quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Dúvida cruel!

https://moosesp.files.wordpress.com/2009/03/frente-figa-madeira.jpg






Que Erenice não possuia estatura, para a pasta que ocupava, parece ser consenso.

A dúvida, no entanto, é outra:

Terá Erenice envergadura para absorver toda a responsabilidade pelas mazelas que vicejam na Casa civil?

Há controvérsias!!!

Embora a "reza" e a "tradição" sugiram que sim.

Saída de Erenice esfarela miolo do discurso de Dilma - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)



16/09/2010

Fábio Pozzebom/ABr

Março: Dilma passa a Casa Civil à amiga Erenice; hoje, não tem 'nada a ver' com ela

Depois de ter sido renunciada da Casa Civil por Lula, Erenice Guerra virou protagonista da fábula do “nada a ver”.

Ex-madrinha de Erenice, Dilma Rousseff começara a tomar distância da amiga já no final de semana. Evitara levar a mão ao fogo por Erenice.

Nesta quinta (16), mãos ainda intactas, a pupila de Lula tentou erguer um muro entre o infortúnio de Erenice e a campanha eleitoral.

“Eu não acredito que tenha uma coisa a ver com a outra. Uma coisa é o que aconteceu, e outra é a minha campanha”.

Avolumam-se os indícios de que os negócios cavalgados por Israel Vargas, o filho de Erenice, trotavam na Casa Civil desde a época em que Dilma era ministra.

Erenice era a segunda de Dilma. Mas a candidata, obviamente, não tem nada a ver com isso. Ela se apressa em perguntar:

"Onde está a prova de que eu esteja envolvida nesse caso? É importante no Brasil que a gente não perca a referência das conquistas da civilização...”

“...Tem de provar que você fez. Não você provar que não fez. Como eu estou envolvida nesse caso? Aliás, tomei conhecimento dele pelos jornais".

Por ora, Dilma só foi acusada de ser responsável pela acomodação de Erenice na equipe da Casa Civil. Mas ela parece não ter nada a ver com isso também.

É forte a suspeita de que Erenice deu ao rebento o aval para que usasse e abusasse do prestígio da mãe.

Um prestígio que aumentou em fins de março, quando Dilma foi aos palanques e Erenice ganhou a cadeira de ministra.

Dilma, obviamente, não tem nada a ver com isso, como não teve nada a ver com aquele dossiê dos gastos de Ruth e FHC, que Erenice coordenara.

Aquilo, aliás, nem era dossiê, mas um mero banco de dados, como já ficou demonstrado na desconversa anterior.

Um empresário de Campinas disse que o filho de Erenice tentou mordê-lo numa transação que envolvia empréstimo do BNDES. Coisa de novembro de 2009.

Dilma ainda era ministra nessa época, mas não tem nada a ver com o caso. Soube agora, “pelos jornais”.

A candidata, inclusive, estranha o valor do empréstimo: R$ 9 bilhões para um projeto energético. Ironiza:

Tanto dinheiro “para 600 megawatts, seria o projeto de energia mais caro do Brasil. [...] Se o BNDES o recusou, fez muito bem”.

"Essa história me parece aquela história de compra e venda de terreno na lua", Dilma acrescenta.

O Planalto confirmou que o tal empresário foi recebido na Casa Civil. Decerto foi sondar a consistência do solo da lua. Dilma não tem nada a ver com isso.

Injetou-se no histórico da Dilma ministra uma contradição com o discurso da Dilma candidata.

Vende-se na propaganda eleitoral que Dilma era a mandachuva do governo. Os programas que “deram certo” trazem as digitais dela.

Bolsa Família, Prouni, Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida. Tudo fruto do talento gerencial da ministra Dilma.

Movida por interesses eleitorais, a oposição questiona a candidata Dilma: E a Casa Civil? O petismo responde: Nada a ver.

Embora não pareça, a fábula do “nada a ver” faz sentido. Ocupada com em fazer funcionar o governo, Dilma não teve tempo de cuidar da Casa Civil.

Permitiu que seu ministério se convertesse em portão de acesso à casa de uma conhecida senhora: a mãe Joana.

O comitê de Dilma precisa considerar a hipótese de tatuar na testa da candidata uma frase definitiva: “Minha campanha não tem nada a ver com isso”.

Assim, a imprensa se eximiria de perguntar, Dilma não teria que responder e a platéia seria poupada do ar de enfado da candidata.


Escrito por Josias de Souza às 16h23

Era uma vez ...numa incerta, aparelhada e distraída república...



Irmão e filho de Erenice são demitidos de estatais do governo do DF

Em nota, o GDF informou que ambos eram comissionados, isto é, ambos com empregos públicos ganhos por indicação política

16 de setembro de 2010 | 18h 09

Ana Paula Scinocca, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Irmão da ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, José Euricélio Alves de Carvalho foi exonerado nesta quinta-feira, 16,da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) a pedido do governo do Distrito Federal. O governador Rogério Rosso (PMDB) também determinou nesta tarde à Companhia Imobiliária do Distrito Federal (Terracap) a exoneração de Israel Dourado Guerra, filho de Erenice.

Em nota, o GDF informou que ambos eram comissionados, isto é, ambos com empregos públicos ganhos por indicação política. No caso de Israel, foi solicitada a suspensão "quaisquer pagamentos que o ex-servidor tenha a receber naquela Companhia". Os dois, apesar de terem esses empregos públicos, são personagens de escândalos envolvendo lobby, desvio de dinheiro público e cobrança de propinas.

Segundo o governo, também foi solicitada à Corregedoria do DF abertura de procedimento administrativo "para apurar eventuais irregularidades cometidas pelo ex-empregado no exercício de suas função, que pode resultar, como penalidade, em ressarcimento ao erário dos valores recebidos como salário".


