segunda-feira, 3 de outubro de 2011

MILDRED BAILEY - It's the Natural Thing to Do (1937)

 
 

MILDRED BAILEY - When Day Is Done (1935)

 
 

Mildred Bailey and Her Alley Cats - Someday Sweetheart (1935)



Richard Himber and his Ritz Carlton Orchestra, Joey Nash vocal - Were You Foolin (1934)

 
 

The Boswell Sisters - The lonesome road (1934)



Boswell Sisters, Jimmy Grier Orchestra - It's Written All Over Your Face (1934)

 
 

Llegan los besos tatuados - el País, es - link (aqui)

 

Una empresa estadounidense comercializa tattoos temporales para los labios.


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Un discreto diseño de Violent Lips


"Las hijas de Jeff [Haddad] se presentaron en un cóctel con unos tatuajes de Chanel. Se los habían puesto en lo labios. Giraron muchas cabezas", relata la portavoz de Violent lips, una empresa fundada en abril por el padre de las protagonistas de esta anécdota, Jeff Haddad, y su amigo Lori Magnier. Esta pareja residente en Las Vegas lleva años trabajando en el mundo del entretenimiento. En una entrevista a la revista WWD (el link es de pago) aseguraron: "Llevábamos años pagando a maquilladores profesionales en las producciones para que realizasen este tipo de tatuajes en los labios de los artistas".
Existen infinidad de modelos en su web: hay una línea de tatuajes temporales rosas; otra de estampados animales; una de colores muy vivos; otra con rayas; otra con puntos. Cada paquete contiene tres unidades y también pueden comprarse en las tiendas on line de Asos (desde 15 euros) o Topshop (12 libras). Un tutorial disponible en Youtube explica paso a paso cómo colocar el dibujo.

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Política externa ou interesse "Dilmacional"?

 

Deu no Estadão online (aqui)

Em crise, búlgaros cortejam Dilma

Empresários e políticos do país natal do pai da presidente esperam que vínculo familiar ajude a impulsionar investimentos brasileiros

03 de outubro de 2011 | 3h 05
 
JAMIL CHADE / GENEBRA - O Estado de S.Paulo
Nos últimos dias, amigos mais próximos do falecido meio-irmão de Dilma Rousseff se apressaram em ir até seu túmulo, em Sófia, para limpá-lo.
No local onde está enterrado Luben Roussev, o cenário era de abandono, com o mato ganhando terreno. Mas, com a primeira visita da presidente Dilma amanhã ao país de origem de seu pai, voluntários, políticos e empresas se mobilizam para agradá-la, na esperança de convencer o Brasil a promover um "pacote de resgate" para a Bulgária, diante de sua difícil situação econômica e social.
O entusiasmo com a visita tem explicação: Dilma desembarcará com a missão empresarial mais importante que o pequeno país já recebeu nos últimos anos.
Petar Roussev, pai de Dilma, fugiu da Bulgária nos anos 30. Anos mais tarde, se estabeleceria no Brasil e formaria uma nova família. Deixou para trás uma esposa grávida de Luben, que nasceria em 1930. Nunca mais o viu e deixou mágoa na família na Bulgária ao evitar levar Luben ao Brasil para conhecê-lo, apesar dos repetidos pedidos do filho.
O contato entre Dilma e Luben foi retomado há menos de dez anos, com a presidente chegando a enviar dinheiro ao meio-irmão. Luben morreu em 2007, sem conhecer a irmã brasileira (leia texto nesta página).
Agenda. Sem poder contar com os países vizinhos, mergulhados na crise do euro, a Bulgária sonha com a conquista de investimentos brasileiros nos setores de mineração, infraestrutura e alimentos. Um seminário entre empresas dos dois lados será realizado paralelamente à visita da presidente.
Sófia já debateu com Dilma em janeiro a possibilidade de que a Embraer abra no país uma fábrica de algumas de suas peças. Nesta semana, a presidente desembarca ainda com representantes da Petrobras, da Embrapa, da Eletrobras, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da TAM e da Andrade Gutierrez.
A classe política também está preparada para se lançar em um pedido de resgate por parte da presidente brasileira. Uma delas deve ser Meglena Kuneva, candidata a presidente nas eleições em 2012. Seu nome tem dividido o Partido Socialista local. Os que apoiam sua candidatura insistem em traçar paralelos entre Kuneva e Dilma.
Em entrevista ao site Novonite, a própria Kuneva buscou a comparação. "Os brasileiros concordaram em olhar para o futuro. Por que não podemos fazer o mesmo?", disse, revelando que está lendo uma série de livros de Jorge Amado.
O primeiro-ministro, Boyko Borisov, espera também a viagem para elevar seu prestígio, abalado nos últimos meses por escândalos e um conflito étnico.
 

