sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Advogado protocola notícia crime contra Ayres Britto - Blog do Noblat - link (aqui)

Enviado por Ricardo Noblat -
1.10.2010
| 19h39m

De Adriana Bernardes, do Correio Braziliense
O advogado Eri Varela, ligado à Joaquim Roriz, protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) notícia crime contra o ministro Ayres Britto na tarde desta sexta-feira (1°/10).
A denúncia também cita o genro e a filha do magistrado, Adriano José Borges de Silva e Adriele Pinheiro Reis Ayres de Britto, além do ministro e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski.
Ele acusa o genro do magistrado de procurar Joaquim Roriz para negociar a participação do escritório de Adriano no recurso do ex-governador na Suprema Corte, o que obrigaria o integrante do STF a se declarar impedido de julgar o caso.
Na ocasião, o ex-governador buscava reverter as decisões do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que barraram sua candidatura ao Palácio do Buriti com base na Lei da Ficha Limpa. Segundo o advogado, o ministro sabia de toda a negociação.
Sem o voto de Ayres Britto, que também foi relator do recurso, o placar na Suprema Corte seria de quatro votos contra o ex-governador e cinco a favor.
Adriano teria pedido R$ 4,5 milhões para o negócio: R$ 1,5 milhão seria entregue antes da votação e o restante após a vitória de Roriz.
O ministro do TSE também é citado na notícia crime por ter acelerado o despacho do recurso para que Ayres Britto não ficasse impedido de participar do julgamento.

STF pede investigação contra o genro de Ayres Britto - Josias de Souza - Blog do josias - link (aqui)



01/10/2010

  Alan Marques/FolhaO presidente do STF, ministro Cezar Peluso, encaminhou nesta sexta (1º) um ofício ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

No texto, Peluso pede a abertura de investigação contra o advogado Adriano Borges Silva, genro do ministro Carlos Ayres Britto.

Em nota levada à sua página na internet, a assessoria do Supremo informa que a ação decorre de pedido do próprio Ayres Britto (foto).

Sócio e marido de Adriele Pinheiro Reis Ayres de Britto, filha do ministro, Adriano Borges foi às manchetes em posição constrangedora.

O genro do ministro aparece em vídeo oferecendo-se para ajudar Joaquim Roriz no julgamento de recurso que corria no STF.

Em troca de pró-labore de R$ 4,5 milhões, comprometia-se a providenciar para que o sogro se declarasse impedido de atuar no processo em que Roriz tentava se livrar da Ficha Limpa.

Relator do recurso de Roriz, Ayres Britto votou contra ele no STF. Ouvido, tomou distância do genro: “Eu Não tenho nada com isso”.

O passo seguinte, será a abertura de inquérito no Polícia Federal. Caberá ao procurador-geral Roberto Gurgel requerer a providência.

Escrito por Josias de Souza às 18h33

Jefferson desiste de Serra e diz que votará em Plínio - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)





01/10/2010

  Sérgio Lima/FolhaMandachuva do PTB, o deputado cassado Roberto Jefferson (RJ) andava com José Serra pela tampa. O “debate” da Globo fez entornar a paciência.

"Como presidente do PTB, libero meus companheiros a escolherem seu candidato a presidente do Brasil", escreveu Jefferson no twitter.

A 48 horas do encontro com a urna, Jefferson abriu a alma: "Plínio terá meu voto pessoal para presidente do Brasil".

Jefferson analisou assim o desempenho de seu ex-candidato no debate: "Serra foi o mesmo de sempre...”

“...Sem graça, sem emoção, sem colorido. Sem compromisso com o coletivo de partidos a seu lado. Eu, eu, eu...".

Informado sobre o acréscimo do voto de Jefferson ao seu balaio, Plínio de Arruda Sampaio compadeceu-se: "Sou cristão, acho que as pessoas podem se arrepender".

Curioso que Plínio tenha evocado o Padre Eterno ao comentar a “conversão” de Jefferson ao evangelho socialista.

Na noite anterior, o próprio Jefferson deve ter olhado para o céu. Pedia que Deus fizesse um milagre para lhe provar que existe.

