domingo, 10 de julho de 2011

A dura espera do marido de Gleisi Hoffmann...

 
 
Deu na Tribuna da Internet (aqui)
domingo, 10 de julho de 2011 | 13:10

Faltam 48 horas para o depoimento de Pagot, o diretor do Dnit demitido por Dilma, mas que não saiu. Preferiu pedir cartas à mesa e está pagando para ver. E Paulo Bernardo já o considera um diretor “correto”.

Carlos Newton
Como dizia o genial publicitário e compositor Miguel Gustavo, “o suspense é de matar o Hithcock”. Conforme anunciamos aqui no blog, emissários palacianos querem evitar que o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, revele o que sabe sobre a corrupção no Ministério do PR, perdão, do deputado Waldemar Costa Neto.
A oposição ainda não conseguiu o número de assinaturas necessárias para a criação da CPI, mas tudo é possível, especialmente porque Pagot não se curvou à ordem de demissão determinada pela presidente Dilma Rousseff, simplesmente anunciou ter entrado de férias, e dará depoimento terça-feira no Senado, em sessão conjunta da Comissão de Infraestrutura com a Comissão de Fiscalização e Controle. Na quarta-feira, vai falar na Câmara, em sessão conjunta de quatro comissões, vejam só o estrago que pode fazer.
“Não sei como será o depoimento do Pagot. Eu me encontrei com ele e achei que estava muito triste” – informou o líder do PR, deputado Lincoln Portela (MG). É aí que mora o perigo, como dizem os jovens.
Na quinta-feira, Pagot chegou a afirmar a O Globo que tudo o que fez no comando do Dnit “foi realizado conforme as instruções recebidas”. E quando o diretor em férias se refere a “instruções recebidas”, na verdade está dando um recado duro, porque já é mais do que sabido que essas determinações partiam do então ministro do Planejamento, Paulo Bernado, um dos petistas de maior prestígio e marido da atual chefe da Casa Civil, Geisi Hoffmann.
A informação que corre em Brasília dá conta de que Paulo Bernardo admitiu ter recebido uma ligação telefônica de Luiz Antônio Pagot, que negou ter citado o nome de Bernardo em qualquer conversa com parlamentares do PR. O ministro, por sua vez, teria se solidarizado com Pagot e dito que entendia sua indignação com o afastamento do cargo, além de reconhecer que, se havia alguém correto no Dnit, certamente era o ainda diretor do órgão.
Olhem bem como as coisas vão evoluindo. Pagot foi demitido, rebelou-se, entrou de férias e agora já é tido como um dirigente “correto” de um órgão inteiramente corroído pela corrupção das empreiteiras, que é uma espécie de doença crônica (e incurável) da máquina administrativa brasileiras nos três níveis – federal, estadual e municipal.
Bem, ainda faltam 48 horas para o esperado depoimento de Pagot, que será atacado frontalmente pela oposição. Até lá, as farmácias de Brasília certamente já terão esgotado todo o estoque de tranquilizantes. Detalhe: o depoimento será transmitido ao vivo pela TV Senado. Vai ter audiência recorde.

Claudette Soares - Vivo Sonhando

 
 

Elizeth Cardoso - A Noite Do Meu Bem

 
 

Ave Maria do Morro (Mônica Salmaso-Álbum Voadeira- 1999)

 
 

ANGELA MARIA - NA BAIXA DO SAPATEIRO

 
 

Dorival Caymmi - Marcha dos pescadores ou História dos pescadores (1965)

 
 

¡Felices 65 años... biquini! - El País, es - link (aqui)

 

