quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Primeiro perfume "gourmand" da Chanel, Coromandel é deliciosamente desconcertante - Estilo UOL - link (aqui)



Notas Perfumadas

por Chandler Burr, do "The New York Times" *


27/08/2010 - 12h51

Nome: Coromandel
Criadora: Chanel
Gênero: Feminino
Avaliacao**:


Transcendente

Há décadas, a coleção de perfumes da Chanel permanece firmemente longe das mesas. Mas eu sempre me perguntei: se a maison Chanel fosse, finalmente, criar um perfume gourmand, qual seria seu cheiro? A resposta pode ser encontrada em Coromandel, uma fragrância que faz parte da relativamente nova coleção da casa, Les Exclusifs, e cujos aromas cumprem seus papéis maravilhosamente. Estes foram feitos para serem perfumes de nicho, e, felizmente, têm cheiro de perfumes de nicho – mais etéreos e ousados que o trabalho mainstream da Chanel, se é que podemos chamar o superluxo de mainstream.

  • The New York Times

    Frasco do perfume Coromandel, da Chanel

O poder da coleção completa de Chanel está fundamentada, naturalmente, no No. 5, que foi lançado em 1921 e permanece sendo um dos melhores trabalhos na história da perfumaria. Ele era – e ainda é - construído com brilhantismo a partir das melhores matérias-primas e, mais importante que isso, provavelmente foi a primeira grande obra de arte olfativa modernista. O perfumista Ernest Beaux usou os materiais sintéticos que por quase meio século gotejaram, depois transbordaram nas paletas dos perfumistas. Mas enquanto todos estavam usando estas moléculas em suas fórmulas escondidas sob aromas naturais (tuberosas, laranja, etc etc), Beaux simplesmente soldou seus sintéticos do lado de fora da estrutura do perfume. O modernismo chegou, e um padrão foi estabelecido. Mas pareceu também ter determinado um precedente estilístico para os perfumistas da Chanel, que permaneceu praticamente inalterado durante anos.

Os perfumes No. 9 e No. 22 são obras de arte, mas sua beleza é fria e majestosa, e não há nenhum traço de qualquer coisa comestível – nenhum toque de baunilha ou especiarias. Allure e Chance são, segundo os padrões Chanel, basicamente trabalhos sólidos. São, respectivamente, a representação olfativa perfeita de uma mulher detentora de muita riqueza e a representação olfativa perfeita da filha daquela mesma mulher. Em nenhum dos casos há referências a comida.

A coleção continuou neste caminho até 2007, quando nasceram Les Exclusifs. Os perfumistas da Chanel, Jacques Polge e Christopher Sheldrake, lançaram um novo escalão, concebido com maestria. E Coromandel é, provavelmente, o mais notável porque enquanto é análogo do maravilhoso No. 18, é também o primeiro gourmand da Chanel. Como se não bastasse, Polge e Sheldrake criaram uma tensão interna fascinante nesta fragrância.

O perfume alterna, às vezes a cada segundo, entre seu status de Chanel clássico – tão estatual e incomível quanto um anjo de mármore – e sua natureza paralela, a suculenta criação doce de algum chef, sutil e maravilhosa. Coromandel tem uma abertura clássica, com o majestoso expressionismo do No. 5 – embora aqui a rosa e o jasmim fundamentais tenham sido trocados por um floral abstrato magnífico. Esta flor cheira como se tivesse crescido em uma floresta urbana, sob uma proteção de vidro, ela não entra em foco. E é aí que a fragrância repentinamente tremula e se transforma em algo delicioso.

Seria tedioso simplesmente criar mais um gourmand fabuloso. Dizer que Coromandel contém essência de canela do Ceilão, ambrete e essência de alcaravia (com um leve sabor de nozes e um toque de menta) soa incrível, e é, mas não descreve a delícia desconcertante da fragrância. O efeito é sublime, uma sobremesa quase melancólica, cozida para alguém com apetite perspicaz e nostálgico.

Muito disseram que a genialidade do perfumista Jacques Guerlain – cuja famosa família de mestres-perfumistas sempre incorporam odor de confeito em seus trabalhos – estava no fato de ele deixar as mulheres com a boca cheia d’água, e então parar. O perfume tremula novamente e se transforma no cheiro de feno morno e seco de verão, além de um adorável e extraordinário verde. Não o verde-escuro da esmeralda, bruto e escandaloso do gálbano, ou o verde brutalmente neon da Stemone. Aqui, o verde é delicado, indefinível e leve feito ar. Não é um verde com cheiro natural. Isso não teria graça. Seria tão sem graça quanto simplesmente criar outro fabuloso gourmand.

