other government agencies.
Link to this audio
Cyberspace was a new area where "hostile states, terrorists, and criminals … can all threaten UK security interests", the Cabinet Office said.
The Association of Chief Police Officers is drawing up what it calls a new strategy on law enforcement and cyber-crime.
Lord West, the Home Office security minister, was coy at a press briefing about the extent of cyber-attacks on Britain. "We know various state actors are very interested in cyber-warfare," he said. He declined to comment on which countries had tried to attack British government systems but referred to remarks by Jonathan Evans, MI5's head, who has accused China and Russia of state-sponsored espionage against parts of Britain's economy.
The Guardian reported in 2007 that Chinese hackers, some believed to be from the People's Liberation Army, had been attacking the computer networks of British government departments, including the Foreign Office.
West said "a large number" of cyber-attacks were known about. "I'm not aware of any key piece of information [lost]." Officials estimated the cost to the UK of cyber attacks was "over a billion a year".
BT has reported 1,000 attacks on its networks every day, West said. But he said most of those were "low grade". He also said terrorists were not the biggest threat, though they were learning quickly.
Concern about the vulnerability of smart personal electronic systems has meant very few senior government officials using them; those who do have their systems vetted and protected by GCHQ.
"It's one reason why I have a stone age phone," West said. "When you get one of those marvellous new ones … you have opened yourself up to all the internet issues. Suddenly people can get access to all sorts of data." An official said: "The lack of BlackBerrys in Whitehall illustrates the point." No 10 did not respond when asked if Gordon Brown, like Barack Obama, had a BlackBerry.
West said GCHQ and its US equivalent, the National Security Agency (NSA), were working together on cyber-security. He said the UK was less vulnerable than US networks. Robert Gates, the US defence secretary, this week proposed a new body, run by the NSA, to defend military networks against computer attacks and develop offensive "cyber-weapons".
In a clear reference to GCHQ, West said British agencies had the capacity to counter-attack hostile computer systems. The government said it would set up an "ethics advisory group" designed to "make sure government activity on cyber-security is consistent with personal freedoms to use cyberspace". The group would monitor government activities to ensure they were proportionate.
The government declines to say what the measures will cost, saying only that it will run into "hundreds of millions".
The shadow security minister, Lady Neville-Jones, said: "The government has missed an opportunity to review muddled structures … We are also left waiting for a lot of detail on organised crime, maritime security and energy security."
The Liberal Democrat home affairs spokesman, Tom Brake, said: "This new cyber-security strategy could lead to an extension of the government's invasive counter-terrorism powers, which already pose significant threats to our civil liberties."
Monsanto supprime 900 emplois et voit son bénéfice reculer de 14 % - Le Monde, fr - link (aqui)
Le groupe agrochimique américain Monsanto a annoncé, mercredi 24 juin, engager un plan de restructuration prévoyant la suppression de 900 emplois dans le monde, après avoir enregistré au troisième trimestre de son exercice décalé (mars-mai) une chute de 14 % du bénéfice net.
"Les mesures annoncées aujourd'hui vont permettre à notre entreprise de mieux évoluer dans l'environnement fluctuant et de la garder sur le chemin de la croissance", a commenté le PDG, Hugh Grant, cité dans le communiqué. Le plan de restructuration, que l'entreprise prévoit de finaliser au cours de son prochain exercice fiscal, comprend par ailleurs la création d'une nouvelle division dédiée aux herbicides, dont le Roundup. "Cela amènera plus de transparence et une plus grande visibilité sur notre production de Roundup, et permettra de mieux se concentrer sur nos activités de semences", a souligné M. Grant.
Monsanto, spécialiste des semences génétiquement modifiées, a dégagé au troisième trimestre de son exercice 2008-2009, terminé le 31 mai, un bénéfice net de 694 millions de dollars, contre 811 millions sur la même période l'année précédente. Ramené par action, le bénéfice courant est toutefois ressorti à 1,25 dollar, au-delà des attentes des analystes, qui tablaient sur 1,17 dollar. Pour sa part, le chiffre d'affaires du groupe a reculé de 11 %, à 3,16 milliards de dollars, tiré vers le bas par une division par deux de ses ventes de Roundup et autres herbicides, tombées à 614 millions de dollars.
Les 20 spots de l'été - Le Figaro, fr - link (aqui)
La terrasse plein ciel du Mama Shelter (F.Amiand). Crédits photo : francis amiand23/06/2009 | Mise à jour : 19:37
Terrasses plein ciel, tables au vert, bistrots de poche ou exochics, voici vingt nouvelles adresses pour savourer Paris cet été.