Algo como repartir as águas do mar de Copacabana. Ou fazer o Serra dirigir uma pergunta a Dilma Rousseff no debate.

Escrito por Josias de Souza às 14h50

MARIA BETHÂNIA - "Prá Que Mentir" (Noel Rosa & Vadico) 1965



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

Maria Bethânia - Maria Bethânia canta Noel Rosa

RCA Victor - 1965

Música - Prá que Mentir

Composição - Noel rosa & Vadico

Acompanhamentos de Carlos Castilho


Letra:


Pra Que Mentir


(Noel Rosa & Vadico)



Pra que mentir
Se tu ainda não tens esse dom de saber iludir?
Pra que mentir
Se não há necessidade de me trair?
Pra que mentir
Se tu ainda não tens a malícia de toda mulher?
Pra que mentir
Se eu sei que gostas de outro que te diz que não te quer
Pra que mentir tanto assim
Se tu sabes que eu sei que tu não gostas de mim?
Tu sabes que eu te quero apesar de ser traído
Pelo teu ódio sincero
Ou por teu amor fingido
Pra que mentir?

MARIA BETHÂNIA - "Três Apitos" (Noel Rosa) 1965



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

Maria Bethânia - Maria Bethânia canta Noel Rosa

RCA Victor - 1965

Música - Três Apitos

Composição - Noel Rosa

Acompanhamentos de Carlos Castilho


Letra:

Três Apitos


(Noel Rosa0


Quando o apito da fábrica de tecidos
Vem ferir os meus ouvidos, eu me lembro de você
Mas você anda sem dúvida bem zangada
Ou está interessada em fingir que não me vê
Você que atende ao apito de uma chaminé de barro
Por que não atende ao grito tão aflito
Da buzina do meu carro?
Você no inverno sem meias vai pro trabalho
Não faz fé em agasalho nem no frio você crê
Você é mesmo artigo que não se imita
Quando a fábrica apita faz reclame de você
Nos meus olhos você lê como eu sofro cruelmente
Com ciúmes do gerente impertinente
Que dá ordens à você
Sou do sereno, poeta muito soturno
Vou virar guarda-noturno e você sabe por quê
Mas você não sabe que enquanto você faz pano
Faço junto do piano esses versos pra você

DÓRIS MONTEIRO - "Resposta" (Maysa) 1957



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

Dóris Monteiro - DÓRIS MONTEIRO

1957 - Columbia

Música - Resposta

Composição - Maysa

Arranjos e orquestra - Maestro Renato de Oliveira

Foto da Capa - Cedida pela Revista O Cruzeiro

LÚCIO ALVES - "Chão de Estrelas" (Silvio Caldas & Orestes Barbosa) 1957



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

SERESTAS canta Lúcio Alves

MOCAMBO - 1957

Música - Chão de Estrelas

Composição - Silvio Caldas e Orestes Barbosa


Letra:


Chão de Estrelas


(Sílvio Caldas & Orestes Barbosa)



Minha vida era um palco iluminado
Eu vivia vestido de dourado
Palhaço das perdidas ilusões
Cheio dos guizos falsos da alegria
Andei cantando a minha fantasia
Entre as palmas febris dos corações
Meu barracão no morro do Salgueiro
Tinha o cantar alegre de um viveiro
Foste a sonoridade que acabou
E hoje, quando do sol, a claridade
Forra o meu barracão, sinto saudade
Da mulher pomba-rola que voou
Nossas roupas comuns dependuradas
Na corda, qual bandeiras agitadas
Pareciam estranho festival!
Festa dos nossos trapos coloridos
A mostrar que nos morros mal vestidos
É sempre feriado nacional
A porta do barraco era sem trinco
Mas a lua, furando o nosso zinco
Salpicava de estrelas nosso chão
Tu pisavas os astros, distraída,
Sem saber que a ventura desta vida
É a cabrocha, o luar e o violão

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA - "Corcovado" (Tom Jobim) 1963



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA

PHILIPS - 1963

Música - Corcovado

Composição - Tom Jobim

Orquestração e Orientação Musical de CARLOS MONTEIRO DE SOUZA

Produção - ARMANDO PITTIGLIANI

Capa - PULO BREVES

Foto - MAFRA

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA - "Desafinado" ( Tom Jobim & Newton Mendonça) 1963



