quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Pânico Na Tv - Sabrina Sato na Uniban - TV UOL




18/11/2009 15h34


Sabrina e o caso da mini-saia, Sabrina foi fazer coro ao protesto que rolou em frente a Uniban para defender Geyse.

A Night On The Bare Mountain (A) - Modest Petrovich Mussorgsky

A Night On The Bare Mountain (B) - Modest Petrovich Mussorgsky

Martti Talvela - Songs and Dances of Death - Lullaby

Bar é fotografia - Bertrand Baus


Bertrand Baus

Do not disturb

O MEDO da ditadura, a obsessão de combatê-la. O MEDO de ditadores civis (como Serra, Dilma e Ciro), como combatê-los depois de ELEITOS? - link (aqui)



Tribuna da Imprensa


Helio Fernandes


Lógico, falo de Serra, Dilma e Ciro. Têm formação e convicção draconiana, dominadora, não suportam diálogo, controvérsia, debate. Mandam, e quem não obedecer terá que sofrer as consequências. Por isso afirmei que, com os três, qualquer um deles no Planalto, a democracia brasileira estará em perigo.

Tenho medo desses democratas autoritários que colocam sempre a segunda palavra na frente da primeira. E não tenho o menor constrangimento de dizer que tenho medo. Quem diz, “não tenho medo de nada”, é um irresponsável ou um mentiroso.

O normal é ter medo, a grandeza está em resistir a ele, saber que está no limite da perseguição, que tudo pode acontecer, o Poder nefasto e torturador tem o “direito da força” e pode fazer o que quiser. Isso dá um medo terrível, irreprimível, irresistível.

Por causa do comportamento desses três que pretendem chegar e dominar o Planalto, tenho medo pelo passado deles e obviamente pelo futuro do país. A glória deles é o Poder, se conseguirem conquistá-lo, assustarão milhões. Todos me perguntam: “Nesse caso, em quem votar?”.

Nas inúmeras vezes que fui levado preso para o Codi-Doi, ia apavorado. Mas por dentro. Quem olhasse a minha fisionomia, mirasse meus olhos, poderia dizer ou perguntar: “Esse homem não tem medo?”. Eu só era preso de madrugada, assustador. Depois melhorei a constatação: “Eles só prendem os que resistem, de madrugada e de preferência com temporal”.

Quem prendia, por ordem dos militares, era a polícia civil. Mas nos carros, sempre me diziam: “Não gostamos de trazer prisioneiros ao CODI, entregamos e vamos embora”. Aqueles oficiais de no mínimo 1,80m (chamados de “Catarinas”) me gozavam: “O senhor escreve contra nós mas está sempre aqui”. Mal sabiam eles, que eu escrevia menos de 1 por cento do que desejava, a censura devorava tudo.

Esse antro de terror ficava na Barão de Mesquita, foi IDÉIA de Orlando Geisel, (irmão de Ernesto) que queria tanto ser “presidente”, não conseguiu. Foi montado numa parte da antiga Polícia do Exército. Inicialmente se chamava CODI-DOI. Surpreendentemente mudou de nome, inverteram as palavras, passou a ser DOI-CODI. Ninguém conseguiu explicar.

Numa daquelas madrugadas de choros, gritos e lamentos, fui levado mais uma vez para lá. Eram duas da manhã, quando chegou o comandante dessa “Universidade do Terror”, seu nome era Fiúza de Castro. (O filho, o pai foi um homem digno, quase Ministro da Guerra, ainda se chamava assim).

De paletó esporte, sorumbático, que palavra, disse se referindo a mim: “Eu gosto tanto quando senhor escreve sobre esportes, por que tem que se meter na vida dos governos?”. Ele se julgava governo, e legítimo.

Voltou a fingir que dormitava, até que um capitão, nunca soube o seu nome, perguntou: “Coronel, por que esta unidade mudou de nome?”. E Fiúza de Castro, às gargalhadas, “trocamos de nome porque DOI primeiro”. Pouco depois, no Almanaque ele era o número 1 para general. Ninguém queria promovê-lo, o candidato forte era o número 2. Fizeram então o seguinte. Promoveram Fiúza de Castro, foi nomeado Comandante da polícia Militar, agregava. E promoveram o número 2. (Naquela época a Polícia Militar era comandada por um general da ativa).

Aquele antro vivia (?) cheio de jovens de 19, 20, 21 anos, todos de classe média. Eram presos, levados para lá, torturados imediatamente, tiravam “informações”, quando chegava o pistolão, eles soltavam. Uma noite, na minha casa, o general Cordeiro de Farias contava para José Aparecido, Oscar Pedroso Horta, (Ministro da Justiça de Jânio) o grande advogado Evaristinho, o que sofrera pra tirar o filho de um amigo desse CODI ou DOI.

Cordeiro, (que na FEB já era general, Castelo Branco ainda Tenente-Coronel) contava: “Quando fui governador de Pernambuco, (pelo voto direto) fiz grandes amigos civis. Um deles teve a filha de 20 anos levada para lá, me telefonou desesperado. Levei mais de um dia para localizá-la, já havia sido torturada”.

(Foi lá que assassinaram o bravo Rubem Paiva. Foi preso por causa de revelações irresponsáveis, todos os telefones eram gravados. Levado para a Aeronáutica, começaram a torturá-lo. Gostavam muito de amarrar o prisioneiro num jipe, e “passear” com ele por aqueles caminhos cheios de pedras, ninguém resiste. Já estava agonizante, foi levado para a Barão de Mesquita, onde morreu horas depois. Montaram então a farsa: “estavam levando o prisioneiro num jipe, pela Quinta da Boavista, quando foram atacados”. Inacreditável, nenhum órgão publicou coisa alguma. (Nós tentamos, a muralha da censura nos soterrou).

Foram vezes incontáveis, a mesma rotina do medo, meu e deles. Pois como eu era um nome nacional, eles se compraziam antecipadamente no prazer de me torturar, como aconteceu com tantos. E se eu não resistisse à tortura e morresse? Foi o que aconteceu com o jornalista Wladimir Herzog, assassinado em São Paulo, na sucursal do DOI, que lá se chamava OPERAÇÃO OBAN.

***

PS- Comecei a falar em MEDO da ditadura, mas lutar contra ela basta (basta?) ter disposição, coragem e determinação. O EXÍLIO é uma satisfação, como disse Darcy Ribeiro: “Nunca me diverti tanto como no exílio, visitei países que jamais conheceria, não gastei um tostão”.

PS2- Mas como respeitar e deixar de combater Dona Dilma, Serra ou Ciro, se chegarem ao Planalto? Aí, estarão LEGITIMADOS por essa representatividade falsa, mas que será necessário renovar, revolucionar ou renovolucionar. Sei que irei combatê-los, haja o que houver. Mas nesse HAJA O QUE HOUVER, como ultrapassar o tempo?

PS3- Ia contar outras OPORTUNIDADES de MEDO quase PÂNICO, são tantas, fica para outra vez. De preferência sem nenhum dos três no Poder.

Bar é fotografia - Andre Andreev


Andre Andreev

Untitled

Bar é crônica - Priscila Lopes


Priscila Lopes



porta afora




(Priscila Lopes)






Eu tenho um problema com chaves. Sempre que tranco a porta de casa, coloco as chaves na bolsa, sendo que em seguida tenho que retirá-las novamente para destrancar o portão da rua. Faço isso também na garagem, que se atreve ao excesso de cautela de possuir uma porta chaveada entre o elevador e meu carro. Desligo o carro, coloco o chaveiro na bolsa, caminho até a porta... e aí se agrava o problema: destaco a chave errada. Com frequencia me engano sobre qual é a chave certa. Como se não abrisse as mesmas portas todos os dias. Como se o segredo se transformasse com a mesma rapidez que meu pensamento sobre as coisas. Deixo as chaves na casa dos outros - e para suas portas, minhas chaves são inúteis. Perco as chaves na rua - elas encontram novas portas, eu providencio novas chaves. Esqueço onde as coloquei, e fico perdida diante de uma liberdade prisioneira, sem saber se vou e ou se fico. Confundo as minhas chaves com outras chaves, confundo as minhas portas com outras portas; deixo minhas gavetas abertas. Não espio pelo buraco da fechadura de ninguém, e coloco nos meus buracos bolinhas de papel barrando a intervenção alheia. Sou cheia de trancas, cheia de segredos, cheia de senhas para decorar e esquecer. Eventualmente me conduzo com as chaves trocadas, com o segredo exposto, com as senhas erradas. Nessas ocasiões me liberto. Lembro-me de um dia ter saído de casa e encontrado um chaveiro pendurado em um galho de árvore. Alguma pessoa encontrara as chaves erradas e deixara exposta a fragilidade daquele que, distraidamente, perdera as suas. O chaveiro era muito bonito. Quase tive um atrevimento. Mas o meu chaveiro já é parte das minhas chaves que são parte das minhas fechaduras que são parte dos meus pertences. Oh Deus, como posso ser tão insolente, expondo num chaveiro luminoso toda a minha possessividade? Eu tenho esse problema com chaves. Acho que sou uma pessoa trancada. Estas coisas que escrevo são meu vestígio.

Bar é fotografia - John Kantek


John Kantek

doorwaynude

Bar é poesia - Adriana Monteiro de Barros



Adriana Monteiro de Barros





ANJOS TÊM ASAS QUEBRADAS



(Adriana Monteiro de Barros)










MEIA-NOITE E OS GATOS MIAM ININTERRUPTAMENTE.

MEIA-NOITE E EU DESPERTA,

SOM LIGADO,

LIVRO ABERTO

TUDO SEMPRE INCERTO.

MEIA-NOITE E EU CHEIA.

NOITE EMEIA E EU AQUI.

EU MINGUANTE.