La plus « incontournable » : Yam Tcha
Un décor d'entre épure et pénombre, seize couverts ménageant les intimités et une confidence de cuisine où manœuvre une jeune femme chef, passée par les trois étoiles de l'Astrance. La suite ? Pas de carte, un service qui garde le secret des fourneaux et des menus se déliant, au jour le jour, sans autre artifice que l'instant et l'intuition, l'ici et l'Asie, l'acuité des produits et la science des cuissons. Une gastronomie forte comme parfois les évidences, sûrement la révélation de la saison.
Yam Tcha, 4, rue Sauval, Ier. Tél. : 01 40 26 08 07. Tlj. sf lun. et mar. Menus à 30 € (déj.), 45 et 65 €.
La plus « pique-nique urbain » : la terrasse du Mama Shelter
Non content d'assurer le plein air bobo au teck d'une terrasse alimentée par des grignotages signés Senderens, le « kibboutz urbain » de Trigano-Starck dédouble le farniente en installant sur son toit une bucolique parisienne avec ce qu'il faut de barbecue et d'effets pique-nique.
Mama Shelter, 109, rue de Bagnolet, XXe. Tél. : 01 43 48 48 48. Tlj. Env. 20-35 €.
Mama Shelter (Photo Francis Amiand).La plus « Marais » : Cru
Sans la plage mais avec une bonne dose de pavé parisien, une table à la manière d'une décapotable qui laisserait tourner un invisible moteur, dans la coulisse du Marais. Une charmante courette à ciel ouvert, une salle ouvrant les paupières de ses baies vitrées et, entre les deux, des nourritures nature, d'une urbaine frugalité, insouciantes comme parfois les beaux jours (carpaccios, ceviches, tartares, viandes et poissons bronzés au gril).
Cru, 7, rue Charlemagne, IVe. Tél. : 01 40 27 81 84. Tlj. sf dim. (dîn.) et lun. Env. 35-40 € (carte), menu à 19 € (déj.).
La plus « planquée » : Passage 53
S'attabler dans un passage couvert, c'est un peu comme verser dans une gastronomie quasi clandestine, passer à table tout à la fois dans mais loin de Paris. S'en convaincre avec ce récent bistrot propice à ajouter aux charmes des planques et parenthèses le sel de l'appétit (velouté de brocolis, thon cru à la verveine, tarte de veau aux huîtres, pannacotta fraise-laurier…).
Passage 53, 53, passage des Panoramas, IIe. Tél. : 01 42 33 04 35. Tlj. sf dim. Env. 40 € (carte), menu à 19 € (déj.).
La plus « néoguinguette » : Cantina Mundo
Pour la friture, l'onglet-frites, les nostalgies de java et de bords de Marne, mieux vaut oublier ! Mais, histoire de sortir des clichés de banlieue bitume, pourquoi pas Bagnolet, une moderne guinche et ce bistrot post-périph, délestant, sous la tonnelle de son jardinet, quelques sympathiques comestibles, à la croisée de l'épice et de la canaille (asperges au sabayon d'agrumes, agneau rôti au ras el-hanout, soupe de fraises à l'huile d'olive…) ?
Cantina Mundo, 7, rue Marceau à Bagnolet (93). Tél. : 01 43 63 26 95. Tlj. sf. sam. (déj), dim. et lun. Env. 35 € (carte), menus à 15 et 18 € (déj.) et 24 € (dîn.).
La plus « transalpine « : Caffè dei Cioppi
Cette casa, c'est un peu comme si la Botte avait coincé le talent de son talon aux pavés déchaussés d'une Bastoche de passage. L'aller simple pour l'Italie sans pousser plus loin que le centre de Paris avec, à l'appel d'une petite vingtaine de couverts, le service vous prenant sous son aile, les vins solaires et toute l'énergie d'une cuisine tournée vers le bonheur, « mamamiesque », jouissive, juteuse, vous roulant en bouche toutes les langues de risotto, pasta et autre mascarpone.
Caffè dei Cioppi, 159, rue du Fbg-St-Antoine, XIe. Tél. : 01 43 46 10 14. Tlj. sf sam., dim., lun. (dîn.) et mar. (dîn.). Env. 25-35 €.
