18/11/2009 15h34
Sabrina e o caso da mini-saia, Sabrina foi fazer coro ao protesto que rolou em frente a Uniban para defender Geyse.
da mesa de um bar, a palavra, a prosa e a poesia
Sabrina e o caso da mini-saia, Sabrina foi fazer coro ao protesto que rolou em frente a Uniban para defender Geyse.
Tribuna da Imprensa
Helio Fernandes
Lógico, falo de Serra, Dilma e Ciro. Têm formação e convicção draconiana, dominadora, não suportam diálogo, controvérsia, debate. Mandam, e quem não obedecer terá que sofrer as consequências. Por isso afirmei que, com os três, qualquer um deles no Planalto, a democracia brasileira estará em perigo.
Tenho medo desses democratas autoritários que colocam sempre a segunda palavra na frente da primeira. E não tenho o menor constrangimento de dizer que tenho medo. Quem diz, “não tenho medo de nada”, é um irresponsável ou um mentiroso.
O normal é ter medo, a grandeza está em resistir a ele, saber que está no limite da perseguição, que tudo pode acontecer, o Poder nefasto e torturador tem o “direito da força” e pode fazer o que quiser. Isso dá um medo terrível, irreprimível, irresistível.
Por causa do comportamento desses três que pretendem chegar e dominar o Planalto, tenho medo pelo passado deles e obviamente pelo futuro do país. A glória deles é o Poder, se conseguirem conquistá-lo, assustarão milhões. Todos me perguntam: “Nesse caso, em quem votar?”.
Nas inúmeras vezes que fui levado preso para o Codi-Doi, ia apavorado. Mas por dentro. Quem olhasse a minha fisionomia, mirasse meus olhos, poderia dizer ou perguntar: “Esse homem não tem medo?”. Eu só era preso de madrugada, assustador. Depois melhorei a constatação: “Eles só prendem os que resistem, de madrugada e de preferência com temporal”.
Quem prendia, por ordem dos militares, era a polícia civil. Mas nos carros, sempre me diziam: “Não gostamos de trazer prisioneiros ao CODI, entregamos e vamos embora”. Aqueles oficiais de no mínimo 1,80m (chamados de “Catarinas”) me gozavam: “O senhor escreve contra nós mas está sempre aqui”. Mal sabiam eles, que eu escrevia menos de 1 por cento do que desejava, a censura devorava tudo.
Esse antro de terror ficava na Barão de Mesquita, foi IDÉIA de Orlando Geisel, (irmão de Ernesto) que queria tanto ser “presidente”, não conseguiu. Foi montado numa parte da antiga Polícia do Exército. Inicialmente se chamava CODI-DOI. Surpreendentemente mudou de nome, inverteram as palavras, passou a ser DOI-CODI. Ninguém conseguiu explicar.
Numa daquelas madrugadas de choros, gritos e lamentos, fui levado mais uma vez para lá. Eram duas da manhã, quando chegou o comandante dessa “Universidade do Terror”, seu nome era Fiúza de Castro. (O filho, o pai foi um homem digno, quase Ministro da Guerra, ainda se chamava assim).
De paletó esporte, sorumbático, que palavra, disse se referindo a mim: “Eu gosto tanto quando senhor escreve sobre esportes, por que tem que se meter na vida dos governos?”. Ele se julgava governo, e legítimo.
Voltou a fingir que dormitava, até que um capitão, nunca soube o seu nome, perguntou: “Coronel, por que esta unidade mudou de nome?”. E Fiúza de Castro, às gargalhadas, “trocamos de nome porque DOI primeiro”. Pouco depois, no Almanaque ele era o número 1 para general. Ninguém queria promovê-lo, o candidato forte era o número 2. Fizeram então o seguinte. Promoveram Fiúza de Castro, foi nomeado Comandante da polícia Militar, agregava. E promoveram o número 2. (Naquela época a Polícia Militar era comandada por um general da ativa).
Aquele antro vivia (?) cheio de jovens de 19, 20, 21 anos, todos de classe média. Eram presos, levados para lá, torturados imediatamente, tiravam “informações”, quando chegava o pistolão, eles soltavam. Uma noite, na minha casa, o general Cordeiro de Farias contava para José Aparecido, Oscar Pedroso Horta, (Ministro da Justiça de Jânio) o grande advogado Evaristinho, o que sofrera pra tirar o filho de um amigo desse CODI ou DOI.
Cordeiro, (que na FEB já era general, Castelo Branco ainda Tenente-Coronel) contava: “Quando fui governador de Pernambuco, (pelo voto direto) fiz grandes amigos civis. Um deles teve a filha de 20 anos levada para lá, me telefonou desesperado. Levei mais de um dia para localizá-la, já havia sido torturada”.
