sábado, 19 de setembro de 2009

Nat King Cole - I love you for sentimental reasons

Autumn Leaves - Nat King Cole

Nat King Cole - Girl From Ipanema

BLUE MOON - Nat King Cole

Nat King Cole - When I Fall In Love - Live (rare)

Nat King Cole -- Mona Lisa

Noche de Ronda (Nat King Cole)

Nat King Cole Tres Palabras

Tribute to Nat King Cole- Besame Mucho

Blue Gardenia- Nat King Cole

Answer me my love - Nat King Cole

Fascination - Nat King Cole

Nat King Cole -- AQUELLOS OJOS VERDES

Quizás Quizás Quizás - Nat King Cole

nat king cole nature boy

Comercial antigo - Coke Coca-Cola vintage commercial

Charge do dia


Ramón - El País, es

Indicado de Lula ao STF, Toffoli é condenado pela Justiça do AP - Estadão online - link (aqui)



sexta-feira, 18 de setembro de 2009, 20:13

Decisão judicial manda advogado e sócios do escritório de advocacia devolver R$ 420 mil aos cofres públicos

Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo


BRASÍLIA - Indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF), José Antonio Dias Toffoli e seus sócios no escritório de advocacia Firma Toffoli & Telesca Advogados Associados SC foram condenados, na semana passada, pelo juiz da 2ª Vara Cível do Amapá a devolver R$ 420 mil aos cofres públicos do Estado. O escritório de Toffoli é acusado de "conluio" com o então governador do Amapá, João Capiberibe (PSB), para firmar o contrato ilegal e receber, mensalmente, R$ 35 mil para representar o Estado nos tribunais superiores em Brasília. De acordo com o juiz da 2ª Vara Cível da Justiça do Estado Mario Cezar Kaskelis, houve afronta à Lei de Licitações e ao princípio da moralidade administrativa.

Toffoli e seus sócios foram contratados e deveriam exercer a função dos procuradores do Estado, a quem cabe prestar assistência jurídica ao governo do Amapá. O contrato, feito por meio de licitação pública e prorrogado por um aditivo, exigia apenas que o escritório vencedor dispusesse de dois advogados, com pelo menos dois anos de experiência. Isso poderia ser feito, argumentou o juiz, por "quase todos os escritórios de advocacia do País".

Toffoli já recorreu da sentença e alegou ter tido o direito de defesa cerceado. Isso porque a sentença foi dada três dias antes de uma audiência, que já estava marcada pelo juiz titular da 2ª Vara Cível, Mário Euzébio Mazuerk, para ouvir as testemunhas arroladas por Toffoli.

"Quando o apelante (Toffoli) aguardava pela audiência de instrução e julgamento, foi surpreendido com a prolação da sentença ora apelada três dias antes da audiência designada", alegam os advogados no recurso. "Uma vez designada a audiência de instrução e julgamento e arroladas as testemunhas pelas partes, é dever do juízo colher os seus respectivos depoimentos, sob pena do direito de defesa", acrescentam.

Leia mais detalhes da condenação do ex-advogado-geral da União na edição deste sábado, 19, do Estado. A indicação formal de Toffoli para o STF foi feita ontem pelo presidente Lula. Será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), onde ele será sabatinado, e depois também submetida a votação de todos os senadores, no plenário da Casa.

A condenação é um problema que Toffoli terá de explicar no Senado para conseguir a vaga de ministro do STF, no lugar do ministro Carlos Alberto Menezes Direito. Antes mesmo de o nome ser oficializado, Toffoli era criticado por ter sido advogado do PT, ser ligado ao ex-deputado José Dirceu e ter defendido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o presidente Lula em três campanhas eleitorais – 1998, 2002 e 2006. Depois que foi confirmada sua indicação, ele decidiu sair de férias da Advocacia-Geral da União e evitar qualquer entrevista ou evento público.


Ruy Castro - Folha de são Paulo - link (aqui)




Vide bula


RIO DE JANEIRO - Entre todos os formatos para os quais é possível escrever, já publiquei em livro, jornal, revista, anúncio, rádio, TV, cinema, internet, disco infantil, aviso fúnebre e placa em pedra fundamental. Quando estudante, em 1967, pichei "Fora FMI" em inocentes muros da zona norte. Já fiz discurso de paraninfo, elegia à beira de túmulo e até palestra no barracão do Império Serrano, sob 45º e empatando a feijoada de 1.500 foliões.
Mas falta-me um veículo no currículo: a bula de remédio. Nunca escrevi uma. E com razão. Legítimas contemporâneas da missa em latim, da crítica literária em estruturalês arcaico e dos filmes de Glauber Rocha, as bulas só podem ser escritas -e lidas- por profissionais do ramo. No caso, da medicina, da farmacologia e da alquimia avançadas.
Não só é difícil para o leigo compreender o que se escreve nelas, como é quase impossível ler o que está impresso naquele corpinho 4, sem serifa -e, por uma cruel ironia, os leitores de bulas costumam ser pessoas em idade de ter vista cansada e esquecer onde deixaram os óculos. Às vezes é melhor que nem leiam, porque as reações adversas provocadas por um prosaico analgésico podem variar de nariz entupido, coceira e asma a escorbuto, infarto e derrame cerebral, só que descritos em linguagem científica.
Pois tudo isso vai mudar. A partir de 2011, as bulas terão de ser escritas em português corrente, ao alcance de qualquer moribundo, e compostas no mesmo tamanho, entrelinhamento e fonte do texto que você está lendo. Virão em forma de pergunta e resposta, citarão as porcentagens de ocorrência das tais reações adversas e trarão várias outras alterações para melhor. Enfim, a bula não poderá mais humilhar ninguém.
Quem sabe não tenho um futuro como redator de bulas?

Twiggy at 60: 'It's amazing I didn't go stark raving bonkers' - The Guardian, uk - link (aqui)


Twiggy wears sleeveless jacket £444, by Armand Basi One, armandbasi.com. Tie-dye jeans £245, by J Brand, from Browns Focus, 020-7514 0000. T-shirt £60, by Twenty8Twelve, twenty8twelve.com. Scarf £120, by Tim Ryan, from Browns Focus, as before. Shoes £535, by Yves Saint Laurent, 020-7493 1800. Mittens £40, by Agnès B, agnesb.com.

Photograph: Bryan Adams





Twiggy wears biker jacket £490, by Acne Jeans, from Browns, 020-7514 0000. Leather trousers £495, by Balenciaga, from Browns, as before. Sleeveless T-shirt £213, by Marni, 020-7245 9520. Hat £30, from All Saints, 020-7392 8098. Silver cuff with jewel £1,070, and bracelet £550, by Lanvin, 020-7491 1839. Thin stud bracelet £260, by Tom Binns, from doverstreetmarket.com.

Photograph: Bryan Adams





Twiggy wears blazer £405, by See by Chloé, from Liberty, 020-7734 1234. Jeans £260, by J Brand, from Browns Focus, 020-7514 0000. Shirt £19.99, by Uniqlo, 020-7290 8090. Bracelet £245, by Burberry, from Browns, as before. Gear bracelet £285, by Eddie Borgo, from Liberty, as before. Belt stylist’s own.

Photograph: Bryan Adams





Twiggy wears aruba blazer £496, by Armand Basi One, from asos.com. Long mittens £40, by Agnès b, agnesb.com.

Photograph: Bryan Adams





Twiggy wears jacket £1,115, by Stella McCartney, 020-7518 3100. Top £70, by John Varvatos, johnvarvatos.com. Trousers £765, by Balenciaga, from Browns, 020-7514 0000. Necklace £700, by Tom Binns, from doverstreetmarket.com. Gloves £16, by Topshop, topshop.com.

Photograph: Bryan Adams






Twiggy wears dress £2,840, and sunglasses £190, both by Gucci, 020-7235 6707. Leather blouson £2,945, by Yves Saint Laurent, 020-7493 1800. Boots £775, by Jimmy Choo, jimmychoo.com. Tights £18, by Wolford, wolford.com.

For all photographs Photographer’s assistants: Jamie Gray and Jay Clark. Hair: Jimo Salako at Jed Root. Make-up: Cheryl Phelps-Gardiner at Art London. Manicurist: Adam Slee at Streeters. Digital technician: Bertil Nilsson.

Photograph: Bryan Adams


The face of the 60s is herself turning 60. She talks about fame, fate, fun … and middle-age spread



Icons of youth and beauty are not supposed to grow old, let alone grow old gracefully. They are supposed to live fast and die young, or else rage against the dying of the light with fidelity issues and plastic surgery. So it is against the odds, really, that Twiggy turns 60 ­ today still beautiful (even if the saucer eyes are now edged by fine lines rather than by the three pairs of false eyelashes she wore when she was the Face of 1966), still a working model, and with little outward sign of the squeamishness that surrounds the issue of ageing in many women in the public eye.

It is a few days shy of her birthday when I arrive to have tea with Twiggy in her London flat. Being a deeply nosy person, I am pleased Twiggy has suggested I meet her at home; surprised, too, because although I have often seen her at catwalk shows and Marks & Spencer events, I have not properly met Twiggy before, and in recent years she has gained a reputation for being a little prickly, so I was expecting to be summoned to a supervised interview in a smart restaurant or an agent's office. The apartment is on an elegant street, with gleaming brass knockers on tasteful black gloss front doors and the kind of expensive, leafy hush that cushions central London's garden squares from the hoi polloi. Twiggy lives here with the actor Leigh Lawson, her husband of 21 years, their children having long since grown up. I am expecting something cheerful and modern inside, wooden floorboards and spot lighting perhaps, but instead it is shabby chic with a faint scent of bohemia, more redolent of Twiggy the 60s icon than of Twiggy the M&S model. There are Turkish rugs and Balinese sculptures, walls covered with an eclectic collection of paintings, lush houseplants, a friendly cat, a piano crowded with photographs in silver frames.