Caffè dei Cioppi.La plus « expérimentale » : Nomiya
Prière d'aviser là un parfait objet gastronomique non identifié en forme de capsule de verre posée, pour une petite année, sur les toits du Palais de Tokyo. À l'intérieur, une table d'hôte et des repas en façon de performance culinaire, cogités pour une douzaine de couverts par le binôme arty-popote Laurent Grasso- Gilles Stassart. Cœurs sensibles s'abstenir mais aux appétits vertigineux, avouons une assiette qui tutoiera les étoiles mieux que chez Michelin.
Nomiya, 13, avenue du Président-Wilson, XVIe. Réservation : www.art-home-electrolux.com. Menus à 60 € (déj.), 80 € (dîn.).
La plus « Costes » : La Société
Cinquante ans après, sans Boris, sans Vian, mais avec ce qu'il reste d'après à Saint-Germain-des-Prés, l'ancien Bilboquet renoue avec les gymnastiques mondaines de la rive gauche sous la houlette des Costes au meilleur de leur forme. C'est par là qu'il faut voir, être vu et « parisianer » son été, entre deux airs jazzy (servis sur piano à queue) et deux bouchées d'air du temps (tartare AR, soupe thaïe, sole meunière, canard crispy…).
La Société, 4, place Saint-Germain-des-Prés, VIe. Tél. : 01 53 63 60 60. Tlj. Env. 60 €.
La plus « bon chic, bon green » : Le Jardin d'Ampère
À cinq minutes de l'Étoile, au vert d'un patio de discrétion, la petite musique d'une table de derrière la façade réglant une partition, certes un peu précieuse sur quelques plats (croustillant d'asperges, cromesquis de morue et sorbet parmesan) mais suffisamment bien intentionnée pour filer la romance jusqu'aux desserts (ceux-là, carrément épatants !).
Le Jardin d'Ampère, Hôtel Ampère. 102, avenue de Villiers, XVIIe. Tél. : 01 44 29 16 54. Tlj. sf dim. (dîn.). Menus à 24 et 28 € (déj.). Carte env. 40-50 €.
La plus « bistrote » : Frenchie
Il en fallait bien un, ce sera donc celui-là ! Soit une bonne mine de bistroquet niché dans une de ces rues sans pignon, fidèle au sirop de Paname, oublieuse des passants et prodigue à abriter une double salle post-popu où un jeune chef mouille le tablier pour sortir un bon sens de formule, futée sans être futile (truite fumée aux pickles de concombre, agneau et compotée de pois chiches-tomates, pannacotta rhubarbe-verveine…).
Frenchie, 5, rue du Nil, IIe. Tél. : 01 40 39 96 19. Tlj. sf dim., lun. et mar. (déj.). Menus à 16 et 19 € (déj.), 27 et 33 € (dîn.).
Le plus « cinéphage » : le 51
On s'attendait à une série B de buffet et voilà que la Cinémathèque s'offre un joli brin de réfectoire prolongé d'une terrasse, histoire de parler la bouche gentiment pleine en avant-après séance. Tant qu'à choisir la meilleure scène, autant miser sur l'extérieur jour pour inviter à sa table un Technicolor de ciel entre le gaspacho, le poulet (bien) rôti et un public tout plein de meilleurs espoirs féminins-masculins. Manquent plus que la caméra de Rohmer et le Conte d'été.
Le 51, À la Cinémathèque. 51, rue de Bercy, XIIe. Tél. : 01 58 51 10 91. Tlj. sf. mar. Env. 15-25 € (déj.), menus à 16 et 23 € (dîn.).
Le 51La plus « Paris de campagne » : Rosa Bonheur
Lancée l'été dernier dans une délicieuse débraille de post-caboulot, Rosa Bonheur revient, cette année, en haussant le ton d'un décor de chic et de broc et de quelques assiettes verdoyantes, désormais supervisées par le chef du restaurant La Chassagnette, en Arles. Verdure pour verdure, les frondaisons des Buttes- Chaumont et le service très nature de la fraîche patronne se chargent de maintenir des climats parfaitement de saison.
Rosa Bonheur, Parc des Buttes-Chaumont, 2, allée de la Cascade, XIXe. Tél. : 01 42 00 00 45. Tlj. sf lun. et mar. (sf lun. uniquement à partir du 1er juillet). Env. 15 €.