Nos bares da vida




BLONDE AND WHEAT

Crouch Vale Amarillo

'This golden ale from Essex combines clean, crisp, drinkability with a big nose of orange, grapefruit and pine,' says Pete.

BreweryCrouch Vale Brewery (www.crouchvale.co.uk)

How much £2.10 5% ABV - 500ml

(Source - The Independent, uk)

Comercial antigo - Vintage Porsche commercial

Charge do dia



Miguel - Jornal do Commercio - Recife, PE

Chocolate wars: now the ambassador's favourite and a US giant eye Cadbury - The Guardian, uk - link (aqui)

Ferrero Rocher. Photograph: Shehani Fernando


Unions want British firm to stay independent owing to job fears




One is the purveyor of perfect pyramids of chocolates beloved in the adverts by the ambassador and his guests. The other is an American brand known in the UK more from appearances in US TV shows than through its peculiarly transatlantic flavour.

But last night, the Italian firm Ferrero and the US giant Hershey were linked to a new bid for British chocolate maker Cadbury, which has already rejected a £9.8bn hostile bid from another American food giant, Kraft.

A combination of Hershey and Ferrero would pose a viable rival to the bid from Kraft, the world's second largest food company, which has sparked job fears among unions and has been rejected as "derisory" by the board of Cadbury.

Sources close to the two companies say Hershey executives have held tentative discussions about a combined approach with Ferrero. An insider described the negotiations as "very preliminary, very early in the process".

Hershey has a licence to make Cadbury chocolate in the US, although it uses a different recipe, giving Dairy Milk bars and Creme Eggs a subtly distinct flavour across the Atlantic.

The Pennsylvania-based firm is controlled by a charitable foundation, the Hershey Trust, and had been considered lacking in the financial wherewithal to mount a single-handed offer for Cadbury. With $5bn (£2.8bn) of annual sales and 12,000 staff, it makes US favourites including KitKats, Reese's Pieces and Hershey's Kisses.

A combination with Ferrero Spa could deliver more muscle. Ferrero, which has 18 factories and 22,000 employees, was founded in 1946 by entrepreneur Pietro Ferrero, who created a hazelnut spread named Pasta Gianduja. The firm now makes Tic Tacs, Kinder Surprise and Nutella hazelnut spread, but is best known in Britain for its Ferrero Rocher chocolates - renowned for advertisements declaring them to be fixtures at ambassadorial receptions.

Neither Hershey nor Ferrero Spa would comment yesterday. A source close to Cadbury said: "Cadbury has heard nothing from Ferrero or people acting for it. Cadbury is not up for sale, but the company would give proper consideration to any offer that valued it properly and would be of interest to shareholders."

Analysts at investment bank Nomura suggested the family behind Ferrero could be keen to get their teeth into any wave of mergers sweeping the chocolate industry: "Being left on the sidelines of consolidation taking place around them is unlikely to be an attractive proposition."

Nomura pointed out that 65% of Ferrero's sales came from Germany, Italy and France – countries where Cadbury's chocolate presence is weak – so combining its distribution network with the British firm's brand could make logical sense.

A joint bid would inevitably involve carving up Cadbury's assets, creating more uncertainty for the company's employees. Hershey is likely to be keen to get its hands on Cadbury's gum operations – particularly Trident, which is attempting to take on the dominance of Wrigley in the US.

The British firm employs 46,000 people in more than 60 countries and Unite, the union representing its staff, has been pressing for assurances over job security in the event of a foreign buyout.

A rival offer could prompt Kraft , whose shareholders include the billionaire Warren Buffett, to raise its bid, which was for a mixture of cash and stock worth 717p a share when tabled last week. Some industry experts suggest that a price of 800p would be enough to secure Cadbury.

One Wall Street food industry analyst, who declined to be named, said: "Kraft doesn't feel that it should bid against itself – there's been no motivation for it to go higher without a competitor out there."

Cadbury remains hopeful of hanging on to its independence, in spite of the ominous appearance of deal-hungry hedge funds on its shareholder register. Cadbury's chairman, Roger Carr, said at the weekend that he did not think investors would be "foolish enough" to allow Kraft to buy the business on the cheap: "I don't see these people letting that happen."

Cadbury

Dating back to 1824 when John Cadbury, from a staunch Quaker family, sold tea, coffee and drinking chocolate in Birmingham as alternatives to alcohol, Cadbury plc has now transformed into one of the world's largest confectionery manufacturers.

Cadbury milk chocolate was launched in 1897 and its famous Cadbury's milk tray selection in 1915, at the same time as the firm supplied clothing, books and chocolate to soldiers during the first world war. It merged with Schweppes in 1969, but demerged in 2007.

Its most famous product is the Cadbury Creme Egg; more than 200 million are sold between new year and Easter each year, with a brand value of around £45m.

Hershey

Hershey is the largest chocolate manufacturer in North America. Founded in Pennsylvania in 1894 by Milton S Hershey, it is now an American icon. Hershey's kisses (small, flat-bottomed conical chocolates) burst into the world in 1907 to become one of the most successful Hershey products ever. The company makes special chocolate for the US military.

In 1988 the firm acquired the rights to manufacture and distribute Cadbury's branded products in the US.

Ferrero

After the second world war in 1946, Piera and Pietro Ferrero turned their bar and pastry shop in Alba, Italy into a small factory to mass produce chocolates.

It was their son Michele who ended up becoming the driving force of a company that has spread across the world, with products ranging from Nutella to Tic Tacs and the Ferrero Rocher. This was introduced in 1982 and is almost better known for its advertising campaign than the small, round, nutty chocolates.

It had a consolidated turnover of €6.2bn for 2007-08.

Crise financière : Goldman Sachs demande “pardon” - Le Figaro, fr - link (aqui)

Crédits photo : ASSOCIATED PRESS


A Panizzo (lefigaro.fr)
18/11/2009 | Mise à jour : 12:34

La banque américaine a présenté ses excuses pour avoir participé au déclenchement de la crise et a annoncé, avec Warren Buffet, un plan de 500 millions de dollars sur cinq ans pour aider 10.000 PME américaines.

«Nous avons certainement participé à des choses qui n'étaient pas correctes et nous le regrettons. On demande pardon». C'est ce qu'a affirmé le patron de Goldman Sachs (GS), Lloyd Blankfein, qui a tenté d'éteindre la polémique après sa récente interview au quotidien londonien Sunday Times, dans laquelle il disait que les banques avaient «un rôle social» et que la sienne, en particulier, travaillait «au service de Dieu». Des propos qu'il «n'aurait pas dû» dire, à-t-il plus tard avoué.

Les excuses de la banque d'affaires arrivent à un moment où celle-ci est soumise à une pluie de critiques. Goldman Sachs a en effet été au cours des 9 premiers mois de l'année la banque la plus profitable du Nyse et a déjà provisionné 16,7 milliards de dollars pour récompenser ses traders et ses cadres. Soit environ plus de 500.000 dollars de prime par salarié. Des sommes jugées astronomiques par les Américains, mais que Blankfein défend par le fait de ne pas vouloir perdre ses «talents à cause d'une modification des méthodes de rémunération».

Du coup, essayant de se rapprocher de ses principes humanitaires et du «rôle social» qu'il défend, Blankfein a indiqué que sa banque allait débloquer 500 millions de dollars pour venir en aide à 10.000 petites entreprises américaines. Une initiative menée en collaboration avec le milliardaire Warren Buffett, qui co-dirigera le panel chargé de superviser l'entière opération. Dans la pratique, Goldman Sachs mettra à disposition tous les ans 100 millions de dollars, soit environ ce qu'il gagne au cours d'une journée de bon trading ! Le Financial Times précise qu'au cours du troisième trimestre, la banque d'affaires a enregistré 36 jours au cours de laquelle ses traders ont gagné quotidiennement plus de 100 millions de dollars...

Raikkonen: "Se non mi danno la McLaren sto fermo" - La Stampa, it - link (aqui)

L'ex ferrarista Kimi Raikkonen

18/11/2009 (9:51)

Il suo manager annuncia la decisione dopo la rottura delle trattative


HELSINKI
Kimi Raikkonen l’anno prossimo non correrà in Formula 1. Lo ha annunciato oggi il suo manager a un giornale finlandese. All’origine della decisione la rottura delle trattative con la McLaren.

Secondo anticipazioni giornalistiche di ieri la scuderia britannica si sarebbe già accordata per i prossimi tre anni con il neocampione del mondo Jenson Button, confermando poi Lewis Hamilton. «La scelta in Formula 1 per la prossima stagione era McLaren o niente», ha spiegato Steve Robertson al quotidiano Turun Sanomat. «Kimi e la McLaren non hanno potuto raggiungere un accordo, per cui parteciperà al campionato almeno il prossimo anno», ha aggiunto il manager, che ha tuttavia aggiunto che l’ex campione del mondo ha ancora voglia di gareggiare in Formula 1.

Dopo il suo debutto alla Sauber, Raikkonen, 30 anni, è già stato alla McLaren per cinque stagioni, tra il 2002 e il 2006, prima di trasferirsi alla Ferrari, con la quale ha vinto il titolo mondiale nel 2007.
Con la rossa di Maranello Raikkonen ha corso quest’anno la sua ultima stagione, il contratto non gli è stato rinnovato e al suo posto la Ferrari ha preso Fernando Alonso.

Nasce dalla Toscana l'università del web - Il Tirreno, it - link (aqui)

Nasce da padre toscano la Libera Università del Web (Luw) che pubblica i video dei docenti su Youtube e mette il sapere in condivisione. I membri si stanno costituendo in associazione, e il fondatore Aleandro Volpi assicura: "Tutto gratis per sempre"
Lezioni di matematica, filosofia, lettere e anche di economia: agli studenti che zoppicano e che non possono permettersi le lezioni private (un business che tiene nonostante la crisi), agli studenti-lavoratori o a chi ha sempre voglia di imparare viene in aiuto Internet. Sulla base dello stesso principio di Wikipedia, un gruppo di utenti di YouTube ha deciso di organizzare la Libera Università del Web (Luw) per condividere gratuitamente il sapere.



