quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Songs of Almodovar - Ne Me Quitte Pas

Dinah Washington: What Difference A Day Makes

Dinah Washington Teach Me Tonight

Dinah Washington - Smoke Gets In Your Eyes

Dinah Washington - Darn that deam - Subt. español

Dinah Washington - There is not greater love - Subt. en español

Dinah Washington - Blue gardenia -Subt.español

Bar é fotografia - Robert Minnick

http://gallery.photo.net/photo/8395563-lg.jpg


Robert Minnick

Untitled

O bar e os acessórios

http://www.leiweb.it/immagini/accessori/large/sergiorossi-scarpe-pe10-6.jpg




Sergio Rossi


Bootie a rete in karung con pailettes

(Source - LeiWeb, it)

FAFÁ LEMOS & LUIZ BONFÁ - "A Voz Do Morro" (Zé Keti) 1958



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

FAFÁ LEMOS & LUIZ BONFÁ - BONFAFÁ

ODEOON - 1958


Música - A Voz do Morro (Zé Keti)


Fafá Lemos - violin
Luiz Bonfá - acoustic guitar
Hugo - drums
Eduardo Lincoln - bass


Capa:

Lay-out: Cesar G. Villela
Foto: Francisco Pereira

O bar e a underwear

http://www.leiweb.it/immagini/abbigliamento/large/chantal-aw9-intimo-03.jpg




 
Chantal Thomass


Bustier e reggiseno in microfibra di tulle con fiocchetti in velluto.

(Source - LeiWeb, it)

FAFÁ LEMOS & LUIZ BONFÁ - "Pastorinhas" (Noel Rosa & Braguinha) 1958



Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

FAFÁ LEMOS & LUIZ BONFÁ - BONFAFÁ

ODEOON - 1958

Música - Pastorinhas (Noel Rosa & Braguinha)


Fafá Lemos - violin
Luiz Bonfá - acoustic guitar
Hugo - drums
Eduardo Lincoln - bass


Capa:

Lay-out: Cesar G. Villela
Foto: Francisco Pereira

Em ‘nova’ versão, Dilma se aproxima do reportariado - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)




06/10/2010

Sérgio Lima e Lula Marques/Folha

A surpresa do segundo turno introduziu na cena eleitoral uma Dilma Rousseff diferente.

Em versão 2.0, a pupila de Lula modificou o software de seu relacionamento com a imprensa.

Súbito, Dilma tornou-se uma candidata mais afável no trato com a mídia. Até já permite que os repórteres se aproximem dela.

Até a semana passada, Dilma só concedida entrevistas cercada de rígido aparato. Coisa importada do Palácio do Planalto.

Como sucede nas entrevistas de Lula, o reportariado era mantido a uma distância de pelo menos dois metros. Um cinturão de segurança impedia a aproximação.

Microfones e gravadores eram acomodados sobre um púlpito de acrícilo, atrás do qual Dilma se postava.

Funcionava assim no comitê de campanha e fora dele. Rente ao meio-fio de Juiz de Fora (MG), na Associação Comercial do Rio, na Rodoviária de Brasília...

...Em toda parte, Dilma não pronunciava um “A” antes de certificar-se de que a engrenagem que a afastava dos repórteres fora acionada.

Pois bem. Nesta terça (5), a candidata como que subverteu um esquema que vigorava desde o início da campanha.

Permitiu-se conceder uma dessas entrevistas que o ministro Franklin Martins (Comunicação Social) costuma chamar de “quabra-queixo”.

Nada de púlpito. Nem sinal do anel protetor. Dilma foi rodeada de repórteres, esses seres incômodos.

As três imagens inseridas na montagem lá do alto oferecem uma ideia do “antes” e do “depois”.

Em duas fotos, Dilma é exibida na versão de primeiro turno, repórteres à distância. Na terceira, aparece a “nova” Dilma, microfones a roçar-lhe o maxilar.

Dilma pôs o software 2.0 para rodar depois de ouvir críticas de aliados. Entre eles o governador reeleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Para Eduardo, as críticas de Lula e do petismo esquentaram demasiadamente a placa do relacionamento da campanha com a imprensa.

O próprio Lula, em rara autocrítica, admitiu que seus arroubos anti-mídia enveneraram a atmosfera.

No caldeirão do infortúnio, os ataques à mídia são vistos agora como a pimenta que temperou os escândalos (Fiscogate e Erenicegate) e o debate sobre o aborto.

Uma mistura que tonificou a votação de Marina Silva. Para reaver os votos, decidiu-se “humanizar” Dilma, aproximá-la da mídia e prover respostas ao noticiário azedo.

Tomada pelas palavras do governador eleito do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), Dilma ainda está longe do ideal.

Com a autoridade de quem foi eleito no primeiro turno, com 82,3% dos votos, Casagrande ensina: “Não dá para colocar a candidata numa redoma”.

Escrito por Josias de Souza às 07h40

CYNARA & CYBELE - "Januária" (Chico Buarque de Holanda) 1968



 Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida

CYNARA & CYBELE

CBS - 1968

Compacto Simples - Lado A

Música - Januária

Composição - Chico Buarque de Holanda

Produção - Hélcio Milito


Letra:


Januária


(Chico Buarque de Holanda)


Toda gente homenageia
Januária na janela
Até o mar faz maré cheia
Pra chegar mais perto dela
O pessoal desce na areia
E batuca por aquela
Que malvada se penteia
E não escuta quem apela
Quem madruga sempre encontra
Januária na janela
Mesmo o sol quando desponta
Logo aponta os lábios dela
Ela faz que não dá conta
De sua graça tão singela
O pessoal se desaponta
Vai pro mar, levanta vela

Helio Fernandes - Tribuna da Imprensa - link (aqui)

 
 
 
quarta-feira, 06 de outubro de 2010 | 07:11

Serra e Dilma, PSDB e PT, à procura do tempo perdido, ou seja, dos 20 milhões de votos. De Marina, do PV, dos dois ou de ninguém? Dilma precisa de 4 milhões, Serra, 17 milhões. Têm que rezar 25 dias. Em que tom ou fé?

