sexta-feira, 15 de outubro de 2010

‘Jesus é a verdade’, diz santinho do comitê de Serra - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)




15/10/2010

Deus fez o homem à Sua imagem e semelhança. E dele fez a mulher. O Senhor ordenou que crescessem e se multiplicassem.

O tempo passou. E, no ano da graça de 2010, o processo de criação resultou no nascimento das candidaturas de José Serra e Dilma Rousseff.

Nesta sexta (15), enquanto Dilma divulgava em Brasília sua carta de rendição aos religiosos, a assessoria de Serra distribuída em São Paulo o panfleto ao lado.

Na peça, a inscrição: “Jesus é a verdade e a Justiça”. O santinho veio à luz num encontro de Serra com cerca de 1.500 professores.

Na boca da urna, Serra e Dilma falam de Deus com tal convicção que a platéia é tentada a crer que Ele não existe. Ou, por outra, não merece existir.

Fica-se com a impressão de que, se existe, o Padre Eterno não dá expediente integral. Nas Suas horas de folga, assume o Tinhoso.

Escrito por Josias de Souza às 19h19

Em carta, Dilma se diz ‘pessoalmente contra o aborto’ - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)





15/10/2010

O comitê de Dilma Rousseff divulgou nesta sexta (15) a carta que a candidata prometera a 51 líderes evangélicos há dois dias.

No texto, Dilma declara-se “pessoalmente contra o aborto”. Esquiva-se de mencionar, porém, a união civil de pessoas do mesmo sexo.

Preferiu assumir, em tom genérico, o compromisso de não adotar "nenhuma iniciativa que afronte à família" caso chegue à Presidência.

Assinada por Dilma, a carta traz, no primeiro parágrafo, um lero-lero beato. Anota:

“Dirijo-me mais uma vez a vocês, com o carinho e respeito que merecem os que sonham com um Brasil cada vez mais perto da premissa do Evangelho de desejar ao próximo o que queremos para nós mesmos".

Sobre o aborto, o texto informa que, eleita, Dilma não patrocinará nenhuma iniciativa relacionada à matéria.

Vai se limitar a defender "a manutenção da legislação atual", que autoriza o aborto em dois casos: estupro e risco de morte para a gestante.

Não há no texto vestígio de explicação sobre a mudança de posição da candidata, antes defensora da descriminalização do aborto.

A carta faz menção ao Projeto de Lei Complementar número 122, que tipifica como crime a homofobia. Já passou pela Câmara. Encontra-se no Senado.

Se aprovado, anota o texto de Dilma, será sancionado apenas “nos artigos que não violem liberdade de crença, culto e expressão".

Significa dizer que pastores e padres que condenarem o homossexualismo em cultos e homilias não poderão ser alcançados pela nova lei.

Quanto ao PNDH3 (3º Plano Nacional de Direitos Humanos), Dilma afirma tratar-se de mera “carta de intrenções”. Acrescenta:

O plano “está sendo revisto e, se eleita, não pretendo promover nenhuma iniciativa que afronte a família”.

Em sua versão original, assinada por Lula e pela então ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), o PNDH inclui teses caras ao ex-PT.

Além do aborto, trata, por exemplo, da legalização da prostituição e da realização de cirugias de troca de sexo pelo SUS.

A carta termina assim: "Com estes esclarecimentos, espero contar com vocês para deter a sórdida campanha de calúnias contra mim orquestrada...”

“...Não podemos permitir que a mentira se converta em fonte de benefícios eleitorais para aqueles que não têm escrúpulos de manipular a fé e a religião tão respeitada por todos nós".

O documento vai agora às mãos de pastores e padres. Convertido em panfleto, será distribuído em cultos protestantes e missas católicas.

O texto ficou aquém do que fora prometido por dilma aos evangélicos. No gogó, a candidata prometera tratar também da união civil de gays.

Sobre o aborto, dissera que levaria à carta o cormpomisso de vetar eventuais tentativas de mudança da lei. Deve-se o recuo à reação de um pedaço do PT e ao aconselhamento de Lula.
Escrito por Josias de Souza às 16h03

Rolling Stones - Lady Jane - moje SWOBODNE tłumaczenie

Mothers Little Helper Rolling Stones (w/ lyrics)

The Rolling Stones - Satisfaction (Live, September 16, 1965) (The Flying Dutchman)

The Rolling Stones - LIVE (?) - "Under My Thumb" - '66 - HQ

Rolling Stones - The Last Time (1965)

The Rolling Stones : Sympathy For The Devil (live) HQ

Keith Richards tells of 'unbearable' Mick Jagger - The Independent, uk - link (aqui)


By Lauren Turner, PA
Friday, 15 October 2010


NICHOLAS ROBERTS/AFP/Getty Images (here)




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Keith Richards and Mick Jagger talk to television crews at the premiere of the new Martin Scorsese movie about the Rolling Stones called 'Shine A Light' in New York in 2008


Keith Richards has revealed Johnny Depp was a frequent visitor to his home for two years before he twigged he was a Hollywood star.
The Rolling Stones star admitted he feared that the screen superstar was his son's drug dealer. 