«L'idea è nata nel febbraio 2009 e ha trovato molti consensi - spiega Aleandro Volpi, toscano, uno dei promotori dell'iniziativa -. La nostra struttura sfrutta la piattaforma di YouTube dove si tengono in video tutti i corsi, all'interno di playlist sui canali dei docenti. I nostri insegnanti, attualmente, sono tutti youtubers ed è possibile leggere nelle loro pagine personali i loro curriculum professionali e di studio. Il nostro sito, invece, ha funzione organizzativa e dalla primavera ha visto un continuo incremento delle visite costringendoci a continui lavori di ampliamento».

ASCOLTA Il fondatore Aleandro Volpi

Per ora la Luw ha attivato 13 corsi di studio classificati in sei Facoltà: Filosofia, Studi Sociali ed Economici, Scienze Teologiche, Scienze Matematiche, Lettere e Sicurologia. «Altri corsi di studio e nuove facoltà sono in via di formazione e dovrebbero essere online il prima possibile - aggiunge Volpi -. L'intenzione è quella di proporre non solo materie che già esistono in corsi universitari, ma anche quelle di livelli differenti come scuole medie inferiori e superiori, e quelle attinenti alle arti e ai mestieri». L'utenza varia dai 13 anni fino ai 65 anni, distribuendosi equamente tra uomini e donne. Sul sito della Libera Università del web è possibile anche esprimere un gradimento all'iniziativa e contribuire alla creazione del logo.

Attualmente la Luw si sta trasformando in associazione, ha uno statuto, un organigramma simile ad una normale università (al vertice c'è il Magnifico Rettore) e ha una sua pagina su Facebook. «Non escludiamo in futuro di richiedere al Ministero della Pubblica Istruzione di divenire scuola riconosciuta - dice Volpi - ma il nostro obiettivo fondamentale è la divulgazione di ogni conoscenza umana in modo totalmente gratuito a tutti».

Poichè l'università ha «una vocazione web» sta cercando di internazionalizzarsi poichè la rete «sovrasta tutti i confini nazionali». «Stiamo costruendo un sito poliglotta con tre, per ora, diverse aree linguistiche che saranno l'italiano, l'inglese ed il francese - spiega Volpi -. Su YouTube ognuno dei fondatori ha molti contatti anche in altri paesi, tramite questi abbiamo iniziato ad avere primi approcci per possibili collaborazioni con youtubers di altre aree linguistiche». In attesa del lancio internazionale, la libera Università del Web ha sede sociale e fisica in provincia di Siena, a Colle Val d'Elsa, e ha incassato anche il patrocinio del Comune.
(17 novembre 2009)

Milano - Fendi estate 2010 - Il Messaggero, it - link (aqui)




Regna la sensazione di incredibile leggerezza da Fendi per l'estate 2010. Silhouett impalpabili. Giochi di trasparenza e movimenti che si intravedono appena sotto le bluse.

Se l'ippopotamo divora il coccodrillo - Corriere Della Sera, it - link (aqui)


Il rettile si era avvicinato troppo ad una femmina con i cuccioli e il branco lo ha ucciso

Spettacolari immagini scattate dal fotografo Vaclav Silha nel parco del Serengeti in Tanzania

MILANO - Brutta fine per un coccodrillo del Serengeti National Park in Tanzania, mangiato vivo da una cinquantina di ippopotami affamati e arrabbiati. Il predatore si era avvicinato troppo a una femmina e ai suoi piccoli, mentre la famigliola nuotava placidamente nelle acque del River Mara, e questa imprudenza gli è costata cara: gli animali lo hanno, infatti, circondato, ben decisi a difendere la loro compagna e il povero coccodrillo, preso dal panico, ha tentato di sfuggire all’assalto passando sopra le loro schiene. Scelta pessima, a giudicare dalle incredibili immagini scattate dal fotografo ceco Vaclav Silha, perché gli ippopotami lo hanno letteralmente sbranato.










LA TESTIMONIANZA - «In genere, gli scontri fra questi animali sono molto rari – ha raccontato il fotografo al Daily Mail - . Quando succede qualcosa, è perché ci sono dei cuccioli nel gruppo e gli ippopotami pensano che possano essere in pericolo. Ed è esattamente quello che è capitato in questa occasione. Non so cosa abbia spinto il coccodrillo a passare sopra alle schiene degli ippopotami, penso che forse si sia fatto prendere dal panico e l’abbia vista come la sola via di fuga, ma di certo è stata la peggior scelta che potesse fare e, ovviamente, anche l’ultima». Considerato fra le creature più aggressive ed imprevedibili del regno animale, un ippopotamo adulto può esercitare una pressione di diverse tonnellate in un singolo morso, come conferma la tragica fine del coccodrillo. «Tutto quello che sono riuscito a vedere – ha concluso Silha – era il coccodrillo che si dibatteva e si contorceva per sfuggire alle fauci degli ippopotami, ma nemmeno il coccodrillo più forte sarebbe riuscito a salvarsi. Infatti, non ha avuto scampo e pochi secondi dopo il suo corpo è scivolato nell’acqua e non l’ho più visto».

Simona Marchetti
17 novembre 2009

Riservate solo a ragazze belle e taglia 42. E nessuno lancia petizioni. Tutti zitti sulle «lezioni» di Gheddafi - Corriere Della Sera, it - link(aqui)

Alcune partecipanti agli incontri romani con Gheddafi (Ansa)


Ragazze come gingilli da esibire al cospetto del satrapo in visita ufficiale


Un paio di domande su donne e potere. La prima: perché una ragazza non av­venente o di statura infe­riore al metro e 70 deve es­sere esclusa, e solo a causa di queste presunte «man­chevolezze» fisiche, dagli insegnamenti religiosi im­partiti dal colonnello Ghed­dafi nel suo tour romano? La seconda: si ha per ca­so notizia di qualche peti­zione, di qualche protesta, di qualche indignata consi­derazione che voglia stig­matizzare questa palese of­fesa alla dignità delle don­ne, ragazze come gingilli da esibire al cospetto del satrapo in visita ufficiale?

Le prescrizioni di Gheddafi sono state molto precise. I suoi collaboratori doveva­no contattare circa duecento ragazze attra­verso un sito specializzato per il reperi­mento di hostess da retribuire con una ses­santina di euro (tra l’altro: non esiste un sindacato delle hostess?). Il canone fissato prevedeva che le ragazze fossero di bel­l’aspetto, possibilmente bionde. Che dal metro e sessantanove centimetri in giù di statura sarebbe scattato implacabile l’ostra­cismo. Che fossero vestite di nero, vietate minigonne e scollature, il tacco di almeno sette centimetri, e la taglia, inderogabil­mente, 42. Solo a queste condizioni le ra­gazze sarebbero state meritevoli delle le­zioni di Gheddafi sul Corano e sensibili al­le istruzioni del Libretto Verde, distribuito come cadeaux dopo un paio di notti di in­fervorate diatribe religiose innaffiate, rac­contano le cronache, da dosi massicce di cappuccino.




Dicono inoltre le cronache che una ra­gazza è stata allontanata, perché giudicata troppo bassa e un’altra esortata a lasciare la compagnia (sarebbe meglio dire l’im­provvisato simulacro di un harem?) per­ché non del tutto compatibile con i canoni ideali della bellezza secondo il colonnello Gheddafi: in altre parole, perché bruttina. Ma c’è qualcosa di più feroce di un’esclu­sione dovuta esclusivamente per cause, per così dire, fisiche? Mica quelle ragazze erano state selezionate per un concorso di bellezza, o per il casting di una trasmissio­ne televisiva, o per allietare un evento mondano. No, erano state scelte per ascol­tare la parola di Gheddafi sull’Islam, sul crocifisso, sulle profezie, sulla virtù, sulla conversione. E allora che c’entrano la ta­glia 42 e il tacco di almeno sette centime­tri? Ma se non c’entrano, come mai si è im­provvisamente inaridito il fiume di discor­si e petizioni che in questi mesi si è impo­sto sulla degradazione del corpo delle don­ne, sulle ragazze ridotte e umiliate a stru­mento per allietare le serate dei sultani, al­l’imposizione di un canone convenzionale di bellezza che mortifica l’intelligenza del­le donne, che trasforma le ragazze in oche e veline sottomesse ai capricci dei potenti? E invece adesso c’è il silenzio. Il silenzio as­soluto.




L’imbarazzo ufficiale per le stravaganze di un sultano con cui è obbligatorio (e con­veniente) conservare eccellenti rapporti bi­laterali. L’imbarazzo civile di chi centellina con un po’ di cinismo (o di malafede?) la propria indignazione, azionandola solo in qualche occasione, imbavagliandola quan­do il bersaglio non è il solito Nemico di cui è persino superfluo fare il nome. Una festa dell’ipocrisia in cui a farne le spese sono un gruppo di ragazze ammassate su un tor­pedone. Taglia 42, tacco di sette centime­tri, abitino nero per regalare al colonnello la soddisfazione di una bella lezione di reli­gione.




Pierluigi Battista

18 novembre 2009

'La marquesa de O', debut teatral de Amaia Salamanca - El Confidencial, es - link (aqui)

Josep Linuesa y Amaia Salamanca durante el ensayo (Efe).


