sexta-feira, 25 de março de 2011

Nat King Cole ( Sweet Lorraine )

 
 

78rpm: The Mole - Harry James and his Orchestra, 1941 - Columbia 36599

 
 

Margaret Whiting singing "Moonlight In Vermont" (Lana Turner tribute)

 
 

Personality - Johnny Mercer

 
 

Casablanca - As Time Goes By - Original Song by Sam (Dooley Wilson)



ELLA MAE MORSE MISTER FIVE BY FIVE 1942

 
 

MERRILL MOORE - HOUSE OF BLUE LIGHTS - 1952 .

 
 

The Gypsy - Quincy Jones and His Orchestra

 
 

O bar e os acessórios

 

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Miu Miu

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(Source - The Independent, uk)

Brasil vota contra Irán en Naciones Unidas por primera vez en una década - El País, es - link (aqui)

 

En sus ocho años del Gobierno, Luiz Inácio Lula da Silva se abstuvo siempre de condenar o imponer sanciones a Teherán

J. A. - Río de Janeiro - 24/03/2011

La presidenta brasileña, Dilma Rousseff, dio ayer un vuelco significativo a la política exterior del país en relación con Irán, al haber votado en contra del régimen de Teherán en Naciones Unidas por primera vez en 10 años. El representante de Brasil apoyó en el Consejo de Derechos Humanos de la ONU, en Ginebra, una resolución propuesta por Estados Unidos, a favor del envío de un relator especial a Irán para investigar violaciones de los derechos humanos cometidas por el Gobierno de Mahmud Ahmadineyad.

Dilma Rousseff

Dilma Rousseff, en un acto en febrero de 2011.- EFE

En los ocho años del Gobierno de su antecesor, Luiz Inácio Lula da Silva, Brasil se abstuvo siempre en las votaciones que condenaban a Irán o le imponían sanciones, bajo la justificación de que dichas medidas de condena o de sanción no eran un "instrumento eficaz" para resolver los problemas de ese país.
Lula se reunió amistosamente en Teherán con Ahmadineyad, no quiso dialogar con la oposición, ni siquiera con los sindicalistas, y llegó a comparar las revueltas de la oposición en Irán con motivo de las últimas elecciones con las disputas entre los hinchas de dos clubes de futbol.
El líder iraní fue también recibido en Brasilia por Lula con elogios y con manifestaciones en contra de la comunidad judía brasileña, por haber negado Ahmadineyad la existencia del Holocausto.
El cambio del Gobierno de Rousseff en la política exterior se advirtió enseguida, tras afirmar en una entrevista al diario Washington Post que si ella hubiese sido presidenta cuando Brasil votó en contra de la resolución de la ONU que condenaba la violación de los derechos humanos en Irán, la posición brasileña hubiera sido diferente. Rousseff ha afirmado que quiere hacer de su Gobierno un baluarte de "defensa de los derechos humanos" y se ha mostrado en contra de "todas las dictaduras del planeta".
Los análisis políticos apuntan que Rousseff desea conseguir lo que Lula nunca consiguió: un puesto permanente en el Consejo de Seguridad de la ONU. Ayer mismo volvió a insistir en que "es impensable" hacer una reestructuración de dicho consejo "sin tener en cuenta a Brasil".
La presidenta sabe muy bien que con la actitud de su antecesor, condescendiente con los regímenes dictatoriales, EE UU nunca daría su visto bueno a las aspiraciones de Brasil. De ahí quizás también su cambio de postura y su mayor acercamiento a Washington, como quedó patente durante la reciente visita de Obama a Brasil.

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Charge do dia

 


http://www.elpais.com/recorte/20110325elpepivin_3/XLCO/Ges/20110325elpepivin_3.jpg

El Roto - El País, es

Família de JK vai à Justiça para protegê-lo de Kassab - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)



25/03/2011

Anna Christina Kubitschek Pereira, neta de Juscelino, decidiu levar o prefeito Gilberto Kassab às barras dos tribunais.
Presidente do Memorial JK, monumento assentado em Brasília, a neta do ex-presidente abespinhou-se com uma iniciativa do ‘ex-demo’ Kassab.
O prefeito registrou em 14 de março um novo domínio de internet: www.jk.org.br. Planeja associar as iniciais do ex-presidente ao seu “novo” partido.
Inicialmente, Kassab pretendia dar à sua legenda o nome de PDB (Partido Democrático Brasileiro).
O diabo é que a sigla logo ganhou uma tradução jocosa: “Partido Da Boquinha”. Para fugir da piada, Kassab recorreu à anedota.
Rebatizou sua agremiação de PSD (Partido Social Democrático). E passou a associar a iniciativa a Juscelino Kubistchek.
Como se sabe, PSD era o nome do partido pelo qual JK elegeu-se presidente do Brasil em 1955. Foi extinto depois que a ditadura militar impôs ao país o bipartidarismo.
O repórter Sérgio Roxo informa que a neta de Juscelino enxergou na esperteza de Kassab uma iniciativa tóxica.
Antecipada na véspera pelo repórter Cláudio Humberto, a irritação da família de JK foi despejada numa nota da neta:
“JK é patrimônio do Brasil e dos brasileiros. Seu nome pertence à história da democracia nacional”, escreveu.
Para ela, o nome do avô “não pode ser usado sem o prévio consentimento da família Kubitschek e muito menos sem aprovação do Conselho do Memorial JK”.
Anna Kubitschek deixou claro que leva os lábios ao trombone “em nome da minha família e do Conselho do Memorial, que eu presido”.
Ela acrescenta: “Repudio a maneira inadequada com que o prefeito Gilberto Kassab se apropriou da sigla do meu avô para nominar sua rede social...”
“...Informo ainda que providências legais serão tomadas para coibir este tipo de política que um verdadeiro democrata jamais ousaria praticar”.
Ouvido, Kassab disse que, antes de registrar o domínio de internet, avisou a filha de JK, Maria Estela. Vem a ser tia de Anna Kubitschek.
O prefeito não se deu por achado: “Caso tudo dê certo, nós iríamos depois consultá-la, para ver se a família liberaria a marca”.
Os tempos verbais utilizados pelo prefeito não fazem nexo. “Dê” não orna com “iríamos”.
Ou Kassab diz “caso tudo desse certo” ou troca iríamos por “iremos depois consultar”.
De resto, o uso do vocábulo “marca” não soa delicado. Empresta ao velho Juscelino a aparência de um produto de ocasião.
Um detalhe injeta na pendenga um quê de inusitado. Anna Kubitschek é casada com Paulo Octávio, ex-vice governador na “panetônica” gestão de José Roberto Arruda.
No período em que Arruda foi recolhido a uma cela especial da Polícia Federal, Paulo Octávio chegou a assumir a cadeira de governador do Distrito Federal.
Viu-se, porém, compelido a renunciar ao cargo depois que as denúncias mergulharam Brasília no caos absoluto.
Paulo Octávio recebeu do partido ao qual era filiado o mesmo tratamento dispensado a Arruda.
Ameaçado de expulsão, o marido de Anna Kubitschek antecipou-se ao inevitável, desfiliando-se da legenda.
O nome da agremiação? DEM. A mesma legenda que Kassab abandonou para embrenhar-se na aventura que inclui a apropriação –aparentemente indébita— da sigla JK.
O barulhinho que você ouve ao fundo é o ruído do ex-presidente revirando-se na tumba.

Escrito por Josias de Souza às 05h36