Estadão online (aqui)

MARIA BETHÂNIA - Estácio, holly Estácio

Maria Bethânia - Lamento no Morro - Monólogo de Orfeu

Maria Bethânia - As flores do jardim da nossa casa

Maria Bethânia - Bom dia tristeza

GAL COSTA - NADA MAIS

Gal Costa - Nossos Momentos

Eternamente - Gal Costa

Gal Costa - Lágrimas Negras

GAL COSTA - Vatapá (Dorival Caymmi) - Bar Academia

Gal Costa - Esquadros

E por falar em Adeus......lá vai Erenice, a "ela não é uma gracinha", Guerra

http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/10259120.gif



Tiro Certeiro - E Erenice, a "ela não é uma gracinha", Guerra caiu





Entre estilhaços palacianos




Após o tiro certeiro

ao que parece pelas costas

ou como preferem: fogo amigo

a intestina luta pelo poder já começa

Erenice, a "ela não é uma gracinha",

não mais fará parte do butim

Interessou a quem?

Encontre respostas assistindo as próximas cenas

No ar, e sem ensaio,

- "A tomada da Casa Civil"

momentos de extrema violência

despudoradas revelações

ais,

e sais



Mas...

convenhamos

de onde Dilma,

a que não tem,

ao que parece, bom juízo

além de título de "doutora",

tirou esta criatura?

Cai Erenice Guerra; Miriam Belchior pode ser a nova ministra da Casa Civil - Estadão online - link (aqui)




Sucessora da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, não resistiu às denúncias de tráfico de influência e lobby envolvendo seu filho

16 de setembro de 2010 | 12h 05

João Domingos - O Estado de S.Paulo

Erenice Guerra não é mais a ministra-chefe da Casa Civil. A sucessora da candidata do PT, Dilma Rousseff, não resistiu às denúncias de tráfico de influência e lobby envolvendo seu filho, Israel Guerra. A secretária de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, Miriam Belchior, deve ser apontada como a nova ministra.

Míriam Belchior sucederá a Erenice Guerra na Casa Civil - Ricardo Noblat - Blog do Noblat - link (aqui)






Enviado por Ricardo Noblat -
16.9.2010| 11h59m



http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/09/129_1618-alt-miriambelchior.jpg


Míriam Belchio (foto acima)r, coordenadora-geral do Programa de Aceleração do Crescimento, sucederá Erenice Guerra no comando da Casa Civil da presidência da República. O anúncio da saída de Erenice poderá ser feito a qualquer momento.

A nova ministra foi casada com Celso Daniel, prefeito de Santo André pelo PT, assassinado em 2002.


Atualização das 12h31 - Lula esteve reunido até há pouco com Erenice Guerra. Sairá em breve um comunicado oficial.

Bar é fotografia - Alex Krivtsov

http://www.photokonkurs.com/uploads/img/2006-10-01/SUPER_BEAUTY/72920.jpg



Alex Krivtsov

Untitled

Bar é poesia - Flávia Perez

http://3.bp.blogspot.com/_leHQUyhfQ_w/S2CsKsOi4aI/AAAAAAAADg4/0ex6v1W8UVQ/s400/17-01-10_1534a.jpg


Flávia Perez



Aureolada





(Flávia Perez - "Flá Perez")








Eu tão anjo tenho andado,

que em mim nasceram asas.



O que me perde pro céu

é esse meu grande rabo

endemoniado

e minhas coxas grossas
.

El juego sucio eclipsa el debate político en la campaña brasileña - El País, es - link (aqui)


Nuevas acusaciones de corrupción y tráfico de influencias cercan a Rousseff

FRANCHO BARÓN - Río de Janeiro - 16/09/2010


Los pastiches de corrupción y espionaje siguen ocupando la primera página de los rotativos brasileños en la recta final de la campaña electoral, que culminará en los comicios del próximo 3 de octubre. Espoleada por una amplia ventaja que podría otorgarle la victoria en la primera vuelta, la candidata del Partido de los Trabajadores (PT), Dilma Rousseff, se enfrenta a nuevas acusaciones, esta vez de corrupción y tráfico de influencias en su círculo de confianza. La estrategia del partido de Lula, que de momento ha conseguido consolidarse en los sondeos, se centra ahora en evitar que el nuevo frente abierto por la oposición no revierta la vertiginosa trayectoria ascendente de su candidata. De momento, todo parece indicar que el tirón de Lula, que ya ha aparecido en televisión arremetiendo duramente contra el aspirante del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), José Serra, al que acusa de urdir una campaña de acoso y derribo contra Rousseff, puede más que cualquier corruptela aireada a los cuatro vientos.


Millones de brasileños soñaban con una campaña electoral sin sobresaltos y centrada en las propuestas de los candidatos, pero una vez más el juego sucio está eclipsando el debate político. Lo peor de todo es que esta rutina ya empieza a convertirse en una costumbre a la que los ciudadanos asisten con impotencia: en plena campaña electoral de 2006 también estalló un escándalo tras probarse que el PT pretendía comprar información confidencial de miembros de la oposición. Ni el ex presidente Fernando Henrique Cardoso se ha contenido al afirmar esta semana que Lula es el "cabecilla de una banda criminal".

Por su parte, Serra, cada día más hundido en las encuestas, aprovechó uno de sus recientes espacios electorales televisados para ir a la yugular del PT: "¿Esto es lo que usted quiere para Brasil?¿Seguro que usted conoce a esta pandilla [en referencia al PT]?", se interrogó.