Concha Barrigós (Efe) - 18/11/2009



El "escándalo" en el que se inspiró Heinrich Von Kliest para escribir La marquesa de O hace más de 200 años ha llevado a que Amaia Salamanca pruebe veneno del teatro y le ha decidido a abandonar su papel de Cata en la serie Sin tetas no hay paraíso, para dedicarse por entero a los escenarios.

En una entrevista dos días antes de estrenar en Madrid, en el Teatro Bellas Artes, La marquesa de O, la actriz (Madrid, 1986) asegura que está "muy feliz" porque está haciendo "lo que quería" a pesar del esfuerzo que le está suponiendo grabar los últimos episodios de la tercera temporada de Sin tetas no hay paraíso (Telecinco) con los ensayos y las nueve funciones que ya se han hecho, en Alicante, Zaragoza y Huesca. "Sabía que hacer teatro me iba a ayudar mucho en mi carrera por eso sé que todo el esfuerzo ha merecido la pena. Además, mis compañeros me están ayudando muchísimo, en especial Juan José Otegui, que es como una figura paterna para mí".

Se da la "rara casualidad" de que esta obra es el debut de Amaia Salamanca y la retirada de Otegui (Oviedo, 1936) que por "no querer aburrir" al público, pero sobre todo "por razones personales" que no quiere desvelar, pero que apuntan a que quiere dedicarse por completo a cuidar "de alguien", ha decidido que La marquesa de O sea la última obra que haga en sus 49 años de profesión.La actriz explica que Otegui les dijo en Alicante -donde se estrenó la obra el pasado 30 de octubre- que lo dejaba: "nosotros no sabíamos nada pero su decisión es tan irrevocable como la mía de dejar la serie, que no se si tendrá continuidad o no después de que terminemos el último capítulo -en diciembre- pero yo no me reincorporaré a la cuarta temporada".

Salamanca supo por su compañero en la función Josep Linuesa -que fue su "marido de conveniencia" en la anterior temporada de Sin tetas- que la directora de la obra, Magüi Mira, estaba buscando a una actriz joven para incorporar el papel de la joven viuda Julieta, marquesa de O, que al quedarse embarazada "no sabe cómo" decide poner un anuncio en el periódico para encontrar un padre. Cree que la obra, escrita por Von Kleist cuando sólo tenía 23 años, inspirada en un hecho real, "fue muy rompedora entonces y lo es ahora porque no parece que las cosas hayan cambiado tanto".

"Una joyita"

La marquesa de O es, según explica Mira, "una joyita por todo lo que se cuece dentro; una absoluta locura, todo rompimiento y transgresión de unas estructuras muy rígidas". Hernández ha hecho una adaptación de la obra de Von Kliest, de la que Eric Rohmer hizo una película en 1976, "muy pegada al texto pero con una prosa poética con un nivel de síntesis brutal".

La directora se decidió por Salamanca por varias razones y, al parecer, ninguna de ellas porque fuera la archipopular Cata. "Quiso entrar en este viaje y subirse al escenario con Juan José, con Tina Saiz, con Josep Linuesa, con todos nosotros, y además maneja maravillosamente las emociones, es muy inteligente y sabe transmitir, tiene talento y luz propia", piropea.

Otegui dice que Amaia Salamanca "tiene ese algo que hace que la gente la mire aunque esté callada, es inteligente y luminosa y un placer verla trabajar". El actor aceptó trabajar con Mira y que ésta fuera su despedida porque le parece "la conjunción ideal para hacerlo". "No sé si me voy con satisfacción del deber cumplido, pero lo he intentado por lo menos", subraya.

La obra estará en el Bellas Artes hasta el 10 de enero y luego emprenderá una gira por toda España y, "a lo mejor", vuelve a Madrid pero eso "nunca se sabe", dice Mira.

'Fidel nos traicionó a todos' - El Mundo, es - link (aqui)


Efe

  • 'Incluso casado con Mirta Diaz-Balart era mi padre el que pagaba todo a él'
  • 'Para él fue una ofensa que le ofrecieran participar en el Gobierno de Batista'
  • Raúl Castro le pide que se marche de Cuba. Han pasado ya 45 años
  • 'No estaba en nómina de la CIA, sólo tenía un programa de radio'

Juanita no tiene pelos en la lengua. Ahora ya tampoco tiene miedo y en las arrugas que surcan su cara se responde a la historia de la traición, el exilio y la venganza. Anoche TVE estrenó en primicia para España el documental 'Mis hermanos y yo', donde la hermana de Fidel Castro reveló algunos de los secretos de la historia que marcó el destino de Cuba.

"La gran tragedia del pueblo cubano comienza con la dictadura de Batista"

Juanita Castro, que tras colaborar con sus hermanos en el triunfo de la Revolución, decidió exiliarse a México en 1964, instalarse en Miami y denunciar al régimen castrista liderado por sus hermanos, cuenta ahora toda su historia, que es también la de sus hermanos y la de Cuba.

No guarda rencor. Ni a Fidel, ni a Raúl, ni a la Revolución por la que luchó y a la que traicionó años después por "nuestro país". De hecho, como confiesa en el documental, ella no se considera una traidora. Para ella, sólo hay un único traidor: Fidel, su hermano, su líder, su enemigo.

"Yo no he traicionado a nadie. Fidel nos traicionó a todos. A su familia, a mis padres, a sus hermanos... Ha sido lo peor para mi país". Pero, ¿por qué luchó al lado de su hermano por una causa que años después abandonaría? Para Juanita la "gran tragedia" del pueblo cubano comienza con la dictadura de Batista. "Ahí es donde se hace la noche en Cuba y más nunca amaneció".

Así explica comó se unió a la lucha revolucionaria de sus dos hermanos tras el desembarco de Granma, a pesar de que tuvo que abandonar el país y fue perseguida por las autoridades de Batista. "Fidel hizo los sacrificios que tuvo que hacer para luchar frente a la dictadura de Batista con las armas. No había otra situación posible".

Revela una infancia alegre -"son los mejores recuerdos que tengo allá en la isla"-, con cariño, comodidades y buenos momentos con sus hermanos. Sin embargo, la llegada de Fidel a la universidad, los primeros contactos de éste con la política y el golpe de Estado de Batista rompieron la idílica familia Castro.

"Mi hermano Fidel era el hombre más grande que podría haber en el universo"

"Mi hermano no trabajó nunca. Incluso casado con Mirta Diaz-Balart era mi padre el que pagaba todo a él, a su esposa y a sus hijos. Nosotros le intentamos convencer de que la política no era su camino", cuenta Juanita.

Pese a todo Juanita aun muestra cierto orgullo por su hermano y por lo que hizo. "A Fidel le ofrecieron formar parte del Gobierno de Batista y lo rechazó. De hecho, se sintió tan ofendido que reventó contra el suelo dos lámparas que el propio Batista le regaló por su boda. Para él fue una ofensa que le ofrecieran participar en un Gobierno fruto de un Golpe de Estado".

Y llegó el triunfo de la Revolución. "Fue una alegría inmensa tener al libertador de Cuba", afirma la hermana de Castro. Juanita al igual que muchos cubanos se creyeron cada promesa de Fidel, cada palabra, cada discurso... "Era el hombre más grande que podría haber en el universo".

Juanita se convierte en Dona

Pero el Fidel libertador, el Fidel de la Revolución desapareció. Y es entonces cuando Juanita se convierte en Dona y empieza a colaborar con la CIA, el mayor enemigo del régimen castrista. Una Castro en la guarida del lobo.

"Fue la mujer del embajador de Brasil en la isla quien me propuso trabajar con los servicios de inteligencia de EEUU. Lo hice porque quería ser útil para mi país", cuenta. Juanita, o Dona, comienza entonces una nueva vida de espionaje, escuchas, contactos, secretos. "Mi trabajo era facilitar lugares donde se pudieran esconder espías de la CIA en Cuba. Nunca me comprometí a ningún acto de violencia en contra de mi hermano".

"Mi trabajo era facilitar lugares donde se pudieran esconder espías de la CIA en Cuba"

Latas de conservas con mensajes encriptados, equipos de transmisión, contactos con Toni Sforza. Juanita se había transformado de la hermana revolucionaria a la hermana traidora y Fidel no tardaría mucho en darse cuenta. De hecho, es la muerte de su madre, "mi ángel protector", la que marca el principio del fin de la historia de Juanita en Cuba.

"Raúl vino a visitarme unas semanas después de la muerte de mi madre con mi expediente bajo el brazo y me dijo que lo mejor era irme de Cuba. Me abrazó y me dijo que hablaría con Fidel, y esta fue la última vez en 45 años que nos vimos".

Así dejó atrás su otra Juanita. La Juanita cubana, la hermana de los Castro, la niña de infancia alegre que se exilió, primero a México y después a EEUU. Aún así, ella no cree que traicionara a nadie ni cree que estuvo a sueldo de la CIA. "Yo no estaba en nómina de la CIA, sólo tenía un programa de radio donde me pagaban por mis colaboraciones. Yo no gané dinero con la CIA".

Ahora 45 años después de aquella triste despedida en el aeropuerto de La Habana, Juanita Castro mira hacia atrás. No se arrepiente de nada de lo que hizo y sigue sintiéndose orgullosa: "Actué con honestidad todo aquel tiempo que me llamaba Dona".

A sus 76 años y cuando no tiene casi ninguna esperanza de algún día poder pisar de nuevo la isla que la vio nacer, Juanita Castro mira fijamente a la cámara y como si fuera su propio hermano el que estuviera delante le hace un último ruego: "Es suficiente lo que ha sufrido el pueblo cubano y es hora del cambio. Está bueno ya..."