(Foi lá que assassinaram o bravo Rubem Paiva. Foi preso por causa de revelações irresponsáveis, todos os telefones eram gravados. Levado para a Aeronáutica, começaram a torturá-lo. Gostavam muito de amarrar o prisioneiro num jipe, e “passear” com ele por aqueles caminhos cheios de pedras, ninguém resiste. Já estava agonizante, foi levado para a Barão de Mesquita, onde morreu horas depois. Montaram então a farsa: “estavam levando o prisioneiro num jipe, pela Quinta da Boavista, quando foram atacados”. Inacreditável, nenhum órgão publicou coisa alguma. (Nós tentamos, a muralha da censura nos soterrou).
Foram vezes incontáveis, a mesma rotina do medo, meu e deles. Pois como eu era um nome nacional, eles se compraziam antecipadamente no prazer de me torturar, como aconteceu com tantos. E se eu não resistisse à tortura e morresse? Foi o que aconteceu com o jornalista Wladimir Herzog, assassinado em São Paulo, na sucursal do DOI, que lá se chamava OPERAÇÃO OBAN.
***
PS- Comecei a falar em MEDO da ditadura, mas lutar contra ela basta (basta?) ter disposição, coragem e determinação. O EXÍLIO é uma satisfação, como disse Darcy Ribeiro: “Nunca me diverti tanto como no exílio, visitei países que jamais conheceria, não gastei um tostão”.
PS2- Mas como respeitar e deixar de combater Dona Dilma, Serra ou Ciro, se chegarem ao Planalto? Aí, estarão LEGITIMADOS por essa representatividade falsa, mas que será necessário renovar, revolucionar ou renovolucionar. Sei que irei combatê-los, haja o que houver. Mas nesse HAJA O QUE HOUVER, como ultrapassar o tempo?
PS3- Ia contar outras OPORTUNIDADES de MEDO quase PÂNICO, são tantas, fica para outra vez. De preferência sem nenhum dos três no Poder.


BLONDE AND WHEAT
Crouch Vale Amarillo
'This golden ale from Essex combines clean, crisp, drinkability with a big nose of orange, grapefruit and pine,' says Pete.
BreweryCrouch Vale Brewery (www.crouchvale.co.uk)
How much £2.10 5% ABV - 500ml
Unions want British firm to stay independent owing to job fears
One is the purveyor of perfect pyramids of chocolates beloved in the adverts by the ambassador and his guests. The other is an American brand known in the UK more from appearances in US TV shows than through its peculiarly transatlantic flavour.
But last night, the Italian firm Ferrero and the US giant Hershey were linked to a new bid for British chocolate maker Cadbury, which has already rejected a £9.8bn hostile bid from another American food giant, Kraft.
A combination of Hershey and Ferrero would pose a viable rival to the bid from Kraft, the world's second largest food company, which has sparked job fears among unions and has been rejected as "derisory" by the board of Cadbury.
Sources close to the two companies say Hershey executives have held tentative discussions about a combined approach with Ferrero. An insider described the negotiations as "very preliminary, very early in the process".
Hershey has a licence to make Cadbury chocolate in the US, although it uses a different recipe, giving Dairy Milk bars and Creme Eggs a subtly distinct flavour across the Atlantic.
The Pennsylvania-based firm is controlled by a charitable foundation, the Hershey Trust, and had been considered lacking in the financial wherewithal to mount a single-handed offer for Cadbury. With $5bn (£2.8bn) of annual sales and 12,000 staff, it makes US favourites including KitKats, Reese's Pieces and Hershey's Kisses.
A combination with Ferrero Spa could deliver more muscle. Ferrero, which has 18 factories and 22,000 employees, was founded in 1946 by entrepreneur Pietro Ferrero, who created a hazelnut spread named Pasta Gianduja. The firm now makes Tic Tacs, Kinder Surprise and Nutella hazelnut spread, but is best known in Britain for its Ferrero Rocher chocolates - renowned for advertisements declaring them to be fixtures at ambassadorial receptions.
Neither Hershey nor Ferrero Spa would comment yesterday. A source close to Cadbury said: "Cadbury has heard nothing from Ferrero or people acting for it. Cadbury is not up for sale, but the company would give proper consideration to any offer that valued it properly and would be of interest to shareholders."
Analysts at investment bank Nomura suggested the family behind Ferrero could be keen to get their teeth into any wave of mergers sweeping the chocolate industry: "Being left on the sidelines of consolidation taking place around them is unlikely to be an attractive proposition."
Nomura pointed out that 65% of Ferrero's sales came from Germany, Italy and France – countries where Cadbury's chocolate presence is weak – so combining its distribution network with the British firm's brand could make logical sense.
A joint bid would inevitably involve carving up Cadbury's assets, creating more uncertainty for the company's employees. Hershey is likely to be keen to get its hands on Cadbury's gum operations – particularly Trident, which is attempting to take on the dominance of Wrigley in the US.
