quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O marido de Gleisi e a falta de memória...



Deu no Blog do Josias (aqui)

31/08/2011

Bernardo agora diz não lembrar se usou avião privado

  Fábio Pozzebom/ABr



Entre as muitas serventias da memória, uma é especialmente últil. Ela serve para que certas pessoas esqueçam coisas incertas.
Tome-se o caso do ministro Paulo Bernardo. Acusam-no de ter voado em avião da Sanches Triploloni, empreiteira com interesses no PAC.
Na semana passada, ouvido na Câmara, Bernardo disse: "não posso descartar" a hipótese de ter voado. Vai que aparece uma foto!
Nesta quarta (31), no Senado, Bernardo soou diferente. Sua memória revelou-se prodigiosa em relação à campanha eleitoral da mulher:
"Esse avião não foi usado na campanha da Gleisi [Hoffmann].”
A lembrança volta a obscurecer quando o ministro fala de si próprio: “Eu não me recordo de ter andado nesse avião."
A memória, não há dúvida, é relapsa e traiçoeira. Pior: por vezes, é também seletiva.

Escrito por Josias de Souza às 15h07

Karrin Allyson - Daydream

 
 

Karrin Allyson - Naima

 
 

Gloria Lynne You Don't Have To Be A Tower Of Strength

 
 

Gloria Lynne I Wish You Love

 
 

"How Little We Know"...Susannah McCorkle



Susannah McCorkle - I'm Old-Fashioned



Bar é fotografia - Mick Payton



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Mick Payton

"Dawn"

PSDB entra com representação contra Gleisi e Lula - Estadão online - link (aqui)

 

Pedido é motivado por suspeitas de irregularidades no processo de demissão de Gleisi de estatal

30 de agosto de 2011 | 19h 11

Mariângela Gallucci, de O Estado de S.Paulo
O senador Aloysio Nunes Ferreira (SP) e o deputado federal Duarte Nogueira (SP), ambos do PSDB, pediram nesta terça-feira, 30, ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que investigue a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suspeitas de crime de peculato e improbidade administrativa.

Oposição pede investigação de crime de peculato e improbidade administrativa - Beto Barata / AE 23.08.2011
Beto Barata / AE 23.08.2011

Oposição pede investigação de crime de peculato e improbidade administrativa

Os parlamentares da oposição querem que os dois e o diretor-geral da Itaipu Binacional, Jorge Samek, sejam investigados por suspeitas de irregularidades no processo de demissão de Gleisi da estatal, ocorrido em 2006, na véspera do início da campanha eleitoral. A ministra saiu da Itaipu e lançou sua candidatura ao Senado. Mas recebeu indenização da estatal como se tivesse sido demitida, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo.
"Ao invés de solicitar seu afastamento, o que seria de se esperar, ou melhor, a ação que obrigatoriamente deveria ter sido tomada, a ministra Gleisi foi demitida pelos demais representados, demonstrando, assim, uma unidade de desígnios cujo resultado final foi a lesão aos cofres da União de valor superior a R$ 40.000,00 (quarenta mil reais)", alegam os parlamentares na representação protocolada na Procuradoria.

Governo dá R$ 6 mi a cartolas e projeto para cadastrar torcida não sai do papel - Estadão online - link (aqui)

 

Convênio assinado com sindicato das associações de futebol profissional para cadastrar torcida organizada teve verba liberada em tempo recorde, mas entidade não sabe como cumprir o prometido

31 de agosto de 2011 | 5h 00
 
Marta Salomon, Leandro Colon e Fernando Gallo, de O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO e BRASÍLIA - O governo federal repassou R$ 6,2 milhões a um sindicato de cartolas do futebol para um projeto da Copa do Mundo de 2014 que nunca saiu do papel. Sem licitação, o Ministério do Esporte contratou o Sindicato das Associações de Futebol (Sindafebol), presidido pelo ex-presidente do Palmeiras Mustafá Contursi, para fazer o cadastramento das torcidas organizadas dentro dos preparativos para a Copa. O contrato foi assinado no dia 31 de dezembro de 2010 e todo o dinheiro liberado, de uma vez só, em 11 de abril deste ano. O projeto, porém, jamais andou.

O Ministério do Esporte foi célere em aprovar o convênio, entre novembro e dezembro de 2010, com base em orçamentos e atestados de capacidade técnica apresentados pelo sindicato. O Estado obteve os documentos. O negócio rápido e milionário teve um empurrão oficial de Alcino Reis, assessor especial de futebol do ministério e homem de confiança do ministro Orlando Silva (PC do B) - de quem é correligionário no PC do B.
O convênio, que faz parte do projeto Torcida Legal, foi assinado por Reis e pelo secretário executivo do ministério, Waldemar Manoel Silva de Souza.
As empresas que aparecem como responsáveis pelos serviços do projeto nunca foram contratadas pela entidade dos cartolas, dirigentes de clubes, que leva o nome oficial de Sindicato Nacional das Associações de Futebol Profissional e suas Entidades Estaduais de Administração e Ligas (Sindafebol). Os atestados de capacidade técnica entregues ao governo, por exemplo, foram feitos pelo próprio sindicato.
Na terça-feira, 30, questionado pelo Estado, o presidente do Sindafebol admitiu que a entidade não tem estrutura para tocar o convênio. "Dissemos ao ministério que nunca tínhamos feito isso. O sindicato não tinha experiência, e se colocou à disposição do ministério", disse Contursi, ao justificar a paralisia do projeto. Os R$ 6,2 milhões recebidos, afirmou, estão parados numa conta bancária controlada por ele próprio.
O cartola admitiu que, diante das dificuldades do sindicato em cumprir as metas, a execução do contrato poderá ser "reavaliada", contrariando o discurso do governo de que tudo está dentro do planejado. O Ministério do Esporte alega que escolheu o Sindafebol, sem licitação, por ser mais "adequado" para tocar o projeto.

