segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Trio Surdina com Pierre Kolmann ao Piano - Boleros em HI-FI - "Frenesi" (1958)



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

Trio Surdina com Pierre Kolmann ao Piano - Boleros em HI-FI

HI-FI MUSIDISC - 1958

Música - Frenesi

Composição - Alberto Domínguez

Pedro Garcia and His Del Prado Orchestra - Cha Cha Cha - "Mi Lo Dijo Adela" (1956)



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

Pedro Garcia and His Del Prado Orchestra - Cha Cha Cha

AF Audio Fidelity - 1956

Music - Mi Lo Dijo Adela (Otilio Portal)

Trio Surdina com Pierre Kolmann ao Piano - Boleros em HI-FI - "Bésame Mucho" (1958)



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

Trio Surdina com Pierre Kolmann ao Piano - Boleros em HI-FI

HI-FI MUSIDISC - 1958

Música - Bésame Mucho

Composição - Consuelo Velázquez

O bar e os acessórios

http://www.independent.co.uk/multimedia/archive/00047/26_47901s.jpg




Van Cleef & Arpels


Looking for a little bit of good luck? Van Cleef and Arpels has created an elegant Alhambra vintage bracelet watch with its signature four-leaf clover logo. The yellow, gold and onyx design is the perfect way to keep superstitious tendencies at bay.

Van Cleef and Arpels (020-7493 0400) - £5,500


(Source - The Independent, uk)

O bar e a underwear




http://1.lp.ctscdn.com/e27b3e3e-150e-4e7e-aca5-e339ea566a85.jpg


http://2.lp.ctscdn.com/products/642/749/dec220f7-a9cb-4644-807b-b6b3414ca43c.jpg


http://3.lp.ctscdn.com/products/642/749/91515c49-d19d-4568-9f6b-51b32ac16313.jpg


NOIR PERIZOMA

LA PERLA
100,00€
(Iva inclusa)

È leggero come una nuvola il pizzo Leavers con disegno a piccoli cerchi che si alterna al raso di seta stretch per il seducente perizoma ispirato alla corsetteria vintage. Sul retro un malizioso nastro incrociato che ricorda i corsetti di una volta.
  • Seta 45% Fibra Poliammidica 25% Viscosa 15% Poliestere 10% Elastam 5%
  • Fodera: Cotone 100%

(Source - LeiWeb, it)

JAMELÃO & Orquestra Tabajara - "Quem Há De Dizer" (Lupicinio Rodrigues & Alcides Gonçalves) 1972



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

JAMELÃO INTERPRETA LUPICINIO RODRIGUES

CONTINENTAL - 1972

Música - Quem Há De dizer

Composição - Lupicinio Rodrigues & Alcides Gonçalves

Orquestra Tabajara, arranjos e regência de Severino Araújo


letra:


Quem Há De Dizer


(Lupicinio Rodrigues & Alcides Gonçalves)



quem há de dizer
que quem você esta vendo
naquela mesa bebendo
é o meu querido amor
repare bem
que toda vez que ela fala
ilumina mais a sala
do que a luz do refletor

o cabaré se inflama
quando ela dança
e com a mesma esperança
todos lhe põem o olhar
e eu o dono
aqui no meu abandono
espero louco de sono
o cabaré terminar

rapaz, leva esta mulher contigo
disse uma vez um amigo
quando nos viu conversar
vocês se amam
e o amor deve ser sagrado
o resto deixe de lado
vá construir o seu lar

palavra quase aceitei o conselho
o mundo, este grande espelho
que me fez pensar assim
ela nasceu
com o destino da lua
pra todos que andam na rua
não vai viver só pra mim.

No 2º turno, quase sempre vence quem sai na frente - Fernando Rodrigues - Blog do Fernando Rodrigues - link (aqui)

 
 
 
03h49 - 04/10/2010
 
mas o segundo turno entre Dilma e Serra tem características únicas

Nada mais sem conteúdo do que a frase “segundo turno é outra eleição”. O fato é que o segundo turno é a mesma eleição.

Os exemplos históricos demonstram que na maioria das eleições para governador ou para prefeito em cidades grandes o vencedor do segundo turno é exatamente o candidato que terminou na frente a disputa no primeiro turno.

Sim, claro, viradas ocorrem. Mas são raras.

