domingo, 19 de setembro de 2010
NARA LEÃO - "Deus Vos Salve Esta Casa Santa" (Torquato Neto & Caetano Veloso) 1968
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
Nara Leão - Nara Leão 1968
PHILIPS - 1968
Música - Deus vos salve Esta Casa Santa
Composição - Caetano Veloso& & Torquato Neto
Arranjos e regência - Rogério Duprat
Letra:
Deus Vos Salve Esta Casa Santa
(Torquato Neto & Caetano Veloso)
Um bom menino perdeu-se um dia
Entre a cozinha e o corredor
O pai deu ordem a toda família
Que o procurasse e ninguém achou
A mãe deu ordem a toda polícia
Que o perseguisse e ninguém achou
Ó deus vos salve esta casa santa
Onde a gente janta com nossos pais
Ó deus vos salve essa mesa farta
Feijão verdura ternura e paz
No apartamento vizinho ao meu
Que fica em frente ao elevador
Mora uma gente que não se entende
Que não entende o que se passou
Maria amélia, filha da casa,
Passou da idade e não se casou
Ó deus vos salve esta casa santa
Onde a gente janta com nossos pais
Ó deus vos salve essa mesa farta
Feijão verdura ternura e paz
Um trem de ferro sobre o colchão
A porta aberta pra escuridão
A luz mortiça ilumina a mesa
E a brasa acesa queima o porão
Os pais conversam na sala e a moça
Olha em silêncio pro seu irmão
Ó deus vos salve esta casa santa
Onde a gente janta com nossos pais
Ó deus vos salve essa mesa farta
Feijão verdura ternura e paz
NARA LEÃO - "Mamãe Coragem" (Torquato Neto & Caetano Veloso) 1968
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
Nara Leão - Nara Leão 1968
PHILIPS - 1968
Música - Mamãe Coragem
Composição - Caetano Veloso& & Torquato Neto
Arranjos e regência - Rogério Duprat
Letra:
Mamãe Coragem
Caetano Veloso& & Torquato Neto
Mamãe, mamãe, não chore
A vida é assim mesmo, eu fui embora
Mamãe, mamãe, não chore
Eu nunca mais vou voltar por aí
Mamãe, mamãe, não chore
A vida é assim mesmo, eu quero mesmo é isto aqui
Mamãe, mamãe, não chore
Pegue uns panos pra lavar, leia um romance
Veja as contas do mercado, pague as prestações
Ser mãe é desdobrar fibra por fibra os corações dos filhos
Seja feliz, seja feliz
Mamãe, mamãe, não chore
Eu quero, eu posso, eu quis, eu fiz,
Mamãe, seja feliz
Mamãe, mamãe, não chore
Não chore nunca mais,
não adianta, eu tenho um beijo preso na garganta
Eu tenho um jeito de quem não se espanta (Braço de ouro vale 10 milhões)
Eu tenho corações fora peito.
Mamãe, não chore, não tem jeito
Pegue uns panos pra lavar,
leia um romance
Leia "Elzira, a morta virgem", "O Grande Industrial"
Eu por aqui vou indo muito bem , de vez em quando brinco Carnaval
E vou vivendo assim: felicidade nesta cidade que eu plantei pra mim
E que não tem mais fim, não tem mais fim, não tem mais fim
DICK FARNEY - "Tristeza de Nós Dois" (Durval Ferreira & Maurício Einhorn & Bebeto) 1964
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
DICK FARNEY 1964
ELENCO - 1964
Música - Tristeza de Nós Dois
Composição - Durval Ferreira & Maurício Einhorn & Bebeto
Jorginho - alto sax
Arranged by Maestro Gaya
Letra:
Tristeza de Nós Dois
(Durval Ferreira & Maurício Einhorn & Bebeto
Quando a noite vem
Vem a saudade
Do carinho seu
Olha meu amor
Chego a pensar
Que o nosso amor
Não morreu
Quando esta tristeza
Vem falar
Das coisas de você
Ouço a tua voz no ar
Vejo o teu olhar no céu
A chorar, como eu
Com saudade, também.
DICK FARNEY - "One For My Baby" (Johnny Mercer & Harold Arlen) 1964
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
DICK FARNEY 1964
ELENCO - 1964
Música - One For My Baby
Composição - Johnny Mercer & Harold Arlen
Dick Farney - piano
Arranged by Maestro Gaya
Letra:
One for My Baby
(Johnny Mercer & Harold Arlen)
It's quarter to three,
There's no one in the place cept you and me
So set em up joe
I got a little story I think you oughtta know
Were drinking my friend
To the end of a brief episode
So make it one for my baby
And one more for the road
I got the routine
Put another nickel in that there machine
Im feeling so bad
Wont you make the music easy and sad
I could tell you a lot
But you gotta to be true to your code
So make it one for my baby
And one more for the road
Youd never know it
But buddy Im a kind of poet
And Ive got a lot of things I wanna say
And if Im gloomy, please listen to me
Till it's all, all talked away
Well, that's how it goes
And joe I know you're gettin anxious to close
So thanks for the cheer
I hope you didn't mind
My bending your ear
But this torch that I found
Its gotta be drowned
Or it soon might explode
So make it one for my baby
And one more for the road
QUARTETO ARPOADOR - "Baiãozinho" (Eumir Deodato) 1963
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
QUARTETO ARPOADOR - BOSSA NO CASTELINHO (1963)
ESQUEMA Hi - Fi (1963)
Música - Baiãozinho
Composição - Eumir Deodato
Quarteto Arpoador
Hélio Mendes (piano)
Maurício de Oliveira (guitar)
Betinho (drums)
Edílio (bass).
DICK FARNEY -" Hoje é Dia de Amor" (Luiz Bonfá & Maria Helena Toledo) 1964
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
DICK FARNEY 1964
ELENCO - 1964
Música - Hoje é Dia de Amor
Composição - Luiz Bonfá & Maria Helena Toledo
Jorginho - alto sax
Arranged by Maestro Gaya
Letra:
Hoje É Dia de Amor
(Luiz Bonfá & Maria Helena Toledo)
Hoje é dia de acordar o sol
hoje é dia de sair correndo
hoje é dia de contar
pro dia
o amor
hoje é dia de esquecer tristeza
hoje é dia de encontrar a flor
hoje é dia de deixar calar
se a saudade sorriu
se a saudade chorou
hoje é dia de falar baixinho
mansamente para o seu olhar
hoje é dia de querer saber de amor
tudo exise seja como for
tudo insiste em fazer voltar
maior é o céu
imenso é o mar
e o amor
tudo existe seja como for
tudo insiste em fazer voltar
maior é o céu
imenso é o mar
e o amor
QUARTETO ARPOADOR - "Menina Feia" (Oscar Castro Neves & Luvercy Fiorini) 1963
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
QUARTETO ARPOADOR - BOSSA NO CASTELINHO (1963)
ESQUEMA Hi - Fi (1963)
Música - Menina Feia
Composição - Oscar Castro Neves & Luvercy Fiorini
Quarteto Arpoador
Hélio Mendes (piano)
Maurício de Oliveira (guitar)
Betinho (drums)
Edílio (bass).
Bar é poesia - Lya Luft

