quinta-feira, 21 de outubro de 2010

MÁRCIA - "Canto Triste" (Edu Lobo & Vinicius de Moraes) 1969



Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

MÁRCIA VOL II

PHILIPS - 1969

Música - Canto Triste

Composição - Edu Lobo & Vinicius de Moraes

Regência e arranjos - Maestro José Briamonte

Márcia (Marcia Elizabeth Raimundo Barbosa)


Letra:


Canto Triste


(Edu Lobo & Vinicius de Moraes)


Porque sempre foste a primavera em minha vida
Volta pra mim
Desponta novamente no meu canto
Eu te amo tanto mais, te quero tanto mais
Há quanto tempo faz partiste
Como a primavera que também te viu partir
Sem um adeus sequer
E nada existe mais em minha vida
Como um carinho teu, como um silêncio teu
Lembro um sorriso teu tão triste
Ah, Lua sem compaixão, sempre a vagar no céu
Onde se esconde a minha bem-amada
Onde a minha namorada
Vai e diz a ela as minhas penas e que eu peço
Peço apenas
Que ela lembre as nossas horas de poesia
Das noites de paixão
E diz-lhe da saudade em que me viste
Que estou sozinho e só existe
Meu canto triste
Na solidão

NANA CAYMMI - "Se Queres Saber" (Peterpan) 1977



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NANA CAYMMI - NÃO HÁ LUGAR

RCA - 1977 Compacto Duplo

Música:


"Se Queres Saber" (Peterpan)


Letra:

Se queres saber
Se eu te amo ainda
Procura entender
A minha mágoa infinda
Olha bem nos meus olhos
Quando eu falo contigo
E vê quanta coisa
Eles dizem que eu não digo

O olhar de quem ama diz
O que o coração não quer
Nunca mais eu serei feliz
Enquanto vida eu tiver

NANA CAYMMI - "Falam De Mim" (Zé da Zilda) 1977



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NANA CAYMMI - NÃO HÁ LUGAR

RCA - 1977 Compacto Duplo

Música:


"Falam De Mim" (Zé da Zilda)


Letra:


Falam de mim,

Mas eu não ligo,

Falam de mim,

Que sempre fui amigo,

Um rapaz como eu

Não merece essa ingratidão,

Falam de mim, falam de mim,

Mas quem fala não tem razão.




Por ciúme ou por despeito,

Falam de mim,

Não está direito

Procederem assim,

Meu coração não merece essa ingratidão

Falam de mim, falam de mim,

Mas quem fala não tem razão !

NANA CAYMMI - "Não Há Lugar" (Vitor Martins & Gilson Peranzzetta & Ivan Lins) 1977



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NANA CAYMMI - NÃO HÁ LUGAR

RCA - 1977 Compacto Duplo

Música:

"Não Há Lugar" (Vitor Martins & Gilson Peranzzetta & Ivan Lins)


Letra:

Não há lugar que eu não vá
Pra me humilhar só pra te ter quando eu quiser

Não há lugar que eu não vá
Pra me humilhar só pra te ter quando eu quiser

Quero e devo ser essa mulher que se curva te paga te entrega e te afaga
Quero e devo ser essa mulher de olhos de abertos que pinga que xinga
Pesa como praga

Não há lugar que eu não vá
Te aborrecer te torturar te envelhecer

Não há lugar que eu não vá
Te aborrecer te torturar te envelhecer

Quero e devo ser essa mulher que se curva te paga te entrega e te afaga
Quero e devo ser essa mulher de olhos de abertos que pinga que xinga
Pesa como praga

Não há lugar que eu não vá
Te aborrecer te torturar te envelhecer

Só louco, só louco......

Bar é fotografia - Sherril V. Schell



Sherril V. Schell 
"Brooklyn Bridge"

Gelatin silver print. Art Institute of Chicago; Julicn Levy Collection.

ELIZETH CARDOSO - "Serenou" (Délcio Carvalho) 1974



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ELIZETH CARDOSO

COPACABANA - Compacto Simples 1974


Música:


"Serenou" (Délcio Carvalho)


Letra:


Serenou, quem não viu?
Quando a aurora despontou
Na hora em que você sorriu
(serenou)
Serenou, quem não viu?
Quando a aurora despontou
Na hora em que você sorriu

Seu sorriso de criança
Que há tanto tempo eu não via
Foi assim como a bonança
Despertou minha alegria
Que morria na lembrança
Como o sol dourando as trevas
E o milagre da alvorada
Pôs um fim no nosso adeus
Fez do inferno um paraíso
Maravilhoso sorriso
Que (brilhou) "bailou" nos olhos seus
(serenou)

Serenou, quem não viu?
Quando a aurora despontou
Na hora em que você sorriu
(serenou)
Serenou, quem não viu?
Quando a aurora despontou
Na hora em que você sorriu.

