domingo, 1 de maio de 2011

Lowell Fulson / Black Nights

 
 

Elmore James - Every Day I Have The Blues



Ella Fitzgerald - Good Morning Blues

 
 

McKinney's Cotton Pickers - She's My Secret Passion - Victor 22628 (Vocal Donald King)



THE BLUES - Jack Teagarden - 1940 cdbpdx

 
 

Stan Kenton - Harlem Holiday



Jimmie Lunceford - ON THE BEACH AT BALI -BALI

 
 

Bar é fotografia - Johanna Knauer

 




Johanna Knauer

Untitled

O mistério sobre o nascimento de Barack Hussein Obama II está esquentando. Ele nasceu no Havaí ou no Quênia? - Tribuna da Imprensa - link (aqui)

 
 
domingo, 01 de maio de 2011 | 11:01

Carlos Newton
O assunto é interessantíssimo e importantíssimo, porque hipoteticamente poderia derrubar Barack Obama de uma hora para a outra. Quando a polêmica surgiu, não dei importância. Não podia acreditar que o presidente dos Estados Unidos tivesse nascido no Quênia, porque, se isso fosse verdade, os republicanos jamais teriam admitido a candidatura dele. Por não ser legal a candidatura de americano nascido no estrangeiro, o ator Arnold Schwarzenegger, nascido na Áustria, não pôde disputar a presidência, sua carreira política só foi até governador, todos sabem.
Obama conseguiu se candidatar porque declarou ter nascido no Havaí, que é um dos 50 Estados norte-americanos. Mas nunca mostrou a certidão, nem os republicanos a exigiram. Circulam na internet muitas matérias a respeito, contestando a nacionalidade de Obama, e eu sempre repelindo a possibilidade, porque não acho que os republicanos sejam tão amadores.
O fato é que o atual presidente é filho de um economista do Quênia, de raça negra pura, que foi estudar no Havaí. Barack Hussein Obama lá conheceu a jovem americana Stanley Ann Dunham, de 18 anos, começaram a namorar, ela engravidou e eles teriam se casado.
O filho Barack Hussein Obama II teria nascido em Honolulu, no Havaí, a 4 de agosto de 1961. Mas numa entrevista, a avó dele disse que Obama II nasceu em Mombasa, no Quênia, e aí começaram as especulações. Um advogado norte-americano entrou na Justiça, para exigir que Obama mostrasse a certidão e provasse ter nascido no Havaí, mas o presidente não precisou fazê-lo, porque o juiz arquivou o processo, alegando que o advogado não era parte legítima contra o chefe do governo.
Há alguns dias, apareceu o empresário-apresentador de TV Donald Trump, dando declarações de que Obama não seria norte-americano. Mais uma vez não dei atenção, porque Trump é um bobalhão, que adora aparecer e faz tudo para se manter como celebridade.
Mas eis que de repente, não mais que de repente, como dizia Vinicius de Moraes, Obama resolveu exibir a certidão, para provar que nasceu no Havaí. O documento, registrado dia 8 de agosto de 1961 pela jovem mãe, que tinha apenas 18 anos, mostra até que ela assinou errado, como Ann Dunham Obama, enquanto no texto da certidão ela é chamada de Stanley Ann Dunham. E teria assinado com data do dia 7, embora a certidão seja do dia 8. Até aí, nada de mais. Erros de cartório acontecem. Não fosse assim, Millôr Fernandes se chamaria Milton, como os pais desejavam, e não Millôr, como o escrevente redigiu, erradamente.
Voltando a Obama, a novidade é que agora apareceu mais uma cópia da certidão de nascimento de Obama, desta vez emitida pelo Quênia e registrada a 6 de agosto de 1961, quando o país ainda era colônia britânica. A diferença é que nessa cópia, o pai aparece como o autor do registro, e com 26 anos, ao invés dos 25 anos da certidão do Havaí.  
Desta vez, o nome da mãe aparece como Stanley Ann Obama, ex-Duhman, e o nome do filho seria simplesmente Barack Hussein II, sem o Obama.
O documento não tem a assinatura do pai de Obama nem a assinatura do funcionário que a registrou, porque se trata de uma cópia, que teria sido emitida a 17 de fevereiro de 1964. Aproveitando a deixa, a a advogada norte-americana Orly Taitz dá entrevistas estranhando que, na certidão havaiana, a raça do pai de Obama apareça como “African”, quando deveria estar escrito “Nigger”.
O assunto, é claro, ainda pode render. Uma das cópias é falsa. A meu ver, as maiores possibilidades são de que a fraude esteja na cópia de 1964 da certidão do Quênia, porque está pouco amarelada para o meu gosto. Já se passaram quase 50 anos e a qualidade o papel usado no Quênia quando colônia seria excepcional, para se manter assim.
Quanto à cópia da certidão do Havaí, é uma Xerox colorida, tirada agora, em 25 de abril de 2011, com assinatura do serventuário. Se for fraude, não é nada difícil constatar, e aí seria o fim dos tempos.