Lya Luft
CANÇÃO DESSE RUMOR
(Lya Luft)
Quem - estando ausente - entra no quarto
Quem deita ao lado meu, quem passa
No meu coração seus lábios quentes, quem
Desperta em mim as feras todas
Quem me rasga e cura
Quem me atrai?
Quem murmura na treva e acende estrelas
Quem me leva em marés de sono e riso
Quem invade meu dia após a noite
Quem vem – estando ausente -
E nunca vai?
Receitas do bar - Ensalada de pasta y rúcula

Para cuatro personas:
400 g de pasta “plumas”
1 trozo grande de mozarela de búfala
1 paquete de tomatitos cherry
1 berenjena
1 paquete de rúcula
Modo de preparación
Cocer la pasta al dente.
Cortar los tomates por la mitad y sazonarlos con sal y aceite de oliva virgen.
Cortar la mozzarella en trozos de 2 -3 cm
Cortar la berenjena en dados con piel y rehogarla en la sartén con un poco de aceite.
Helio Fernandes - Tribuna da Imprensa - link (aqui)
domingo, 19 de setembro de 2010 | 07:09
Comandante da PM confirma: “pacificação” das favelas é um acordo entre o governador e os traficantes, que podem “trabalhar” livremente, desde que não usem armas nem intimidem os moradores
Em dezembro do ano passado, (como o tempo voa) publiquei aqui no Blog um artigo mostrando que a política de PACIFICAÇÃO das favelas não passava de uma MANOBRA ELEITOREIRA do governador, que incluía um incrível e espantoso acordo entre as autoridades estaduais e os traficantes que atuavam (e continuam atuando) nessas comunidades carentes.
Agora, o próprio comandante da PM confirma tacitamente o acordo de Cabral com o tráfico. Confira este trecho da entrevista do Coronel Mario Sergio Duarte nas Páginas Amarelas da revista Veja, semana passada. O repórter faz a seguinte pergunta: “Mas os bandidos expulsos das favelas por essas unidades permanentes da polícia não continuam a atuar no crime, só que em outro endereço?”
E o comandante responde: “Isso é verdade. Tenho informações de que os líderes do tráfico estão fugindo para o Complexo do Alemão, QG da facção criminosa Comando Vermelho, onde seguem, sim, na criminalidade. Mesmo nas favelas em que a polícia está no comando, há traficantes na ativa. O QUE ACABOU FOI AQUELA HISTÓRIA DE BANDIDO DESFILANDO COM FUZIL E IMPONDO SUAS PRÓPRIAS LEIS, num sistema completamente à margem do estado. É só um começo, admito.”
Agora vamos conferir o que foi escrito neste Blog em dezembro de 2009: “O acordo está “firmado” sob as seguintes cláusulas: 1 – Os traficantes somem com as armas das favelas, com os “soldados” de máscaras ninjas, com os olheiros e tudo o mais. 2 – A PM entra na favela, sem enfrentar resistência, ocupa os pontos que bem entender, mas não invade nenhuma casa, nenhum barraco, e não prende ninguém, pois não “acha” traficantes ou criminosos. 3 – A favela é tida como “pacificada”, não existem mais marginais circulando armados, os moradores não sofrem mais intimidações, não há mais balas perdidas. 4 – Em compensação, o tráfico fica liberado, desde que feito discretamente, sem muita movimentação”.
No artigo-denúncia que publiquei no final de dezembro e nos outros que se seguiram em janeiro, chamei atenção para esse fato espantoso: ninguém reparou que a tal “pacificação” foi fácil demais, não houve uma só troca de tiros? Os traficantes e “donos” das favelas não lançaram uma só granada, um solitário morteiro, não acionaram seus lanças-chamas, seus mísseis portáteis, seus rifles AR-15 e M-16, suas submetralhadoras Uzi, nada, nada.
Chamei também a atenção para a atitude do governador, que deve pensar que os demais cidadãos são imbecis e aceitam qualquer “explicação” fornecida pelas autoridades. Recordemos que foi ele quem teve desfaçatez de vir a público e proclamar, textualmente: “DEI PRAZO DE 48 HORAS PARA OS TRAFICANTES DEIXAREM O CANTAGALO-PAVÃO-PAVÃOZINHO”.
Como é que é? O governador esteve como os traficantes, “cara-a-cara”, e fez o ultimato? Ou mandou recado por algum amigo comum? Como foi o procedimento? Ninguém sabe.
O que se sabe é que o governador alardeava (e continua alardeando) que, em todas as favelas onde a Polícia Militar instalou as UPPs, os traficantes e criminosos simplesmente sumiram, assustados, amedrontados, apavorados.
Seria tão bom se fosse verdade. Mas o que é a verdade para esse governador enriquecido ilicitamente, cuja mansão à beira-mar em Mangaratiba virou ponto de atração turística? Para ele, a verdade é a versão que ele transmite, por mais fantasiosa que seja, sempre na tentativa de iludir os eleitores.
Até o Blog publicar esses artigos, ninguém havia tocado no assunto. A implantação das chamadas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) vinha sendo saudada pela imprensa como uma espécie de panacéia na segurança pública. Era como se, de súbito, as autoridades tivessem conseguido “colocar o ovo em pé”, resolvendo de uma hora para outra o maior problema da atualidade: a violência e o tráfico de drogas nos guetos das grandes cidades.
Mas meus artigos plantaram a semente da dúvida. Nas redações, os jornalistas começaram a questionar a veracidade do sucesso dessa política de segurança pública. Até que, há alguns meses, O Globo publicou uma página inteira em sua seção “Logo” (que é uma espécie de “pensata”), ironizando a facilidade com que as favelas teriam sido “pacificadas”.
Mais recente, em dia 2 de julho, mais uma vez em O Globo, uma reportagem de Vera Araújo comprovou que meus artigos de denúncia estavam corretos. Sob o título “FEIRÃO DE DROGAS DESAFIA UPP”, com fotos impressionantes feitas em maio na Cidade de Deus, a matéria mostrava que o tráfico de drogas está e sempre esteve liberado, exatamente como afirmei.
Ao que parece, a repórter nem chegou a ir à Cidade de Deus. As fotos na “favela pacificada” foram feitas por um morador do local, que as enviou ao jornal. Foi facílimo fazer a matéria, as imagens dizem tudo.
No dia, seguinte, mais um repique em O Globo, mostrando que, assim com o tráfico de drogas, também a exploração de caça-níqueis está liberada na comunidade “tomada” pela PM. As fotos, novamente, são de um morador da favela, que o jornal, obviamente, não identifica.
***
PS – Isso não está acontecendo somente na Cidade de Deus. Em todas as favelas pacificadas, o tráfico está liberado.
PS2 – Aproxima-se a eleição e, na campanha, o governador está massacrando a opinião pública com a divulgação do êxito da “pacificação das favelas”. Este é ponto mais forte de sua “plataforma” eleitoral, ao lado das UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), que também são um golpe de marqueting político-eleitoral.
PS3 – É interessante notar que, quando as denúncias foram publicadas, diversos leitores do Blog apoiaram Cabral, argumentando que foi ótimo ter feito acordo com os traficantes. É difícil acreditar que esses leitores não tenham um parente ou amigo destruído pelo uso dessas drogas.
PS4 – Esses defensores de Cabral esquecem que nenhuma autoridade TEM PODER de ficar acima da lei, de desconhecer a lei, de não aplicar a lei. E muito menos de proteger a ação de criminosos, porque automaticamente torna-se CÚMPLICE dos crimes por eles cometidos.
PS5 – Se a simples omissão já é crime, acobertar o tráfico de drogas, o que seria?
1977: Berlusconi e la pistola - L'espresso, it - link (aqui)
