terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

The Beach Boys - Girl Don't Tell Me

 
 

The Zombies - She's Not There

 
 

Pushin Too Hard -The Seeds (1967)



The Poets , I Am So Blue

 
 

The Beau Brummels - Just Wait and See

 
 

The Knickerbockers / Lies

 
 

The Rains Came-(Rain Rain Rain)-The Sir Douglas Quintet-1966

"I Hear Ya Talkin" Bob Wills and his Texas Playboys

 
 

Fleetwood Mac - Landslide (with lyrics)

 
 

The Rolling Stones- Under The Boardwalk

 
 

The Cowsils_ The Rain, The Park, & Other Things

 
 

Gary Lewis & The Playboys - Count Me In (1965)

O mais do mesmo

 
 
Deu na Tribuna da Imprensa (aqui)
 
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 | 05:10

A vitória que o povo do Egito não conquistou, apenas entreviu. 80 milhões de habitantes, há 30 anos triturados por ditadores. Foram para as ruas, protestando, revoltados. Emparedaram Mubarak, entronizaram os militares que o mantinham.

Helio Fernandes
É a eterna luta dos que por acaso chegam ao Poder, nas mais diversas circunstâncias, vão mudando um “pouquinho” de cada vez, dominam com compromissos falsos, promessas enganadoras, falam das coisas que o povo gosta de ouvir. Afinal, é sempre o que pedem, ou melhor, o que o cidadão deseja e aceita como uma dádiva: considerá-los como salvadores, aqueles que vão proporcionar o que sempre desejaram.
Isso serve para Mubarak e o Egito, mas também para ditadores de outros países, principalmente nessa região habitada pelo “povo árabe”. Como ditadores que só querem o Poder e suas maravilhosas vantagens, não se incomodando com o povo, vão acomodando e se eternizando, com esse mesmo povo em silêncio.
Excluída a parte religiosa, fundamental, principal e colossal nesses países, que só sabem e só podem ficar no poder através dessa influência religiosa, vão mistificando de todas as maneiras. No Egito, o povo foi para as ruas em pequeno número, levantados imediatamente pela internet, se transformou num problema não apenas para o Egito, envolvendo praticamente o mundo inteiro.
Todos os vizinhos do Egito (com exceção de Israel, que tem uma democracia singular) vivem em ditaduras. Com os mesmos ditadores, ou então herdeiros. No próprio Egito, Mubarak já se preparava para passar o cargo ao filho Gamal.
Aliás, o auge, o apogeu, a farsa da “eleição de setembro”, se revela por inteiro no episódio do filho Gamal. Mubarak, sem nenhuma resistência ou protesto, anunciou: “Gamal assumirá depois da eleição de setembro”.
Ditador compenetrado, com 80 anos de idade e 30 de Poder absoluto, só tinha confiança nele mesmo, e no filho. Usava esse SETEMBRO DA ELEIÇÃO, como forma de parecer conciliador. Tentou até o fim usar esse setembro da eleição, tão democrática que com 6 meses de antecedência já se conhecia do vencedor.
(Conhecemos bem esse processo, tivemos duas ditaduras escancaradas e outra oculta, que foi [seria] a primeira pelo VOTO DIRETO. Em todos os estados, os “líderes” entregavam as cédulas fechadas com a explicação: “É só colocar na urna”. Alguns perguntavam: “Como vou saber quem é o meu candidato?” Resposta dos marqueteiros da época: “Se o VOTO É SECRETO, como é que você quer saber quem o candidato?”)
Pode ser até alguma decisão proveitosa. Não acredito. Nada chegou ao fim, a não ser o destino do próprio Mubarak. Como está há seis anos com câncer e cientistas respeitados garantem que a depressão aumenta o Poder destruidor do câncer, hoje, quem estará num processo de depressão maior do que o já ex-dirador?
Perdeu o Poder, a Liberdade, a fortuna acumulada (roubada). E aos 81 anos, se sobreviver, sabe que não terá a menor possibilidade de recuperar qualquer coisa.
Não acreditem em nada do que está sendo anunciado como VITÓRIA DO POVO DO EGITO”. Não ganharam nada, ou melhor, perderam tudo. E o mais lamentável, malévolo, exemplo perigoso para o futuro: “Os militares estão assumindo para cumprir as duas principais reivindicações do povo”. Primeiro timidamente, depois levadas em massa para as ruas pelo estímulo da internet.
Quais essas duas reivindicações? 1 – Fechamento do Congresso. 2 – Nova Constituição. Como era exatamente o que os militares queriam e pretendiam, Mubarak não concedia, porque sabia que perderia Poder para eles. Aí afastado Mubarak, fizeram  logo.
Com a garantia (?) de que “não seria preso nem teria os bens congelados”, os militares formaram uma Junta Militar, (que chamaram de Conselho) e fecharam o Congresso. O povo vibrou, “estão fazendo o que pedimos nas ruas”. Como é fácil enganar o povo, mesmo em massa, nas ruas. (Aliás, os poucos que ficaram foram retirados).
O segundo ponto da exigência, a nova Constituição, será CUMPRIDO pelos militares. Haverá uma outra Constituição, lógico, será NOVA. Mas segundo eles mesmos garantem: “Será apresentada em setembro”. Não disseram se antes ou depois da eleição democrática (?) desejada, mas já inteiramente desmoralizada depois de 13 dias do povo nas ruas.
Durante os 6 meses que vão de agora a setembro, governarão sozinhos. Se tiverem tempo disponível, e se considerarem importante, tratarão de alguns pontos da Constituição que mostrarão em setembro.
Mas como governarão sem prestar contas a ninguém, anteciparão itens da NOVA Constituição. 1 – Prisão para os que incitarem o povo à rebelião. 2 – E como isso ocorreu com influência e interferência da internet, alguma surpresa se for cerceada ou censurada?
***
PS – Toda aquela região de ditadores, apesar do Poder exercido por um tempo realmente incalculável, está assustada. (Esse susto construirá alguma coisa? Nada. Mas alguns dias, estarão satisfeitos).
PS2 – Não quer dizer que renunciarão, serão mais atenciosos e complacentes? (Nem usarei a palavra democrática, muitos não concordarão).
PS3 – De qualquer maneira, a situação de complicou. Mubarak saiu, ficaram os generais que o apoiavam. Isso é vitória? Serão meses e meses de incerteza e sofrimento. E sem saber o que acontecerá. Esta é a realidade.