In the flesh, Twiggy at 60 is living proof that good legs and good cheekbones are the gifts bestowed by fairy godmothers with an eye on the long game. Today she is wearing black leggings and a short black silk dress with painterly silver brushstrokes by Stella McCartney – Twiggy's daughter, Carly, works with McCartney as a print designer – and it is still plain to see, from the slender legs, how the childhood nickname Twiggy came about.

As a teenage model, Twiggy weighed just six and a half stone. "Much too thin," she says emphatically. "I had a look – I can see that now – but I don't think I was beautiful." Although she has enough wrinkles to make me believe her when she says she has had no Botox or surgery, her face has sagged only a little. Good bone structure acts as natural scaffolding.

The room has at least five armchairs and sofas, but Twiggy kicks off her shoes and settles herself on to the sofa where I am sitting. The cat joins us. It is very cosy. Frankly, I was expecting her to be something of a madam, but for the hour and a half I am there, nothing could be farther from the truth. When I later play back the tapes, what strikes me is how she never pauses before answering a question – if she is editing her thoughts at all, then she is very fast indeed – and how often the tape is punctuated by her throaty, gravelly laugh. The laughter is louder than the rest of the tape because of her habit, when she laughs, of leaning towards me and grabbing me by the forearm for emphasis. You get the impression she's the kind of woman who, if you were friends, would put her arm through yours when you walked down the street. But you sense, also, a core of steel in that slender frame. As she puts it, "I like to get on with people. I don't go around being nasty, but if someone crosses me, I can be horrible back."

Along with the Beatles crossing Abbey Road, it is the early photographs of Twiggy – a startlingly skinny, freckled and crop-haired child-woman of just 16 – that have crystallised into instant visual shorthand for 60s London. The tale of how it came about is one of fate, or chance, depending on which one you believe in. Early in 1966, having been told that at 5ft 6in she was too short for fashion modelling, Twiggy was having her shoulder-length hair styled in preparation for some test "head shots" at House of Leonard, the chic London salon of the time, when she was noticed by Leonard himself, who was looking for models on whom to try out his new crop haircut. Her hair was duly cut, photos taken, and the next day Twiggy went back to school. The story could have ended there, but for the fact that Deirdre McSharry, fashion editor of the Daily Express, noticed the photo of the gamine girl with the daring haircut in the salon a few days later, asked Leonard for the model's name, called Twiggy and asked to meet her.

McSharry took Twiggy for tea, more pictures were taken, and Twiggy went back home to Neasden. The following morning her dad bought the Express, but nothing appeared. The next day, he scoured the paper again, and the next. Nearly three weeks went past, then one morning he came into Twiggy's bedroom with an open newspaper. Twiggy – The Face Of '66 was the headline. The following month, she did her first shoot for Vogue. By the time she flew to New York to work with Richard Avedon for the first time, a year later, she had appeared in 13 separate fashion shoots in international Vogue editions and was greeted by a pack of paparazzi and fans at JFK. The New Yorker, Life and Newsweek reported on the Twiggy "phenomenon" in 1967, with the New Yorker devoting nearly 100 pages to the subject. By 1970, she had been photographed by Avedon, Cecil Beaton, Helmut Newton, Guy Bourdin and Norman Parkinson.

Twiggy: A Life In Photographs is the title of a new National Portrait Gallery exhibition and book, a photographic biography in celebration of her birthday. It documents that early starburst of iconic images: Twiggy on a bike by Ronald Traeger; photos from the famous Everyone Wants To Be Twiggy shoot where Melvin Sokolsky solved the problem of gawpers hanging around the location by giving them all Twiggy masks and turning them into extras; a casual portrait of Twiggy in a woolly hat taken by her friend Linda McCartney when Twiggy went to visit Linda a week after her baby Mary was born in 1969. From the 70s and 80s, when Twiggy was working in film and theatre and music rather than fashion, there are fewer – one by Norman Parkinson of Twiggy pregnant, some by Terry O'Neill when Twiggy was promoting her first albums. There are recent portraits by Steven Meisel, who persuaded Twiggy back into modelling when he photographed her for Italian Vogue in 1993, by Annie Leibovitz, by Solve Sundsbo, who shot her with Kate Moss for i-D magazine, and by Bryan Adams, the rock star turned photographer who also photographed her for today's Weekend. Her favourite of the photographs is the one of her pregnant, which is the only one where she has any curves. "The way I looked when I started modelling – I was a skinny schoolgirl, stuffing tissues into my little 32A bra. I wasn't trying to be that thin, I was perfectly healthy, but still – that look is a total impossibility for women over the age of 20. Fashion has a lot to answer for, doesn't it?"

Indeed. Introspection on such topics is not her style, though. Twiggy loves to have fun, she loves banter. The nature of the compliments she doles out reflects this: Kate Moss is "hilarious, such a laugh". Tyra Banks, with whom she worked as a judge on America's Next Top Model, is "so bright, so funny, bloody clever". Agyness Deyn is "not just great looking, really good fun, too". Because we associate Twiggy with a doll-like 60s aesthetic, it is a shock to find that in real life her body language, and the energy that emanates from her, is more rock star than groupie. To hear her tell it, the M&S campaigns sound packed with St Trinian's-esque capers. When they were shooting an ad in Venice, all the models and Twiggy's daughter stayed at the Cipriani, and went out for dinner every night "just us girls, and I swear to God I've never laughed so much in my life. Noemie – you know the beautiful black girl who does the underwear, she's so gorgeous – she was ordering really expensive fish dishes and feeding them to the stray cats. Hilarious! Such a great girl. Happy memories!"

However many times Twiggy is photographed in a flattering longer-length cardigan and sensible mid-heeled boots for M&S, she will always be known as the ingénue in the miniskirt and matchstick eyelashes. "What happened to me in the 60s – I will never be able to eclipse that. I realised that a long time ago, even though I'm much prouder of starring on Broadway." She was nominated for a Tony award for Best Actress in a Musical when she starred in My One And Only in the early 80s. "Eight shows a week is hard work. That's a real achievement, whereas what happened before – that just happened to me." Does it feel strange to have the defining era of your life happen to you when you are so young? She shrugs. "The thing is, when you're 16, you don't feel young. At the time you think you're quite grown up. It wasn't until much later, when I had a daughter and she got to be 16, that I looked at her and thought, 'Oh my God, I was that young when it happened.' It's amazing, really, that I didn't go stark raving bonkers."

So why didn't she? "I was so young that it all went over my head. I was so naive." As a model at the Paris collections in 1968, she scandalised a waiter by turning down an expensive red wine and asking for a Coca-Cola instead. The fashion industry gets a bad press for its treatment of young models, but Twiggy is adamant that she was always well treated. "I was lucky in that everything happened to me so fast that I never had to try to climb up the ladder. When you're trying to make it, that's when you're vulnerable."

Not all of Twiggy's life has been plain sailing. In 1977 she married the US actor Michael Whitney, and in 1978 gave birth to Carly. Whitney's alcoholism destroyed their marriage, and on an outing to celebrate Carly's fifth birthday he collapsed and died. But with her second marriage to Lawson she seems to have created a very happy family unit: this summer, Twiggy, Leigh, Carly and Jason – Lawson's son by an earlier relationship with Hayley Mills – went on holiday together to Ibiza.

Twiggy's life these days sounds privileged but relatively normal. As well as the flat, she has a house in Suffolk, where she and Lawson keep fit by going for long walks in all weathers. She got into Pilates for a while, and when she was in Ibiza she did 20 lengths in the pool most mornings. She wears quite a few bits of Stella McCartney – "I get a very good deal there, as I should" – but says she is "a high street girl really". Celebrities often say that, but you can tell from the way Twiggy talks that she knows her high street stuff: when Matthew Williamson designed a range for H&M, for instance, she bought men's suits there "because I love men's tailoring, and the H&M men's size 36 always fits me perfectly". She cooks a lot ("Jamie Oliver's books are the best. I love Jamie. Bless him!") and, these days, watches her weight. "Middle-aged spread hit me at middle age, in my mid-40s. I eat healthily, I don't eat fried food, and I'm lucky to be married to someone who doesn't like dessert, so I just have a bar of Green & Black's in the fridge for when I need my chocolate hit." For the past decade she has weighed eight and a half stone. ("I'd like to be eight stone, but I like food too much.") She is "very anti-Botox, because I don't like what it looks like, and I do worry about where it goes – after all, it's poison" – but wouldn't rule out a subtle nip and tuck in 10 years' time "if it all starts dropping". She has a facial "a couple of times a year. And I do have my nails wrapped," she says, inspecting them with satisfaction. "That's my treat to myself."

One winter day five years ago, Twiggy and Lawson stopped at a pub in Southwold, Suffolk, after a blustery walk on the beach. It so happened that Steve Sharp, the M&S marketing whiz, was having lunch there with his wife, recognised Twiggy and had the idea of using her in an M&S campaign. "I'm very happy I went to that pub. It's funny, when I think of all the times I've been to meet someone about a job, and worried about what to wear, and got changed a million times. And then there I am that day in Southwold in my woolly hat and anorak, and Steve spots me. It just shows, doesn't it? Who'd have thought something like M&S would come along for me, at the age I was?" She has the easy positivity of someone who has found the fates that govern her life to be generally benign. "Sometimes I can't believe I'm going to be 60. I always say there's no point moaning about getting older, when there's nothing you can do about it. But still, I do find it quite funny. I look at that number, 60, and I think, really? Me?"