Richards also describes bandmate Mick Jagger as "unbearable" in his autobiography Life, in entries which lay bare their fraught relationship.
Guitarist Richards reveals his nicknames for Jagger are "Brenda" and "Your Majesty".
Richards writes of the distance between the pair, saying: "I used to love Mick, but I haven't been to his dressing room in 20 years.
"Sometimes I think, 'I miss my friend'. I wonder, 'Where did he go?'."
Richards uses the book to take personal swipes at his bandmate, writing: "It was the beginning of the Eighties when Mick started to become unbearable."
In a comment which could infuriate Jagger, who has been renowned for his sexual appetite, Richards writes about the singer's relationship with Marianne Faithfull, saying she "had no fun with his tiny todger. I know he's got an enormous pair of balls - but it doesn't quite fill the gap".
In an interview with Caitlin Moran in Times2 today, Richards says Jagger has read the book and added: "I think it opened his eyes, actually."
Richards, 67, says the only part Jagger wanted to be taken out of the book was a section saying that the frontman used a voice coach, but he refused, saying: "I'm trying to say the truth here."
In the interview he confesses he had no idea who Oscar-nominated actor Depp was, despite seeing him around his home.
Depp credits Richards as the inspiration for his character Jack Sparrow in the Pirates Of The Caribbean films - and the musician even went on to play his father in the third of the hit movies.
Richards said: "It took me two year before I realised who he was. He was just one of my son Marlon's mates, hanging around the house playing guitar.
"I never ask Marlon's mates who they are because, you know, 'I'm a dope dealer'. Then one day I was at dinner and I'm like 'woah, Scissorhands'."
Asked by Moran whether he was trying to "wind up" Jagger, Richards replied: "We've had our beefs but, hey, who doesn't? You try and keep something together for 50 years."
Despite years of drug taking, Richards tells Moran he hopes he has many years left to live, adding: "Well, I'm not putting death on the agenda.
"I don't want to see my old friend Lucifer just yet. He's the guy I'm gonna see, isn't it? I'm not going to the other place, let's face it."
Former junkie Richards gave up his heroin habit in 1978 and eventually stopped using cocaine after his accident in 2006 in which he fell out of a tree, requiring brain surgery and a metal plate in his skull.
"I've given up everything now - which is a trip in itself."



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The Rolling Stones



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Mick Jagger and Keith Richards






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The Rolling Stones with the aforementioned Brian Jones (left)




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Mick Jagger



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The Rolling Stones, 1963





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Brian Jones


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Keith Richards, Mick Jagger, Bill Wyman and Mick Taylor in Hyde Park 5 July 1969. Taylor was preparing to replace Brian Jones.




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The Rolling Stones




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Mick Jagger





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The Rolling Stones play an impromptu gig on 30 May 1982




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Brian Jones




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Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts and Ronnie Wood of the Rolling Stones, at the 100 Club in London's Tottenham Court Road, 24th February 1986






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Mick Jagger






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Charlie Watts





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Ronnie Wood on the opening night of the Rolling Stones' 'Licks' world tour at Boston Fleetcentre on September 3, 2002



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Ronnie Wood




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Mick Jagger




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The Rolling Stones' former manager Allen Klein



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The Rolling Stones

WALTER WANDERLEY - "Mulata Assanhada" (Ataulfo Alves) 1960



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WALTER WANDERLEY "O SUCESSO É O SAMBA "

ODEON - 1960

Mulata Assanhada - Ataulfo Alves

Bar é fotografia - Bojan Dzodan

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Bojan Dzodan

"Red"

OS 3 MORAIS - Até Segunda-Feira (Chico Buarque de Holanda) 1967



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OS 3 MORAIS Volume 2

SOM MAIOR - 1967

Até Segunda-Feira - Chico Buarque de Holanda

OS 3 MORAIS = Sidney Morais, Jane Morais and Roberto Morais.

Letra:


Até Segunda-Feira


(Chico Buarque de Holanda)



Sei que a noite inteira eu vou cantar
Até segunda-feira
Quando volto a trabalhar, morena
Sei que não preciso me inquietar
Até segundo aviso
Você prometeu me amar
Por isso eu conto a quem encontro pela rua
Que meu samba é seu amigo
Que a minha casa é sua
Que meu peito é seu abrigo
Meu trabalho, seu sossego
Seu abraço, meu emprego
Quando chego
No meu lar, morena.

OS 3 MORAIS - "Carolina" (Chico Buarque de Holanda) 1967



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OS 3 MORAIS Volume 2

SOM MAIOR - 1967

Carolina - Chico Buarque de Holanda

OS 3 MORAIS = Sidney Morais, Jane Morais and Roberto Morais.

Letra:

Carolina

(Chico Buarque de Holanda)


Carolina, nos seus olhos fundos guarda tanta dor, a dor de todo esse mundo
Eu já lhe expliquei, que não vai dar, seu pranto não vai nada ajudar
Eu já convidei para dançar, é hora, já sei, de aproveitar

Lá fora, amor, uma rosa nasceu, todo mundo sambou, uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo, pela janela, ah que lindo
Mas Carolina não viu...
Carolina, nos seus olhos tristes, guarda tanto amor, o amor que já não existe,
Eu bem que avisei, vai acabar, de tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei pra lhe agradar, agora não sei como explicar

Lá fora, amor, uma rosa morreu, uma festa acabou, nosso barco partiu
Eu bem que mostrei a ela, o tempo passou na janela e só Carolina não viu.