The British firm employs 46,000 people in more than 60 countries and Unite, the union representing its staff, has been pressing for assurances over job security in the event of a foreign buyout.
A rival offer could prompt Kraft , whose shareholders include the billionaire Warren Buffett, to raise its bid, which was for a mixture of cash and stock worth 717p a share when tabled last week. Some industry experts suggest that a price of 800p would be enough to secure Cadbury.
One Wall Street food industry analyst, who declined to be named, said: "Kraft doesn't feel that it should bid against itself – there's been no motivation for it to go higher without a competitor out there."
Cadbury remains hopeful of hanging on to its independence, in spite of the ominous appearance of deal-hungry hedge funds on its shareholder register. Cadbury's chairman, Roger Carr, said at the weekend that he did not think investors would be "foolish enough" to allow Kraft to buy the business on the cheap: "I don't see these people letting that happen."
Cadbury
Dating back to 1824 when John Cadbury, from a staunch Quaker family, sold tea, coffee and drinking chocolate in Birmingham as alternatives to alcohol, Cadbury plc has now transformed into one of the world's largest confectionery manufacturers.
Cadbury milk chocolate was launched in 1897 and its famous Cadbury's milk tray selection in 1915, at the same time as the firm supplied clothing, books and chocolate to soldiers during the first world war. It merged with Schweppes in 1969, but demerged in 2007.
Its most famous product is the Cadbury Creme Egg; more than 200 million are sold between new year and Easter each year, with a brand value of around £45m.
Hershey
Hershey is the largest chocolate manufacturer in North America. Founded in Pennsylvania in 1894 by Milton S Hershey, it is now an American icon. Hershey's kisses (small, flat-bottomed conical chocolates) burst into the world in 1907 to become one of the most successful Hershey products ever. The company makes special chocolate for the US military.
In 1988 the firm acquired the rights to manufacture and distribute Cadbury's branded products in the US.
Ferrero
After the second world war in 1946, Piera and Pietro Ferrero turned their bar and pastry shop in Alba, Italy into a small factory to mass produce chocolates.
It was their son Michele who ended up becoming the driving force of a company that has spread across the world, with products ranging from Nutella to Tic Tacs and the Ferrero Rocher. This was introduced in 1982 and is almost better known for its advertising campaign than the small, round, nutty chocolates.
It had a consolidated turnover of €6.2bn for 2007-08.
«Nous avons certainement participé à des choses qui n'étaient pas correctes et nous le regrettons. On demande pardon». C'est ce qu'a affirmé le patron de Goldman Sachs (GS), Lloyd Blankfein, qui a tenté d'éteindre la polémique après sa récente interview au quotidien londonien Sunday Times, dans laquelle il disait que les banques avaient «un rôle social» et que la sienne, en particulier, travaillait «au service de Dieu». Des propos qu'il «n'aurait pas dû» dire, à-t-il plus tard avoué.
Les excuses de la banque d'affaires arrivent à un moment où celle-ci est soumise à une pluie de critiques. Goldman Sachs a en effet été au cours des 9 premiers mois de l'année la banque la plus profitable du Nyse et a déjà provisionné 16,7 milliards de dollars pour récompenser ses traders et ses cadres. Soit environ plus de 500.000 dollars de prime par salarié. Des sommes jugées astronomiques par les Américains, mais que Blankfein défend par le fait de ne pas vouloir perdre ses «talents à cause d'une modification des méthodes de rémunération».
Du coup, essayant de se rapprocher de ses principes humanitaires et du «rôle social» qu'il défend, Blankfein a indiqué que sa banque allait débloquer 500 millions de dollars pour venir en aide à 10.000 petites entreprises américaines. Une initiative menée en collaboration avec le milliardaire Warren Buffett, qui co-dirigera le panel chargé de superviser l'entière opération. Dans la pratique, Goldman Sachs mettra à disposition tous les ans 100 millions de dollars, soit environ ce qu'il gagne au cours d'une journée de bon trading ! Le Financial Times précise qu'au cours du troisième trimestre, la banque d'affaires a enregistré 36 jours au cours de laquelle ses traders ont gagné quotidiennement plus de 100 millions de dollars...








LA TESTIMONIANZA - «In genere, gli scontri fra questi animali sono molto rari – ha raccontato il fotografo al Daily Mail - . Quando succede qualcosa, è perché ci sono dei cuccioli nel gruppo e gli ippopotami pensano che possano essere in pericolo. Ed è esattamente quello che è capitato in questa occasione. Non so cosa abbia spinto il coccodrillo a passare sopra alle schiene degli ippopotami, penso che forse si sia fatto prendere dal panico e l’abbia vista come la sola via di fuga, ma di certo è stata la peggior scelta che potesse fare e, ovviamente, anche l’ultima». Considerato fra le creature più aggressive ed imprevedibili del regno animale, un ippopotamo adulto può esercitare una pressione di diverse tonnellate in un singolo morso, come conferma la tragica fine del coccodrillo. «Tutto quello che sono riuscito a vedere – ha concluso Silha – era il coccodrillo che si dibatteva e si contorceva per sfuggire alle fauci degli ippopotami, ma nemmeno il coccodrillo più forte sarebbe riuscito a salvarsi. Infatti, non ha avuto scampo e pochi secondi dopo il suo corpo è scivolato nell’acqua e non l’ho più visto».