Un ingeniero diseñó el bañador de dos piezas que popularizó Ursula Andress

BARBARA CELIS - Nue va York - 10/07/2011 

Bajo la lava y las cenizas del Vesubio que petrificaron la ciudad romana de Pompeya apareció exuberante una escultura de Venus en biquini. Y entre los mosaicos que aún cubren los suelos de la villa romana del Casale, en Sicilia, hay un grupo de mujeres que juegan a la pelota con el traje de baño de dos piezas que no parecía escandalizar a la civilización hace 1.700 años pero sí revolucionó el planeta hace 65. El 5 de julio de 1946, París asistió con horror a la presentación oficial del biquini. Fue durante un concurso de belleza. El ingeniero Louis Reard, que competía con el modisto francés Jacques Heim por diseñar "el bañador más pequeño del mundo", consiguió convencer a la stripper Micheline Bernardini para lucir el modelo, donde la visión de su ombligo provocó un cataclismo. De ahí el nombre con el que Reard decidió patentar el invento dos semanas después: el atolón de las islas Biquini había sido escenario de las primeras pruebas nucleares realizadas por EE UU tras la II Guerra Mundial.

http://www.elpais.com/recorte/20110710elpepiage_3/XXLCO/Ies/Ursula_Andress.jpg


Ursula Andress en '007 contra el Doctor No', en 1962.- GTRES

Y el bañador de dos piezas dio tanto que hablar como aquello. No es que Reard descubriera la pólvora: el que había diseñado Heim ya se había visto en las playas francesas bajo el nombre de átomo y desde los años treinta las estrellas de Hollywood ya se habían dejado ver con el dos piezas. Pero el ombligo, hasta entonces, había sido un elemento visual completamente tabú. La nueva prenda y lo que dejaba al descubierto fue calificada de "ofensiva", pero en el fondo gustaba. Reard, que había heredado una empresa de lencería de su madre, lo rediseñó para que fuera más recatado y pronto comenzó a vender. No obstante, en España, Italia y Portugal fue inmediatamente prohibido por la Iglesia e incluso los franceses, los más progres de la década de los cuarenta, le pusieron pegas. Hubo que esperar a que la diosa de aquel entonces, Brigitte Bardot, hiciera su aparición en biquini en la célebre Y Dios creó a la mujer en 1956 para que el mundo comenzara a enloquecer por el biquini y las mujeres, a reivindicarlo. Después llegó Ursula Andress emergiendo del agua en una playa con un biquini en el filme 007 contra contra el Dr. No, el primero de la saga de James Bond, y ya no hubo vuelta atrás: comenzaba la década de los sesenta y, con ella, la revolución sexual. La prenda se convirtió en el emblema de la liberación femenina, "en el símbolo de la libertad" como aseguraba en la BBC Kelly Killoren Bensimon.

Eunício Oliveira, presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal e........"empreendedor", nas vagas horas...

 

Deu no Estadão online (aqui)

Empresa de senador do PMDB fraudou licitação de R$ 300 mi na Petrobrás

Manchester Serviços Ltda., da qual Eunício Oliveira é dono, soube com antecedência, de dentro da estatal, quais eram seus concorrentes e os procurou em busca de acordo para vencer disputa por um contrato de consultoria e gestão empresarial

09 de julho de 2011 | 18h 18

Leandro Cólon - O Estado de S. Paulo


Beto Barata/AE
Beto Barata/AE

Os senadores Eunício Oliveira (frente) e Humberto Costa durante sessão da CCJ do Senado