Acossada pela ‘modernidade’, Kodak vê-se em apuros - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


  AP
Imagine um macaco voltando à cena e perguntando para o homem: valeu a pena? Se o interrogado for um executivo da Kodak, dirá: nem tanto, nem tanto!
Gigante no mercado da fotografia convencional, a Kodak enfrenta desde a década de 90 o assédio da revolução tecnológica.
A gradativa diminuição da procura por câmeras analógicas e filmes fotográficos roeu-lhe a saúde financeira.
Em movimentos erráticos, a companhia fez incursões pelo mundo digital sem tirar o pé da velha canoa. Remou, remou e aportou na crise.
Aos 131 anos, a Kodak viu-se compelida a recorrer a um empréstimo de US$ 160 milhões.
Mais: contratou uma banca de advogados especializada em concordatas e no aconselhamento de empresas às voltas com a necessidade de reestruturação.
O empréstimo e o contrato com o escritório advocacia Jones Day fizeram o Mercado levar o pé atrás.
Na última sexta (30), a ação da Kodak ruiu 53,4%. Foi a US$ 0,78. Cotado na casa dos centavos, o papel da Kodak chegou a valer, em 1997, US$ 90 em Wall Street.
Gerard Meuchner, porta-voz da Kodak, veio à boca do palco para dizer que, “neste momento, a empresa não tem a intenção de pedir concordata”.
Um macaco olharia ao redor. Notaria a profusão de câmeras digitais e celulares com aparatos de imagem. E perguntaria: até quando, Kodak?

Escrito por Josias de Souza às 20h24

Sebastião Nery - Tribuna da Internet - link (aqui)

 
 
segunda-feira, 03 de outubro de 2011 | 03:05

O que faz a diferença

Sebastião Nery
Anos seguidos, mais de meio século, desde o seminario, li seus artigos, livros, discursos, memórias. “Reflexões de Uma Cabra” é de 1922. “A Bagaceira”, que fundou o romance regional, de 1928. “Coiteiros” e “O Boqueirão”, de 1935. Depois, “Ocasos de Sangue” (1954), “O Ano do Nego” (1968), etc. Anotava sempre coisas que José Americo, padroeiro da Paraíba, disse ou escreveu:
1. – “Só tenho uma vaidade: a literária, E não é vaidade, é alegria”.
2. – Os “gritos” foram loucuras de minha sinceridade”.
3. – “A melhor nota dada pela minha primeira professora foi essa: “Nunca mentiu”. Saudando-a, numa festa que lhe fizeram, eu lhe disse: – “Minha querida professora, continue a ter confiança em mim, porque só mentirei quando for necessário. Como os santos”.
4. – “Ser útil é desdobrar a personalidade, vivendo outras vidas.”
***
JOSÉ AMERICO
5. – “Particularmente, tive uma aspiração: possuir uma fazenda. Duelos de marruás, ovelhas unidas e bodes irresponsáveis. O garanhão com o seu lote, um harém campeiro, todo soberbo, em passo de dançarino, a cauda içada e a crina revolta. E bichos do mato visitando-me no meu pátio. Um açude gordo de peixe e a vazante com uma verdura geral. O jardim cheirando a tudo. Ninhos, ninhos, ninhos. Proibida a caça.”
6. – “E o que não fiz impedido por meus freios? O melhor romance que me ficou na lembrança desoprimida e saudosa.”
7. – “A solidão liberta-me e valoriza-me. Enquanto estou só, crio o meu mundo e me basto. Mas uma presença é sempre um raio de sol.”
8. – “Sou feliz, sempre fui feliz, muito mais de que mereço. Mas raras vezes conheci alegrias. Não desfrutei os prazeres da vida.”
***
CORAGEM
9. – “Devo o sucesso da vida pública à minha simplicidade e a um certo destemor. Ser temido é meia vitória. A faculdade de expressão me ajudou.”
10. – “Não me julgo ultrapassado. Enquanto vida tiver serei um homem do meu tempo, permeável à idéia nova. Só tenho de velho os sentimentos. A inteligência renova-se com os seus exercícios.”
11. – “Não tenho vícios, mas isso não é virtude, é minha natureza.”
12. – “Não tenho queixa das mulheres. Podem ser volúveis no amor, mas são fiéis na amizade.”
13. – “Sou homem comum. Só tenho de diferente uma personalidade maciça que se manifesta nos momentos decisivos. Na inércia sou vulgar. É preciso que surja um grande estímulo para as revelações. Quanto mais excitado pelos acontecimentos mais dou de mim.”
***
CORRUPÇÃO