Il fotografo Alberto Roveri decide di trasferire il suo archivio in formato digitale. E riscopre così i ritratti del primo servizio sul Cavaliere. Immagini inedite che raccontano l'anno in cui è nato il suo progetto mediatico. Con al fianco Dell'Utri. E un revolver sul tavolo per difendersi dai rapimenti
Foto di Alberto RoveriFormidabile quell'anno. È il 1977quando il Dottore, come l'hanno continuato a chiamare i suoi collaboratori più intimi, diventa per tutti gli italiani il Cavaliere: il cavaliere del Lavoro Silvio Berlusconi. L'onorificenza viene concessa dal presidente Giovanni Leone all'imprenditore quarantenne che ha tirato su una città satellite, sta comprando la maggioranza del "Giornale" di Indro Montanelli e promette di rompere il monopolio della tv di Stato.È l'anno in cui il neocavaliere stabilisce rapporti fin troppo cordiali con il vertice del "Corriere della Sera" e in un'intervista a Mario Pirani di "Repubblica" annuncia di volere schierare la sua televisione al fianco dei politici anticomunisti. Fino ad allora lo conoscevano in pochi e soltanto in Lombardia: era il costruttore che aveva inventato Milano Due, la prima new town che magnificava lusso, verde e protezione a prova di criminalità. Il segno di quanto in quella stagione di terrorismo e rapine, ma soprattutto di sequestri di persona, la sicurezza fosse il bene più prezioso. E lui, nella prima di queste foto riscoperte dopo trentatre anni, si mostra come un uomo d'affari che sa difendersi: in evidenza sulla scrivania c'è un revolver. Un'immagine che riporta a film popolari in quel periodo di piombo, dai polizieschi all'italiana sui cittadini che si fanno giustizia da soli agli esordi pistoleri di Clint Eastwood. "Con una Magnum ci si sente felici", garantiva l'ispettore Callaghan e anche il Cavaliere si era adeguato, infilando nella fondina una piccola e potente 357 Magnum.
È stato proprio quel revolver a colpire oggi il fotografo Alberto Roveri mentre trasferiva la sua collezione di pellicole in un archivio digitale: "Le stavo ingrandendo per ripulirle dalle imperfezioni quando è spuntata quell'arma che avevo dimenticato". Come in "Blow Up" di Antonioni, a forza di ingrandire il negativo appare la pistola: "All'epoca quello scatto preso da lontano non mi era piaciuto e l'avevo scartato". Roveri era un fotoreporter di strada, che nel 1983 venne assunto dalla Mondadori e negli anni Settanta lavorava anche per "Prima Comunicazione", la rivista specializzata sul mondo dei media: "Quando nel 1977 il direttore mi disse che dovevo fare un servizio su Berlusconi, replicai: "E chi è?". Lui rispose: "Sta per comprare il "Giornale" e aprire una tv. Vedrai che se ne parlerà a lungo"".
Quella che Roveri realizza è forse la prima serie di ritratti ufficiali, a cui il giovane costruttore volle affidare la sua immagine di vincente. L'incontro avvenne negli uffici Edilnord: "Fu di una cordialità unica, ordinò di non disturbarlo e si mise in posa. Con mio stupore, rifiutò persino una telefonata del sindaco Tognoli". Il solo a cui permise di interromperlo fu Marcello Dell'Utri, immortalato in un altro scatto inedito che evidenzia il look comune: colletti inamidati e bianchi, gemelli ai polsini, pettinature simili. Sono una coppia in sintonia, insieme hanno creato una città dal nulla, con un intreccio di fondi che alimentano sospetti e inchieste. Una coppia che solo pochi mesi dopo si dividerà, perché Dell'Utri seguirà un magnate molto meno fortunato: Filippo Alberto Rapisarda, in familiarità con Vito Ciancimino. Tornerà indietro nel 1982, organizzando prima il colosso degli spot, Publitalia, e poi quello della politica, Forza Italia.
Silvio Berlusconi con Marcello Dell'Utri. Foto di Alberto Roveri La loro storia era cominciata nel 1974, trasformandosi da rapporto professionale in amicizia. Dell'Utri è anche l'amministratore di Villa San Martino, la residenza di Arcore. E dopo pochi mesi vi accoglie uno stalliere conosciuto a Palermo che fa ancora discutere: Vittorio Mangano, poi arrestato come assassino di Cosa nostra. Una presenza inquietante, che per la Procura di Palermo suggella le intese economiche con la mafia in cambio di tutela contro i sequestri. Nel 1977 però Mangano è già tornato in Sicilia. E Berlusconi tanto sereno non doveva sentirsi, come testimonia il revolver nella fondina. Ricorda il fotografo Roveri: "Dopo più di due ore di scatti mi invitò a pranzo ma prima di uscire tirò fuori da un cassetto due pistole, una per sé e una per l'autista. Di fronte alla mia sorpresa, si giustificò: "Ha idea di quanti industriali vengono rapiti?". Poi siamo saliti su una Mercedes che lui definì "blindatissima" per raggiungere un ristorante a soli 200 metri da lì".Elio Gaspari - Correio do Povo - link (aqui)
Companheira Dilma, comissária Rousseff
Segundo a superstição petista, Dilma Rousseff é uma executiva altamente qualificada. Que seja. Ela teve um loja de cacarecos panamenhos chamada "Pão e Circo", no centro comercial Olaria, em Porto Alegre, mas a aventura durou 17 meses. Fora daí, seu currículo ficou na barra da saia da viúva. Nele, embutiu um doutorado pela Unicamp que nunca foi concluído, mas deixou de mencionar sua única, banal e pitoresca passagem pela atividade privada.
Nomeada ministra de Minas e Energia, por Nosso Guia, assistiu ao loteamento de sua Pasta e a ida do engenheiro Silas Rondeau para a presidência da Eletronorte. Qualificava-se com títulos da Universidade Sarney, onde teve como orientador o eletrizante empresário Fernando, filho do ex-presidente. Em 2004, a ministra fritou o presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, engenheiro nuclear, doutor pela UFRJ, com passagens por sete universidades estrangeiras. Para o seu lugar, turbinou Rondeau, que acabou substituindo-a no ministério. Em maio de 2007, um assistente do doutor foi preso pela Operação Navalha. Acusado pela Polícia Federal de ter recebido R$ 100 mil de uma empreiteira, Rondeau deixou o cargo. Denunciado por gestão fraudulenta e corrupção passiva, ele se tornou o sétimo ministro de Nosso Guia apanhado pelo Ministério Público.
Rondeau subiu na vida por conta da aliança política com José Sarney, Erenice foi para a Casa Civil com credenciais típicas do comissariado: a fidelidade ao aparelho petista e à comissária Rousseff. Juntas, deixaram as impressões digitais no episódio da montagem de um dossiê com as despesas de Fernando Henrique Cardoso no Alvorada.
(Há dias, um cálculo da Rede Guerra de Trabalho e Emprego informava que, em 15 anos, Erenice, seus três irmãos e dois filhos passaram por pelo menos 14 cargos. Há mais: foram pelo menos 17, distribuídos pelos setores de urbanismo, educação, saúde, transportes, segurança, energia, planejamento e pela burocracia legislativa. Israel, filho da doutora, tinha uma boquinha na Terracap e José Euricélio, irmão dela, bicou na editora da Universidade de Brasília e estava na teta da Novacap.)
Tucanopatia
O tucanato parece ter vocação para virar espécie extinta. Está no auge de uma campanha eleitoral e de seu cardinalato põe nos jornais a informação de que José Serra poderá ser candidato a prefeito de São Paulo em 2012. Avisam que entregaram os pontos. Algo como um time que pede para ser dispensado de jogar o segundo tempo.