Houve reuniões entre concorrentes durante o mês de março, inclusive no dia anterior à abertura das propostas. A reportagem teve acesso ao processo de licitação e a detalhes da manobra por parte da Manchester para sagrar-se vencedora no convite n.º 0903283118. Às 18h34 de 29 de abril, a Petrobrás divulgou internamente o relatório em que classifica a oferta da Manchester em primeiro lugar na concorrência com preço R$ 64 milhões maior que a proposta de outra empresa.
O contrato, ainda não assinado, será de dois anos, prorrogáveis por mais dois. Sete empresas convidadas pela Petrobrás participaram da disputa, a maioria sem estrutura para a empreitada. Os convites e o processo de licitação são eletrônicos e as empresas não deveriam saber com quem estavam disputando.
Foto
Em 30 de março, um dia antes da abertura das propostas, o diretor comercial da Manchester, José Wilson de Lima, reuniu-se duas vezes, por mais de três horas, em São Paulo com uma das empresas convidadas pela Petrobrás, a Seebla Engenharia, segundo registros de segurança do prédio onde funciona essa empresa. Uma foto dele ficou registrada nos arquivos do condomínio. O objetivo da visita era exigir da Seebla que aceitasse um acordo.
A Seebla confirmou o encontro e, questionada, disse que isso também ocorrera em dias anteriores. A empresa afirmou que não fez acerto. No dia seguinte à reunião, ofereceu na licitação o preço de R$ 235 milhões, bem abaixo dos R$ 299 milhões apresentados pela empresa do senador. Mesmo assim, foi desclassificada pela Petrobrás.
Um diretor de outra empresa envolvida, que pediu para não ser identificado por questão de segurança, contou que diretores da Manchester usaram o nome de Eunício para oferecer R$ 6 milhões em dinheiro vivo em troca de uma "cobertura"na licitação - ou seja apresentar proposta com valor que serve apenas para simular concorrência e ajudar uma parceira a ganhar a licitação.
"Tentaram nos comprar", disse ao Estado o diretor da empresa. Em troca, a Manchester faria o mesmo em outra licitação.

Os detalhes do esquema (aqui)

E por falar no marido da Gleisi...



09/07/2011

Deu no Blog do josias (aqui)

Bernardo admite consultas a Pagot sobre obras no PR

Marcello Casal/ABr


Lançado no caldeirão em que negócios da pasta dos Transportes se misturam a propinas, Luiz Antonio Pagot, do Dnit, esforça-se para engrossar o caldo.
Pagot diz que, ministra, a própria Dilma Rousseff monitorava as obras rodoviárias desde a Casa Civil de Lula. Insinua que grão-petistas o assediavam.
Entre os nomes que o mandachuva do Dnit menciona com maior insistência está o do ministro petista Paulo Bernardo, ex-Planejamento, hoje Comunicações.
Procurado pela repórter Luíza Damé, Bernardo manifestou-se por e-mail. Admitiu: 
Quando dirigia a pasta do Planejamento, requisitou de Pagot dados sobre o andamento de obras no seu Estado, o Paraná.
O mesmo Estado que mandou ao Senado, no ano passado, a mulher de Bernardo, Gleisi Hoffmann (PT), hoje chefe da Casa Civil de Dilma.
Bernardo negou, porém, que tenha dado ordens ao diretor-geral do Dnit: “Pagot não era meu subordinado…”
“…E servidor público obedece a ordens formais que ficam registradas no sistema do governo. No serviço público, fazemos apenas o que a lei determina”.
O ministro também negou que tenha contactado empreiteiras, como insinua Pagot tem seus diálogos privados.
“Pretendo responder respeitosamente às perguntas, mas exijo que me tratem com o mesmo respeito”.
Pagot falará no Congresso nesta semana. Na terça, estará no Senado. Na quarta, na Câmara. Resta aguardar, para ver quão respeitoso será com Paulo Bernardo.

Escrito por Josias de Souza às 23h04

Petrobras: firma de senador do PMDB frauda licitação - Josias de Souza - blog do Josias - link (aqui)