Na verdade, estão todos tentando adivinhar. Não assumiram compromissos no primeiro turno, procuravam fugir uns dos outros e do debate,consideram que agora não podem repetir o fiasco, o fracasso, a campanha ingrata, exausta, inútil, inócua, sem uma afirmação.
Mas como não tem convicções, querem apenas “assaltar” os 20 milhões de votos que ficaram vagando, não pelo ar, mas pelas ruas, pelas televisões, pela internet, sem rumo, sem destino e sem identificação. Aí se atrapalham inteiramente.
Defender idéias, programas, projetos, lutar por tudo o que representaram durante uma vida inteira, é muito mais fácil do que representar o vazio, o nada, o inexistente, pelo menos nas suas vidas. Nisso, Serra e Dilma são rigorosamente iguais. Constatado o fato, por eles mesmos e os “coordenadores” todo-poderosos, ficam perplexos, não sabem o que defender ou o que negar.
Nenhum dos grandes partidos ou dos seus dois candidatos, tem convicções inabaláveis ou compreensíveis, vão se dizer “defensores” de posições que sempre condenaram. A busca ou a procura não é apenas pelos 20 milhões de votos de Dona Marina, mas também por aquilo que “agrada ou desagrada” ao cidadão-contribuinte-eleitor.
Vejam só: Dona Dilma, que pessoal e intransigentemente DEFENDIA O ABORTO, agora com a mesma “segurança”, acha “o aborto repulsivo, desprezível e deve ser considerado crime”. O eleitor vai acreditar na primeira CONVICÇÃO ou na segunda?
Quem não acredita em nada, e isto serve para os dois, não convence ninguém quando AFIRMA ou quando NEGA.
Acomodação é uma empulhação, tanto quando procuram silenciar ou quando fazem força para gritar bem alto. Muitas vezes o silêncio é mais ouvido, (acreditam os candidatos) do que a gritaria. Mas verdadeiramente, uma parte importante do eleitorado só ouve o que quer. Outra parte já levou tudo colado e repetido. Hoje, incertos mesmo os votos do PV e de Dona Marina.
Os votos cobiçados são os de Dona Marina, vá lá, e do PV, mas nem Serra nem Dilma, nem o PSDB ou o PT, sabem como conversar. Diálogo de partido para partido não existe, nem tem programa, projeto, compromisso de governo, “plataforma”, como se dizia até 1930, na Primeira República, que já NASCEU e MORREU com 41 anos, como República Velha.
PSDB e PT, têm medo de oferecem muito a Dona Marina, e ela aí exigir demais. Ou então sugerirem de menos, e serem superados pelo adversário. É um leilão. Dona Marina, se compreender ou compreendesse a IMPORTÂNCIA DE SUA PARTICIPAÇÃO, poderia sem qualquer dúvida dar à campanha um formato inteiramente diferente do que vigorou no primeiro turno.
Mas nem o PT nem Dona Marina têm formação desenvolvimentista, não sabem ou não entendem o que devem colocar como pontos EXIGÍVEIS, INVIOLÁVEIS, INEGOCIÁVEIS. Só que eles são apenas VERDES, importante mas não definitivo. Como as “uvas”, o PV pode estar tão verde, que ainda seria muito cedo para saboreá-lo.
Os entendimentos entre Marina-Serra, Marina-Dilma, PSDB-PV, PT-PV, são tão vagos, fluidos, inexistentes, que nem começaram. OS partidos estão procurando encontrar porta-vozes que possam se entender na tentativa de conquistar esses 20 milhões de votos.
Mas estão caminhando na contramão da realidade e da importância. O PSDB está indo para FHC. Pessoalmente, é pouco, como ex-presidente é muito. Não tem cacife para negociar, concordar e fazer cumprir. O negociador do PSDB deveria ser Aécio Neves. Tudo que FHC não é, simpático, agradável, vencedor, podendo manter com Dona Marina conversa altamente interessante e se comprometendo a cumprir.
E mais: enquanto FHC é passado detestável e desprezível, Aécio é o futuro. E quem sabe, radioso e realizador? O PT também escolheu mal, ou se encaminha para o desastre da conversação. Os irmãos Vianna, se forem confirmados, têm uma única e “proverbial” origem: a territorial, são do Acre. Dona Marina é de lá, mas totalmente derrotada. Dos irmãos, Jorge, que já foi governador e agora é senador, boa gente, mas muito longe dos acontecimentos.
Tião, medíocre, carreirista, vingativo, quase não se elegia governador, os dois senadores (um deles o irmão) tiveram mais votos. Vingativo (como eu disse), queria ser presidente do Senado, não foi escolhido. Então, explodiu o PT e o ministro Palocci, revelando INACREDITAVELMENTE, informação que recebera de uma grande jornalista. Recebeu e garantiu que não revelaria nada, 15 minutos depois já MOSTRARA TUDO, desrespeitando o compromisso. Como Dona Marina e o PV, irão acreditar nele?
O negociador (a palavra é interlocutor, mas não gosto) do PT, deveria ser o presidente Lula. Podem fazer restrições, dizer, “mas ele é o presidente”. Ora, conversar com uma adversária para fortalecer a correligionária, é apenas 1 por cento do que ele vem fazendo.
Escolheu a candidata-poste, colocou-a na chapa, na urna e mostrou-a ao povo, percorreu o país inteiro com ela, agora não pode mais pedir a Dona Marina que transfira uma parte dos votos? Se vai conseguir, isso é outra história.
Quando Obama disse “Lula é o CARA”, podia estar brincando, ironizando, bajulando, Mas nesse momento INESQUECÍVEL para Dona Dilma e Dona Marina (embora não seja para o PT), Lula é que tem que ir procurar a candidata do PV, e dizer: “Marina, morena, preciso de você”. Lula é o Dorival Caymmi do PV.
***
PS – Em suma, não há suma. O medo é que os votos sumam, não sejam acrescentados aos de Dona Dilma e do ex-governador José Serra no segundo turno.
PS2 – De qualquer maneira, Serra jamais será presidente, Dilma jamais saberá governar. Que República.

Vintage Trailer in Blogbar - The Wild One-1953

Comercial antigo - Astringosol 60's

Charge do dia

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El Roto - El País, es

Ostras (y caracoles), Tony, llego tarde - La Hija del Acomodador, Vanitatis, es - link (aqui)

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¿Serán celestiales los besos que se dé con Marilyn en el más allá? Porque no creo que en ese lugar tenga a Hitler a mano para besarle en la boca y arrepentirse profundamente de haber comparado su opresión labial con la de Monroe. Aunque sus razones tenía: después de tropecientas tomas en Con faldas y a lo loco, la cosa perdía toda la emoción. 
Han pasado unos días desde que Tony Curtis nos dejó. Fue en una jornada en la que España hacía números sobre la huelga, así que los periódicos no hicieron mucho caso a otras cosas. Como hija que tanto le debe a la educación cinéfila de corte clásico recibida por su progenitor, quería acordarme de él, quien, sin ser santo de mi devoción, he de reconocerle algún que otro milagro.
 