Se isso fosse pouco, o próprio candidato informou publicamente que, no dia 25 de janeiro passado, comunicou a Nosso Guia que decidira disputar a Presidência da República. As primeiras notícias de que Serra informara ao PSDB a sua disposição de ser candidato só apareceram uma semana depois, sempre encapuzadas. À choldra, oito dias depois de sua conversa com Lula, ele dizia o seguinte: "Eu nunca afastei a possibilidade de vir a ser candidato, coisa que declarei há mais tempo. Existe a possibilidade de eu ser candidato? Existe sim. Ela não foi afastada".
Nesses dias, Tasso Jereissati e Jarbas Vasconcelos faziam exortações públicas para que ele anunciasse claramente a candidatura. Mal sabiam que Nosso Guia estava melhor informado que eles. Tirando partido disso, acusava Serra de inaugurar maquetes.
Serra reciclou a dúvida de Garrincha. Combinou tudo, só com os russos.
Suvenir
Para quem quiser se divertir com a lembrança dos dois anos da falência do Banco Lehman Brothers, a loja eBay oferece os seguintes suvenires, todos com a elegante marca da firma:
Boné: US$ 13.
Malinha de computador: US$ 35,50.
Camiseta: entre US$ 5 e US$ 30.
Bola de golfe: US$ 6.
Caneta (uma gracinha, com estojo): US$ 24.
Um negócio quadrúpede contra os bípedes
O presidente do Jockey Club do Rio, doutor Luiz Eduardo Costa Carvalho, enriqueceu o patrimônio de pérolas da demofobia nacional.
Ele e a construtora Norberto Odebrecht batalham por um projeto de transformação da área das cocheiras do Jockey, equivalente a 20 campos de futebol, num megaempreendimento imobiliário, com garagem subterrânea para 2,5 mil carros. Deixando-se de lado as questões legais, financeiras e urbanísticas, o doutor informou o que pretende fazer com as 25 famílias que vivem em casas modestas na Vila Hípica do Jockey:
"Se o projeto for aprovado, teremos que conversar com essas pessoas, que serão convidadas a se retirar. Para quem trabalha com o turfe, haverá a opção de se mudar para a região Serrana, onde construiremos um centro de treinamento que prevê espaço para moradia".
Beleza, um projeto de R$ 650 milhões, que poderá render cinco vezes isso, começa pela discussão de despejo do pessoal do andar de baixo.
Se o doutor Costa Carvalho quiser conhecer suas vítimas, poderá ser apresentado a uma jovem que vive numa das casas da vila. Ela jamais teve ajuda do pai e mora com a mãe (auxiliar de serviços gerais numa escola) e a avó de 71 anos. Como há gente com outro tipo de cabeça, a moça acaba de ter todo o seu curso de Comunicação numa universidade e pequenas despesas pessoais custeados por um empresário muito mais abonado que Costa Carvalho.
Dinheiro vivo
Repentinamente, verifica-se que os hierarcas do lulato têm uma predileção pela forma mais primitiva e sigilosa de poupança: o colchão.
Dilma Rousseff declarou ao TSE que guardava em casa R$ 113 mil, dinheiro equivalente a 11% de seu patrimônio.
Otacílio Cartaxo, secretário da Receita, guardou até R$ 155 mil na mala. Sabe-se disso porque sempre listou esse dinheiro nas suas declarações de Imposto de Renda.
Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil, pagou um apartamento com R$ 150 mil em dinheiro vivo. Logo ele, cuja instituição gasta milhões de reais estimulando depósitos da patuleia em contas e cadernetas de poupança.
Roosevelt na Receita
Consolo para os companheiros. Quem inaugurou o método de jogar a Receita Federal em cima dos adversários foi Franklin Roosevelt.
Assumiu em 1933 e soltou os cães em cima do banqueiro Andrew Mellon, secretário do Tesouro de seus três antecessores.
Três anos depois, sem saber que seria absolvido, Mellon presenteou o povo americano com sua coleção de obras de arte (um pedaço dela comprada ao camarada Stalin) e o prédio da National Gallery, em Washington.
Coisa de quase 1 bilhão de dólares em dinheiro de hoje. Conta a lenda que houve um acerto.
Chegada do verão
Na manhã de quarta-feira, uma sucessão de atrasos no tráfego da CPTM de São Paulo resultou num quebra-quebra na estação de Guaianazes. Cinco agentes de segurança ficaram feridos.
Se os transportecas de todas as grandes cidades brasileiras investigarem por que seus trens enguiçam e o trabalhador mofa esperando para chegar no serviço, poderão prevenir os distúrbios que normalmente ocorrem no fim do ano.
El verano más contradictorio de Cibeles: propuestas románticas ante el futurismo - Vanitatis, es - link (aqui)
@Eduardo Verbo - 19/09/2010
El reflejo del pasado y el futuro en un mismo espectro es posible. No hay tinieblas que abrumen ni gritos desgarradores: Cibeles ha recuperado lo sublime del romanticismo libre y descarnado ante el futurismo anti-clasicista de algunas propuestas. Los sueños son posibles en Madrid. Sin brumas, sin raciocinios. Diseñadores consolidados en el arte de la hebra, como Ion Fiz, Juana Martín o Nicolás Vaudelet, se han congregado en la segunda jornada de la cita con la moda y han mostrado al público el devenir de la industria para la temporada primavera/verano 2011.
La valenciana Elisa Palomino fue la encargada de abrir los desfiles con la suavidad etérea de su colección que permitió mitigar tanto dolor a su leitmotiv, la diosa Perséfone, rescatándola de los infiernos, en diseños que entroncaban en bordados tridimensionales y volantes. De sabor mucho más terrenal y urbano ha sido la colección de Ion Fiz, que ha vuelto a buscar la inspiración en el arte del patronaje de los grandes maestros franceses, con la suculenta repostería francesa como fuente Castalia de la inspiración.
Los colores nude y pastel, como el vainilla, el lavanda, el verde agua o el beige, comparten protagonismo con prendas de líneas rectas y cortes al biés, cinturas drapeadas, así como propuestas sin costuras como los culottes, que beben de la cultura tradicional del país galo. Para ellos, pantalones que se estrechan en su caída gravitatoria y blazers, todo un must que se repite.
La barcelonesa María Escoté presentó su línea basada en el cuero y los tejidos con motivos de la iconografía cristiana, mientras que Martin Lamothe, con su directora artística Elena Martín a la cabeza, rescató la estética pop de los años 50. El futurismo llegó de la mano de Montse Bassons y su colección de ropa de baño en tejidos metálicos y negro, sin obviar la tendencia que sigue creando los print de leopardo y los triquinis con tintes salvajes y étnicos.
Teresa Helbig retomaba los desfiles a las 16: 00 horas con la sofisticación hecha mujer. Continuando con la línea romántica del día, que tan sólo rompió Bassons con sus biquinis futuristas, los vestidos recordaban a los de cualquier diosa del Olimpo de turno. Chaquetas ajustadas a la cadera con la ayuda de cinturones de cuero jugaba a la armonía y el concepto de femineidad.
El francés Nicolás Vaudelet se siente Camarón, y así deja constancia en su línea para la primavera/verano de 2011 entre espuelas, toques equestres y reminiscencias calé. El color albero y la reinterpretación del traje masculino conviven con espuelas y plumas. Así se las gasta el diseñador de El Caballo.
Juana Martín, Dolores Cortés, Antonio Alvarado, Guillermina Baeza y Carlos Díez también presentaron su colección en la jornada más contradictoria de Cibeles Madrid Fashion Week.