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA

PHILIPS - 1963

Música - Desafinado

Composição - Tom Jobim & Newton Mendonça

Orquestração e Orientação Musical de CARLOS MONTEIRO DE SOUZA

Produção - ARMANDO PITTIGLIANI

Capa - PULO BREVES

Foto - MAFRA

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA - "Lobo Bobo" (Carlos Lyra & Ronaldo Bôscoli) 1963



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA

PHILIPS - 1963

Música - Lobo Bobo

Composição - Carlos Lyra & Ronaldo Bôscoli

Orquestração e Orientação Musical de CARLOS MONTEIRO DE SOUZA

Produção - ARMANDO PITTIGLIANI

Capa - PULO BREVES

Foto - MAFRA

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA - "Este Seu Olhar" (Tom Jobim) 1963



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA

PHILIPS - 1963

Música - Este Seu Olhar

Composição - Tom Jobim

Orquestração e Orientação Musical de CARLOS MONTEIRO DE SOUZA

Produção - ARMANDO PITTIGLIANI

Capa - PULO BREVES

Foto - MAFRA

Bar é fotografia - Bobi Reshovski

http://gallery.photo.net/photo/6972046-lg.jpg



Bobi Reshovski

Untitled

Após a terceira dose - bar é poesia







contradições de estilo




(luiz alfredo motta fontana)







nas vitrines


à cada tarde


seu olhar busca


cores, texturas, e ousadias


que lhe cubram o corpo


quando à noite


o despir é iminente

O bar e os acessórios

http://www.independent.co.uk/multimedia/archive/00047/45_47922c.jpg 



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(Source - The Independent, uk)

O bar, o passar do dia, e Sarah Vaughan...April in Paris - Subt. español

Video exibe negociação de Roriz com genro de Britto - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)




A cena acima foi gravada no escritório da residência de Joaquim Roriz. Na imagem, em primeiro plano, o advogado Adriano José Borges Silva. Vem a ser o genro do ministro Carlos Ayres Britto, do STF. É sócio e marido de Adriele Pinheiro Reis Ayres de Britto, filha do ministro.

Adriano encontrou-se com Roriz no último dia 3 de setembro. Na conversa, gravada por Roriz com câmera escondida, ele se oferece para socorrer o interlocutor. Roriz ainda era, àquela altura, candidato ao governo do DF. O TSE negara-lhe registro. Enquadrara-o na lei da Ficha Limpa.

Barrado, o candidato recorrera ao Supremo. Ayres Britto era o relator do recurso. O genro do ministro se ofereceu para ajudar. Em troca de pró-labore –R$ 1,5 milhão de entrada, mais R$ 3 milhões no “êxito”— seu sogro se declararia impedido de atuar no caso de Roriz.

O placar do julgamento do recurso de Roriz no STF foi um empate –5 a 5. Sem Ayres Britto, Joaquim ‘Ficha Suja’ Roriz teria prevalecido por 5 a 4. Em notícia veiculada na noite desta quinta (30), os repórteres Andrei Meireles e Marcelo Rocha contam o seguinte:

1. Em 1º de setembro, o genro de Ayres Britto endereçou um e-mail aos advogados de Roriz. Anotou os seus dados e os de sua mulher. O objetivo era que fossem subcontratados para atuar na defesa de Roriz. No texto, Adriano anotou:

“Favor comunicar ao governador, pois é necessária uma reunião para explicarmos a estratégia e colocá-lo a par acerca dos colaboradores envolvidos”.

2. Em 3 de setembro, Roriz recebeu em sua casa o genro de Ayres Britto. Conduziu-o ao escritório. Acendeu a luz. Uma câmera oculta registrava a cena. Num trecho, Adriano e Roriz travam diálogos que falam por si. Coisas assim:

- Adriano Borges: “Eu posso então colocar esse pro-labore e o êxito... Eu preciso fazer um ajuste com meu pessoal”.
- Joaquim Roriz: “Eu gostaria da sinceridade sobre o voto do seu sogro”.
- Adriano Borges: “A única coisa que eu tô precisando é que ele não leve... Com isso, ele não vai participar... Tá impedido”.
- Joaquim Roriz: “Então é o êxito. [...] Com isso eu ganho folgado”.

