sábado, 11 de setembro de 2010

QUARTETO ARPOADOR - "Vagamente" (Roberto Menescal & Ronaldo Bôscoli) 1963





Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

QUARTETO ARPOADOR - BOSSA NO CASTELINHO (1963)

ESQUEMA Hi - Fi (1963)

Música - Vagamente

Composição - Roberto Menescal & Ronaldo Bôscoli



Quarteto Arpoador

Hélio Mendes (piano)

Maurício de Oliveira (guitar)

Betinho (drums)

Edílio (bass).

QUARTETO ARPOADOR - "Mas Que Nada" (Jorge Ben) 1963




QUARTETO ARPOADOR - BOSSA NO CASTELINHO (1963)

ESQUEMA Hi - Fi (1963)

Música - Mas Que Nada

Composição - Jorge Ben



Quarteto Arpoador

Hélio Mendes (piano)

Maurício de Oliveira (guitar)

Betinho (drums)

Edílio (bass).

‘Meio boba’, Dilma ouve ‘fraude’ onde havia ‘fraldas’ - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)



11/09/2010

Wilson Dias/ABr

Ainda inebriada pela chegada de Gabriel, seu primeiro neto, Dilma Rousseff decidiu conceder uma entrevista.

Aconteceu nesta sexta (9), em Porto Alegre. Em timbre de pilhéria, a candidata disse que só responderia a questões sobre “fraldas, banhos e mamadas”.

Lero vai, lero vem passaram-se 25 minutos. Súbito, um repórter decide servir um refresco. Em atenção ao pedido inaugural de Dilma, dirige a ela uma pergunta sobre “fraldas”.

E a candidata, entre decepcionada e abespinhada: "Eu não falo mais sobre fraudes, vocês me desculpem. Perguntem isso para o meu adversário, que isso é a pauta dele".

Por sorte, ao entrar na sala, Dilma avisara que o nascimento do neto a retirara do eixo: "Os avós sempre me disseram que a gente fica meio bobo. Estou hoje meio boba".

Ahhhh, bom!


Escrito por Josias de Souza às 06h38

Hélio Fernandes - Tribuna da Imprensa - link (aqui)





sábado, 11 de setembro de 2010 | 07:10

Enquanto no mundo, os juros oscilam entre 1 e 2 por cento, o Japão manteve a taxa em 0,1 por cento. 110 vezes menor do que o Brasil, antes do novo aumento. Faltando 23 dias para a eleição, nada disso se discute na campanha mais comprometida.

No chamado extremo Oriente, decidiram manter os juros em 0,1% (10 por cento de 1 por cento). Nem medo nem sinal de inflação. Aqui, está praticamente em 11 por cento. (Cento e dez vezes maior do que lá). Pânico de inflação, que “enxergam” em todos os lugares. Ah! Meirelles, o que seria de TI, se não existisse o FMI?

E enquanto Meirelles diz que ainda HAVERÁ MAIS UM AUMENTO DESSES JUROS, ante da eleição ou do fim do ano, o FMI faz um comunicado, RESSALTANDO A IMPORTÂNCIA DO BRASIL como RECEPTADOR (textual) de empréstimos. É evidente, as duas coisas interligadas, os dois fatos conjugados, feitos deliberadamente ao mesmo tempo.

Dizer, “o mundo inteiro quer investir no Brasil”, obsessão de chamar a atenção para o Brasil e suas taxas de remuneração, nenhum elogio. O FMI lembra (nem precisava, todos estão atentos) que nenhum país, esteja onde estiver, paga 10,75% por um dinheiro que goza de muitas outras vantagens, privilégios, tantas mordomias, considerado aqui e repetido no mundo, que é o famoso CAPITAL MOTEL.

O presidente Obama, com 24 horas de diferença, colocou no mercado, 250 BILHÕES DE DÓLARES. Sem cobrar juro algum. Apenas estabelecendo condições que servirão à coletividade. Confessou (como registrei ontem), que o país está com quase 15 milhões de desempregados.

E disse isso, com números visíveis, sem se esconder atrás de “percentáveis ou algarítimos” indecifráveis. “ Estamos com 14 milhões e 800 mil DESEMPREGADOS, temos que acabar com isso”. Então as condições estabelecidas têm que ter como início e fim a criação de empregos.