Chico Buarque de Hollanda & Ennio Morricone - Sogno Di Un Carnevale (Sonho de Um Carnaval) 1970



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CHICO BUARQUE DE HOLANDA & ENNIO MORRICONE "PER UN PUGNO DI SAMBA"

RCA Victor - 1970


Sogno Di Un Carnevale (Sonho de Um Carnaval) (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)


Letra:


Sogno Di Un Carnevale


(Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)


Carnevale, disinganno
Lasciai a casa per un giorno i guai
E ballai e gridai, amai
Vestito da re
Ma è finita anche per quest'anno
Carnevale, disinganno
Quella ragazza mi lasciò sperare
Mano in mano con me e oggi
Non so più dov'è
È finita anche per quest'anno
Era un canto solo
Un cuore solo
Un desiderio stringere la mano di un amico
Di un fratello
Il carnevale è speranza:
La gente torna dalla lontananza
La gente triste ride nella danza
La gente grande vive un'altra infanzia

Chico Buarque de Hollanda & Ennio Morricone - Funerale Di Un Contadino (Funeral de Um Lavrador) 1970



Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

CHICO BUARQUE DE HOLANDA & ENNIO MORRICONE "PER UN PUGNO DI SAMBA"

RCA Victor - 1970

Funerale Di Un Contadino (Funeral de Um Lavrador) (Chico Buarque / João Cabral de Melo Neto / Vrs. Sergio Bardotti / Vrs. Panvini Rosati)


Letra:



Funerale di un contadino
(Funeral de um lavrador)

Panvini - Rosati - Bardotti - J.Cabral de Melo Neto -
Chico Buarque


questa fossa dove stai
larga poche dita
è il più piccolo conto
che hai pagato in vita
ha volume giusto
né largo né fondo
è la parte che ti tocca
del latifondo
non e una fossa grande
è giusta, precisa
è la terra che volevi
veder divisa
è una fossa grande
per un piccolo morto
ci starai più largo
di quand'eri al mondo
è una fossa grande
per un morto da niente
ma qui più che nel mondo
stai comodamente
è una fossa grande
la tua carne è poca
ma alla terra donata
non si guarda in bocca

Helio Fernandes - Tribuna da Imprensa - link (aqui)




Sexta-feira, 15 de outubro de 2010 | 07:10

Dia 31 de outubro, a ELEIÇÃO. Dia 1º de novembro, ENFORCADO. Dia 2, a saudade dos MORTOS. A seguir, o país DIVIDIDO e DESCONHECIDO. Ganhe quem ganhar, SEM COMPROMISSO.

Hélio Fernandes
O segundo turno está mais complicado do que o primeiro. No primeiro turno era visível a vantagem de Dona Dilma. Só que ninguém imaginava que existissem tantas irregularidades, e denunciadas em massa. Também não se acreditava que provocasse esses estragos, não tomaram providências. Nos círculos do governo se refugiavam nas “vantagens que já conquistamos e que ninguém vai atingir ou reduzir”.
Acontece que tanta irresponsabilidade, não levou em consideração um fato irrefutável: tudo que foi denunciado, aconteceu na CASA CIVIL, reduto da própria candidata, ANTES e DURANTE a campanha.
Era impossível negar ou destruir a realidade. Quando Lula escolheu Dona Dilma como candidata, “por ser a que menos lhe traria problemas depois de eleita”, ela era Chefe da Casa Civil, tendo Erenice Guerra como “segunda”, até com mais poderes do que a “primeira”, a própria Dilma.
Candidatíssima e antes mesmo da desincompatibilização, Dona Dilma só chamava Erenice de “meu braço direito”. Assim não havia a menor dúvida: tendo de deixar o cargo, quem  ficaria? Lógico, Erenice, “o braço direito”. O que aconteceu, não havia outro substituto, afinal era a própria Dilma que reconhecia e referenciava.
Portanto, quando as ACUSAÇÕES explodiram, Dona Dilma não poderia negar coisa alguma, avançavam no seu próprio território. Não tinha nem  como se refugiar no chavão do próprio Lula, “eu não sabia de nada”.
Como centralizava todas as credenciais de candidata, “na experiência e nas REALIZAÇÕES da Casa Civil”, uma possível negativa arruinaria tudo o que apregoava. Suas “credenciais” eram ou seriam inteiramente desperdiçadas.
Decidiram (ela ou os marqueteiros?) desconhecer as acusações, “nossa vantagem é tão grande que isso não nos atingirá”. E não responderam, não fizeram a menor tentativa de desmoralizar as acusações, “JÁ GANHAMOS”.
O próprio Lula, que agora acusa a candidata e os marqueteiros de andarem pela campanha de “SALTO ALTO”, não percebeu o estrago, não acreditou que com “OITENTA POR CENTO DE POPULARIDADE”, iria ser atingido por míseras acusações. Mas foram, ele também.
Os Institutos, (com o ufanismo das pesquisas) contribuíram (CONTRA?) para essa insensibilidade do JÁ GANHOU. Que no caso da campanha de Dilma, se transformou no JÁ GANHAMOS. O coletivo é mais frágil do que o individual?
***
PS – Foram para o inesperado e surpreendente segundo turno, aí obrigando o próprio presidente (?) do PT, a recorrer a palavras inusitadas e inúteis, como PROSTRAÇÃO, que depois, nos órgãos de comunicação amigos e amestrados, se transformou em FRUSTRAÇÃO.
PS2 – Apesar do discurso de AGRADECIMENTO AOS QUE TROUXERAM ATÉ AQUI, não foi Serra que chegou e sim os desanimados, desinteressados que votaram em Dona Marina.
PS3 – Não sei se Lula ainda adora o Corinthians depois do massacre e da perda do título já comemorado. De qualquer maneira, Dilma e o Corinthians, choram no mesmo desespero, desalento, desinteresse do eleitor, esse o grande receio.
PS4 – Não preciso repetir, apenas lembrar que tudo que está no título, é REALIDADE. Melancólica para um lado, satisfatória para o outro.
PS5 – NENHUM LADO É O MEU. Só me interesso pelo país e a coletividade, o progresso e a prosperidade, o investimento e o desenvolvimento, a infra-estrutura, o FAZER e não apenas o PROMETER.