La lista de acusaciones contra la candidata del PT comienza a ser larga: la Policía Federal investiga quién está detrás de la violación del secreto fiscal de la hija del candidato socialdemócrata, Verónica Allende Serra, y del vicepresidente del PSDB, Eduardo Jorge. Según Serra, el PT, con la cobertura del aparato público, habría accedido a los expedientes fiscales de estas personas en busca de información turbia que sería filtrada a la prensa durante la campaña electoral. Por ahora, lo único que se ha podido esclarecer es la identidad de los responsables directos de las actividades de espionaje y se sabe que algunos fueron militantes de base del PT.

La semana pasada se desarticuló una red de corrupción en el Estado de Amapá, en el norte de Brasil, donde el PT mantiene alianzas con el Gobierno estatal. El PSDB también ha tratado de rentabilizar electoralmente la noticia acusando al partido de Lula de mantener vínculos políticos con mafiosos.

La última andanada ha provenido de la revista Veja, siempre crítica con el Gobierno de Lula, que en su número de esta semana documenta cómo la sustituta de Rousseff al frente del Ministerio de la Casa Civil ?una especie de número dos del Ejecutivo?, Erenice Guerra, podría estar implicada en una presunta trama de tráfico de influencias y pago de comisiones. Según Veja, Guerra ocupaba el cargo de asesora y mano derecha de Rousseff, entonces ministra de la Casa Civil, cuando la empresa de su hijo, Capital Assessoria e Consultoria, se estaba embolsando cuantiosas comisiones por activar sus contactos en las altas esferas del Gobierno con el fin de facilitar contratos públicos.

Rousseff, que opta por restarle credibilidad a las acusaciones escudándose en su amplia ventaja, ha pedido que los hechos sean investigados con celeridad para apurar responsabilidades. Mientras tanto, buena parte de la prensa nacional arremete duramente contra Lula y su candidata.

Comercial antigo - 1955 Buick Special Commercial

Charge do dia

http://jc3.uol.com.br/jornal/charge/ch16092010.jpg



Humberto - Jornal do Commercio - Recife, PE

Hora de abandonar o navio???




Por um fio

Erenice Guerra perdeu ontem o que lhe restava de respaldo na campanha de Dilma Rousseff (PT), sua antecessora na Casa Civil, e no Planalto. O isolamento aumentou com a unânime rejeição ao tom da resposta dada pela ministra às denúncias de tráfico de influência que envolvem sua família. A nota redigida por ela, eivada de ataques a José Serra, nem sequer passou pelo crivo de seus advogados recém-constituídos.
Aliados e integrantes do governo, que tratavam sua demissão como "hipótese remota" temendo o impacto eleitoral de um afastamento, já admitem o contrário, sobretudo ante a iminência de "fatos novos".




Advertência Logo após a divulgação da nota na qual Erenice fala em movimento "em favor de um candidato já derrotado", a ministra foi alertada pelo Planalto de que cometera um "erro".

Sucessão Miriam Belchior, hoje coordenadora-geral do PAC, lidera a já deflagrada bolsa de apostas para assumir a Casa Civil no caso de afastamento de Erenice. Também são cotados o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, e os ministros Paulo Bernardo (Planejamento) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).

Renata Lo Prete - Coluna Painel, Folha de São Paulo (aqui)

Erenice guerra, a trajetória de uma "companheira" dedicada







BRASÍLIA - Erenice Guerra era da liderança do PT na Câmara, uma fábrica de dossiês contra Collor, Itamar, FHC, Ibsen Pinheiro (que despontava como presidenciável) -enfim, contra tudo e todos.
Dali, os dossiês vazavam para as redações e para as então temidas CPIs, de boa lembrança. Os autores eram os "puros"; os que caíam na rede eram os "impuros". Com o tempo, autores, vítimas e réus foram se misturando perigosamente.
Não há mais "puros", a população conclui que todos são "impuros".
Da fábrica de dossiês, Erenice pulou para a Secretaria de Segurança Pública do DF no governo Cristovam Buarque (então PT), enquanto usava laranjas para abrir justamente uma empresa privada de investigação, segurança e vigilância. Ou seja: de dossiês.
E não é que ela foi galgando degraus até chegar ao Palácio do Planalto, aboletar-se como secretária-executiva na principal pasta do governo e dali fabricar o dossiê, ops!, o "banco de dados" contra Ruth e Fernando Henrique Cardoso?
Os chefes, Lula e Dilma, devem ter gostado muito dela e dos seus préstimos: depois de uma vida inteira de dossiês, Erenice foi promovida a ministra-chefe da Casa Civil.

Eliane Cantanhêde - Folha de são Paulo (aqui)

El coche más famoso: Nueva York expone el Aston Martin de James Bond - El Mundo, es - link (aqui)




http://estaticos01.cache.el-mundo.net/america/imagenes/2010/09/15/gentes/1284571446_0.jpg

El Aston Martin de James Bond. I AFP

  • El dueño quiere venderlo para recaudar dinero para su fundación
  • Jerry Lee compró el coche hace cuatro décadas por tan sólo 12.000 dólares
  • El famoso coche de James Bond se subastará en Londres en octubre

El célebre Aston Martin que conducía un James Bond interpretado por el actor escocés Sean Connery en las películas 'Goldfinger' (1964) y 'Thunderball' (1965) quedó expuesto en la sede de Sotheby's en Nueva York, desde donde viajará próximamente a Londres para ser subastado en octubre.

"Soy un gran amante de las películas de James Bond y tengo este vehículo desde 1969, pero he decidido venderlo para recaudar fondos para mi fundación benéfica", dijo el actual propietario del automóvil, Jerry Lee, un reconocido filántropo estadounidense que adquirió el vehículo hace más de cuatro décadas por 12.000 dólares.