Bar é fotografia - Jingna Zhang

 



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Jingna Zhang

"Obsession"

MAYSA - "Just In Time" (Jule Styne & Creem & Comden) 1966





Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

MAYSA

RCA Victor - 1966


Música - "Just In Time" (Jule Styne & Creem & Comden)

Un bijou pour se faire pardonner - Madame Le Figaro, fr - link (aqui)

 

Le "sorry gift", nouveau créneau des joailliers

Par Maurice Mahler
 

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Le pendentif "sorry gift" de Chaumet.


Dans les boutiques d'aéroport, le « sorry gift » qui a vu le jour ces dernières années influence les créations et le marketing des plus grands joailliers.
On les appelle les sorry gifts, en anglais dans le texte : ça fait plus sérieux, plus technique. Ce sont des cadeaux pour dire pardon. Mais, attention, rien à voir avec une lettre d'excuse type. Nous parlons ici d'un bijou précieux, au métal noble, mais pas pour autant une pièce joaillière. Son prix se situe sous la barre des 5 000 euros. Plus généralement entre 1 000 et 2 000 euros. C'est un achat exclusivement masculin et, surtout, il s'effectue dans une boutique d'aéroport. « C'est la politesse, au retour, après une absence », résume Lionel Giraud, directeur artistique de Chaumet.
Pris dans le rythme effréné des voyages d'affaires, monsieur n'a pas trouvé une minute pour faire escale dans une artère du luxe, il lui en reste dix avant l'embarquement, soit l'occasion de rapporter un présent pour exprimer à madame ses regrets d'être toujours par monts et par vaux. « C'est un achat de déculpabilisation », analyse Lionel Giraud. Chaumet, qui ne possède qu'une seule boutique d'aéroport en propre, à Hongkong, a pourtant créé un bijou conçu comme un sorry gift. « La demande vient de l'équipe sur place qui voulait un produit access, raconte-t-il. Nous avons imaginé un pendentif issu de la collection Bee my Love. » Le résultat : une abeille en or rose et améthyste lavande taille coeur (1 850 euros). Elle est prise dans une toile. Au dos, sur son corps, est inscrit : Fly with you in my heart.
Double jeu
Depuis un an que ce pendentif est proposé en exclusivité à la boutique aéroportuaire, il s'en vend deux par jour. Au-delà du produit circonstancié, il s'inscrit légitimement dans les collections du joaillier qui, de symbolique amoureuse en bracelets acrostiches, a toujours été un grand spécialiste du bijou à message.

Le sorry gift peut être aussi la contrepartie d'un achat personnel. Thomas Lardière a dirigé pendant dix ans toutes les boutiques aéroportuaires de Roissy et Orly pour une grande enseigne multimarque de joaillerie et d'horlogerie. « Notre clientèle était principalement constituée de ces businessmen qui passent plus de temps dans les avions que dans les centres-villes, explique-t-il. Ils achètent donc souvent leurs belles montres dans les aéroports. Ils repartent avec une pièce rare et chère pour eux et, du coup, font aussi un cadeau à leur épouse. » L'écart de budget peut alors être de un à dix. « Les femmes n'imaginent pas forcément le prix d'une montre masculine qui peut très bien paraître coûter 4 000 ou 5 000 euros alors qu'elle en vaut, en fait, nettement plus. »
Pour autant, si les montants diffèrent, les produits restent souvent liés à un même univers ou une même marque. Thomas Lardière se souvient ainsi de la vente d'un confrère dans le multimarque d'un aéroport asiatique : « Un client européen avait acheté une montre chronographe en or de Bulgari à 37 000 euros. Cinq minutes après, il revenait acheter un modèle du même joaillier pour son épouse, mais deux fois et demie moins cher. » Il semblerait que seule la clientèle asiatique s'offre et offre des modèles équivalents en prix, par exemple deux Rolex, une simple en or rose et un chronographe en acier. Mais, derrière cette acception idyllique du sorry gift, se cache un versant moins avouable. Un peu le black swan de cette attention délicate. « C'est aussi parfois le cadeau acheté en double, avoue Thomas Lardière. Un pour la femme et un pour la maîtresse... »