ELIZETH CARDOSO - "Palavra De Rei" (Joãozinho da Pecadora) 1974



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ELIZETH CARDOSO

COPACABANA - Compacto Simples 1974


Música:

"Palavra De Rei" (Joãozinho da Pecadora)

Bar é fotografia - Richard Polack

http://www.all-art.org/yapan/History%20of%20Photography/7_files/image004.jpg


Richard Polack

"The Artist and His Model, 1911."
Platinum print. Roval Photographic Society, Bath, England.

GAL COSTA - "A Coisa Mais Linda Que Existe" (Gilberto Gil & Torquato Neto) 1968



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GAL COSTA

PHILIPS - Compacto Duplo 1968

Música:

"A Coisa Mais Linda Que Existe" (Gilberto Gil & Torquato Neto)

Letra:


Coisa linda nesse mundo
É sair por um segundo
E te encontrar por aí
E ficar sem compromisso
Pra fazer festa ou comício
Com você perto de mim

Na cidade em que me perco
Na praça em que me resolvo
Na noite da noite escura
É lindo ter junto ao corpo
Ternura de um corpo manso
Na noite da noite escura

A coisa mais linda que existe
É ter você perto de mim
A coisa mais linda que existe
É ter você perto de mim

O apartamento, o jornal
O pensamento, a navalha
A sorte que o vento espalha
Essa alegria, o perigo
Eu quero tudo contigo
Com você perto de mim

Bar é fotografia - Jerry Matchett

http://gallery.photo.net/photo/6061915-md.jpg

Jerry Matchett

"Nude Among the Daisies"

Dóris Monteiro e Miltinho - "Lobo Bobo, Rapaz De Bem, Idéias Erradas, ..., Deixa Isso Pra Lá"



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DORIS MILTINHO e charme

ODEON - 1970

Dóris Monteiro e Miltinho

Faixa 6:

* Lobo Bobo (Carlos Lyra - Ronaldo Bôscoli)
• Rapaz de bem (Johnny Alf)
• Idéias erradas (Dolores Duran, José Ribamar)
• Confissão (Djalma Ferreira, Luiz Bandeira)
• Madeira de lei (Luiz Bandeira, Renato Araújo)
• Deixa isso pra lá (Alberto Paz, Edson Menezes)

Helio Fernandes - Tribuna da Imprensa - link (aqui)

 
 
 
quinta-feira, 21 de outubro de 2010 | 07:10

Da coragem de fazer os dois “Tropa de Elite” à dignidade de proclamar: “Não voto em Dilma ou Serra,não têm compromisso com a verdade”. E se os 135 milhões de eleitores refletissem igual?

