quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Toquinho & Vinicius - Como dizia o poeta

 
 

Toquinho & Vinicius de Moraes - Tristeza

 
 

Vinicius Da Moraes & Toquinho Chega de Saudade

 
 

Vinicius De Moraes e Toquinho - Para Viver Um Grande Amor

 
 

Se todos fossem iguais a você - Tom e Vinicius



20 de outubro - Dia do poeta


E por falar em Hai Kai




(luiz alfredo motta fontana)





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e entre outras coisas

dispo os versos

Le CNT libyen annonce la mort du colonel Kadhafi - Le Figaro, fr - link (aqui)

Par lefigaro.fr
Mis à jour

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Mouammar Kadhafi, 69 ans, a gouverné la Libye d'une main de fer pendant près de 42 ans avant d'être renversé par une rébellion. Crédits photo : ZOHRA BENSEMRA/REUTERS

VIDÉO - L'ancien dirigeant libyen aurait été tué près de sa ville natale, Syrte, selon le Conseil national de transition. La chaîne al-Jezira a diffusé une vidéo qui montrerait son cadavre.

«Mouammar Kadhafi a été tué», a annoncé jeudi le premier ministre libyen Mahmoud Jibril lors d'une conférence de presse à Tripoli. «Nous attendions ce moment depuis longtemps», a-t-il ajouté. «C'est un moment historique, c'est la fin de la tyrannie et de la dictature. Kadhafi a rencontré son destin», s'était auparavant félicité le porte-parole officiel du Conseil national de transition (CNT) à Benghazi, Abdel Hafez Ghoga.
L'incertitude demeure encore sur les circonstances exactes de la mort de l'ex-dictateur. «Kadhafi a été tué aux mains des révolutionnaires», a indiqué le porte-parole officiel du CNT . Un combattant rebelle a dit à Reuters avoir assisté à l'opération. Selon lui, Kadhafi se cachait dans un conduit de drainage sous une route à Syrte et criait «Ne tirez pas, ne tirez pas !».
Selon le coordinateur des opérations militaires au sein du gouvernement libyen de transition, Abdel Madjid Mlegta, le colonel, blessé par une attaque aérienne de l'Otan, a succombé à ses blessures. «Il y a eu des tirs nourris contre son groupe, et il est mort», a-t-il dit à Reuters. Une hypothèse plausible, puisque l'Otan a confirmé avoir bombardé un convoi pro-Kadhafi près de Syrte, sans toutefois préciser si le colonel s'y trouvait.

Une vidéo montre le corps du colonel

Hors les annonces du CNT, une vidéo diffusée dans l'après-midi par la chaîne de télévision qatarie al-Jezira semble confirmer la nouvelle. Elle montre le cadavre d'un homme qui semble bien être l'ancien dirigeant lybien.


Auparavant, l'Agence France-Presse a vait fait circuler une image du colonel au visage ensanglanté. Elle a été prise à Syrte vers 12h30 par un photographe de l'agence, à partir d'une vidéo que lui a montrée un combattant rebelle. Selon ce combattant, cette vidéo a été prise juste au sortir du trou dans lequel l'ex-dirigeant libyen s'était réfugié. Autour de cette cachette, le photographe a pu constater que gisaient les corps de plusieurs combattants loyalistes.

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Photo non authentifiée montrant l'arrestation de Kadhafi à Syrte. Crédits photo : PHILIPPE DESMAZES/AFP

Le site d'une télévision pro-Mouammar Kadhafi a en revanche démenti «sa capture ou sa mort». «Ce ne sont que des rumeurs et n'est pas la première fois qu'ils ont recours à ce genre de désinformations», écrit le site. De fait, alors que le CNT avait dit en août avoir capturé Seif al Islam, le fils de Kadhafi est toujours libre.
L'ancien dirigeant de Libye était en fuite depuis la prise de Tripoli par les rebelles du Conseil national de transition (CNT).

Syrte, le dernier bastion de Kadhafi, est tombé

Quelques heures avant, les forces du CNT avaient annoncé avoir pris le contrôle de Syrte, le dernier bastion du régime déchu. «Nos forces contrôlent les derniers quartiers de Syrte», a déclaré à l'Associated Press depuis Tripoli, Hassan Draoua, membre du CNT. «La ville a été libérée».