• Twiggy: A Life In Photographs opens today at the National Portrait Gallery, London WC2. Twiggy's album, Gotta Sing, Gotta Dance, is out now.


Il était une fois à Venise... Titien, Tintoret et Véronèse - Le Monde, fr - link (aqui)

LE MONDE | 18.09.09 | 15h08 • Mis à jour le 18.09.09 | 20h08

Les musées parisiens ont trouvé une nouvelle martingale pour gagner à tout coup : non plus la rétrospective dédiée à un grand nom, mais les rencontres au sommet. Ce fut d'abord Picasso et Matisse, puis, il y a un an, Picasso et ses amis le Greco, Velazquez, Delacroix ou Manet. Cette fois, c'est "Titien, Tintoret, Véronèse... Rivalités à Venise" au Louvre. Le plus difficile, avec de tels invités, n'est pas de montrer des oeuvres admirables - puisque leurs oeuvres sont généralement de premier ordre -, mais de donner un sens à la rencontre. Le Louvre y parvient fort bien. La cohérence de l'exposition est manifeste, l'accrochage efficace.

L'exposition a un sous-titre de polar, "Rivalités à Venise". "Romanzo criminale a Venezia" aurait été plus précis, car c'est de cela qu'il s'agit : de territoires à tenir ou à conquérir, de marchés à subtiliser, de comptes à régler, de combines et de haines. Seule différence : la drogue, ici, ce sont des tableaux.

Venise, vers 1550. Le marché prestigieux et lucratif de la peinture est tenu par un nommé Tiziano Vecellio - Titien. Il a 62 ans. En 1516, il a été débarrassé de la mainmise du clan Bellini et, depuis, il est le maître. Empereurs, rois et papes se fournissent auprès de lui et il fait jouer la concurrence entre eux. Son autorité ne se discute pas.

En tout cas, pas jusqu'à ce qu'apparaisse, à la fin des années 1540, Jacopo Robusti, dit Tintoretto, de vingt ans plus jeune, fils d'ouvrier teinturier, alors que Titien est né dans l'aristocratie. Tintoret passe brièvement chez Titien, puis, effrontément, se met à son compte. Il intrigue en introduisant des manières de travailler inspirées de ce qui se fait à Rome et à Florence. Par des manoeuvres d'une moralité discutable, il obtient en 1564 une commande considérable, la Scuola di San Rocco. Titien l'avait désirée, il ne l'a pas eue. Tintoret l'aurait-il enfin tué ?

Ce ne serait de toute façon pas suffisant pour devenir à son tour maître de Venise, car un troisième homme a surgi. En 1553, entre en ville un inconnu qui se fait appeler Paolo Caliari, un provincial de Vérone, fils d'architecte. On l'appelle Véronèse. Il a dix ans de moins que Tintoret. C'est ce que l'on appelle le conflit des générations. Désormais, ils sont donc trois. Ne manque plus que la musique d'Ennio Morricone.

La lutte porte sur tous les types de peinture : religieuse et profane, portraits et mythologies, saints ermites et amiraux en cuirasse. Elle se joue sur le très grand format des églises comme dans les plus petites tailles des tableaux de cabinet. On s'observe, on se rend coup pour coup. Titien, vers 1570, invente sa vision du viol de Lucrèce par Tarquin. Dix ans après, Tintoret révèle la sienne, évidemment différente. Sa Danaé de 1580 réplique à celle de son prédécesseur, grand succès en 1544 repris dix ans plus tard à la demande de Philippe II.

L'enjeu est sérieux, car Danaé est un excellent prétexte mythologique pour peindre des nus féminins, l'un des motifs préférés des collectionneurs. Véronèse le sait si bien qu'il multiplie les allégories, du moment qu'elles sont nues, rondes, blondes et lascives. Peint-il Le Respect qu'il allonge l'une de ces beautés sur le dos, les bras derrière la nuque, les seins découverts, les jambes un rien trop relevées.

Les Vénus abondent - Vénus au miroir de préférence, occasions de montrer sa dextérité en matière d'optique et de reflets. La salle qui les accueille est l'une des plus séduisantes, même si l'érotique Véronèse y est représenté par l'une de ses nudités les moins réussies. La comparaison avec la sublime Suzanne de Tintoret lui est fatale.

A chaque pas, le combat reprend, pour les portraits en pied des patriciens, les scènes de la vie du Christ ou même les chiens. Qui peindra l'animal le plus vivant ? Titien, Véronèse ou Jacopo Bassano, qui se risque dans l'arène et se fait éliminer aussitôt ?

Un vrai violeur

Reste la question vers laquelle tend toute l'exposition : quel est le vainqueur ? Nulle hésitation : Titien. L'affrontement le pousse à modifier sa manière, à chercher plus de sobriété et d'intensité. Alors que ses rivaux se laissent entraîner par leur faconde lyrique (Tintoret) ou leur aisance d'acrobate (Véronèse) et font de toute oeuvre l'affichage de leur supériorité, Titien comprend plus profondément chacun de ses sujets et les exprime avec plus de justesse ; son Saint Jérôme pénitent n'est pas qu'un beau vieillard musculeux, mais une représentation du remords et du deuil. Son Tarquin est un vrai violeur, qui pousse son genou entre les cuisses de sa victime, alors que celui de Tintoret fait sottement admirer ses pectoraux. Sa Danaé est une vraie courtisane qui se pâme, douchée de pièces d'or. Quand Titien meurt en 1576, à 88 ans, ce n'est pas seulement la lutte qui s'achève : c'est la peinture vénitienne qui finit.


"Titien, Tintoret, Véronèse... Rivalités à Venise", Musée du Louvre, Paris-1er. Tél. : 01-40-20-53-17. Du mercredi au lundi de 9 heures à 18 heures, mercredi et vendredi jusqu'à 22 heures, samedi jusqu'à 20 heures. Entrée : 11 €. Jusqu'au 4 janvier 2010.
Très beau catalogue aux éd. Hazan/Louvre, 480 p., 290 illustrations, 42 €.

Philippe Dagen
Article paru dans l'édition du 19.09.09.

Au Brésil, l'Etat et Petrobras resserrent leur contrôle sur la production de pétrole - Le Monde, fr - link (aqui)


AFP/CARLOS MAGNO
Le président brésilien Luiz Inacio Lula da Silva (à gauche) en visite dans un terminal de la société Petrobras à Rio de Janeiro, le 18 mars 2009.


LE MONDE | 18.09.09 | 13h24 • Mis à jour le 18.09.09 | 13h24

La compagnie nationale des pétroles brésiliens est devenue, en quelques mois, l'une des cinq plus grosses capitalisations mondiales. La raison de cette envolée boursière est simple : depuis 2007, Petrobras a découvert à 200 kilomètres au large de Rio de Janeiro et de Sao Paulo, dans une zone aussi vaste que le golfe du Mexique et par 6 000 mètres de profondeur, des gisements qui feront du Brésil un grand producteur d'or noir en 2020. "Nous produirons alors 3,9 millions de barils par jour et 5 à 7 millions si l'on y ajoute le gaz", explique au Monde son PDG, José Sergio Gabrielli. Soit plus de la moitié de la production russe ou saoudienne actuelle.

La première entreprise du Brésil y consacrera 174 milliards de dollars (118 milliards d'euros) d'ici à 2013. Avec 31 milliards de dollars de concours bancaires (Brésil, Etats-Unis, Chine, France...) et un prix moyen du baril autour de 65 dollars sur la période, "on disposera des financements nécessaires pour les cinq ans à venir", explique M. Gabrielli, qui effectue une tournée européenne et asiatique pour convaincre les fournisseurs d'investir au Brésil, des parapétroliers (Technip, Saipem...) aux spécialistes de la restauration (Sodexo...).

Le Brésil pourrait ajouter 50 milliards de barils aux 14 milliards qu'il possède déjà. Des réserves qui le rapprocheraient du Koweït ou des Emirats, même si son brut sera plus difficile à pomper. Mais M. Gabrielli rappelle que l'off-shore profond n'a plus de secret pour Petrobras, qui produit déjà 23 % du pétrole en eaux profondes, loin devant ExxonMobil (14 %).

Il indique que 104 milliards iront à l'exploration-production "pour accroître les capacités d'extraction", 43,6 milliards au raffinage, à la pétrochimie et à la distribution de carburants, 2,8 milliards aux biofuels, 23 milliards dans la production d'électricité à partir des centrales au gaz, 16 milliards au développement international, dont la majorité aux Etats-Unis.

Brasilia n'a pas l'ambition de devenir un grand exportateur de pétrole d'ici à 2020, prévient M. Gabrielli, qui indique qu'il sera "plus centré sur le Brésil". Seulement 600 000 barils sur 3,9 millions seront exportés, le pays préférant transformer son brut en mettant en service cinq nouvelles raffineries. L'arrivée de la production brésilienne ne modifiera donc pas l'équilibre du marché, ni les enjeux géopolitiques. "Le président Lula a dit que le Brésil ne veut pas intégrer l'Organisation des pays exportateurs de pétrole (OPEP)", ajoute le patron de Petrobras.

Ces gisements enfouis sous une épaisse couche de sel sont un "passeport pour l'avenir", s'est enflammé Luiz Inacio Lula da Silva, le 31 août, en présentant sa réforme de la législation pétrolière. Elle resserre le contrôle de l'Etat et de Petrobras sur l'exploitation des nouveaux gisements. Ils seront propriété de l'Etat et non plus des compagnies à travers des concessions (système qui n'existe qu'au Canada, aux Etats-Unis et au Brésil). Seul opérateur de tous les projets, Petrobras aura au moins 30 % des revenus des zones exploitées par les groupes étrangers.

