domingo, 18 de outubro de 2009
Escada de metrô é transformada em piano [Uhull.com.br]
Imagine que você está descendo as escadas do metrô, como faz habitualmente todos os dias, e começa a ouvir sons de piano, tocados em ritmo que vai de acordo com os seu passos. Essa foi a proposta da agência de publicidade DDB em uma parceria com a Volkswagen.
As duas empresas se reuniram para criarem um experimento chamado, Fun Theory (algo como "teoria divertida", em inglês), uma tentativa bem ambiciosa de tentar mudar os hábitos sedentários dos moradores da capital da Suécia, Estocolmo.
Para isso, transformaram as escadas de uma estação de metrô em um piano, o que aumentou surpreendentemente o uso das escadas em 66%. O resultado você confere no vídeo.
Nos bares da vida

FLAVOURED
Badger Golden Champion
'Flavoured beer doesn't always have to mean fruit beer,' says Pete Brown. 'Golden Champion is delicately imbued with elderflower; enough to add a distinctive taste, not enough to become cloying or overpowering. This crisp, clean ale is probably the best barbecue beer in the world.'
BreweryHall and Woodhouse (www.hall-woodhouse.co.uk)
How much £1.38 5% ABV - 500ml
Nos bares da vida

BITTER
Hook Norton Old Hooky
'This often-overlooked beer is a classic example of an English bitter,' says Zak Avery. 'Copper-brown in colour, with lots of toasted biscuity malt, dried fruit and a hoppy spiciness in the finish, Old Hooky is complex and drinkable in equal measures.'
BreweryHook Norton Brewery (www.hooknortonbrewery.co.uk)
How much £1.66 4.6% ABV - 500ml
Encore de la Lingerie - L e Figaro, fr - link (aqui)
Eh oui ! Et de manière de plus en plus littérale. L’explosion des dessous griffés et/ou de créateurs remontant au tout début des années 2000, la mode jette un léger coup d’œil dans le rétro et ranime le concept du dessus-dessous. Elle exhibe carrément soutiens-gorge sur chemises et culottes hautes sous jupettes de mousseline. À noter aussi, l’improbable, mais notable retour du body…
Lina acha agenda que teria data de reunião com Dilma - Folha de São Paulo - link (aqui)
Registro à mão de encontro no Planalto aparece na página de 9 de outubro de 2008
Ex-secretária da Receita diz que ministra convidou-a para reunião e pediu para agilizar apuração sobre Sarney; Dilma rechaça pedido e encontro
LEONARDO SOUZA
ANDREZA MATAIS
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Na primeira linha da página do dia 9 de outubro de 2008, existe uma anotação à mão sobre o tal compromisso. Segundo Lina, o encontro ocorreu na parte da manhã, por volta das 11h, no Palácio do Planalto.
O Gabinete de Segurança Institucional confirma que há registros da ida de Lina ao edifício naquele dia. Dilma, no entanto, diz que nunca teve uma audiência reservada com a então secretária da Receita.
O documento reforça o relato que Lina fez à Folha no começo de agosto deste ano. Na ocasião, a ex-secretária afirmou que Dilma havia solicitado o encontro reservado no Planalto para encaminhar o que Lina interpretou como uma ordem para encerrar logo a auditoria sobre os negócios de Sarney, aliado histórico do governo Lula e hoje presidente do Senado -ordem que a ex-secretária afirma não ter acatado.
Dilma negou não só o pedido como o encontro. A Folha procurou a assessoria de imprensa da ministra, mas não obteve resposta.Tanto ela quanto Lula desafiaram Lina a apresentar a agenda. "Qual a razão que essa secretária tinha para dizer que conversou com a Dilma e não mostrar a agenda?", disse o presidente, em agosto.
Na entrevista à Folha, em que detalhou a reunião, descrevendo até a roupa da ministra, Lina ressaltara que tinha feito registro do encontro em sua agenda pessoal. No entanto, o documento estava entre seus pertences embalados para a mudança de volta a Natal (RN). Lina havia sido demitida em meados de julho do principal cargo do fisco, depois de apenas 11 meses no posto.