O convênio foi assinado em 31 de dezembro com vigência até o fim do ano. Em maio, porém, foi prorrogado até março de 2012.
Subcontrato. No processo do convênio assinado com o Esporte, o qual o Estado teve acesso, o sindicato informou que subcontrataria, por R$ 3,3 milhões, a empresa Mowa Sports para desenvolver o software do cadastramento, locação de equipamentos eletrônicos, entre outras coisas. Procurada pelo Estado, a empresa afirmou que não assinou contrato com o sindicato.
"A Mowa Sports esclarece que não emitiu nenhuma nota fiscal nem recebeu nenhum pagamento relacionado ao assunto em referência. A Mowa Sports tinha todo o interesse em participar do projeto Torcida Legal e desenvolver ações de mobilidade digital, porém deixou de ser procurada meses atrás pelos responsáveis", diz nota da empresa.
Além de Contursi, dirigem a entidade o vice-presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Alexandre Husni, o vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no Centro-Oeste, Weber Magalhães, entre outros.
Parecer. Em 14 de dezembro, durante a rápida aprovação do convênio, a contratação enfrentou um parecer contrário da consultoria jurídica do ministério, que apontou, por exemplo, ausência de "requisitos legais" e fragilidade na capacidade técnica.
O principal argumento do Sindafebol para fechar o contrato sem licitação foi dizer que tem em seu quadro de filiados todos os clubes de futebol credenciados na CBF, embora, em sua maioria, as torcidas organizadas, principal objeto do convênio, não sejam vinculadas diretamente aos clubes.

"O sindicato tem vários entrosamentos com o ministério", afirmou na terça-feira Contursi, citando o nome de Alcino Reis.
Reis, assessor do ministro, recomendou a contratação com base em uma declaração de capacidade técnica apresentada pelo próprio sindicato.
O curioso é que a entidade afirmou ter capacidade para tocar um projeto para o qual, segundo ela própria reconhece, não haveria parâmetro de comparação. "O Projeto Torcida Legal é inovador e não tem nenhuma experiência igual em todo o mundo", diz o atestado. "O Sindicato do Futebol tem todos os meios para junto com as Federações e Clubes, proceder o cadastramento das Torcidas Organizadas e seus torcedores." Diante disso, um parecer do ministério diz que essa autodeclaração "demonstra a capacidade técnica do proponente" para realizar o convênio.
O contrato prevê o cadastramento de 475 torcidas organizadas. "O projeto traz em seu contexto que é preciso aproveitar a mobilização nacional para mudar o ambiente social, a cultura e o comportamento que existe em torno do futebol como uma ação de preparação do Brasil para a Copa das Confederações 2013 e da Copa do Mundo Fifa 2014", diz o documento do ministério.

O ingênuo reticente, ou de como tomei o bonde errado...

 

Deu no blog do Josias (aqui)

Decepcionado com Dilma, Cristovam flerta com a CPI

Fábio Pozzebom/ABr


Há duas semanas, um grupo de senadores escalou a tribuna para declarar apoio à “faxina” de Dilma Rousseff nos ministérios.
Um dos integrantes desse grupo, Cristovam Buarque (PDT-DF), disse há pouco que começa a se “decepcionar” com Dilma.
Em aparte ao colega Agripino Maia, líder do DEM, Cristovam insinuou que pode aderir ao pedido de CPI da Corrupção:
“Em relação à CPI, existem os que assinaram, os que não assinaram e os que não assinaram a-i-n-d-a. Eu estou nesse bloco.”
Mas, afinal, vai ou não vai assinar? “Ainda vou dar alguns dias de credibilidade à presidente...”
“...Se a presidente titubear lá, eu não titubearei aqui. Minha posição contrária aos que assinaram a CPI tinha razão de interesse público e de respeito à presidente...”
“...Mas essa razão pode desaparecer se não receber dela um gesto de credibilidade.”
Por ora, assinaram o pedido de CPI apenas 20 senadores. O número mínimo exigido é de 27. Ainda que Cristovam vença suas hesitações, faltarão seis jamegões.

Escrito por Josias de Souza às 16h48

A nova face de Dilma...

 

Deu no Blog do Josias (aqui)

Alfredo Nascimento encontra-se com Ideli no Planalto

Sem alarde, a ministra petê Ideli Salvatti recebeu o ex-ministro pêérre Alfredo Nascimento.
Gestora do balcão, Ideli tenta dissolver a “independência” do PR –dono de 41 votos na Câmara e seis no Senado.
Varrido da pasta dos Transportes, o PR farejou na movimentação do Planalto uma tentativa de cooptação no varejo.
Em reação, a legenda centralizou em Nascimento a gestão do seu atacadão de interesses.
Segundo relato que fez à sua tribo, Nascimento disse a Ideli que a crise dos Transportes deixou feridas profundas no PR.
Condicionou a cicatrização à restauração das biografias que, na expressão dele, o governo jogou no lixo.
Quer dizer: depois de abdicar da vassoura, Dilma pode virar catadora de resíduos. Nesse ritmo, logo será fundada a Reciclobras.

Escrito por Josias de Souza às 22h26

Charge do dia


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Paixão - Gazeta do Povo - Curitiba, PR