"Malédiction"

La réforme, qui doit être approuvée par le Congrès d'ici à décembre, prévoit aussi la création de Petrosal, une entité chargée de veiller aux intérêts de l'Etat dans les négociations avec les compagnies et au bon usage de la manne pétrolière. Un "fonds social" sera créé : initialement dédié à la lutte contre la pauvreté, à l'éducation et aux infrastructures, il a reçu d'autres missions (nouvelles technologies, projets industriels, culture...).

Cette législation ne plaît guère aux compagnies étrangères. Si la loi est désormais moins favorable à ces majors, plaide M. Gabrielli, c'est que leurs risques sont moins élevés puisque l'effort d'exploration consenti par son groupe a débouché sur la découverte d'énormes quantités d'hydrocarbures. Elles auront néanmoins plus de sécurité juridique qu'au Venezuela. "Au Brésil, souligne-t-il, la tradition n'est pas de rompre les contrats."

L'enjeu pétrolier est considérable pour un pays qui doit poursuivre son développement tout en réduisant la pauvreté (près de 20 % des habitants). Et se prémunir, selon Lula da Silva, de la "malédiction du pétrole" qui a appauvri des populations de certains pays producteurs.

Jean-Michel Bezat
Article paru dans l'édition du 19.09.09.

La tv svizzera incontra la D'Addario - la repubblica, it - link (aqui)


(18 settembre 2009)


A "Falò", programma di RSI La1, intervista alla protagonista del caso escort-Berlusconi


Video - fare clic su

Quella cena dei "bravi ragazzi" tra i lussi di Villa Certosa - la Repubblica, it - link (aqui)

Tarantini con Mannarini e Verdoscia

Quattro indagati per droga ospiti del premier. L'11 agosto 2008 il gruppo partecipa ad una festa nella residenza sarda del Cavaliere

Nella villa di Cala di Volpe, in Costa Smeralda, una cassaforte per custodire la "polvere"
di PAOLO BERIZZI

BARI - C'era Simon Le Bon che cantava. C'era Simona Ventura. Ma c'erano anche gli "ospiti sbagliati". Quelli che "danno la droga a tutti", quelli che "brindiamo a questo vino sopraffino e facciamoci sopra un bel tirino". Quelli che "stanno riempiendo di coca mezza Sardegna" - come dice al telefono, una notte, "in stato confusionale", la soubrette Francesca Lana. Quelli delle feste dove sniffano "come i matti" e sciolgono le pasticche di Md nei bicchieri, e dove all'alba il domestico trova una ragazza svenuta in giardino, "ma cosa le hanno dato?!". Ma certo, "quelli di Bari", come li chiamavano in Costa Smeralda.

Definizione smilza e efficace, da "goodfellas". Quei "bravi ragazzi" erano tutti seduti a tavola, l'11 agosto 2008, a Villa Certosa. Ospiti del presidente del Consiglio Silvio Berlusconi. A mangiare e a bere e a cantare, nella residenza estiva del premier, il gruppo è al gran completo. Quattro. Tutti indagati dalla Procura di Bari per cessione di cocaina. Gli "ospiti sbagliati" (da una definizione di Berlusconi) sono i "tre moschettieri" Gianpaolo Tarantini, Massimo Verdoscia, Alessandro Mannarini (il primo è in carcere, il secondo agli arresti domiciliari). E un quarto amico, Nicola De Marzo, detto Nick.

Si divertono, tra loro c'è chi filma la festa con il telefonino. Gianpi è seduto vicino a Berlusconi, la barba curata. Ci sono il suo amico e socio Max Verdoscia e il leccese Mannarini che grida "vai Gianpi!" mentre Berlusconi canta Apicella e Simon Le Bon canta se stesso. Alcune ospiti, tra gli applausi, ballano sul palco. Il video di quella notte dell'11 agosto - diffuso da l'Espresso - restituisce oggi uno scenario inquietante.

Così come "inquietante" è il quadro che il gip di Bari Vito Fanizzi traccia dell'estate che spalanca a Tarantini - imminente e futuro procacciatore di escort - le porte del cerchio magico del presidente del Consiglio. Finché i due diventano amici. La coca, certo. Coca a fiumi offerta dal gruppo Tarantini agli ospiti dei party organizzati nella villa di Cala di Volpe con cassaforte installata apposta per custodire le scorte di polvere bianca.

Tanti bei nomi a quelle feste: imprenditori, stilisti, dame e damine della tv. "Ci devi prendere a piccole dosi, siamo ragazzi cattivi" dice Mannarini (telefonata intercettata dai finanzieri il 27 luglio 2008) ad una ragazza che prova a tirarsi fuori dal giro ("altrimenti mi devasto"). Quanta cocaina tiravano e quanta ne facevano girare, "quelli di Bari", lo certificano le conversazioni telefoniche e le intercettazioni ambientali. E i verbali degli interrogatori degli indagati. Che si accusano l'un l'altro scaricandosi a vicenda.

Sempre sulla cocaina. Chi l'ha comprata, chi l'ha trasportata in Sardegna, chi la distribuiva. Tarantini ammette di averne data a Francesca Lana - l'amica del cuore di Manuela Arcuri che pure ha partecipato, assieme a lei, ad una festa a casa di Gianpi (giugno 2008, villa di Giovinazzo). A lei sì ma non a Sabina Began, amica di Berlusconi e del gruppo barese, alla quale, invece, "sono sicuro - dice Gianpi - l'hanno ceduta sia Verdoscia sia Mannarini".

Alla fine sembrano sfumature, piccole crepe persino scontate. La cocaina per gli ospiti "sbagliati" del premier è "un costume usuale": così lo definisce il gip Sergio Di Paola. Il consumo di polvere serve al gruppo per "mantenere elevato il livello delle relazioni sociali". Lo schema Tarantini. Ragazze e coca "per avere successo in società". Nella sua fase sarda la fitta rete di rapporti che ha catapultato Gianpi fin dentro la corte di Silvio Berlusconi è una trama che tiene dentro, come protagonisti o comprimari, personaggi trasversali e diversi tra loro.

Accomunati da una predisposizione al consumo di droga. La scorta Tarantini e soci l'avevano fatta a Bari. Un acquisto in stock il cui peso specifico gli investigatori ritengono essere di molto superiore ai 50-70 grammi di cui ha parlato l'imprenditore barese in un interrogatorio. "Stanno riempiendo di coca mezza Sardegna, lo sa anche Briatore (totalmente estraneo alle indagini, ndr)". Le parole sconcertate di Francesca Lana sono il timbro dell'estate sarda di Gianpi e dei suoi (ex?) amici. Poi c'è un'immagine. Quella che chiude il video della cena a villa Certosa. Silvio Berlusconi di bianco vestito che, a un certo punto, avanza verso i "baresi" e chiede di smetterla di filmare con il telefonino. Ma il brutto doveva ancora venire.

(19 settembre 2009)

Il ruffiano e il presidente - la Repubblica, it - link (aqui)

Giampaolo Tarantini



L'ANALISI. Quel tentativo disperato di chiudere il caso escort
Dalle mosse dei magistrati gli ultimi guai di Tarantini

di GIUSEPPE D'AVANZO

Gianpaolo Tarantini deve essersi detto: faccio così, ammetto negli interrogatori quel che non posso negare o contraddire e dunque le feste a Palazzo Grazioli e a Villa Certosa; il pagamento delle prostitute che infilavo nelle cene e nel letto di Silvio Berlusconi; l'uso della cocaina che a decine di grammi distribuivo nelle mie feste private. Confesso i legami cuciti - sempre attraverso notti di sesso nella garçonniere all'angolo Extramurale Capruzzi, a Bari - con gli amministratori regionali di sinistra, come quel Sandro Frisullo. Lascio capire che anche quel D'Alema - sì, quel D'Alema - l'ho avuto a tavola o in barca.

"Qualche volta" dico, alludendo a un'amicizia che purtroppo non è mai nata. Concludo che qualche affaruccio me n'è venuto - è vero, diciamo una certa "visibilità con i primari" che poi mi dovevano comprare le protesi che vendevo - ma poi niente di che, tutto sommato. Chiedo il patteggiamento (due anni di pena) ed esco da questa storia un po' ammaccato e con qualche benemerenza da mettere sul tavolo nella mia seconda vita. Ho soltanto 35 anni, no? Un merito sarebbe stato sicuro e consistente, deve aver pensato Tarantini. Se patteggio, tengo fuori dai guai "il Presidente" perché nessuno potrà più ficcare il naso nelle decine e decine di telefonate tra me e lui - intercettate, purtroppo. Quelle chiacchiere, sì che lo metterebbero in imbarazzo.

La strategia di difesa di Tarantini è legittima, come tante altre. Si sbriciola dinanzi al rifiuto del pubblico ministero. Che nega il patteggiamento (applicazione della pena su richiesta delle parti) perché - dice il procuratore di Bari, Antonio Laudati - "l'attendibilità delle dichiarazioni dell'indagato deve essere verificata con ulteriori accertamenti. È vero, ho detto che, leggendo i verbali sui giornali, appare evidente che non ci sono responsabilità del presidente del Consiglio, ma le indagini non sono terminate e si deve verificare quanto è stato raccontato. Lo faremo in tempi rapidi".

Le parole del procuratore devono aver spaventato Tarantini, e non soltanto Tarantini. Che era nei guai e ci si ficca ancora più a fondo, a testa in giù. Comincia (sostiene la guardia di finanza) a trafficare con i testimoni e con le prove. Se le aggiusta per rendere attendibili, per i magistrati, i suoi ricordi. Forse, progetta una fuga all'estero per tirare il fiato e alleggerire la pressione in attesa di una luna migliore. Si vedrà se gli investigatori hanno visto giusto.