Entre as razões para sua exoneração, estava o incômodo no Palácio do Planalto causado por pressões de grandes empresas que haviam sido fiscalizadas pela Receita, num projeto adotado por Lina de priorizar os maiores contribuintes.
Em meados de agosto, Lina prestou depoimento no Senado. Confirmou o relato feito à Folha e deu mais detalhes da reunião com Dilma. Mencionou, por exemplo, o nome do motorista que havia lhe levado ao Planalto. Disse que considerava o pedido da ministra "descabido" -a Casa Civil não tem nenhuma ingerência formal sobre a Receita, subordinada ao Ministério da Fazenda.
Mais uma vez, porém, a ex-secretária não apresentou a agenda com o compromisso, fato comemorado por Lula, Dilma e pela base de apoio à candidatura da ministra à Presidência da República em 2010.
Numa tentativa de desmentir a ex-secretária da Receita, senadores governistas divulgaram datas em que Lina esteve no Palácio do Planalto. Um dos registros é justamente o da manhã do dia 9 de outubro.
Em nenhum momento, a ex-secretária havia dito em público o dia exato do encontro. Ela sempre contou somente que a reunião havia sido no final do ano. Como não havia nenhum registro de visita da ex-secretária em novembro e dezembro, o governo acreditou ter desmascarado Lina.
A oposição no Congresso chegou a solicitar as imagens do circuito interno de TV do palácio, mas o Planalto informou que só guardava essas imagens por 30 dias. Depois disso, as fitas seriam apagadas.
Dias após o depoimento no Senado, segundo a Folha apurou, Lina encontrou a agenda. Mas ficou com receio do que fazer com o documento. Afirma ter recebido recados de pessoas ligadas ao governo para deixar "o assunto morrer".
Em meados de setembro, a ex-secretária fez uma viagem de três semanas para a Europa. Voltou no dia 7, disposta a dar um "desfecho formal" ao caso. Não quer mais exposição na imprensa. Prefere entregar o documento ao Ministério Público Federal, se convocada.
Clóvis Rossi - Folha de São Paulo - link (aqui)
De vira-latas e emoções
SÃO PAULO - Por muito que esteja ficando cachorro grande, o Brasil não consegue livrar-se do complexo de vira-lata, como dizia Nelson Rodrigues, talvez o maior escafandrista da alma brasileira.
Prova mais recente: a deferência com que foram tratados nesta semana dois dos consultores da campanha de Barack Obama, como se tivéssemos algo a aprender em matéria de marketing político. Quero dizer, sempre se aprende algo com alguém, mas, nessa matéria, somos é mestres, não alunos.
Basta lembrar que há 60 anos, antes que existisse marketing (político ou comercial), já tínhamos um Jânio Quadros a espalhar caspa pelo paletó para fazer-se "do povo". E era um campeão de votos.
Eis que agora ouvimos Jason Ralston, cérebro da publicidade de Obama na campanha, dizer o seguinte: "É sempre preferível ter o apoio de um líder popular a não tê-lo". Brilhante. Ralston ainda acrescentou: "A popularidade de um líder não é transferível para outro candidato".
Sei, não. Orestes Quércia elegeu um virgem em disputas eleitorais, Luiz Antônio Fleury Filho, assim como Paulo Maluf o fez com outro virgem, Celso Pitta.
Pulemos agora para Ben Self, o rapaz da campanha on-line de Obama, para quem "emoção e doação estão definitivamente ligados". Só se foi na campanha de Obama. No resto do mundo, doação está ligada, definitivamente, a intere$ses bem concretos. Podemos ser vira-latas, mas ingênuos não somos.
Ah, por falar em emoção, vou sentir muito falta de Lula na campanha de 2010, pelo menos como candidato. Para o bem e para o mal, Lula põe a gota de emoção em campanhas que vão se pasteurizando crescentemente, inclusive as do PT.
A emoção agora é "by appointment" dos Duda Mendonça da vida. Muita gente dirá que estamos amadurecendo. Talvez. Mas sem emoção não há solução.


