O que tem que ter prioridade absoluta: construção de PORTOS, ESTRADAS, AEROPORTOS, FERROVIAS e INDÚSTRIA NAVAL. Por que a prioridade? Porque são os setores que levam a um maior desenvolvimento e, ao mesmo tempo, criam mais empregos.

Fiscalização severíssima: cada 1 milhão de dólares (ou outro número) terá que produzir tantos empregos, com tal salário. Tudo foi estudado antes, determinado, com o resultado que não pode falhar. A expectativa consideradíssima, é que o investimento produza 4 milhões e 800 mil empregos, ficariam DESEMPREGADOS, 10 milhões de trabalhadores.

É muito, sem dúvida, mas pelo menos estariam EMPREGADOS mais de um terço das pessoas. Muitos podem se assustar, condenar e até protestar CONTRA ESSE INVESTIMENTO SEM COBRANÇA DE JUROS. (E até aqui mesmo haverá restrição à minha posição de apoio. São os que dizem que tratar de DÍVIDAS, internas ou externas, (as duas mentirosamente pagas ou diminuídas) não PASSA DE ABOBRINHA).

O investimento LIMPO, SEM JUROS, além da criação de 4 milhões e 800 mil empregos, trará vantagens enormes, que crescerão infinitamente. Essas obras produzirão consumo, progresso, prosperidade, e naturalmente mais impostos, Que serão investidos e reinvestidos apropriadamente, numa incrível e irrefutável MULTIPLICAÇÃO DE PÃES.

Paremos os louvores a Obama, embora não possamos dedicá-los a todos os governos brasileiros. Mas direcionemos esses NÃO LOUVORES, especificamente a Lula, que está no Poder cumprindo sem hesitação, todo o RETROCESSO DE 80 ANOS EM 8, DE FHC. Se tivesse traçado e percorrido um caminho de grande investimento, Lula poderia estar colhendo agora de forma positiva o que plantou. Como não plantou, vai colhendo apenas “VITÓRIAS AMESTRADAS”.

E a substituição garantida por Dona Dilma, que significa e significará a mesma pasmaceira oficializada pelo próprio Lula. Com total isenção, analisando em profundidade, e sem a menor maquiagem: Lula não deixa nada de altamente positivo, elucidativo ou reprodutivo. Gastou uma miséria para as diversas BOLSAS, o colossal recurso dos vergonhosos impostos que retira do cidadão, não serviram a estes. Individualmente, nem à coletividade.

O corretíssimo Secretário do Tesouro, afirmou e reafirmou: estamos pagando 188 bilhões de reais, anuais, da DÍVIDA INTERNA. Como isso é pago? Não é PAGO, e sim AMORTIZADO, embora esse seja um assunto proibido para jornalões amigos e irmanados pelas verbas de publicidade e os favores que só o Poder proporciona.

Para “cobrir” esses 188 BILHÕES, o governo, através de Mantega e Meirelles (naturalmente, sem Lula saber) diz: “ECONOMIZAMOS 90 BILHÕES anuais”. Não economizam nada, apenas deixam de investir. Com esses 188 bilhões poderíamos fazer quase o mesmo que Obama incentiva.

Sabe Deus, que tudo o que precisamos é de portos (os maiores do Brasil, congestionados e inutilizados), ferrovias, estradas, aeroportos. E se alguns desses setores terão investimentos, é por causa da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.

Mas tudo será feito desordenadamente, sem atender a prioridades. E festejarão o superfaturamento de agora, e o abandono depois. (Nada está sendo inventado, foi assim no Panamericano, que custou BILHÕES A MAIS do que o previsto, e nada está sendo aproveitado).

***

PS – E apesar dos juros exigirem 188 BILHÕES por ano, a DÍVIDA NÃO DIMINUIRÁ. Pela razão muito simples de que NÃO HÁ PAGAMENTO E SIM AMORTIZAÇÃO. (Só este repórter conta a história como ela é).

PS2 – Como temos que PAGAR 188 BILHÕES e só conseguimos utilizar 90 BILHÕES dos impostos, é evidente, faltarão 98 BILHÕES.

PS3 – Então, como usando 90 bilhões NÃO SE PAGA 188 bilhões, apela-se para a AMORTIZAÇÃO. Desvenda-se o CRIME VERGONHOSO. Anualmente SOBRAM 98 BILHÕES, jogados em cima do total.

PS4 – Conclusão: desperdiçamos o dinheiro ROUBADO do cidadão-contribuinte-eleitor, e ficamos devendo cada vez mais. Isso não vale um comício de 1 milhão de pessoas na Candelária, como foi feito nas DIRETAS JÁ?