Descubierta una cabeza del emperador Augusto en Zaragoza - El País, es - link (aqui)

Dos arqueólogas limpian la escultura hallada en las excavaciones de Bilbilis- EFE


La escultura está en buen estado y fue hallada en las excavaciones de la ciudad romana de Bilbilis

EFE - Zaragoza - 17/11/2009


Una cabeza entera del emperador Augusto, realizado en mármol, ha sido descubierta en las excavaciones que se realizan en la ciudad romana de Bilbilis, la actual Calatayud (Zaragoza), según ha informado el Ayuntamiento de la ciudad. El hallazgo se produjo este lunes en la zona de la parte inferior (Hyposcaenium) del teatro romano de Bilbilis, a unos 3,80 metros de profundidad, bajo el suelo del escenario, y está en buen estado.

Se trata, una vez realizada la primera limpieza, de una imagen de Augusto cubierto con manto sacerdotal, el modelo de capite velato (togado), que corresponde al prototipo hallado en 1910 en Roma, en la Casa de Livia, en Via Labicana, y que se conserva en el Museo de Boston.

La escultura tiene 43 centímetros de altura por 27 de anchura y en la parte posterior de la cabeza se aprecia un clavo de hierro que sujetaba la escultura a un muro para darle estabilidad. La pieza está realizada en mármol peninsular, todavía sin identificar, y habría sido esculpida en un taller hispano que, en los estudios que se harán a partir de ahora, será identificado con seguridad, según los arqueólogos que trabajan en estas excavaciones.

La pieza puede atribuirse a los primeros años del reinado de Tiberio, hijastro y sucesor de Augusto, hacia los años 15-30 después de Cristo. Según los primeros indicios, la cabeza de Augusto podría haber estado ubicada en el sacellum de lo alto del graderío del teatro de Bilbilis, templete dedicado al culto imperial, o, aunque menos probable, el propio escenario. Con este nuevo hallazgo, Bilbilis renueva su gran importancia como yacimiento romano con un retrato del emperador que transformó la vieja ciudad celtibérica, ya muy romanizada, Bilbilis Itálica, en Municipio de Ciudadanos Romanos como la menciona el historiador latino Plinio el Viejo.

Este sería el cuarto retrato de Augusto del modelo capite velato hallado en Hispania, tras los descubiertos en Mérida (Badajoz), Pollenca (Mallorca) y Tarragona. En varias ciudades romanas de Hispania han sido descubiertas esculturas de togados romanos, en Cartagonova, Córdoba, Medina Sidonia, Segóbriga, entre otras, que se han atribuido a este tipo de cabeza velada, pero no los retratos, lo que convierte al descubierto en Bilbilis en un "hallazgo de gran importancia, espectacular y de segura identificación", destaca en un comunicado el ayuntamiento de Calatayud.


'Mujer fumando' de Botero, vendida por más de un millón de dólares - El País, es - link (aqui)

La escultura, realizada en bronce, mide más de 3,5 metros de largo y 1,5 metros de ancho- AP



EFE / ELPAÍS.com - Nueva York / Madrid - 18/11/2009


La casa de subastas Christie's ha vendido este martes en Nueva York la escultura de Fernando Botero Mujer fumando por más de un millón de dólares. La pieza entraba dentro de un lote de más 250 obras de arte latinoamericano, cuya venta está proyectada en dos sesiones, entre este martes y este miércoles.

La obra, realizada en bronce por el artista colombiano en 1987, tiene unas dimensiones de más de 3,5 metros de largo por 1,5 metros de ancho y salió a la venta por medio millón de dólares (unos 337.000 euros). Christie's había calculado que la vendería por entre 800.000 dólares (unos 539.000 euros) y 1,2 millones de dólares (808.352 euros) y efectivamente el precio de martillo fue de 950.000 dólares (639.946 euros), aunque una vez añadidas las comisiones y demás gastos, quedó en 1.142.500 dólares (769.619 euros).

El tema la pieza en cuestión, una mujer de suaves y voluptuosas formas que posa fumando, aparece de forma recurrente durante toda la obra de Fernando Botero, tanto en pintura como en escultura.

El artista colombiano, nacido en 1932 en Medellín, es uno de los creadores latinoamericanos más cotizados del momento, algo que quedó hoy patente en una velada en que también se vendieron otras piezas suyas como Horse with saddle (228.022 euros), Reclining Woman (163.354 euros) El Milagro de San Hilarión (195.688 euros), Dancers (37.891 euros) y Vida de San Zenobio (163.354 euros). También se adjudicó la pintura Mother and Chile, de 1990, considerada una de las obras más exquisitas de Botero en este medio.


Ellos 'bloguean' y la moda tiembla - El País, es - link (aqui)

Los blogueros de tendencias Garance Doré y Scott Schuman.- ULY MARTÍN



The Sartorialist y Garance Doré forman el dúo más relevante e independiente de la Red en cuestiones de estilo

CARMEN MAÑANA - Madrid - 18/11/2009


"Los lectores confían más en nosotros que en las revistas de moda asentadas. Están cansados de todo el poder que tienen los anuncios y los anunciantes en ellas y saben que nosotros somos honestos". Así de claros, y algunos dirán que arrogantes, son Scott Schuman y Garance Doré, pareja sentimental y autores de dos de los blogs de tendencias más leídos del mundo. Él, estadounidense, menudo e hiperexpresivo, es, según la revista Time, una de las 100 personas más influyentes dentro del mundo del diseño. Se hizo famoso por fotografiar a hombres y mujeres en plena calle llenos de estilo y personalidad. Más de 50.000 personas visitan cada día la web donde cuelga esos retratos, www.thesartorialist.com. Ella, francesa y pizpireta, recoge en www.garancedore.fr imágenes de todo aquello que le impacta estéticamente, desde unos zapatos a un cowboy, además de sus deliciosas ilustraciones. Un post suyo sobre la colección de gafas de una amiga bastó para que Colette, una de las tiendas de lujo más prestigiosas, la comprase y para que Vogue e ID le dedicaran un reportaje. "Sí, somos bastante influyentes", ríe Doré.

El secreto de que los fashionistas del mundo les idolatren, las revistas de moda se peleen por ellos y las marcas sueñen con aparecer en sus webs está, según Schuman, en algo tan sencillo, antiguo y, por lo visto, escaso como la integridad. "La gente viene a nosotros porque somos sinceros. Saben que si sacamos algo es sólo porque nos gusta, que no hablamos de una marca o de una persona porque debamos, porque nos hayan pagado por ello", explica. Doré asiente. Poco después de poner en marcha su blog, en 2006, decidió dejar de ir a las fiestas de las firmas y no aceptar regalos. "Porque te manden una crema no merece la pena perder prestigio ni recibir cien llamadas de la marca preguntándote que por qué no la sacas", explica.

Pero esa libertad, que les ha hecho admirados, seguidos y rentables, cuesta dinero. "Hacemos pasta para el blog fuera de él", explica Schuman. La mayor parte de sus ingresos provienen de trabajos externos como el libro The Sartorialist (Penguin), que recoge una selección de fotografías publicadas en la web homónima y cuyo prólogo está escrito por Mario Testino. O la mesa redonda organizada ayer en el centro comercial madrileño Las Rozas Village en la que participó el bloguero.

Aunque la página de Schuman no es completamente pura: acoge los retratos de anónimos con gabardina (y ropa debajo de ella) que el autor está realizando para Burberry. "Les dije: 'No voy a haceros un anuncio. Colgaré las fotos como las demás'. Ellos presionaron un poco pero luego cedieron. Saben que si tenemos éxito es precisamente porque no hacemos esas cosas". Y porque, aseguran, Internet les permite llegar a una audiencia global.

"Vogue, por ejemplo, es muy importante, pero tiene sus ediciones nacionales que influyen en un grupo de gente en un lugar concreto; nosotros influimos en un grupo repartido por todo el mundo", apunta Doré.

En contra de lo que pueda parecer por su discurso, aseguran que adoran el papel y el periodismo en tres dimensiones. No creen que los blogs vayan a reemplazar a las revistas: "Las complementamos. Ellas muestran ese mundo perfecto y grandioso basado en la fantasía, con el que todos soñamos, y nosotros nos ocupamos más de la realidad".


Brasil y Argentina, enfrentados de nuevo por las relaciones comerciales - El País, es - link (aqui)

Cristina Fernández y Lula, en la cumbre de Mercosur este año.- AFP


Lula aplicó en octubre a Buenos Aires por primera vez el principio de reciprocidad

FRANCHO BARÓN - Río de Janeiro - 18/11/2009



Las relaciones bilaterales entre Brasil y Argentina se someten hoy a un nuevo examen. La presidenta del país austral, Cristina Fernández de Kirchner, y su homólogo brasileño, Luiz Inácio Lula da Silva, se reúnen en Brasilia para buscar una salida al último contencioso comercial que ha vuelto a enrarecer la atmósfera entre ambos países.

Brasil impuso el pasado octubre licencias no automáticas (barreras aduaneras) a varios productos perecederos argentinos que hasta la fecha entraban en su territorio sin restricciones. El efecto práctico de la medida fue que cientos de camiones argentinos cargados con harina de trigo, verduras, frutas y pienso para animales permanecieron bloqueados en la frontera sur de Brasil. Argentina puso el grito en el cielo porque la decisión fue adoptada sin previo aviso de las autoridades brasileñas.

Según explicó recientemente el asesor de Asuntos Internacionales de Lula, Marco Aurelio García, "el Gobierno brasileño ha evitado establecer cualquier tipo de restricción a los productos argentinos". García recordó que, a principios de año, Lula llegó a desautorizar un plan de restricciones aduaneras puesto en marcha por su Gobierno para frenar la entrada de 3.000 productos en Brasil, entre ellos muchos argentinos. El presidente brasileño critica en todos los foros económicos y comerciales las restricciones arancelarias al comercio internacional y aún ve con malos ojos la decisión adoptada por Argentina de imponer licencias no automáticas a muchos productos brasileños, como las manufacturas.