Elisa Palomino y el mito de Perséfone
Con su colección Eternal Spring, la valenciana Elisa Palomino ha recreado en su colección el mito de Perséfone como motivación cautivadora. Flores y colores que recorren la mayor parte de la gama cromática son los principales protagonistas de esta propuesta. - Efe

Tones nude y pastel
Los tonos nude, pasteles, azules y rosas recorren la colección de Elisa Palomino. - Efe

Bolero de flores
El bolero de flores ha sido una de las novedades más destacadas de la colección de la diseñadora valenciana. - Efe

Sensualidad nude
La sensualidad en tonos pastel, inspirada en la repostería francesa, ha sido el principal leitmotiv de la colección de Ion Fiz, que ha sorprendido a propios y extraños en Cibeles. - Efe

Raquel Sánchez Silva, musa de Ion Fiz
Raquel Sánchez Silva se ha convertido en la auténtica musa del diseñador vasco. La presentadora de Pekín Express ha inaugurado y clausurado el desfile. - Efe

No me olvides, by María Escoté
María Escoté ha rescatado en su colección 'No me olvides' los años ochenta y noventa con la estética romana. - Efe

Leggings, pitillos...e imperdibles y tachuelas 'big size'
Pitillos, monos, leggings... María Escoté bebe de la esencia de los 'punk', las tachuelas y los imperdibles 'extra big size'. - Efe

Estampados de vírgenes y cristos
María Escoté ha contado con la colaboración de Wonderbra y sus estampados de vírgenes y cristos han causado una gran sensación. - Efe

Ropa de baño futurista
Montserrat Bassons ha expuesto su línea más futurista en ropa de baño para la primavera/verano de 2011. - Efe
Nissan Micra: Perfecto ciudadano - El Mundo, es - link (aqui)

- Con ésta ya son cuatro las generaciónes de este vehículo
- Pretende convertirse en una útil herramienta para moverse en las ciudades
- Sólo existirá con carrocería de cinco puertas y llegará a España en noviembre
- Se fabricará en cuatro países y se distribuirá en 160 mercados.
Francisco José Fernández | Copenhague
La apuesta de Nissan en el segmento del nuevo Micra cambia algunos de sus planteamientos iniciales. Hasta ahora el Micra se acercaba más a la zona superior de la gama de compactos del fabricante japonés. Esta última edición del Micra sin embargo, baja un poco sus aspiraciones, modificando su posición con relación al resto de representantes de Nissan en la categoría, con un claro acercamiento por precio y ambiciones de producto a la zona inferior, ocupada hasta ahora en solitario por el básico Pixo.

Apoyado en la nueva plataforma V se fabricará en cuatro plantas distintas: en China para colmar las necesidades de este creciente mercado; en Tailandia, para el resto de mercados asiáticos, incluido Japón; en India, cuya producción abastecerá a los países del Viejo Continente, y en México, que se encargará de distribuir las unidades para el continente americano. En total la producción prevista alcanzará el millón de vehículos fabricados sobre esta nueva plataforma.
El Micra, del que se han vendido tres millones de unidades en Europa en los 27 años que lleva comercializándose, es para Nissan un producto con un peso muy importante en el mercado español, ya que un 11 por ciento del parque de Nissan en España es de este modelo, con más de 55.000 unidades circulando por nuestras calles y carreteras.

Estrena una nueva plataforma
Sobre esta nueva plataforma “V” se desarrollará también un nuevo vehículo compacto e incluso un práctico monovolumen. De hecho la denominación V refleja la intención de que sea una plataforma versátil, por la facilidad de responder a las exigencias de diversos tipos de vehículos. Además se ha trabajado mucho para conseguir un diseño inteligente, permitiendo apoyar sobre ella diferentes carrocerías con el máximo espacio interior y habitabilidad, ayudando al mismo tiempo a conseguir importantes ahorros de peso.
Desde el principio se renunció a imitar el enorme crecimiento experimentado por el resto de rivales del segmento, aunque con relación al Micra al que sustituye, esta nueva entrega es 61 mm más largo, con 20 mm más de batalla. Sitúa su distancia entre ejes en 2.450 mm y su longitud total en sólo 3.780 mm, lo que frente a los rivales naturales que flirtean con los 4 metros, es una enorme diferencia. Sin embargo se ha buscado la máxima capacidad interior, adaptando los elementos mecánicos del vehículo para que ocupen el menor espacio posible.


Apuesta por la mejor aerodinámica
Otro de los aspectos más cuidados ha sido la suavidad de marcha, el fácil manejo y la agilidad para desplazarse en el tráfico urbano, cualidades estas perfectamente defendibles en un vehículo de su clara vocación. Los recortados 4,5 m de radio de giro ya demuestran a las claras esta ágil personalidad. Para el diseño de la carrocería, otro de los argumentos esbozados por los diseñadores ha sido la intención de rebajar el peso del porcentaje de público femenino entre los compradores de Micra, situados en la actualidad en cerca del 80 por ciento. Esta carrocería actual pretende llegar a un espectro más amplio y variado de compradores.

En este sentido el interior también juega un papel importante. En general resulta agradable, con una buena disposición de elementos, una notable ergonomía -aunque el volante adolece de escasas regulaciones- y un funcionamiento fácil y suave. Sin embargo, y aunque los ajustes tienen un buen nivel, el aspecto de los plásticos del salpicadero no es lo mejor del vehículo y debemos criticar la total ausencia de asas en el techo.
Hay que destacar el buen número de huecos y detalles prácticos en el interior, la disponibilidad de una suave dirección eléctrica y, en general, una generosa selección de elementos de equipamiento en todos los sentidos ya que, por ejemplo, el ESP va de serie en toda la gama de acabados, lo mismo que los seis airbags, y según terminaciones se cuenta con elementos como el climatizador, un medidor que nos indica si el hueco en el que pretendemos aparcar es suficiente, el sistema de apertura sin llave, los espejos retrovisores plegables, el encendido del motor mediante pulsador o el control de crucero entre otros.