Ahora Lee quiere venderlo y para ello ha recurrido a RM Auctions, que organizará la puja en colaboración con Sotheby's en Londres el próximo 27 de octubre, aunque antes los amantes neoyorquinos de James Bond disponen hasta el viernes para disfrutar de una auténtica joya para los cinéfilos y amantes del mundo del motor.

Foto cedida por Aston Martin.

Foto cedida por Aston Martin.

Se trata de una de las raras veces que la pieza se expone en público y de la primera vez que el famoso Aston Martin sale a subasta.

Los responsables de RM Auctions y Sotheby's, que se refieren al vehículo como "el automóvil más famoso del mundo", esperan que el coche se haga el próximo mes en Londres además con el título del "más caro de la historia del cine", ya que se prevé que se venda por más de cinco millones de dólares.

El dinero que se recaude finalmente irá a parar a manos de la Fundación Jerry Lee, explicó el propietario, un reconocido filántropo estadounidense cuyas acciones benéficas quieren reducir el índice de criminalidad que registran algunas ciudades en este país a través de medidas que luchan contra la pobreza.

Lee detalló que compró el vehículo directamente a los estudios que filmaron las películas, después de un cúmulo de casualidades que lo llevaron a adquirir finalmente el preciado recuerdo pese a que en un principio se le había ofrecido una copia publicitaria del mismo.

Desde entonces ha sido su único dueño, un título que estaba dispuesto a seguir ostentando hasta que alguien le comentó el elevado valor que podría conseguir el vehículo en una subasta y vio que era una buena manera de ayudar a los demás.

"Me gustaría verlo expuesto en un museo, pero ahora mismo me decantaré por la puja más alta, la que dé más dinero para el bien de mi fundación", añadió Lee, un empedernido seguidor de las aventuras del agente secreto más famoso de la historia del cine y que creó en 1953 el escritor británico Ian Fleming.

El vehículo es uno de los dos Aston Martin DB5 que se utilizaron para rodar 'Goldfinger' y 'Thunderball', y el único cuyo paradero se conoce después de que el otro automóvil fue robado en Florida (EE.UU.) en 1997 y jamás se haya sabido más de él.

"Se le ha llamado el coche más famoso del mundo, pero yo creo que va más allá. Es un icono de la cultura popular: un emblema de la era de los medios y una reliquia de la Guerra Fría", explicó a Efe el experto automovilístico de RM Auctions, Don Ross.

El experto destacó además el buen estado del vehículo, que cuenta con poco más de 48.000 kilómetros en el cuentakilómetros y está preparado para pisar la carretera si su nuevo dueño lo desea.

Lo complicado, según Ross, sería conducir con los numerosos utensilios que incluye el vehículo, desde metralletas en los indicadores delanteros, una pantalla de radar en el salpicadero o un botón para propulsar el asiento del conductor, hasta matrículas reversibles.

Tras ser expuesto en la sede neoyorquina de Sotheby's hasta el viernes, el vehículo será llevado a Londres, donde será el protagonista quizás más famoso de la subasta 'Automóviles de Londres', que se celebrará en el centro de convenciones Battersea Evolution de la capital británica.

La Mochila de Kike Sarasola > Kike Sarasola París, 'Je t'aime' a pesar de... - Vanitatis, es - link (aqui)

París, 'Je t'aime' a pesar de...

Imagen panorámica (Gtres).


@Kike Sarasola - 16/09/2010

A pesar de los múltiples intentos de la población taxista parisina para intentar boicotear la imagen de París como ciudad amable, yo sigo en mis trece: París es una ciudad única. Nadie cambiará esa sensación. Ni la cajera de la estación de tren de Gare Du´Nord ni los que tienen que trabajar en actividades turísticas, ya que recibir a más de 60 millones de viajeros al año, no debe de ser nada fácil. No quiero ni pensar qué pasará cuando empiece a llegar gente de países emergentes.