Ante la falta de flexibilización de las trabas aduaneras argentinas, que ya duran más de un año y que Buenos Aires justifica apelando a una balanza comercial demasiado favorable para Brasil y a la frágil situación por la que atraviesa su industria nacional en plena crisis, Brasil decidió en octubre aplicar por primera vez a rajatabla el principio de reciprocidad. Hasta tal punto, que Brasilia le cortó el paso a los camiones argentinos sin informar antes de su decisión a las autoridades del país vecino. El Gobierno argentino, que tachó la medida de inaceptable, esgrime que las restricciones impuestas a productos brasileños (que afectan al 14% de las exportaciones del gigante suramericano a Argentina) siempre han sido previamente comunicadas a Brasilia. El malestar llegó al extremo de que Argentina convocó al embajador brasileño en Buenos Aires para pedirle explicaciones y trasladarle su enfado.

Los ministros de Exteriores de Brasil y Argentina, Celso Amorim y Jorge Taiana, respectivamente, se reunieron en Río de Janeiro la semana pasada para rebajar el voltaje del contencioso, aunque no llegaron a ninguna solución concreta. Los buenos propósitos de los Gobiernos para superar la gresca se ven condicionados permanentemente por sus respectivos sectores industriales, que exigen mano dura con los productos de importación y un mayor proteccionismo para determinados mercados. En el caso brasileño, la todopoderosa industria de São Paulo tiene la capacidad de poner al Gobierno contra las cuerdas en determinados asuntos, como los comerciales.

El volumen del comercio bilateral entre Argentina y Brasil ha caído un 30% tras el impacto de la crisis global en sus economías, principalmente en la primera. En 2008, los intercambios comerciales llegaron a contabilizar 31.000 millones de dólares (algo más de 20.000 millones de euros), de los que 17.600 millones (11.700 millones de euros) correspondieron a exportaciones brasileñas. Estos números desvirtúan uno de los argumentos que Cristina Fernández emplea como caballo de batalla para justificar las restricciones a Brasil: una presunta balanza comercial bilateral excesivamente deficitaria para Argentina.

Brasil es un país que aplica históricamente una política de buena vecindad con todos los países suramericanos, aunque ahora también asume su papel de potencia regional. En este sentido, hay antecedentes recientes en los que los intereses económicos brasileños se han visto perjudicados en contenciosos con Ecuador, Bolivia o Paraguay. En los dos primeros casos, Brasil ha sido irreductible a la hora de defender sus posiciones. También lo es actualmente con EE UU, con el que mantiene un pulso comercial desencadenado por las subvenciones a la exportación de algodón que mantiene el Gobierno de Washington.


Tapas, beijos e sambas - Estadão online - link (aqui)


Maria Adelaide Amaral fala sobre a minissérie que vai refazer a história de amor e ódio do casal mais ruidoso da MPB, Dalva e Herivelto

Patrícia Villalba

Quando pensou em qual personalidade poderia retratar numa minissérie para a Globo, a autora Maria Adelaide Amaral lembrou-se, de início, da cantora Isaurinha Garcia (1923-93). Mas no encontro onde apresentaria o projeto, o diretor musical Mariozinho Rocha trouxe à tona o nome de outra diva da Era do Rádio, Dalva de Oliveira (1917-72). Logo, a cabeça da autora fervilhou com as lembranças da relação conturbada da cantora com o compositor Herivelto Martins (1912-92), um duelo de amor e música que agitou o Brasil dos anos 50. Por isso, decidiu que não seria suficiente contar a história de Dalva - seria preciso contar a história de Dalva e Herivelto.

Com Adriana Esteves e Fábio Assunção nos papéis principais e direção de Dennis Carvalho, Dalva e Herivelto - Uma Canção de Amor terá cinco capítulos, com estreia prevista para o dia 4 de janeiro. É uma história com todos os ingredientes necessários para repetir o sucesso de Maysa - Quando Fala O Coração, escrita por Manoel Carlos e apresentada pela emissora em janeiro deste ano. Sobre os detalhes que fazem deste samba-canção uma história que merece ser recontada, Maria Adelaide conversou com o Estado. "Para um dramaturgo, é uma história irresistível", diz ela, que já trabalha num remake que adaptará as tramas das novelas Tititi (1985) e Plumas e Paetês (1980), de Cassiano Gabus Mendes.

Como surgiu a ideia de contar a história de Dalva de Oliveira?

A proposta foi minha e a decisão foi da Globo. Na verdade, quando fui ao Rio de Janeiro, minha proposta era fazer Isaurinha Garcia, mas, conversando com o Mariozinho Rocha, ele lembrou da Dalva. Imediatamente começamos a relembrar a história dela com Herivelto.

Foi por isso que você decidiu que seria mais interessante contar a história do casal e não somente a história da cantora?

Sim. É impossível falar de Dalva sem falar de Herivelto. Ela começou a fazer sucesso efetivamente com ele e Nilo Chagas no Trio de Ouro. Se casaram, tiveram dois filhos e viveram a mais tumultuada história da música popular brasileira, com o reflexo desse tumulto nas canções que ele compunha e ela interpretava.

Como é a Dalva que a minissérie vai mostrar?


Uma mulher romântica, frágil, porém dotada de uma grande resistência diante das adversidades. Tal como pareceu ser através das entrevistas que concedeu aos jornais e revistas da época, do seu depoimento ao Museu da Imagem e do Som e das pessoas que a conheceram.

Estive nas filmagens e pude perceber que Herivelto pode até ser visto como um vilão, que batia na mulher - ainda mais pela audiência, que costuma ser sensível às histórias de mulheres como Dalva. Qual a sua visão do personagem?

Foi bastante desconfortável escrever algumas cenas em que Herivelto mentia e agredia Dalva. Mas havia uma dinâmica um tanto complementar - e neurótica - entre os dois. E ele foi um marido delicadíssimo para a Lurdes, com quem se casou depois.

Sei que nas suas minisséries de reconstrução histórica sempre há um pano de fundo bastante definido, com os acontecimentos da época em que se passa a história principal. Como será neste caso?

É outra história e outro formato. É uma microssérie, de apenas cinco capítulos, e o foco será intimista. Mas é claro que o rádio e os cassinos são parte indissociável do casal e da Era Vargas.

Como foi sua relação com os herdeiros de Dalva e Herivelto durante o tempo que escreveu o texto da minissérie? Qual a influência deles no processo?

Desde o início eles ficaram entusiasmados com o projeto e recebi do Peri, do Bily e da Yaçanã imensa quantidade de material, inclusive cartas e poemas que nunca tinham vindo a público.

Quais foram as suas fontes de pesquisa? Conversou com pessoas que conheceram o casal?

Diversas foram as fontes, começando pelas biografias disponíveis não só sobre Dalva e Herivelto, mas também sobre os amigos do casal, como a de Grande Otelo, de autoria do Sérgio Cabral. Tivemos acesso aos depoimentos deles ao MIS, inclusive o de Otelo. Conversei muito com os filhos e, para escrever sobre o escandaloso rompimento dos dois, me vali de jornais e de revistas da época que contêm depoimentos bombásticos de um e de outro.

Por que a personagem te seduziu?

Para um dramaturgo, é uma história irresistível, pois tem todos os ingredientes: paixão, traição, ciúme, agressão e momentos de alta dramaticidade.

É uma cantora de quem você tinha os discos, chegou a acompanhar parte da carreira?

Gostava tanto que, quando era menina, conhecia e cantarolava todo seu repertório, principalmente o que dizia respeito ao rompimento.

Qual o fascínio de escrever uma obra de dramaturgia sobre personagens reais - e, no caso, vivos na memória de muita gente?

É o desafio de mergulhar na alma e na intimidade dessas criaturas. Ao longo da minha longa carreira, que começou no teatro em 1978, escrevi bastante sobre personagens reais: Chiquinha Gonzaga, Tarsila, Chanel (no teatro), JK, Yolanda, Ciccillo, os modernistas e toda aquela galeria de personagens das minhas minisséries históricas. A sensação que tenho é que sempre escrevo sobre personagens reais, mesmo quando são fictícios.

Há a expectativa de que, como no caso de Maysa, a obra de Dalva e do Trio de Ouro volte a ser ouvida com a minissérie?

Todos esperamos que isso aconteça, começando pelos herdeiros. E quem ganharia muito com esse resgate seria a música brasileira.




COISAS DE DIVA

GOGÓ: O ator Fábio Assunção fez aulas de violão e canto por quase dois meses para interpretar Herivelto Martins. Gostou tanto da experiência, que aceitou entrar em estúdio para gravar músicas que farão parte do CD da minissérie.

COVER: Já Adriana Esteves dublará Dalva em cenas musicais - imagina-se que o público espera ouvir a Dalva original. Para isso, os fonogramas dos principais sucessos da cantora estão sendo remasterizados. Mas ainda não está descartada a hipótese de que uma cantora - Rita de Cássia, de voz muito parecida - regrave algumas músicas.

GUARDA-ROUPA: Em apenas cinco capítulos, Dalva de Oliveira fará nada menos que 92 trocas de roupa.

CHEIROSA: "Mesmo Dalva não sendo uma pessoa sofisticada, ela gostava, por exemplo, de perfumes bons. Seu favorito era o Fleur de Rocaille, um perfume francês muito característico das pessoas de bom gosto", conta a produtora de arte Ana Maria Magalhães.

HERDEIRA: Filha de Herivelto com Lurdes Torelly, a atriz Yaçanã Martins participa da minissérie. Ela fará o papel da avó materna, Silvia.

CENÁRIO: Em dois meses de filmagens, a minissérie terá locações no Rio, principalmente, e em Niterói. As cenas que se passam no Cassino da Urca foram gravadas no Hotel Quitandinha, em Petrópolis. E o auditório da Rádio Nacional foi reconstruído nos estúdios do Projac.

