segunda-feira, 30 de maio de 2011

Frank Sinatra Cheek To Cheek



Frank Sinatra- I've got you under my skin

 
 

Frank Sinatra - Young At Heart (With Lyrics)

 
 

"Es por las mujeres que quise ser el más grande" - El País, es - link (aqui)

 

Alain Delon repasa en un libro su vida sentimental

ANA TERUEL - Madrid - 30/05/2011

"Es por las mujeres que siempre quise ser el más grande, el más guapo, el más fuerte". Lo dice quien fue el mayor seductor del cine francés, Alain Delon, en un libro dedicado precisamente a las mujeres de su vida: desde su madre hasta sus compañeras de reparto, con un enfoque especial, por supuesto, para sus parejas sentimentales más destacadas. A lo largo de más de 200 fotografías en blanco y negro, escogidas por el propio Delon y acompañadas por comentarios suyos, el libro (Delon: Les femmes de ma vie -Delon: las mujeres de mi vida-, dirigido por Philippe Barbier), recorre momentos clave de las vivencias de este mito de la gran pantalla, que siempre se ha negado a dar muchos detalles sobre su vida privada. El todo está bendecido nada menos que por su gran amiga Brigitte Bardot, quien firma la introducción.


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"Alain Delon, mi amigo, es una fiera, uno de esos animales preciosos e indomables en vía de extinción", señala Bardot, en un texto escrito desde su casa de Saint Tropez, que comparte con el actor su pasión por los animales. La actriz también destaca que detrás de aquel individuo cuya presencia invade todo lo que le rodea, como "un tsunami", se esconde "un hombre extremadamente frágil, una ternura secreta desbordante de amor".
En el centro de las mujeres que han acompañado al seductor francés se encuentra Romy Schneider, con la que tuvo un romance de varios años y que ocupa un lugar especial en su vida amorosa. "El recuerdo que guardo de ella es su sonrisa", escribe el actor. "El de una Romy deslumbrante que la iluminaba, la metamorfoseaba. Era la sonrisa de su alma". Le acompañan fotografías de ambos en su mansión y en rodajes, entre las que se ven las famosas imágenes de la grabación de La piscina, cuando eran pareja.
Estas instantáneas contrastan con una fotografía en la que la actriz aparece con la mirada ausente a su llegada al estreno de Pour la peau d'un flic (Por la piel de un policía) en septiembre de 1981, arropada por Delon y su pareja de entonces, Mireille Darc. "Ya no estaba presente", escribe el actor. Un par de meses antes, su hijo de 14 años murió en un accidente particularmente espeluznante: perdió el equilibrio al tratar de escalar la verja de casa y quedó empalado. Menos de un año después, a finales de mayo de 1982, la actriz aparecía muerta en su domicilio, probablemente por sobredosis de barbitúricos. "Mi ángel bonito, estés donde estés, pienso en ti, hasta siempre", escribe el actor bajo otra instantánea junto a Schneider.
La publicación también dedica un amplio espacio a la cantante Dalida, a la que Delon conoció en 1956 en París y con la que mantuvo un romance en 1963 en Roma; a Nathalie, la única mujer con la que se casó y que dio a luz a su hijo Anthony; a la actriz Mireille Darc, su compañera sentimental durante 15 años, y por supuesto a Rosalie van Breemen, la madre de sus otros dos hijos, Alain-Fabien y Anouchka, "la más guapa de las mujeres de mi vida".

CGU se recusa a investigar ascensão patrimonial de chefe da Casa Civil - Estadão online - link (aqui)

 

Apesar de decreto, de 2005, que prevê apuração de suspeitas de enriquecimento ilícito de agentes públicos, Corregedoria-Geral da União argumenta que Palocci era membro do Legislativo quando patrimônio aumentou