Curtis no nació para ser el protagonista, el gran galán, sino aquel personaje con cierto atractivo que ocultaba no pocas dobleces. Por eso, papeles como el de Fugitivos –que le brindó una nominación al Oscar-, pero sobre todo el de Albert DeSalvo en El estrangulador de Boston le dieron un considerable reconocimiento. 
 
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En los dorados años del VHS una persona de mi entorno vivía obsesionada con grabar su filmografía más conocida. No tardó mucho en hacerlo. De hecho, lo que más le costó fue hacer acopio de los capítulos de la serie Los persuasores, que protagonizó junto a Roger Moore. Y es que hemos de reconocer que Tony tuvo una carrera más bien dispersa en la que brilló por encima de todo una película: la mencionada Con faldas y a lo loco.
 
Ayudado por el gran Billy Wilder, hizo del travestismo un arte y, a pesar de que resultaba difícil llegarle a la suela de los zapatos a su partenaire, Jack Lemmon, llevó los suyos de tacón con una gracia de la que no muchas pueden presumir. La verdad es que ayudaban a completar el cuadro feminizado unos rasgos finos que, por otro lado, también le hicieron muy idóneo para el papel del sensible y tentador Antonino en Espartaco, la otra película que le hizo famoso.
 
Mientras Laurence Olivier le explicaba aquello de saber apreciar tanto ostras como caracoles en esa escena recuperada hace unos años de las garras de la censura, muchos podían confirmar las posibilidades de una ambigüedad más que evidente que, parece que no se plasmó en vida. Tuvo seis mujeres y la más admirada de ellas fue sin duda la primera: la bellísima Janet Leigh, con la que estuvo casado más de diez años.
 
Llego tarde. Lo sé. En mi twitter no será lo mismo. Pero sin saber qué más motivos dar para justificarme, traigo hasta aquí las palabras geniales de un guión que se han convertido en el epitafio de Curtis: “Nadie es perfecto”.

Mini se apunta al scooter eléctrico - El Confidencial, es

PRESENTADO EN EL SALON DE PARIS

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En el Salón de París uno de los focos de atención fue el nuevo modelo de Mini de dos ruedas, el scooter eléctrico presentado en forma de concept. Un vehículo que llama la atención por su inconfundible estilo, en la línea de los coches de Mini y por ello cargado de glamour, pero del que el fabricante no ha precisado muchos datos técnicos.

Con este nuevo concept, al igual que lo ha hecho Smart con un vehículo muy similar, se demuestra el interés de los fabricantes por buscar soluciones a la movilidad urbana en el futuro. Una movilidad exenta de emisiones de CO2.

En este Mini Scooter todo está basado en el diseño, y lo que han buscado los diseñadores ha sido crear un vehículo lo más próximo a un Mini de cuatro ruedas.

Y así se emplean un sinfín de detalles que recuerden a los coches Mini. Su cuadro de instrumentos, por llamarlo de alguna forma, es redondo al estilo de los Mini de calle, y también incluye una especie de rail, como el estrenado en el Countryman, para dejar objetos.

El i-Phone es un claro protagonista del Mini Scooter, ya que sirve para controlar la mayor parte de las funciones del vehículo, la carga de las baterías  y por supuesto el navegador. Además, puede avisar de la presencia de otros Mini Scooter en la zona y hasta concertar citas y puntos de reunión con los amigos.

Sin embargo, en lo que a su aspecto técnico se refiere, Mini ha ofrecido pocos datos de su nuevo concept. Tan solo que lleva baterías de ion-litio, que el motor va situado en la rueda trasera y que la recarga de las baterías se realiza en cualquier enchufe normal de una casa y que incorpora un cable, con el enrrollador incluido, de 5 metros que puede ser enchufado en cualquier enchufe normal.

De lo que no ha ofrecido datos Mini, al menos por el momento es de la potencia de su motor, de la capacidad de sus baterías, de su tiempo de recarga y sobre todo de si realmente este Mini Scooter tendrá fecha de fabricación a corto plazo y si solo se trata de un concept más para enseñar en un salón. 

España pierde su puesto como octava economía del mundo en favor de Brasil - Cotizalia, es - link (aqui)

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@Ignacio J. Domingo - 06/10/2010 10:27h


