sábado, 17 de março de 2012

Phil Ochs - Song of My Returning



Phil Ochs - Links on the Chain



Phil Ochs - The Men Behind The Guns



Phil Ochs - If I knew



Phil Ochs - When I'm Gone



phil ochs - the highwayman



El Supremo de Brasil reconoce un expolio de tierras públicas pero no emite condena - el País, es - link (aqui)

Los magistrados califican de “ilegal” la entrega de 40.000 kilómetros cuadrados de tierras públicas a empresas privadas en 1959 pero no emiten condena por juzgar la situación “irreversible”




Vista aérea de la selva amazónica en Brasil. / BERNARDO PÉREZ

El Tribunal Supremo de Brasil ha tardado más de medio siglo en fallar una causa sobre la legalidad de la entrega, en 1959, de 40.000 kilómetros cuadrados de tierras del Estado a grandes empresas privadas en el Estado de Mato Grosso do Sul (suroeste del país) sin el aval del Senado.

Los ocho magistrados del Supremo que emitieron la sentencia, abierta desde hace 52 años, emitieron un veredicto digno de Kafka. Los ocho admitieron que la entrega de aquellos 40.000 kilómetros cuadrados de tierra del Estado a seis empresas, había sido ilegal ya que la Constitución brasileña de 1946, exigía que para donaciones de más de diez mil hectáreas de tierras públicas a privados sólo podían ser concedidas con el permiso del Senado. El detalle está en que, pese al veredicto unánime, solamente tres se mostraron a favor de que fueran devueltas al Estado. Los otros cinco argumentaron que “ya no es posible volver atrás”.
Los tres magistrados que se opusieron alegaron que la sentencia puede abrir un camino peligroso para legitimar otros casos similares, donde inmensos terrenos públicos han terminado en manos de grandes empresas, como ocurre en la cuenca del Amazonas. “Hechos consumados contra la Constitución no deben de ser admitidos aunque la acción haya ocurrido hace 52 años” afirmó el juez Marco Aurelio Mello, uno de los tres que votaron contra la amnistía.
Los cinco que votaron a favor motivaron su voto bajo el alegato de que es imposible determinar hoy la extensión exacta de las tierras concedidas ilegalmente a los terratenientes. En estos 52 años, se han construido ahí pueblos enteros, hospitales, escuelas, carreteras. Es más, entonces ni siquiera existía el Estado de Mato Grosso do Sul como tal (fue separado del Estado de Mato Grosso en 1977).
“La vida humana definió y echó raíces definitivas allí”, afirmó el relator de la sentencia Antonio Cezar Peluso. “No se puede emitir un fallo basado en divagaciones, es preciso que los hechos sean tangibles”, añadió.
La opinión pública se pregunta por qué el Tribunal Supremo brasileño ha esperado 52 años para emitir su fallo y, así, que la situación fuera “irreversible”. La mayoría de los jueces que han votado hoy la sentencia eran niños cuando comenzó el pleito.
Cuando el pleito comenzó, el Tribunal Supremo estaba todavía en Rio de Janeiro, entonces capital de Brasil. Fue transferido en 1960 a Brasilia. Los documentos consultados se reúnen en 12 volúmenes, con un total de 2.449 páginas. Las primeras, que dan fe del expolio, están amarillentas, gastadas por el tiempo. Otras quedaron arrinconadas en sacos de plástico para que no acabaran perdiéndose.
A través del tiempo, el proceso pasó por las manos de ocho relatores. Desde septiembre de 1993 hasta junio de 2003 estuvo en manos de un solo relator. A partir de entonces, quedó en posesión de Antonio Cezar Peluso, que finalmente concluyó el proceso nueve años después.

Bar é fotografia - Alfred Weissenegger

 




Alfred Weissenegger

Untitled

A Controladoria-Geral da União) divulga lista de apenas 164 ONGs corruptas. Mas cadê as outras? - Tribuna da Internt - link (aqui)

 
 
sábado, 17 de março de 2012 | 05:10
 
Carlos Newton

De acordo com o Controladoria-Geral da União, “a lista é resultado da análise feita pelos diversos ministérios sobre a regularidade na execução de seus convênios com entidades privadas sem fins lucrativos”.
Na época, o governo analisou 1.403 convênios com ONGs e desses 305 foram considerados com restrições. Após uma nova análise, as ONGs que tinham convênios com “irregularidades insanáveis” foram incluídas no cadastro.
Os números não batem, porque em fevereiro o governo federal já havia cancelado 181 convênios com ONGs após um pente fino realizado nos ministérios. Se apenas 164 foram impedidas de operar com o governo, há mais convênios do que ONGs, o que indicaria que algumas dessas “entidades sociais sem fins lucrativos” foram presenteadas com mais de um convênio. A outra hipótese é de que determinadas ONGs foram estrategicamente retiradas da lista.
Um grupo de trabalho da Casa Civil, da Controladoria Geral da União e do Ministério do Planejamento analisou 1.403 convênios desde que surgiram denúncias de fraudes nos ministérios do Turismo, Esporte e Trabalho. Os ex-ocupantes das três pastas – Pedro Novais, Orlando Silva e Carlos Lupi, respectivamente – caíram por conta das denúncias.
Segundo a CGU, os prejuízos com irregularidades só no Turismo podem chegar a R$ 67 milhões. Os convênios analisados desta pasta foram celebrados nas gestões dos últimos três ministros: Pedro Novais, Luiz Barretto e Marta Suplicy.
Do total de 1.403 convênios analisados pelo grupo de trabalho, 917 estavam regulares e 305 precisam de esclarecimentos. Após esse novo processo, poderão ser regularizados ou irão constar do cadastro de entidades com restrição para conveniar com o poder público federal.
A auditoria começou em novembro passado. Desde dezembro, todos os órgãos do governo passaram a ser obrigados a integrar o Sinconv (Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse do Governo Federal), que garantiria acompanhamento e fiscalização on-line.
Acontece que o governo jamais informou o total de convênios firmados em todos os órgãos; quais as irregularidades; quais os ministérios em que foram encontrados problemas; e quanto custavam aos cofres públicos esses convênios. E pior: reportagem da Folha em novembro do ano passado mostrou que, nos últimos três anos, 54% dos recursos repassados pelo governo federal a ONGs por meio de convênios não foram registrados no tal Siconv.
Traduzindo tudo isso: o governo anuncia que os recursos desviados por elas já estão sendo pedidos de volta, mas quem pode acreditar nisso? As ONGs continuarão sugando os recursos públicos, e estamos conversados.

Serra ‘retuíta’ sátira em que Gentili usa sua voz - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)

Josias de Souza



A cena acima foi ao ar no pograma ‘Agora é Tarde’, de Danilo Gentili. Valendo-se de um aparelho em que foram armazenadas frases de José Serra, o tele-humorista telefonou para uma pizzaria. Logrou manter a atendente na linha por arrastados 3min28s.
Normalmente sisudo, Serra reagiu à brincadeira com bom humor de candidato. No twitter, reproduziu o link que conduz ao vídeo. E anotou: “Ainda bem que ligo sempre na mesma pizzaria e já conhecem a minha voz. Rsrs”.

Vintage trailer in Blogbar - The Great Waltz (1938) Trailer



Comercial antigo - DROPS DULCORA - comercial (anos 60)



Charge do dia



El Roto - El País, es