Tradução: Erika Brandão

* Sobre o autor

O crítico de perfumes é autor de "O Imperador do Olfato: Uma História de Perfume e Obsessão" (Companhia das Letras), de "The Perfect Scent: A Year Inside the Perfume Industry in Paris and New York" e do recém-lançado romance "You or Someone Like You", (ambos sem tradução no Brasil)

See You in September-The Tempos-original song-1959

Herb Alpert & Tijuana Brass- Tijuana Taxi

Herb Alpert & Tijuana Brass - Spanish Flea

Paul Mauriat - Love Is Blue

Sly & the Family Stone - Hot Fun in the Summertime

Gary Lewis & the Playboys - She's Just My Style

Wayne Fontana & the Mindbenders - Game of Love

Los Bravos - Black Is Black

Merrilee Rush & the Turnabouts - Angel of the Morning

Peter & Gordon - Five Hundred Miles

Peter and Gordon - I Go to Pieces

The Buckinghams "Mercy Mercy Mercy" 1967

The Buckinghams - Don't You Care

The Cowsills - The Rain, the Park and Other Things

The Cascades - Rhythm of the Rain

The Happenings - See You In September (filmed on Lake Calhoun in Minneapolis)

À grand saut, grandes pompes - Madame Le figaro, fr - link (aqui)




1 /12
01.09.2010

« Trouver chaussure à son pied » restait une expression abstraite. Depuis que vous l’avez rencontré, elle a pris tout son sens. Mais si le plus dur restait à faire : lui trouver des souliers pour le jour J ? Voici notre sélection pour ces messieurs.

Par Marie Hazet




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490 €

Pointe de rétro

Avec ce modèle, Mr Hare veut faire revivre l’élégance des tenues d’acteurs dans les films de Godard, Truffaut… Pas de doute, il aura la french touch !

Derby en cuir, cuir verni et daim noir.
En vente sur www.colette.fr.





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85 €

Rock’n’love

La tendance est au bad boy… Pete Doherty en est le représentant. Sans qu’il adopte pour autant son attitude trash, faites-lui opter pour son look décalé avec ces boots André. Terriblement sexy.

Boots en cuir noir à boucle.








http://assets.madame.lefigaro.fr/images/photo_set_item/picture/000/128/497/2y9dqc/Berluti_Derby-2oeillets.jpg
980 €


Jouez-la dandy

Adepte du détail, votre choix se portera sur cette paire de Berluti en cuir Venezia, conçues d’une seule pièce. Élégantes et raffinées, what else?

Derbys deux œillets en cuir Venezia marron.
Tél. : 01 53 93 97 97.







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365 €


Mariage à l’italienne

Pour avoir l’allure ragazzo, ce derby trimatière signé D&G. Mais par pitié, on oublie le total look macho latin : exit les lunettes de soleil et la grosse ceinture, au risque de virer de futur mari à figurant du Parrain.

Derby en cuir brossé, cuir façon python et cuir verni gris.
En vente sur store.dolcegabbana.com.





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470 €


Un grand oui !

Plus d’hésitation, cette chaussure celle qu’il lui faut. On oublie les réflexions sur la couleur, la matière, les détails : la simplicité Dior, on adore !

Derby en veau miroir noir.
Tél. : 01 40 73 73 73.






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380 €


Cow-boy chic

Dans un cuir rappelant une selle de cheval, ce modèle Fratelli Rossetti fera galoper à l’autel votre cavalier au grand cœur…

Derby en cuir marron à bout fleuri.
Tél. : 01 42 65 26 60.







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300 €


Bague au pied

Véritable bijou avec ses motifs raffinés, ce derby Hugo Boss habillera le plus simple des costumes.

Derby en cuir verni noir.
Tél. : 01 44 17 16 70.








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250 €


Le noir et le rouge

Parfois, tout se joue à un lacet… Misez sur ce détail avec ce beau soulier Kenzo. So chic !

Derby en cuir verni noir à lacet rouge.

Tél. : 03 21 27 01 04.
En vente sur e-boutique.kenzo.com.








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395 €


Capitaine du cœur

Plus jeune, il rêvait en secret d’incarner Corto Maltese avec son allure de marin héroïque… Offrez-lui une part de ce rêve avec cette paire gravée de navires et signée du regretté Alexander McQueen. À l’abordage !

Derbys en cuir marron.
En vente sur www.colette.fr.