Vintage trailer in Blogbar - The Blob 1958 Trailer (with Steve McQueen)

Comercial antigo - Ford Corcel - A Corrida (1970)

Charge do dia

http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_625_490_recchia_141010!.jpg




Tiago Recchia - Gazeta do Povo - Curitiba, PR

Em crise, campanha de Dilma vive seu pior momento - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


 Danilo Verpa/Folha

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A duas semanas da eleição, o QG de Dilma Rousseff atravessa seu pior momento.

A sintonia que permeava as relações de Lula com o comando da campanha trincou.

As críticas ao estilo centralizador dos operadores do QG espraiaram-se pela coligação.

A submissão da candidata à agenda religiosa deixou indignado um pedaço do PT.

Fraturas expostas debilitam a campanha em praças tão estratégicas como Minas.

Tudo isso contra um pano de fundo ornado por pesquisas internas inquietantes.

Detectou-se avanço do rival José Serra nos maiores bolsões de votos do Sudeste.

As sondagens indicam que Serra avança em São Paulo, em Minas e no Rio.

Nos dois primeiros Estados, atribui-se o fenômeno ao embalo do primeiro turno.

Serra seria beneficiário do êxito de Geraldo Alckmin e do grupo de Aécio Neves.

No Rio, o tucano estaria herdando nacos expressivos do eleitorado de Marina Silva.

Teme-se, de resto, que a abstenção sugue parte dos votos de Dilma no Nordeste.

Em privado, Lula critica o marqueteiro João Santana, que antes endeusava.

Diz que a propaganda televisiva padece de ausência de “povo” e falta de “emoção”.

Nos subterrâneos, atribui-se o formato atual da publicidade –prenhe de comparações entre a era tucana e a fase petista— mais a Lula que a Santana.

Viria do presidente a inspiração para o reforço do tom “plebiscitário”, com especial ênfase às privatizações feitas sob FHC.

Teria partido de Lula a ordem para levar o vice-presidente José Alencar ao vídeo. Uma forma de atenuar a desestruturação da campanha de Dilma em Minas.

Ali, o PT se rói em desavenças entre as alas de Fernando Pimentel e Patrus Ananias. E o PMDB de Hélio Costa, esmagado por Aécio, já não quebra lanças por Dilma.

Na prátrica, a campanha de Dilma demora-se em sacudir a poeira do primeiro turno. Lula não frequenta a cena apenas no papel de crítico. É criticado.

Atacam-no pelas costas. Atribui-se ao cabo eleitoral de Dilma parte da culpa pelos problemas que levaram a eleição ao segundo turno.

Afora o ‘Erenicegate’ e a sublevação das igrejas, a escalada retórica de Lula contra a mídia teria feito o eleitor de classe média a olhar de esguelha para Dilma.

Numa tentativa de reverter o quadro, planeja-se tonificar a campanha no Sudeste.

Nesta sexta (16), Dilma realiza comício em São Miguel Paulista, bairro de São Paulo. No sábado (17), deve desfilar em carreata pelas ruas de Belo Horizonte.

Pelo PT, José Eduardo Dutra e Alexandre Padilha rearticulam os prefeitos mineiros. Pelo PMDB, o vice de Dilma, Michel Temer, tenta reenergizar o seu partido.

Dutra e Padilha passaram por Belo Horizonte nesta quinta (14). Temer desembarca na cidade nesta sexta (15).

Lula avocou para si a tarefa dee soldar a votação de Dilma no Nordeste, um pedaço do mapa em que sua popularidade é maior do que a média nacional.

Contra a abstenção, planeja-se injetar na propaganda de rádio e TV mensagens dirigidas ao eleitor de baixa renda e de escolaridade exígua.

Para desassossego do petismo, também o comando da campanha de Serra deliberou centrar esforços no Sudeste, em especial São Paulo, Minas e Rio.

Nesta quinta, Aécio Neves produziu a primeira evidência de que decidiu derramar suor por Serra. Reuniu em torno do candidato, em Belo Horizonte, 300 prefeitos.

Na quarta-feira (20) da semana que vem, o tucanato fará evento semelhante no Rio.