Après deux mois de siège et de combats meurtriers, les hommes fidèles au régime avaient été poussés dans un dernier quartier de la ville, appelé Numéro 2, un secteur de moins d'un kilomètre carré. Les forces du CNT ont réussi à gagner du terrain en avançant rapidement dans le quartier et en pourchassant leurs adversaires.
Le dernier assaut sur la ville natale de l'ancien homme fort de Tripoli a été donné vers 8h et n'a duré que 90 minutes. Juste avant, cinq véhicules des loyalistes ont tenté de fuir l'enclave mais ont été tués par les forces du CNT. Ces dernières ont commencé à fouiller les maisons et les bâtiments à la recherche de pro-Kadhafi. Au moins 16 combattants fidèles à l'ancien dirigeant libyen ont été capturés, ainsi que des munitions et des camions remplis d'armes
Alors que Bani Walid, l'avant dernier fief de l'ex-dirigeant, a été libéré lundi, le CNT n'attendait plus que la chute de Syrte pour proclamer la libération totale du pays et former un gouvernement chargé de gérer la transition.

Procurador-geral vai pedir abertura de inquérito para investigar Orlando no STF - Estadão online - link (aqui)

 

Segundo o procurador, aparentemente há 'um relacionamento muito intenso entre os fatos' denunciados pelo policial

19 de outubro de 2011 | 17h 13
 
 
 
Mariângela Gallucci, de O Estado de S.Paulo e Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abra um inquérito contra o ministro do Esporte, Orlando Silva. "Considerando a gravidade dos fatos noticiados, eu deverei estar requerendo nos próximos dias a instauração de inquérito no STF", anunciou nesta quarta-feira, 19. Com isso, Orlando Silva se tornará o primeiro ministro a ser alvo de pedido de abertura de inquérito no governo Dilma. Nem os ex-ministros Antonio Palocci e Wagner Rossi passaram por constrangimento semelhante.

No requerimento, Gurgel requisitará a realização de diligências para apurar a veracidade das acusações feitas pelo policial militar João Dias Ferreira de que Orlando Silva teria se envolvido num esquema de corrupção. Entre as tradicionais diligências pedidas em casos semelhantes estão quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico. "Os fatos noticiados, se verdadeiros, são extremamente graves", declarou o procurador.
Para Gurgel, não é possível chegar a conclusões apenas com base em um depoimento. "Nós não podemos nesse momento considerar os fatos provados apenas em razão das declarações de uma única pessoa. Nós temos que examinar isso com atenção devida, com todo o cuidado, para verificar a sua procedência e, em sendo procedentes, aí sim serem adotadas as providências que o caso requer", afirmou.
O procurador-geral também avalia a possibilidade de pedir ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que remeta ao STF o inquérito existente naquele órgão para investigar suspeitas de envolvimento do governador Agnelo Queiroz no esquema. Se isso realmente for feito, haverá apenas um inquérito, no STF, para investigar Orlando Silva e Agnelo Queiroz.
"Estamos neste momento examinando isso (concentrar a apuração no STF). Hoje passei a manhã examinando esse aspecto e é possível sim que a Procuradoria peça aqui o inquérito que existe relacionado ao governador e que se encontra no STJ", afirmou. Segundo o procurador, aparentemente hã "um relacionamento muito intenso entre os fatos".
O inquérito contra Orlando Silva será aberto no STF porque ele é ministro de Estado e nessa condição tem direito ao chamado foro privilegiado. Se ele deixar o cargo, a investigação será transferida provavelmente para o STJ porque entre os investigados está o governador Agnelo Queiroz. No Brasil, governadores somente podem ser investigados perante o STJ. Depois das apurações, se o Ministério Público concluir que há indícios suficientes do suposto esquema, os investigados poderão ser denunciados. Se a eventual denúncia for aceita pelo Judiciário, eles passarão à condição de réus.