Como todas las grandes capitales, París reviste dos facetas. Una es la monumental o más de postal como escaparate que rebosa tesoros históricos y culturales frecuentado por los turistas, pero que rara vez pisan los parisinos. Otra, la que he conocido gracias a los encuentros con sus gentes, conversando; callejeándola en circunstancias a veces arriesgadas y siempre sorprendentes.
Yo viví en París recién inaugurado el Centro Pompidou, que está en Les Halles. Aquí se concentraba todo el ocio, las discotecas y los bares que, al cabo de los años, se han ido trasladando a Le Marais, una de mis zonas favoritas en París. Os aconsejo que la descubráis caminando.
Un día perfecto comenzaría tomándome un chocolate caliente en el Café de Flore (172 Boulevard Saint-Germain), que se encuentra en Saint-Germain-des-Prés, uno de los barrios más chic de París. Este lugar es toda una institución en la ciudad. Me siento muy a gusto cada vez que voy allí mientras pienso que en ese lugar conversaban (¡con mesa fija!) Sartre y Simone de Beauvoir, Hemingway y Truman Capote.
A dos pasos está Casa Ladurée (21 Rue Bonaparte), otra institución culinaria de París. Son archiconocidos sus macarons con un sinfín de sabores. Me sorprendieron los de caramelo blando untado con mantequilla salada o los de regaliz. Saint Germain hay que patearlo, porque está lleno de callejuelas y pequeñas plazas por las que vale la pena dejarse llevar y perderse. Pero, ¡evita tener que preguntar a un taxista! Otra pastelería que os aconsejo visitar es La Patisserie des Reves, donde los chocolates y pasteles son alucinantes. Imposible meter la pata. Todo está bueno.
Las terrazas de París
La vida social se hace en las terrazas de sus plazas y calles, acondicionadas para el mal tiempo. Siempre comento cada vez que puedo y en distintos foros que, en Madrid, que tenemos más horas de luz solar, se podría tomar ejemplo de los parisinos y hacer lo mismo. Montar terrazas de invierno en las plazas emblemáticas y las principales calles. Estoy convencido de que sería un éxito total.
La primera vez que llegué a la ciudad juré que cada vez que volviese pasearía por la zona del Arco del Triunfo y por los Campos Elíseos. Entre las cosas que me impresionan destaca la forma de conducir. Hay dos ciudades en el mundo, Roma y París, donde si sobrevives conduciendo estás preparado para ponerte al volante en cualquier lugar del mundo, especialmente en la rotonda que rodea al Arco del Triunfo, donde literalmente te juegas la vida. Parece que va a pasar de todo, pero al final el altercado se queda en unos gritos y en “¡vamos a relajarnos con un cognac!”. Recordad que si hubiese un accidente en esta rotonda, pagarían las dos compañías de seguros. Al Arco del Triunfo permiten subir en grupos reducidos. Para el que esté con buen ánimo y en forma, la Torre Eiffel, con sus 330 metros de altura, se puede subir andando. Qué decir de esta torre Es a París lo que la Estatua de la Libertad a NY.
También es muy bonito visitar la ciudad desde el Sena en sus baton rouge. También pasear por la Avenue Montaigne, que se extiende desde el Sena a la altura del Pont de l´Alma hasta los Campos Elíseos. Es un placer visual, aunque para el bolsillo no tanto.
Cuando se asevera con total rotundidad se castra la posibilidad de aprender, así es que casi con seguridad, París es uno de los lugares del mundo donde mejor se come. Son innumerables los lugares donde comer bien o beber buenos vinos. Aquí van algunas sugerencias.
El restaurante La Fidélité (12 Rue Fidélité) está muy de moda. Se concentra gran actividad de los modernos parisinos, particularmente durante la Fashion Week. Disfrutad los distintos ambientes que tienen, como su bodega o el bar Juke-Box, con batallas de DJs durante el fin de semana. Me encanta Derriere (69 Rue des Gravillers). Es un antiguo hotel dentro de un patio transformado en restaurante. En lo que fueron las habitaciones están las mesas, y en el patio se toman copas. Muy cool y con una mesa de ping-pong en la entrada para matar el tiempo de espera.
Para comer la mejor carne en la ciudad está Les Gourmets des Ternes (87 Boulevard de Courcelles). El dueño es un parisino peculiar. Observad los manteles individuales sobre los que coméis: ¡Son geniales! El mejor tartar se puede probar en la Place de Vosges en Les Marais (una de las plazas más bonitas de la ciudad). Se llama Ma Bourgogne (19 Place des osges osges). El restaurante japonés Jugetsudo (95, rue de Seine) y La Coupole, famoso por sus ostras, también son un acierto.
Inspiración para mis proyectos
Además de una oferta culinaria sensacional, París también es de lo mejor en oferta hotelera, especialmente en alojamientos pequeños y con encanto, lo que nos ha inspirado mucho en Room Mate. Os recomiendo el Hotel Costes, que es ya un clásico y tiene una fauna variada que podría generar dudas sobre sus intenciones (me entendéis, ¿no?). Destaco también el Hotel Le Meurice (228 Rue de Rivoli), de gran solera y predilecto de la alta sociedad parisina, que ha sido recuperado desde 2007 por Philippe Starck y su hija Ara. Su estilo es tan clásico como moderno. ¡Muy especial!
Para ir de compras también es un destino diez. Daros una vuelta por Kiliwatch, que está en rue Etienne Marcel. Es una tienda enorme de ropa de segunda mano y vintage que el fin de semana está a tope. También es muy recomendable Merci Merci París, la tienda almacén de los fundadores de Bonpoint (111 Boulevard Beaumarchais); el showroom de Hervé Van der Straeten (11 Rue Ferdinand Duval), y una tienda llamada L´Eclaireur, que mezcla modelos de alta costura con una puesta en escena muy artística. Miller et Bertaux, en Saint Gervais, también es muy recomendable.
Vida cultural
Os recomiendo estar atentos a las programaciones del Gran Palais y el Petit Palais, ambos edificios emblemáticos donde hay exposiciones permanentes, como la Fiac, o desfiles de moda. Y qué decir de otros museos que, si es la primera vez que visitáis París, son un must see: el Louvre, Musee de Orsay o el Museo Rodin, además del ya antes mencionado Centro Pompidou. París es una de las ciudades con mejor oferta cultural del mundo, así que tenéis que estar atentos a los eventos programados en la época del año en la que vayáis a viajar. Aunque no es un museo, no puedo dejar de recomendaros una visita a Notre Dame. Si “París bien vale una misa”, la catedral de Notre Dame, una visita.
No puedo escribir sobre París y olvidar mencionar la Place Vendome. Esta es la plaza más lujosa de París, ya que se encuentra en ella mejores joyerías y relojerías de la ciudad. También está allí el Hotel Ritz, donde dicen que Hemingway creó el Bloody Mary para evitar que su mujer le oliese que había bebido.
Vida nocturna
Ya de marcha, sin tener nada programado, os recomiendo perderos en Montmartre. Se trataba de un antiguo pueblo absorbido por Paris en 1860, pero que sigue manteniendo ese carácter propio de su identidad. Impresiona el silencio que allí habita. Ya con ganas de más, tenemos el Matignon, ambiente mixto, conseguido por el dueño del Hotel Costes. También Montana o Baron. Aunque os confieso que tienen una puerta coñazo si no conocéis a nadie. Café Chic (126 Rue Faubourg Saint Honore) es el ideal para los domingos, donde encontraréis gente guapa a raudales. Todos están en plan hunting.
Lo que empezó siendo un juego entre amigos, el Club Sandwich, va camino de convertirse en la discoteca más mítica desde Studio 54. El domingo que coincide con la clausura de la Fashion Week hay que ir disfrazado según el tema elegido o ir vestido muy elegante. Creo que abren todas las noches y cada fiesta es tan loca como imprescindible y se mezcla la gente más sofisticada con los personajes más extraños de la noche.
La Perle (78 Rue Vieille du Temple) es un enjambre de personas con vida propia desde la mañana hasta la noche, donde la gente más creativa y cool de la ciudad se da cita para aportar su toque a un ambiente relajado y mixto donde todo vale. Hasta las 2 de la mañana. Una de las últimas adiciones a la noche gay parisina es Cud (12 Rue des Haudriettes), pequeño disco-bar que funciona como comodín todas las noches de la semana hasta el amanecer. Música house y clientela joven son el sello de su éxito.
Bueno amigos, esto es todo de “mi París”. Como cada mes, sólo espero que estas pistas os ayuden a manejar, dosificar y degustar esta ciudad. En definitiva, a vivirla.

