quarta-feira, 20 de abril de 2011

The Drifters-Up On The Roof

 
 

Percy Sledge - When a Man Loves A Woman

 
 

Frank SINATRA - Strangers In The Night (Reprise® Recordings 1968)



Neil Young Heart of Gold

 
 

Al Green (Still In Love With You)

 
 

Patsy Cline - Crazy

 
 

Fever - Peggy Lee

 
 

All I Want Joni Mitchell with lyrics and pictures



Bar é arte - Robin Buick

  


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Robin Buick

"Flute Player"

Bronze (1993)

O bar e os acessórios

 


http://www.leiweb.it/immagini/accessori/large/furla_scarpe_009.jpg



Furla - Talent hub




Décolletée con cinturino in camoscio 

Prezzo: 380,00 euro
Website: www.furla.it

(Source - LeiWeb, it)

Bar é arte - Dan Thompson

 


http://www.artrenewal.org/artwork/608/6608/32510/incense-large.jpg


Dan Thompson

"Incense"

Oil on canvas

Um acalanto para Nana - Estadão online - link (aqui)

 

Às vésperas de completar 70 anos, cantora ganha filme em sua homenagem, dirigido pelo francês Georges Gachot, que entra em cartaz amanhã

20 de abril de 2011 | 0h 00


Paulo Liebert/AE
http://www.estadao.com.br/fotos/cad1(95).jpg


Luiz Zanin Oricchio - O Estado de S.Paulo
De todas as músicas que Nana Caymmi interpretou ao longo da carreira, ela guarda especial carinho por uma - Acalanto. Não por acaso. Bebê indócil ("Tenho o sono difícil até hoje", diz), motivou o pai, o grande Dorival Caymmi, a compor essa singela canção de ninar. Dorival, com sua voz poderosa, cantava baixinho junto ao berço para que a criança conciliasse o sono. "Eu tinha seis meses quando ele fez Acalanto, depois gravamos juntos quando eu era adolescente, e canto com emoção até hoje", diz Nana, lembrando também que ganhou esse apelido em razão da música (o nome de registro é Dinahir Tostes Caymmi). Prestes a completar 70 anos de vida, dia 29, ela recebe agora outro presente, o filme Nana Caymmi em Rio Sonata, do francês Georges Gachot, que estreia amanhã.


"Eu tinha sugerido a eles que o filme se chamasse Acalanto, mas como haverá lançamento no exterior, acharam que o título não faria muito sentido para o público estrangeiro e preferiram o outro", diz a cantora em conversa com o Estado.
Títulos à parte, Nana parece satisfeitíssima com o filme. "Não é sobre a minha vida, é sobre a minha sensibilidade musical", diz. De fato, se Rio Sonata apresenta traços da biografia, concentra-se mais sobre o ato de cantar. Como se admitisse que a voz é mesmo o maior depoimento que uma cantora pode dar sobre si mesma, Gachot não interrompe os números musicais e deixa que a arte fale por si mesma. Melhor: deixa que cante.
Há, claro, depoimentos, alguns deles muito significativos, como o do ex-marido Gilberto Gil. Mas são aproximações, porque a própria Nana, quando lhe perguntam sobre o seu talento, não sabe o que responder direito. Diz apenas que, com poucos anos de idade, saiu cantando em casa, sem mais nem menos. Tem explicação? "Bem, a única que eu encontro é que nasci numa família profundamente musical, não é? Ninguém é filha de Dorival Caymmi e Stella Maris impunemente." Sim, porque desse casamento saíram Nana, Dori e Danilo, todos eles músicos.
Nana gosta de lembrar de como os pais se conheceram. Dorival ouviu uma voz cantando Último Desejo, de Noel Rosa, e encantou-se. Antes de se apaixonar pela moça, apaixonou-se pela voz. Era Stella. Nana se emociona com a lembrança. E começa a cantarolar o clássico de Noel. Quando termina, pergunto: "Você leva em conta outras interpretações para criar as suas? Por exemplo, a de Araci de Almeida para o próprio Último Desejo?" Nana diz que não se preocupa muito com isso. "Pode ser que eu tenha recebido a influência da Araci através da minha mãe, que conheceu Último Desejo através dela, tudo é possível".
Mas diz que em geral não estuda as interpretações de outras cantoras. Seu "método", se assim podemos chamá-lo, é outro. "Conheço muito bem a maior parte dos compositores que interpreto; assim, tento me colocar no lugar deles, sentir com os seus sentimentos", diz.
Nana faz o que chama de "laboratório", no sentido teatral do termo. Estuda a canção. Medita. Interioriza. Tenta entender o sentimento de quem a fez. Sentimento: a palavra é recorrente na conversa. Nana sabe que sua voz desperta admiração, mas, muito mais que isso, é capaz de tocar em cordas muito profundas da sensibilidade alheia. Talvez isso aconteça em razão da empatia profunda em relação àqueles cujas obras ela interpreta. Seja o Milton Nascimento de Cais e Ponta de Areia, seja o Toninho Horta de Beijo Partido ou o Vinícius de Moraes de Medo de Amar.
Há também a técnica. O estudo de música que a família Caymmi toda recebeu, inclusive as aulas de piano com a mesma professora do futuro concertista e já menino prodígio Nelson Freire. "O Nelsinho já era tão bom naquela época que deixava a gente envergonhada; a vontade era ficar atrás da porta, só ouvindo ele tocar", lembra-se. Essa educação em alto nível deixou também um gosto permanente pela boa música. "Quase só ouço clássico", diz. "Vim no carro escutando Debussy".
Sim, não é difícil ouvir ecos de Debussy, mas também de Villa-Lobos e Nepomuceno na voz de Nana. Há também um resto de sentido trágico, que evoca Dalva de Oliveira e Dolores Duran. Talvez, lá no fundo, dialogue com Edith Piaf ou Billie Holliday nesse encaixe perfeito entre o que se canta e como se canta. Por exemplo, na magnífica Canção em Modo Menor, de Tom Jobim, nos versos "...E foste para nunca mais", sua voz descai, em escala descendente, como se tombasse para o abismo. E caímos junto com ela, por que o "nunca mais" soa como o "never more", do corvo de Poe, com seu toque fúnebre e irremediável. Por sorte, ela nos dá a mão e nos reergue nos versos seguintes. Mas a impressão de queda e desamparo é muito forte e fica conosco.
Fala-se muito de música ao longo da entrevista - e existe assunto mais urgente? Mas Nana a encerra dizendo que o que mais sente falta, hoje em dia, não é tanto de boa música, mas de silêncio, bem dos mais raros no mundo contemporâneo. Não há música sem pausa.