Reação. Informado da decisão de Gurgel, Orlando Silva saiu nesta quarta sem falar com a imprensa da audiência realizada no Senado. Desde que o caso estourou, o ministro tem dado entrevista coletiva ou falado com os principais órgãos de imprensa todos os dias até então.
O aviso da decisão do procurador foi feito pelo senador Inácio Arruda (PC do B-CE) durante a sessão. No microfone, ele tentou tratar como protocolar a ação de Gurgel. "O procurador tem que encaminhar para atender à solicitação do ministro de que tivesse a investigação. Não é o procurador que está tomando a iniciativa".
O correligionário do ministro, porém, foi desmentido pelo senador Pedro Taques (PDT-MT), que é procurador de carreira. Taques explicou que existe uma jurisprudência no STF de que é permitido ao procurador arquivar um caso se não encontrar indícios. O pedido de abertura de inquérito só pode ser feito se houver indício de crime. "Ele pode tomar dois caminhos. Primeiro, arquiva internamente, ou, pode seguir o segundo caminho se entender que existem indícios".

Lula foi chefe de governo e de um bando. Em janeiro, só deixou de chefiar o governo - Coluna do Augusto Nunes - link (aqui)


Foi Lula quem propôs a Dilma Rousseff a permanência de Orlando Silva e Wagner Rossi, a nomeação de Antonio Palocci, a recondução de Alfredo Nascimento e a anexação do Ministério do Turismo ao latifúndio de José Sarney, um Homem Incomum. Dilma conhecia todos muito bem. (“Melhor que eu”, disse Lula mais de uma vez). Apesar disso, ou por isso mesmo, a sucessora convocou os cinco prontuários para o primeiro escalão. Proposta de chefe é ordem.
Quando se descobriu que o estuprador de contas bancárias também é traficante de influência, o ex-presidente baixou em Brasília para assumir o comando da contra-ofensiva dos pecadores. Como a mão estendida a Palocci acabou num abraço de afogado, foi para o exterior ganhar dinheiro com o ofício que inaugurou: é o único palestrante do mundo que cobra 100 mil dólares para repetir durante 40 minutos o que sempre disse de graça.
Escaldado pelo fiasco, o protetor de bandidos de estimação passou a agir sem dar as caras na cena do crime. Se dependesse dele, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi e Pedro Novais ainda estariam infiltrados na Esplanada dos Ministérios. Nesta terça-feira, numa conversa por telefone com Orlando Silva, Lula disse ao ministro pilhado em flagrante que os quatro despejados continuariam no emprego se tivessem seguido à risca as prescrições da Teoria do Casco Duro. E recomendou ao companheiro que resista no cargo ao aluvião de provas e evidências.
O Código Penal, normas éticas, valores morais, o sentimento da honra, pudores, vergonha ─ nada disso tem importância para o inventor do Brasil Maravilha. Lula só consegue enxergar duas espécies de viventes: os integrantes da seita que conduz e o resto. Os primeiros são absolvidos liminarmente de todos os crimes que cometem e das abjeções que protagonizam. Os outros são inimigos ─ e como tal devem ser tratados.
O informante do Caso Watergate que ficou famoso como Deep Throat avisou que a dupla de repórteres do Washington Post chegaria à verdade caso seguisse o dinheiro. Para chegar-se à fonte da impunidade que afronta o Brasil decente, basta seguir os afilhados em apuros. Todos levam ao mesmo padrinho. Durante oito anos, Lula acumulou a chefia do governo e a chefia de um bando. Em janeiro, só deixou de chefiar o governo.

Decisão de Gurgel deve apressar a queda de ministro -Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