Ps5 – E por hoje, não falaremos da DÍVIDA EXTERNA. Como Lula disse que essa DÍVIDA “está paga”, não queremos aplicar a ele a palavra que pensei fosse privativa de Dona Dilma: “MENAS VERDADE”.

Comercial antigo - The "New" 1974 Datsun 260z

Charge do dia

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Sinfrônio - Diário do Nordeste - Fortaleza, CE

Maior ‘adversário’ de Serra já não é Dilma, é o eleitor - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


10/09/2010

ABr

Depois da muda, ocorrida há coisa de duas semanas, José Serra voa sobre a campanha com aparência renovada.

De tucano, Serra converteu-se em carcará –aquele pássaro malvado que pega, mata e come.

Em sua nova fornada de números, divulgada na noite desta sexta (10), o Datafolha informa: não funcionou.

Serra vive o seu momento pânico. Já experimentou de tudo. Na fase tucana, o bico grande, bonito e doce revelou-se inútil.

Com o bico de carcará –pequeno, pontudo e perverso— serviu veneno a uma platéia que pede a continuidade do pudim.

O vaivém de Serra pode ser visto de dois ângulos. Num, positivo, o observador é tentado a concluir que o candidato não tinha alternativas.

Enquanto deu, posou de oposicionista light. Quando os amigos e a família foram ao caldeirão da Receita Federal, elevou o tom.

Noutro ângulo, negativo, enxerga-se um candidato errático e oportunista. Errático por tentar se apropriar do legado que o dono do testamento diz ser de outra.

Oportunista por ter alardeado só agora uma violação de sigilo que admite conhecer desde janeiro, quando diz ter “alertado” Lula.

Seja como for, independentemente da lupa que se utilize, o resultado é a visão de um Serra batido.

Considerando-se os grandes números do Datafolha, o quadro é estacionário. Na última semana, Dilma reteve seus 50% e Serra escorregou de 28% para 27%.

Mergulando-se no miolo do relatório do instituto, descobre-se a existência de movimento.

O problema é que, nos pontos em que se mexeram, os números sorriram ora para Dilma ora para Marina, jamais para Serra.

Sorriram para Dilma, por exemplo, em Pernambuco e na Bahia. Entre os pernambucanos, ela foi de 64% para 67%. Serra, de 21% para 18%.

Entre os baianos ela subiu de 60% para 64%. Ele desceu de 22% para 18%.

Dilma caiu cinco pontos percentuais na faixa de eleitores com escolaridade superior. Para onde foram os votos? Quatro pontos percentuais engordaram o cesto de Marina.

Dilma despencou sete pontos entre os eleitores de maior renda familiar. Nesse universo, Marina beliscou seis pontos percentuais.

Disseminou-se a percepção de que, em matéria de sucessão presidencial, Serra é mesmo um político azarado.

Em 2002, época em que sopravam os ventos da mudança, cavalgava a continuidade. Em 2010, tempo de continuidade, encarna a mudança.

Numa leitura condescendente do processo, pode-se dizer que, hoje, o adversário de Serra é Lula, não Dilma. Tomado pelo Datafolha, Lula é um eleitor notável.

Quase metade do eleitorado (45%) declara que, “com certeza”, vota em quem o presidente indicar. Outros 18% afirmam que “talvez” votem no indicado de Lula.

Somando-se os dois percentuais chega-se ao potencial de transferência de votos de Lula para Dilma: 63%.

Sobram para Serra os 29% que rejeitam o nome apontado pelo “dedaço” de Lula. Um contingente que ele tem que dividir com Marina.

Numa análise menos edulcorada da campanha, chega-se à conclusão de que o problema de Serra não é Lula nem Dilma, mas o eleitor.

O dono do voto informa, uma pesquisa atrás da outra, que não deseja Serra. É como se dissesse ao pesquisador: "Não me importune mais com suas perguntas. Já decidi".

A 23 dias do fatídico 3 de outubro, vive-se sob a égide da precipitação. Lula antecipara a campanha em mais de dois anos.

E o eleitor, contente com a atmosfera benfazeja em que se misturam as bolsas e o crescimento econômico, parece ávido por antecipar o resultado.

Há uma semana, 69% achavam que Dilma vence. Hoje, compartilham dessa idéia 72%.