14. – “Fiquei outro dia horrorizado com as memórias de Ilya Ehrenburg no ponto em que censurou Edouard Herriot por seus princípios. Achava grotesco este homem de Estado que falava em “cumprir a palavra” e “salvar a honra”. Vejo que minhas maiores virtudes são burguesas.”
15. – “Só uma vez tentaram subornar-me. Foi como ministro do Tribunal de Contas. Um barbudo que tinha um processo para julgamento cochichou-me: “Dou-lhe um agrado”. Com a cara mais alegre deste mundo admiti a corrupção: “Aceito”. E, antes que ele metesse a mão no bolso, disse-lhe o que desejava: “Sua barba. Precisarei de uma vassoura para a limpeza da casa depois disso.”
16. – “Ocupando posições, nunca aceitei presentes de valor. Só recebi como presente caro um relógio de ouro, deixado em minha casa por um grupo de amigos, dos mais íntimos. Encontrando-se um deles em dificuldade de vida, devolvi-o.”
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CHATÔ

17. – “Chateaubriand levou muito tempo a oferecer-me um carro, quando me viu, saído do ministério, andando de táxi ou ônibus. Não aceitei”
18. – “Ao deixar o governo do Estado, em 55, tentaram ainda dar-me uma condução, que recusei.”
19. – “Estive no Acre. Tendo o rio dado um balanço de uma margem à outra, o batelão desgarrou da lancha que rebocava e saiu desgovernado. Os passageiros agarravam-se uns aos outros. O pânico tem uma cara mais feia do que o choro. Torna-se cômico. Achei graça e um português atarantado censurou-me: “O senhor ainda ri?” Dei-lhe uma explicação razoável: “Sinto muito, mas o medo é uma tristeza que me diverte.”
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NADAS
20. – “Desculpem ter falado assim de mim. Tenho esta liberdade porque nem sempre falo de bem. Não iria também, por falsa modéstia, que não passa de hipocrisia, mentir contra mim mesmo.”
21. – Já se disse numa campanha política que eu falava muito de mim. Falo porque posso. Um simples gesto pode ser uma definição.”
22. – “Desde cedo comecei a demonstrar o que seria como homem. Creio mesmo que em quase nada mudei. A diferença está entre a pedra bruta e a pedra polida. Falem por mim esses nadas.”
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SARNEY

Um foi governador. O outro também. Um foi senador. O outro também. Um foi escritor. O outro também. Um foi da Academia Brasileira de Letras. O outro tambem. Um se chama José Américo. O outro José Sarney. E é isso que faz toda a diferença.

Comercial antigo - Grosélia Vitaminada Millani Anos 80

 
 

Charge do dia

Charge do dia 03/10/2011


Humberto - Jornal do Commercio - Recife, PE