3. Com o genro e a filha metidos na causa, Ayres Britto não teria outra alternativa senão declarar-se impedido de atuar no processo. Seria um voto a menos contra Roriz.

4. Algo semelhante ocorrera no ano passado. Ayres Britto havia sido sorteado para atuar como relator em inquérito que corria no STF contra o então senador Expedito Júnior (PSDB-RO). Caso de corrupção.

Uma semana depois, o genro Adriano ingressou na causa de Expedito. E Ayres Britto teve de afastar-se da relatoria. No diálogo com Roriz, Adriano diz que assessores o estavam apertando. Cobravam pagamento.

5. A certa altura, o genro do relator sugere um valor. Ele soa assim no vídeo: “Nos processos que peguei, governador... Eu estou trabalhando o Expedito Júnior [hoje candidato ao governo de Rondônia, também barrado pela Ficha Limpa], o pró-labore foi cobrado um milhão e meio e três no êxito, né”.

6. Roriz achou os valores salgados. Não houve acordo. Em 8 de setembro, uma quarta-feira, Adriano e a mulher, Adriele Ayres Britto, deixaram o processo de Roriz. Saíram à tarde. No mesmo dia, à noite, o ministro Ayres Britto, que não precisou se declarar impedido, indeferiu um pedido de liminar de Roriz.

7. Em sessão que entrou pela madrugada do dia 24 de setembro, uma sexta-feira, o Supremo julgou o mérito do recurso de Roriz. Cinco a Cinco. Ayres Britto votou contra o candidato. O julgamento foi adiado. Roriz renunciou à candidatura. Lançou a mulher, Weslian. E o STF arquivou o recurso.

8. Ouvido há dez dias, Adriano Borges alegou que deixou o processo de Roriz depois de verificar que a defesa do candidato fora bem feita e não requeria a participação dele. Com a divulgação do vídeo pelo grupo de Roriz, Adriano se diz, agora, vítima de uma armadilha. 

9. Ouviu-se também o ministro. Ayres Britto disse que não se declarou impedido no caso Roriz porque, até onde soube, o genro contactara o acusado, mas não chegara a celebrar um contrato.

10. Ao justificar a gravação, os advogados de Roriz alegam que todas as conversas mantidas pelo cliente eram filmadas. Por quê? Para se precaver contra eventuais distorções dos interlocutores.

11. O vídeo que o grupo de Roriz levou à praça tem duração de 60 segundos. Nesse pedaço da filmagem o genro do ministro oferece os seus préstimos e sugere o valor do pró-labore.

12. Para se defender, o próprio Adriano divulgou um naco da gravação, que não conta da primeira peça. Nessas imagens, exibe-se um impasse entre o genro do ministro e Roriz. Divergem quanto às cifras. Roriz faz uma contraproposta: R$ 1 milhão. Adriano não precisaria fazer nada. Apenas ceder o nome.

Para Adriano, essa passagem do diálogo deixaria claro que sua atuação foi profissional. Por quê? Recusou uma proposta de Roriz. Em verdade, o que o segundo vídeo mostra é que o candidato tentou regatear o preço. Daí não ter divulgado toda a fita.

Escrito por Josias de Souza às 05h37

O bar, o bom dia, a boa música...



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

Cartola - CARTOLA

MOCAMBO - 1965 Compacto Duplo

Música - Bobagem

Composição - Almeidinha

Acompanhamento: Escola de Samba de Almeidinha

comercial antigo - Chico Bento e Zé da Roça - Teste da faca - Marmelada Cica

Charge do dia

http://www.elpais.com/recorte/20101001elpepuvin_2/XLCO/Ges/20101001elpepuvin_2.jpg 


Erlich - El País, es

Error en la final del Supermodelo australiano - Vanitatis, es - link (aqui)




La presentadora Sara Murdoch, nuera de lo magnata dos medios de comunicación, Rupert Murdoch quedó en estado de shock después de haberse equivocado ai dar el nombre de la ganadora del concurso australiano Next Top Model.