Ya es oficial. La economía española ha abandonado su privilegiado e histórico peldaño de octavo PIB mundial. Una posición que, a buen seguro, nunca recuperará, a tenor del constante y meteórico sorpasso -término acuñado en 1987 para calificar el ingreso de Italia en el G-7 tras un proceso oficial para aflorar la economía sumergida equivalente al 20% de la riqueza trasalpina de entonces, por el que logró sobrepasar, en tamaño, al PIB británico- de los grandes mercados emergentes.
El Fondo Monetario Internacional (FMI) acaba de publicar sus estimaciones definitivas sobre el valor en el mercado, a precios constantes y denominados en dólares, de sus 181 países asociados al término de 2009. Es la última gran institución multilateral que revela estos datos, después de varios meses de retraso respecto al ranking que, cada año, elabora el Banco Mundial, así como del prestigioso Factbook de la CIA, la Central de Inteligencia Americana.
Los tres registros estadísticos guardan una notable similitud, aunque con significativas variantes. Por ejemplo, sobre la magnitud de las economías del conjunto de la Unión Europea y de Estados Unidos, ya que, para el Banco Mundial, la hegemonía americana, como primera potencia global, resulta aún incuestionable porque su metodología la compara con los socios monetarios en vez de con la suma de los PIB de los Veintisiete miembros del club comunitario.
Sin embargo, los tres organismos convienen en señalar como octavo PIB del planeta a Brasil, con una economía que supera los 1,5 billones de dólares, en sustitución de España, cuya riqueza cifran en 1,4 billones, y queda relegada al noveno lugar. También hay coincidencia, a la conclusión del pasado ejercicio (el primero completo que experimentó los efectos colaterales de la crisis financiera internacional que estalló el 15 de septiembre de 2008 con la quiebra de Lehman Brother’s) en que Japón seguía siendo la segunda economía global; por detrás de EEUU -excluyendo, lógicamente, el conjunto de la UE-, aunque en dura pugna con China.
Una batalla -la de las dos potencias asiáticas- que se ha inclinado a favor de la Gran Factoría Mundial en el ecuador de 2010, según datos adelantados por el Banco Mundial en julio, que ya calcularon el dinamismo del mayor mercado emergente en los dos primeros trimestres del año frente a la atonía del PIB nipón. Ha sido, pues, el primer gran sorpasso asiático ya que, en tan sólo dos años -del 2008 al 2010-, China ha pasado de ser la segunda economía global en Paridad de Poder de Compra (PPP, según las siglas en inglés, un método de medición que corrige las diferencias de niveles de vida entre países al tener en cuenta los índices de inflación y las variaciones cambiarias de cada divisa) a ocupar el mismo puesto en términos nominales.
Para más inri, las predicciones a medio plazo del FMI no son nada halagüeñas. Ni para España ni para, en general, las economías catalogadas como industrializadas. En 2015, los expertos del Fondo Monetario relegan a la economía española al decimosegundo escalafón mundial, con una riqueza acumulada de 1,59 billones de dólares. En este road map del FMI, Canadá vuelve a pasar holgadamente por encima de España; Rusia se convertirá en la sexta potencia global; Brasil en la séptima, e India, el cuarto integrante de los conocidos como BRIC -Brasil, Rusia, India y China o póker de grandes mercados emergentes-, en la décima. Por si fuera poco, si estos presagios se cumplen, España sería ya la undécima economía internacional al finalizar 2010.
Las nuevas potencias globales
La irrupción de los BRIC como potencias hegemónicas ha dejado de ser una mera elucubración. La crisis financiera supuso el detonante de un fenómeno nunca visto en la historia económica mundial, el decoupling. “Si este acontecimiento significa un mayor diferencial de crecimiento entre los mercados emergentes y las economías industrializadas, a favor de los primeros, entonces, se debe certificar que el decoupling no sólo es real, sino que será más aparente”, explica David Lubin, analista de Citi, quien se aventura a predecir que del crecimiento del 3,6% del PIB mundial que baraja el servicio de estudios del grupo financiero estadounidense para este ejercicio, 2,2 puntos básicos los aportarán los emergentes. “Además de otros 2 puntos del 3,2% de alza de la economía mundial que prevemos para 2011”, precisa Lubin.
Por el contrario, el horizonte inmediato de las naciones industrializadas aparece con bajas presiones. Etham Harris, de Bank of America Merrill Lynch, no descarta siquiera que el súbito bache de actividad en este tercer trimestre conduzca a una nueva contracción en EEUU –es decir, a una recuperación en forma de W-, debido al deterioro de una tasa de paro con una masa de desempleados “cada vez más estructural”. A pesar de que la Oficina Nacional de Investigación Económica (NBER, según sus siglas en inglés) acaba de constatar que la mayor potencia mundial dejó atrás en junio del pasado año los números rojos más prolongados desde el crash de 1929. “Cualquier caída futura de la actividad deberá considerarse una nueva recesión”, advirtió la NBER, que situó en diciembre de 2007 el inicio de la contracción.
De igual modo, el fulgurante dinamismo alemán del segundo trimestre (2,2%) “podría tornarse más débil y contagiar a otros socios europeos debido a la especial orientación de la vitalidad germana hacia un sector exterior que podría ver mermada su contribución si la demanda de productos made in Germany decae por falta de fuelle de la economía global”, aclara Silvia Ardagna, de Bank of America Merrill Lynch.
Tampoco Japón tiene mucho margen de maniobra. La ralentización del PIB en primavera, que registró un alza del 1,5% frente al 5% del primer trimestre, ha obligado al nuevo primer ministro, Naoto Kan, a aprobar un plan de estímulo de 54.600 millones de dólares para estimular el consumo interno y, de paso, prestar carburante monetario al Bando de Japón para contener la mayor subida del valor del yen en los últimos 15 años, un rally alcista que perjudica al sector exportador, el gran motor de la economía nipona.
Pulso España-Brasil
España, en consecuencia, parece abocada al inicio de un ciclo de negocios especialmente lento. El propio Banco de España prevé una contracción de cuatro décimas y un déficit del 10% del PIB, predicciones ligeramente peores que las del Gobierno, con todo el coro de instituciones multilaterales y el consenso del mercado augurando varios ejercicios de dinamismo cuasi plano para el próximo lustro.
Pese a ello, la economía española parece ya tener garantizado su plácet en las cumbres del G-20, el foro que ha acaparado los debates de alta política económica, en detrimento del G-8. Curiosa paradoja, si se tiene en cuenta que España ha llamado al club de las siete economías más industrializadas más Rusia durante la época de esplendor de los primeros años de esta década, sin éxito, pero sólo ha alcanzado voz y voto en el grupo que acoge a las potencias industrializadas y los principales mercados emergentes en su mayor recesión de la historia reciente.
Por contra, a Brasil el devenir económico le depara una senda de prosperidad. El doble mandato presidencial de Luiz Inázio Lula da Silva, que se inició en 2002 con un inusitado temor inversor y la prima riesgo país de la mayor economía latinoamericana en máximos históricos de diferencial con los bonos del Tesoro americano, ante la llegada al poder del líder del Partido de los Trabajadores (PT), ha servido para incluir a Brasil definitivamente en la aristocracia económica y financiera global.
La herencia de Lula -este domingo se celebró la primera vuelta de las elecciones que decidirán a su sucesor o sucesora- tuvo una escenografía inmejorable la pasada semana: la emisión bursátil de nuevos títulos de Petrobrás, la mayor compañía latinoamericana, por valor de 50.000 millones de euros. El dirigente brasileño, con tono exultante, trasladó su euforia durante la mayor ampliación de capital realizada en la historia. No era para menos. La petrolera brasileña se convirtió, con esta operación, en la cuarta empresa global por valor bursátil, tras Exxon, Petrochina y Apple. Sin duda, y junto a los conglomerados empresariales chinos, con mayoría de capital estatal, el símbolo del reciente esplendor de los grandes mercados emergentes.
Este cuadro de mando no ha pasado desapercibido para ningún servicio de análisis. Markus Jäger, de Deutsche Bank, recuerda que el último ejercicio de la era presidencial de Lula tendrá un crecimiento del 7,5% después de marcar registros medios de crecimiento del 5%, con la única excepción de 2009, en el que el PIB brasileño se dejó dos décimas. En 2011 -apunta Jäger-, el repunte de Brasil será sensiblemente inferior, del 4,2%, aunque suficiente para que la mayor economía latinoamericana ingrese en el selecto club de naciones cuya riqueza supera los dos billones de dólares.