Helio Fernandes
Gosto muito da decisão do cineasta José Padilha de vir a público negando que tivesse assinado qualquer manifesto apoiando candidatos, no caso, disseram que era Dilma. Isso mostra como agem os candidatos, falsificam até assinaturas e convicções.
Fico satisfeito, também, pelo fato de ser a posição que defendo aqui claramente, ficando contra os dois candidatos, votando NULO no primeiro turno e repetindo a decisão no segundo turno. Minha análise para não referendar Dilma ou Serra, tem como base exatamente isso ou isto: as mentiras repetidas, a tentativa de mistificar o eleitor, fazendo como faz Serra, toda vez que fala na televisão: “FAÇA COMO EU, VOTE COM O CORAÇÃO”.
No Jornal Nacional, anteontem, Serra começou dizendo: “Não quis trazer para o debate a QUESTÃO DO ABORTO, acho que era natural, foi a Dilma que trouxe o assunto, só comentei o fato dela ser a FAVOR numa oportunidade e CONTRA logo depois”.
Serra quis mostrar grandeza e generosidade, na verdade era apenas indecisão e medo, a questão do ABORTO, tratada por ele, seria típico boomerang. Então ficou apenas no comentário a respeito da contradição dela, um equívoco total e completo em matéria de rumo e ritmo de campanha eleitoral.
A questão do cineasta da “Tropa de Elite”, deixa o pessoal de Dilma tão ofuscado quanto o pessoal de Serra. Ontem mostrei a falta de respeito à verdade tanto de Serra quanto de Dilma, os dois se dizendo INTRANSIGENTES NA DEFESA DA PETROBRAS, na verdade querem apenas “faturar votos”. Por que não explicam quando DEFENDERAM a Petrobras?
A RELIGIOSIDADE dos candidatos é outro ponto mais do que polêmico, verdadeiramente contraditório. Serra mostrou sua “religiosidade” da seguinte forma hilariante: “Sempre que me despeço de alguém, digo, vá com Deus”. Não viu que além de constrangedora, a “explicação” revela enorme babaquice? (Desculpem).
Na questão da corrupção de “parceiros” de campanha, Serra ficou desesperado, também na “entrevista” ao Jornal Nacional, apanhado em flagrante de falsidade, acobertamento e mentira, tudo num episódio único. Quando falaram no Paulo Vieira (mais conhecido como Paulo Preto), Serra mergulhou de cabeça nesses três itens. Vejamos a posição do presidenciável assim que “Paulo Preto” virou personagem.
11 de outubro: “Nunca ouvi falar nesse nome”.
12 de outubro, lógico, dia seguinte: “Paulo Vieira (nome verdadeiro, de batismo) é altamente competente, de grande importância na campanha”.
16 de outubro: “Não houve desfalque algum, se tivesse havido eu teria sabido, não sou homem de não saber das coisas”.
Estava altamente comprometido, não conseguiu DESMENTIR nada na Globo. Aí partiu para a tentativa de desfiguração do fato. Sendo impossível NEGAR A PARTICIPAÇÃO DE PAULO PRETO, encerrou o assunto com esta CONFISSÃO ESPANTOSA: “Não houve desfalque algum, mas mesmo se tivesse havido, TERIA SIDO COM DINHEIRO particular e não do contribuinte”.
Apesar das provas de que Paulo Preto exercia cargos de importância no governo, Serra, que “nunca havia ouvido falar em Paulo Preto”, justifica o “DESCONHECIDO” e tenta absolvê-lo PELO FATO DO DESFALQUE SER DADO COM DINHEIRO PARTICULAR.
E pelo menos esses 4 milhões (é muito mais, fiquemos apenas aí) vieram de DOADORES. E o que o Serra dirá a eles, já que PROCLAMOU QUE DINHEIRO PARTICULAR PODE SER SUBTRAÍDO, não tem dono?
***
PS – Serra não vai ganhar. Mas se por infelicidade, (a palavra serve para rotular a vitória certa da outra candidata) ganhasse, Paulo Preto (e outros da mesma cor e falta de credibilidade) passariam a ter acesso a DINHEIROS PÚBLICOS. Com o aval do ex-chefe PARTICULAR e agora chefe PÚBLICO.
PS2 – Como ambos são indefensáveis, ao lerem esse libelo sobre Serra, lembrem que serve também, milimetricamente, para Dilma.
PS3 – Fico satisfeitíssimo de estar contra os dois candidatos, não de hoje, mas de sempre. Não quero influenciar ninguém, apenas trocar informações, sem recriminar ou criticar quem votar em Dilma ou Serra.
PS4 – Mas seria grande vitória para o País se nenhum dos dois se elegesse. Sei que isso não é possível, mas tenho certeza de que, haja o que houver, nos reencontraremos.
PS5 – Estaremos juntos na TRINCHEIRA QUE OCUPAREMOS NA DEFESA DO GRANDE INTERESSE NACIONAL. Contra as PRIVATIZAÇÕES e principalmente contra as DOAÇÕES.

24 heures photo - Le Figaro, fr - link (aqui)

20/10/2010 | Mise à jour : 17:51

http://www.lefigaro.fr/medias/2010/10/18/20101018PHOWWW00409.jpg


Les automobilistes circulant sur une avenue de la ville de Shari, au Japon, ont rencontré d’étranges visiteurs : deux ours. Les attaques de plantigrades sont en nette augmentation, un phénomène attribué au changement climatique et aux modifications de leur habitat. (AFP)

MARLENE - "Samba Rasgado" (Zé Keti & Jaime Silva) 1956 luizmottafontana 256 vídeos



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VAMOS DANÇAR COM MARLENE E SEUS SUCESSOS

SINTER - 1956


Música:

Samba Rasgado - Zé Keti & Jaime Silva


Letra:

Ai, ai,
Eu não posso ouvir um pandeiro,
Que corro logo a sorrir pro terreiro,
Marcando o compasso no chão,
Ai, ai,
O meu corpo fica tremendo,
O ritmo vai acendendo,
Um grande braseiro no meu coração.

Ai, ai,
O samba rasgado é de fato,
No morro, no clube ou no palco,
Concorre somente para vencer,
Eu gosto do samba sincopado,
Mas francamente, sem este ritmo quente,
Tão quente que até queima a gente,
Eu não sinto o menor prazer,
O Brasileiro canta o samba,
a salsa, o chorinho, e ama rumba
Também no mês de fevereiro,
Só se ouve pelas ruas,
É tumba, moleque tumba !
Mas quem nos representa no estrangeiro,
É o samba rasgado Brasileiro....

(regravação de original em 78 rpm)

Quand Napoléon préparait sa légende - Le Figaro, fr - link (aqui)

20/10/2010 | Mise à jour : 18:09

http://www.lefigaro.fr/medias/2010/10/20/a99fff86-dc63-11df-9a6d-f9c1cccff771.jpg

Bonaparte traversant les Alpes, par Jacques-Louis David. (Thomas Cheng/AFP)

Depuis plus de cent ans, le texte des Mémoires de l'Empereur était oublié. Le voici qui reparaît dans une édition présentée par l'historien Thierry Lentz.