Noutra praça convertida em prioridade tucana, o Rio Grande do Sul, o PMDB de Temer aderiu, em sua maioria, a Serra.

Pela primeira vez desde o início oficial da campanha, há quatro meses, Lula e os operadores de Dilma parecem realmente preocupados com o adversário.

Escrito por Josias de Souza às 23h35

El renacimiento de Lotus - El Mundo, es - link (aqui)

  • Lotus quiere vender 7.000 coches en 2015, el doble de su producción actual
  • Para lograrlo relanzará su gama con la llegada de cinco nuevos modelos
  • Todos ellos se caracterizan por su ligereza y por su elevada potencia

José Luis Cano | Madrid
Actualizado jueves 14/10/2010 17:04 horas


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El Lotus Elite en el Salón de París 2010

El fabricante inglés de coches deportivos Lotus quiere vivir una segunda juventud. Propiedad desde 1996 del constructor de automóviles malayo Proton, los responsables de esta firma han visto como su producción se estancaba año tras año en las 3.000 unidades producidas.



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Dany Vahar, presidente de Lotus

Esta cifra queda muy lejos de la fabricación lograda por otros fabricantes, a los que Lotus quiere hacer sombra. Este es el caso de Porsche, que vendió un total de 75.000 unidades en 2009 o incluso de Ferrari, con una producción cercana a las 6.000 unidades.
De ahí, que los directivos de Lotus, guiados por su presidente Dany Bahar –hasta hace sólo unos meses vicepresidente de Ferrari-, se hayan propuesto hacer resurgir la firma. Un objetivo que pasa por lograr una producción cercana a 7.500 unidades al año de aquí a 2015.
¿Cómo? Pues echando toda la carne en el asador con una inversión de alrededor de 770 millones de libras  -877 millones de euros-. Esta cifra no sólo está destinada a renovar la factoría de Hethel, situada en el aeródromo utilizado en la II Guerra Mundial cerca de Norfolk, sino que también se empleará en relanzar la gama de producto, con cinco nuevos modelos en los próximos cinco años.





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Hablamos del Lotus Elise, Elan, Esprit, Elite y Eterne. Todos ellos comparten con los modelos actuales su bajo peso y se diferencian también de éstos en su mayor potencia. De hecho, mientras que los Lotus actuales no sobrepasan los 350 caballos, los futuros modelos podrán llegar hasta los 620 caballos.
La llegada de estos nuevos modelos supone una fase más en este resurgir de Lotus, que comenzó hace unos meses con el regreso a la Fórmula 1 de la escudería Lotus Racing, una vuelta que llega 16 años después de que se retirara de la máxima competición.




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Lotus Esprit


El primero que llegará a los concesionarios será el nuevo Lotus Esprit, que estará a la venta en 2013. Con la aparición de este nuevo modelo, Lotus vuelve a resucitar el Esprit, un deportivo inicialmente diseñado por Giugiaro que estuvo presente en el mercado entre 1976 y 2004 con unas ventas cercanas a las 11.000 unidades.
Del Esprit original, Lotus mantiene su configuración de coupé de tres puertas con dos plazas. Y también conserva su bajo peso. De hecho, Lotus afirma que este nuevo Esprit detendrá la báscula en los 1.450 kilos, apenas 150 kilos más que el último Esprit producido.
Donde se aprecian más diferencias es en el apartado de mecánica. Y es que el nuevo modelo incorporará uno de los motores más potentes introducidos por Lotus hasta el momento.





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Se trata de un propulsor de gasolina de ocho cilindros en V y cinco litros de cilindrada, situado en posición central, que rinde una potencia de 620 caballos a 8.500 revoluciones y ofrece un par máximo de 720 Nm.
Este propulsor, del que habrá una versión híbrida, transmite su potencia a las ruedas traseras y está asociado a una caja de cambios automática de siete marchas. Con este motor el Esprit acelera de 0 a 100 km/h en 3,4 segundos y logra una velocidad máxima de 330 kilómetros por hora. Respecto al consumo, Lotus anuncia que expulsará 250 gramos de CO2, aunque con el motor híbrido.
El nuevo Esprit comenzará a producirse a finales de 2012 para llegar al mercado en la primavera de 2013. Según afirma Lotus su precio estimado rondará las 110.000 libras (125.000 euros).




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Lotus Elan


Es el siguiente modelo en llegar. Lo hará tan sólo unos meses después del Esprit. En concreto, entrará en producción en el verano de 2013, para comenzar a venderse en el otoño de este año.
Presenta una configuración biplaza, aunque Lotus anuncia que también estará disponible en configuración 2+2 (dos plazas delanteras y otras dos traseras para niños u ocasionalmente para adultos). Dentro de Lotus, el nuevo Elan se situará como un coupé biplaza del segmento medio de la gama por precio y potencia. En concreto estará posicionado por debajo del Esprit y por encima del futuro Elise.
Respecto al motor, el nuevo Elan incorpora un propulsor cental de gasolina de seis cilindros en V, con cuatro litros de cilindrada y una potencia máxima de 450 caballos a 7.800 revoluciones, así como un par máximo de 465 Nm.








