domingo, 23 de outubro de 2011

MAYSA - "Les Inconscients' (G. Magenta & E. Marnay) 1963




Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

MAYSA - MAYSA accompagnée para F. Aussman et son orchestre

BARCLAY - 1963

Música - "Les Inconscients' (G. Magenta & E. Marnay)

MAYSA - "Fin Du Jour" (M. Magne & E. Marnay) 1963




Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

MAYSA - MAYSA accompagnée para F. Aussman et son orchestre

BARCLAY - 1963

Música - "Fin Du Jour" (M. Magne & E. Marnay)

MAYSA - "Cent Mille Chansons" (M. Magne & E. Marnay) 1963

 
 
 
Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

MAYSA - MAYSA accompagnée para F. Aussman et son orchestre

BARCLAY - 1963

Música - "Cent Mille Chansons" (M Magne & E Marnay)

MAYSA - "Chega de Saudade" (Vinicius de Moraes & Antônio Carlos Jobim) 1963




Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

MAYSA - MAYSA accompagnée para F. Aussman et son orchestre

BARCLAY - 1963

Música - "Chega de Saudade" (Vinicius de Moraes & Antônio Carlos Jobim)

Severino Araújo e sua Orquestra Tabajara - "Moreninha Da Praia" (João de Barro) 1976




Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

Severino Araújo e sua Orquestra Tabajara - 12 Ritmos Brasileiros

PHONODISC 1976 (gravação original - CONTINENTAL 1959)

Música - "Moreninha Da Praia" (João de Barro)

Severino Araújo e sua Orquestra Tabajara - "Tatu Subiu No Pau" (Eduardo Souto) 1976




Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida

Severino Araújo e sua Orquestra Tabajara - 12 Ritmos Brasileiros

PHONODISC 1976 (gravação original - CONTINENTAL 1959)

Música - "Tatu Subiu No Pau" (Eduardo Souto)

O ministro descobriu que, para um farsante, sábado costuma ser o mais cruel dos dias - Coluna do Augusto Nunes - link (aqui)


22/10/2011
às 11:39
 
“Nunca houve, não há e nunca haverá provas”, repetiu Orlando Silva depois da conversa com Dilma Rousseff. Há, são contundentes e desmontam a discurseira do ministro e do PCdoB, sabem agora Orlando Silva, Dilma Rousseff e todos os leitores de VEJA. “A presidente disse para continuar trabalhando normalmente”, tentou aparentar confiança, para avisar em seguida que vai permanecer no cargo. Não vai, informam os trechos da conversa entre o PM  João Dias Ferreira e dois chefões do esquema bandido instalado no ministério sob controle de comunistas loucos por dinheiro.
Divulgados por VEJA, os diálogos escancaram um repulsivo acerto entre quadrilheiros. Orlando Silva atravessou a semana tentando apresentar-se ao país como um inocente massacrado pela imprensa golpista, pela elite preconceituosa e por inimigos do povo em geral. Talvez já tenha aprendido que sábado costuma ser o mais cruel dos dias para quem tem culpa no cartório ─ sobretudo para farsantes que acham possível enganar as vítimas da roubalheira. Muitos pagadores de impostos engolem desaforos sem engasgos. Nem todos são idiotas.
Às bandidagens divulgadas por VEJA, somaram-se neste sábado patifarias de bom tamanho descobertas pelo Estadão, pela Folha e pelo Globo. “Não quero ir a reboque da imprensa”, tropeçou de novo a presidente. A imprensa independente não reboca ninguém. Publica fatos. E é inútil brigar com fatos. Por ignorar essa antiga lei das redações, Dilma mantém os olhos fechados à verdade para atender aos interesses do delinquente de estimação e de um partido alugado. Vai descobrir tardiamente que optou pelo abraço do afogado.
Se soubesse agir com juízo e presteza, Dilma teria afastado Orlando Silva logo depois de confrontada com os fatos. Nessa hipótese, talvez conseguisse prorrogar sem barulhos o arrendamento do Ministério do Esporte ao Partido Comunista do Brasil. O adiamento do velório ampliou de tal forma o estrago que a renovação do contrato com o PCdoB se transformou num desafio afrontoso ao país que presta. Uma semana depois da explosão inaugural, está claro que os cofres do ministério são sangrados sistematicamente por um partido. Sabe-se que o prontuário do chefe não é menor que os que comprometem seus principais assessores. Todos estão afundados na areia movediça que também vai engolindo o companheiro Agnelo Queiroz, antecessor de Orlando Silva e governador do Distrito Federal. Todos devem ser despejados.
Em 1975, diante de teimosas cobranças do deputado Ulisses Guimarães, líder da oposição, o presidente Ernesto Geisel irritou-se: “Não ajo sob pressão”, avisou. “Eu só ajo sob pressão”, ensinou-lhe Ulisses no mesmo dia. Alguém precisa sugerir a Dilma que seja menos Geisel e mais Ulisses quando pressionada pelos fatos: deve agir sem demora ─ e agir acertadamente. Graças a Lula e à miopia de milhões de eleitores, o Brasil é presidido por alguém que não tem ideia do que é governar um país. É demais querer que se comporte como estadista. Mas não é muito exigir que enxergue a diferença entre a verdade e a mentira.
Durante oito anos, Lula dirigiu e protagonizou uma caricatura de faroeste em que o xerife debocha dos honestos e protege os bandidos. Com Dilma Rousseff nesse papel, o filme de segunda categoria virou chanchada de quinta. Chegou a hora do final infeliz para os fora-da-lei.