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670 €


Je t’aime… moi non plus

Avec son petit air tout droit sorti des années Gainsbarre, cette paire signée Smalto revisitera le look de l’idole des années érotiques.

Derbys en cuir verni noir.
Tél. : 01 40 26 47 81.








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1 200 €


Pour le plaisir de « sans lacet »

Pas de risque de s’emmêler les pinceaux et de chuter devant l’autel s’il opte pour cette Walter Steiger sans lacet. Pratique, la classe en plus.

Boots en box noir à boucle.
Tél. : 01 45 63 99 18.





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Prix sur demande


Danseur de claquettes

Avec son style très Chantons sous la pluie, ce richelieu Weston le fera à coup sûr devenir le roi de la piste, heure de la valse avec maman comprise.

Richelieu bicolore en cuir verni noir et veau velours gris.
Tél. : 01 45 62 26 47.


Khadija, voilée, à la tête d'un sex-shop à l'orientale - Malbrunot blog, Le Figaro, fr - link (aqui)



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khadija picture.jpgÀ Bahreïn, une jeune mère de famille brise, non sans difficultés, le tabou du sexe dans la société musulmane.

Bienvenue à Darkhadija «la maison de Khadija», le premier sex-shop de la très rigoriste Péninsule arabique, tenue par une jeune femme de 32 ans, qui porte la longue robe noire traditionnelle et le voile réglementaire.

En cette fin de soirée, un couple pousse la porte de sa «Fashion house», située dans une banlieue de Manama, la capitale du royaume de Bahreïn. Trois dames, plutôt jeunes et couvertes des pieds à la tête, furètent entre bas résilles et lingerie fine. Khadija est assise devant son ordinateur rose et d’emblée, elle prévient le journaliste : «Ici, ce n’est pas un sex- shop à l’occidentale, mais un lieu pour aider les couples mariés à accéder à la plénitude du sexe. Pourquoi les hommes ou les femmes vont-ils chercher ailleurs ? Parce que la routine s’installe dans les couples», répond cette mère de trois enfants, qui conseille telle crème de massage ou tel sous vêtement affriolant à ses clients. «Ma boutique est là pour que dans l’intimité de la chambre à coucher les couples soient heureux», dit-elle.

Avant de quitter ce nouveau «jardin d’Eden», un homme nous assure que «Khadija brise le tabou du sexe, qui est, avec la politique et l’islam, les sujets dont on ne doit pas parler dans la société musulmane».

En 2007, Khadija Ahmad a d’abord lancé un site Internet de vente par correspondance. «J’avais l’habitude en tant qu’épouse d’acheter ces produits. J’ai constaté que de nombreux autres couples en faisaient autant, je me suis dit : créé un site web». La demande étant rapidement au rendez-vous, l’année suivante, Khadija a ouvert sa boutique.

Depuis, cette pionnière est comblée. «La réponse de la clientèle est excellente et je gagne de l’argent». Ce sont majoritairement des femmes qui viennent solliciter ses conseils. Parfois, des maris timides envoient leurs épouses et eux restent sur le trottoir devant le salon.

Pas de fouets, ni de tenue en cuir, mais une panoplie soft de crèmes de massages, de vibromasseurs, de lingerie fine et lampes rouges. Khadija s’approvisionne aux États-Unis, bénéficiant ainsi de l’accord de libre échange, signé entre Bahreïn et Washington.

Mais ces derniers temps, la jeune avant-gardiste se heurte à l’intransigeance des douaniers, qui lui refusent les vibromasseurs et les crèmes pour prolonger l’érection, c’est-à-dire ses deux produits phares. «Pure hypocrisie ! Vous trouvez ces crèmes dans le commerce à Bahreïn. Mais ces gens-là ne veulent pas que nous soyons heureux dans notre vie amoureuse, ce sont des frustrés», s’indigne Khadija, qui dispose pourtant de toutes les autorisations requises.

La presse locale s’est emparée de l’affaire et les «barbus» du ministère du Commerce ont même dépêché un émissaire pour lui expliquer que son «cas» faisait jaser parmi les dignitaires religieux du royaume. «Il m’a dit que ce n’était pas bien si les enfants apprenaient l’existence de ma boutique. Mais est-ce que je vends des produits aux enfants ? Pas du tout, se défend Khadija, tous mes clients doivent être majeurs». D’ailleurs lorsqu’elle surprend des adolescents qui farfouillent autour de ses masques scintillants, elle les houspille sans ménagement.