Simona Marchetti
Alcune partecipanti agli incontri romani con Gheddafi (Ansa)Le prescrizioni di Gheddafi sono state molto precise. I suoi collaboratori dovevano contattare circa duecento ragazze attraverso un sito specializzato per il reperimento di hostess da retribuire con una sessantina di euro (tra l’altro: non esiste un sindacato delle hostess?). Il canone fissato prevedeva che le ragazze fossero di bell’aspetto, possibilmente bionde. Che dal metro e sessantanove centimetri in giù di statura sarebbe scattato implacabile l’ostracismo. Che fossero vestite di nero, vietate minigonne e scollature, il tacco di almeno sette centimetri, e la taglia, inderogabilmente, 42. Solo a queste condizioni le ragazze sarebbero state meritevoli delle lezioni di Gheddafi sul Corano e sensibili alle istruzioni del Libretto Verde, distribuito come cadeaux dopo un paio di notti di infervorate diatribe religiose innaffiate, raccontano le cronache, da dosi massicce di cappuccino.



18 novembre 2009
El "escándalo" en el que se inspiró Heinrich Von Kliest para escribir La marquesa de O hace más de 200 años ha llevado a que Amaia Salamanca pruebe veneno del teatro y le ha decidido a abandonar su papel de Cata en la serie Sin tetas no hay paraíso, para dedicarse por entero a los escenarios.
En una entrevista dos días antes de estrenar en Madrid, en el Teatro Bellas Artes, La marquesa de O, la actriz (Madrid, 1986) asegura que está "muy feliz" porque está haciendo "lo que quería" a pesar del esfuerzo que le está suponiendo grabar los últimos episodios de la tercera temporada de Sin tetas no hay paraíso (Telecinco) con los ensayos y las nueve funciones que ya se han hecho, en Alicante, Zaragoza y Huesca. "Sabía que hacer teatro me iba a ayudar mucho en mi carrera por eso sé que todo el esfuerzo ha merecido la pena. Además, mis compañeros me están ayudando muchísimo, en especial Juan José Otegui, que es como una figura paterna para mí".
Se da la "rara casualidad" de que esta obra es el debut de Amaia Salamanca y la retirada de Otegui (Oviedo, 1936) que por "no querer aburrir" al público, pero sobre todo "por razones personales" que no quiere desvelar, pero que apuntan a que quiere dedicarse por completo a cuidar "de alguien", ha decidido que La marquesa de O sea la última obra que haga en sus 49 años de profesión.La actriz explica que Otegui les dijo en Alicante -donde se estrenó la obra el pasado 30 de octubre- que lo dejaba: "nosotros no sabíamos nada pero su decisión es tan irrevocable como la mía de dejar la serie, que no se si tendrá continuidad o no después de que terminemos el último capítulo -en diciembre- pero yo no me reincorporaré a la cuarta temporada".
Salamanca supo por su compañero en la función Josep Linuesa -que fue su "marido de conveniencia" en la anterior temporada de Sin tetas- que la directora de la obra, Magüi Mira, estaba buscando a una actriz joven para incorporar el papel de la joven viuda Julieta, marquesa de O, que al quedarse embarazada "no sabe cómo" decide poner un anuncio en el periódico para encontrar un padre. Cree que la obra, escrita por Von Kleist cuando sólo tenía 23 años, inspirada en un hecho real, "fue muy rompedora entonces y lo es ahora porque no parece que las cosas hayan cambiado tanto".
"Una joyita"
La marquesa de O es, según explica Mira, "una joyita por todo lo que se cuece dentro; una absoluta locura, todo rompimiento y transgresión de unas estructuras muy rígidas". Hernández ha hecho una adaptación de la obra de Von Kliest, de la que Eric Rohmer hizo una película en 1976, "muy pegada al texto pero con una prosa poética con un nivel de síntesis brutal".
La directora se decidió por Salamanca por varias razones y, al parecer, ninguna de ellas porque fuera la archipopular Cata. "Quiso entrar en este viaje y subirse al escenario con Juan José, con Tina Saiz, con Josep Linuesa, con todos nosotros, y además maneja maravillosamente las emociones, es muy inteligente y sabe transmitir, tiene talento y luz propia", piropea.