Le fameux Mémorial de Sainte-Hélène de Las Cases et les souvenirs des compagnons d'exil de l'Empereur ont fait oublier que Napoléon avait rédigé ses Mémoires.

LE FIGARO LITTÉRAIRE. Vous publiez les authentiques Mémoires de Napoléon. Or on connaissait fort bien le Mémorial de Las Cases, mais peu de gens connaissaient l'existence de ce livre signé par l'Empereur. De quoi s'agit-il exactement?

Thierry LENTZ. Ces Mémoires sont les véritables Mémoires de Napoléon. Le Mémorial de Las Cases, en revanche, est une œuvre du comte de Las Cases, un membre du Conseil d'État, qui a suivi l'Empereur en exil et relate ses conversations avec lui à Sainte-Hélène. Or Las Cases a pris des libertés avec son manuscrit original. Il fait donc une œuvre personnelle à partir des propos de l'Empereur. En outre, il quitte Sainte-Hélène assez tôt, dès 1816, ce qui n'en fait pas le témoin le plus proche de Napoléon, contrairement à d'autres comme Bertrand, Montholon et, dans une moindre mesure, Gourgaud qui resteront presque jusqu'à la fin. Las Cases s'est empressé de retourner en France pour publier son Mémorial, qui connaîtra dès sa publication un immense succès. On peut dire qu'il s'en est vendu plus de huit cent mille exemplaires, ce qui a été une opération très rentable pour lui, car il avait pris soin de s'éditer lui-même.

Le succès du Mémorial a occulté les véritables Mémoires de Napoléon?

Tout à fait. Même si, en réalité, ils ne s'adressent peut-être pas au même public. Le Mémorial est destiné au peuple, il contribue à forger la légende napoléonienne. Les Mémoires s'adressent davantage à l'historien, car l'Empereur avait l'ambition d'être l'observateur scrupuleux de sa propre épopée. Il avait d'ailleurs demandé aux Anglais, en partant pour Sainte-Hélène, qu'on lui fasse parvenir une immense bibliothèque. C'était là sa plus grande obsession, mais il n'a pas pu tout obtenir (3500 ouvrages sur les 60.000 demandés). Aussi ne pourra-t-il pas rédiger toute l'histoire de son règne. Les parties les plus abouties, celles que nous publions, concernent la campagne d'Italie, la campagne d'Égypte et les Cent-Jours. Napoléon se métamorphose en observateur, il examine les actions de ses adversaires et les siennes. Cette neutralité peut parfois surprendre. Napoléon était très méticuleux et on ne le surprend jamais en flagrant délit de men­songe. Certes, il donne sa vérité. Il y a moins d'anecdotes personnelles que dans le Mémorial. C'est peut-être ce qui explique le succès de l'un et l'oubli de l'autre. Je crois être le seul historien depuis au moins un demi-siècle à avoir utilisé les Mémoires pour examiner les Cent-Jours.

Comment ces Mémoires ont-ils été rédigés?

Napoléon a mis à contribution ses quatre fidèles, Las Cases, Gourgaud, Bertrand et Montholon, à qui il dicte ses Mémoires à marche forcée. Il n'accepte pas de les dicter à des domestiques. Et ces quatre-là re­mettent ensuite leurs notes au mamelouk Ali qui les met en forme, les rend à l'Empereur qui les corrige à nouveau, et ainsi de suite.

Pourquoi Napoléon a-t-il eu avec Las Cases, qu'il connaissait moins, une liberté de ton plus grande qu'avec les trois généraux présents à Sainte-Hélène?

Tout simplement parce que Las Cases est un «penseur», il avait publié un Atlas mondial qui avait eu un grand succès et qui lui donnait, au regard de l'Empereur, une carrure intellectuelle. En outre, Las Cases est un civil, un conseiller d'État, et, en homme des Lumières, Napoléon est toujours plus à l'aise avec les civils qu'avec les militaires. Enfin, le comte n'était pas présent à Waterloo, contrairement aux trois autres généraux; c'est sa chance, car il n'a pas vu l'Empereur perdre pied. Or, dès son arrivée à Sainte-Hélène, Napoléon est obsédé par les circonstances entourant cette défaite. Il va d'ailleurs commencer la rédaction de ses Mémoires par les Cent-Jours et Waterloo. Comme pour essayer de faire le point avec lui-même.

Un avis historique et littéraire sur ces Mémoires?

Chateaubriand a écrit à propos de Napoléon: «Heureusement pour lui, il n'a point écrit sa vie; il l'eût rapetissée.» L'auteur des Mémoires d'outre-tombe s'est trompé sur ces deux points. Napoléon a écrit ses Mémoires et il n'a nullement rapetissé sa vie. C'est un livre de grande qualité. Le mot de la fin revient à Thiers pour qui Napoléon était « un grand écrivain parce qu'il était un grand esprit ».