PORSCHE 911 CARRERA GTS Deportividad por bandera - El Confidencial, es - link (aqui)

http://www.elconfidencial.com/fotos/noticias/201009156SUPERHORIZ534.jpg


@Carlos Cancela.- 16/09/2010

Porsche lanzará en diciembre una nueva versión de su modelo estrella, el 911, bajo la denominación de GTS. Cuenta con un motor de seis cilindros opuestos cuya potencia sube hasta los 408 caballos y cuyo precio de venta en España comienza en los 118.244 euros de la versión coupé.

El nombre de Porsche es sinónimo de deportivo, y buena prueba de ello es su gama 911. Ahora llega una nueva versión con un enfoque si cabe un poco más deportivo y al mismo tiempo también más divertido. Se trata del nuevo 911 Carrera GTS que ofrece sobre la estética de las versiones de tracción total, con una carrocería más ancha, un vehículo de tracción trasera con el motor potenciado hasta los 408 caballos.

Este nuevo modelo, que será presentado oficialmente en el próximo salón del Automóvil de París, ofrece por ello una potencia superior (un incremento de 23 caballos) a la del Carrera S. Este modelo se ofrecerá desde su lanzamiento en diciembre en versiones de carrocería coupé y cabriolet.

De esta forma este nuevo GTS se situa a mitad de camino entre el Carrera S de 385 caballos y el 911 GT3 de 435 caballos.

Así este nuevo GTS se situa como una alternativa mucha más barata que el GT3, ya que cuesta cerca de 20.000 euros menos y al mismo tiempo consigue unas cifras de consumo que son las mismas que las del Carrera S.

El 911 Carrera GTS combina la carrocería 44 milímetros más ancha que utilizan las versiones de tracción total, con la clásica propulsión trasera. Y hay muchos más elementos estéticos y tecnológicos que diferencian al GTS de los otros modelos Carrera. Por ejemplo, el GTS utiliza las llantas de 19 pulgadas con sistema de fijación central del RS Spyder, pintadas en negro y con el perfil plateado, y unos neumáticos 305/30 R 19 para el eje posterior.

Otros elementos que lo diferencian son el faldón delantero SportDesign con spoiler inferior pintado en negro, spoilers laterales también negros y el logotipo Carrera GTS en las puertas y en el capó trasero, en negro o en plata dependiendo del color de la carrocería. El área entre los dos tubos de escape en la parte posterior está, igualmente, acabada en negro.

El Carrera GTS equipa de serie una caja de cambios manual de seis velocidades y, bajo pedido, está disponible con la transmisión de siete marchas y doble embrague Porsche PDK. En comparación con el Carrera S, la velocidad máxima del nuevo modelo con cambio manual es 4 km/h superior y llega hasta los 306 km/h.

El 911 Carrera GTS Coupé con el cambio PDK y el paquete Sport Chrono Plus (modo Sport Plus) alcanza los 100 km/h en 4,2 segundos, mejorando en 0,1 segundos la cifra del Carrera S en las mismas condiciones. El consumo homologado de combustible del Carrera GTS con cambio PDK es de 10,2 l/100 km y las emisiones de CO2 de 240 g/km.

Ambos modelos se pondrán a la venta en diciembre de 2010. Estos son los precios recomendados para el nuevo 911 Carrera GTS en España es:

911 Carrera GTS Coupé 118.244 euros

911 Carrera GTS Cabriolet 129.527 euros



http://www.elconfidencial.com/fotos/portada_nueva/2010091548motor_p1.jpg

Sarkozy, a Reding: "Si tanto le importan los gitanos, que los acoja en Luxemburgo" - El Confidencial, es - link (aqui)





EN RESPUESTA A LAS CRÍTICAS DE LA VICEPRESIDENTA DE LA CE


Europa Press.- 15/09/2010 (17:28h)

Sarkozy, a Reding: "Si tanto le importan los gitanos, que los acoja en Luxemburgo"

Nicolás Sarkozy. -(Efe)

El Gobierno de Nicolas Sarkozy ha salido con toda su fuerza para mostrar su rechazo hacia las críticas de la vicepresidenta de la Comisión Europea, la luxemburgesa Viviane Reding, acerca del polémico proceso francés de expulsión de inmigrantes gitanos. Durante sus declaraciones ante la prensa el martes, Reding comparó el proceso de deportaciones a Rumanía y Bulgaria con las prácticas llevadas a cabo por la Alemania nazi.