Otegui dice que Amaia Salamanca "tiene ese algo que hace que la gente la mire aunque esté callada, es inteligente y luminosa y un placer verla trabajar". El actor aceptó trabajar con Mira y que ésta fuera su despedida porque le parece "la conjunción ideal para hacerlo". "No sé si me voy con satisfacción del deber cumplido, pero lo he intentado por lo menos", subraya.
La obra estará en el Bellas Artes hasta el 10 de enero y luego emprenderá una gira por toda España y, "a lo mejor", vuelve a Madrid pero eso "nunca se sabe", dice Mira.
Efe
Esther Mucientes | Madrid
Juanita no tiene pelos en la lengua. Ahora ya tampoco tiene miedo y en las arrugas que surcan su cara se responde a la historia de la traición, el exilio y la venganza. Anoche TVE estrenó en primicia para España el documental 'Mis hermanos y yo', donde la hermana de Fidel Castro reveló algunos de los secretos de la historia que marcó el destino de Cuba.
"La gran tragedia del pueblo cubano comienza con la dictadura de Batista"
Juanita Castro, que tras colaborar con sus hermanos en el triunfo de la Revolución, decidió exiliarse a México en 1964, instalarse en Miami y denunciar al régimen castrista liderado por sus hermanos, cuenta ahora toda su historia, que es también la de sus hermanos y la de Cuba.
No guarda rencor. Ni a Fidel, ni a Raúl, ni a la Revolución por la que luchó y a la que traicionó años después por "nuestro país". De hecho, como confiesa en el documental, ella no se considera una traidora. Para ella, sólo hay un único traidor: Fidel, su hermano, su líder, su enemigo.
"Yo no he traicionado a nadie. Fidel nos traicionó a todos. A su familia, a mis padres, a sus hermanos... Ha sido lo peor para mi país". Pero, ¿por qué luchó al lado de su hermano por una causa que años después abandonaría? Para Juanita la "gran tragedia" del pueblo cubano comienza con la dictadura de Batista. "Ahí es donde se hace la noche en Cuba y más nunca amaneció".
Así explica comó se unió a la lucha revolucionaria de sus dos hermanos tras el desembarco de Granma, a pesar de que tuvo que abandonar el país y fue perseguida por las autoridades de Batista. "Fidel hizo los sacrificios que tuvo que hacer para luchar frente a la dictadura de Batista con las armas. No había otra situación posible".
Revela una infancia alegre -"son los mejores recuerdos que tengo allá en la isla"-, con cariño, comodidades y buenos momentos con sus hermanos. Sin embargo, la llegada de Fidel a la universidad, los primeros contactos de éste con la política y el golpe de Estado de Batista rompieron la idílica familia Castro.
"Mi hermano Fidel era el hombre más grande que podría haber en el universo"
"Mi hermano no trabajó nunca. Incluso casado con Mirta Diaz-Balart era mi padre el que pagaba todo a él, a su esposa y a sus hijos. Nosotros le intentamos convencer de que la política no era su camino", cuenta Juanita.
Pese a todo Juanita aun muestra cierto orgullo por su hermano y por lo que hizo. "A Fidel le ofrecieron formar parte del Gobierno de Batista y lo rechazó. De hecho, se sintió tan ofendido que reventó contra el suelo dos lámparas que el propio Batista le regaló por su boda. Para él fue una ofensa que le ofrecieran participar en un Gobierno fruto de un Golpe de Estado".
Y llegó el triunfo de la Revolución. "Fue una alegría inmensa tener al libertador de Cuba", afirma la hermana de Castro. Juanita al igual que muchos cubanos se creyeron cada promesa de Fidel, cada palabra, cada discurso... "Era el hombre más grande que podría haber en el universo".
Pero el Fidel libertador, el Fidel de la Revolución desapareció. Y es entonces cuando Juanita se convierte en Dona y empieza a colaborar con la CIA, el mayor enemigo del régimen castrista. Una Castro en la guarida del lobo.
"Fue la mujer del embajador de Brasil en la isla quien me propuso trabajar con los servicios de inteligencia de EEUU. Lo hice porque quería ser útil para mi país", cuenta. Juanita, o Dona, comienza entonces una nueva vida de espionaje, escuchas, contactos, secretos. "Mi trabajo era facilitar lugares donde se pudieran esconder espías de la CIA en Cuba. Nunca me comprometí a ningún acto de violencia en contra de mi hermano".
"Mi trabajo era facilitar lugares donde se pudieran esconder espías de la CIA en Cuba"
Latas de conservas con mensajes encriptados, equipos de transmisión, contactos con Toni Sforza. Juanita se había transformado de la hermana revolucionaria a la hermana traidora y Fidel no tardaría mucho en darse cuenta. De hecho, es la muerte de su madre, "mi ángel protector", la que marca el principio del fin de la historia de Juanita en Cuba.