La plus « night » : La Réginette
Puisque les mâchoires les plus en vue de l'avant-scène parisienne n'auront juré, cette année, que par la quatre fromages, la Vesuvio et la calzone (Al Taglio, Pizza Chic…), autant les suivre dans l'ultime antre du genre. Soit la Réginette, micro-annexe pipole et pizzaïole du célèbre club Régine's. Vous reprendrez bien une part de snobisme ?
La Réginette, Galerie 66. 49, rue de Ponthieu, VIIIe. Tél. : 01 83 56 65 55. Tlj. mais le soir seulement les mer., jeu., ven. et sam. Env. 20-30 €.
La plus « smoke in the summer » : la terrasse du Chacha
Après neuf mois de bons et loyaux services rendus à la nocturne, le resto-bar-boîte-fumoir du tandem Hôtel du Nord-Langmann s'aère en dévoilant une terrasse où devraient s'agiter les nuits et les faunes d'usage. Vus de l'assiette, les comestibles tiendront le parasol comme, cet hiver, ils le firent de la chandelle.
Chacha, 47, rue Berger, Ier. Tél. : 01 40 13 12 12. Tous les soirs. Env. 15 € (le verre), 40 € (le repas).
La plus « asie-mutée » : Rice & Fish
Vacances pour vacances et tant qu'à croiser du côté des japonaiseries, autant leur faire voir un peu de pays en taquinant de la baguette les créations de ce sushi-maki bar, revues et corrigées par une bande de Californiens, propices à rock'n'roller les usages du riz et du poisson cru (rouleau sésame-concombre-shitake et déroutante glace en tempura…).
Rice & Fish, 22, rue Greneta, IIe. Tél. : 01 73 70 46 09. Tlj. sf dim. Env. 10-20 €.
La plus « boboland » : Corso
À quoi tient le destin d'une place parisienne jusqu'alors sans plus de postérité que celle inscrite au plan des préfectures ? Peut-être à un été 2009, la mécanique des fluides costienne et une terrasse ordinaire, soudainement investie par les bonnes têtes du Xe parallèle (bobos & co), lézardant ses paresses devant un ronron italo-parigot nettement plus industrieux (cappuccino de morue, entrecôte Montana, vacherin napolitain).
Corso, 2, place Franz-Liszt, Xe. Tél. : 01 42 47 01 23. Tlj. Env. 35-40 €.
La plus « si loin, si proche » : Chamarré Montmartre
Lors de son lancement, l'automne dernier, nous en avions dit tout le mal que nous estimions en penser. Quelques mois plus tard, au retour d'un soleil complice et après sérieux ajustements, cette enclave néomauricienne abordant aux rives de Montmartre s'est enfin trouvé un cap et une terrasse en illusion de hamac, prompte à accompagner des exotismes et des épices désormais aussi plaisants qu'opportuns.
Chamarré Montmartre, 52, rue Lamarck, XVIIIe. Tél. : 01 42 55 05 42. Tlj. Menus à 17 et 25 € (déj.), 52, 65 et 115 € (dîn.). Carte env. 60 €.
La plus « chinoise » : Shan Goût
Loin des interlopes du coin de la rue et des bouddhas plaqué or, un sino sans pesanteur et sans esbroufe, prodigué entre quatre petits murs intimistes, où le seul exotisme à se tramer est celui du creux de l'assiette, l'instant de quelques grammages étonnamment friands (raviolis de porc grillé, soupe de bœuf nouilles, poulet à l'étouffée et châtaignes caramélisées, pommes laquées au sésame…).
Shan Goût, 22, rue Hector-Malot, XIIe. Tél. : 01 43 40 62 14. Env. 25-30 € (carte), menus à 11,80 et 18,80 €.
La plus « mini, mini » : Le Zinc Caïus
Est-ce le diktat des temps de crise ou la revanche des discrétions sur les saisons du bling, toujours est-il que Paris a plébiscité, cette année, les adresses de promiscuité. Cette microannexe du très vertueux Caïus (juste en face) joue, sur quelques mètres carrés, une cuisine au direct de l'ardoise (lard de San Clemente, lentilles vertes du Puy, lapin en cocotte, tombée de cerises à la glace pistache). Un comme-chez-soi sans les aléas.
Le Zinc Caïus, 11, rue d'Armaillé, XVIIe. Tél. : 01 44 09 05 10. Tlj. sf. dim. Env. 30 €.