Nuevo y eficiente propulsor de tres cilindros.
Este motor, de pequeño tamaño pero de generosa tecnología, es un austero tricilíndrico que pretende plantar cara a los motores diésel, penalizados por su mayor coste de adquisición. No está prevista la disponibilidad en este gama de ningún motor de gasóleo y este básico 1.2 litros con 4 válvulas por cilindro y 80 CV de potencia nos ha permitido durante la toma de contacto una alegría de movimientos encomiable.
Podría ser algo más suave en su giro a altas revoluciones y también menos sonoro, pero en ciudad se nos ha mostrado como el motor de estas características más suave y agradable de utilizar. Con sólo 115 gr de emisiones de CO2 por kilómetro recorrido, este motor de 1,2 litros demuestra los buenos resultados que consigue de la aplicación de avanzadas tecnologías como son la inyección directa de combustible, la elección de materiales de baja fricción para sus partes móviles, las bombas de aceite y agua de muy baja resistencia o el diagrama variable de válvulas.

sobrealimentado en el que la potencia sube hasta los 98 CV y los consumos se anuncian por debajo de los cinco litros, con un nivel de emisiones de 95 gr/km. Este motor llegará a la gama Micra en la primavera del 2011.
Gama sencilla pero atractiva
La oferta de lanzamiento del nuevo Micra se articula, como ya hemos comentado, sobre una única motorización de 80 CV, dos tipos de transmión y cuatro niveles de acabado, que se inician con el básico y también completo Visia, que incluye el aire acondicionado, el ESP de serie y los seis airbags. Por encima el Acenta aumenta su equipamiento con el climatizador.
El Tekna mejora su dotación con el navegador de serie, mientras que el más lujoso Tekna Premium lleva la llave inteligente, el botón de arranque y el techo solar. Cuando se ofrezca el 1.2 Turbo dispondrá de serie del sistema de ahorro de combustible Start y Stop que para el motor cuando el vehículo se encuentra detenido.
Del nuevo Micra, Nissan espera vender 2.600 unidades hasta marzo de 2011, alcanzando de esta forma una cuota de mercado del tres por ciento. De estos 2.600 vehículos las previsiones cifran en un diez por ciento la penetración del acabado Visia, un cincuenta del Acenta, un treinta por ciento del Tekna y el diez restante del Tekna Premium.
Precios
Visia 1.2 80 CV Manual: 11.900 euros. Acenta 1.2 80 CV Manual: 12.400 euros. Tekna 1.2 80 CV Manual: 13.150 euros. Tekna Premium 1.2 80 CV Manual: 14.150 euros.
Ficha técnica
Lanzamiento: Principios de Noviembre 2010. Dimensiones: Longitud: 3.780 mm. Anchura: 1.665 mm. Altura:1.520 mm. Maletero: 265 litros. Mecánica: Con tres cilindros en línea. Gasolina de 80 CV. Cambio: Manual de 5 relaciones o automática CVT. Prestaciones: De 0 a 100 km/h: 13,7 s manual, 14,5 s CVT. Consumo medio: 5,0 l/100 km manual, 5,4 l/100 km CVT. Emisiones de CO2: 115 gr/km manual, 125 gr/km CVT.
Las indiscreciones (políticas) de Carla Bruni - el País, es - link (aqui)
El libro más 'oficial' sobre la primera dama provoca un desmentido de la Casa Blanca
ANA TERUEL - París - 19/09/2010

La escena transcurre en Washington el pasado marzo, según relatan los periodistas políticos Michael Darmon e Yves Derai, autores de Carla y los ambiciosos, publicado esta semana. El presidente francés, Nicolas Sarkozy, y su esposa se encuentran en EE UU de visita oficial. Después de la conferencia de prensa, los Sarkozy y los Obama se retiran para cenar en la Casa Blanca. Louis, el hijo pequeño de Sarkozy, les regala un tebeo de Astérix a las niñas de la pareja estadounidense, Malia y Sasha. Por su parte, los adultos se sientan a cenar y mientras que ellos hablan del trabajo, ellas intercambian impresiones.
Es entonces, en este ambiente distendido, cuando la artista le pregunta a la anfitriona, "en su inglés perfecto", según relata el libro: "¿Y tú? ¿Cómo lo llevas?", en referencia a su papel de primera dama. "Ni me preguntes. Es un infiero. ¡No lo aguanto!", contesta Michelle Obama. "Y eso que tu llevas tiempo en política, yo empiezo ahora...", compadece Carla Bruni. La revelación ha provocado un pequeño terremoto. Los portavoces de la Casa Blanca han asegurado que Michelle jamás pensó, ni mucho menos pronunció, estas palabras. La propia Embajada francesa en Washington afirmó que Bruni, que se reunió con los autores en la preparación del libro, se desmarca de las declaraciones vertidas en el mismo. "Las palabras atribuidas a la primera dama de EE UU jamás fueron pronunciadas", señala Emmanuel Lenain, portavoz de la representación diplomática en una nota.
Sin dejar claro si esta escena les ha sido contada por la primera dama, los autores, sorprendidos por el alcance de la anécdota, han defendido la veracidad de la información. "Mantenemos todas nuestras afirmaciones, pero en términos de interpretación, parece que en la parte estadounidense se está sobreinterpretando", declaró Derai a la agencia AFP. "Se trataba de un intercambio que se realizó en clave de humor. La cena era informal y relajada", añadió. Al margen de este diálogo, los autores describen a Bruni como una mujer dulce a la par que decidida, capaz de tranquilizar a su inquieto e hiperactivo marido, e incluso llegan a atribuirle el papel de psicóloga del presidente. Entre la rutina de la pareja, las cenas tranquilas son sagradas y en los viajes oficiales, Bruni se limita a cumplir con lo obligatorio y pelea por una agenda más ligera.
Pero sobre todo, la cantante se ha puesto como misión reconciliar a su marido con su familia: su padre, un artista mujeriego que abandonó a su madre y con el que mantenía relaciones tensas; su hermano, así como sus ex esposas: la primera, Marie-Dominique Culioli, madre de Jean y Pierre, y, más sorprendente, Cécilia, que renunció
al papel de primera dama para refugiarse en los brazos del publicista Richard Attias.
Peor parada sale en su descripción en el libro la ex ministra de Justicia y ex mejor amiga de la ex esposa de Sarkozy, Rachida Dati, caída en desgracia y condenada a lo que vive como un exilio político en el Europarlamento. Junto a otra ex, la que fue la esposa del hermano mayor de Sarkozy, Sophie Douzal, Dati constituiría el núcleo duro del frente anti-Carla. Las dos, animadas por un misterioso gurú que las guía en sus decisiones, estarían decididas a lograr la vuelta de Cécilia al Elíseo, convencidas de que supondría su regreso al círculo íntimo del presidente. Por ello, habrían participado en la propagación del rumor sobre la relación de Bruni con el cantante Benjamin Biolay.