MAYSA - "Ne Me quitte Pas" (Jacques Brel) 1966





Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

MAYSA

RCA Victor - 1966


Música - "Ne Me quitte Pas" (Jacques Brel)

La femminilità messa a nudo - L'Espresso, it - link (aqui)

 


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Ferdinando Scianna

Dal 5 al 18 maggio lo Studio Hettabretz di palazzo Borromeo a Milano ospita (un)Dressed, mostra fotografica che vuole raccontare le donne nella loro complessità attraverso gli occhi di grandi fotografi durante l'ultimo secolo: da Man Ray, a Edward Weston, da Bill Brandt a Helmut Newton




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Hideki Fujii - Body painting, 1970, Stampa digitale 33,5 x 49,5 cm su carta 43,5 x 55 cm





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Bill Brandt - Nudo, 1940 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 33,5 x 29 cm su cartone 50,8 x 40,5 cm





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Judy Dater - Maggie, 1970 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 29,2 x 22,9 cm su carta 35,3 x 27,7 cm





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Philippe Halsman - Story for life + lover, 1949 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 31,5 x 24,8 cm





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Sam Haskins - Girl, 1974 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 46 x 34 cm





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Marta Hoepffner - Torso Akt solarisation, 1940 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 13,7 x 18,2 cm





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Lola Alvarez Bravo - Maternità, 1950 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 22 x 17,5 cm





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Nan Goldin - Rebecca and Janet in Shower Russian baths. NYC, 1985 Cibachrome 60,2 x 39,6 cm





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Bert Stern - Fashion for Prenton Vogue, 1970 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 26,8 x 34,5 cm




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Helmut Newton - Patti Hansen over Manhattan, 1977 Stampa alla gelatina ai sali d'argento 43 x 29 cm




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Alessia De Montis, Lucernario #2, 2000, stampa su carta barritata, 50x50 cm




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Karl Lagerfeld, Riti, 1989



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Hideki Fujii, Body painting, 1970, Stampa digitale, 33,5 x 49,5 cm su carta 43,5 x 55 cm

Kate nuda per il Brasile - (D) la Repubblica, it - link (aqui)

  





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Vogue Brasil compie 36 anni e sceglie come copertina-simbolo un mito della bellezza degli ultimi anni. Si tratta della inossidabile Kate Moss (quasi coetanea della rivista, ha infatti appena compiuto 37 anni), immortalata nuda dal maestro Mario Testino. Kate è in splendida forma e mette in mostra il suo lato B e dei tatuaggi finora poco esposti, vestita solo di due bracciali in stile Wonder Woman. Le foto sono state scattate a Ipanema e hanno richiesto molte ore di lavoro, come ricorda Kate che aveva portato sul set con se la piccola Lila e sperava invece di cogliere l'occasione per fare una piccola vacanza. Ma Mario Testino, che ha appena fotografato anche gli sposini Will&Kate, è un perfezionista. E il risultatato si vede. Ecco la copertina e alcuni scatti della nostra Kate di Elisa Poli.

Oriana dal fronte di guerra all'amore: un documentario la racconta in tv - Corriere Della Sera, it - link (aqui)

 

OMAGGIO ALLA SCRITTRICE E GIORNALISTA MORTA NEL 2006

In onda domenica primo maggio a «Dixit dal Mondo»