No caso de eleições para presidente da República nunca houve viradas. Houve cinco eleições diretas para o Palácio do Planalto pós-ditadura militar (1989, 1994, 1998, 2002 e 2006), sendo que em três delas foi necessário o segundo turno. Quem ganhou foi quem já estava na frente no primeiro turno.

Fernando Collor, em 1989, teve 30,5% dos votos no primeiro turno contra Lula, que obteve 17,2%. No segundo turno, deu Collor como vitorioso com 53% contra Lula com 47%.

Lula também foi ao segundo turno, em 2002 e 2006. Nesse dois casos, passou adiante sempre na dianteira.

Em 2002, o petista teve 46,44% dos votos válidos. O segundo colocado era José Serra, do PSDB, que pontuou 23,2%. Ou seja, a diferença entre ambos era de 23,24 pontos percentuais. Nas simulações de segundo turno (na véspera do 1º turno), Lula já aparecia com 56% contra 35% de Serra (diferença de 21 pontos percentuais)

No segundo turno em 2002 Lula teve 61,3% dos votos contra 39,7% de Serra.

Em 2006, Lula terminou o segundo turno com 48,6% dos votos válidos. Geraldo Alckmin (PSDB) teve 41,6%. A diferença entre ambos era de apenas 7 pontos. Nas projeções de segundo turno, entretanto, Lula aparecia com 49% contra 44% de Alckmin –uma distância de meros 5 pontos.

A partir daí ocorreu algo curioso em 2006. Lula disparou e Alckmin encolheu. Ao final, o petista conquistou a eleição com 60,8% dos votos contra só 39,2% do tucano. Ou seja, uma diferença de 21,6 pontos percentuais.

E em 2010?
Dilma terminou (em números redondos) com 47% dos votos contra os 33% de Serra. Uma diferença de 14 pontos. Em tese, está mais confortável do que Lula em 2006. Numa simulação de segundo turno feita pelo Datafolha nos dias 1º e 2 de outubro (antes, portanto, do impacto do resultado de domingo), Dilma aparece com 52% contra 40% de Serra –uma vantagem de 12 pontos.

Em tese, Dilma entra na reta final da disputa numa situação teoricamente mais vantajosa que Lula em 2006. Com uma grande diferença, entretanto, que vem a ser a seguinte: Dilma não é Lula nem Serra é Alckmin.

A favor de Dilma há dois fatos: a) Lula é extremamente popular e 2) a economia no país produz nas pessoas o “feel good factor” que é tão vital em uma eleição. A favor de Serra há a experiência de ser um político já testado em vários cargos e ter mais traquejo em debates.

Outro detalhe: quando ocorre algum tipo de virada no segundo turno, o fenômeno é muito rápido. Em 2006, Lula e Alckmin saíram quase empatados do primeiro turno (que naquele ano caiu no dia 1º de outubro). Já nos dias 16 e 17 de outubro, numa pesquisa Datafolha, o petista liderava com 60% dos votos válidos contra apenas 40% do tucano.

Ou seja, nesta semana que começa haverá uma definição de tendências para o desfecho do processo eleitoral.

Bar é fotografia - Paul Elliott

http://www.paulelliottphotography.com/users/PaulElliott9162/images/PaulElliott9162792679.jpg


Paul Elliott

"The Road"

JAMELÃO & Orquestra Tabajara - "Ela Disse-me Assim" (Lupicíneo Rodrigues) 1972



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

JAMELÃO INTERPRETA LUPICÍNIO RODRIGUES

CONTINENTAL - 1972

Música - Ela Disse-me Assim

Composição - Lupicínio Rodrigues

Orquestra Tabajara, arranjos e regência de Severino Araújo


letra:


Ela Disse-me Assim

(Lupicíneo Rodrigues)


Ela disse-me assim, tenha pena de mim, vá embora
Vais me prejudicar, ele pode chegar, está na hora
E eu não tinha motivo nenhum para me recusar
Mas aos beijos caí em seus braços e pedi pra ficar
Sabe o que se passou, ele nos encontrou e agora
Ela sofre somente porque foi fazer o que eu quis
E o remorso está me torturando
Por ter feito a loucura que fiz
Por um simples prazer
Fui fazer meu amor infeliz

Cinema no bar apresenta - Joan Crawford: A Woman's Face (1941) Trailer

Comercial antigo - Vintage Porsche commercial

Charge do dia

http://www.jcnet.com.br/charges/ch041010G.jpg




Fernando - Jornal da Cidade - Bauru, SP

Brazil election goes to second round - Guardian, uk - link (aqui)