Témoignages d’érudits à l’appui, elle jure que rien dans l’islam n’interdit la «jouissance sexuelle» : «je suis victime, dit-elle, d’une interprétation erronée de la religion». Les prétendus gardiens de la morale islamique ne sont d’ailleurs pas les derniers à lui rendre visite. «J’ai beaucoup de clients salafistes, elle en burqa, lui en thobe (cette longue robe qui tombe sous les genoux, ndlr). J’en ai même eu un qui s’est acheté des sous-vêtements très sexy, et vous n’allez pas me croire : il était membre de la police religieuse saoudienne», les redoutés moutawas, qui veillent à ce que la gente féminine se cache bien les cheveux dans la rue.

Sûre de son droit, Khadija est prête à aller plaider sa cause auprès du roi, cheikh Hamed Issa al-Khalifa, le très libéral monarque régnant sur l’archipel de Bahreïn, qui abrite la Vème flotte américaine dans le golfe et dont les membres sont d’autres clients réguliers de Khadija.

Son succès a dépassé les frontières de l’archipel. Elle est régulièrement invitée à participer à des talk-shows sur les chaînes de télévision au Liban, où pareille boutique n’existe pas encore. Accompagnée de son frère, Khadija livre même des clients saoudiens, mais seulement si la commande dépasse les 350 euros. Elle songe ouvrir des succursales à Dubaï, Beyrouth et peut-être même dans certains centres commerciaux de Manama, où chaque week-end des centaines de Saoudiens, Qataris et Koweitiens affluent pour s’encanailler dans les bars.

«Je n’ai pas peur», affirme cette pratiquante, persuadée d’être «dans la bonne direction». Un jour, un de ses clients lui a confié qu’elle avait sauvé son couple. «Cela m’a fait plaisir, une famille équilibrée est notre objectif à tous, et j’ai le sentiment d’y aider à ma manière», se félicite cette épouse, qui, sans renier de ses valeurs, désacralise le sexe dans une société ultra conservatrice.

Comercial antigo - Classic Animated Bactine Commercial

Charge do dia

http://diariodonordeste.globo.com/img/capa2/online/%7B3BE610BC-0820-4FF0-9DDF-AC640825B7B6%7D_charge.jpg



Sinfrônio - diário do nordeste - Fortaleza, CE

Este otoño, de compras con los seductores shopping bags de Juano Oliva - Vanitatis, es - link (aqui)


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@Vanitatis.com - 01/09/2010




Juano Oliva para Fosco.

Las que disfruten yendo de compras de forma cómoda, pero con un punto de sofisticación chic, esta temporada no podrán resistirse a la moda de los shopping bags, un complemento que regresa pisando fuerte al panorama de las últimas tendencias. Algo que el diseñador Juanjo Oliva ha sabido aprovechar con la creación de una nueva colección de estos bolsos, en exclusiva para la firma de calzado y accesorios Fosco.

Los shopping bags volverán a convertirse en todo un it de estilo este otoño-invierno, y en esta propuesta se presentan en los tres acabados en los cuales el modisto ha confeccionado toda su línea para Fosco: cuero negro, cuero color avellana y nobuk gris. Tres bolsos cómodos y de lo más glamurosos para ir de compras al estilo de las celebrities.

Al igual que el resto de las piezas que componen esta colección, una hebilla dorada sella el concepto creativo y otorga una pincelada de sofisticación a estos tres diseños que enamoran a primera vista y son el básico imprescindible para el armario de toda fashionista.

La colaboración de Juanjo Oliva para Fosco se pondrá a la venta el próximo 24 de septiembre en 24 tiendas seleccionadas de la firma, llenando de sensualidad y vanguardia la nueva temporada. Una buena razón para decirle adiós al verano con una sonrisa.

Que mi televisor hace... ¿qué? - El Gadgetoblog, El Mundo, es - link (aqui)




01 SEP 2010 00:50



Hoy no solo vuelve el Gadgetoblog a sus pantallas (¿sigue usted ahí?), también comienza la feria IFA, el escaparate europeo de la electrónica de consumo y la cita en la que se suelen presentar las novedades en imagen y sonido de cara a la temporada navideña. Esto quiere decir que durante los próximos días el estupendo televisor plano que nos acabamos de comprar va a convertirse en un televisor plano un poco menos estupendo. Ahora el mundo de la imagen se mueve al mismo ritmo que el de la informática y cada pocos meses las prestaciones de las pantallas aumentan, aunque está por ver si de forma realmente significativa para los usuarios.