"Raúl vino a visitarme unas semanas después de la muerte de mi madre con mi expediente bajo el brazo y me dijo que lo mejor era irme de Cuba. Me abrazó y me dijo que hablaría con Fidel, y esta fue la última vez en 45 años que nos vimos".
Así dejó atrás su otra Juanita. La Juanita cubana, la hermana de los Castro, la niña de infancia alegre que se exilió, primero a México y después a EEUU. Aún así, ella no cree que traicionara a nadie ni cree que estuvo a sueldo de la CIA. "Yo no estaba en nómina de la CIA, sólo tenía un programa de radio donde me pagaban por mis colaboraciones. Yo no gané dinero con la CIA".
Ahora 45 años después de aquella triste despedida en el aeropuerto de La Habana, Juanita Castro mira hacia atrás. No se arrepiente de nada de lo que hizo y sigue sintiéndose orgullosa: "Actué con honestidad todo aquel tiempo que me llamaba Dona".
A sus 76 años y cuando no tiene casi ninguna esperanza de algún día poder pisar de nuevo la isla que la vio nacer, Juanita Castro mira fijamente a la cámara y como si fuera su propio hermano el que estuviera delante le hace un último ruego: "Es suficiente lo que ha sufrido el pueblo cubano y es hora del cambio. Está bueno ya..."
EFE - Zaragoza - 17/11/2009
Se trata, una vez realizada la primera limpieza, de una imagen de Augusto cubierto con manto sacerdotal, el modelo de capite velato (togado), que corresponde al prototipo hallado en 1910 en Roma, en la Casa de Livia, en Via Labicana, y que se conserva en el Museo de Boston.
La escultura tiene 43 centímetros de altura por 27 de anchura y en la parte posterior de la cabeza se aprecia un clavo de hierro que sujetaba la escultura a un muro para darle estabilidad. La pieza está realizada en mármol peninsular, todavía sin identificar, y habría sido esculpida en un taller hispano que, en los estudios que se harán a partir de ahora, será identificado con seguridad, según los arqueólogos que trabajan en estas excavaciones.
La pieza puede atribuirse a los primeros años del reinado de Tiberio, hijastro y sucesor de Augusto, hacia los años 15-30 después de Cristo. Según los primeros indicios, la cabeza de Augusto podría haber estado ubicada en el sacellum de lo alto del graderío del teatro de Bilbilis, templete dedicado al culto imperial, o, aunque menos probable, el propio escenario. Con este nuevo hallazgo, Bilbilis renueva su gran importancia como yacimiento romano con un retrato del emperador que transformó la vieja ciudad celtibérica, ya muy romanizada, Bilbilis Itálica, en Municipio de Ciudadanos Romanos como la menciona el historiador latino Plinio el Viejo.
Este sería el cuarto retrato de Augusto del modelo capite velato hallado en Hispania, tras los descubiertos en Mérida (Badajoz), Pollenca (Mallorca) y Tarragona. En varias ciudades romanas de Hispania han sido descubiertas esculturas de togados romanos, en Cartagonova, Córdoba, Medina Sidonia, Segóbriga, entre otras, que se han atribuido a este tipo de cabeza velada, pero no los retratos, lo que convierte al descubierto en Bilbilis en un "hallazgo de gran importancia, espectacular y de segura identificación", destaca en un comunicado el ayuntamiento de Calatayud.
La obra, realizada en bronce por el artista colombiano en 1987, tiene unas dimensiones de más de 3,5 metros de largo por 1,5 metros de ancho y salió a la venta por medio millón de dólares (unos 337.000 euros). Christie's había calculado que la vendería por entre 800.000 dólares (unos 539.000 euros) y 1,2 millones de dólares (808.352 euros) y efectivamente el precio de martillo fue de 950.000 dólares (639.946 euros), aunque una vez añadidas las comisiones y demás gastos, quedó en 1.142.500 dólares (769.619 euros).
El tema la pieza en cuestión, una mujer de suaves y voluptuosas formas que posa fumando, aparece de forma recurrente durante toda la obra de Fernando Botero, tanto en pintura como en escultura.
El artista colombiano, nacido en 1932 en Medellín, es uno de los creadores latinoamericanos más cotizados del momento, algo que quedó hoy patente en una velada en que también se vendieron otras piezas suyas como Horse with saddle (228.022 euros), Reclining Woman (163.354 euros) El Milagro de San Hilarión (195.688 euros), Dancers (37.891 euros) y Vida de San Zenobio (163.354 euros). También se adjudicó la pintura Mother and Chile, de 1990, considerada una de las obras más exquisitas de Botero en este medio.