Afp informa que a primera hora de la mañana Sarkozy mostró su descontento durante una reunión con un grupo de senadores franceses, ante los cuales declaró que la comisaria Reding, de origen luxemburgués, debería acoger a los gitanos en su país antes de criticar a Francia. "[Sarkozy] ha dicho que sólo aplica el reglamento europeo", informó Bruno Sido, un senador del UMP que presenció el discurso del presidente. "Dice que sólo aplica las leyes francesas, que no hay absolutamente nada que se le pueda reprochar al país, y que si los luxemburgeses quieren llevarse a los gitanos, no hay problema alguno".

Su compañero de partido, Michel Houel, también confirmó que Sarkozy había dicho que "la comisaria europea vive en Luxemburgo, muy cerca de Francia. Estaremos encantados si Luxemburgo se queda con algunos de los gitanos".

Polémica trasfronteriza

La polémica irrumpió tras la comparecencia de Reding ante los medios el martes, cuando la comisaria anunció que en las próximas dos semanas Bruselas expedientará a Francia por su política de expulsiones de gitanos rumanos y dejó claro su enfado por haber recibido unas explicaciones de las autoridades galas que luego, dijo, no se correspondían con lo que ocurría en París.

"Personalmente, estoy horrorizada por una situación que daba la impresión de que la gente estaba siendo expulsada de un Estado miembro de la UE sólo porque pertenecen a una determinada minoría étnica. Es una situación que pensaba que Europa no tendría que volver a ver tras la II Guerra Mundial", dijo la vicepresidenta, que ocupa la cartera de Justicia.

Desde el Elíseo ha habido hoy una reacción contundente, denunciando que "algunas palabras son simplemente inaceptables", si bien se ha aclarado que "no se trata de polemizar, ni con la Comisión, ni con el Parlamento" Europeo en torno a la cuestión de la expulsión de gitanos, que París ha defendido en todo momento se está llevando a cabo conforme a la legislación comunitaria y mayoritariamente de forma voluntaria.

Asimismo, se ha atribuido la "salida inhabitual" de la comisaria, a la circular de Interior en la que se daban instrucciones de desmantelar campamentos ilegales, dando prioridad a los de gitanos, y a llevar a cabo expulsiones.

En cuanto a si el Elíseo espera que el tema de la expulsión de gitanos se aborde en el Consejo Europeo de mañana en Bruselas, se subrayó que la cuestión "no está en el orden del día" y "hasta donde sabemos nadie tiene intención de abordarla". No obstante, no se ha descartado que Sarkozy pueda mantener un encuentro con su homólogo rumano, Traian Basescu.

También se ha pronunciado sobre las palabras el secretario de Estado de Asuntos Europeos, Pierre Lelouche, cuya sinceridad fue puesta ayer en entredicho por Reding, que se reunió con él y el titular de Inmigración, Eric Besson, hace unas semanas para abordar esta cuestión.

'Desliz' de Reding

En declaraciones en RTL, Lelouche consideró un "desliz" las afirmaciones de Reding y defendió que la Comisión Europea "no puede erigirse en censora de los Estados". "La paciencia tiene límites y no es así como se debe tratar a un gran Estado", advirtió.

"No puedo dejar que Reding diga que la Francia de 2010, en el trato a los gitanos, es la Francia de Vichy" entre otras cosas porque, subrayó, "Roissy (uno de los aeropuertos parisinos) no es Drancy". "Un billete de avión de vuelta a un país de origen de la Unión Europea no es lo mismo que los trenes de la muerte y las cámaras de gas", insistió.

También el ministro de Inmigración consideró que Reding se equivoca, "utiliza una expresión que es al mismo tiempo chocante, anacrónica y que procede de amalgamas".

La oposición, en pie

Para la oposición, sin embargo, las críticas de Reding ponen de manifiesto cómo está afectando la política de expulsiones del Gobierno a la imagen de Francia. Así lo ve al menos la líder del Partido Socialista, Martine Aubry, para quien "la imagen de Francia se ha hundido, no sólo en Europa, sino en todas partes". "Es una verdadera vergüenza que en nuestro país se persiga a hombres y mujeres simplemente porque pertenecen a una etnia y no porque hayan cometido delitos", señaló, denunciando que el objetivo es "atemorizar y dividir".

También el líder del Partido Moderado, François Bayroum, consideró que la capacidad de influencia de Francia se ha visto afectada. "Francia, pilar de la Unión Europea, país de referencia, es actualmente un tema de emoción, problemas, escándalos, y esto es un atentado profundo a la influencia de nuestro país", aseveró.

Desde el ultraderechista Frente Nacional, Marine Le Pen acusó este miércoles a la UE de espíritu totalitario". En opinión de la vicepresidenta del partido, Reding, "entre líneas", está tratando a los franceses de "nazis, algo que es extremadamente grave".

Una obra maestra sale a la luz: El 'último' Sánchez Cotán - El País, es - link (aqui)



Identificado el óleo 'Bodegón con flores, hortalizas y un cesto de cerezas', séptima naturaleza muerta conocida de las nueve que pintó el gran maestro toledano del XVI

ÁNGELES GARCÍA - Madrid - 16/09/2010






http://www.elpais.com/recorte/20100916elpepicul_1/XXLCO/Ies/Bodegon_flores_hortalizas_cesto_cerezas.jpg


Bodegón con flores, hortalizas y un cesto de cerezas, la última obra localizada del maestro Sánchez Cotán.- 'ARS MAGAZINE'



El paradero de la obra del maestro Juan Sánchez Cotán (Orgaz, 1560 - Granada, 1627) ha perdido un eslabón en su halo de misterio. El pintor toledano que convirtió el bodegón en todo un género ejecutó un total de nueve naturalezas muertas. De ellas, solo seis estaban localizadas y catalogadas. La séptima, Bodegón con flores, hortalizas y un cesto de cerezas, acaba de ser identificada; pertenece a los David-Weill, una acaudalada familia de banqueros franceses cuya matriarca, Eliane David-Weill, legó la pintura a sus hijos hace dos años. El cuadro se encuentra ahora mismo en las dependencias de una galería de arte madrileña, Caylus.

