sábado, 21 de maio de 2011

BUIKA, La niña de fuego (Niña de fuego 2008)



Buika - Miénteme bien

 
 

Culpa mía (Concha Buika)



Pata Negra - Yo me quedo en Sevilla



Pata Negra - Pasa la vida

 
 

Bar é fotografia - Grigory Selivanov

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Grigory Selivanov

Untitled

O que o ministro oferecia - Estadão online (editorial) - link (aqui)



21 de maio de 2011 | 0h 00

- O Estado de S.Paulo
O então deputado federal e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci faturou muito mais do que os cerca de R$ 7,5 milhões gastos com os dois imóveis comprados em nome da Projeto, a empresa de consultoria que abriu em 2006 e transformou em administradora de bens no final de 2010, dias antes de assumir a Casa Civil da presidente Dilma Rousseff, de quem tinha sido coordenador de campanha. Nesse período, portanto, ele multiplicou o seu patrimônio declarado por muito mais do que 20 vezes.
Palocci se recusa a falar em números, a identificar clientes e a descrever a natureza dos serviços que lhes prestou. Mas o texto produzido por sua assessoria para orientar os líderes da base parlamentar do governo na sua defesa - e que, por inadvertência, foi amplamente difundido - argumenta que, "no mercado de capitais e em outros setores, a passagem por Ministério da Fazenda, BNDES ou Banco Central proporciona uma experiência única que dá enorme valor a esses profissionais no mercado", citando ex-autoridades da área que prosperaram na iniciativa privada.
Qual será o valor de mercado de quem tem a oferecer, além da "experiência única", a credencial de ter permanecido como protagonista de primeira grandeza na esfera das decisões do governo? Palocci sabia não apenas como funciona o poder, mas que rumos o poder tencionava tomar em matérias de interesse direto do empresariado e do sistema financeiro. O escândalo da quebra do sigilo bancário do caseiro que testemunhou as visitas do então titular da Fazenda a uma mal-afamada casa de Brasília custou-lhe o posto, mas não o prestígio.
Enquanto dava lá as suas disputadas consultorias - a carteira de clientes da Projeto incluía pelo menos 20 formidáveis corporações -, ele continuava a ser interlocutor privilegiado do presidente Lula e da elite lulista, no Executivo, na administração indireta e no Congresso. Quando chegou a hora, tornou-se fiador da candidata Dilma Rousseff junto ao grande capital. Dizer, como o aide-mémoire que vazou para todos os lados, que 237 parlamentares exercem atividade econômica é querer jogar areia nos fatos. O deputado Palocci esteve longe de ser mais um.
Relator do projeto social do pré-sal e da proposta de prorrogação da CPMF, presidente da comissão da reforma tributária e membro da comissão do Orçamento, lembra a colunista Maria Cristina Fernandes, do jornal Valor, além de diretamente envolvido na regulamentação da previdência complementar, ele estava em posição de antecipar tendências aos seus consulentes, um certo número dos quais há de ter contribuído para a sua campanha, e de levar em conta os seus interesses. Não está claro em que medida isso estava no cerne de suas consultorias - se é que estava. Mas os ganhos da Projeto são compatíveis com oportunidades dessa magnitude.
Significativamente, talvez, a firma não tinha nome na praça, ao contrário de congêneres como a LCA e a Tendências (de que é sócio o ex-ministro Mailson da Nóbrega, citado como exemplo de sucesso na nota da Casa Civil). Segundo a Folha de S.Paulo, profissionais do setor "nunca ouviram falar da atuação da empresa de Palocci". O jornal equipara o faturamento da Projeto ao daquelas com uma centena ou mais de clientes - um número bem maior que os do ministro - e dezenas ou uma centena de funcionários. O quadro de pessoal da Projeto é desconhecido.
Em documento enviado à Procuradoria-Geral da República para se antecipar a um eventual pedido de esclarecimento sobre os seus negócios, conforme revelou o Estado, Palocci cita apenas o seu sócio (com 1% do capital da consultora) Lucas Martins Novaes. Por ser ele economista, o ministro - médico de formação - podia ter uma empresa de "prestação de serviços, palestras, análise de mercado". A explicação é supérflua. Obviamente, nenhuma empresa capaz de pagar o que a Projeto cobrava iria preteri-la em razão das origens profissionais do seu sócio titular.
Nem ele deve tê-la criado para lavar "recursos não contabilizados", como diriam os seus companheiros petistas ao tempo do mensalão. A lógica dos fatos indica que o ilícito que se poderia atribuir a Palocci, levando às alturas o seu patrimônio, chama-se tráfico de influência.

A visão de Helio Fernandes sobre o affair Palocci



Deu na Tribuna da Imprensa (aqui):


sábado, 21 de maio de 2011 | 05:10

Dirceu assusta, domina, controla o PT. Estão convencidos que o ex-chefe da Casa Civil é o autor das revelações sobre o atual e poderoso ocupante do cargo.

Helio Fernandes
Não há qualquer dúvida: o partido do governo vive em função não de Lula e Dilma, e sim de José Dirceu. Este resolveu abrir o jogo e utilizar todo o Poder que acumulou. Várias fontes confirmaram que o “vazamento” das informações sobre o aumento do patrimônio de Palocci, surgiu dos subterrâneos de José Dirceu. 
Diante dessa quase certeza, a interrogação ou o que se chamou a partir do inquérito falsificado sobre a morte do Presidente Kennedy: “A pergunta que não quer calar”.
Sobre a questão Palocci, como a destruição já foi feita, e confirmada esta revelação exclusiva, o que pretendem saber: Dirceu irá parar por aí? Ou continuará com as divulgações? É evidente (e isso já analisei exaustivamente) que, seja quem for o informante, Palocci nao pode ter ganho apenas 8 milhões e “investido” esses 8 milhões na compra de 2 imóveis.
***
PS – É claro, lógico e evidente que Dirceu tem objetivos claros, depois que se convenceu de que será ABSOLVIDO pelo Supremo. Dessa forma quer manter seu espaço no partido.
PS2 – A primeira jogada foi a USURPAÇÃO, vá lá, o domínio do PT, que começou com a substituição do presidente José Eduardo Dutra. Dirceu queria ser o presidente ele mesmo, tinha número para isso.
PS3 – Foram tantos os apelos, que “deixou o espaço vazio”, colocando Rui Falcão no lugar. Acreditavam que Dirceu estava “saciado”. Nossa Senhora, que analistas desarvorados. Dona Dilma não sabe o que fazer.
PS4 – Só ela?

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Comercial antigo - Renault Alliance Commercial - 1983!!

 
 

Charge do dia

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