A Murdoch le habían comunicado por el "pinganillo" que Kelsey Martinovich era la vencedora de este "reality" de supermodelos. La joven de 19 años estalló de alegria y su rival, Amanda Ware, de 18, supo aceptar con deportividad la derrota.

Sin embargo, minutos después, la conductora del programa tuvo que interrumpir la celebratión de Kelsey y con semblante serio confesó que había metiido la pata y que la ganadora era amanda.

Parra, Damien Hirst y otros artistas 'pintan la ciudad' de solidaridad dentro de la colección Converse (RED) - Vanitatis, es - link (aqui)



@Vanitatis.com - 30/09/2010
Parra, Damien Hirst y otros artistas 'pintan la ciudad' de solidaridad dentro de la colección <em>Converse (RED)</em>
 Parra
Una vez más, Converse muestra su lado más solidario con la colección (RED). Esta vez, la firma de zapatillas casual de moda tiene el orgullo de contar con la exclusiva colaboración del ilustrador holandés Parra. Se trata de la clásica Chuck Taylor All Star que se encuentra dentro de la colección Converse (RED), en la que han colaborado otros artistas como Damien Hirst, Giovanni Estevez, Aaron Martin o Cody Hudson.
Continuando con la iniciativa de la colección Converse (RED), cambiar el mundo a través del arte, la marca ha decidido contar con varios artistas que han plasmado un arte único y su estilo propio para crear una zapatilla especial. El 10% del precio de la venta de las mismas irá destinado al Fondo Global para la ayuda contra el SIDA en África. El nombre, ‘Pinta la ciudad’ (‘Paint The Town’), une en su creación las raíces de cada artista así como el arte de la calles y tiene como objetivo tomar conciencia de la importancia de la lucha contra el SIDA en África.
Las zapatillas más icónicas usadas a lo largo de décadas por artistas de la calle y creativos de todas partes del mundo, las Chuck Taylor All Star, han sido la musa perfecta para el proyecto. Cada modelo de la colección es único, aunque todos ellos tienen una característica común: la suela ha sido manchada a golpe de pintura.
Damien HirstParra ha colaborado con la firma americana creando unas zapatillas únicas y compuestas por unas divertidas cerezas plasmadas sobre el ante beige. Por su parte, la idea de Damien Hirst, pionero del arte moderno británico, ha plasmado en la loneta de la mítica Converse una viva representación de su famosa obra original All you need is love, una instantánea de la belleza en calma sin vida de las mariposas que evoca la fragilidad de la vida. Toda una obra de arte en edición limitada. En definitiva, zapatillas exclusivas y la posibilidad de participar en una buena causa. ¿Qué más se puede pedir?

Los mercenarios' de Robert Rodríguez - Vantatis, es - link (aqui)

http://www.vanitatis.com/cache/2010/09/30/48machete_i.jpg

Machete, preparado para matar.