Nell'attesa, alla mossa di Gianpi, la procura ne oppone un'altra, tattica e astuta. Non ne chiede l'arresto, ma soltanto il fermo. Quindi, è obbligata a consegnare al giudice delle indagini preliminari, che dovrà convalidarlo, soltanto qualche pezzullo di carta che documenta il pericolo di fuga o l'inquinamento probatorio e nulla di più. Lo scrigno delle fonti di prova già raccolte resterà chiuso e quindi, per il momento, le intercettazioni del presidente del Consiglio, le testimonianze delle giovani falene che hanno trascorso la notte a Palazzo o in Villa, gli amici di Gianpi che tiravano su la cocaina che egli dispensava con generosità, le tracce dei traffici sanitari resteranno ben protette.


Patrizia D'Addario con Berlusconi


Un'indagine penale non è soltanto l'accertamento di responsabilità personali (come sembra credere Ernesto Galli Della Loggia), è anche teatro, memoria collettiva, luce che illumina il mondo, che rivela pratiche, passioni, coraggio, debolezze, irresponsabilità, che racconta la tenuta di regole e dispositivi che evitano anarchia e soprusi e fanno ordinato il nostro vivere insieme. È un ordigno che riesce a dirci, qualche volta, e spesso non in modo esaustivo, dove viviamo, che cosa vi accade, con chi abbiamo a che fare. Da questo punto di vista, la storia di Gianpaolo Tarantini non è questo termitaio dai corridoi intricati.

Gianpi è in affari e s'è fatto ruffiano per accrescerli. Tutto qui, in soldoni. La sua intuizione è che, nell'Italia di oggi, il potere del sesso - l'influenza che può avere sugli uomini che governano il Paese o una Regione o un'Azienda sanitaria - ha la stessa energica forza corruttiva del denaro, grimaldello decisivo per gli affari neri degli anni novanta. È acuto il fiuto del giovanotto che forse avrà studiato anche psicologia sociale nel suo master in marketing all'università di Herisau, nello svizzero Canton Appenzello. L'intuizione, comunque, è subito vincente a Bari. Sandro Frisullo, vicepresidente regionale, abbocca all'amo di Tarantini. Gianpi gli organizza in un appartamento in affitto in via Giulio Petroni, angolo via Extramurale Capruzzi, incontri sessuali ora con Terry De Nicolò ora con Vanessa Di Meglio, ricompensate con cinquecento euro.

Tarantini attende l'arrivo dell'amico. Cenano in tre. Al caffè, Gianpi si leva di torno. Le chiama "attenzioni" non corruzione. "Le attenzioni da me avute per Frisullo mi hanno consentito - dice - di essere presentato al dottor Valente, direttore amministrativo dell'Asl di Lecce. Chiedevo un'accelerazione dei pagamenti per le prestazioni effettuate dalle mie aziende e l'esecuzione di una delibera adottata in materia di acquisto di tavoli operatori. So che Frisullo ha rappresentato più volte le mie esigenze a Valente ed io personalmente ne ho parlato con lo stesso Valente. I pagamenti sono avvenuti anche se comunque in ritardo, altrettanto per la delibera. La frequentazione di Frisullo mi serviva soprattutto per acquistare visibilità agli occhi dei primari che portavo da Frisullo".

* * *

Il metodo funziona, dunque. Tarantini decide di fare un salto, il gran salto, l'avventurosa capriola verso un sorprendente, inatteso successo. Dice a se stesso che se la sua intuizione è efficace in Puglia perché non deve esserlo altrove. Magari a Roma, nella Capitale, e con l'uomo che ha in mano in Paese? Dicono che le cose siano andate così. Non è stato il giovane ruffiano a bussare alla porta di Berlusconi, ma - scaltro, forse già conosce le debolezze del presidente - Tarantini è riuscito a giocare con Berlusconi come il gatto con il topo.

Accade nell'estate del 2008. Tarantini affitta, pagando centomila euro al mese (pare), la villa Capriccioli, a cinque minuti da Porto Cervo e non troppo lontano dalla Villa Certosa del capo del governo. A quel punto è un gioco da ragazzi - anche se molto, molto costoso - riempire la casa, il giardino, la spiaggia di bellezze, di cocaina, di allegria e risate e poi attendere, immobile come un ragno. Il calabrone cade nella rete. Pare che l'Egoarca non se ne capacitasse e il suo grandioso senso del sé ne fosse ferito: quelle giovani donne non si dirigevano alla Certosa, ma altrove, da un altro. Chi diavolo è questo "Gianpi" di cui tutti parlano quest'estate? Berlusconi chiede di sciogliere l'arcano a Sabina Beganovic, "l'ape regina" (Dagospia), donna così fidata da essersi tatuata su un piede "S. B. l'uomo che mi ha cambiato la vita". La Beganovic torna dall'Egoarca con le informazioni giuste e Tarantini ha finalmente accesso a corte. Con lui, le sue "ragazze".
"Io - sostiene oggi il giovanotto - ho voluto conoscere il presidente Berlusconi e mi sono sottoposto a spese notevoli per entrare in confidenza con lui e, sapendo del suo interesse per il genere femminile, non ho fatto altro che accompagnare da lui le ragazze che presentavo come mie amiche tacendogli che a volte le retribuivo". Berlusconi gradisce molto e consente a Tarantini di coltivare un sogno di potenza: perché rinchiudersi nel piccolo recinto degli affari sanitari pugliesi e non pensare in grande? Perché non diventare, grazie all'amicizia con "il Presidente", un imprenditore di carattere nazionale, europeo o, perché no?, un lobbista per tutte le decisioni che "il Presidente" può favorire, per i business che l'intervento del "Presidente" può rendere fluidi e vincenti?

L'impresa non pare impossibile a Tarantini. Bisogna investire un po' di denaro, pagare le prostitute, accompagnarle a Palazzo Grazioli. Che ci vuole? La difficoltà semmai è avere sempre le "ragazze" a disposizione perché, si sa com'è "il Presidente", magari chiama nella tarda mattinata, prima o dopo un Consiglio dei ministri, e vuole che a sera - dopo un paio d'ore, maledizione - la festa sia organizzata. Ci sono giorni che Gianpi è come fuori di testa. Lo vedono agitato e inquieto come una mosca contro un vetro. Ha chiamato "il Presidente" e lui non ha disposizione quel che serve. Telefona, ritelefona, chiama e richiama questo, quello, chiunque possa aiutarlo, chiunque conosca almeno "una donna immagine che all'occorrenza avrebbe potuto anche effettuare prestazioni sessuali". Così ingaggia, il 16 ottobre, Patrizia D'Addario.

Gianpi riesce sempre a cavarsela con un salto mortale. Per non farne più, e rompersi il collo, comincia a corteggiare con accorti regali la rete di "ragazze" controllate, per così dire, da Sabina Beganovic. Forse per ingraziarsele, le rifornisce di cocaina, in palazzi sbagliati, off-limits. Non ne possono venire che guai che, infatti, non mancano. Il 20 dicembre del 2008, l'"ape regina" perde la pazienza, telefona a Gianpi (intercettato) e lo affronta a muso duro.

Sabina. "Hai capito Gianpaolo, che cazzo fai? Mandi alla gente regali e metti a me in una bruttissima situazione. Cioè io non so niente e tu ti spacci per mio amico ... Per favore, non mi mettere in questa situazione"

Gianpaolo. "Io non l'ho fatto perché ti voglio sorpassare".

Sabina. "Ma figurati, non fare il furbo con me... Non mi mettere nei casini. Non fare il paraculo con me".

Gianpaolo. "Io non ho mai portato niente".

Sabina. "Ah bello!, io ho i testimoni. Ti ho detto: non fare il furbetto con me".

* * *

I conflitti con Sabina Beganovic non impediscono, in cinque mesi, a Tarantini (come ammette) di accompagnare trenta "ragazze" a diciotto cene del Presidente. Non tutte sono state pagate, non tutte sono prostitute, anche se in qualche caso "non disdegnano di essere retribuite per prestazioni sessuali". Gianpi tocca "il cielo con un dito". È nelle grazie del Presidente, finalmente. Può chiedergli di incontrare Guido Bertolaso per certe sue ambizioni (che, dice, ambizioni resteranno). Tarantini è il compagno fisso del "Presidente" in spensieratezze notturne, così appassionate da convincere il capo del governo a saltare qualche impegno pubblico. Come (lo racconta l'Espresso in edicola) tra il 23 e il 28 settembre. Le cose vanno così.

Il 23 settembre iniziano i lavori delle Nazioni Unite. Ci sono i leader del mondo. Durante la prima giornata parlano George W. Bush, Nicholas Sarkozy, il presidente iraniano Ahmadinejad. Gianpi a Roma ha organizzato per il premier una festicciola con Carolina Marconi, Francesca Garasi, Geraldine Semeghini, Terry De Nicolò. Ci si diverte e si fa presto a vedere l'alba. Il giorno dopo (mercoledì) Berlusconi decide di non partire più per il Palazzo di Vetro. Diffonde una buona ragione. Patriottica e irreprensibile. Deve seguire da vicino la crisi dell'Alitalia. Se ne stufa presto, però, ammesso che ne abbia mai avuto l'intenzione. In gran segreto raggiunge il castello di Torre Errighi, nei pressi di Melezzole di Montecchio di Terni e Health Center di Marc Méssegué, riaperto per la sua improvvisa visita. "Berlusconi di fatto scompare dai radar per cinque giorni" scrive l'Espresso. Frattini e Letizia Moratti sono costretti a presentare da soli l'Expo 2015 di Milano mentre Gianni Letta, sostenuto da Walter Veltroni, fa i salti mortali per far firmare la pace tra la Cai e i sindacati e salvare l'Alitalia.