Presidential candidates face runoff after Green surge scuppers outright win for Dilma Rousseff, Lula's pick as successor

Tom Phillips in Rio de Janeiro
guardian.co.uk, Monday 4 October 2010 06.25 BST

http://static.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2010/10/4/1286169692675/Dilma-Rousseff-the-Worker-006.jpg

Dilma Rousseff, the Workers' party candiidate, will face Social Democrat José Serra in Brazil's presidential election second round. Photograph: Natacha Pisarenko/AP


A late surge by the Green party candidate has forced Brazil's presidential election into a second round, with Luiz Inácio Lula da Silva's favoured successor narrowly failing to become the nation's first female leader.
Exit polls had suggested Dilma Rousseff, a former leftwing rebel, might still scrape a narrow first-round victory despite falling away in the polls in recent weeks. But the Workers' party (PT) candidate fell short of the 50% needed, taking 47% of the vote.
The Greens' Marina Silva, a former rubber-tapper and staunch defender of the Amazon rainforest, got 19%, while Rousseff's main rival, José Serra, the Social Democrat, took nearly 33%. Rousseff will face Serra in the second round on 31 October.
Silva, who quit as Lula's environment minister after reputedly falling out with Rousseff, will not dispute the second round. But her higher than expected result stripped vital support from Lula's candidate and transformed her into a potential king or queen-maker in the second round.
Speaking after the result a visibly ecstatic Silva said the country now had a "second chance to debate Brazil's future, present and past".
"These results are the worst imaginable for the government," Merval Pereira, a respected political columnist, told TV Globo, pointing to a PT defeat in the race for governor of São Paulo as well as Rousseff's failure to achieve an outright win. "Dilma's vote was far below what the polls predicted."
Flanked by stony-faced allies, a noticeably subdued Rousseff tried to put on a brave face claiming a second round would give her "more time" to detail her proposals.
"We are used to challenges and traditionally we have done very well in second rounds," she said. "This second stage will start tomorrow … and for me it has been very important to have got this far."
While Rousseff, Lula's former chief of staff, has the endorsement of Brazil's hugely popular leftwing leader and remains the favourite, she lacks her mentor's charisma. Some voters remain unsure of her name, referring to the presidential frontrunner simply as "Lula's woman". One voter in Rio de Janeiro told the Guardian this week he planned to vote for Lula's candidate, "Telma".
Political analysts are divided on which candidate Marina Silva might support in the second round – if she supports anyone at all. One recent poll suggested a significant number of her voters could shift their support to Jose Serra rather than Rousseff in the runoff.
In the run up to the campaign Serra reportedly attempted to convince Silva to stand as his vice-presidential candidate but his approaches were rejected. Analysts suggest he may now repeat his offer or look to Fernando Gabeira, another prominent Green party member who has lost out in the race to become Rio de Janeiro's governor.

Dilma Rousseff devra se plier à un second tour au Brésil - Le Figaro, fr - link (aqui)

04/10/2010 | Mise à jour : 07:32


http://www.lefigaro.fr/medias/2010/10/03/8ec7b474-cf75-11df-b3d6-0884bf3ab8df.jpg

Créditée par les sondages de plus de 50% des voix, Dilma Rousseff semble avoir subi une désaffection de dernière minute, victime d'un scandale de corruption qui a terni la fin de sa campagne et de ses positions sur certains sujets de société.


La candidate soutenue par Lula a obtenu 46,9% des voix au scrutin de dimanche, face à l'ex-gouverneur de Sao Paulo, José Serra. Leur rivale écologiste, arrivée troisième avec un score inespéré, détient en partie la clé du second tour, le 31 octobre.

Dilma Rousseff, héritière désignée du président sortant Luis Inacio Lula da Silva, est arrivée en tête de l'élection présidentielle de dimanche au Brésil mais devra se plier à un second tour, le 31 octobre.
La candidate du Parti des travailleurs (PT) au pouvoir obtient 46,9% des suffrages, selon des résultats quasi-définitifs de la commission électorale. L'ex-gouverneur de Sao Paulo José Serra, son principal adversaire, est crédité de 32,6%. En troisième position, la candidate écologiste Marina Silva a créé la surprise en recueillant 19,35% des voix, soit près de six points de plus que prédit par les sondages.
Dilma Rousseff, ancienne directrice de cabinet de Lula, avait besoin de 50% des voix plus une pour être élue dès le premier tour, un scénario que prédisaient la plupart des sondages jusqu'à samedi. A trois points de la majorité absolue, elle s'accorde une avance confortable sur ses adversaires en vue du second tour qui devrait faire d'elle la première femme élue présidente du Brésil.