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Charge do dia

  


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El Roto - El País, es

Al gusto de todos: croquetas sorpresa - Vanitatis, es - link (aqui)

Rosa Pertierra - 14/02/2011

Parece ser que las croquetas son originarias de Francia, aunque son mucho más populares en los Países Bajos y en España. La base de las croquetas suele ser la bechamel, que se mezcla con otros ingredientes en cantidad abundante. Estos pueden ser jamón serrano, huevo duro, bacalao, pollo… ¡las hay hasta de chocolate! En esta ocasión, Rosa Pertierra*, profesora de la Escuela de Cocina Pimienta y Sal, nos propone unas croquetas rellenas de foie y boletus, y otras…. ¡sorpresa! 


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Ingredientes para 6 personas

- 130 gr de harina
- 100 gr de mantequilla
- Leche
- 100 gr de mozarella en dados
- Orégano
- 1 huevo batido
- Pan rallado
- Pimienta y Sal

Manos a la obra

Fundimos la mantequilla y rehogamos en ella el harina hasta que dore ligeramente. Vamos incorporando la leche tibia poco a poco, sazonamos y ligamos hasta que nos quede una masa que se separa de los lados de la cazuela, entonces extendemos en una bandeja, cubrimos con film y enfriamos. Una vez fría formamos la croqueta poniendo un trozo de mozarella y un toque de orégano en el centro y envolvemos en forma redonda, con cuidado de que quede bien cubierto el queso con la bechamel.

Liamos las croquetas pasándolas por huevo batido y después pan rallado, y finalmente las freímos en abundante aceite de oliva.