Renace el Escarabajo - El Confidencial, es - link (aqui)


 

VOLKSWAGEN PRESENTA EL BEETLE DE 2011


@Carlos Cancela.- 20/04/2011 (06:00h)

http://www.elconfidencial.com/fotos/noticias_2011/2011041881SUPERHORIZ409.jpg

Volkswagen hace renacer el mito del Escarabajo, o Beetle, con un nuevo modelo que se presenta a la vez en el Salón de Shangai y en el de Nueva York, ya que ambos que casi coinciden en el tiempo. Un nuevo modelo, de nuevas proporciones y de interesante aspecto que lleva la impronta del genial Walter da Silva y que estará a la venta en octubre.
El Escarabajo es uno de los vehículos legendarios del mundo del automóvil. Fue durante años el coche más vendido ya que durante su vida se vendieron más de 21 millones de unidades en todo el mundo. Conocido como Escarabajo en España, pero igualmente famoso como Käfer, Beetle, Vocho, Coccinelle, Fusca, Maggiolino o quizás como se le conoce en China donde ahora se presenta su sucesor.
Hace unos meses asistí a la presentación del nuevo Volkswagen Jetta y uno de los ingenieros me decía que el diseño de ese modelo era interesante, pero que esperara a ver el nuevo Beetle, que me iba a impresionar. Entonces, pensaba que estaba exagerando, pero me apetecía mucho ver el nuevo coche y ahora que he visto las primeras fotos, de verdad que me ha impresionado, me parece muy bueno.
Y es que el diseño de la nueva Volkswagen está resultando clave en el éxito que la marca alemana está cosechando en los últimos años. Y sobre todo, la mano del genial Walter da Silva, que con su equipo de colaboradores ha sabido dar un nuevo aire a la marca.
Pero vamos con el sucesor del Beetle, que curiosamente pierde la etiqueta de nuevo, para separarse del anterior y poco agraciado modelo. Es decir, que si el anterior, lanzado en 1998, se llamaba New Beetle, el nuevo, el que estará a la venta en verano, será sólo Beetle.
 Para los ingenieros, el objetivo estaba claro: construir un automóvil de alta tecnología que mantuviera precios asequibles, cumpliera todas las expectativas y ofreciera las tecnologías de comunicación más avanzadas y con los niveles más bajos de contaminación medioambiental.  
Y todo ello con el añadido de posicionar el placer de conducir en un primer plano. El objetivo era el de conseguir que la nueva generación del Beetle fuera muy ágil y dinámica y que al mismo tiempo fuera un coche con personalidad..
Lo que los ingenieros han buscado ha sido recordar en el nuevo modelo las líneas del clásico Beetle más que las del nuevo Beetle de 1998. Y lo han logrado porque conocen muy bien las líneas de aquel mito del automóvil ya que algunos de ellos son propietarios de uno de aquellos modelos y por ello genuinos representantes de la beetlemanía.
El nuevo modelo ofrece un ancho de 1.808 mm (+ 84 mm), una altura de 1.486 mm (- 12 mm) y una longitud de 4.278 mm (+ 152 mm). El resultado son proporciones completamente nuevas: al aumentar la longitud del nuevo modelo aumenta también la tensión del techo, a su vez retrocede el parabrisas y la zaga sigue los contornos del ‘Escarabajo’ original. El nuevo modelo ofrece también una mayor batalla y unas vías más generosas. Todos estos detalles le confieren al Beetle 2011 un aspecto más agresivo y musculoso que su antecesor.