Sarkozy corre hacia la nada - El País, es - link (aqui)
El presidente francés, que ve crecer su descrédito internacionalmente con la crisis de los gitanos rumanos, lleva un año en una perpetua huida hacia delante
ANTONIO JIMÉNEZ BARCA - Paris - 19/09/2010

El jueves, los líderes de la UE (incluido Zapatero) arroparon al presidente francés, miraron colectivamente hacia otro lado y evitaron en bloque criticar sus deportaciones de gitanos rumanos, pero el primer comentario que un arrogante Sarkozy recibió en la rueda de prensa posterior a su bronca a gritos con el presidente de la Comisión Europea, José Manuel Durão Barroso, fue el de un periodista francés que le reprochó su aislamiento.
Su imagen, arrastrando la de Francia, se hunde. Su credibilidad también. Sobre todo después de que asegurara, en esa misma rueda de prensa, con cierta fanfarronería muy suya, que Merkel le había dicho que iba a desmantelar campamentos de gitanos en las próximas semanas. Acompañó la respuesta de un chistecito también muy suyo: "Ahora a ver quién habla de la estabilidad de la política alemana, je, je". Berlín lo desmintió todo pocas horas después. Otro comentario suyo pretendidamente gracioso, proferido en una comida con senadores de su partido -"si los luxemburgueses quieren, que acojan ellos a los gitanos"-, desencadenó una tormenta diplomática.
¿Qué ha sido del presidente francés hiperactivo pero seguro, convencido de cambiar Francia? ¿Aquel que prometía "trabajar más para ganar más"? ¿Dónde está el dirigente de centroderecha que contaba en 2007 con una popularidad cercana al 70% (ahora roza el 30%)?
El índice de aceptación de Sarkozy rueda cuesta abajo desde hace mucho. Al principio del mandato dilapidó parte de su crédito dejándose ver más en la prensa del corazón que en la seria, pero después, su vigorosa actuación al frente de la presidencia europea en medio del conflicto ruso-georgiano y su forma de atajar la crisis económica, con un meteórico plan de reactivación centrado en la industria automovilística francesa, le hicieron remontar. Sin embargo, desde el otoño de 2009 Sarkozy avanza dando cabezazos en una perpetua huida hacia delante, de tropezón en tropezón, en una inercia destructiva cada vez más acelerada.
En octubre, su hijo Jean optó, sin haber acabado segundo de carrera, a la presidencia del barrio de negocios más importante de París, La Défense; poco después, el ministro de Cultura, Frédéric Mitterrand, sobrino del ex presidente socialista François Mitterrand, confesaba que había ejercido de turista sexual; en enero, quedaba absuelto por el caso Clearstream su rival político en el centroderecha y su enemigo personal desde siempre, el ex primer ministro Dominique de Villepin, al que Sarkozy había prometido, en otra de sus célebres frasecitas que acaban volviéndose siempre contra él, "colgar del gancho del carnicero".
Las elecciones regionales de marzo confirmaron el rumbo: el Partido Socialista francés (PS), hasta entonces moribundo, revivía. Liderando una alianza de partidos de izquierda, conseguía el 54% de los votos. La Unión por un Movimiento Popular, la UMP, se quedaba en el 34%. El Frente Nacional de Jean Marie Le Pen, que en las elecciones europeas de un año atrás aparecía como una fuerza puramente simbólica, emergía hasta alcanzar el 10%.
Sarkozy intuyó dónde estaba la fuga de agua y en un solemne discurso poselectoral ignoró a los vencedores y se dirigió al electorado que cree suyo y que le había dado la espalda: habló de la prohibición del burka, de las reformas económicas necesarias, de la delincuencia, de la lucha que iba a emprender para proteger a agricultores y ganaderos frente a Europa...
Pero el desplome continuó: a Francia, que había aguantado bien la crisis, le costaba salir de ella; Dominique de Villepin, revigorizado, anunciaba la creación de un partido propio; la reforma de las pensiones, que va a retrasar la jubilación de los franceses de 60 a 62 años, se enfrentaba a una cada vez más creciente marea de protestas callejeras. En muchas de esas manifestaciones le recordaban que aquel presidente del "trabajar más para ganar más" va a acabar convirtiéndose en el de "trabajar más... para jubilarse como antes"; el ministro de Trabajo, Eric Woerth, elegido para dirigir esta reforma clave, se veía involucrado de lleno en el caso Bettencourt, un complicado episodio en el que se mezclan los mayordomos infieles, las herencias hipermillonarias, los sobres con 150.000 euros en billetes, la financiación irregular de la campaña de Sarkozy y, en general, una obscena alianza entre el dinero y el poder que indigna a los franceses de a pie.
Saltando de una mina a otra, zarandeado por escándalos y protestas, con los sondeos más bajos que nunca, rozando el 26%, poco antes de irse de vacaciones, Sarkozy, que es cualquier cosa menos cobarde o timorato, decidió, como siempre, pasar a la ofensiva y pronunció el ya famoso discurso del 30 de julio en Grenoble, en el que relacionaba inmigración y delincuencia y ordenaba el desmantelamiento de los campamentos de gitanos rumanos.
En otras ocasiones, el viejo recurso de la seguridad ciudadana le había servido para enderezar las encuestas. Pero, esta vez su táctica populista se ha vuelto contra él. Es cierto que una encuesta publicada hace 10 días por Le Figaro reveló que su popularidad había recuperado cuatro puntos, alcanzando un magro 30%. Pero, según muchos, a costa de pasear por el mundo su imagen de líder antipático, envanecido y colérico y la de asociar a la orgullosa Francia, cuna de los derechos humanos, con el desmantelamiento de campamentos de gitanos a los que por 300 euros a los adultos y 100 a los niños se les factura en avión a su país de origen.
Con todo, su tirón electoral se resiente: un sondeo publicado el pasado martes en Le Parisien advertía que, frente a Nicolas Sarkozy, con un 25%, los franceses prefieren ahora, con un 56%, a Dominique Strauss-Khan, actual director del Fondo Monetario Internacional y uno de sus posibles rivales en las elecciones de 2012. También Martine Aubry, primera secretaria del Partido Socialista francés (PS), supera hoy por hoy a Sarkozy. Otro sondeo, publicado ayer por este mismo periódico, aseguraba que el 56% de los franceses está de acuerdo con que Europa amoneste a Francia por la deportación de gitanos.
Desde sus filas, recuerdan que Sarkozy lucha todavía contra un fantasma, que la izquierda carece aún de candidato visible y que eso convierte los sondeos en puras elucubraciones sin base real, confían en el comprobado olfato político de su líder y recuerdan que, generalmente, las grescas con Europa le benefician electoralmente. Pero hace pocas semanas, el semanario Le Point, cercano a la derecha, bajo una foto de Sarkozy, se preguntaba: "¿Ha perdido ya?".
Una semana más tarde, el semanario Le Nouvel Observateur iba más allá. También con una foto de Sarkozy en la portada, se preguntaba simplemente, sin ironía ni chistes: "¿Es peligroso este hombre?".
¿Dónde está David Bowie? - El País, es - link (aqui)
EMI rescata en edición ampliada 'Station to station', su audaz disco de 1976, mientras se especula sobre la delicada salud del cantante británico
DIEGO A. MANRIQUE - Madrid - 19/09/2010