Une nette avance depuis plusieurs semaines

«Je fais face à ce second tour avec beaucoup de courage et d'énergie car j'aurai l'occasion de mieux détailler mes propositions et mes projets», a dit Dilma Rousseff dimanche soir au siège de son comité de campagne à Brasilia. «Nous sommes habitués aux défis. Traditionnellement, nous avons un bon résultat au second tour des élections», a ajouté cette ex-guérillera adoubée par le très populaire président sortant.
Dilma Rousseff, accusée de manquer de charisme et d'expérience, a longtemps été devancée par José Serra dans les intentions de vote, avant de prendre l'avantage dans les dernières semaines avec le début de la campagne audiovisuelle. Mais un scandale de corruption concernant une de ses anciennes collaboratrices et les doutes des électeurs sur ses positions plutôt libérales sur certains sujets de société comme l'avortement, ont terni la fin de sa campagne et semblent lui avoir coûté une victoire annoncée au premier tour, au profit notamment de Marina Silva.
Pour l'analyste André Pereira César, du cabinet de consultance CAC, les voix de Marina Silva «valent de l'or» et elle «a les cartes en main pour les trois prochaines semaines de campagne». La chef de file des Verts n'a donné aucune indication sur sa position au second tour mais a laissé entendre que, quel que soit le candidat qu'elle soutiendra, il devra adopter certaines de ses propositions.
Arrivé comme attendu en deuxième position, José Serra, 68 ans, un des hommes politiques les plus expérimentés du Brésil, dispose quant à lui de quatre semaines pour renverser la vapeur. «Maintenant, nous allons nous battre et nous irons chercher la victoire», a-t-il lancé à ses partisans réunis à Sao Paulo. Les analystes estiment néanmoins que seul un scandale majeur impliquant directement Dilma Rousseff pourrait la priver de la présidence.

Brasile, Rousseff al ballottaggio - Corriere Della Sera, it

VANTAGGIO MENO CONSISTENTE DELLE PREVISIONI

La candidata indicata dal partito di Lula ha il 46,1% contro il 33,02% di Serra




http://www.corriere.it/Hermes%20Foto/2010/10/03/0L9Q0FUA--180x140.jpg

Dilma Rousseff (Epa)


MILANO - Si sono chiusi alle 23 di domenica (ora italiana) i seggi in tutto il Brasile per le elezioni presidenziali che eleggeranno il capo di Stato del dopo-Lula. Con il 96,6% delle schede, Dilma Rousseff ha avuto il 46,1% dei voti, a fronte del 33,02% di Josè Serra e del 19,9% della candidata del Partito verde, Marina Silva. È ormai matematicamente escluso che la Rousseff possa superare la soglia del 50% . Il ballottaggio del 31 ottobre sembra inevitabile. A ostacolare il trionfo immediato di Rousseff il risultato migliore delle attese della candidata dei verdi Marina Silva, che ha conquistato a sorpresa il 19,5% dei voti, circa sei punti in più di quanto pronosticato dai sondaggi. LA "VITTORIA" VERDE - Per la 62enne Dilma, fin dal primo momento del dopo-voto si è capito che c'era qualcosa che non andava. Un exit poll, diffuso tra l'altro con un forte ritardo, l'ha data vincente ma solo al 51%, e per di più un margine di errore pari al 2%. Via a via che i centri elettorali rendevano noto lo scrutinio, risultava chiaro che la Rousseff non riusciva ad arrivare al 50% , fatto che si è poi riflesso nel clima che c'era in nottata nel suo quartier generale a Brasilia, dove regnava la tristezza. Serra (68 anni) ha avuto un lusinghiero 33% mentre Marina Silva - la candidata del Partito Verde - ha incassato quasi il 20% dei consensi, al di sopra delle aspettative, confermando così di essere la vera sorpresa della giornata.