10/07/2011

Waldemir Barreto/Ag.Senado


A empresa Manchester Serviços Ltda., da qual o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) é sócio com 50%, venceu uma licitação na Petrobras mediante fraude.
A revelação consta de notícia produzida pelo repórter Leandro Cólon. Ele conta que a firma do senador obteve, na surdina, os nomes dos seis concorrentes.
Procurou-os e firmou com eles um acordo. Mediante compensaçõe$, as logomarcas que disputavam com a Manchester foram ao certame para dar-lhe “cobertura”.
Significa dizer que apresentaram propostas em valores acima dos orçados pela Manchester, convertendo a licitação numa pseudodisputa.
As reuniões que viciaram a concorrência da estatal petroleira ocorreram ao longo do mês de março.
Às 18h34 de 29 de abril, a Petrobrás divulgou relatório em que declara a Manchester vitoriosa no certame.
Disputava-se um contrato de serviços de consultoria e gestão empresarial. Coisa para dois anos, renováveis por mais dois.
A Manchester orçou os serviços em cerca de R$ 299 milhões. Uma das concorrente, a Seebla Engenharia, atravessou o acordo.
A proposta da Seebla oferecia à Petrobras uma equação financeira mais vantajosa. A empresa dispôs-se a executar os serviços por R$ 235 milhões. Foi desclassificada.
Dias antes, em 30 de março, o diretor comercial da Manchester, José Wilson de Lima, estivera um par de vezes na sede da Seebla, em São Paulo.
A passagem de José de Lima pelos escritórios da concorrente ficou registrada na portaria. Há inclusive uma foto do diretor da firma do senador Eunício.
A Seebla refugou a proposta de acordo da Manchester. Daí a apresentação de proposta com preço inferior.
Ouvido, o diretor da ouvidoria da Seebla, Milton Rodrigues, confirmou as visitas do representante da Manchester: “Contra fatos, não há argumentos”.
Disse que José de Lima, o preposto do senador, reuniu-se com Jorge Luiz Scurato, diretor Comercial da Seebla. Ele “não está mais na empresa”.
“Quando participamos de licitações, oferecemos preços compatíveis”, declarou Milton Rodrigues.
Procurada, a Petrobras alegou que desconhece as reuniões entre as empresas supostamente concorrentes:
"A Petrobrás desconhece essa informação. A licitação foi realizada em meio eletrônico, com entrega das propostas por computador”.
Por que a proposta da Seebla, financeiramente mais vantajosa, foi desclassificada? Segundo a Petrobras, “havia inconsistências na proposta”.
Entre elas, “a alíquota de determinado imposto [ISS], em porcentual menor do que o que deveria ser praticado…”
“…E a omissão dos porcentuais de determinados encargos sociais exigidos".
Alega-se que “essas inconsistências tornaram a proposta inexequível". Argumenta-se, de resto, que “a licitação […] foi do tipo melhor preço e não menor preço".
A empresa desdiz a estatal: "Os custos apresentados pela Seebla refletem com segurança a realidade do empreendimento".
Também procurado, o senador Eunício, presidente da comissão de Justiça do Senado, optou pelo silêncio.
Disse apenas que está afastado da administração da Manchester. Sustenta que não participa das decisões de sua empresa.
Embora o resultado da “concorrência” já tenha sido proclamado, o contrato entre a Manchester e a Petrobras ainda não foi firmado.
Confirmando-se o resultado, os préstimos da Manchester serão providos à diretoria de Serviços da Petrobras, comandada por Renato Duque.
Trata-se de um apadrinhado do grão-petê José Dirceu. Que, sob Lula, coabitou a Esplanada dos Ministérios com Eunício.
Dirceu chefiou a Casa Civil de Lula até 2005, quando estourou o escândalo do mensalão. Eunício era ministro das Comunicações.