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Croquetas de foie y boletus
Ingredientes

- 100 gr de harina
- 100 gr de mantequilla
- Leche
- 50 gr de boletus secos
- 50 gr de foie micuit
- 1 huevo batido
- Pan rallado
- Pimienta y Sal

Con las manos en la masa

Hidratamos las setas en agua tibia 10 minutos. Fundimos la mantequilla y rehogamos en ella las setas bien escurridas y picadas, añadimos entonces el harina hasta que dore ligeramente, incorporamos el foie en daditos y vamos incorporando la leche tibia poco a poco, sazonamos y ligamos hasta que nos quede una masa que se separa de los lados de la cazuela. Entonces extendemos en una bandeja, cubrimos con film y dejamos enfriar.

Liamos las croquetas pasándolas por huevo batido y después pan rallado, y finalmente las freímos en abundante aceite de oliva.

*Rosa Pertierra es chef de cocina y repostería por “Le Cordon Bleu” de Londres.

La berenjena, un comodín mediterráneo - Vanitatis, es - link (aqui)



Caius Apicius (Efe) - 15/02/2011

Ratatouille, pisto, caponata, samfaina, musaca, tumbet... Son platos muy representativos de las diversas cocinas mediterráneas, con ingredientes variables, pero que tienen como común denominador un fruto que pocas veces citamos cuando hablamos de la tan cacareada dieta mediterránea: la berenjena.


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Es curioso, pero la berenjena forma, con el tomate y el pimiento, una especie de trilogía de la despensa vegetal mediterránea... sin que ninguna de esas tres plantas sea originaria de la cuenca del Mare Nostrum. De las tres, la de más dilatada presencia a las orillas del mar que fue tanto tiempo el centro de nuestro mundo es... la berenjena.
Es una solanácea, como la patata o el tabaco, ya ven qué cosas, y Linneo la llamó Solanum melongena. Su cultivo es muy antiguo: hay indicios que las sitúan hace cuarenta siglos en el sudeste asiático, más concretamente en el estado indio de Assam, pero también en Birmania y, cómo no, en China. Poco a poco inició su viaje hacia Occidente, con la clásica escala en Persia, desde donde los árabes la introdujeron en la España medieval.
El tomate y el pimiento, que también pertenecen a la familia de las solanáceas, llegaron en manos distintas a Europa, traídos por los españoles desde las Indias Occidentales allá por el siglo XVI. Curioso: las tres son solanáceas, las tres proceden de las Indias (la Oriental una, las Occidentales las otras dos), y las tres tienen carta de naturaleza mediterránea... o ¿son ustedes capaces de concebir la cocina mediterránea sin ellas?
Centrémonos ahora en las berenjenas, y no precisamente en esa delicia que son los ejemplares enanos de Almagro, tan apetecibles en el aperitivo. Si viajan a Grecia o Turquía se las encontrarán en las distintas versiones de musaca; en Italia les saldrán al encuentro ya desde el antipasto, y aparecerán en guisos como la caponata siciliana o la ciambolla calabresa; en Malta llaman a eso kapunata.



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También el tumbet es un clásico de la cocina balear, como la samfaina es una de las bases de la cocina catalana clásica; en la Provenza hay que comer una buena ratatouille... y en España un pisto manchego. Berenjenas. Con más cosas, pero berenjenas al fin y al cabo.
Enredando un día con estas cosas, y pensando en darles a las berenjenas, de alguna manera, una textura diferente, crujiente, atractiva, evitando al mismo tiempo que se manifestase su propensión a empaparse de aceite cuando se las fríe, nos pusimos a ello: un pastel de berenjenas, emparentado con todo lo anterior pero a nuestro estilo, cubierto de una dorada y crujiente capa de pasta.
A ello. Lavamos un par de hermosas berenjenas y las cortamos al medio. Las pusimos en la olla exprés, con apenas un dedo de agua y un punto de sal. Esperamos que el pitorro comenzase a dar vueltas y, entre tres y cuatro minutos más tarde, las retiramos.
Con una cuchara, les extrajimos la pulpa, que picamos fina. Redujimos al mismo estado un par de tomates rojos, pelados; una cebolleta, y un calabacín pequeño. A partir de aquí, el proceso clásico: sofreímos la cebolleta hasta que empezó a ponerse transparente, añadimos los tomates y, un poco después, el calabacín. Salpimentamos. Incorporamos las berenjenas y, en nuestro caso, tocino.
Tocino bien entreverado, abundante en carnes, que cocimos primero, para eliminar en seguida piel y grasa y quedarnos con esas hebras, que picamos también muy pequeñas e incorporamos al guiso con las berenjenas. Un breve calentón conjunto es suficiente.
Mientras, cocimos macarrones -pueden usar penne rigati- en agua con sal al dente, siguiendo las instrucciones del fabricante. Acabamos: extendimos una capa de vegetales en una bandeja amplia de horno, y la cubrimos con la pasta, escurrida y colocada con cuidado encima, un macarrón al lado del otro.