La plus « saine » : Kitchen
Futomaki, stew bowl, acai bowl, smoothie, conscious chocolate, spiruline ? Vous n'avez rien compris ! Prière donc de réviser, le temps d'un été, l'ABC des nouvelles nourritures végétariennes en picorant à cette fraîche cantine, activée par un agit-popote de l'appétit naturopathe. Lequel roule les mécaniques de ses ustensiles dernier cri devant un parterre de brindilles pinçant leurs jolies bouches aux pics du diététique.
Kitchen, 74, rue des Gravilliers, IIIe. Tél. : 09 50 06 36 18. Tlj. sf sam. Env. 10-15 €.
La mort de Farrah Fawcett - Le Figaro, fr - link (aqui)
Kate Jackson, Jaclyn Smith et Farrah Fawcett, les trois héroïnes oiriginelles de «Drôles de Dames». Crédits photo : AP26/06/2009 | Mise à jour : 11:38
A 62 ans, l'héroïne de «Drôles de Dames» a succombé jeudi matin à un cancer du côlon.
Le cancer n'aura pas laissé le temps à Farrah Fawcett d'épouser son compagnon de longue date Ryan O'Neal. L'héroïne de la série «Drôles de Dames» a succombé, jeudi matin, à 62 ans au cancer du côlon qui la minait depuis trois ans. L'actrice à la crinière blonde et au brushing légendaires est morte dans un hôpital de Los Angeles, entourée de ses amis et de sa famille. Plus tôt dans la journée, la chaîne américaine ABC avait révélé que la comédienne se trouvait dans un état critique. «Je ne suis pas sûre qu'elle réussisse à passer la journée», avait confié la journaliste Barbara Walters, qui ajoutait que l'actrice avait «reçu les derniers sacrements».
Le combat de l'actrice contre la maladie, d'abord entrée en rémission en 2006 avant de ressurgir de manière plus agressive en 2007, avait été très médiatisé. Farrah Fawcett avait chroniqué dans un documentaire, diffusé en mai sur NBC ,ses sessions de chimiothérapie et ses voyages en Allemagne où elle suivait de traitements expérimentaux.
En vain, le mois dernier, son compagnon l'acteur Ryan O'Neal avait révélé que le cancer de l'égérie des années 70 était terminal. «Elle se repose au lit désormais. Elle est sous intraveineuse et on peut considérer que les traitements sont terminés», annonçait le héros de «Barry Lyndon», qui entretenait depuis 27 ans une liaison à éclipses avec la star. Le comédien confiait vouloir épouser sa compagne. «On se mariera dès qu'elle pourra dire oui. Peut-être pourrons-nous nous contenter d'acquiescer de la tête», ajoutait-il mélancoliquement. «C'est une histoire d'amour. Seulement, je ne sais pas comment jouer mon rôle cette fois. Je ne connais pas le monde sans elle», confiait Ryan O'Neal qui, dans les années 70, avait ému l'Amérique dans «Love Story», film dans lequel il incarnait un jeune homme qui voit succomber sa jeune épouse d'une leucémie.
Seulement une saison de «Drôles de Dames»
Farrah Fawcett défraie une nouvelle fois, en 1995, la chronique en posant nue à 48 ans pour Playboy, offrant des tirages record au magazine. Plus récemment elle était apparue en 1997 dans le film indépendant «Le prédicateur» et en 2000 dans la comédie de Robert Altman «Dr T et les femmes», aux côtés de Richard Gere et Helen Hunt.
Sa vie privée tumultueuse lui a valu l'attention constante des tabloïds. Farrah Fawcett épouse dans les années 1970 Lee Majors, héros de la série «L'homme qui valait 3 milliards», dont elle se sépare en 1979. Elle entame ensuite en 1982 une longue relation avec Ryan O'Neal. Le couple se sépare dans les années 90. Farrah Fawcett fréquente alors James Orr mais finit par quitter le réalisateur en 1998 lorsque celui-ci la frappe après qu'elle refuse sa demande en mariage. La comédienne se rapproche à nouveau de Ryan O'Neal lorsque l'acteur devéloppe en 2001 une leucémie, aujourd'hui guérie. Le couple avait eu un fils, Redmond. Âgé de 24 ans, le jeune homme a été récemment condamné à suivre une cure de désintoxication en centre fermé, après une série d'arrestations pour possession de drogue.
Sarkozy arrive aux Antilles en «rassembleur» - Le Figaro, fr - link (aqui)
Nicolas Sarkozy, jeudi à Fort-de-France, cinq mois après la longue grève contre la vie chère qui a paralysé la Martinique et la Guadeloupe. Crédits photo : DENIS/REA26/06/2009 | Mise à jour : 08:07
Le chef de l'État a commencé sa visite par un hommage aux «dissidents» antillais de la Seconde Guerre mondiale.