La vita avventurosa e il carattere senza compromessi. È questo il ritratto di Oriana Fallaci che emerge dal documentario di Amedeo Ricucci in onda domenica primo maggio a «Dixit dal Mondo», nell'ambito della serie «A voi la linea – Gli inviati italiani che hanno raccontato il mondo». Il programma andrà in onda domenica primo maggio alle ore 22 su Rai Storia, un canale di Rai Educational, su Dtt e Tivù Sat. Della Fallaci si ripercorrono la scrittura del libro post 11 settembre «La rabbia e l’orgoglio», i racconti di guerra - in Vietnam, in Libano, nel Golfo Persico - il giorno - il 2 ottobre 1968 - in cui a Città del Messico l’esercito spara sulla folla di studenti e lei rimane ferita (un «massacro peggiore di quelli che ho visto alla guerra», dirà). E ancora, nel 1973, l’incontro con Alekos Panagulis, leader della Resistenza greca contro il regime dei colonnelli. Ovvero una grande storia di amore, tormentata, intensa, con un finale tragico: Panagulis muore nel ‘76 in un incidente stradale, dai contorni misteriosi. Infine l’ultima battaglia, quella con il tumore. L’«alieno, così come lei lo chiama, che la uccide nel 2006. Nella sua bara vengono deposte tre rose gialle e una copia del «Corriere della Sera».

29 aprile 2011(ultima modifica: 30 aprile 2011)

Otra burbuja: las cafeteras por cápsulas - El Confidencial, es - link (aqui)



http://www.elconfidencial.com/fotos/portada_2011/2011043087capsulas_portada.jpg

EL PRECIO DE LAS MÁQUINAS CAE UN 30% EN DOS AÑOS

@Javier Checa.- 01/05/2011 (06:00h)

Adaptarse a las circunstancias del momento o morir. Las palabras de Darwin quedan patentes en el día a día de los negocios del libre mercado. Algo similar ocurre con el café. Así, lo que parecía que era un clásico sin posibilidad de evolución, desde hace unos pocos años ha conseguido reinventarse en formato cápsula. 

http://www.elconfidencial.com/fotos/noticias_2011/2011042983capsulas_dentro.jpg


La competencia que se da actualmente en este sistema más colorido, limpio, moderno y elitista que el tradicional, ha propiciado que en el último año las máquinas de café con sistema de cápsulas hayan bajado considerablemente de precio y lo que hace unos meses se compraba a unos 150 euros, siempre dependiendo del modelo y marca, hoy se puede conseguir por poco más de 50.
Los principales fabricantes de electrodomésticos han sacado al mercado su cafetera con su propio sistema de extracción del café. De esta forma, aquel que tenga intención de comprar una de estas máquinas se encontrará con un amplio abanico tecnológico bajo las firmas Philips, Fagor, Krups, Bosch, Taurus, o Delonghi, entre otras, además de una gran variedad de sabores. A esta lucha se une la de las marcas vinculadas a cada sistema de tueste del producto. Por ejemplo el café Starbucks, el té Twinings o el chocolate Milka sólo se pueden encontrar en la gama Tassimo fabricada con tecnología Bosch. Por su parte, los amantes del café Marcilla tendrán que apuntarse a Philips Senseo y los del Nescafé, Nesquik o Nestea a Krups.
Una cafetera Krups Dolce Gusto de gama media a principios de 2010 costaba 130 euros frente a los 80 a los que hoy se puede encontrar e incluye toda clase de descuentos extra a cargo de fabricante y distribuidor. Las ventas de cafeteras no han dejado de subir a pesar del panorama económico y el sector crece más de un 14%. Nespresso, una de las marcas pioneras y de mayor referencia del sector, registó un crecimiento del 20% en 2010 y cerró el ejercicio con unas ventas que superaron los 2.500 millones de euros.
El sistema de café por cápsulas fue ideado para evitar reducir el margen de beneficios de las principales empresas cafeteras frente a las pretensiones de los grandes distribuidores. El resultado es un mecanismo exclusivo que en algunos casos se vende en tiendas o en stands de la propia marca, como ocurre en el caso de Nespresso. Así, tras el influjo inicial causado por George Clooney, se esconde una nueva forma de negocio que, como ocurre en el caso de las impresoras, resulta más rentable por los consumibles que por las propias máquinas responsables de producir el producto.
El negocio está en las cápsulas
En un país tradicionalmente cafetero –cada español consume más de 600 cafés de media cada año- la opinión de la mayoría de consumidores es que el sistema de cápsulas da un producto con mejor sabor y aroma. Además, si encima bajan el precio de estas máquinas, miel sobre hojuelas. Entonces, ¿dónde está el truco?, ¿dónde reside el beneficio para las compañías? En el precio de las cápsulas. Es muy alto. De hecho, hay quien dice que este mercado, al igual que sucede con el ladrillo español, se está convirtiendo en una burbuja.
El precio de un paquete de 250 gramos de una conocida marca de café es de 1,80 euros frente a los 2,70 euros que cuestan 18 cápsulas monodosis de esa misma marca.  El valor por cápsula en las distintas marcas oscila entre los 0,25 y los casi 0,42 céntimos y es ahí, y no en las máquinas, donde reside el verdadero negocio de este sector, tal y como señala Rubén Sánchez, portavoz de Facua.
“Los fabricantes saben que deben bajar los precios de las máquinas de café porque de esta forma se consigue enganchar al cliente y llevar a los usuarios a consumir las cápsulas, que es donde verdaderamente se encuentra el negocio”. No sucede por igual con todos los modelos, pero lo que empezó siendo un producto con tintes elitistas va llegando poco a poco a todos los hogares y su precio se hace más asequible.
En un mercado en auge en el que el número de consumidores de café en cápsulas ha pasado del medio millón de usuarios en 2009 al millón y medio que hay en la actualidad, los principales fabricantes han puesto toda su artillería sobre la mesa para captar la mayor cuota posible de mercado. En los últimos tiempos se ha anunciado que la compañía United Coffee, proveedor de café tostado para marcas como Mercadona, ha lanzado una gama de marca blanca de cápsulas que pretende competir con los gigantes del sector.
Conflictos entre marcas
A finales del año pasado Nespresso llevó a los tribunales a la compañía Sara Lee acusándola de violar sus patentes. Y es que, pese a que la comercialización de la marca blanca de las cápsulas está en fase experimental en grandes superficies como Mercadona, sacar al mercado productos que sean compatibles con cafeteras de otras marcas está penalizado por los registros de propiedad.
Mientras tanto, el derecho exclusivo de comercialización beneficia a las grandes empresas del sector que se encargan de fijar unos precios que garanticen la viabilidad de su negocio. Desde Facua consideran que “lo que se paga es desproporcionadamente más caro que el coste del paquete de café tradicional”, un argumento que parece no hacer mella a la venta de estos pequeños recipientes de colores y al encanto que George Clooney ejerce sobre ellos.