L'indimenticabile settimana dell'Egoarca finisce così. Domenica 28 un elicottero della protezione civile lo accompagna dal castello di Torre Errighi a Ciampino, dove prosegue per Milano, destinazione San Siro. C'è il derby, e sugli spalti "il Presidente" è in compagnia di Tarantini. Gianpi ha con sé una nuova ragazza. La chiamano l'Angelina Jolie di Bari. Si chiama Graziana Capone, che racconta il post-partita: passeggiata in auto, arrivo ad Arcore, cena e festino con una decina di ragazze. Il Milan ha vinto uno a zero, il premier è euforico. "Abbiamo tirato fino a tardi, le quattro forse, qualcuna si è addormentata sul divano" (Repubblica). Il fastidio alla schiena del Presidente non c'è più, come per un miracolo. Dopo poche ore di sonno, Berlusconi può festeggiare di nuovo sul lago Maggiore i suoi settantadue anni in una scena, questa volta tutta familiare. "Ora resto a lavorare - dice ai giornalisti - Nessuna festa serale, perché abbiamo già festeggiato oggi" (l'Espresso).

* * *

Tarantini oggi vuole riuscire nell'impresa di liberarsi con il minimo danno dalle sei inchieste che lo coinvolgono senza danneggiare il presidente del Consiglio. Un'altra avventurosa capriola. Dice: "Ho fatto una cavolata, sono stato uno stupido. Quando ho avuto la possibilità di conoscere Berlusconi, ho toccato il cielo con un dito. Non mi sembrava vero. Poi l'ho conosciuto sul piano personale, con la sua simpatia, il suo calore umano, il suo rispetto per gli altri, la sua genialità. Davvero irresistibile. E ho creduto che sarebbe stato più facile frequentarlo facendomi accompagnare da bellissime ragazze. Gli chiedo scusa" (il Giornale). Gianpi non deve essere stato sollevato quando ha sentito "il Presidente" fingere dalla Maddalena di non ricordare nemmeno il suo cognome. "Un imprenditore di Bari, Tarantino o Tarantini, era venuto ad alcune cene facendosi accompagnare da belle donne. Erano ragazze che questo signore portava come amiche sue, come sue conoscenti".

Tutto cancellato, dunque? Come se quei fantastici mesi di feste, scorribande, canti, barzellette, cene, belle donne in tubino nero e trucco leggero, passioni, sesso non fossero mai esistiti. Come se le decine e decine di conversazioni telefoniche tra lui e "il Presidente" - quanto pressante, a volte - non ci fossero mai state. Come se il sogno di Tarantini fosse soltanto il delirio di un provinciale convinto che il potere del sesso è quel che serve oggi per fare affari e addirittura chiudere in una rete di ragno, quel calabrone del capo del governo. "Utilizzatore finale" - certo - ma anche complice del ruffiano (le intercettazioni documentano la sua disponibilità per i maneggi del giovanotto) e regista di uno spettacolo di cui era unico protagonista, unico spettatore, il solo impresario.

Può essere anche che finisca senza conseguenze la ricostruzione giudiziaria, si vedrà, ma quel che ci racconta quest'indagine penale è altro e ben visibile. Ci dice dove viviamo, che cosa vi accade, con chi abbiamo a che fare e non è sempre necessaria una sentenza della magistratura per comprendere e giudicare. Spesso, basta soltanto buon senso e un miccino di onestà.

(19 settembre 2009)

Gogol' in scena nell'amata Roma - Il Messaggero, it - link (aqui)



Manifestazioni per il bicentenario dell'autore di Anime morte
Folgorato dalla Città Eterna fin dal 1837


di Rita Sala

ROMA (18 settembre) - Nikolaj Gogol’, per quattro anni della sua tormentata vita, scelse l’Italia come buen retiro. Cercava da noi, sotto il sole mediterraneo che non trovava a San Pietroburgo, ispirazione, quiete, fors’anche pace per il proprio spirito, che ne era del tutto privo. Nato di marzo, nel 1809, nel governatorato di Poltava (Ucraina e Russia si disputano ancora oggi la sua nazionalità), si era trasferito nel 1828 nella Capitale, sperando di farsi strada.

Era già incline alla contemplazione, al misticismo, alla malinconia. Alternava entusiasmi passionali a momenti di forte depressione, sempre e comunque sostenuti da un costante afflato religioso. Nel 1831, Veglie alla fattoria presso Dikan’ka gli regalò la prima ribalta. Ma l’opera teatrale Il revisore, messa in scena nel 1836, fu interpretata come un pamphlet satirico contro il regime zarista e scatenò il pubblico conformista contro di lui. Fu allora che Gogol’ si mise in viaggio per la prima volta verso l’Italia, dove avrebbe trascorso il periodo più felice della sua vita, un tempo capace di ispirare e nutrire le famose Anime morte.

Nella bella Italia dei primi trent’anni dell’Ottocento, casa di artisti, pittori, poeti e scrittori, cercò le orme degli antichi e, insieme, avvisaglie di futuro. Vide Roma il 25 marzo 1837. E si eccitò. Della Città Eterna amò tutto all’istante: il cibo, il modo di vivere, la varietà dei luoghi, la possibilità di scoprire meraviglie su meraviglie, in frenetica successione. In più, conoscendo la nostra lingua, poteva gustare i tanti spettacoli teatrali, chiacchierare con gli artigiani, ordinare disinvoltamente in trattoria agnello arrosto e crostata di ciliegie («Farebbe venire l’acquolina per tre giorni di seguito alle forchette più esigenti»). Il tutto innaffiato dal vinello bianco dei Castelli.

Aveva pochi soldi in tasca, ma riusciva comunque a sbarcare il lunario. E sulle pagine del quaderno che mai dimenticava a casa cominciavano a vibrare le Anime morte. Lasciò la città nel 1839. Vi sarebbe ritornato altre due volte, senza per questo esorcizzare le proprie crisi, fisiche e psichiche, e senza più trovare nell’Urbe i motivi taumaturgici che lo avevano rivitalizzato. La visita dell’autunno 1842 fu l’ultima, la più disincantata. Poi Napoli, la Russia, l’epilogo moscovita. Per il bicentenario della sua nascita, il ministero della Cultura della Federazione Russa e il nostro ministero per i Beni e le Attività Culturali (assieme all’Ambasciata della Federazione Russa in Italia, al Comune di Roma, all’Assessorato alle Politiche Culturali e della Comunicazione, alla Siae e al Dipartimento di Beni Culturali, Musica e Spettacolo dell’Università di Tor Vergata) hanno organizzato una grande kermesse.

L’inaugurazione ufficiale sarà il 30 settembre 2009 al Caffè Greco, alla presenza dei ministri della Cultura della Russia e dell’Italia e dei membri del Comitato scientifico. I solisti del Teatro da camera di Borìs Pokròvskij di Mosca animeranno scene da opere liriche tratte dai racconti di Gogol’: Cerevìcki (Le scarpette da festa) con musiche di Cajkòvskij,La Fiera di Sorocincy con musiche di Mùsorgskij, Il Revisore con musiche di Daškevic.


Dopo 60 anni Puma e Adidas fanno pace - Corriere Della Sera, it - link (aqui)


I nuovi azionisti hanno voluto una partita di calcio di riconciliazione il 21 settembre

I due fratelli tedeschi Dassler le fondarono dopo la rottura tra loro avvenuta nel dopoguerra


MILANO - Sarà una stretta di mano storica: le due aziende tedesche Puma e Adidas stanno per concludere una contesa iniziata sessant'anni fa quando i due fratelli fondatori, Adi e Rudi Dassler, decisero di imboccare ciascuno la sua strada


Adolf Dassler

PERCORSI SEPARATI - Sono diventati negli anni tra i principali marchi nel settore dell'abbigliamento sportivo. In pochi sanno però che la storia (e probabilmente il successo) delle due aziende (oggi agguerrite concorrenti) è frutto della scissione tra i fratelli Rudolf e Adolf "Adi" Dassler, che generò rispettivamente i giganti Puma ed Adidas. Tutto ha inizio negli anni '20: i due tedeschi costruiscono scarpe in cuoio, cucendole a mano nella lavanderia della loro madre. In seguito fondano una fabbrica di calzature vicino Norimberga, la Gebrüder Dassler Sportschuhfabrik, dove producono le prime scarpe da calcio con i tacchetti e le prime scarpe da atletica chiodate, portandole alle Olimpiadi nel 1928. Il successo mondiale arriva nel 1936 quando il campione Jesse Owens vince quattro medaglie d'oro alle olimpiadi di Berlino calzando proprio le loro scarpe. L'armonia tra i due imprenditori svanisce tuttavia durante la seconda Guerra mondiale: forti tensioni, date anche dalle differenti opinioni politiche, li dividono. Si separano e fondano ciascuno la propria attività rimanendo però sempre nella stessa città.