CARMEN MAÑANA - Madrid - 18/11/2009
El secreto de que los fashionistas del mundo les idolatren, las revistas de moda se peleen por ellos y las marcas sueñen con aparecer en sus webs está, según Schuman, en algo tan sencillo, antiguo y, por lo visto, escaso como la integridad. "La gente viene a nosotros porque somos sinceros. Saben que si sacamos algo es sólo porque nos gusta, que no hablamos de una marca o de una persona porque debamos, porque nos hayan pagado por ello", explica. Doré asiente. Poco después de poner en marcha su blog, en 2006, decidió dejar de ir a las fiestas de las firmas y no aceptar regalos. "Porque te manden una crema no merece la pena perder prestigio ni recibir cien llamadas de la marca preguntándote que por qué no la sacas", explica.
Pero esa libertad, que les ha hecho admirados, seguidos y rentables, cuesta dinero. "Hacemos pasta para el blog fuera de él", explica Schuman. La mayor parte de sus ingresos provienen de trabajos externos como el libro The Sartorialist (Penguin), que recoge una selección de fotografías publicadas en la web homónima y cuyo prólogo está escrito por Mario Testino. O la mesa redonda organizada ayer en el centro comercial madrileño Las Rozas Village en la que participó el bloguero.
Aunque la página de Schuman no es completamente pura: acoge los retratos de anónimos con gabardina (y ropa debajo de ella) que el autor está realizando para Burberry. "Les dije: 'No voy a haceros un anuncio. Colgaré las fotos como las demás'. Ellos presionaron un poco pero luego cedieron. Saben que si tenemos éxito es precisamente porque no hacemos esas cosas". Y porque, aseguran, Internet les permite llegar a una audiencia global.
"Vogue, por ejemplo, es muy importante, pero tiene sus ediciones nacionales que influyen en un grupo de gente en un lugar concreto; nosotros influimos en un grupo repartido por todo el mundo", apunta Doré.
En contra de lo que pueda parecer por su discurso, aseguran que adoran el papel y el periodismo en tres dimensiones. No creen que los blogs vayan a reemplazar a las revistas: "Las complementamos. Ellas muestran ese mundo perfecto y grandioso basado en la fantasía, con el que todos soñamos, y nosotros nos ocupamos más de la realidad".
FRANCHO BARÓN - Río de Janeiro - 18/11/2009
Brasil impuso el pasado octubre licencias no automáticas (barreras aduaneras) a varios productos perecederos argentinos que hasta la fecha entraban en su territorio sin restricciones. El efecto práctico de la medida fue que cientos de camiones argentinos cargados con harina de trigo, verduras, frutas y pienso para animales permanecieron bloqueados en la frontera sur de Brasil. Argentina puso el grito en el cielo porque la decisión fue adoptada sin previo aviso de las autoridades brasileñas.
Según explicó recientemente el asesor de Asuntos Internacionales de Lula, Marco Aurelio García, "el Gobierno brasileño ha evitado establecer cualquier tipo de restricción a los productos argentinos". García recordó que, a principios de año, Lula llegó a desautorizar un plan de restricciones aduaneras puesto en marcha por su Gobierno para frenar la entrada de 3.000 productos en Brasil, entre ellos muchos argentinos. El presidente brasileño critica en todos los foros económicos y comerciales las restricciones arancelarias al comercio internacional y aún ve con malos ojos la decisión adoptada por Argentina de imponer licencias no automáticas a muchos productos brasileños, como las manufacturas.
Ante la falta de flexibilización de las trabas aduaneras argentinas, que ya duran más de un año y que Buenos Aires justifica apelando a una balanza comercial demasiado favorable para Brasil y a la frágil situación por la que atraviesa su industria nacional en plena crisis, Brasil decidió en octubre aplicar por primera vez a rajatabla el principio de reciprocidad. Hasta tal punto, que Brasilia le cortó el paso a los camiones argentinos sin informar antes de su decisión a las autoridades del país vecino. El Gobierno argentino, que tachó la medida de inaceptable, esgrime que las restricciones impuestas a productos brasileños (que afectan al 14% de las exportaciones del gigante suramericano a Argentina) siempre han sido previamente comunicadas a Brasilia. El malestar llegó al extremo de que Argentina convocó al embajador brasileño en Buenos Aires para pedirle explicaciones y trasladarle su enfado.
Los ministros de Exteriores de Brasil y Argentina, Celso Amorim y Jorge Taiana, respectivamente, se reunieron en Río de Janeiro la semana pasada para rebajar el voltaje del contencioso, aunque no llegaron a ninguna solución concreta. Los buenos propósitos de los Gobiernos para superar la gresca se ven condicionados permanentemente por sus respectivos sectores industriales, que exigen mano dura con los productos de importación y un mayor proteccionismo para determinados mercados. En el caso brasileño, la todopoderosa industria de São Paulo tiene la capacidad de poner al Gobierno contra las cuerdas en determinados asuntos, como los comerciales.