Sánchez Cotán fue el primero en otorgar a sus bodegones la categoría de género pictórico. Sus frutas y verduras impregnadas de metafísica le consagraron en vida y le convirtieron después en verdadero artista de culto. Gracias al testamento que realizó al abandonar Toledo e ingresar como cartujo en Granada, se sabe que pintó nueve bodegones. Ahora solo quedan dos de ellos en paradero desconocido.

Sometido a una sencilla operación de limpieza, el último Sánchez Cotán se expuso el pasado mes de abril en la Fundación Gulbekian de Lisboa. Por el momento, se desconoce si sus propietarios franceses tienen la intención de ponerlo a la venta, aunque la noticia de su localización ha levantado ya grandes expectativas entre coleccionistas públicos y privados.

Bodegón con flores... es un óleo de 89 - 109 centímetros, con una composición algo diferente a la de los restantes trabajos del artista. De los que se le conocen, es el único en el que el pintor incluyó flores: en concreto, azucenas blancas y rosadas, similares a las utilizadas por El Greco en algunas de sus composiciones. El elemento central del cuadro es un cesto de mimbre cargado de cerezas y rematado con claveles. Dos manojos de espárragos, un plato de judías verdes, alhelíes, rosas y azucenas ocupan la base de la alacena. La negritud del fondo del lienzo recrea sus clásicos vacíos profundos poblados de sombras y misterios de forma que lo natural vuelve a unirse con lo sobrenatural. Como en el resto de su obra, la colocación de los objetos, siempre escasos, parecen organizados en función de alguna regla matemática o procedente de mundos esotéricos.

El historiador y comisario Peter Cherry explica, en el número de octubre de la revista Ars Magazine, que se trata de un lienzo en el que se muestran los cuatro lados de su habitual escena a través del marco de una ventana proyectada en perspectiva desde un punto de vista bajo. Dentro del marco están todas sus naturalezas muertas, de forma que convierte la superficie del cuadro en una abertura ficticia, una estructura donde localizar objetos de tamaño natural.

La obra fue realizada para decorar la parte alta de un interior y debe contemplarse de abajo hacia arriba, única manera de apreciar la perspectiva del bodegón. Hasta su retirada del mundo civil, a los 43 años, Sánchez Cotán era ya un artista cotizado. Los encargos le llovían. El bodegón localizado habría sido pintado por deseo de una rica familia toledana. En su estudio, Peter Cherry argumenta con detalle cómo esta obra figura entre las primeras naturalezas muertas españolas con flores.

Aunque el paradero del bodegón fue un misterio durante mucho tiempo, su trayectoria está documentada. Actualmente es propiedad de los David-Weill, una familia de banqueros franceses con propiedades en Cataluña. La madre, Eliane, creó una importante colección de arte y en la década de los 60 compró el bodegón de Sánchez Cotán en la sala Parés de Barcelona. Décadas antes, en 1936, la obra formó parte de una exposición de bodegones de la colección de Juan Martínez de la Vega, aunque en esa muestra se exhibió bajo la autoría de Zurbarán con una interrogación añadida.

Enrique Lafuente Ferrari fue el primer especialista que publicó una investigación detallada sobre el bodegón y demostró la autoría de Sánchez Cotán, desmontando de golpe todas las dudas que pudieran plantearse. Es un trabajo que ahora se ve complementado con la tesis de Peter Cherry. Un sello estampado en el bastidor prueba que el cuadro estuvo en Suiza, lo que parece indicar que durante la Guerra Civil, sus propietarios lo entregaron a la junta de salvación de obras de arte creada por la República, encargada de proteger piezas de arte de propiedad pública o privada.

La media docena de bodegones de Sánchez Cotán ya conocida es difícil de contemplar: parte de ella se encuentra en colecciones privadas. Parcialmente se han podido ver algunos de los bodegones en exposiciones monotemáticas, como la celebrada en el Museo de Bellas Artes de Bilbao en 1990.



http://www.elpais.com/recorte/20100916elpepicul_2/XXLCO/Ies/Bodegon_caza_hortalizas_frutas.jpg


Bodegón con caza, hortalizas y frutas es el único Sánchez Cotán que posee El Prado. Fue adquirido en 1990 por 435 millones de pesetas gracias al Legado de Villaescusa.- 'ARS MAGAZINE'



El Museo del Prado posee uno de los primeros trabajos que se conservan de Sánchez Cotán: Bodegón con caza, hortalizas y frutas, un óleo de 68 - 89 centímetros adquirido con el famoso legado de Villaescusa. Se pagaron 435 millones de pesetas en 1990. En él, un cardo absorbe la luz y rompe con sus curvas la disposición geométrica de los otros elementos. La adquisición fue todo un acontecimiento porque se cubría, al menos parcialmente, el agujero creado en las colecciones reales, donde la suntuosidad de las naturalezas muertas de los Países Bajos habían desplazado al bodegón español. El resto de su obra se encuentra repartida en museos de San Diego, Chicago y en diferentes colecciones particulares.

Bodegón con cardo y zanahorias es su última pintura de este género. Se encontró en Granada, en 1835, durante la supresión de los conventos. Aquí ya no hay ni flores ni frutos. Los alimentos se reducen a la mínima expresión. Todo el protagonismo es para el vacío de sus fondos negros. Después, Juan Sánchez Cotán se entregó a la pintura religiosa... pero eso es ya otra historia.