Sócrates, antítesis de Romario y del payaso - El Mundo, es - link (aqui)




Por Ángel González

Pasamos a la segunda parte del blog, la parte seria y sin ironías. Sin el populismo de Romario ni el voto de protesta, de hartazgo, a favor del macaco Tiao y del payaso Tiririca. De un tipo que luchó por la democracia, lo sigue haciendo y no está en venta para la política de partidos.

 

Qué distinto compromiso del 'Romario' al del 'O Doutor'.  Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira no sólo lleva impresa la grandeza en su nombre de pila. Futbolista excelso, ave zancuda (1.95m, 37 de pie), balón cosido a la bota y mirada al frente, capitán del Brasil en los Mundiales de España'82 y México'86, y para el que suscribe, al margen del 'Jogo Bonito', uno de los personajes más íntegros, solidarios y comprometidos socialmente que hayan pisado un campo de fútbol. Un ejemplo. Esta estrella del fútbol, doctor en Medicina y doctor en Filosofía, nació en el seno de una familia acomodada con un padre amante de la Grecia clásica, su filosofía y su teatro, y no precisamente del fútbol.  También dos de sus hermanos se llaman Sófocles y Sóstenes, aunque Raí, el menor, fue también figura en Brasil y en el París Saint-Germain.
¿Y qué tiene que ver Sócrates con la democracia? Fue el inventor-promotor de la 'Democracia Corinthiana', experimento único en la historia del deporte profesional de autogestión colectiva bajo el lema "libertad con responsabilidad". La importancia es aún mayor puesto que el 'experimento'  se hizo en medio de la dictadura militar. El Corinthians (uno de los equipos de Sao Paulo, la ciudad más industrializada de Brasil) se vertebró por un sistema en el que todo se decidía por la mayoría de votos de los miembros (jugadores y directivos): desde la alineación, los fichajes, las dimisiones, las horas de entrenamiento, el concentrarse o no antes de los partidos...   Y tenía el mismo valor en el O timao (El equipazo) el voto del último suplente o el utillero al más alto directivo. Y funcionó. Al Corinthians le fue mejor que nunca al ganar los campeonatos del 82 y 83 con Sócrates, el hombre que metía penaltis de tacón, como mejor jugador sudamericano de 1983.

 

Pero más allá de los dos títulos está la valentía y el compromiso de 11 tipos jugándose un campeonato en un campo ante 80.000 espectadores en plena dictadura con lemas como “Democracia ya”, 'Elecciones ya' o “Yo quiero votar a presidente” en sus pechos. A aquel movimiento se unieron artistas como el hoy ministro de cultura y cantante brasileño Gilberto Gil, Caetano Veloso y otros figuras más desconocidas por estos lares... Si la dictadura militar utilizó a la 'Seleçao' en la década de los 60 como forma de propaganda, la Democracia Corintiana de la década de los 80 del Doctor Sócrates allanó el camino hacia la democracia. Enseñemos a nuestro pueblo sus derechos, proclamaron al mundo un puñado de futbolistas: Wladimir, Sócrates, Biro-Biro, Casagrande, Zenon...
Hay una anécdota impagable que conocí en una entrevista del periodista brasileño Juca Kfouri. Al parecer, la gente se enfadó de forma tal con los jugadores tras una derrota en los inicios del proyecto revolucionario que llegó a encerrar a los jugadores dentro del estadio. Sócrates se tiró varias jornadas sin celebrar los goles. Gol de 'O Doutor', O Gavioes era una caldera, pero el líder de O timao callaba. No festejó sus goles durante varias jornadas. ¿Pretendía demostrar algo? No, simplemente estaba en desacuerdo con el público. La fuerza no es camino para hacer las cosas ni resolver los problemas.
Como Sócrates termina su libro Democracia Corinthiana: A Utopia em Jogo [escrito junto al periodista Ricardo Gozzi]. “Conseguimos probarle a las clases más pobres que cualquier sociedad puede y debe ser más igualitaria". Porque como dijo su compañero Biro-Biro: “La democracia me hace aprender a respetar la diferencia sin jamás aceptar las desigualdades”. Oír al Doctor sentar cátedra y compromiso en tertulias de tv para hablar de política, salud y proyectos de educación siempre es un placer para miles de brasileños. "No se puede hablar de democracia real cuando la mayoría de las personas no tienen acceso a una salud y educación digna". Por cierto, este promotor de diversos programas educativos en las favelas, rechazó las numerosas ofertas que le hizo, por ejemplo, el ex presidente Lula Da Silva para entrar en la política profesional. Qué distinto es en el fútbol y en la vida a tantas otras estrellas de ahora. Como dice una canción romántica brasileña "Se todos fossem no mundo iguais a voçê..." [Si toda la gente de este mundo fuese como tú...] Que su ejemplo nos sirva a todos.
Futbolerías: Grandes clásicos del género: "Hay tanta política en el fútbol de hoy que no creo que Henry Kissinger hubiera durado ni 48 horas en el Manchester United". [Tommy Docherty, 'The Doc',  jugador y entrenador escocés,  dirigió a 16 equipos distintos, entre ellos el Manchester United]
PD: Para los que se toman este blog como un enfrentamiento comparativo entre países, de la clase política, sus instituciones, potencial económico, cultura y sociedad nada más lejos de mi intención.

Trazos españoles en Nueva York - El País, es - link (aqui)

 

 

La Frick Collection descubre la maestría en el dibujo de artistas como Ribera o Goya

BARBARA CELIS - Nueva York - 03/10/2010


Estudios de cabeza de perfil

Estudios de cabeza de perfil, de José de Ribera.


Una Virgen de Murillo que se adivina en trazos apenas sugeridos elevándose sobre un grupo de querubines; un hombre de mirada arrebatada y frondosa melena que resulta ser el mismísimo Goya, autorretratado en un pequeño folio que no llega a los 15 centímetros; un apostol extasiado con el rostro girado hacia al cielo que bien podría ser una estrella de rock de tan modernos que resultan los trazos de su figura, firmado por Francisco de Herrera... Las más de 50 imágenes que componen la exposición The Spanish manner, drawings from Ribera to Goya, que el próximo martes se presenta en el Museo Frick Collection de Nueva York, son un viaje íntimo a través de un soporte, el dibujo, que rara vez se asocia en Estados Unidos al talento de los artistas españoles de los siglos XVII, XVIII y XIX.