Renouer le dialogue avec les Antillais en leur parlant de leur histoire. C'est par un vibrant hommage de la nation aux résistants antillais de la Seconde Guerre mondiale que Nicolas Sarkozy a entamé, jeudi soir, à Fort-de-France son troisième déplacement en outre-mer. Un voyage délicat, cinq mois après la longue grève contre la vie chère qui a paralysé la Martinique et la Guadeloupe.
À son arrivée, le président s'est rendu au monument aux morts de Fort-de-France pour «honorer, a-t-il dit dans son discours, une page injustement oubliée de notre histoire nationale». Celle de milliers de jeunes Antillais qui, en 1940, ont quitté leurs îles, au péril de leur vie, pour rejoindre Sainte-Lucie. Engagés dans les Forces françaises libres, ces résistants surnommés les «dissidents» participèrent ensuite au débarquement en Provence puis à la libération de la France. «Aujourd'hui nous réparons une injustice», a souligné le président avant de remettre la Légion d'honneur à quinze «dissidents» survivants. Devant des anciens combattants émus, le président a exalté le «destin commun» qui unit la métropole et les Antilles : «Nos sangs sont mêlés, c'est un ciment que nul ne peut briser.»
Le «statu quo» impossible
Accompagné du nouveau ministre de l'Intérieur, Brice Hortefeux, et surtout de la secrétaire d'État Marie-Luce Penchard, Guadeloupéenne d'origine et fille de la sénatrice UMP Lucette Michaux-Chevry, Nicolas Sarkozy a ensuite serré les mains de quelques partisans. L'occasion de livrer son état d'esprit et convenir que c'était une visite «pas facile». «Il faut absolument trouver une solution, apaiser les choses et apporter une réponse à la demande d'égalité et d'identité. Le statu quo n'est pas possible», a-t-il averti avant d'aller faire un point d'étape sur les états généraux de l'outre-mer qu'il a lancés en avril. Interrogé sur la question d'autonomie, une demande récurrente en Martinique, le chef de l'État s'est dit «ouvert». «On ne peut pas gérer un département dans la Caraïbe comme un département en métropole, c'est une évidence», a-t-il martelé avec cette volonté de se poser en président «rassembleur», selon l'expression d'un de ses conseillers.
Sur le terrain, ce n'est pas gagné, tant les Antillais semblent osciller entre scepticisme et indifférence. La première journée de son séjour express s'est déroulée au pas de charge. Le programme de ce voyage a été conçu pour éviter tout risque de confrontation. Il passera, en effet, 20 heures à la Martinique et seulement 7 à la Guadeloupe.
Avant la visite présidentielle, le leader de la contestation à la Guadeloupe Elie Domota, qui ne rencontrera pas le président, a fait monter la pression : «Nous n'attendons rien de cette visite.» Provocateur, Domota laisse entendre qu'il regrette l'éviction d'Yves Jégo de son poste de secrétaire d'État au profit de la Guadeloupéenne Marie-Luce Penchard. Celle qui était encore simple conseillère technique à l'Élysée au début de la semaine n'avait absolument pas prévu de retourner dans son île avec le titre de ministre. La preuve ? Elle avait réservé un billet d'avion sur une ligne commerciale qu'elle n'a pas eu le temps d'annuler après sa promotion surprise.
Lavora in banca e cambia sesso: "Ora sono felice" - La Stampa,, it - link (aqui)




La stampa francese: «Nomi Sarkozy e figlio in inchiesta per fatture false» - Il Messaggero, it - link (aqui)

Secondo Mediapart, i nomi di Sarkozy e del figlio sono stati fatti da diversi indagati nel caso dell'appropriazione indebita di fondi ai danni di Teleshopping, la filiale di televendite di Tf1, la principale tv privata di Francia.
Secondo la ricostruzione dei magistrati, che non avrebbero però prove in mano ma si baserebbero solo su testimonianze, i fondi derivati dalle false fatturazioni sarebbero serviti a finanziare la campagna di Sarkozy.
La giustizia non ha proseguito le indagini, nonostante diverse intercettazioni telefoniche e testimonianze dimostrino i rapporti fra Pierre Sarkozy, produttore musicale, e uno degli indagati.