Elio Gaspari - Correio do Povo, RS - link (aqui)

ANO 116 Nº 213 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 1 DE MAIO DE 2011


http://multimidia.radioguaiba.com.br/thumb.aspx?Caminho=multimidia/2011/04/30/171368.JPG&Tamanho=480&HW=1

Crédito: Cruz / especial / cp


A infância da filantropia brasileira

A companheira Dilma acaba de prometer um programa que, até 2014, oferecerá 75 mil bolsas de estudos para brasileiros em universidades estrangeiras. Ela espera que o empresariado crie outras 25 mil bolsas.

Grande ideia. O andar de cima nacional deveria aceitar o desafio. Numa época em que as grandes universidades americanas fazem shopping pelo mundo afora pedindo doações a endinheirados, os empresários brasileiros podem mudar a qualidade de seus negócios e até mesmo suas imagens, botando dinheiro no ensino superior. Há educatecas que não gostam de quem lhes oferece recursos, mas querem saber o que se vai fazer com eles. Preferem reinar sozinhos em castelos arruinados. Apesar disso, antes mesmo de apelo de Dilma, já aconteceram dezenas de episódios de filantropia bem-sucedida. Aqui vai contado um, recente.

O empresário João Alves de Queiroz Filho é dono de um patrimônio pessoal estimado em US$ 1,6 bilhão. Em 2002, ele fundou a Hypermarcas, conglomerado que vale US$ 5,6 bilhões, controla 170 marcas e fabrica 4 mil produtos. Seu negócio vai de laboratórios a palhas de aço e camisinhas. Nos anos 70, ele teve uma hepatite, e seu médico disse-lhe que devia ir aos Estados Unidos para tomar uma nova droga, o Interferon. Ele contrapropôs: o médico viajaria, aprenderia tudo o que fosse necessário e voltaria ao Brasil com a capacidade de propagar o seu conhecimento nos hospitais públicos. (Ele pagaria tudo, inclusive o custo do consultório fechado.)