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Con este motor -del que también habrá una variante híbrida- el Elan es capaz de acelerar de 0 a 100 en 3,5 segundos, logra una velocidad máxima de 310 kilómetros por hora. Estas buenas prestaciones y los bajos consumos -199 gramos de CO2 para la versión híbrida- tienen su explicación también en el bajo peso, puesto que el Elan detendrá la bácula en los 1.295 kilos. Su precio, por último, será de 75.000 libras, alrededor de 85.500 euros.





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Lotus Elite

Este nuevo modelo será el siguiente en la cadena de producción de Lotus. En concreto la firma británica iniciará su fabricación a comienzos de 2014 para comenzar su venta unos meses después.

El Elite es descapotable de techo duro, con una configuración 2+2. Al igual que el Esprit cuenta con un motor central, de ocho cilindros en V y cinco litros de cilindrada, capaz de alcanzar 620 caballos a 8.500 revoluciones y un par de 720 Nm. Con este motor, el Elite logra una velocidad máxima de 315 kilómetros por hora, acelera de 0 a 100 km/h en 3,7 segundos y presenta unas emisiones de 215 gramos -en la versión híbrida-.
El nuevo Elite tendrá un precio de 115.000 libras, alrededor de 131.000 euros al cambio actual.



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Lotus Elise


Este será el modelo más básico de la gama Lotus, puesto que costará 35.000 libras, 40.000 euros al cambio cuando llegue en la primavera de 2015. Y también el que incorpore el motor menos potente.
En concreto, este deportivo de dos plazas, incluye un motor central de cuatro cilindros y dos litros de cilindrada, que transmite su máxima potencia -320 caballos- a 7.800 revoluciones y el par de 330 Nm. a las ruedas traseras.
Con este propulsor, el Elise es capaz de acelerar de 0 a 100 kilómetros por hora en 4,3 segundos y logra una velocidad máxima de 270 kilómetros por hora. Su contenido peso de 1.095 kilos y la introducción del sistema start/stop le permite lograr unas emisiones de 150 gramos de CO2.




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Lotus Eterne

Será el buque insignia de Lotus cuando llegue en la primavera de 2015. Entre otras cosas porque será el único Lotus con cuatro plazas y cinco puertas. Incorporará el mismo motor V8 de cinco litros y 620 caballos que sus hermanos.
Con este propulsor, el Lotus Eterne acelera de 0 a 100 km/h en 4 segundos, logra una velocidad máxima de 315 km/h y expulsa –en la versión híbrida- unas emisiones de 220 gramos de CO2. De serie la tracción será a las ruedas traseras -propulsión-, aunque habrá versiones con la tracción integral. Por último, el precio de este modelo será de 120.000 libras, 136.350 euros al cambio.
En definitiva, una apuesta fuerte de la firma inglesa, que cuenta con todo el apoyo de Proton, para duplicar sus ventas y convertirse en un rival directo de Ferrari.

La Casa Blanca se tiñe de rosa contra el cáncer de mama - El Mundo, es - link (aqui)




Efe | Washington
Actualizado jueves 14/10/2010 20:56 horas



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La Casa Blanca iluminada con luces rosadas. | AP


La Casa Blanca se iluminó este jueves con focos de color rosa para concienciar a la población sobre el cáncer de mama, con ocasión del Mes de Educación sobre esta enfermedad.
Según informó el presidente de EEUU, Barack Obama, en un mensaje enviado a través de twitter, la red de microblogs, "a partir de las 18.30 hora local (22.30 GMT) de hoy la Casa Blanca se iluminará de rosa por el Mes de Educación sobre el Cáncer de Mama".
La iluminación durará apenas una noche, según indicó la Casa Blanca. No se trata de la primera ocasión en la que la residencia presidencial estadounidense trata de concienciar sobre esa enfermedad.
El año pasado, la Casa Blanca ya colgó un gran lazo rosa, el símbolo de la lucha contra el cáncer de mama, en su Pórtico Norte.

El pequeño molino recobra la vida - El País, es - link (aqui)

EARLES RIBAS | 14-10-2010



El pequeño molino recobra la vida


Así luce la fachada de El Molino, después de una intensa remodelación llevada a cabo por los arquitectos Josep Bohigues, Francesc Pla e Iñaki Baquero. De noche, las aspas se iluminarán.


La mujer que salvó El Molino

La mujer que salvó El Molino

 
Cuando cerró El Molino, Poble-Sec se puso a llorar. Es verdad que ya habían cerrado otros teatros y que hacía tiempo que el Paral·lel no era el que era, pero El Molino era un símbolo, querido hasta el punto que los dos gigantes del barrio, los que sacan a pasear cuando es Fiesta Mayor, son una vedet y un camarero del cabaret. Incluso surgió una plataforma ciudadana -Salvem El Molino- para evitar que lo tiraran al suelo...Ha costado, pero al final ha sido la energia de una mujer la que ha salvado el teatro. Se llama Elvira Vázquez y nació en Cartagena en 1953, aunque vive en Cataluña desde los dos años. Hija de una familia de clase media, estudió derecho y, después de una larga estancia en Inglaterra, se decantó por la gestión empresarial. Ahora es administradora de once sociedades, entre las cuales está Ociopuro, la empresa propietaria de El Molino. Creó un equipo implicado en el proyecto hasta el límite y una fundación paralela (FEM), con el objetivo de dar cobijo a todas las entidades y personas que querían que se revitalizara el barrio y el Paral·lel. La empresa ha invertido 15 millones de euros en la reforma.