Na conta do Datafolha, somados apenas os votos válidos, Dilma fica com 56%. Ou seja, o triunfo pode chegar no primeiro turno.


Escrito por Josias de Souza às 23h48

Carbonero se quita las pulseras... y se las pone en el tobillo - Vanitatis, es - link (aqui)


@A. Parrado - 11/09/2010

Carbonero se quita las pulseras... y se las pone en el tobillo


Sara Carbonero (Gtres).

Sara Carbonero se ha convertido en toda una trendsetter, una gurú de las nuevas tendencias, en definitiva. Su paso por el Mundial popularizó las pulseras decenario de colores que adornaban sus muñecas, su maquillaje, sus estilismos o los tacones de los que no se desprende ni para ir de compras.

La novia de Iker Casillas ya es todo un referente para las jóvenes, que intentan copiar sus outfits, muchos de ellos compuestos con prendas de grandes almacenes, más al alcance de todos los bolsillos que las grandes marcas, que también suele lucir en ocasiones.

Durante la presentación de la nueva temporada de Informativos Telecinco, la it girl del momento volvió a sorprender a propios y extraños con una nueva tendencia: los decenarios de colores, que ahora son el complemento perfecto para los tobillos más delicados.

Con un vestido negro por arriba de las rodillas y unos zapatos funcionales de Paco Gil, pero sin perder el toque trendy, Sara customizó el usos de sus pulseras, tan en boga durante los últimos meses. Famosas de la talla de Shakira o Eugenia Silva ya las han lucido, por eso Sara ha decidido renovarse.

Pero, si la corriente de seguidores de la periodista deportiva ha aumentado durante los últimos meses como la espuma, su cuenta corriente no se ha quedado atrás. Carbonero se ha visto en lo alto de la picota informativa además de por su profesión o su relación sentimental con Casillas, por sus contratos publicitarios con Pantene u otras firmas comerciales.

Al parecer, Sara está encantada con esta nueva faceta de su vida. Y motivos no le faltan.

http://www.vanitatis.com/cache/2010/09/10/19carbonero_pulseras.jpg

Peugeot 508, en primavera - El Confidencial, es - link (aqui)


EN VERSIONES BERLINA Y FAMILIAR

Peugeot 508, en primavera


@C. Cancela.- 11/09/2010

Les hablé hace algunas semanas del Peugeot 508, la gran novedad de la marca francesa para el próximo Salón del Automóvil de París. El modelo, más grande que el 407 al que sustituye, se ofrecerá también en versión familiar desde la próxima primavera. Estas son las primeras imágenes oficiales de esta variante Station Wagon.

Este nuevo modelo representa un cambio muy importante con respecto a su antecesor. Todo en él es nuevo, pero sobre todo su filosofía de producto. Si el antecesor, el 407, nació como una berlina media pero con un modelo por encima como alto de gama, el 607, en el caso del nuevo modelo llega para ser el modelo más grande de Peugeot en cuanto a berlinas clásicas.

El 508 tiene una longitud de 4,79 metros en el caso de la berlina, que pasan a 4,81 en el caso del familiar. Ello supone un aumento de su longitud en 10 centímetros con respecto al actual 407.

También hay muchos cambios en su aspecto exterior e interior. En lo que se refiere a la parte exterior, el frontal es completamente distinto, lo mismo que su trasera. También la versión familiar es muy diferente a la del 407 SW actual. Es mucho más capaz, ya no se juega tanto el aspecto de su estética, sino que se apuesta por un interior muy amplio y sin concesiones a su línea externa.

Por lo que se refiere a su aspecto mecánico, el nuevo 508 apuesta por las motorizaciones de gasóleo. Mientras que de gasolina serán dos las versiones disponibles, en el caso de las turbodiesel serán cinco las alternativas propuestas inicialmente, todas ellas de la familia Hdi. Entre ellas una versión que incluye el sistema Stop&Start, el e-Hdi, cuyas emisiones de CO2 son de 109 gr/km.

Las variantes de gasóleo serán las de 110 caballos (incluida la versión e-Hdi), y las de 136, 160 y 200 caballos. Y en gasolina serán las variantes de 116 y 150 caballos. Además, se contempla la posibilidad de una variante Hybrid4 que emplee la mecánica que estrenará el nuevo 3008 Hybrid4. Esta combina la hibridación con la tracción 4x4 para conseguir un vehículo con 200 caballos de potencia y con unas emisiones de sólo 99 gr/km.