Hace cosa de un año, por ejemplo, muchos de los grandes fabricantes comenzaron a integrar conexiones WiFi en las pantallas y la posibilidad de acceder a contenidos de Internet a través de pequeñas aplicaciones. La idea es muy buena y abre la puerta a contenido bajo demanda muy específico –el tiempo, vídeos de youtube, noticias, bolsa…- que de otra forma hay que consumir en un ordenador. ¿Cuál ha sido la respuesta del público?

Estos televisores conectados –generalmente de gama alta- se venden muy bien, pero lo sorprendente es que no se usan de forma diferente a los televisores de siempre. El 14% de los usuarios ni siquiera los conecta a Internet después de instalarlos en casa porque desconoce la función. Un 26% adicional sabe que puede acceder a estas funciones pero ni se molesta en hacerlo.

Hay tres buenas razones. La primera es que la tele es el nuevo hilo musical. La gente está más pendiente del portátil que tiene en las rodillas que de la pantalla que hay al fondo de la sala de estar. Si quiero consultar algo, es más fácil hacerlo en el PC, el iPad o directamente en el teléfono que usar el mando a distancia.

La segunda es que las familias siguen considerando la televisión un producto para el consumo pasivo y en común. Hay que educar a los consumidores pero las nuevas generaciones, que podrían ser más receptivas, ven en el televisor un dispositivo tan excitante y avanzado como una máquina de coser a pedal o, ya puestos, un teléfono fijo.

La tercera, y más importante, es que la experiencia por ahora es muy limitada y no siempre satisfactoria. La web y la tele nunca se han llevado muy bien. Ayer, Samsung reclutó a varios famosos del mundillo tecnológico (menos glamour que en otros mundillos), entre ellos Steve Wozniak, para un evento destinado a promover la creación de “widgets” o aplicaciones para este tipo de pantallas. La compañía espera gastar este año 70 millones de dólares en promocionar su desarrollo pero por ahora el catálogo es bastante limitado y lo mismo puede decirse se escoja la marca de TV que se escoja.

Google está a punto de lanzar los primeros dispositivos GoogleTV, un primer intento de crear una plataforma sólida para este tipo de usos. Se rumorea que Apple hará lo propio con un nuevo intento de ese hobby que tienen prácticamente olvidado llamado AppleTV, esta vez apoyado en la popular AppStore.

Mientras, léase el manual de su televisor. Lo mismo se lleva una sorpresa.

Batman emula a McDonald's - El País, es - link (aqui)



El Caballero oscuro crea una franquicia global de hombres murciélago en su nueva aventura, escrita por Grant Morrison.- Robin es el nuevo Batman de Gotham

ABEL GRAU - Madrid - 31/08/2010






Dos Hombres murciélagos


Dos Batmans protagonizan la nueva aventura del Caballero Oscuro, 'Batman Inc', escrita por Grant Morrison y dibujada por Yannick Paquette.- DC COMICS


Un solo Batman no es suficiente para combatir el mal en un mundo globalizado. Así que lo mejor es darle a su lucha un toque empresarial, siguiendo el ejemplo de solventes marcas mundiales como McDonald's o Starbucks. Con notable olfato comercial, Bruce Wayne, el industrial multimillonario que se oculta bajo la máscara, ha decidido iniciar una franquicia de hombres murciélago que se expanda por todo el planeta. La nueva red batmaniana comenzará en su nuevo cómic, Batman Inc (DC Comics), escrito por el prestigioso guionista escocés Grant Morrison, y que se publicará en noviembre.

La historia arranca cuando Batman regresa a Gotham tras un viaje a través del tiempo y constata que un solo vigilante no es suficiente. Durante su ausencia, Dick Grayson (Nightwing, el Robin original) se ha convertido en Batman y el hijo de Wayne, Damian, se ha vestido el traje de Robin. "Bruce Wayne se da cuenta de que ya no puede ser el sombrío vengador que fue", ha señalado el editor de la editorial DC, Dan DiDio, al New York Post. "Quiere un alcance más ambicioso, y se da cuenta del efecto que Batman como símbolo podría tener en todo el mundo", añade.

Una cuestión de 'branding'

El primero de la nueva red será el antiguo Robin (Nightwing), que se convertirá en el nuevo Batman de Gotham junto al original. "Sin revelar demasiado, queríamos mostrar que Batman puede tener una influencia global", ha indicado DiDio. A lo largo de una docena de episodios, Batman recluta y entrena a otra docena de agentes en todo el mundo, como El Gaucho en Argentina o The Knight, en Inglaterra. "Todo es una cuestión de branding (elaborar marcas comerciales)", comentó recientemente Morrison en Los Angeles Times.