Adiós al 'kitsh'

Adiós al 'kitsh

 
Para el interiorista, Fernando Salas, el kitsh anterior, que quizá algunos echarán de menos, "hoy sería anacrónico tanto en el plano estético como en el narrativo". Los colores y las formas las dará la luz, que es, según Salas, "la que marcará el espacio".


La coctelería, un espacio de reunión para artistas

La coctelería, un espacio de reunión para artistas



El espectáculo inaugural no solo explicará una historia., sinó que también servirá para explicar las líneas de programación del nuevo Molino. Los lunes serán de autor, y con el asesoramiento de Enric Majó, se invitará a artistas para que expongan sus trabajos, probablemente en formato de monólogos. La coctelería será un espacio donde se encuentren artistas y "amigos del Molino".


 La luz como decoración

La luz como decoración

 
La luz teñirá de colores el edificio y es la parte esencial de la nueva decoración, elaborada por el interiorista Fernando Salas.


Una sala pequeña y alta


Una sala pequeña y alta


La sala, en la que tienen cabida 250 personas, tiene dos anfiteatros y el escenario goza de una plataforma que se elevará y alargará según las necesidades de los espectáculos.

José Serra pisa los talones a la candidata de Lula en los sondeos - El País, es - link (aqui)

 

La ventaja de Dilma Rousseff se reduce de 20 a 4 puntos

JUAN ARIAS - Río de Janeiro - 15/10/2010



José Serra

José Serra, en un mitin celebrado el miércoles en Porto Alegre.- REUTERS


La carrera por la presidencia de Brasil está dando un vuelco tremendo. El candidato socialdemócrata, José Serra, sube como la espuma en los sondeos de opinión y ya se ha colocado a apenas cuatro puntos de Dilma Rousseff, la aspirante del Partido de los Trabajadores (PT) del presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A principios de mes, cuando se celebró la primera vuelta, Rousseff aparecía como la triunfadora absoluta con más de 20 puntos de ventaja sobre su contrincante y era el centro de todas las miradas. Ahora es la sorprendente resurrección de su rival la que llena las portadas de los diarios.

El último sondeo de la empresa Sensus da a Rousseff una intención de voto del 52,3% frente al 47,7% de su rival. Esta encuesta, realizada entre el 11 y el 13 de octubre, es la que augura la elección más reñida. Otros dos dan más distancia a la candidata del PT, pero en cualquier caso muestra una clara recuperación de la imagen de Serra entre el electorado. En la consulta de Datafolha, encargada por TV Globo y Folha de Sâo Paulo, Rousseff aventaja a su oponente en siete puntos de diferencia (48% frente a 41%), y la de Ibope, difundida el pasado domingo en TV Globo y el diario O Estado de Sâo Paulo -que pidió el voto para Serra-, reduce la diferencia a seis puntos (49% a 43%).
Se apuntan dos motivos para explicar el revés de Rousseff en las encuestas: uno son los escándalos de corrupción ocurridos en la jefatura del Gabinete que dirigió Rousseff. Su ex colaboradora y sucesora, Erenice Guerra, tuvo que dimitir por un presunto tráfico de influencias y abuso de poder. El otro es la polémica sobre el aborto, que ha puesto a las Iglesias católica y evangélica en contra de la candidata. Rousseff se declaró primero a favor de la despenalización del aborto y más tarde, ante el temor de perder el voto de los fieles de ambas iglesias, cambió de idea y prometió no tocar ese tema. Igualmente se echó atrás a la hora de apoyar el matrimonio de los homosexuales. Por último, algunos analistas sostienen que a Rousseff le ha acabado pasando factura la sombra de Lula, que la ha situado frente a los electores como una política sin ideas propias.
Para más inri, la aspirante del PT perdió la compostura en los últimos debates, mostrándose muy agresiva contra Serra, algo que no agradó a los electores. La campaña con vistas a la vuelta definitiva del 31 de octubre está en su punto más alto.

Los cafés son para el otoño - El Viajero, El País, es - link (aqui)


Tránsito de Tarifa a Vitoria-Gasteiz con parada apetecible y humeante en diez cafés literarios, modernos, con solera o, simplemente, singulares
CRISTINA CRISOL - 15/10/2010

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Café Flore de París ubicado en el distrito Saint German des Près

"Oh, ¡Cómo me gusta el café azucarado! Es más agradable que mil besos, más dulce que el vino moscatel, Café, Café, te necesito; y si alguien quiere conformarme, oh, ¡que me sirva un café!", J. S. Bach no pudo dejar más claro en su 'Cantata del Café' su amor por este democrático brebaje. Con la llegada del equinoccio de otoño y con la manga larga asentada en la vestimenta, los encuentros, las esperas o las conversaciones entre amigos se establecen alrededor de un café. Solo, cortado, con leche, manchado, irlandés o vienés es sólo cuestión de gustos.