Este nuevo modelo, muy importante para el futuro de la marca Peugeot, estará disponible hacia el mes de marzo en los concesionarios, y tanto en sus versiones berlina como familiar.

'Maduritas' instruidas en el arte de seducir a los jóvenes - Vanitatis, es - link (aqui)







La actriz Courtney Cox. ABC


@Juan Manuel Fernández - 11/09/2010

¡Cuántas veces habrán escuchado aquello de "¿qué hará ese joven saliendo con esa mujer que parece su madre?" Demasiadas, ¿verdad?

Por ello, Courtney Cox, una 'cuarentona' de muy buen ver, decidió que ya estaba bien de tanto machismo y se embarcó en una serie para ABC, donde la protagonista es una mujer divorciada que empieza a salir con hombres muchos más jóvenes que ella.

Pero la cosa no sólo se quedó ahí. Se necesitaba un nombre, un título rompedor. Se pensó en el soso 'El show de Courtney Cox'. No gustó. ¿Quizá Cougar town? Sí, le venía como anillo al dedo. Al otro lado del Atlántico a las 'maduritas' que salen a la 'caza' de jóvenes se les llama así: cougar (pumas). Un término, no obstante, considerado por muchos como algo peyorativo.

Era un ejercicio de riesgo, sin embargo, Cox y los productores Bill Lawrence y David Arquette pensaban que a "mayor riesgo, mayor recompensa".

Y así ha sido. La sitcom ha logrado hacernos olvidar a la simpática Mónica de Friends y le ha valido a Cox una nominación al Globo de Oro. La actriz está súblime, espléndida a sus 46 años. Y encima acaban de aparecer las primeras imágenes del cameo de Jennifer Anniston en la segunda temporada.

Habrá que estar muy pendientes. Los que fuimos fans de Friends lo agradeceremos.



Los oscuros negocios del príncipe Andrés - El País, es - link (aqui)



Vendió su mansión, muy por encima de su precio, a un poderoso kazajo

PATRICIA TUBELLA - Londres - 10/09/2010


http://www.elpais.com/prom/201009/pro_photo1284113115.jpg


El papel de Andrés de Inglaterra como representante especial de su país en el área de comercio e inversiones vuelve a verse en entredicho a raíz de sus estrechas y un tanto opacas relaciones con el régimen de Kazajistán.

Tan solo cuatro meses después de que su ex esposa, Sarah Ferguson, fuera filmada intentando vender favores del príncipe a un supuesto empresario (en realidad, un periodista disfrazado), un multimillonario kazajo sostiene ahora que la venta del antiguo hogar familiar de la pareja fue utilizada por el comprador para una operación de lavado de dinero.


http://www.elpais.com/recorte/20100910elpepiage_3/XXLCO/Ies/mansion_Berkshire.jpg


Vista de la mansión de Berkshire, antiguo hogar de Andrés de Inglaterra y Sarah Ferguson.- PA


Timar Kulibayev, yerno del presidente de Kazajistán, adquirió en 2007, y supuestamente a título personal, la mansión de Andrés en Berkshire por 15 millones de libras (18,2 millones de euros al cambio actual). Su compatriota y hoy empresario exiliado Mukhtar Ablyazov asegura poseer documentos que prueban que esa suma de dinero procedió en realidad de los réditos de la semiprivatización de una compañía estatal kazaja de petróleo y gas. Ablyazov quiere que el duque de York declare como testigo de la defensa en el proceso que se sigue en su contra por corrupción, una comparecencia que los asesores del príncipe quieren evitar a toda costa. La venta de su residencia de 12 habitaciones a uno de los miembros más poderosos del clan que gobierna Kazajistán fue en su momento acogida con muchas suspicacias: Andrés recibió tres millones de libras por encima del precio de mercado de la casa.

La prensa británica ya se preguntó por aquel entonces sobre las motivaciones verdaderas de tan inusitado y sustancioso "regalo". Nadie se atreve a apuntar directamente al tráfico de influencias, pero el miembro de la familia real más aficionado a la buena vida, al golf, a las mujeres atractivas y sobre todo a viajar a costa del contribuyente, vuelve a estar en el punto de mira.