De ahí que sea todo un acontecimiento que Nueva York acoja esta muestra, organizada con fondos salidos de colecciones neoyorquinas como la del Museo Metropolitan, la Morgan Library o la Hispanic Society, donde se atesoran la mayoría de los dibujos españoles de aquellos siglos y que convierten Nueva York en la segunda ciudad después de Madrid donde residen los mejores ejemplos de la llamada manera española.
Jonathan Brown, una de las máximas autoridades en arte español de aquella época, junto a la investigadora Lisa A. Banner y la conservadora de la Frick Collection Susan Grace Galassi han sido los encargados de organizar esta muestra, la primera en su género en Estados Unidos. Según explica Jonathan Brown en entrevista telefónica, "durante muchos años apenas se le prestó atención al dibujo español en mi país, quizás porque muchos de los artistas españoles dibujaban directamente sobre el lienzo y porque en la tradición española muchos de los bocetos se perdieron tras la muerte de los artistas, aunque hay muy buenas obras en las colecciones estadounidenses". Fue precisamente él quien en los años setenta comenzó a investigar en ese campo, descubriéndo a sus compatriotas un género con características bien definidas respecto a otras tradiciones europeas como la italiana o la holandesa. "Entre los artistas españoles prima la expresividad frente a la técnica. Esa es una de las claves de la manera española" explica Brown. Frente a la grandiosidad de los lienzos de la época, el dibujo tiene una delicadeza de la que carecen otros soportes. "La relación que se crea entre el espectador y el dibujo es muy íntima", afirma Brown.
Entre los descubrimientos que ha conllevado la organización de la muestra, Brown destaca un boceto de Alonso Cano para un altar de la Capilla de San Diego de Alcalá, en el convento de Santa María de Jesús, del siglo XVII, hoy en la Morgan Library. "Es la obra maestra de la producción en papel de Alonso Cano", señala Brown.
Capítulo aparte merecen los dibujos de Goya, y así es tanto en el catálogo como en el montaje de la muestra. "Goya conocía bien la tradición de dibujo español, sobre todo porque era muy amigo de Cea Bermúdez, el hombre que más sabía sobre el tema y ávido coleccionista. No obstante, Goya rechazó de forma más extrema los ideales clásicos. De ahí que su obra sea radicalmente moderna".
Las galerías de la Frick Collection también desplegarán, desde finales de mes, el Retrato de Felipe IV, de Velázquez, restaurado recientemente en los talleres del Metropolitan. "Es un velázquez casi perfecto, donde la personalidad del artista se despliega de forma exuberante. La restauración ha sacado a la luz detalles fantásticos".

Chanel devuelve la magia a París - El País, es - link (aqui)

 

Lagerfeld impresiona con una puesta en escena inspirada en una película de Alain Resnais - Inès de la Fressange desfiló para la marca 20 años después

EUGENIA DE LA TORRIENTE - París - 06/10/2010
 

Las proporciones épicas del desfile de Chanel para primavera-verano de 2011 exigen el uso de superlativos para su descripción. Todo en la presentación de ayer fue grandioso. Una sola cifra resulta ilustrativa. Los elaborados montajes que Karl Lagerfeld ha ideado para la casa francesa en el pasado (que incluían un iceberg o una granja) solían ocupar una superficie de 4.000 metros cuadrados en el interior del Grand Palais. El jardín francés de grava blanca y negra de ayer, con sus tres fuentes, se extendía por más de 13.000. De una belleza inquietante, estaba inspirado en la película El año pasado en Marienbad, de Alain Resnais, cuyo vestuario hizo Coco en 1961.



Karl Lagerfeld, en el desfile de Chanel


Karl Lagerfeld, con la musa de Chanel Inès de la Fressange y las modelos del desfile de la colección primavera-verano.- REUTERS

El golpe de efecto no se limitaba al espectacular escenario. Thomas Roussel, del grupo Something à la Mode, dirigió a los 80 miembros de la orquesta Lamoureux, que interpretaron una composición sinfónica de Roussel a partir de temas pop como Isobel, de Björk, o Bittersweet Symphony, de The Verve. Inès de la Fressange volvió a desfilar para Chanel dos décadas después de ser la musa de la casa y más de 80 modelos de varias épocas la acompañaron. Una suma de estímulos de tal calibre estaba condenada a conseguir su propósito: epatar.
El jardín del edén de Lagerfeld alcanzó una altura extraordinaria al florecer en una irregular semana de desfiles, marcada por la contención y el pragmatismo. En la entrega de la numerosa audiencia -2.800 invitados- se palpaba la felicidad por reencontrarse con el lado más fabuloso y evocador de la moda. Calibrar exactamente el alcance de la ropa en sí exige un estudio minucioso de las salidas. Se vieron casi un centenar de ellas, así que hubo tiempo y espacio para casi todo. Aunque era notoria su serenidad. Lagerfeld apostó por lo bello en su acepción más idealizada y menos histérica. Ni rastro de las maniacas combinaciones de colores ácidos que tanto proliferan para el próximo verano. El tweed devorado se abría en ordenadas roturas, los bordados geométricos replicaban la simetría del jardín y los característicos trajes se volvían menos estrictos gracias a sus chaquetas holgadas.
No es casual la transformación geométrica que sufrió la chaqueta de Chanel, que pasó del cuadrado al triángulo. La línea A definía constantemente la silueta. Para subrayar la idea, en todas las fotografías que Lagerfeld ofrece como acompañamiento de la colección, la modelo Jacquelyn Jablonski extiende los brazos para que su cuerpo dibuje un triángulo. Pero la relativa frialdad de las formas matemáticas apenas emerge en los diseños. Por si así fuera, Lagerfeld los cubre de plumas bordadas, los puntea de flores y hasta los tiñe de colores azucarados. Solo los zapatos, con sus gruesas suelas, mantienen algo de dureza.



diseño de Stefano Pilati para Yves Saint Laurent

Vestido de Stefano Pilati para Yves Saint Laurent.- GETTY

Las dos últimas colecciones de Stefano Pilati para Yves Saint Laurent habían sido, como mínimo, desconcertantes. Había curiosidad por ver cómo se enfrentaría al legado del creador francés, ya que su influencia está por todas partes esta temporada. Pocos son los diseñadores que no han pasado por la exposición retrospectiva sobre su trabajo que terminó en agosto en el Petit Palais.
Pilati se dejó de rodeos y se enfrentó a todos los códigos de la casa. Con valentía y una mirada limpia. Lazos, vestidos de campesina, esmoquin, gabardina y volantes se reducían a su esencia y ofrecían un aspecto moderno y afilado. Pilati mencionaba el carácter tribal de la moda. Un tema que estudió en un doble sentido: el sentimiento de pertenencia a un clan y los guiños al arte primitivo que condicionaban sus esquemáticas formas. A veces, funciona enfrentarte a lo que más te asusta.