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A música não seria a mesma depois daquele duelo de ciúme

Patrícia Villalba


"O que vai ser da minha vida agora?", pergunta-se uma desolada Dalva de Oliveira (Adriana Esteves), em cena decisiva da minissérie Dalva e Herivelto, gravada no Solar do Jambeiro, em Niterói, sequência acompanhada pelo Estado. O casarão do fim do século 19 faz as vezes do local onde o casal se hospedou em Belém do Pará, na volta da última turnê que fizeram, pela Venezuela, em 1949. Passariam ali a última noite juntos. Herivelto Martins (Fábio Assunção) estava decidido a terminar o casamento e a parceria musical com a diva, uma simbiose que, terminada, só poderia mesmo dar a ela a sensação de fundo do poço - trabalho e amor se foram, de uma só vez. Depois de alguns anos de idas e vindas, ele assumiria de vez o relacionamento com a aeromoça Lurdes Torelly (interpretada por Maria Fernanda Cândido).

Antes de ser inspiração perfeita para uma minissérie temperada com amor, ciúme, loucura, música e exageros mil, essa história daria um samba-canção. Um não, muitos, um verdadeiro duelo deles em plena Era do Rádio. Separados, Dalva e Herivelto foram a público expurgar mágoas por meio da imprensa e de letras de música. Terminava ali o casamento que começou em 1939 e que se confundia com o famoso Trio de Ouro, que os dois formavam com Nilo Chagas.

O primeiro recado veio dela, que gravou Tudo Acabado (J. Piedade/Oswaldo Martins): "Tudo acabado entre nós/ Já não há mais nada/ Você chorou e eu chorei/ Se você volta outra vez, eu não sei." Ele não voltaria, como nas outras vezes. Ao contrário, compôs com David Nasser Caminho Certo: "A culpa foi dela/ Transformava o lar na minha ausência/ em qualquer coisa abaixo da decência."

A história, em detalhes, está no livro escrito pelo filho mais velho do casal, o também cantor Pery Ribeiro, Minhas Duas Estrelas (Editora Globo, 2006). E promete ser o tema mais saboroso da minissérie escrita por Maria Adelaide Amaral.

Ao que parece, sambista não segue a cartilha do "não meter a colher em briga de marido e mulher". Nasser tomou as dores do amigo, e chegou a publicar artigos na imprensa, enxovalhando Dalva - "Boa cantora, péssima esposa", era um dos títulos. Os amigos dela reagiram. Ataulfo Alves lhe deu de presente Errei Sim - "Errei sim, manchei o teu nome/ Mas foste tu mesmo/ O culpado" - e Nelson Cavaquinho fez Palhaço - "Enxuga os olhos e me dá um abraço/ Não te esqueças que és um palhaço."

Dalva casou-se de novo, com o argentino Tito Clement, e morou por um ano em Buenos Aires. De volta ao Brasil, teve dificuldade para ser aceita em carreira-solo, mas ainda fez muito sucesso. Só não voltaria a amar com tanta intensidade, como amou Herivelto. Ele, por sua vez, casou-se com Lurdes e, segundo consta, foi para ela um excelente marido.


Após suposta pressão nos bastidores,Ayres Britto vota questão em separado - Estadão online - link (aqui)


Felipe Recondo, BRASÍLIA


A informação de que Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF), poderia mudar seu voto no processo de extradição de Cesare Battisti, após supostas pressões de juristas, fez com que o ministro se sentisse coagido. Colegas diziam nos bastidores que Celso Antônio Bandeira de Mello, professor da PUC-SP e um dos principais responsáveis pela campanha em favor da indicação de Britto ao STF, teria tentado convencê-lo a mudar de posição.

Britto, porém, votou no caso na primeira sessão, em 9 de setembro. Julgou ser ilegal o ato do ministro da Justiça, Tarso Genro, que reconheceu o status de refugiado de Battisti, entendeu serem comuns os assassinatos pelos quais o ativista foi condenado na Itália e afirmou não estarem prescritos esses crimes. Nesse ponto, Britto não volta atrás. No voto, ele não se manifestou sobre a obrigatoriedade de o presidente entregar Battisti à Itália, caso o STF autorize a extradição. Deve, hoje, tratar do assunto separadamente.

O mesmo fez a ministra Cármen Lúcia, que votou pela manutenção do refúgio e consequente arquivamento do processo de extradição. A ministra, por sinal, foi a relatora do precedente que outros ministros citam para embasar o entendimento de que o presidente pode se negar a entregar Battisti. O caso foi julgado em junho de 2008 e envolvia um pedido de extradição feito pelo Chile, país que tem tratado firmado com o Brasil desde 1937.

Apontado como responsável pelo assédio, Bandeira de Mello nega qualquer tentativa de pressão. "O ministro Britto não é homem que se possa pressionar. Só um tolo tentaria fazer isso. E seria profundamente antiético, seria uma conduta que eu jamais teria", afirmou o jurista, que divulgara um parecer sobre o caso Battisti segundo o qual o ato de refúgio não poderia ser avaliado pelo Supremo.

VISITA

Um grupo de parlamentares das comissões de Direitos Humanos do Senado e da Câmara visitou Battisti ontem na penitenciária da Papuda, em Brasília. Da comitiva participaram os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), José Nery (PSOl-PA) e Inácio Arruda (PC do B -CE) e os deputados Chico Alencar (PSOL-RJ) e Ivan Valente (PSOL-SP).

Marighella, cidadão paulistano - Estadão online - link (aqui)



Aloísio de Toledo Cesar


Dias atrás, a Câmara Municipal de São Paulo concedeu a Carlos Marighella, em homenagem póstuma, o título de cidadão paulistano. Curiosamente, essa demonstração de apreço a um comunista baiano pouco ligado a São Paulo ocorreu praticamente no mesmo momento em que o mundo festejava os 20 anos da queda do Muro de Berlim e do malogro mundial do comunismo.

Pessoas com a natureza de Marighella costumam gerar avaliações antagônicas, surgindo como heróis para alguns e como alucinados para outros. Marighella talvez fosse as duas coisas e por isso se compreende que um número reduzido de políticos tenha procurado reverenciar a sua memória. Mas, certamente, essa demonstração de apreço não é partilhada por número muito expressivo de pessoas.

Filho de um imigrante italiano e de uma negra descendente de escravos, desde jovem fez a opção política pelo comunismo e teve sua vida voltada para chegar ao poder pela luta armada. Ele foi o fundador da Ação Libertadora Nacional (ALN), que conseguiu agregar boa parte dos radicais de esquerda durante a ditadura militar de 1964, quase todos mortos em combate com as forças de segurança, inclusive o próprio Marighella.

A criação do novo movimento, de vocação extremada, significou o rompimento com o Partido Comunista, que era compreensivelmente chamado de apático e moroso. As pessoas mais próximas a Marighella costumam dizer que ele visualizava no brasileiro uma vocação reprimida para a luta armada e que seria necessário, tão somente, tirá-lo desse torpor.

Sua convicção provinha de dois fatos principais: a resistência descomunal de muitos brasileiros na Guerra de Canudos e a Coluna Prestes, que percorreu o Brasil, alimentada pelo sonho também revolucionário de Luiz Carlos Prestes, o principal nome do Partido Comunista no Brasil.

Preso várias vezes, desde 1932, por sua atuação política sempre de características radicais, enfrentou a ditadura de Getúlio Vargas, sendo preso e torturado muitas vezes. Quando veio a nova ditadura, de feição militar, em 1964, ele já estava sofrido e experimentado, causando a impressão de que nada tinha a perder na luta armada, a não ser a própria vida.

Passadas algumas décadas desde aquela sua opção pela luta armada, temos distância para conferir que não obteve êxito na empreitada. Realmente, o que devolveu a democracia aos brasileiros não foram as bombas detonadas pelos adeptos da luta armada, e sim a fala macia de Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Mário Covas e outros.

No período mais cruento da ditadura militar, o estrategista Golbery do Couto e Silva idealizou a criação de um partido político de oposição ao regime. Cristalizaram-se, assim, a Arena, composta por governistas, e o MDB, que agrupava os políticos que tinham estômago para dialogar com os militares e convencê-los da conveniência de devolver o poder ao voto popular.

Iniciava-se aquilo que na época se chamava de abertura lenta, gradual e progressiva. Por incrível que pareça, foi o que deu certo. No início houve críticas severas dos radicais a esses políticos maneirosos e aparentemente inocentes que se filiaram ao partido de oposição, porque eram acusados de estar convalidando a ditadura brasileira.

Mas, em verdade, foi a malícia premeditada desse grupo que tirou os generais da torre de marfim e os fez entender que se impunha uma mudança no sistema eleitoral, com a adoção do voto direto em todos os níveis. Essa foi a verdadeira revolução, imposta pouco a pouco, com o passar dos dias, porém muito mais eficaz do que a luta armada.

A mesma distância no tempo nos permite observar que a luta armada de esquerda serviu mais para fortalecer do que para fragilizar a ditadura daqueles anos cruentos. Um ato, em especial, uniu praticamente o País todo contra a ação terrorista. Num gesto de provocação da Vanguarda Popular Revolucionária, que fez virar o estômago da maioria dos brasileiros, os terroristas lograram explodir uma potente bomba na entrada do quartel-general do II Exército, em São Paulo, fazendo em pedaços o sentinela Mário Kozel Filho, de 18 anos, que ali estava. Era tão somente um menino convocado para servir à Pátria, como tantos outros, e nada tinha que ver com o regime combatido.

Se havia algum descontentamento entre as tropas militares, pois nem todos concordavam com a ditadura, a partir do dia em que Mário Kozel Filho foi feito em pedaços pela bomba, a sua morte representou um traço de união.