Mémoires de Napoléon. La campagne d'Italie, Édition présentée par Thierry Lentz,Tallandier, 340 p., 23,90 €.

PF esquiva-se de investigar o PT e o comitê de Dilma - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)



21/10/2010

Valter Campanato/ABr

O resultado parcial do inquérito do Fiscogate revela que a Polícia Federal é capaz de tudo, menos de investigar o PT e o comitê de campanha de Dilma Rousseff. Mais grave: o governo e o PT montaram uma operação para afastar a encrenca da quebra do sigilo fiscal de tucanos da campanha da pupila de Lula.

Nesta quarta (20), Brasília amanheceu sob o impacto da manchete da Folha: “PF liga quebra de sigilo fiscal de tucano à pré-campanha de Dilma”. Ainda pela manhã, numa entrevista improvisada, no Planalto, o próprio Lula aconselhou os repórteres a aguardarem pelos esclarecimentos da PF.

Segundo o presidente, a PF mostraria os fatos “como eles são, não como as pessoas gostariam que eles fossem”. À tarde, seguindo instruções do Ministério da Justiça, o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa (na foto lá do alto) foi aos holofotes, como previra Lula.

"Não foi comprovada utilização [dos dados fiscais] em campanha política", disse Corrêa. A frase serviu de senha para uma outra entrevista. Presidente do PT e coordenador da campanha de Dilma, José Eduardo Dutra chamou de “bicho” o dossiê recheado com os dados ilegais.

Evocando as “conclusões” da PF, Dutra disse que “caiu por terra qualquer tentativa de dar o formato de estrela a esse bicho”. Acrescentou: “Na verdade, o bicho tem perna, pena e bico de tucano”. Acomodou o dossiê no colo do ex-governador mineiro e senador eleito Aécio Neves.

Com suas declarações, Lula, Corrêa e Dutra entraram em litígio com o óbvio. Vão abaixo os fatos que o Planalto, a PF e o PT se abstêm, convenientemente, de enxergar:

1. Abril de 2010: A serviço do comitê de pré-campanha de Dilma Rousseff, os ‘jornalistas’ Luiz Lanzetta e Amaury Ribeiro Jr. reuniram-se num restaurante de Brasília com o delegado aposentado da PF Onézimo de Sousa e arapongas da comunidade de informações.

2. Maio de 2010: A revista Veja revelou a reunião do restaurante e o teor da conversa. Lanzetta e Amaury tentavam montar operação para espionar José Serra. Em entrevista, Onézimo confirmou a encomenda. Disse tê-la recusado. Contou que Lanzetta falava em nome de Fernando Pimentel (PT-MG), à época um dos coordenadores da campanha de Dilma.

Depois, em depoimento no Senado, Onézimo reafirmou o que dissera. Acrescentou um detalhe: na reunião, Amaury informara que dispunha de “dois tiros fatais” contra José Serra.

3. Junho de 2010: A Folha noticiou que um dossiê com dados fiscais do dirigente tucano Eduardo Jorge circulou no “grupo de inteligência” do comitê de Dilma, integrado por Lazetta e Amaury. A revelação resultou na abertura do inquérito da PF.

Abriu-se também uma sindicância na Receita Federal. Já no alvorecer da apuração, dirigentes do fisco apressaram-se em dizer que não havia “conotação eleitoral" nos vazamentos. Tudo não passava de um “balcão de negócios”, movido a “propinas”.

4. Setembro de 2010: Reportagem de Veja informou que o “grupo de inteligência” do comitê de Dilma, desativado depois de virar manchete em maio, manuseara um papelório chamado “Operação Caribe”. Coisa de 40 páginas. Redigiu-as Amaury Ribeiro.  

O documento continha os dados fiscais de familiares, amigos e partidários tucanos de José Serra. O rol incluía a filha do candidato, Verônica Serra. Ouvido, Amaury admitiu a autoria do “trabalho”. Alegou tratar-se de apuração “jornalística”, feita à época em que era repórter do diário “Estado de Minas”.

Na versão de Amaury, petistas invadiram o flat em que ocupava em Brasília, roubaram as informações de seu computador e converteram-nas em dossiê. Curiosamente, o petismo pagava a hospedagem do repórter. E Amaury não deu parte do “roubo” à polícia. Faltou-lhe nexo.

5. Outubro de 2010: O tempo passou. Sobreveio o segundo turno. E nada das conclusões da PF. O governo programara-se para prestar esclarecimentos apenas depois da apuração final das urnas. Súbito, os resultados parciais do inquérito escalaram a manchete da Folha desta quarta (20).

O repórter Leonardo Souza revelou que um despachante de São Paulo admitiu à PF ter recebido de Amaury Ribeiro a encomenda da quebra de sigilo fiscal de oito parentes, amigos e companheiros de partido de José Serra. Amealhou R$ 12 mil.