POLEMICHE - Per il Pt, quanto accaduto domenica alle urne è un brutto colpo, visto che il partito fondato dal presidente-operaio nel 1980 era chiaramente ottimista, e contava con far diventare la Rousseff prima presidente mulher (donna) del Brasile. Nel calo dei consensi verso la Rousseff sembra aver pesato proprio l'ottima prestazione elettorale della Silva: fin dai primi dibattiti nella nottata, gli analisti si chiedevano se il Brasile è alle porte di una nuova ondata verde guidata proprio dall'ex ministro dell'ambiente di Lula. Le prime analisi del voto fatte rilevano l'impatto sull'elettorato derivante da un recente scandalo di corruzione che qualche giorno fa ha coinvolto la capo gabinetto e braccio destro della Rousseff, Erenice Guerra. C'è inoltre da tener presente il peso consistente che a quanto pare ha avuto lo screzio in questi giorni fra la Rousseff e la comunità evangelica - molto consistente in Brasile - a causa di una dura polemica sulle ambiguità evidenziate dalla candidata del Pt nelle tematiche dell'aborto e del matrimonio gay. Questo primo turno delle elezioni 2010 si chiude con una grande delusione per Dilma e per Lula: il quale da domani dovrà d'altra parte controbattere le critiche per aver scommesso tutto proprio sulla Rousseff, che ha però di fatto fallito il suo primo appuntamento politico di rilievo a livello nazionale.

Redazione online
03 ottobre 2010(ultima modifica: 04 ottobre 2010)

El flúor y el neón brillan en la Semana de la Moda de París - Vanitatis, es - link (aqui)




http://www.vanitatis.com/fotos/album/2010100375fluor_1_g.jpg

Cacharel

En la imagen, una de las creaciones presentadas por Cédric Charlier en la Semana de la Moda de París. - Gtres



http://www.vanitatis.com/fotos/album/2010100328fluor_2_g.jpg

Los colores flúor pisan fuerte

Cédric Charlier presentó su colección muy fresca y dinámica, donde los colores flúor fueron los auténticos dominantes. - Gtres



http://www.vanitatis.com/fotos/album/2010100392fluor_3_g.jpg

Cédric Charlier para Cacharel

 - Gtres



http://www.vanitatis.com/fotos/album/2010100311fluor_4_g.jpg

Nina Ricci

La firma Nina Ricci también soprendió por su firma apuesta por el fuscisa flúor. - Gtres



http://www.vanitatis.com/fotos/album/2010100348fluor_5_g.jpg

Ninna Ricci

Gtres

La heredera de Lula vence pero no logra evitar la segunda vuelta - El Confidencial, es - link (aqui)



 
Efe.- 04/10/2010 (01:16h)


La heredera de Lula vence pero no logra evitar la segunda vuelta
La candidata oficialista Dilma Rousseff (EFE)


La candidata oficialista Dilma Rousseff, del Partido de los Trabajadores (PT), lidera el escrutinio para la Presidencia brasileña, con el 44,63% de los sufragios, pero lejos de evitar una segunda vuelta, cuando se ha escrutado el 72,11% de los votos emitidos, según el Tribunal Superior Electoral (TSE). En segundo lugar se mantiene el opositor José Serra del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), que obtiene el 33,86%.

El tercer puesto es para la aspirante del Partido Verde (PV), Marina Silva, con el 20,31% de los votos, agrega el balance parcial del TSE. De mantenerse esa tendencia, la presidencia se definiría en una segunda vuelta el 31 de este mes entre Rousseff y Serra.

Por otro lado, el Partido de los Trabajadores (PT), del presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recuperó hoy el gobierno de Río Grande do Sul (sur) tras ocho años en manos de la oposición, con la victoria electoral del ex ministro de Justicia Tarso Genro. El candidato del PT ganó en la primera vuelta con el 54,23% de los votos, frente al 24,80% de José Fogaça, del Partido del Movimiento Democrático Brasileño (PMDB), y el 18,43% de la actual gobernadora, Yeda Crusius, del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), con el 91,65% escrutado.

Genro fue alcalde de Porto Alegre, la capital de la región más meridional del país, y ocupó los ministerios de Educación, de Relaciones Institucionales y de Justicia. La gobernadora saliente deja el cargo con su popularidad en cifras bajísimas por diversas acusaciones de corrupción que han salpicado su gestión en los últimos años. El triunfo del oficialismo en Río Grande do Sul se une al de otros estados como Río de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Espírito Santo y Bahía.