Criou-se um consentimento tácito quanto à necessidade de os generais continuarem no poder. A partir disso, ocorreram as lamentáveis atrocidades, deixando mágoas que nunca cicatrizam.

Radicalizadas as posições, de um lado um grupo pouco expressivo em termos numéricos, e ainda por cima deficientemente armado, empenhava-se na luta armada contra militares treinados e donos de tanques e armamentos modernos.

Marighella era um dos expoentes dos que se atiravam a essa luta inglória. Sem dúvida, ele e seus aliados raciocinavam com o coração, pecado mortal numa guerra. Por ironia, foi morto junto à Avenida Paulista, talvez o ponto mais expressivo do capitalismo que ele tanto se dispôs a combater.

Em homenagem póstuma a Mário Kozel Filho, a avenida que passa em frente ao Comando Militar do Sudeste, local onde explodiu a bomba, acabou recebendo o seu nome.

Sua família passou a receber em agosto de 2003, por força da Lei Federal nº 10.724, pensão mensal de R$ 300, aumentada em 2005 para R$ 1.140, quantia pouco expressiva se comparada com as indenizações dadas aos integrantes da luta armada.

Aloísio de Toledo César, desembargador aposentado, é advogado e jornalista. E-mail: aloisioparana@ip2.com.br

Mônica Bergamo - Folha de São Paulo - link (aqui)





HOMENS COM H

Rafael Define

Heitor no colo de Homero; sentados, Theo e Arthur

O publicitário Washington Olivetto pediu a 14 torcedores fanáticos (o governador José Serra, do Palmeiras, Fausto Silva, do Santos, Jô Soares, do Fluminense, Luis Fernando Verissimo, do Internacional, Carlos Menem, do River Plate, entre outros) para escalarem o time de seus sonhos. E colocou todos para jogar contra o Corinthians no livro "Os Melhores Nossos Contra os Menos Ruins Deles", que tem, além de textos de ficção sobre as partidas, "notas de roda os pés" feitas por Celso Unzelte e pequenas biografias com personagens históricos do futebol mundial.


Olivetto dedica o livro, que começa a ser distribuído hoje às livrarias, "aos meus meninos", ou seja, aos filhos Homero, já adulto e pai de Arthur e Heitor, e ao caçula, Theo, 5. "Todos Olivetto, todos Corinthians, todos homens com H", diz ele.

Questão de milhão

O Citibank tenta derrubar hoje, no STJ (Superior Tribunal de Justiça), a maior indenização que já foi condenado a pagar: cerca de US$ 500 milhões, por ter pedido a falência, em 1995, de uma empresa de Pernambuco que fabricava relógios e devia cerca de US$ 200 mil à instituição. A quebra não foi autorizada pela Justiça e a companhia então decidiu processar o banco.

DOIS A ZERO
O banco foi condenado em primeira instância e o Tribunal de Justiça de Pernambuco manteve a decisão. A defesa hoje no STJ será feita por Sergio Bermudes, advogado do Citi.

TODOS POR UMA
O PSDB está se mobilizando para ajudar Luiza Erundina (PSB-SP) a arrecadar os R$ 350 mil que ela foi condenada a pagar à Prefeitura de São Paulo. "Não é uma questão partidária. É uma questão de decência", diz o deputado estadual Milton Flávio (PSDB-SP). Neto de Mário Covas, o deputado Bruno Covas (PSDB-SP) participa da organização.

POR POUCO
E por pouco o PSB não lançou oficialmente, na semana passada, a pré-candidatura de Paulo Skaf (PSB-SP) ao governo de São Paulo. O presidente da Fiesp está, por enquanto, "esquentando o banco" para Ciro Gomes (PSB-SP), mas o partido já está inquieto com a demora do deputado cearense em decidir se concorre por São Paulo ou se se lança na campanha presidencial. Skaf foi a estrela de comerciais do partido nos últimos dias.

CHOQUE ELÉTRICO
O oposicionista PPS, do pernambucano Roberto Freire, colocou em seu site uma enquete perguntando se os internautas acreditam "na versão oficial do governo para o apagão".


Até o início da tarde de ontem, a opção que vencia com folga, com 46% dos votos dos internautas, era: "Sim, porque eu acredito em tudo que o governo diz".

BANCA DE FLORES
Disponível para download gratuito pelo site da Cosac Naify, o livro "Flores", do escritor mexicano Mario Bellatin, foi baixado por 4.341 pessoas em duas semanas. Desde julho, quando foi colocado à venda nas livrarias, o mesmo livro, em papel e pago, foi comprado por 2.500 leitores.

NO PEITO
Luiz Roberto Barradas Barata, secretário de Saúde do governo José Serra (PSDB-SP), recebe hoje a medalha de mérito Oswaldo Cruz das mãos do presidente Lula. A condecoração é dada a pessoas que se destacaram em atividades relacionadas à saúde pública.

CARRO INSUSTENTÁVEL
O cantor Sting, que fará show no festival Natura Nós - About Us no domingo, 22, vai circular por SP em dois carros Audi, modelo Q7, movidos a gasolina. Cada um custa R$ 350 mil.

FÉRIAS PARA OS PÉS
A cantora Joss Stone, que fará show no domingo no HSBC Brasil, em SP, se apresenta sempre descalça.


Por isso, suas exigências para o camarim são voltadas para os pés: um "foot spa" (massageador elétrico), pedra-pomes e quatro toalhas grandes só para enxugar os dedinhos.

ARCO-ÍRIS DE OURO
Vai custar R$ 1,5 milhão a primeira festa do Circuito Velvet Club ("clube do veludo" em inglês), balada GLS de luxo que vai acontecer no dia 17 de dezembro no Buddha Bar, na Daslu. A DJ britânica Samantha Ronson, ex-namorada da atriz Lindsay Lohan, será a atração principal. Os organizadores pretendem fazer sete festas no país até dezembro do ano que vem, quando o evento volta a SP com a inauguração de uma nova casa GLS na cidade.

CHEF INDÍGENA
Será variado o cardápio do evento Okara, encontro que reunirá 200 índios de cinco etnias em uma aldeia montada no Sesc Interlagos, onde eles receberão visitantes inclusive para as refeições. Entre as opções, os kalapalos oferecerão tucunaré fresco e pequi cozido, os guaranis terão palmito assado com mel, os carajás farão ãrutchú (beiju de milho verde) e os terenas, carneiros e javalis assados.
REGINA DUARTE

"Eu tenho muuuuuuito medo"

Sete anos depois de ter ido à TV declarar o voto no tucano José Serra (PSDB-SP), que concorria à Presidência, afirmando ter "medo" do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), a atriz Regina Duarte foi agraciada anteontem com a Ordem do Ipiranga, a mais alta condecoração do governo paulista. Regina diz "ainda ter muito medo". Só não explica de quê.


FOLHA - O governador declarou [na cerimônia] que os investimentos em cultura não rendem dividendo eleitoral. A senhora concorda com ele?
REGINA DUARTE
- Concordo quase que integralmente. Ele falou que é zero. Não sei se é zero. Não quero acreditar que seja zero. A cultura ainda não tem a importância e a valorização que deveria ter.

FOLHA - Em 2002, a senhora se engajou na campanha do Serra pela Presidência. Foi muito criticada. Estaria disposta a fazer isso de novo?
REGINA
- Esse tipo de coisa não pretendo fazer mais. Quero fazer outras atividades políticas que não sejam tão explícitas.

FOLHA - Por exemplo?
REGINA
- Voluntariado. Existe uma série de participações, de engajamentos em projetos de educação, de cultura, onde eu poderia dar a minha contribuição, participar do que está acontecendo no país.

FOLHA - José Serra foi derrotado em 2002. E agora, chegou o momento dele?
REGINA
- Bom, eu continuo achando que ele é o cara [risos].

FOLHA - Depois de sete anos a senhora ainda tem medo?
REGINA
- Eu tenho muuuuuuito medo. Eu tenho muuuuuuito medo [repete].

FOLHA - Medo de quê? Da Dilma [Rousseff, pré-candidata apoiada por Lula]?
REGINA
- Não. Da Dilma, não. Acho que não. Não tenho medo da Dilma.

FOLHA - Da Marina?
REGINA
- Que entrevista é essa? O que é que é? Para onde nós vamos?

FOLHA - Estamos falando de política.
REGINA - Estou aqui falando de cultura.
(VINICIUS QUEIROZ GALVÃO E CÁTIA SEABRA)

CURTO-CIRCUITO
ACONTECE HOJE o lançamento do livro "Um Enigma Chamado Brasil", organizado por André Botelho e Lilia Moritz Schwarcz. Às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
A ARTISTA PLÁSTICA Marta Neves inaugura hoje, às 19h, mostra em homenagem a Nelson Leirner, na Home Art Gallery.
O GEMÓLOGO Rafael Lupo Medina, da Cartier de Paris, fala sobre joias, hoje, às 14h, a membros da Associação Brasil Parkinson. A iniciativa é da vereadora Mara Gabrilli.
ESTREIA HOJE , às 23h, no Espaço Satyros Um, a peça "Se Você Me Amasse", texto de Duilio Ferronato. Classificação: 12 anos.
RODRIGO CUNHA promove hoje, às 19h, vernissage da mostra "Temas Para Uma Realidade", na galeria Multipla de Arte.
A ORQUESTRA dos médicos do Hospital Israelita Albert Einstein comemora seus 20 anos com concerto hoje, no Teatro Alfa.
A ONG Childhood Brasil inaugura hoje, no shopping Iguatemi, uma mostra de roupas que irão a leilão beneficente no dia 25.


com ADRIANA KÜCHLER e DIÓGENES CAMPANHA, FLÁVIA MARTIN e LÍGIA MESQUITA