Ya no existe esa seguridad: parece haberse retirado de la música. Cada poco salta el rumor de una reaparición, pero finalmente se queda en nada. Se le ha podido ver como invitado en algún concierto de una cantante hermosa (Alicia Keys), un veterano de los sesenta (David Gilmour) o un grupo en ascenso (Arcade Fire). Ocasionalmente, visita los estudios para algún proyecto bien pagado de Hollywood, para añadir algo de prestigio al estreno discográfico de Scarlett Johansson, para pagar la deuda contraída con el productor Tony Visconti.
De no tratarse de un personaje tan maquiavélico, experto en manipular a los medios y engatusar a su audiencia, podríamos afirmar que sí, que efectivamente David Bowie se ha retirado. Hablamos de alguien que publicaba un álbum cada dos años, que promocionaba con devoción. Reality, su última colección de canciones nuevas, data de 2003. Al año siguiente, durante la Reality Tour, se quejó de unos dolores en el pecho y fue sometido a una angioplastia en un hospital de Hamburgo; el resto de la gira se cancelaba, y hasta hoy.
Como el resto de lo referente a Bowie, su salud resulta un misterio y un prodigio. Aparentemente, ha sobrevivido intacto a largas temporadas de cocaína, unas dietas caprichosas y un infernal ritmo de trabajo. Sin olvidar el tabaco: su desayuno comenzaba por el Gitanes que le encendía su secretaria. En 2008 circuló el rumor de que habían detectado un cáncer de hígado. En cualquier caso, el tratamiento no parece haberle afectado. Se le ve pasear por Nueva York y acude a inauguraciones y otros actos relacionados con el mundo del arte.
Podría haberse jubilado sin avisar, dejando opciones abiertas. Tiene la excusa familiar: está viendo crecer a su hija, fruto del matrimonio con la modelo Iman. Con 63 años, carece de urgencias económicas, tras una astuta jugada financiera: vendió participaciones en su negocio central, que no es otro que la explotación de sus derechos de autor y sus grabaciones clásicas.
El 28 de septiembre se reedita Station to station. Lo que en 1976 era un elepé, se ha transformado en un triple CD y, en la edición de lujo, en una caja con cinco CD, un DVD, tres vinilos y reproducciones de pases, chapas, fotos y toda la parafernalia deseada por cualquier fan. En el canon de Bowie, Station to station supone la bisagra entre su primera etapa estadounidense y el celebrado Tríptico de Berlín, la colaboración con el productor Brian Eno; según algunos, se debería hablar de cinco discos, ya que Bowie dedicó muchas de sus energías berlinesas a dos trabajos con Iggy Pop, The idiot y Lust for life. En realidad, todo está más liado de lo que aparenta: hubo temporadas en su casa de Suiza y grabaciones en un estudio francés. Station to station nos transporta a los años más enloquecidos de Bowie, una montaña rusa de logros y pesadillas. Consiguió finalmente su objetivo de triunfar en Estados Unidos, gracias a su aproximación a los ritmos afroamericanos de Fame y Golden years. Al protagonizar su primer largometraje, The man who fell to Earth, aprendió las crudas lecciones del negocio del cine: Hollywood ignoró la propuesta del realizador Nicholas Roeg y Bowie no logró colocar su nueva música como banda de la película.
Nunca estuvo más cerca del precipicio. En Los Ángeles tenía acceso a cantidades industriales de merk, cocaína farmacéutica. Su consumo le llevó a la paranoia: se creía el objetivo de una secta dedicada a la magia negra y guardaba su orina en el frigorífico, para evitar que cayera en manos de sus enemigos; terminó recurriendo a un manual del Vaticano contra las posesiones diabólicas, aunque se fiaba tan poco de los que le rodeaban que él mismo ejerció de exorcista. Su papel de extraterrestre en el filme de Roeg agudizó su obsesión por los ovnis y los visitantes del espacio exterior. Todo lo que veía - o imaginaba ver- le sugería que tenía poderes de adivinación. Temía morir en un accidente de avión y volvió a Europa en barco; en el viejo continente, se desplazaba en tren, ante la alarma de los guardias de frontera de la Unión Soviética o Polonia, que revisaban incrédulos su colección de libros sobre el Tercer Reich.
Se le atragantó su famosa capacidad para vampirizar conceptos, sonidos, estéticas. En Estocolmo proclamó: "Gran Bretaña se beneficiaría de un líder fascista. Fascista en su verdadero sentido, no nazi. Después de todo, el fascismo es realmente nacionalismo. De alguna manera, el fascismo es una forma muy pura del comunismo". Cuando llegó a la estación Victoria londinense, saludó al público congregado allí con un gesto que algunos juran que parecía propio de Mussolini. Estaba jugando con fuego y muchos de sus amigos y asociados respiraron aliviados cuando David se alejó de los focos y se refugió en Berlín Occidental, cuyos habitantes prefirieron considerarle otro excéntrico más.
Furia surrealista
- Para Station to station, David adoptó el personaje del Delgado Duque Blanco, entre un dandi alienígena y un esteta en blanco y negro. Durante la gira, el público quedaba noqueado por la proyección de Un perro andaluz, el corto de Buñuel
y Dalí; como música ambiental, un anticipo de
la aventura berlinesa: Kraftwerk.
- La actual reedición incluye el concierto del 23 de marzo de 1976, con sonido superior al de las versiones piratas (se emitió en la serie radiofónica King Biscuit Flower Hour). La banda, un quinteto dirigido por Carlos Alomar, tritura a capricho lo más intenso del repertorio de Bowie más ese clásico de Lou Reed titulado Waiting for the man.
Toma, que a ex-assessora é tua
Retrospectiva 1 A notícia de que o consultor Rubnei Quícoli ameaçou os envolvidos no esquema de tráfico de influência que derrubou Erenice Guerra da Casa Civil deixou Lula especialmente contrariado. Para o presidente, a opção por não denunciar a chantagem seria indicativa de que o filho de Erenice e seus parceiros teriam culpa no cartório.
Retrospectiva 2 Em privado, Lula manifesta a opinião de que os familiares "comprometeram" Erenice. Diz ainda que, quando a história veio à tona, todos os atos dela foram no sentido de proteger o filho, Israel Guerra, e os demais envolvidos.
Viu só? Para completar, o presidente não esconde mais o arrependimento por ter cedido aos apelos de Dilma Rousseff e nomeado Erenice para substituí-la na Casa Civil. Se tivesse escolhido no final de março alguém da confiança dele, acha que nada disso teria acontecido.
Renata Lo Prete - Coluna Painel, Folha de São Paulo (aqui)
Língua viperina do PMDB ironiza projeto José Dirceu - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)
Dois congressistas malvados do PMDB desperdiçaram um naco de tempo com a análise da palestra que José Dirceu fez a petroleiros, na Bahia.
Riram muito do trecho em que o companheiro declarou que a imprensa incorre em “abuso do poder de informar”.
Concluíram que o palestrante tem saudades de Cuba.
Foram à gargalhada no miolo da teoria 'Dirceuniana': “A eleição da Dilma é mais importante do que a eleição do Lula, [...] porque a Dilma nos representa”.
Acham que, também para o PMDB, a vitória de Dilma, agora enganchada a Michel Temer, será mais importante que o êxito de Lula.
Não tomaram a sério o pedaço da palestra companheira que soou assim: “Independentemente de nós termos essa coalizão, o PT é a base dela”.
Nesse ponto, um dos pemedebês acionou a língua viperina:
"Ou o Zé quis fazer média com a platéia petista ou a Dilma deve ter informado a ele que vai exigir do PMDB que faça voto de pobreza”.
Escrito por Josias de Souza às 21h46