Winston Churchill, en el 'top ten' de las listas de éxitos musicales británicas - El Mundo, es - link (aqui)

Ocupa la cuarta posición

http://estaticos03.cache.el-mundo.net/elmundo/imagenes/2010/10/04/cultura/1286152406_0.jpg

El líder británico de la Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill, se convirtió en el único primer ministro de Reino Unido en entrar a las listas de éxitos discográficos cuando un álbum con algunos de sus discursos más famosos musicalizados, que debutó en el cuarto lugar el domingo.
El álbum 'Reach For The Skies' fue grabado por la banda central de la Fuerza Aérea Real Británica (RAF por sus siglas en inglés) para conmemorar el aniversario número 70 de la Batalla de Gran Bretaña, un combate aéreo crucial para las fuerzas británicas y alemanas en 1940.
"Es grandioso que de una larga lista de estrellas como Elvis, Madonna, Cliff (Richard) y The Beatles, ahora podamos agregar a Churchill", dijo Martin Talbot, director general de la Compañía Oficial de Rankings de Reino Unido (OCC por sus siglas en inglés).
Otro nuevo en la lista es KT Tunstall con 'Tiger Suit' en el número cinco, informó OCC, mientras que Eric Clapton por vigésima quinta vez está entre los mejores 10 con 'Clapton' en el séptimo lugar.
En la lista de solistas, el londinense de 21 años Tinie Tempah llegó al primer lugar con su segundo sencillo 'Written In The Stars', que vendió más de 115.000 copias en su primera semana, una cifra que sólo han alcanzado otros dos sencillos este año.
'Make You Feel My Love' de Adele saltó al cuarto lugar desde el 102 de la semana pasada, viendo resurgir su popularidad después de aparecer en el programa de talentos británico 'X Factor' el fin de semana pasado.

Heidi Klum guarda sus alas de ángel - El País, es - link (aqui)

EL PAÍS 02/10/2010



Heidi Klum

Heidi Klum, en uno de sus desfiles de Victoria's Secret.- AP


A sus 37 años, Heidi Klum ha decidido guardar sus alas de ángel. Ya no desfilará más para la firma Victoria's Secret a la que le ha sido fiel durante 13 años. "Todas las cosas buenas llegan al fin. Siempre amaré Victoria's Secret. Ha sido una etapa de mi vida absolutamente increíble", ha confesado la modelo, que participa en la Semana de la Moda de París. Madre de cuatro hijos, considera que esta etapa profesional ha llegado a su término.

La casa matriz de Victoria's Secret, Limited Brands, confirmó que Klum les abandona. "Heidi siempre será un ángel", ha dicho.

Serra: Una carrera construida pensando en la Presidencia - El País, es - link (aqui)

 

El socialdemócrata José Serra no ha sabido capitalizar en la campaña su fama de político honrado y administrador eficiente

EFE - Río de Janeiro - 02/10/2010



José Serra en Paraisópolis

José Serra, candidato presidencial por el Partido Social Demócrata Brasileño (PSDB), visita la favela de Paraisópolis, en São Paulo, Brasil.- AP


José Serra, un economista que ha construido una amplia carrera política con la mirada puesta en la presidencia de Brasil, disputa por segunda vez la jefatura del Estado con el temor a sufrir mañana su peor derrota en las urnas. Candidato del Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), de oposición, Serra aparecía hace un año en las encuestas como claro favorito para suceder a Luiz Inácio Lula da Silva, pero los últimos meses su ventaja se esfumó con la misma velocidad con la que crecía la intención de voto de Dilma Rousseff, del gobernante Partido de los Trabajaores (PT).