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Interior del acogedor Café de Ruiz en el barrio de Malasaña, Madrid

La tarta de zanahoria del Café de Ruiz (calle Ruiz, 11, Madrid) es espectacular. Este acogedor café se encuentra en pleno centro del barrio de Malasaña. En su carta se pueden encontrar gran variedad de cafés, destacando el cubano y el ruso. Está abierto desde las 14 horas hasta las 3 de la mañana, ideal para tomarse un café o cóctel y luego salir por los bares de Malasaña. Cuando hace buen tiempo abren sus grandes ventanales para que los clientes se sientan como en casa.



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Suelo de mosaico de la libería-café Laie de Barcelona- CRISTINA CRISOL

La Librería café Laie (Pau Claris, 85, Barcelona) es un espacio contemporáneo y relajado para disfrutar de un buen café, tras haber echado un vistazo a su completa librería de la planta baja. Subiendo las escaleras el cliente se encontrará con un espacio idóneo para tomar un café, además ofrecen packs creativos de desayuno o merienda que contrastan con detalles antiguos como el suelo de mosaico catalán. Horario de 9 a 21 horas.


Un imprescindible de Madrid es el Café Gijón (Paseo de Recoletos, 21). Sentarse una tarde, solo, a tomar un café aquí es respirar historia. Fue fundado en 1888 por Gumersindo Gómez, quién sólo puso una condición para su traspaso: no cambiar nunca el nombre. Los cortinajes, espejos, mesas de mármol blanco y los asientos de terciopelo rojo han visto desfilar a figuras literarias como Pérez Galdós, Lorca o Machado.


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Cartel del Café Central de Málaga con los tipos de café en función de la cantidad de leche que lleven



En pleno centro histórico de Malága se encuentra el Café Central (Plaza Constitución, 11), un establecimiento que ha sabido adaptarse al paso del tiempo. Quizás lo más significativo sea que en 1940, su propietario inventó una nomenclatura para todos y cada uno de los tipos de café que se servían en función de la cantidad de leche que se le añadiese. En este lugar suelen darse cita cantaores y bailaores de flamenco para echar un rato de tertulia. Acoge también una confitería con lo que las meriendas con café son toda una delicia.


El nombre del Café de las Horas (Calle del Conde de Almodóvar, 1, Valencia) le viene que ni pintado. En este lugar mágico el tiempo transcurre sin percatarnos de su paso por el entusiasmo que despierta su decoración victoriana y la quietud de su ambiente mecido con música clásica. Además de sus cafés hay una extensa variedad de tés. Ofrece un programa cultural muy amplio, desde lectura de poesía, conversación multilingüe hasta degustación de tés.


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El Café de l'Ópera de Barcelona ofrece más de 300 tipos de tés

En el número 74 del paseo de La Rambla de Barcelona podemos entrar a descansar y tomarnos un café en el modernista Café de L'Òpera. Clásico punto de encuentro frente al Gran Teatro del Liceo. Quien piense tomar un café, bien puede cambiar de parecer al mirar la carta con los más de 300 tipos de tés del mundo que ofertan. El Cafè de l'Òpera dedica cada mes a un producto determinado café, té, whisky... y organiza una serie de charlas y degustaciones para conocer bien este producto gracias a especialistas invitados. El acceso es libre.


Los que han ido al Desafinado Café Jazz (calle S. Antonio Mª Claret, 17, Zaragoza) dicen sentirse en él como en casa. En otoño cuando ya no hace tiempo de terrazas se refugian aquí para compartir un café o una cerveza con muy buena música. Su programación musical es muy cuidada, el jazz y el blues son sus notas predilectas. Un lugar ideal para quedar con los amigos y pasar una agradable tarde/noche. Cierran a las 23:30.


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Café Central de Tarifa también denominado "La Casa Amarilla" por el color de su fachada


El Café Central, ubicado en el centro de Tarifa (calle Sancho IV El Bravo, 10), es más conocido como 'la casa amarilla' por el color de sus muros. Desayunar en esta cafetería es un placer, si el tiempo acompaña tienen la terraza puesta y ahí se podrán saborear su infinidad de zumos naturales de frutas. Si se acude un poco más tarde se pasa ya al picoteo. Las tapas de jamón y queso son generosas y de muy buena calidad, tendrán que ser acompañadas por una copita de Jerez.

Seguro que el Café Caruso en Vitoria-Gasteiz sería una parada obligatoria para el tenor italiano con el que comparte nombre (Calle Enrique Eguren Kalea, 9,). La buena música es uno de sus distintivos, al igual que su extensa carta de cafés. Destaca también la cerveza de barril belga Grimbergen, elaborada por los monjes Norbertinos. Cierran bastante tarde y aprovechan cualquier excusa para activar la vida cultural de la ciudad. Fueron unos abanderados del cómic cediendo el espacio del Café para numerosas exposiciones.


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Interior del Café Jazz Birdland Salamanca- www.BIRDLAND.BIZ

El edificio donde se ubica el café-Jazz Birdland (calle Azafranal, 57, Salamanca) es lo primero que llamará la atención del cliente, detenerse en su fachada es el comienzo de una agradable velada. Este café de dos pisos invita al relax y a la conversación, con música cuidada y una mirada selección de exposiciones. Desde las 10 de la mañana se pueden saborear sus variedades de café hasta bien entrada la noche donde se podrán tomar las primeras copas. No hay que perderse la terraza del último piso.