Un megaeditor llamado Google - El País, es - link (aqui)

 

 

Feria del Libro de Francfort

El buscador vuelve a la carga en su estrategia de incorporación al negocio de la venta de libros - Ofrecerá, antes de final de año, un catálogo de 400.000 títulos

CARLES GELI - Francfort - 06/10/2010



Imagen elaborada con centenares de fotografías en la Feria de Francfort

Una curiosa imagen elaborada con centenares de fotografías, colgada en los pasillos de la Feria de Francfort.- AP


El temido gigante no podía faltar a la fiesta de los libros digitales. Lleva casi 10 meses de retraso sobre la promesa que hizo en este mismo marco, pero su llegada ahora sí que es inminente. En uno de los cada vez más habituales foros profesionales paralelos de la Feria del Libro de Francfort inaugurada ayer, los responsables de Google hicieron saber a una selecta audiencia del mundo editorial que "ya está a punto" en EE UU para lanzar Google Edition, su propuesta para digitalizar y distribuir libros de manera online y con sistema abierto.

En principio, es muy probable que se lance antes de que acabe el año en EE UU; en Europa sería siempre en el primer semestre del año próximo. Ahora sí que ya están todos.
Si bien a última hora de ayer un portavoz de Google en Alemania quería instalar diques de contención a la noticia ("nunca damos una fecha exacta, y puede que sea a principios de 2011 en EE UU, pero sí... está muy ultimado y pronto arrancará en ese país", explicó), esta corría ya desbocada entre los más puestos en el tema. Incluso con algunos detalles. Así, frente al medio millón de títulos con los que hace un año se anunció que contaría el fondo de Google Edition, finalmente podrían ser solamente 400.000 los que saldrían de la primera tacada del buscador, fruto de las conversaciones mantenidas con 35.000 editores de más de 100 países. "Digitalizar los libros y hacerlo en los distintos formatos y ponerse de acuerdo en el tema de los derechos de autor no está siendo nada fácil", admitía ayer el mismo portavoz del buscador.
La premisa de Google Edition es tan simple que quizá por eso da miedo. Con la primera piedra colocada mediante su proyecto Google Books (con el que ha alcanzado muchos acuerdos con editoriales y bibliotecas y que le ha servido como colchón para digitalizar un sinfín de libros de toda condición) Google Edition los empaqueta y los convierte en un catálogo que deposita en sus servidores. Desde ahí se comercializarían a través de la web de los propios editores, de las de los libreros o a través de la suya propia. Actuando "como una agencia literaria", el buscador se quedaría un porcentaje de la transacción a partir de un precio que pondrían los propios editores.
Es un sistema abierto que permitiría la descarga de libros en cualquier tipo de pantalla (desde un móvil a una tableta, pasando por un ordenador, un libro electrónico o incluso un televisor) y de dispositivo (incluido el iPad, pero no a través del Kindle de Amazon, quizá la única excepción). Esa sería precisamente una de las bazas de la firma Google Edition, que también busca el apoyo tácito de los libreros. Como Google tendría controlados los datos personales y bancarios de los usuarios, ello actuaría de freno, según el buscador líder, de la tan temida piratería en el sector editorial.
El anuncio hecho por los directivos del buscador es una demostración más de cómo lentamente todo lo digital va comiendo terreno a la edición tradicional en la feria del libro más importante del mundo. De los 7.533 expositores individuales que este año han acudido a Francfort (220 más que el año pasado) desde 111 países, algo más de una cuarta parte (casi 1.900) acuden con productos digitales. Ocurre algo parecido en los 3.000 actos previsto hasta el próximo domingo: 450 de ellos tendrán puesto el foco en aspectos relacionados con lo digital.
Aún hay más: dos de las novedades que presente este año la feria que dirige Jürgen Boos van montadas en lo digital. Por un lado, por vez primera el inacabable alud de actos y conferencias cabe en el bolsillo de cualquier visitante gracias a una aplicación para móvil para iPhone e iPad, que se puede cargar de manera gratuita desde la tiendas de Apple iTunes. La segunda innovación reside en la misma estructura de la feria, que ha abierto seis nuevos espacios (Francfort Hot Spots) donde se citan la industria editorial y la tecnológica para hacer negocios y buscar sinergias. El resultado será que cada día de feria profesional (hasta el viernes), se van a presentar una media de siete nuevos modelos de libros electrónicos o de tabletas.
"¿Se acuerdan de Gutenberg? Con él empezó la broma y se liberaron los libros, entonces en manos de los monjes. Ese desmoronamiento que se dio entonces se está viviendo en una segunda oleada; pero es una destrucción creativa porque siempre hay una cosa inamovible y necesaria: los contenidos", lanzó ayer el máximo responsable de una feria que parece bien agarrada tanto a la forma como al fondo.
"Lo único que está haciendo la digitalización es incrementar la cadena de valor de los derechos de contenido; les está abriendo otra ventana", añadió ayer Boos durante el acto de presentación oficial de la feria para tranquilizar a los más veteranos del sector. Pero también anunció que "las negociaciones por esos derechos están siendo más complicadas que nunca". Y eso lo saben bien los agentes literarios que hoy abren sus chiringuitos: una competencia feroz entre la friolera de 552 agentes, casi un 4% más que el año pasado. Ante el futuro digital, ¿quién dijo crisis?

Emotiva presidenta

- Cristina Fernández de Kirchner, presidenta de Argentina, inauguró ayer la Feria de Francfort dedicada a su país con un emotivo discurso en el que recordó a los escritores argentinos presentes y a los desaparecidos. "Quiero saludar a los más de 70 escritores argentinos que están aquí. Podría hacerles un homenaje uno por uno, pero prefiero homenajearlos en la persona de una mujer que no es escritora, pero que está aquí y es viuda de un gran autor desaparecido", dijo en referencia a Elsa Oesterheld, viuda del guionista de historietas Héctor Oesterheld, autor de El eternauta, asesinado, como sus cuatro hijas, por los militares en 1978.