De confirmarse las encuestas, Rousseff sería elegida en primera vuelta, lo que supondría para Serra un golpe peor que el que sufrió en 2002, cuando disputó la presidencia con Lula y llegó a una segunda ronda. La derrota podría marcar también el fin de las aspiraciones presidenciales de Serra, un político de 68 años en cuya carrera política solo falta la jefatura del Estado.
Nacido el día de San José de 1942 en una humilde familia de origen italiano en Mooca, un barrio industrial de São Paulo, Serra se ha ganado a pulso la fama de político honrado y administrador eficiente que, sin embargo, no han logrado contrarrestar la falta de carisma que le impide llegar más a la cabeza y el corazón del electorado.
Trasnochador empedernido y visto como antipático, Serra entró en la política a comienzos de la década de los sesenta como líder estudiantil, pero el golpe militar de 1964 le obligó a interrumpir sus estudios de ingeniería y a exiliarse en Chile. En Santiago, además de estudiar Economía, ejercer la docencia y trabajar en la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal), se casó con la chilena Mónica Allende, bailarina y psicóloga, con quien ha tenido dos hijos.
El golpe militar que derrocó al presidente chileno Salvador Allende en 1973 le obligó a emprender nuevamente el exilio, esta vez en Estados Unidos, donde hizo una maestría y un doctorado en Ciencias Económicas en la Universidad de Cornell y trabajó como profesor en Princeton. A su regreso a Brasil en 1978, cuando el país todavía estaba bajo la dictadura militar (1964-1985), volvió a dedicarse a la política y con la reinstauración de la democracia comenzó su ascenso en la vida pública nacional.
Participó en la creación del Partido Movimiento Democrático Brasileño (PMDB), del cual salió luego con otros líderes, como el después presidente Fernando Henrique Cardoso, para fundar el PSDB. Serra ha sido diputado federal en varias legislaturas, senador, ministro de Planificación y de Salud en el Gobierno de Cardoso (1995-2003), alcalde de São Paulo y gobernador del estado del mismo nombre, y su gestión adminitrativa siempre ha recibido elogios.
Sin embargo, en la actual campaña ha desperdiciado parte de su capital político al transmitir al electorado la imagen de candidato indeciso, sin propuestas y desgastado con sus propios compañeros de partido. Pese a que desde el año pasado era un secreto a voces que sería el candidato presidencial del PSDB, Serra mantuvo el suspense hasta el último momento y solo lo admitió el pasado 31 de marzo, cuando renunció al puesto de gobernador al expirar el plazo legal para que los aspirantes a cargos de elección popular dejaran sus funciones en tareas de gobierno.
Después demoró todo lo que pudo el lanzamiento oficial de su candidatura para desesperación de otros líderes del PSDB, que le reclamaban agilidad en sus decisiones para no perder espacio ante una Rousseff que empezaba a crecer en las encuestas, apoyada en la alta popularidad de Lula y en una constante exposición en la prensa como ministra de la Presidencia. Cuando finalmente entró en campaña, Serra no presentó al electorado un programa consistente, ni una alternativa a los ocho años de mandato de Lula y, además, evitó relacionar su historia con el Gobierno de Cardoso porque es menos popular que su sucesor, lo que le ha costado numerosas críticas.
Serra quería como compañero de candidatura a Aecio Neves, popular ex gobernador de Minas Gerais, pero ante la negativa de éste optó por Indio da Costa, un joven diputado federal del estado de Río de Janeiro, prácticamente desconocido en el país y con quien comparte afición por la red Twitter como forma de comunicarse con el electorado.

Victoria insuficiente de Rousseff - El País, es - link (aqui)

 

La candidata de Lula gana las elecciones pero necesitará una segunda vuelta frente a José Serra.- Marina Silva, del Partido Verde, se convierte en un factor decisivo

SOLEDAD GALLEGO-DÍAZ / JUAN ARIAS | Brasilia 04/10/2010




Vencedores

El ex ministro Tarso Genro, ganador en los comicios del Estado de Río Grande do Sul, besa a Dilma Rousseff.- AFP