El nuevo modelo se ofrecerá con tres líneas de equipamiento: “Beetle”, “Design” y “Sport”. Los diferentes tonos que ofrece la carrocería, doce en total, pondrán una nota de color en la rutina diaria con atractivos nombres como “Sunflower” o “Denim Blue”.
En su interior, el nuevo modelo destila una gran originalidad, lo que hace que su habitáculo sea inconfundible. Por ejemplo, se recupera la guantera adicional en el lado del acompañante (en función del equipamiento) integrada en el panel frontal y de apertura hacia arriba (la guantera estándar se abre hacia abajo).
Otro de los clásicos detalles del Beetle son los instrumentos adicionales opcionales situados por encima de los sistemas de audio y navegación: indicador de la temperatura del aceite, cronómetro e indicador de la presión de admisión. Y también innovadores son sus volantes, exclusivos para este modelo.
Pero la tradición que quiere retomar este modelo no está reñida con la tecnología y la innovación. Así, el nuevo modelo ofrece los últimos avances como sistemas de navegador, de iluminación diurna por led, de conectividad. Y también en aspectos de seguridad, con la última generación del ESP o los seis airbags de serie.
Y lo mismo ocurre con sus motorizaciones. Propulsores muy eficientes que combinan buenas prestaciones con consumos ajustados. El coche se ofrecerá en Estados Unidos con una variante diesel por primera vez, con el motor 2.0 de 140 caballos. En cuanto a la gama para los mercados internacionales y para Europa,  equipará exclusivamente motores sobrealimentados.
Las tres versiones de gasolina sobrealimentadas del Beetle desarrollan potencias de 105 CV, 160 CV y 200 CV. Las dos versiones diésel desarrollan potencias de 105 CV y 140 CV. Los cinco motores pueden estar equipados opcionalmente con el cambio automático de doble embrague ‘DSG’.
El más rápido de los Beetle, el 2.0 TSI con cambio manual, alcanza una velocidad máxima de 225 km/h, entrega una potencia de 200 CV y ofrece tasas de consumo y de emisiones de CO2 de 7,4 l/100 km y 173 gr/km respectivamente. Unos valores muy bajos si tenemos en cuenta su potencia y prestaciones.
La recomendación especial de la gama es el modelo Beetle 1.4 TSI DSG que alcanza una velocidad máxima de 207 km/h. Esta versión de la anterior generación del  Beetle, de 150 CV con cambio automático, ofrecía un consumo de 8,9 l/100 km; el consumo del nuevo modelo se reduce en 3,0 litros (un 34 %) a pesar de ofrecer 10 CV más de potencia. Este nuevo modelo tienes unas cifras homologadas de 5,9 litros y de 139 gr/km pese a ser un potente gasolina.
En cuanto a los diesel, solo dos cifras de consumos para que nuestros lectores se hagan una idea, el 1.6 con tecnología Bluemotion y 105 caballos consume 4,3 litros y emite 112 gr/km, lo que supone un descenso de un 20% con respecto al disponible hasta la fecha. En cuanto al más potente, el 2.0 de 140 caballos, las cifras son de 4,9 litros y 129 gr/km, unos valores, estos últimos, muy buenos para un modelo que alcanza los 198 km/h.
El estreno del Beetle original fue en el año 1938 y el nuevo Beetle se estrenó en el año 1998. El nuevo modelo, sólo Beetle, se pone de largo en el Salón de Shangai y en el de Nueva York, mientras que las primeras entregas serán en estados Unidos en septiembre y desde octubre estará en los mercados europeos y España.