Veio à luz também depoimento do próprio Amaury à PF. Reconheceu ter contactado o despachante. Coisa de setembro de 2009, época em que trabalhava no diário mineiro. Alegou que mirara em José Serra para “proteger” Aécio Neves. Por quê?

Descobrira que, a serviço de Serra, que disputava a vaga de presidenciável com Aécio, o deputado tucano e ex-delegado Marcelo Itagiba (RJ) perscrutava a vida do ex-governador mineiro. Não esclareceu se conversou com Aécio, que, em nota, negou enfaticamente vinculação com o malfeito.

Ao dizer que “não foi comprovada utilização [dos dados] em campanha política”, o diretor-geral da PF apaga da investigação todo o ano de 2010. Ao declarar que o “bicho” é tucano, o presidente do PT acomoda um manto diáfano sobre a ação do “grupo de inteligência” que o comitê de Dilma teve de desmontar às pressas.

A dupla deixa boiando na atmosfera uma série de interrogações. Por exemplo: Por que a PF não intimou para depôr o ‘jornalista’ Lanzetta, o ex-coordenador Fernando Pimentel e o delegado aposentado Onézimo? Ainda que se admitisse, para efeito de raciocínio, a origem tucana das violações, quem converteu os dados ilegais em dossiê foi o comitê petista de Dilma, não o tucano Aécio Neves.

Num procedimento inusitado, o PT levou ao seu portal na web as explicações do delegado Alessandro Moretti. Escalado para falar aos jornalistas ao lado do diretor-geral Corrêa, ele discorreu sobre a investigação. Parou em 2009. Nada sobre a fase em que o “bicho” ganhou a vistosa forma de “estrela”


           

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Escrito por Josias de Souza às 05h49

Vintage trailer in Blogbar - The Magnificent Seven (1960)

Comercial antigo - Steak Sauce/Steakburgers

Charge do dia

 

http://diariodonordeste.globo.com/img/capa2/online/%7B2214CA01-A311-4F73-84C6-559CFAED9E95%7D_charge.jpg


Sinfrônio - Diário do Nordeste - Fortaleza, CE

Dilma abre onze pontos sobre o rival Serra, diz Ibope - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)




20/10/2010

Saiu mais uma pesquisa do Ibope. Informa que, no intervalo de uma semana, a vantagem de Dilma Rousseff sobre José Serra subiu de seis para 11 pontos.

De acordo com o Ibope, Dilma dispõe agora de 51% das intenções de voto, contra 40% atribuídos a Serra.   

Votos brancos e nulos foram contabilizados em 5%. Os eleitores indecisos somam 4%. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.

Na conta que inclui apenas os votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), Dilma vai a 56%. Serra, 44%. Diferença de 12 pontos.

Em sondagem divulgada há uma semana, o Ibope atribuía a Dilma 53% dos votos válidos. A Serra, 47%. A diferença era, então, de seis pontos.

Também nesta quarta (20), veio à luz pesquisa Sensus. Em nova evidência de que as pesquisas não falam a mesma língua, a diferença é bem menor: cinco pontos.

Para o Sensus, Dilma manteve-se estável. E Serra amargou ligeira queda. Para ela, 46,8%. Para ele, 41,85 %.

Na sondagem anterior do Sensus, Serra dispunha de 42,7%. Havia, então, um quadro de empate técnicos, já que a margem de erro é de 2,2 pontos.

O Sensus foi ao meio fio nos dias 18 e 19. O Ibope ouviu os eleitores entre os dias 18 e 20. Na melhor hipótese, um dos dois está errado. No pior cenário...


Escrito por Josias de Souza às 22h52

A doce vida



Stand by

O Palácio dos Bandeirantes deve manter em férias, até o final do mês, a jornalista Tatiana Arana Cremonini, filha de Paulo Preto nomeada por Serra para o cerimonial do governo.

Renata Lo Prete - Coluna Painel, Folha de São Paulo  (aqui)

Matrioskas: el tótem fashionista de la temporada - Vanitatis, es - link (aqui)

   

http://www.elconfidencial.com/fotos/portada_nueva/2010102057matrioska_confi.jpg


@Laura S. Lara - 21/10/2010

http://www.vanitatis.com/fotos/2010102085matrioska_1.jpg


Son alegres, coloridas y muy femeninas. Su origen se teje entre la fantasía y la realidad. Las tradicionales muñecas rusas de madera, hoy el principal souvenir de ese país, no sólo colman los escaparates de las tiendas de decoración, sino que también protagonizan variadas colecciones de moda, joyería y complementos. Las matrioskas son el icono indiscutible del invierno. Todo un tótem fashionista que no debe faltar en nuestra casa, y ahora tampoco en nuestro armario.
También conocidas como mamushkas, estas populares figuras que albergan en su interior otras iguales pero de menor tamaño, llegaron a Rusia desde Japón a finales del siglo XIX y, aunque nacieron como un juguete con una curiosa leyenda a sus espaldas, hoy en día, son un elemento decorativo que se ha convertido en todo un símbolo de Rusia y de su cultura.