Alan Marques/Folha


A decisão do procurador-geral da República Roberto Gurgel de investigar Orlando Silva deve apressar-lhe a queda do Ministério dos Esportes.
Antes de voar para a África, no domingo (16), Dilma Rousseff determinara a Orlando que se defendesse das acusações do delator João Dias.
De volta a Brasília na noite desta quinta (20), a presidente pretende chamar o ministro para uma conversa. Deve ocorrer antes do fim de semana.
Na expressão de um auxiliar de Dilma, ela quer “retirar o Ministério dos Esportes das páginas policiais.”
Consolida-se no Planalto a avaliação de que Orlando já não reúne condições políticas para se manter na Esplanada.
Prevê-se que o quadro tende a agravar-se com o pedido de abertura de inquérito que o chefe do Ministério Público remeterá ao STF.
Sob investigação, Orlando Silva terá de depor na condição de suspeito. Seus atos administrativos serão varejados. Pode ter os sigilos bancário e fiscal quebrados.
Ainda que saia do processo com atestado de inocência, seu calvário será longo. Mantendo-o no cargo, Dilma carregará a cruz junto com ele.
Nessa teoria, dividida com Dilma em conversas telefônicas, conviria ao Planalto dividiar o problema em dois, um pedaço jurídico e outro político.
Juridicamente, Orlando é inocente até prova em contrário. Politicamente, seria melhor que ele cuidasse de sua defesa fora do ministério.
Do contrário, o governo converteria a pasta dos Esportes numa repartição monotemática. Só se falaria do programa “Segundo Tempo”, foco das denúncias.
A organização da Copa-2014 e das Olimpíadas-2016, as duas prioridades que Dilma elegeu para o setor, iriam a um plano secundário.
O caso de Orlando Silva é comparado ao do petista Antonio Palocci, apeado da Casa Civil depois que se descobriu que multiplicara o patrimônio em 20 vezes.
A consultoria que fez a fortuna de Palocci era privada. O procurador-geral Roberto Gurgel mandou ao arquivo a representação feita contra ele. Ainda assim, caiu.
No caso de Orlando, a acusação refere-se a atos administrativos praticados no ministério. E Gurgel enxergou indícios suficientes à abertura de um inquérito.
Dilma já planejava trocar Orlando na reforma ministerial que fará até o final de janeiro. Por ela, nem o teria nomeado. Manteve-o a pedido de Lula.
A julgar pelo que se ouve no Planalto, a presidente tende a apressar a providência.
Nos subterrâneos, o PCdoB, partido de Orlando Silva, já trabalha com a hipótese de perder o ministro.
Confirmando-se o infortúnio. Orlando descerá à crônica do primeiro ano da Era Dilma como sexto escalpo a ser levado à bandeja -o  quinto a perder a cabeça por razões ético-morais. 

Escrito por Josias de Souza às 00h43

Ministério dos Esportes confirma reunião com delator - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


  Lula Marques/Folha

No miolo das acusações que faz ao ministro Orlando Silva (Esportes), o policial militar João Dias descreve reunião que teve com assessores do ministério.
Deu-se, segundo ele, em abril de 2008, “na calada da noite”. Os repórteres Andreza Matais e Rubens Valente informam, na Folha, que o ministério confirmou o encontro.
A confirmação chega nas pegadas de uma revelação feita por João Dias. O delator afirma que gravou a conversa.
Reunido com congressistas de oposição, na tarde de terca-feira (18), o PM contou que entregou a gavação à revista ‘Veja’.
Inquirido pela Polícia Federal, nesta quarta (19), ele repassou cópia dos diálogos também aos delegados responsáveis pelo inquérito.
Na versão do PM, o encontro serviu para alinhavar um acordo de aparência espúria.
Em troca do siêncio de João Dias, os auxiliares de Orlando Silva isentariam as ONGs dele de irregularidades em convênios de cerca de R$ 3 milhões.
João Dias sustenta que o acerto feito com os subordinados de Orlando fora esboçado numa reunião que tivera com o próprio ministro.
Orlando nega que tenha se encontrado com seu algoz no ano de 2008.
João Dias declara: na conversa com os assessores, faz-se referência ao ministro e à reunião prévia que Orlando diz não ter ocorrido.
Segundo o Ministério dos Esportes, reuniram-se com o PM: Julio Filgueira, na época secretário de Esporte…
…Fabio Hansen, então chefe de gabinete de Julio; e Charles dos Santos, que respondia na época pela chefia de gabinete do secretário-executivo do ministério.
Os repórteres Andreza e Rubens ouviram um dos participantes do encontro, Charles dos Santos. Ele disse que foi uma reunião "intimidadora".
Absteve-se, porém, de revelar os detalhes. Limitou-se a afirmar: "Ele estava muito nervoso. A única coisa que quero dizer é que o recebimento [encontro] foi normal…”
“…O que ele pedia era maior prazo, foi dado, queria prazo retroativo, não foi concedido, e a partir daí a reunião se encerrou."
Resta agora torcer para que o teor da gravação venha à luz. Vai-se saber, então, quem disse o quê.
O cotejo do que foi dito ontem a portas fechadas com o que é declarado hoje sob holofotes talvez injete na trama meio quilo de verdades.

Escrito por Josias de Souza às 05h53

Vintage trailer in Blogbar - Rebel Without A Cause Trailer (1955) James Dean, Natalie Wood, Sal Mineo, Corey Allen, Dennis Hopper

 
 

Comercial antigo - "Namoradas" Toddy - 1997

 
 

Charge do dia

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Erlich - El País, es