Junior, como é conhecido, botou US$ 1 milhão na Faculdade de Medicina da USP. Dois terços desse dinheiro foram para um programa que, neste ano, distribuirá 36 bolsas para professores e médicos que pretendam buscar conhecimentos no exterior. Todos receberão passagens (classe econômica) e mais um salário que irá de US$ 2,5 mil a US$ 4 mil por mês. Parece pouco, e é, mas aí está o pulo do gato. Os bolsistas que receberem até US$ 3 mil terão direito a um bônus de US$ 2,5 mil para cada mês de duração da bolsa, desde que sejam capazes de demonstrar, na volta, que o conhecimento adquirido teve utilidade e efeito multiplicador na instituição em que trabalham em Pindorama.

Para obter a bolsa, o interessado devia pertencer à Faculdade de Medicina, preencher um formulário, descrever seu projeto e obter uma recomendação acadêmica. Só. A seleção foi feita pelo professor Miguel Srougi, e os 36 convites partirão amanhã.

Uma economia de R$ 976 milhões na Saúde

Na ruína da implantação do Cartão SUS, que em 13 anos consumiu R$ 400 milhões, caminhava-se para um projeto que distribuiria 200 milhões de plásticos, cada um com um chip em cuja memória estaria o prontuário do portador. Esse seria um dos maiores componentes do custo do programa. Com chip, cada cartão custaria R$ 5, e a conta ficaria em R$ 1 bilhão.

O Conselho Nacional de Saúde e a comissão que cuida do projeto recomendavam que os cartões tivessem chip. Sem ele, os dados ficariam armazenados na nuvem e poderiam ser varejados por curiosos. Tudo bem, mas falta explicar por que o cartão do American Express não tem chip. Afinal, a marca funciona melhor que o Ministério da Saúde e lida com o dinheiro da clientela.

O ministro Alexandre Padilha acaba de matar o chip. Os municípios que quiserem poderão incluí-lo, às suas custas. Com a providência, cada cartão ficará por R$ 0,12, e a conta cairá para R$ 24 milhões. Evitou-se uma despesa de R$ 976 milhões, que seria feita ao longo de vários anos. Esse ervanário equivale ao que se gastou no SUS, em 2009, com 20 mil transplantes de órgãos.

Teste diplomático

O Conselho de Direitos Humanos da ONU e a diplomacia da doutora Dilma passarão por um teste que medirá o ridículo de uma e a consistência da outra. No próximo dia 20, sua assembleia geral preencherá 13 cadeiras vagas. Quatro delas caberão à Ásia, e sua bancada já fechou com a indicação da Índia, da Indonésia, das Filipinas e... da Síria.

Até lá é possível que Bashar Assad tenha superado a marca dos 500 mortos desde o início dos protestos em seu país.

Ele precisa de 97 votos. Em 2010, a Líbia teve 155. Em 2009, Cuba conseguiu 163.

Em 2003, o Brasil votou (com Cuba) pela suspensão da entidade Repórteres sem Fronteira, que tinha assento consultivo na comissão. A ONG foi punida porque fez um protesto contra a eleição da Líbia para a presidência da comissão.

Frescura

A embaixada do Brasil em Roma funciona no magnífico Palácio Pamphili, na Piazza Navona, uma das mais bonitas do mundo.

Um curioso tomava café na maravilha e surpreendeu-se: há seis aparelhos de ar-refrigerado espetados na fachada do prédio, um deles ao lado do brasão do Papa Inocêncio X, que foi dono do palácio e teve a ideia de abrir a praça.

O XVIII e o XXI
A companheira Kate e o príncipe William iluminaram um lindo espetáculo do século XVIII. (De azul-escuro, Victoria Beckham parecia ter saído de uma festa.)

O século XXI estava na Flórida, com a deputada Gabrielle Giffords. Em janeiro, ela tomou um tiro que atravessou sua cabeça. Na terça-feira, subiu sozinha a escada do avião que a levou do Texas à Flórida.

Ódio tucano

Um conhecedor da caciquia do PSDB estarreceu-se ao constatar que as principais facções em que está dividido o partido não estão separadas só por divergências, ou mesmo rivalidades: "Há ódio, e, quando o ódio entra na política, tudo pode acontecer".