http://www.vanitatis.com/fotos/2010102052zara_i.jpg

Las matrioskas siempre han sido una expresión del arte que nunca pasa de moda. Así, hace unos meses, Kenzo dedicó un diseño exclusivo a estas muñecas, con un frasco de perfume en cuyo interior encontrábamos la botella de perfume con la amapola que identifica a la firma. En cosmética, Pupa decidió usar las mamushkas para una divertida colección de estuches de maquillaje a los que llamó Puposkas. Y en bisutería, Accesorize acaba de lanzar una amplia línea de complementos formada por pendientes, collares, pulseras... con este simbólico must have.
El lujo también se ha hecho eco de la creciente popularidad de estas polifacéticas muñecas. Chanel aprovechó su figura para crear un exclusivo bolso tipo clutch y convertir a las matrioskas en icono de moda y sofisticación, firmada por el sello inconfundible de la casa. Algo a lo que la revista Vogue rusa contribuyó el año pasado, cuando celebró su décimo aniversario convocando a algunos de los más importantes diseñadores (Cavalli, Dolce&Gabbana, Prada, Ralph Lauren, Gucci, Versace...) para decorar los cuerpos de estas muñecas de madera.
En ropa, por supuesto, tampoco podían faltar: faldas, pañuelos, camisetas, cinturones, bolsos... Las mamushkas son el símbolo de la buena suerte de esta temporada. Ailanto las ha convertido en las protagonistas de su colección para este otoño-invierno, al igual que Pepa Kernero, pero también pueden encontrarse en los diseños de cadenas como Zara o Bershka.

Santander no podrá apuntarse la venta de Brasil como capital hasta 2013 - Cotizalia, es - link (aqui)

 


http://www.cotizalia.com/fotos/economia/2010101942botin3_int.jpg


El presidente del Banco Santander, Emilio Botín (EFE).



@Eduardo Segovia - 21/10/2010 06:00h


El nuevo golpe de efecto de Emilio Botín, la venta del 5% de su filial brasileña al fondo soberano de Qatar por 1.953 millones de euros, no le servirá para reponer a corto plazo el consumo de capital que ha supuesto la reciente oleada de adquisiciones del banco. Aunque estima que aportará 0,25 puntos a sus ratios de solvencia, esta aportación no se producirá hasta 2013, que es cuando se canjearán los bonos que han comprado los qataríes por acciones del Banco Santander Brasil.
La razón es que el acuerdo deja abierta la posibilidad de que estos bonos convertibles se canjeen por acciones viejas o nuevas, a elección del Santander, lo cual deja en el aire la cantidad que podrá apuntarse en sus ratios de capital: si son acciones viejas, sólo podrá destinar las plusvalías de la venta (no reveladas por Santander); pero si son nuevas, tiene derecho a apuntarse el importe íntegro de la transacción, ya que se trataría de una ampliación de capital.
De acuerdo con las normas de solvencia, esta opción impide que el Santander incluya la operación de Brasil desde ahora en sus fondos propios; y además, tendrá que pagar al fondo de Qatar un interés del 6,75% anual.
Esto es lo contrario de lo habitual con los bonos de este tipo: cuando son obligatoriamente convertibles, como en este caso, las entidades pueden incluirlas en su core capital sin esperar al canje; ésa es la razón por la que BBVA, Sabadell o Popular emitieron estos instrumentos en 2009 (y el propio Santander en 2008). Pero en todos estos casos, quedaba claro que el canje se haría por acciones nuevas.
Caída del capital básico hasta el 7,2%
De esta forma, Santander no podrá compensar la caída de sus ratios de solvencia consecuencia de las numerosas compras que ha realizado en los últimos meses: la adquisición del 70% de la entidad polaca Bank Zachodni WBK por 2.938 millones de euros, la compra de las 318 oficinas de Royal Bank of Scotland en Reino Unido valorada en casi 2.000 millones de euros, la del negocio minorista de SEB en Alemania por 555 millones y la del 25% que tenía Bank of America en la filial del Santander en México por otros 2.100 millones en junio.
Todas estas operaciones reducirán el core capital del Santander desde el 8,6% en que cerró junio hasta un nivel de entre el 7,2% y el 7,4%, en función de la participación que finalmente adquiera en el banco polaco. Ahora bien, esa reducción tampoco será inmediata, porque las operaciones de RBS y del BZ WBK se completarán el próximo año.
Cumplirá Basilea III sin problemas
Además, el banco español ha demostrado una gran capacidad de generación orgánica de capital en los últimos trimestres, gracias sobre todo a los ingresos de Brasil. Por tanto, tiene tiempo para reponer el capital consumido a la espera de contabilizar la operación brasileña, siempre y cuando su negocio no sufra un deterioro adicional por culpa de la crisis.
Por otra parte, la reforma de Basilea III ha dejado finalmente el estándar de core capital en el 7% en vez de en el 8% que esperaba casi todo el mundo, con lo que Santander seguirá cumpliéndolo perfectamente a pesar de todas estas compras.