«GIORNATA DELLA PACE» - Lunedì prossimo gli impiegati di entrambe le società si stringeranno la mano pubblicamente per la prima volta. Lo faranno in occasione della partita di calcio organizzata proprio nella cittadina bavarese di Herzogenaurach dove hanno la sede principale le due aziende produttrici di articoli sportivi - tra le più grandi al mondo. Anche il piccolo comune, che oggi conta quasi 23 mila abitanti, si «spaccò a metà» nel 1948, anno in cui i Dassler decisero di separarsi, con residenti decisi a rimanere fedeli all'uno o all'altro. La data, poi, non è stata scelta a caso: il 21 settembre si celebre infatti nel mondo la "Giornata internazionale della pace".
In una nota congiunta le due aziende hanno spiegato che lo scopo della loro iniziativa è quello di «radicare la consapevolezza dell'importanza di una convivenza pacifica». Oltre a partecipare all'incontro di calcio i dipendenti delle due società vedranno insieme la pellicola "The Day After Peace", il documentario del regista inglese Jeremy Gilley, nato proprio dall’idea di avere una giornata mondiale della pace il 21 settembre di ogni anno, come poi deciso dall’Onu nel 2001. E' la prima manifestazione comune dalla rottura negli anni '40.

LA RICONCILIAZIONE - A favorire la riconciliazione il fatto che dal 2007 la maggioranza di Puma è nelle mani di Ppr, colosso del lusso francese gestito da François-Henri Pinault, che vanta svariati marchi di prestigio da Gucci a Yves Saint Laurent. Il famoso marchio delle tre bande, invece, è di proprietà di un numero più ampio di azionisti. Ad oggi Adidas detiene il secondo posto nel mercato globale per quanto riguarda il ramo di articoli sportivi, Puma è terza. La manifestazione fa parte dell'iniziativa "Peace One Day", promossa dallo stesso Gilley - un giorno della pace, di tregua e di non violenza, un invito a tutte le nazioni e i popoli a onorare la sospensione delle ostilità il 21 settembre di ogni anno.

Elmar Burchia
18 settembre 2009

La spy story e le frustate di Mosley Quell’aiutino di Briatore e Todt - Corriere Della Sera, it - link (aqui)

Max Mosley


Salvarono Max dallo scandalo, ma i loro destini sono stati diversi

Un anno bollente, dai segreti Ferrari finiti in McLaren all’orgia sadomaso del presidente


MILANO — L’incidente premedita­to di Piquet jr nel Gp di Singapore un an­no fa, che è costato il posto a Flavio Bria­tore, sarà anche il «più grave scandalo di sempre della Formula 1» come sostie­ne la stampa inglese (ma solo perché sott’accusa non c’è alcun dirigente ingle­se), ma non ha certo il fascino e i risvolti romanzeschi dell’intrigo che, nel 2007, ha rischiato di provocare l’esclusione dalle corse di una scuderia storica, la McLaren, e che è diventato noto come spy story.

Tra le due vicende non mancano le analogie. La confessione che inchioda il team è, in entrambi i casi, quella di un proprio pilota: nella vicenda degli spio­ni fu Fernando Alonso, in rotta con la McLaren che gli preferiva Lewis Hamil­ton; nel Renaultgate Nelsinho Piquet fre­sco di licenziamento. La differenza è che il primo portò alla Federazione numero­se e consistenti prove: le email in cui i segreti rubati alla Ferrari venivano di­scussi da Alonso medesimo, dal collau­datore de la Rosa e da alcuni dirigenti di primo piano della McLaren (una ad esempio: «Tutte le informazioni della Ferrari sono molto credibili. Vengono da Nigel Stepney... È la stessa persona che ci ha detto che in Australia Kimi Raikkonen si sarebbe fermato per il pit stop al giro 18˚...»). Ieri e oggi, c’è l’eter­no potere di vita e di morte di Max Mo­sley, esercitato attraverso il Consiglio mondiale: nella spy story prima assolse, poi condannò la McLaren a una maxi­multa di 100 milioni. E a proposito di Briatore e di dirigenti inglesi: in quel ca­so, Mosley non ha infierito sul nemico Ron Dennis ma è da quel momento che ha cominciato a metterlo sotto scacco. Se ha potuto farlo allontana­re quest’anno è perché, quella volta, l’aveva salvato. Per quanto riguarda Briatore, invece, il principio del «non poteva non sapere», è stato fat­to valere.

Ma torniamo all’estate 2007, una del­le più bollenti nella storia della F1. E ai suoi protagonisti, primo fra tutti il cor­vo rosso Nigel Stepney, l’ex capo mecca­nico della Ferrari, braccio destro di Ross Brawn (sì, quello che quest’anno vince­rà il Mondiale), di cui vuole prendere il posto. La promozione non arriva e Step­ney medita la vendetta: contatta un vecchio amico in McLaren, Mike Coughlan, capo progettista, e comincia a passargli disegni, dati, informazioni. Fino a consegnargli, in un incontro in occhiali scuri al porto di Barcellona, un faldone di 780 pagine di segreti di Maranello. Lì, den­tro, c’è «tutto quanto necessario a dise­gnare, progettare, costruire, controllare, testare, sviluppare e mettere in pista una macchina di F1», per citare la de­nuncia della Ferrari. L’incontro avviene il 28 aprile, ma il flusso di informazioni è partito prima del Mondiale (al via il 18 marzo 2007). La Ferrari, per mesi, non si accorge di nulla. Come ne viene a cono­scenza? Grazie a una figura ormai mito, il proprietario di una copisteria del Sur­rey, tifoso del Cavallino che, l’11 giugno 2007, vede arrivare nel suo negozio la moglie di Coughlan con i segreti della Ferrari sottobraccio da fotocopiare. Il co­pista s’insospettisce e manda un’email a Stefano Domenicali, allora direttore sportivo: «Qui ci sono disegni in scala 1 a 1 della monoposto Ferrari 2007. È tut­to regolare?».

No, non era regolare per niente. Inizia formalmente la spy story, che vedrà per­sino i carabinieri al circuito di Monza per consegnare avvisi di garanzia a Ron Dennis e ad altri dirigenti McLaren (ma per il boss e Martin Whitmarsh, l’attuale numero 1, la vicenda giudiziaria si è con­clusa con l’archiviazione, gli altri hanno patteggiato pene pecuniarie). Non è an­cora tutto: il mese prima, nella F2007 di Kimi Raikkonen viene trovata una polve­rina bianca composta da integratori ali­mentari. È stato ancora Stepney, in un folle tentativo di sabotaggio che avreb­be potuto combinare grossi guai.

Il 2007 è l’anno del massimo livello di scontro tra Ferrari e McLaren. Da allora, inizierà una lunga opera di riavvicina­mento (i cui gran tessitori sono Domeni­cali e Whitmarsh), base indispensabile per far nascere l’associazione dei team Fota. Il rapporto (tradizionalmente otti­mo) tra Ferrari e Mosley inizia invece a vacillare. Ma, un anno dopo, un altro scandalo scuote gli equilibri in F1: le im­magini dell’orgia sadomaso con protago­nista il presidente Fia pubblicate dal set­timanale News of the world . Le cinque prostitute che Mosley frusta e da cui si fa frustare vestono divise naziste. Il pre­sidente è il figlio di Oswald, fondatore del partito nazista inglese. Non è una bella coincidenza: le grandi case automo­bilistiche (Bmw, Mercedes, Toyota, Hon­da su tutte), ne chiedono la testa (e lui, da allora, dichiara loro la guerra che è durata tutto quest’anno). Bernie Eccle­stone sembra scaricarlo, poi capisce che gli conviene non alterare lo status quo. Sembra che Max sia spacciato e invece dà vita a una delle sue, innumerevoli, re­surrezioni: vince la causa al giornale per invasione della privacy, convince i giudi­ci che non ci sono riferimenti al nazi­smo, fa capire che qualcuno l’ha voluto incastrare (e ancora oggi non si sa chi abbia dato la dritta al set­timanale) e chiede che il Consiglio mondiale voti la sua fiducia. Mosley fa bene i conti: i rappresen­tanti degli stati africani, qualcuno asiatico e l’Ita­lia unica tra i Paesi occi­dentali votano a suo fa­vore. È sufficiente. Dalla sua ha due importanti appoggi politici: quello di Jean Todt (allora nu­mero 1 Ferrari) che, in cambio, ottiene di corre­re come suo delfino per la successione alla presi­denza della Fia. E quello di Flavio Briato­re, che sostiene di volere tenere distinte la sfera privata da quella pubblica. Vista com’è finita è chiaro chi, tra i due, abbia sbagliato i conti.

Arianna Ravelli
Flavio Vanetti
19 settembre 2009


Fermato l'imprenditore Tarantini - Corriere Della Sera, it - link (aqui)



Il procuratore: «Spaccio di stupefacenti e pericolo di fuga»

È al centro delle inchieste sulla sanità in Puglia e su un giro di escort che sarebbero state alle feste del premier

BARI - Gianpaolo Tarantini è in carcere. L'imprenditore barese, al centro delle inchieste sulla sanità in Puglia e su un giro di escort che sarebbero state portate anche nelle residenze del premier, Silvio Berlusconi, è stato fermato dalla Guardia di Finanza mentre si trovava in aeroporto, a Bari. Il procuratore della Repubblica, Antonio Laudati, ha spiegato che Tarantini è stato fermato per spaccio di stupefacenti e perché, secondo informazioni investigative, «c'era un pericolo di fuga e un forte inquinamento delle prove». L'imprenditore è stato trasferito nel carcere di Bari in attesa del provvedimento di convalida del fermo da parte del gip.