El volumen del comercio bilateral entre Argentina y Brasil ha caído un 30% tras el impacto de la crisis global en sus economías, principalmente en la primera. En 2008, los intercambios comerciales llegaron a contabilizar 31.000 millones de dólares (algo más de 20.000 millones de euros), de los que 17.600 millones (11.700 millones de euros) correspondieron a exportaciones brasileñas. Estos números desvirtúan uno de los argumentos que Cristina Fernández emplea como caballo de batalla para justificar las restricciones a Brasil: una presunta balanza comercial bilateral excesivamente deficitaria para Argentina.
Brasil es un país que aplica históricamente una política de buena vecindad con todos los países suramericanos, aunque ahora también asume su papel de potencia regional. En este sentido, hay antecedentes recientes en los que los intereses económicos brasileños se han visto perjudicados en contenciosos con Ecuador, Bolivia o Paraguay. En los dos primeros casos, Brasil ha sido irreductible a la hora de defender sus posiciones. También lo es actualmente con EE UU, con el que mantiene un pulso comercial desencadenado por las subvenciones a la exportación de algodón que mantiene el Gobierno de Washington.

Patrícia Villalba
Felipe Recondo, BRASÍLIA
Aloísio de Toledo Cesar
Rafael Define![]() |
O Citibank tenta derrubar hoje, no STJ (Superior Tribunal de Justiça), a maior indenização que já foi condenado a pagar: cerca de US$ 500 milhões, por ter pedido a falência, em 1995, de uma empresa de Pernambuco que fabricava relógios e devia cerca de US$ 200 mil à instituição. A quebra não foi autorizada pela Justiça e a companhia então decidiu processar o banco.
DOIS A ZERO
O banco foi condenado em primeira instância e o Tribunal de Justiça de Pernambuco manteve a decisão. A defesa hoje no STJ será feita por Sergio Bermudes, advogado do Citi.
TODOS POR UMA
O PSDB está se mobilizando para ajudar Luiza Erundina (PSB-SP) a arrecadar os R$ 350 mil que ela foi condenada a pagar à Prefeitura de São Paulo. "Não é uma questão partidária. É uma questão de decência", diz o deputado estadual Milton Flávio (PSDB-SP). Neto de Mário Covas, o deputado Bruno Covas (PSDB-SP) participa da organização.
POR POUCO
E por pouco o PSB não lançou oficialmente, na semana passada, a pré-candidatura de Paulo Skaf (PSB-SP) ao governo de São Paulo. O presidente da Fiesp está, por enquanto, "esquentando o banco" para Ciro Gomes (PSB-SP), mas o partido já está inquieto com a demora do deputado cearense em decidir se concorre por São Paulo ou se se lança na campanha presidencial. Skaf foi a estrela de comerciais do partido nos últimos dias.
CHOQUE ELÉTRICO
O oposicionista PPS, do pernambucano Roberto Freire, colocou em seu site uma enquete perguntando se os internautas acreditam "na versão oficial do governo para o apagão".
Sete anos depois de ter ido à TV declarar o voto no tucano José Serra (PSDB-SP), que concorria à Presidência, afirmando ter "medo" do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), a atriz Regina Duarte foi agraciada anteontem com a Ordem do Ipiranga, a mais alta condecoração do governo paulista. Regina diz "ainda ter muito medo". Só não explica de quê.
FOLHA - O governador declarou [na cerimônia] que os investimentos em cultura não rendem dividendo eleitoral. A senhora concorda com ele?
REGINA DUARTE - Concordo quase que integralmente. Ele falou que é zero. Não sei se é zero. Não quero acreditar que seja zero. A cultura ainda não tem a importância e a valorização que deveria ter.
FOLHA - Em 2002, a senhora se engajou na campanha do Serra pela Presidência. Foi muito criticada. Estaria disposta a fazer isso de novo?
REGINA - Esse tipo de coisa não pretendo fazer mais. Quero fazer outras atividades políticas que não sejam tão explícitas.
FOLHA - Por exemplo?
REGINA - Voluntariado. Existe uma série de participações, de engajamentos em projetos de educação, de cultura, onde eu poderia dar a minha contribuição, participar do que está acontecendo no país.
FOLHA - José Serra foi derrotado em 2002. E agora, chegou o momento dele?
REGINA - Bom, eu continuo achando que ele é o cara [risos].
FOLHA - Depois de sete anos a senhora ainda tem medo?
REGINA - Eu tenho muuuuuuito medo. Eu tenho muuuuuuito medo [repete].
FOLHA - Medo de quê? Da Dilma [Rousseff, pré-candidata apoiada por Lula]?
REGINA - Não. Da Dilma, não. Acho que não. Não tenho medo da Dilma.
FOLHA - Da Marina?
REGINA - Que entrevista é essa? O que é que é? Para onde nós vamos?