Corrupção: em 8 anos, desvios somam R$ 67 bilhões - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


23/10/2011

Informação para azedar o domingo: medida pelas ações de ressarcimento que a Advocacia-Geral da União ajuizou, a corrupção federal somou R$ 67,9 bilhões desde 2003.
Agora, um par de cifras de tirar o sono: de cada R$ 100 que saíram pelo ladrão nos últimos oito anos, o governo conseguiu reaver na Justiça R$ 2,34.
Repetindo: dos R$ 67,9 bilhões malversados ou mal aplicados, os advogados da União lograram recuperar apenas 2,34%: R$ 1,5 bilhão.
Deve-se a reunião dos números ao repórter Fábio Fabrini. Se você dispõe de estômago forte, vá aos detalhes pressionando aqui.
Confirma-se o já sabido: o dinheiro que o fisco retira do seu bolso com dor, os ministérios gastam como estróinas, sorrindo.
Você talvez se pergunte: e a probidade pública? Bem, é como disco voador. Há quem diga que existe. Mas só meia dúzia de malucos jura ter visto.

Escrito por Josias de Souza às 07h17

Sebastião Nery - Tribuna da Internet - link (aqui)

 
domingo, 23 de outubro de 2011 | 02:20

A piedosa Jacqueline Kennedy

Sebastião Nery
Em novembro de 1963, um “destacamento precursor” da presidência dos Estados Unidos chegou a Natal para preparar a visita do presidente John e Jacqueline Kennedy a Natal e Brasília, na primeira quinzena de dezembro. O governador Aluizio Alves esteve com ele em Washington, convidou e ele acertou passar por Natal antes de Brasília:
- “Kennedy desceria no aeroporto internacional de Natal (Parnamirim), iria de helicóptero até o estádio Juvenal Lamartine, sairia de lá para a Casa de Hospedes, em frente ao palácio do governo, daria uma entrevista coletiva à imprensa, almoçaria e repousaria algumas horas. À tarde, conversaria com o governador e depois participaria de uma reunião do secretariado, onde o secretario da Educação, Calazans Fernandes, faria uma exposição sobre o Programa de Educação, que aplicava recursos da Aliança para o Progresso, e o governador falaria sobre o programa de Habitação Popular e outros projetos. Na manhã seguinte, Kennedy visitaria, em Angicos, em pleno sertão, a experiência pioneira do Curso de Alfabetização em 40 horas, de Paulo Freire”.
***
JOHN KENNEDY
Convidado por um casal de lavradores pobres de Angicos, Kennedy e Jacqueline batizariam um menino que teria o nome obvio de João.
A viagem morreu no programa. Antes do fim do mês, no dia 23, uma bala explodiu a cabeça de Kennedy em Dallas. Em Angico, na sua roça, os pais de João, desolados, choraram a noite inteira. O marido quis consolá-la:
- É assim mesmo, minha filha. A vida política é muito perigosa.
- Mas, homem, eu não estou chorando nem é por ele. Estou pensando é na dor que não estará sentindo a comadre Jacqueline.
Quatro meses e veio o golpe de 64,que prendeu e cassou Paulo Freire cujo crime era querer ensinar o afilhado de John e Jac a ler em 40 horas.
***
BOB KENNEDY
Também foram presos outros diretores do Programa de Alfabetização. Mas Aluisio cumpriu o prometido. Concluiu as mil salas de ala, treinou 4 mil professores leigos, terminou a Cidade da Esperança e convidou o senador Robert Kennedy, irmão de John, e sua mulher Ethel, para inaugurarem o Instituto Presidente Kennedy em Natal.