Merkel pide disculpas por la foto con Özil - El Mundo, es - link (aqui)

Protestas de la comunidad musulmana


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Rosalía Sánchez | Berlín
Actualizado miércoles 20/10/2010 22:15 horas
 
Durante el Mundial de Sudáfrica, Merkel comprobó el efecto propulsor con el que sus fotos animando enfervorecidamente a la selección alemana elevaban su popularidad en las encuestas y, quizá por eso, ahora acude al campo con más frecuencia. El pasado fin de semana, asistió al Alemania-Turquía y no tuvo reparos en bajar incluso a los vestuarios para felicitar a los jugadores por el 3-0 y estrechar la mano de Mesut Özil, que también aquí es un ídolo y al que la canciller se ha referido expresamente en dos ocasiones como ejemplo de integración para los inmigrantes musulmanes. La foto levantó ampollas entre los 2,9 millones de turcos que viven en Alemania, que sufrieron doblemente el gol marcado por Özil con la camiseta blanca, y Merkel ha tenido que pedir disculpas.
La canciller ha llamado por teléfono al presidente de la Federación Alemana de Fútbol (DFB), Theo Zwanziger, que en declaraciones públicas había lamentado la visita a vestuarios, de la que no estaba informado y que había sido politizada. Merkel le explicó que en la iniciativa de saludar a los futbolistas, en la que no estaba sola, sino acompañada por el acompañada por el presidente alemán, Christian Wulff, y una hija de éste, no había intencionalidad política alguna.
La foto del jugador madridista, con el torso desnudo, fue difundida por el fotógrafo de la canciller y se convirtió en portada en muchos medios alemanes. Según fuentes de la Cancillería de Berlín, su difusión fue autorizada por el seleccionador, Joachim Löw, y el manager de la selección, Oliver Bierhof, pero no por Zwanziger.

El candidato socialdemócrata Serra es agredido en un acto electoral - El País, es - link (aqui)

 

El político fue atacado por un grupo de activistas del partido de su oponente, el Partido de los trabajadores

JUAN ARIAS / AGENCIAS - Río de Janeiro - 20/10/2010


Serra, agredido en campaña.

Serra, candidato a las presidenciales brasileñas, se protege la cabeza tras ser alcanzado por un objeto lanzado por partidarios de su contrincante política.- REUTERS


El candidato oposicionista para las elecciones presidenciales brasileñas, el socialdemócrata José Serra tuvo que interrumpir este miércoles por la tarde los actos de su campaña electoral en Río de Janeiro tras haber sido golpeado en la cabeza por un objeto aún no identificado por un grupo de activistas del Partido de los Trabajadores, el partido del presidente saliente Luiz Inácio Lula da Silva.

El candidato a la presidencia tuvo que refugiuarse dentro de una tienda en el barrio de Campo Grande, en la zona oeste de la ciudad, donde otras tiendas cerraban tambien sus puertas ante la refriega entre los activistas de la candidata oficial, la ex guerrillera Dilma Rousseff, y los seguidores del oposiconista, que se enfrentarán el próximo día 31 en la segunda vuelta de las elecciones.
Serra fue llevado al Hospital Samaritano donde fue sometido a exámenes ya que se sintió mareado tras el golpe recibido en la cabeza. Los médicos, que no encontraron ninguna lesión visible, le pidieron que interrumpiera igualmente los demás actos de campaña previstos durante el día y que regresara a Sào Paulo, para someterse a nuevos exámenes. Poco después su equipo de campaña emitía un comunicado en el que anunciaba que cancelaba sus actividades para someterse a una tomografía y guardar reposo.
El acto de agresión ha sido visto como indicador de una campaña electoral que según ha comentado Lula "está siendo una de las más sucias y violentas" de los últimos tiempos. Mientras, los activistas de izquierdas llamaban a Serra "asesino", él comentó que sus agresores "parecían la tropa de asalto de los nazis".
"Nuestra candidatura reafirma su posición por la paz, tolerancia y un gobierno de unidad nacional, pues entiende que ese es el único camino para el progreso de Brasil", concluye el comunicado.

Condecoración real para la zapatera - El País, es - link (aqui)

Condecoración real para la zapatera


REUTERS | 20-10-2010

La reina Isabel ha condecorado a Tamara Mellon, fundadora de la lujosa marca Jimmy Choo, por su contribución al diseño y la creatividad en el mundo del calzado y los complementos.