@L.S. Lara - 01/10/2010

MACHETE


Director: Robert Rodriguez, Ethan Maniquis.
Guión: Robert Rodriguez, Álvaro Rodríguez.
Fotografía: Jimmy Lindsey.
Intérpretes: Danny Trejo, Robert De Niro, Jessica Alba, Michelle Rodriguez, Steven Seagal, Lindsay Lohan, Cheech Marin, Don Johnson, entre otros.
Web de la película
El responsable de títulos como El Mariachi y Desperado se relaja y se lo pasa en grande como nunca haciendo lo que más le gusta: disparar a bocajarro, rebanar gargantas, amputar miembros, salpicar de sangre al espectador, hacer explotar cosas y desvestir chicas guapas al ritmo de música cañera. Y lo vuelve a hacer en su México querido, con acción a raudales y rodeado de colegas. Pero en esta ocasión, al director mejicano le ha salido el tiro por la culata.
Una película cuya primera escena parece más bien una versión barata (que ya es decir) de Los Mercenarios de Sylvester Stallone pero con acento sudamericano y estética decadente, no pinta nada bueno, y menos cuando el guión no sobresale y el trabajo de los actores resulta mediocre. Esto es lo que sucede en Machete, la última creación de Robert Rodriguez en la que la violencia no parece tener límites y los planos no son aptos para estómagos delicados.
Puede que lo peor de todo sea que las gracias, por llamar de alguna manera a la forma que tiene este director de divertir al espectador (o más bien a esos fans del ‘género Rodríguez’ que deberían preocuparse si algunas de las cosas que muestra esta película les causan risa), rozan lo zafio, lo grosero. Cuando hemos asistido a más de diez y más de veinte muertes sangrientas sin mayor sentido que el hecho de asesinar por asesinar y si es de forma brutal y/o absurda mejor que mejor, la película empieza a ser desagradable.
Machete, interpretado por Danny Trejo y su rostro ‘monogestual’, es un policía federal de México con cierta predilección por los cuchillos grandes y afilados que, tras ser expulsado del cuerpo se ve obligado a aceptar la oferta de asesinar a un senador corrupto (la alusión al polémico sheriff de Arizona, Joe Arpaio, es más que evidente) que le llevará a estar entre dos fuegos. Mientras intenta escapar, creo recordar que intenta vengarse de su familia asesinada o algo así… Da lo mismo, las verdaderas razones de Machete dejan de importarnos desde la segunda escena por culpa de un personaje mal dibujado, una actuación pésima y un texto ridículo.
En cuanto al resto de actores que conforman el inacabable elenco de Machete, y dejando de lado la participación y los cameos de amigos del director, como Michelle Rodriguez o Cheech Marin, y rostros populares como Lindsay Lohan y Steven Seagal, quizás lo que más sorprende es cómo Don Johnson, Jessica Alba y, sobre todo, Robert De Niro, se han metido en un proyecto como este.
Después de ver el film hasta el final -no vale salirse de la sala aunque alguna escena nos invite a ello-  que nació de los falsos trailers realizados por Tarantino y Robert Rodriguez en la promoción de su díptico cinematográfico Planet Terror, más de uno pensará que Machete bien podría haberse quedado en una mera anécdota. Nos habría ahorrado tiempo, dinero y categoría, como diría aquél.
LO MEJOR: Que en el trailer se muestra el lado más 'interesante' de la película.
LO PEOR: Que lo anterior no es cierto.

El Ingenioso Hidalgo de YouTube - El Cultura, es - link (aqui)

 

Google y la RAE abren la red a todo aquel que quiera leer un fragmento de El Quijote


Alberto OJEDA | Publicado el 30/09/2010


Si Cervantes levantara la cabeza, vería hoy algunas cosas que le dejarían bastante desconcertado. Quizá la que más le descolocaría (y le agradaría a la vez) sería encontrarse a sus personajes más famosos, Quijote y Sancho, convertidos en iconos de la identidad hispánica. Pero habría muchas más. Por ejemplo, si alguien le ayudase a encender un ordenador con conexión a internet se encontraría con su célebre novela leída, de cabo a rabo, en YouTube.




Algo así a un hombre del Siglo de Oro le parecería seguramente una alucinación. Pero es una realidad. Bueno, digamos que una realidad en vías de desarrollo. Google y la Real Academia Española se han aliado para que el libro cobre vida en la voz de los usuarios de la Red. Todo el que quiera podrá aportar su granito de arena. Basta entrar en el sitio www.youtube.com/elquijote y hacer clic en el botón participar. Automáticamente se propone uno de los 2.149 fragmentos en que ha sido dividida la obra (el criterio ha sido evitar que las lecturas superaran los dos minutos). A partir de ese momento se disponen de seis horas para realizar la grabación y subirla a YouTube. La suma de todos esos eslabones arroja una duración de casi tres días.

El Centro de Estudios Cervantinos supervisará las lecturas. El único requisito para validarlas es que no se altere el contenido de la última edición de El Quijote editada por la RAE, en el año 2004, que ha sido la escogida para llevar a cabo esta iniciativa. Se podrán emplear otras formas de expresión distintas a la oral, como por ejemplo el lenguaje de signos. En este caso será suficiente subtitular la lectura.

La primera lectura la ha completado en la propia sede de la RAE el director de la institución, Víctor García de la Concha. Con dicción segura, de gran conocedor del texto cervantino, entonó el celebérrimo arranque: “En un lugar de la Mancha de cuyo nombre no quiero acordarme...”. A partir de ahora cualquiera puede tomar el testigo dejado por él.