PROVENIVA DA ROMA - «Lo stato d'animo del mio assistito è molto forte» ha riferito l'avvocato Nicola Quaranta, uno dei due legali dell'imprenditore. Il difensore ha non ha voluto commentare i motivi del fermo e ha confermato che Tarantini proveniva da Roma «dove ha la sua residenza» e che era giunto a Bari per «motivi personali». L'interrogatorio dell'imprenditore dovrebbe esserci lunedì. «Potremo rappresentare al giudice le nostre ragioni» ha dichiarato Quaranta. «Se ci aspettavamo il fermo? No, sono cose che non si possono prevedere - spiega l'avvocato - perché gli investigatori fanno il loro lavoro d'indagine e noi il nostro». «Il decreto di fermo - specifica l'avvocato Quaranta - è per la detenzione e la cessione di stupefacenti relativo al periodo estivo del 2008». L'avvocato non specifica se questa condotta avveniva o meno nel corso di feste, come invece aveva accennato all'Agi l'altro legale di Tarantini, l'avvocato Nico D'Ascoli. «Ripeto, il decreto di fermo riguarda il periodo dell'estate dell'anno scorso. Punto». L'avvocato ha poi concluso che Tarantini sta «come uno che sta sui giornali e le televisioni tutti i giorni per le questioni che sappiamo» e che è «pronto ad affrontare anche questa situazione».

L'INCHIESTA - L'indagine nell'ambito della quale Tarantini è stato fermato è a carico anche di altre tre persone: Alessandro Mannarini, Stefano Iacovelli e Massimiliano Verdoscia. Verdoscia e Iacovelli, per questi fatti, sono stati arrestati il 7 agosto scorso e, dopo un paio di settimane di detenzione carceraria, sono stati posti ai domiciliari dal tribunale del Riesame di Bari. Ai loro arresti si è giunti anche dopo le dichiarazioni di Tarantini che aveva tenuto - come sostengono i suoi legali in alcuni atti depositati in procura - un atteggiamento collaborativo con gli inquirenti. La collaborazione di Tarantini - secondo quanto emerge dai suoi verbali di interrogatorio - ha riguardato lo spaccio di cocaina, l'ingaggio delle donne inviate nelle residenze del premier Silvio Berlusconi e i presunti episodi di corruzione nel mondo della sanità pugliese. Una collaborazione sulla quale la procura di Bari ha avviato accertamenti per verificare la bontà delle dichiarazioni di Tarantini. Proprio per questo la pubblica accusa, il 31 luglio scorso, ha rifiutato la richiesta di Tarantini di patteggiare la pena. È probabile che proprio nell'ambito delle verifiche avviate i magistrati siano giunti alla conclusione che Tarantini avesse messo in atto un «forte inquinamento delle prove», come ha detto il procuratore Antonio Laudati.

LE ACCUSE - Secondo l'accusa, Verdoscia, imprenditore e rappresentante di commercio di 39 anni, acquistava da Iacovelli la cocaina per poi cederla al suo amico Tarantini, che era anche suo datore di lavoro: Verdoscia infatti era rappresentante amministrativo di alcune società della famiglia Tarantini che operano nel settore della commercializzazione di protesi sanitarie. Tutti e quattro gli indagati in questa vicenda sono stati ascoltati dal pm inquirente, Giuseppe Scelsi. L'ultimo interrogatorio si è tenuto pochi giorni fa quando è stato ascoltato Mannarini che ha fornito al magistrato la propria versione dei fatti sul modo in cui, nell'estate del 2008, durante un'esclusiva vacanza in Sardegna, Tarantini ha gestito le forniture di cocaina. Lo stupefacente veniva custodito in una cassaforte che - secondo Mannarini - Tarantini acquistò, installò e gestì personalmente.


18 settembre 2009


Saludando al otoño: terrina de cerdo con espinacas = El confidencial, es - link (aqui)



@Inmaculada Gonzalo - Pimienta y sal - 19/09/2009

Casi sin darnos tiempo a decirle adiós como se merece, el verano ha desaparecido de nuestras vidas convirtiéndose en un recuerdo más en nuestra memoria. Con el cambio de tiempo llega un momento de ‘revolución’ en nuestras cocinas dejando de lado los platos más frescos para empezar a introducir recetas más calóricas. Desde la escuela de cocina Pimienta y Sal de Pozuelo de Alarcón nos proponen esta semana un plato completo que nos ayuda a dar la bienvenida al otoño con mejor cara.

Terrina de cerdo con espinacas

Necesitamos...

2 bolsas de espinacas 1 buen puñado de perejil picado

750 gr de carne de cerdo picada 4 ctas de albahaca fresca

500 de bacon en un trozo 1 cta de menta

3 cebollas medianas 1 cta de nuez moscada

30 gr de mantequilla Pimienta y sal

250 gr de higaditos de pollo 60 ml de Brandy

80 ml de nata líquida 80 ml de Madeira

4 huevos 60 gr de bacon en tiras

2 lonchas de jamón york 60 gr de pistachos

¿Cómo hacerlo?

Quitar los tallos a las espinacas y cocerlas al vapor. Escurrirlas y triturarlas.

Picar la cebolla. Rehogarla con un poco de mantequilla. Incorporar los higaditos cortados en trozos. Cocinar 2 min. Añadir la copa de brandy y la de madeira. Reducir un poco, añadir la nata y dar un hervor. Una vez frío echar las espinacas.

En un bol mezclar la carne picada, el bacon picado, el perejil, la menta, la albahaca, el ajo, la nuez moscada, sal y pimienta. Añadir la mezcla de las espinacas, los huevos ligeramente batidos y los pistachos troceados.

Forrar un molde alargado con tiras de bacon. Rellenar con la mitad de la mezcla. Enrollar el jamón y colocarlo en mitad del molde. Cubrir con el resto del relleno. Tapar con el bacon.

Tapar el molde con papel de aluminio y meter al baño María en un horno precalentado a 200º 1hora y 1/2 . Sacar, poner peso encima y dejar enfriar toda la noche.

Sugerencias

Acompañar de rebanadas de pan de chapata tostada y diferentes chutneys y mermeladas, con una buena ensalada de brotes verdes y tomates secos italianos.

Un perfume con estrella - Vanitatis, es - link (aqui)



La actriz Demi Moore ha prestado su imagen para el lanzamiento comercial de 'Wanted', el nuevo perfume de Helena Rubinstein. Una mujer de bandera, que presume de años y de compañía sin tapujos.

Chanel sí, UBS no: las marcas de lujo aumentan su valor y las financieras se hunden - El confidencial, es - link (aqui)



@Jacobo Corujeira - 18/09/2009

No sólo es que lo hayan hecho mejor, es que las otras lo han hecho muy mal. La consultora Interbrand acaba de dar a conocer los resultados de su informe anual sobre marcas globales y aquellas dedicadas al lujo han experimentado en este año de tsunami económico un ascenso en la clasificación mundial. Chanel, Tiffany&Co, Gucci, Hermes o Prada escalan posiciones mientras UBS, Citi y Morgan Stanley -y en general los servicios financieros- se hunden: el valor como marca de la primera ha caído un 50%.

¿Se ha vuelto la riqueza más ‘material’ en estos tiempos? Alfredo Fraile, director de marketing de Interbrand, no lo cree así: “Es que los que gestionaron la riqueza no lo han hecho bien”, comenta en conversación con El Confidencial. “Ha habido un desvío del papel de marca que tenían antes, ahora prima la transparencia y no lo han sabido asimilar”.

El top ten de la clasificación lo encabeza un puñado de empresas cuya marcas poseen un valor simbólico que traspasa las fronteras de lo económico para entrar en lo cultural. Observando al resto desde lo más alto está Coca Cola, cuyo valor ha aumentado un 3% desde el año pasado hasta los 68.700 millones de dólares. Le siguen por orden IBM, Microsoft, General Electric, Nokia, McDonald’s, Google, Toyota, Intel y Disney.

Google sí, Facebook no

Cinco de los diez primeros puestos están ocupados por empresas relacionadas en mayor o menor medida por la tecnología y sobre todas ellas destaca el crecimiento de Google, cuyo valor de marca ha aumentado un 25%. Algo parecido ocurre con Amazon, que sube 15 puestos en la clasificación. Con la burbuja puntocom convertida en un capítulo histórico, las marcas tecnológicas se convierten en símbolos del valor.

“Tanto Google como Amazon tienen un sistema de negocio y una operativa sólidas”, explica Fraile. Sus puntos fuertes no sólo están en unas buenas cifras financieras: “Además entregan una promesa de marca adaptada a los nuevos tiempos”. Aun así, se echa en falta los últimos grandes nombres llegados a Internet, los de las grandes redes sociales mundiales como Facebook o Twitter.

Aunque la tendencia apunta a que cada vez son más utilizadas y buscadas en la red (sólo hay que echar un vistazo a Google Trends para ver la progresión de consultas), las redes sociales son demasiado jóvenes. Eso sí, cuentan con un futuro prometedor: “Facebook no tiene la madurez de la proyección en el tiempo como para estar en el ranking, pero puede que lleguen dentro de poco no sólo por la proyección de su negocio sino por el cambio de sociedad también”, pronostican desde la consultora.

Zara sigue subiendo

Entre las marcas españolas la que mejor ha hecho los deberes es Zara, que comparte con Amazon el honor de tener una de las mayores subidas de este año. La firma gallega ha ascendido desde el puesto 62 al 50. En comparación con H&M, su mayor competidor internacional, sigue estando por detrás (la firma sueca ocupa el 21 después de haber entrado en 2008 de un modo espectacular) pero con una buena proyección

“La operativa de negocio y de producto de Zara es acertada”, destaca Fraile, que aventura que “si sigue en esta línea puede ser una marca que siga subiendo”. Lo único que no debe hacer es dormirse en los laureles y ejemplos no le faltan. El responsable de marketing de Interbrand señala uno: Gap, que “se ha quedado estancada. Tenía una posición privilegiada hace años pero la expansión ha estado muy mal planteada”.