Escrito por Josias de Souza às 05h45

Pausa para um tema sério (1) - Tribuna da Internet - link (aqui)

 
 
domingo, 10 de julho de 2011 | 05:00

Carlos Chagas
Nos idos de janeiro de 1972, recém-chegado a Brasília   para assumir a direção de “O Estado de S. Paulo” na capital federal, ouvi de um amigo que havia passado por aqui  o ex-presidente Juscelino Kubitschek, embora proibido pelo governo   militar. Ele comprara uma fazendinha lá para os lados de Luziânia e nela costumava refugiar-se com frequência.  Mas não podia desembarcar no aeroporto comercial, nos limites da cidade.
Obrigava-se a chegar e  utilizar um aeroclube na cidadezinha de Formosa, do outro lado do Distrito Federal. Claro que num precário teco-teco.�
Telefonei para o presidente, então com gabinete no Banco Denasa, no Rio, que um ex-genro depois fez questão de expulsá-lo, num gesto de ingratidão digno de ficar para a História.  JK narrou-me todo o episódio. 
Naquela oportunidade, retornando à antiga Capital,  como sempre tendo que contornar Brasília, ia na cabine de um caminhão, conduzido por um amigo.  Era de tarde, chovia a cântaros. Ele estava sem paletó, de chapéu de palha. 
Teve uma tentação, que transmitiu ao  amigo:  em vez de dar a volta, porque não cortariam caminho passando pelo centro de  Brasília? Desde sua cassação em 1964,  não podia ver  a cidade por ele criada. 
Entraram pela avenida do Catetinho, primeira residência para  ele desenhada por Oscar Niemayer, nos tempos em que a Capital repousava  nas pranchetas. Uma construção de madeira, transformada em museu.  Estacionaram defronte e, apesar da água que caia, desceu da viatura. A memória começara a funcionar, trazendo-lhe imagens daquele   período desafiante e feliz da construção da cidade.  O zelador de plantão, abrigado da chuva, contou haver feito uma promessa,  quando se deparou com   JK  parado, com as mãos na cintura: deixaria de beber naquele   momento   mesmo!   Era um fantasma que estava vendo, apesar de sem gravata e de chapéu de palha… 
O caminhão tomou o rumo da cidade e entrou pela Avenida W-3 – Sul,  naquela época centro do comércio local.  Nem dava para ver direito as lojas e restaurantes, tamanho o aguaceiro, mas ficou impressionado com o número de bancos lá instalados.  
Dobraram à  direita e entraram  na Esplanada dos Ministérios.  Diante  da catedral, outra parada.  Não conhecia o monumento, erigido depois de sua cassação. O motorista foi  primeiro, para  verificar se havia   muita gente na igreja. Se houvesse, não desceria. Sorte: só duas ou três beatas rezando o terço. 
Extasiou-se com mais aquela “obra do Oscar”. Entendeu de pronto a mensagem das colunas de  cimento reunindo-se e tomando o rumo do infinito,  como numa oração eterna. Ajoelhou-se, rezou e sentiu o primeiro nó na garganta. 
Dali, ainda debaixo do temporal, foram à Praça dos Três Poderes. À direita o Supremo Tribunal Federal, à esquerda o Palácio do Planalto, atrás o Congresso. Diante dele, o pequeno museu da criação da Brasília, com seu rosto gravado em bronze na parede externa.   Não  se conteve.  Suas lágrimas misturavam-se às que caíam  do céu. Tinha valido à  pena,  pensou, sem mágoas para o general de plantão que devia estar no terceiro andar do Planalto. 
A saída pela W-3-Norte, ainda incompleta, e um sentimento que, relatou-me pelo telefone,  deveria ter sido o mesmo de um súdito das Gálias que pela  primeira vez entrasse em Roma. Não falou, mas aquela era a  sua Roma, que  havia erigido tijolo por tijolo, e que agora negavam-lhe a presença. 
Anos depois um ex-agente do SNI revelou que o presidente não passara sozinho por Brasília. Fora acompanhado de longe por arapongas,  numa viatura encarregada de vigiá-lo permanentemente.  O agente   contou  não ter tido coragem de abordá-lo e exigir que se retirasse de imediato ou conduzindo-o a um quartel. (continua amanhã)

Comercial antigo - "Snoopy" Davene - 1989

 
 

Charge do dia

 


Charge do dia 10/07/2011



Humberto - Jornal do Commercio - Recife, PE