Siete días con Bioy por Brasil - El País, es - link (aqui)



Un libro y una exposición reviven el viaje del escritor durante un congreso

TEREIXA CONSTENLA - Madrid - 09/09/2010




Niños en Brasilia fotografiados por Adolfo Bioy Casares


Adolfo Bioy Casares fotografió a estos niños en Brasilia en 1960, cuando la ciudad aún estaba a medio hacer.- HEREDEROS DE ADOLFO BIOY CASARES




En una semana, ya se sabe, se puede crear el mundo. Adolfo Bioy Casares (Buenos Aires, 1914-1999) se conformó con construir un diario de los siete días de 1960 que pasó en Brasil, invitado a un congreso de escritores del PEN Club. Un diario que gira sobre varios mundos: un encuentro literario en el que coincide con Graham Greene y Alberto Moravia, un reencuentro erótico en suspenso con la brasileña Ofelia -a la que había besado en París nueve años atrás e inmediatamente sucumbió a una gripe titánica- y un desencuentro con una ciudad inventada -Brasilia- que le defrauda por su arquitectura y por el éxodo que desata. "Fotografié, no sé con qué resultado, casas dignas del peor (o del mejor, tanto da) Le Corbusier y a indios, con orejas de un palmo y perforadas, que hace tres años vivían como únicos pobladores de la zona", escribe. Una selección de esas fotos puede verse hasta el 19 en Casa América, donde ayer se presentó la nueva edición del diario, gracias a un acuerdo entre la argentina La Compañía y la española Páginas de espuma.

El pequeño librito, Unos días en el Brasil, tuvo la primera vez una tirada minúscula de 300 ejemplares. Fue el único título que Michel Lafon, que escribe el posfacio en la nueva edición, leyó tras la muerte de Bioy. Lafon, un francés excéntrico que abrazó el español cuando se veía como lengua de pobres y acabaría convertido en catedrático de Literatura Argentina en Grenoble, fue primero fan y luego amigo del autor de La invención de Morel. Tan amigo que, al final de su vida, atrapado en sus dolores físicos y anímicos, era uno de los pocos a los que Adolfo Bioy telefoneaba desde Buenos Aires para pedir ayuda. "Lo leí tras su muerte como una prolongación de su amistad, creo que en la obra hay un encanto literario que funciona bien", señala Lafon.

En el diario, pese a la brevedad, se reflejan todos los Bioy. El alérgico al botafumeiro literario: "Nunca se las daba de escritor, supongo que por la coexistencia diaria con Borges y por su modestia no quería verse como un gran escritor y por eso se siente molesto en congresos en los que hay que asumir el papel de estrella", reflexiona Lafon. El convulsivo seductor que teme el mañana: "Uno sabe que está viejo cuando aparecen lunares en las manos y nota que se volvió invisible para las mujeres". El Bioy irónico y displicente: cuando Alberto Moravia se lamenta de que el artículo que le dedica el argentino Antonio Aíta es una traducción de la solapa de su último libro, Bioy le ataja: "¿De qué se queja? Si Aíta no hubiera tenido a mano esa solapa, ¿imagina lo que hubiera escrito?".

Niemeyer recibe la medalla de las Artes y las Letras - El País, es - link (aqui)


La ministra de Cultura, Ángeles González-Sinde, viaja a Brasil para condecorar al arquitecto, de 102 años

AGENCIAS - Madrid - 10/09/2010


Oscar Niemeyer recibe la medalla de las Artes y las Letras

El arquitecto, acompañado por su esposa Vera Lúcia Cabreira (a la izquierda), y la ministra González-Sinde, (a la derecha).- EFE


La ministra de Cultura, Ángeles González-Sinde, ha impuesto hoy en Río de Janeiro al arquitecto brasileño Oscar Niemeyer la medalla de las Artes y la Letras. Niemeyer, que a sus 102 años sigue en activo, es uno de los arquitectos más prestigiosos del mundo. En Avilés (Oviedo) ha concebido el Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer, su mayor proyecto europeo, que previsiblemente se inaugurará el próximo año.

En noviembre de 2009 el Ministerio de Cultura condecoró con esta orden a Niemeyer por su trayectoria profesional, su contribución a la difusión internacional de la cultura española y la relevante influencia de su obra en la configuración de la arquitectura contemporánea.

O famoso quem?



Um tapinha não dói


Em campanha pelas ruas da capital paulista, um militante tucano buscava um modo de tornar mais conhecido o candidato do partido ao Senado. Resolveu apelar para o quadro do "Pânico na TV" no qual os humoristas gritam "Antoooonioooo Nunes!" antes de dar fortes tapas nas pernas dos "voluntários" interessados em aparecer no programa:

-Pessoal, este aqui é o Aloyyyyysioooo Nunes!