Nota de R$ 3

O comissariado petista deveria moderar sua capacidade de produzir boas notícias falsas.

No dia 11, durante a viagem de Dilma Rousseff à China, ele soltou a informação que o bilionário chinês Terry Gou, dono da Foxconn, apresentara um projeto de investimento de US$ 12 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos para fabricar equipamentos eletrônicos.

Quem conhece o mercado, suas mumunhas e suas cifras, duvidou do número, mas o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, disse que isso era coisa de quem ignorava a grandeza do projeto.

Treze dias depois do anúncio festivo, a repórter Cláudia Trevisan informou, de Pequim, que, dos US$ 12 bilhões, a Foxconn poderia desembolsar entre US$ 4,8 bilhões e US$ 6 bilhões. O restante viria de capitais brasileiros e do velho e bom BNDES.

Na última semana Mercadante garantiu que a Foxconn será majoritária no investimento. Nesta altura os US$ 12 bilhões podem ter virado US$ 6 bilhões.

Em menos de um mês, o gato comeu metade da boa notícia do dia 11.

Nunca é demais repetir: o trem-bala ligaria o Rio a São Paulo, custaria R$ 18 bilhões, todos vindos da iniciativa privada. O trem Rio-São Paulo-Campinas nem projeto detalhado tem, mas está orçado em R$ 33 bilhões (se não forem R$ 50 bilhões), e a Viúva entrará com pelo menos R$ 20 bilhões.

Vintage trailer in Blogbar - Goodbye Again 1961 (original trailer) Ingrid Bergman, Yves Montand, Anthony Perkins

 
 

Comercial antigo - 1961 Chevrolet Impala Commercial

 
 

Charge do dia

 


http://www.elpais.com/recorte/20110501elpepuvin_1/XLCO/Ges/20110501elpepuvin_1.jpg


Erlich - El País, es

A ironia de Helio Fernandes

 
 
Deu na Tribuna da Imprensa (aqui)
 
domingo, 01 de maio de 2011 | 05:13

Absurdo e incoerência, criticarem a condecoração do Genoino.

Helio Fernandes
Não entendo algumas coisas que acontecem no Brasil. Uma delas é essa repulsa indiscriminada ao ex-presidente do PT, e ex-deputado. Recebeu a Medalha da Vitória, que além de outros objetivos, tem esse de premiar vitoriosos, ou não se chamaria assim.
Vejamos, além dessa presidência do PT, da qual aliás foi alijado, que palavra. 1 – Membro destacado do Mensalão. Continua em liberdade. 2 – Por causa da formação de quadrilha, responde perante o Supremo. Em liberdade.
3 – Também por corrupção, é um dos 40 cujo destino será decidido pelo Supremo. Em liberdade. 4 –  Foi candidato a deputado em 2010, ficou como suplente. Estava em liberdade. 5 – Só não foi eleito. É verdade o que dizem: “O povo não sabe votar”.
6 – Não tendo o que fazer, foi morar com o irmão, aquele que “guardava” dólar na cueca. Os dois em liberdade. 7 – O irmão, que conhece “todo mundo”, perguntou: “Você não é muito amigo do Ministro Jobim? Recebendo a resposta afirmativa, sugeriu ser assessor dele no Ministéria da Defesa. Em liberdade.
8 – Falou sobre o assunto com Jobim, que achou “ótima a ideia”, pediu 72 horas. Ninguém desconhece o que o Ministro precisava fazer. Conseguiu. Todos em liberdade.
9 – Com alvará de liberdade para decidir, eis Genoino no gabinete de Jobim, onde civis só aparecem “de vez em quando”. Mas Genoino era fixo. Estava em liberdade.
10 – Aí ganhou a medalha, concedida também a outros, não tão vitoriosos quanto ele. E não será absurdo que, absolvido pelo Supremo ou prescrito o processo, venha a se Ministro da Defesa.
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PS – Só conhece os militares, sabe distinguir as diferentes patentes. Absolvido, estará em liberdade para sempre. Só “perseguidores” tinham dúvidas sobre Genoino.
PS2 – Se não tivessem morrido, Castelo, Costa e Silva, Médici, Ernesto Geisel, João Figueiredo, todos vitoriosos, teriam condecorado Genoino, pessoalmente.