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Así las cosas, rallamos sobre la pasta, imparcialmente, queso parmesano y queso de Gruyère -éste es divertido porque, a diferencia del otro, hace hilos- y llevamos la bandeja al horno. Gratinamos hasta que los quesos, fundidos, formaron una costra apetitosa, dorada, en la que estaban alegres hasta los macarrones, que se levantaban por sus extremos. En ese momento, sin más dilaciones, a la mesa, donde esperaba un excelente verdejo de Rueda, como podría haberlo hecho un no menos espléndido godello de Valdeorras.
La degustación, con el contraste de texturas y la combinación de sabores, que son dos conceptos distintos, no pudo resultar más satisfactoria, así que ahí la dejo expuesta a su consideración.
Ahora que lo pienso, si nos vamos a los orígenes de cada cosa, usamos ingredientes asiáticos, americanos y europeos. Todos, con siglos de permanencia y hasta diría que preeminencia en las cocinas del Mediterráneo. Como verán, esto de la globalización de la gastronomía ni es una cosa surgida ayer ni tiene por qué ser algo negativo. En estos asuntos de la buena mesa, la multiculturalidad suele funcionar muy bien.

Ruby, en bragas para publicitar un libro - El Mundo, es - link (aqui)



Irene Hdez. Velasco (Corresponsal) | Roma
Actualizado lunes 14/02/2011 17:45 horas
 
Aprovechando sus cinco momentos de fama Ruby Robacorazones, la joven marroquí con la que según la fiscalía de Milán Silvio Berlusconi mantuvo relaciones sexuales retribuidas cuando ésta tenía 17 años (lo que le ha valido al primer ministro italiano el ser acusado de un delito de prostitución de menores), se ha metido a hacer publicidad.
La joven protagoniza la campaña publicitaria de 'El laberinto Femenino', un libro escrito por un tal Alfonso Luigi Marra, abogado y ex europarlamentario por las filas de Forza Italia, el partido fundado por 'Il Cvaliere'.

 
En el vídeo Ruby aparece en bragas y sujetador negro e invita al personal a adquirir la última obra literaria de Alfonso Luigi Marra, quien desde hace ya años se dedica a denunciar y a combatir los privilegios y el poder de la banca.
"Ahora que el régimen ha desnudado a la sociedad se busca un chivo expiatorio, porque culpable o no sirve para distraer de la necesidad de un verdadero cambio", dice la sensual joven en el spot, después de que un hombre con máscara y capa le quite el vestido rojo que la cubría.
"En los libros de Marra se encuentra todo aquello que no deberíamos saber. Del sexo al amor, del paro a la economía, del etiquetado a la reforma institucional europea", añade llevándose una mano al pecho, como si tratar de tapar su desnudez.
Ruby Robacorazones, cuyo nombre se encuentra en el epicentro de la investigación de la fiscalía de Milán sobre las fiestas bunga-bunga de Berlusconi, sostiene a continuación que "la raíz del mal se encuentra en el poder de las bancas" e invita al respetable a clicar en el sitio 'www.fermiamolebanche.it' para descargarse de Internet las 140 primeras páginas del libro de Marra.
Según el autor la marroquí ha cobrado por su participación estelar en el anuncio una cifra "muy contenida", aunque no ha querido precisar el monto de la misma. Del spot en cuestión hay dos versiones: una de 30 segundas destinada a las televisiones italianas y otra de dos minutos destinada a Internet y en ocho lenguas, incluidas el árabe y el chino.