No segundo aniversario do assassinato de John Kennedy, 23 de novembro de 65, os dois chegaram a Natal. Uma multidão. Estava lá e vi. O palanque em frente ao Instituto ficou inacessível. Bob Kennedy, jovem, com o cabelo caindo no rosto, chamou Aluisio Alves para subirem no telhado e, lá de cima, declararem inaugurado o Instituto Presidente Kennedy. E assim foi feito. Um edifício inaugurado de cima do telhado.
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OBAMA
Na saída, um constrangimento. Naquele empurra-empurra, Bob Kennedy perdeu o alfinete de brilhante da gravata. Ficou desolado: “presente da mãe na primeira eleição”. Aluisio subiu de novo no telhado e pediu a quem tivesse achado que trouxesse. Um homem humilde, mãos calosas, apareceu com o alfinete, que achou “brilhando muito no chão”.
Três anos depois, em 68, como o irmão John, Bob Kennedy foi assassinado em Los Angeles, depois de vencer as primarias do Partido Democrata na Califórnia, para presidente dos Estados Unidos.
Perdoem-me,mas vai ser difícil trazer Obama para visitar Natal.
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OMBUDSMAN
Domingo é dia de ombudsman. Alguns jornalistas brasileiros vão e voltam dos Estados Unidos com uma deslavada lavagem cerebral. O Fernando Rodrigues, da “Folha”, que aqui parecia sensato, bastou uns meses perto de Bush em 2209 para se deslumbrar com os bancos americanos.
Voltou furioso com a compra da “Nossa Caixa” pelo Banco do Brasil:
- “Inexiste no Brasil a convicção a respeito da eficácia (sic) da competição (sic) promovida pelo livre mercado, com regras claras e justas. Em vez de promover uma salutar (sic) fragmentação (sic) e estimular a concorrência (sic), o Planalto optou por querer ter o maior banco do pais. Lula deveria falar mais com Barack Obama. Talvez seja esse o modelo bancário sólido (sic), evoluído (sic) e regulado (sic) de que tanto se jacta”.
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RODRIGUES
O modelo “sólido, evoluido e regulado” do Fernando Rodrigues deve ser o do Lehman Brothers, que já faliu ou o do “Citigroup”, onde, segundo a “Folha”, o governo dos EUA injetou mais 20 bilhões de dólares, alem dos 25 anteriores, para salvar o segundo maior banco do pais e ainda se comprometeu a honrar “papeis podres” de 306 bilhões de dólares”.
Mas não só o Citigroup era “sólido, evoluído e regulado”: “O governo já gastou 5 trilhões de dólares na crise : 40 bilhões com a AIG, 25 com o JMorgan, 15 com o Bank of América, 10 com o Goldman Sachs, 10 com Merrill Lynch, 10 com o Morgan Stanley”, etc, todos tão “sólidos, evoluidos e regulados”, que davam notas de “risco” dos paises. FR devia ler : “Tudo que é Sólido Desmancha no Ar”, de Berman.
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ANCELMO
Na mesma época, em 2009, o piedoso Ancelmo Góis diz que a juíza Flavia Viveiros de Castro proibira a “Folha Universal” (do “bispo” Macedo) de veicular a imagem de Xuxa. O jornal afirmava que “Xuxa vendeu a alma ao diabo por US$ 100 milhões”. Em caso de descumprimento, a multa diária era de 500 reais”.
Quem pagaria a multa? Xuxa ao Diabo ou o Diabo a Xuxa?

Vintage trailer in Blogbar - Deus e o Diabo na Terra do Sol trailer original Glauber Rocha, 1964

 
 
 

Comercial antigo - Renault Dauphine Classic TV Commercial (1958)

 
 

Charge do dia

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José Aguiar - Gazeta do Povo - Curitiba, PR