La universalización de El Quijote, ya bastante asentada gracias a las traducciones en las lenguas más dispares, da un nuevo paso adelante. Es el primer libro, de hecho, que se somete a un experimento de este estilo. No hay ningún otro que se haya leído de principio a fin y luego se haya colgado en internet. Darío Villanueva, secretario de la RAE, afirma que la novela de Cervantes “es, de entre los grandes clásicos de la literatura, el que mejor se adapta a un proyecto de este tipo, por su carácter polifónico”. Además, añadió, “de esta forma denunciamos también la escasa presencia del español internet”.

Salón Internacional del Autoimóvil - el Mundo, es - link (aqui)


 

 Salón de París 2010

Golpe de autoridad en la industria de la automoción. Los principales fabricantes celebran con casi un centenar de novedades el inicio de la recuperación en los principales mercados. Entre el 2 y el 17 de octubre, la ciudad del Sena se convierte en la capital mundial del motor.

 

Audi Quattro Concept

Audi Quattro Concept

Otras novedades

Abarth
Abarth
Audi
Audi
Bentley
Bentley
BMW
BMW

Honda
Honda
Hyundai
Hyundai
Jaguar
Jaguar
Jeep
Jeep

Kia
Kia
Lamborghini
Lamborghini
Land Rover
Land Rover
Lexus
Lexus

Skoda
Skoda
Smart
Smart
Suzuki
Suzuki
Toyota
Toyota

Medio siglo de Brasilia - El Mundo, es - link (aqui)

http://estaticos03.cache.el-mundo.net/elmundo/imagenes/2010/09/30/ocio/1285841308_0.jpg

Brasilia, protagonista en la VII Semana de la Arquitectura. | Foto: El Mundo

Brasilia, capital de Brasil, es conocida mundialmente por haber aplicado los principios establecidos en la Carta de Atenas de 1933 y haber concretizado el pensamiento urbanístico internacional de los años 50. Durante esta semana, Madrid será testigo de ello mediante la muestra 'Brasilia 50 años, medio siglo de la capital de Brasil', con planos arquitectónicos, fotografías artísticas, explicaciones textuales, proyecciones y una maqueta de gran tamaño de la ciudad, la única del siglo XX declarada Patrimonio Cultural de la Humanidad.

Cuándo: Del 5 al 10 de octubre, de 10 a 14 y de 17 a 21 horas
Dónde: Sala de exposiciones Arquería de Nuevos Ministerios. Paseo de la Castellana, 67. Metro Nuevos Ministerios y República Argentina
Precio: Gratuito

Engarrafamento



 
 
"Depois desse telefonema, Serra não tem mais nada a falar sobre lobby e tráfico de influência no governo Lula."
DO DEPUTADO ANTONIO MENTOR, líder do PT na Assembleia paulista, sobre a suposta ligação do tucano ao ministro Gilmar Mendes pouco antes do pedido de vista que adiou a decisão do STF a respeito da obrigatoriedade de apresentação de dois documentos para votar.


Renata Lo Prete - Coluna Painel, Folha de São Paulo (aqui)

Em debate ‘vencido’ por Bonner, Dilma saiu incólume - Josias de Soza - Blog do Josias - link (aqui)





01/10/2010

Felipe Dana/AP

Por sorte, o último debate do primeiro turno foi de graça. Se tivesse bilheteria, a platéia ia pedir o dinheiro de volta.

Depois de toda a expectativa, o embate foi só aquilo? Tempo livre para a preparação, assessores, a estrutura da Globo, camarins, comes de bebes, maquiador, boa audiência, estúdio climatizado, iluminação, câmeras, som.

Enfim, um palco perfeito, condizente com a dramaticidade de um evento à beira das urnas. Tudo isso para os contendores darem aquele espetáculo pobre? Ora, francamente!

Estava entendido que não teria troca de socos ou mordidas na orelha. Mas esperava-se um pouco mais. Uma boa frase, uma metáfora elaborada, uma ironia fina. Qualquer coisa que compensasse o desperdício do sono de quem não dormiu.