Dilma Rousseff no consiguió ayer evitar una segunda vuelta electoral. La candidata de Lula para sucederle en la presidencia de Brasil ganó las elecciones pero no se acercó a la mayoría absoluta de votos emitidos, por lo que deberá enfrentarse de nuevo al ex gobernador de São Paulo, José Serra, del Partido de la Socialdemocracia Brasileña (PSDB). Una situación que Rousseff encarará "con mucha garra y energía". En una breve comparecencia ante periodistas, la abanderada del Partido de los Trabajadores dedicó al presidente saliente Lula un "agradecimiento muy especial" por el apoyo que le ofreció en la campaña. Ahora se le presenta una nueva oportunidad para "detallar mejor" sus propuestas.
Rousseff ha obtenido el 46,56% de los votos, Serra un 32,74% y Marina Silva, la representante del Partido Verde, un excelente 19,51%. Rousseff estuvo rondando la posibilidad de ganar en primera vuelta hasta los últimos días de campaña, en que tuvo que hacer frente a un escándalo de corrupción que afectó a una de sus colaboradoras. La candidata del Partido de los Trabajadores (PT) fue respaldada continuamente por el presidente Luiz Inacio Lula da Silva, que ayer recordó que él mismo tampoco había logrado nunca ganar a la primera. "Siempre he estado preparada para ir a una segunda ronda", aseguró, por su parte, Rousseff a pie de urna. Sus asesores admitieron ya a media tarde que la segunda ronda era inevitable.
Con estos resultados, José Serra salvaría a duras penas su carrera política y Marina Silva consolida su alternativa y su capacidad de negociación cara a la segunda vuelta, el próximo 30 de octubre. Serra acentuó en los últimos días sus críticas y la denuncia de que un éxito excesivo de Lula y del PT supondría un riesgo para la vida democrática brasileña. "La segunda vuelta es necesaria para el bien de Brasil", insistió, segundos después de depositar su voto.
Las enormes expectativas despertadas por la candidatura de Dilma pueden terminar perjudicándola en segunda vuelta, si su triunfo, indudable, pero insuficiente, en la primera ronda se percibe como una derrota. Con un 45% de los votos, la negociación para la segunda vuelta se complica y da un papel de gran importancia a la candidata del Partido Verde, con una espectacular remontada. "Sería fantástico que la segunda vuelta se realizara entre dos mujeres", comentó la famosa ecologista.
La victoria de Dilma Rousseff en primera vuelta fue una apuesta personal mucho más de Lula que de la propia candidata o de su grupo político (PT). Lula eligió a una sucesora improbable, poco conocida, y se lanzó con todas sus fuerzas y su enorme popularidad (80%) en una campaña electoral agitada. La segunda vuelta será, sin duda, decepcionante para el presidente más popular de la historia de Brasil, que creyó poder traspasar directamente ese respaldo personal. El PT no ha conseguido tampoco imponer a sus candidatos a gobernador en So Paulo, Minas Gerais y Río, que son los tres Estados con más peso electoral del país.
El principal contendiente de Rousseff, el ex gobernador de São Paulo, José Serra (68 años), necesitaba imperiosamente provocar la segunda vuelta si quería mantener viva su carrera política al frente del PSDB. Serra arrancó como favorito frente a la casi desconocida Dilma, pero se vio rápidamente rebasado por el ciclón Lula y terminó luchando no tanto para ganar, como para sufrir una derrota honrosa. Su magro 33% es, sin embargo, un resultado muy descorazonador para él mismo y para su partido.
Gran jornada electoral
Brasil se movilizó en una impresionante jornada electoral para elegir al sucesor de Lula en la presidencia de la República, 27 gobernadores, 513 diputados, 54 senadores y centenares de cargos locales. Casi 136 millones de brasileños podían acudir a votar en una modernísima red de 480.000 urnas electrónica en las que la identificación se realizaba mediante la huella dactilar, algo importante en un país que tiene todavía una alta tasa de analfabetismo.
En estas elecciones se aplicará, por primera vez, la llamada ley de la Ficha Sucia. No podrán acceder a ningún cargo representativo quienes hayan sido condenados en los tribunales. Sin embargo, ya se ha hecho público que entre los 19.592 candidatos federales y locales hay 1.248 que tienen esa "ficha sucia" y se ignora cuantos de ellos ganarán sus comicios e intentarán burlar la ley.
Entre la enorme lista de candidatos figuran personajes conocidos popularmente como los futbolistas Romario y Bebeto, que tienen muchas posibilidades de salir elegidos, o el payaso Tiririca, que se presentó bajo el lema "¿Qué hace un diputado federal? No lo sé, pero vote por mí y yo lo averiguaré para usted" y que ha resultado ser el diputado federal más votado en el estado de São Paulo.
La composición de la Cámara de Diputados y del poderoso Senado federal de Brasil es muy peculiar. Desde hace años, el partido que consigue más votos y más escaños no es ni el Partido de los Trabajadores, de Lula, ni el PSDB de Serra, sino el Partido del Movimiento Democrático Brasileño (PMDB), que tiene la particularidad de que no suele presentar candidato presidencial sino aliarse, tras las correspondientes negociaciones para el reparto del poder, con quien gane las elecciones. En esta ocasión, el PMDB se ha incorporado a la papeleta electoral de Dilma Rousseff con un candidato a vicepresidente, Michel Temer, de 70 años, presidente saliente de la Cámara de Diputados.