Renata Lo Prete - Coluna Painel, Folha de São Paulo (aqui)

Stacey Kent: deslumbrante, poderosa, delicada, adorável - Estadão online - link (aqui)


Americana cantou Caetano e João Gilberto em português e mostra como o jazz pode ainda ser artesanal

10 de setembro de 2010 | 16h 07

Jotabê Medeiros - O Estado de S.Paulo

Os adjetivos caíam como confete sobre o palco do Via Funchal na noite desta quinta-feira (9), enquanto Stacey Kent contava para o público a história de como estudou português arduamente nos últimos dois anos. "E por quê?", perguntou a si mesma, como se respondesse a um interlocutor imaginário. Porque sonhava em decifrar o significado das palavras de músicas como 'Desde que o Samba é Samba' (Caetano Veloso) e Corcovado (Tom Jobim).

Leonardo Soares/AE
Leonardo Soares/AE
Stacey Kent cantou em português

Essas duas canções foram algumas das 17 músicas que a cantora apresentou (em português) no seu retorno ao Brasil ontem à noite, acompanhada de um quarteto (no qual pontifica o saxofonista Jim Tomlinson, também marido da artista). Tomlinson fazia aniversário na mesma noite, e a mulher lhe dedicou uma canção, The Ice Hotel (de autoria do próprio e do escritor Kazuo Ishiguro). Mais ainda: permitiu que Tomlinson fizesse um número sozinho, e ele escolheu "uma música que foi composta no ano em que nasci, 1966, de Burt Bacharach e Hal David: Alfie". Suave momento.

Stacey abriu a noite com Les Eaux de Mars, a versão que Georges Moustaki fez para o francês de Águas de Março, de Tom Jobim. Dali em diante, ela só voltaria à música brasileira com 'Corcovado/Quiet Nights', ao violão, alternando as versões em português e inglês e declarando que João Gilberto é um dos artistas que mais admira no mundo todo.

Tudo poderia parecer meio clichê reverente de gringo, mas Stacey exala sinceridade e modéstia artística quando fala de suas referências musicais. "Creio que todo mundo deveria aprender português um dia", afirmou. Ri de si mesma, de sua própria ousadia cultural.

Stacey é uma lufada de ar fresco passando por cima de standards do jazz, como 'It Might As Well Be Spring' e' The Surrey with the Fringe on Top' (ambas de Rodgers e Hammerstein), passando pela canção mundializada, como 'So Many Stars' (Sergio Mendes e A. Bergman).

Para Stacey, a música só se justifica por apegos emocionais. Ela contou como o avô, russo que emigrou para Paris, lhe ensinou o francês desde menina, e que foi daí que adveio a decisão de gravar seu novo disco, Raconte moi, todo com canções em francês. Para se compreender plenamente um idioma, disse-lhe o avô, seria preciso compreender primeiro o som da poesia daquele idioma, daí a demora. Mas o sentimental também passa por escolhas intelectuais: em vez de se ater somente aos standards da chanson française, ela foi em busca também dos novos compositores, como Keren Ann e Benjamin Biolay (de quem cantou Jardin D'Hiver).

Canções do disco 'Breakfast on the Morning Tram' foram ficando para a segunda metade do set, como Samba Saravah (Baden Powell/Pierre Barouh), What a Wonderful World (R. Theile e G.D. Weiss) e a própria faixa-título, também composta por Kazuo Ishiguro e Jim Tomlinson. As canções em francês amansavam aflições, como a bela L'Étang (Paul Misraki) e Raconte Moi (Emilie Satt, Bernie Beaupere e Jean Karl Lucas).

Ela ainda tinha planejado cantar Coração Vagabundo, também de Caetano Veloso, mas pode ser que tenha reservado essa para o show deste sábado no Rio de Janeiro. Cantou música que alguém lhe pediu pelo Facebook, cantou música que a plateia pediu. Quando Stacey terminou a noite, como 'You've Got a Friend'(Carole King), 'What a Wonderful World' (R. Theile/G.D.Weiss) e Que Reste-t-il de Nous Amour (Charles Trenet), o clima era de rendição total. É uma das cantoras que redefiniu a noção de artesanato no jazz moderno.

Antes de Stacey, apresentou-se o bom grupo gaúcho Delicatessen, que canta standards jazzísticos.



Humor é reflexão