Foi uma discussão soporífera. Vencedor? O Willian Bonner. Perdedor? O telespectador. Não se diga que eram adversários de pouca expressão. Sob os holofotes, os dois pesos pesados da sucessão.

Dilma e Serra não se dignaram a dirigir um ao outro uma mísera pergunta. No caso dela, compreenssível. As pesquisas já lhe dão a vitória por pontos. Subiu no ringue para expor a braçadeira de Lula e exercitar a esquiva.

Mas e quanto a ele? Precisava de um nocaute verbal. E refugiou-se atrás de sua própria inexpressividade. Nem de Erenice Guerra Serra se animou a falar. O caso da violação fiscal? Nem pensar.

No raro instante em que ergueu os punhos, Serra esmurrou a peso leve Marina. Sim, isso mesmo, Serra socou sua única e escassa esperança de segundo turno.

Aliás, diferentemente de Serra, Plínio e Marina retiraram da cena global o máximo proveito. O peso pena Plínio, sabendo-se inviável, distribuiu provocações. E fez a propaganda dos candidatos do PSOL ao Legislativo.

Marina estava desenvolta. Quando lhe coube perguntar, dirigiu-se ora a Dilma ora a Serra. “São muito parecidos”, jabeou. Dois gerentes “sem visão estratégica”.

Numa das perguntas a Serra, Marina lembrou que tucanos e ‘demos’ torciam o nariz para o Bolsa Família. Cobrou autocrítica.

Serra avocou para si a gênese do programa. Na Saúde, disse, criou o Bolsa Alimentação, que junto com outros programas de FHC, Lula unificou. “Acho estranho. Toda vez vem a mesma pergunta e volta a mesma resposta”, reclamou.

Marina não se deu por achada: “Faço questão de perguntar, porque, para mim, os programas sociais são importantes”, disse ela na réplica. Acusou Serra de ajustar o discurso conforme à “conveniência” eleitoral.

O tucano perdeu a calma. “Não use a sua régua para medir os outros”. Devolveu a comparação que Marina fizera com Dilma. “Vocês tem coisas muito parecidas”, bateu.
Até recentemente, era do PT. Pior: “Ficou no governo do mensalão”.

Alcançado pelo celular, um aliado de Serra disse ao repórter que murchou na poltrana do estúdio. Imaginava que seu candidato acionaria miraria em Dilma, não em Marina. De alvo potencial, a pupila de Lula tornou-se expectadora.

Guiando-se pela cartilha da marquetagem, Dilma fez o que lhe convinha fazer. Ligou os feitos do “nosso governo” aos desacertos do “governo passado”. E, livre das questões sobre escândalos, portou-se com equilíbrio e ponderação.

Deve-se a Plínio, não a Serra, a única passagem constrangedora de Dilma. Dizendo-se orgulhoso do PSOL, ele perguntou se os rivais tem vergonha de seus partidos. Dilma enalteceu o PT, preferido de “cerca de 30% dos brasileiros”.

Na réplica, Plínio disse que as doações de sua campanha foram à internet. E Dilma: “Registramos as doações no TSE. Gostaria de deixar claro que todas as doações são oficiais”. A platéia (cerca de 200 pessoas) foi às gargalhadas.

“Lamento os risos de quem tem outras práticas. A minha não é essa”, Dilma respondeu. E pôs-se a elogiar a coligação que a rodeia, um consórcio que vai do PMDB ao PCdoB, passando por um imenso etc.

Não se viu nas duas horas de debate um lance capaz de mover a tendência do eleitorado. Quando muito, Marina ganhou uns votinhos a mais. “Duas mulheres no segundo turno”, ela pediu, nas considerações finais.

Depois de Willian Bonner, Dilma foi a principal beneficiária da pasmaceira. Saiu ilesa. Além dos telespectadores, Serra foi o grande prejudicado. Com uma diferença: a platéia foi vítima involuntária. O tucano foi vencido pela própria mediocridade.

Ainda que a gratuidade das cenas dispense os recursos ao Procon, a audiência, se pudesse, dirigiria um pedido coletivo à Globo: Por favor, sem replays. Nada de ficar reproduzindo o impensável nos telejornais.

Escrito por Josias de Souza às 03h45