Para Netinho, a mídia ‘vergonhosa’ o levou à derrota - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


Submetido a um Waterloo que as pesquisas não captaram, Netinho (PCdoB) decidiu encarnar o pior tipo de derrotado. Elegeu um demônio: a mídia.

“Me sinto o escolhido para falarem mal. Passei três meses da campanha falando de um fato da vida particular ocorrido em 2005".

Acha que os sopapos que deu na ex-mulher foram à "pauta política" porque “setores poderosos” viram com os olhos do preconceito sua ascensão.

Para Netinho, os “poderosos” ficaram inconformados com os holofotes dedicados a “uma pessoa vinda do gueto, de origem humilde, negro".

Tachou de “vergonhosa” a cobertura da imprensa:

"Se o Ficha Limpa foi um avanço para os candidatos, essa eleição vai servir de paradigma para a imprensa fazer uma autocrítica".

Na política, há dois tipos de derrotados: os que assumem os próprios erros e os que vão atrás de um demônio a quem possam transferir a culpa por suas ações e confusões.

Netinho encontrou nos jornais o Tinhoso que o exime de todo tipo de exame. A começar pelo mais difícil: o auto-exame.


Escrito por Josias de Souza às 21h21

Elio Gaspari - correio do Povo - link (aqui)




ANO 116 Nº 6 - PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, 6 DE OUTUBRO DE 2010

FHC entrou pela frente, Dirceu pelos fundos



No dia em que Marina Silva, uma pobre menina do Acre, nascida no seringal Bagaço, teve 19,6 milhões de votos, José Dirceu, o engenheiro da máquina petista na eleição vitoriosa de 2002, chegou cedinho para votar num colégio de Moema, em São Paulo. Entrou por uma porta lateral e saiu protegido por seguranças. Há quatro anos, nesse mesmo local, ouviu gritos de "ladrão". Na mesma manhã de domingo, Fernando Henrique Cardoso percorreu a pé uns poucos quarteirões e votou no Colégio Sion, o prédio onde, em 1980, um grupo de sindicalistas fundou o Partido dos Trabalhadores.

Algo está acontecendo debaixo dos olhos do comissariado petista. Mais: os resultados trouxeram sinais de que algo está acontecendo debaixo dos olhos do eleitorado. Com 255 mil votos, o deputado federal mais votado do PT de São Paulo foi João Paulo Cunha, réu do processo do mensalão. Numa bancada que já teve Florestan Fernandes e Hélio Bicudo, o líder do PT na Câmara, Candido Vaccarezza, chegará à Câmara numa coligação beneficiada pelos 1,4 milhões de votos dados ao palhaço Tiririca, "pior do que está, não fica". Em Boa Vista, um colaborador de Romero Jucá (PMDB), líder do governo no Senado, ao ver a Polícia Federal, jogou um pacote com R$ 100,00 pela janela do carro.

Quando Marina Silva se juntou aos movimentos da Igreja e ao PT nas causas do andar de baixo do Acre, Erenice Guerra, a filha de um pedreiro, militava nas bases cristãs e no jovem PT. Uma chegou ao Senado, a outra à Chefia da Casa Civil. Uma saiu do PT e festejou 19,6 milhões de votos, a outra tem os filhos depondo na Polícia por conta de maracutaias urdidas no Planalto e na Anac.

O comissariado menosprezou Marina Silva. Esse tipo de erro é neutro. Resulta da impossibilidade de se prever o desempenho de um adversário. O comissariado menosprezou também a descoberta do Ereniçário, um "factoide", segundo Dilma Rousseff. Aí não se tratou de um erro neutro, mas de um produto da soberba petista.

Pode-se supor que Marina Silva recebeu 10 milhões de votos sem culpa, movidos à emoção. Foram eleitores que usufruíram o direito de ficar longe de argumentos extremados como os do mensalão petista e da privataria tucana. Na infância, o PT foi alimentado por esse tipo de voto, daqueles que não queriam trato com os náufragos da ditadura, nem com políticos que formavam aquilo que supunham ter sido uma oposição consentida. (Tremenda injustiça com Tancredo Neves, Franco Montoro e Ulysses Guimarães.)

Acreditar que um apoio formal de Marina afrouxe o cadeado aritmético dos 47,6 milhões de Dilma Rousseff é uma aposta arriscada. Os votos sem culpa não formam um curral. Eles são o contrário disso. Votos evangélicos saídos da fé podem ir para qualquer lado. Votos evangélicos produzidos por pastores e bispos eletrônicos possivelmente serão devolvidos a Dilma.

O que levará eleitores sem culpa a escolher entre Dilma e Serra será um processo complexo e imprevisível, ligado ao simbolismo que os candidatos constroem em torno de suas figuras. Foi isso que Marina conseguiu.

Por falar em simbolismos, na noite da vitória de 2002, José Dirceu teve um piti porque não foi levado ao pódio de Lula no palanque da festa, na avenida Paulista. Passados oito anos, foi votar pelos fundos, enquanto FHC entrou pela porta da frente.

O amor é lindo




VOTO NA URNA

Estrela do PV, o ex-ministro Gilberto Gil, que fez campanha para Marina Silva (PV), vai votar em Dilma Rousseff (PT) para presidente. Gil não deve se envolver na discussão partidária -o PV está rachado e parte da legenda, como Fernando Gabeira (PV-RJ), quer aderir a José Serra. Mas, além de votar, o cantor deve tornar evidente seu apoio à petista.

DE PRIMEIRA
Dilma, por sinal, telefonou para a mulher de Gilberto Gil, Flora, no próprio domingo, 3, dia do primeiro turno da eleição. Flora declarou voto na ex-ministra já na primeira rodada do pleito. 

Mônica Bergamo - Folha de São Paulo (aqui)

O sofá da sala




Deu na Folha de são Paulo, em, matéria assinada por MATHEUS LEITÃO e FERNANDA ODILLA (aqui):

"O advogado Adriano Borges, genro do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, desistiu ontem de todos os processos em que atua como advogado na Corte e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A mesma decisão foi tomada por sua mulher e sócia em escritório, Adriele Britto."

Aqui a confissão, ou no mínimo a constatação de que as presenças do genro e filha ,de Aiyes  Britto em lides no STF traduziam ranhuras à ética.

De qualquer forma, mesmo que esta envergonhada, após o dano, os personagens buscam aparentar tranquilidade,e tratam de tirar o sofá da sala..