29 de maio de 2011 | 23h 00
 
Marta Salomon, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Duas semanas depois de revelada a vultosa evolução patrimonial do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, o que gerou suspeitas sobre tráfico de influência, a Controladoria-Geral da União (CGU) se recusa a abrir sindicância para avaliar o caso, apesar de decreto presidencial vigente determinar a investigação a partir de notícia ou de indícios de enriquecimento ilícito e evolução patrimonial incompatível de agentes públicos.
Para não investigar o caso, a CGU alega que Palocci não era "agente público" na época em que recebeu os pagamentos feitos à empresa Projeto Consultoria Financeira e Econômica Ltda., que prestou serviços de consultoria a bancos, montadoras e indústrias. A consultoria foi aberta em 2006 e em 2010 Palocci mudou o objeto social da empresa, que se transformou em administradora de imóveis. A maior parte dos rendimentos, porém, ocorreu no final de 2010, período em que o ministro adquiriu um apartamento de luxo avaliado em R$ 6,6 milhões.
Parte dos pagamentos, no entanto, foi feita depois que Palocci assumiu a coordenação técnica do governo de transição, indicado pela presidente eleita Dilma Rousseff. O petista foi oficialmente nomeado para a equipe de transição no dia 3 de dezembro. O ministro da Casa Civil já admitiu a políticos que a maior parte dos pagamentos da Projeto ocorreu nos meses de novembro e dezembro.
Palocci dividia seu tempo em Brasília entre o Centro Cultural do Banco do Brasil, sede da transição, e a residência de Dilma Rousseff, quando recebeu dinheiro referente à quitação dos contratos de consultoria da Projeto, informou ao Estado o advogado do ministro, José Roberto Batochio.
"De fato, isso é verdade", disse o advogado sobre a data do registro dos pagamentos. "A empresa encerrou suas atividades e, como tinha contratos em andamento, esses contratos foram rescindidos, e os pagamentos ocorreram no final do ano passado, em novembro e dezembro", confirmou Batochio.
Decreto. A ordem para que a CGU abra sindicância patrimonial para investigar indícios de enriquecimento ilícito de agentes públicos consta de decreto assinado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no final de junho de 2005.
Naquele mês, Lula estava às voltas com as primeiras denúncias do mensalão, esquema que envolveu as principais figuras do governo petista e que ainda será julgado no Supremo Tribunal Federal (STF). O decreto foi editado como parte da reação do Palácio do Planalto às denúncias.
O artigo 8.º do decreto diz que "ao tomar conhecimento de fundada notícia ou de indícios de enriquecimento ilícito, inclusive evolução patrimonial incompatível com os recursos do agente público, a autoridade competente determinará a instauração de sindicância patrimonial".
A investigação interna, prevê a medida, não teria nenhum caráter punitivo. No artigo 14.º, o decreto prevê ainda que o descumprimento dessas normas configura crime de responsabilidade.
Argumentos. Questionado neste domingo, 29, pelo Estado, o ministro interino da CGU, Luiz Navarro, informou que o Decreto 5483/2005 não se aplica a membros do Poder Legislativo e que Palocci não tinha vínculos com o Executivo na época dos pagamentos, ou seja, em 2010. Palocci tinha mandato de deputado, mas na ocasião já trabalhava como coordenador técnico da transição.
"A meu ver, a justificativa é frágil, mas é a justificativa que o governo quer que a sociedade absorva", avaliou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante.
"Lamento a falta de autonomia das controladorias em relação ao Executivo. Acabam tendo de ceder às determinações de governo, que não quer investigar", acrescentou.
Por ora, o ministro está sob investigação do Ministério Público Federal no Distrito Federal. Na sexta-feira, o procurador Paulo José Rocha Júnior abriu procedimento para apurar eventual enriquecimento ilícito de Palocci no âmbito cível, por suposta prática de improbidade administrativa. O procurador do DF aguarda dados dos contratos da Projeto e cópias de declarações do Imposto de Renda da empresa.
O ministro enviou na semana passada explicações sobre sua atividade empresarial ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, mas até hoje não deu nenhuma declaração pública sobre os fatos e suspeitas.
Na quinta-feira passada, o secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, enviou ofício à CGU cobrando a observância do decreto, mas não obteve resposta.

Charge do dia

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Pancho - Gazeta do Povo - Curitiba, PR