La CIA desclasifica seis documentos de la Primera Guerra Mundial - El País, es - link (aqui)

 

Los papeles más antiguos de su archivo desvelan técnicas de comunicación entre espías, especialmente la de la tinta invisible

MOKHTAR ATITAR | Madrid 20/04/2011


http://www.elpais.com/composition/images/elp/por/mas/2011/04/1303293059.jpg

El Gobierno de EE UU ha mantenido durante unos 93 años clasificados bajo secreto seis documentos sobre cómo se comunicaban los espías durante la Primera Guerra Mundial (1914-1918). Ayer, el director de la CIA, Leon E. Panetta, informó en un comunicado de que ese grupo de documentos, los más antiguos mantenidos por la agencia bajo estricto secreto, se convertían en públicos.

La bailarina y espía Mata Hari.

La bailarina y espía Mata Hari.- ASSOCIATED PRESS

Los documentos, fechados entorno a 1918, recogen técnicas de comunicación, especialmente fórmulas para fabricar tinta invisible. Uno de ellos detallaba la fórmula made in usa, mientras otro, redactado en francés y remitido por los servicios secretos franceses, revelaba la técnica de fabricación alemana, que permitía desvelar el contenido secreto de espías al servicio del Reich como Mata Hari.
En uno de los documentos se detallan siete fórmulas de cómo fabricar tinta invisible, desarrolladas por el Departamento de Comercio y adelantadas por el Washington Post. En otro, se dan instrucciones a los inspectores postales para detectar la tinta invisible en las misivas, enumerándose 50 situaciones a las que se pueden enfrentar, como los documentos ocultos en cápsulas de medicamentos o escritos en las uñas de una persona, y que se hacen visibles aplicando carbón vegetal, según escribía el experto Theodore Kytka en uno de esos documentos. La paranoia era total, y se recomendaba: "La regla es sospechar o examinar todo lo posible. La guerra entre el espía o el falsificador y el experto se lleva continuamente por nuevos métodos", insistía Kytka. Otro método remitía al uso de soluciones de almidón usadas para planchar los cuellos y mangas de las camisas, o el uso de yoduro de potasio.
Propio de esos tiempos, en los que la información llegaba fundamentalmente por escrito en soporte de papel, los servicios de inteligencia estadounidenses (especialmente militares, ya que no existía aún un servicio de inteligencia como la OSS, antecedente de la CIA) también enseñaban a sus agentes cómo abrir un sobre lacrado sin que se notara. Para ello, había que mezclar "cinco copitas de arseniato de cobre. Tres onzas de acetona y añadir un litro de alcohol amílico (aceite de fusel). Calentar en un barreño de agua, y el vapor disuelve el material de sellado por mucílago, cera o aceite". Eso si, se advertía al espía de no inhalar el vapor para no perder a un efectivo.
"Estos documentos han permanecido secretos casi una centuria hasta que avances en tecnología han hecho posibles su publicación", ha declarado el director de la CIA Leon E. Panetta. Esos avances tecnológicos permiten que ahora, 93 años más tarde, ningún enemigo pueda usar esas técnicas de comunicación sin que los servicios de inteligencia de EE UU puedan descifrarlos. Y eso que las técnicas más arcaicas de espionaje como la tinta invisible son usadas por grupos terroristas, precisamente porque evitan la superioridad tecnológica de los servicios de inteligencia en las comunicaciones digitales.
La ley estadounidense que regula la descalcificación de documentos establece que cada documento puede permanecer clasificado al menos 25 años, prolongables si ponen en riesgo la seguridad nacional. Los documentos desclasificados ayer fueron revisados por última vez en 1978, cuando se decidió que aún seguía siendo un riesgo hacerlos públicos. Tan solo en el año 2010 la CIA desclasificó un millón de documentos que tenía guardados en sus archivos, y que pasan a ser de consulta pública. La agencia de espionaje ha comunicado que en breve colgará en su página web estos seis documentos de la Primera Guerra Mundial.

Vintage trailer in Blogbar - Calamity Jane (1953): Trailer HQ

 
 

Bundaberg Rum (Australian ad) 1994

 
 

Charge do dia

 


http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_625_490_paixao_200411.jpg



Paixão - Gazeta do Povo - Curitiba, PR