Entre las incorporaciones más destacadas estará la del propio hijo de Batman, Damien Wayne, nieto del archienemigo del Hombre murciélago, Ra's al Ghul. "Así, además de la nueva interacción entre los dos Batman, hay la interesante relación entre Bruce Wayne y su hijo", ha añadido DiDio. "El papel de Grayson es el del protector de Gotham", ha subrayado. Para evitar la confusión, el traje de Grayson mostrará solo el murciélago negro y el de Wayne, el murciélago sobre el fondo de una luna amarilla. "Pensamos que tendría sentido que Bruce Wayne, un multimillonario, asumiera una visión más global".


Dados sigilosos da filha de Serra também foram violados na Receita - Estadão Online - link (aqui)



Devassa ocorreu 8 dias antes de acesso ilegal a informações fiscais de Eduardo Jorge e outros tucanos próximos do candidato do PSDB

01 de setembro de 2010 | 0h 00

Leandro Colon , Ana Paula Scinocca, Rui Nogueira / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

Documentos da investigação feita pela corregedoria da Receita Federal revelam que o sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do candidato tucano à Presidência da República, José Serra, foi violado no dia 30 de setembro de 2009. O acesso ocorreu em Santo André (SP), onde é lotada a funcionária Lúcia de Fátima Gonçalves Milan, autora da coleta dos dados fiscais de Verônica Serra.

A funcionária entrou no sistema e, segundo os documentos da corregedoria a que o Estado teve acesso, coletou as declarações de Imposto de Renda dos anos de 2008 e 2009 da filha de Serra. A informação foi revelada ontem à noite, com exclusividade, pelo portal estadão.com.br.

Na noite de ontem, a assessoria do Ministério da Fazenda disse ao Estado que a corregedoria da Receita tem um documento mostrando que a funcionária Lúcia Milan acessou os dados fiscais a pedido da própria Verônica Serra. A assessoria do candidato tucano informou que Verônica não pediu nenhuma quebra de sigilo.

A Receita não sabe dizer por que uma contribuinte de São Paulo entraria com ofício para quebra consentida de sigilo em Santo André. Por meio da assessoria da Fazenda, acrescentou que no dia 29 de setembro de 2009 "uma pessoa apareceu na delegacia de Santo André com uma procuração pedindo os dados fiscais de 2008 e 2009 de Verônica Serra".

Segundo informação da corregedoria, a procuração era assinada pela própria Verônica e tinha firma reconhecida. "Diante desse ofício, a funcionária (Lúcia Milan), cumpriu o pedido e não fez nada de errado", avaliou a assessoria do Ministério da Fazenda.

Outras violações. A violação dos dados fiscais de Verônica Serra antecedeu os acessos, igualmente ilegais, aos IRs de outras quatro pessoas, todas ligadas ao PSDB ou próximas do candidato José Serra. O portal estadão.com.br antecipou, também com exclusividade, na semana passada, que no dia 8 de outubro de 2009, semana seguinte à violação dos dados de Verônica Serra, foram acessadas, sem justificativa legal ou funcional, informações fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros; de Gregorio Marin Preciado, empresário casado com uma prima de Serra, e de Ricardo Sérgio, ex-diretor do Banco do Brasil, no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Depois de ter feito dois indiciamentos na delegacia de Mauá (SP), antecipados pelo Estado na edição de ontem, a corregedoria da Receita Federal formalizou também, na segunda-feira, a acusação contra mais duas funcionárias: Ana Maria Caroto Cano e a própria Lúcia de Fátima Gonçalves Milan. Elas passaram de testemunhas a acusadas.

Ontem, porém, depois de dizer que a funcionária Lúcia Milan tinha um ofício mostrando que coletou os dados sigilosos de Verônica Serra a pedido da própria contribuinte, o Ministério da Fazenda informou que a corregedoria da Receita já estudava retirar a acusação contra essa funcionária de Santo André.

Se não houver nenhum recuo da corregedoria, já são quatro as servidoras na condição de acusadas por envolvimento na violação de dados fiscais dos tucanos.

Senhas. Além de Ana Caroto e Lúcia Milan, a Receita já havia indiciado as funcionárias Adeildda Ferreira Leão dos Santos e Antônia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva. Foi no computador de Adeildda, mas com a senha de Antônia, na delegacia de Mauá (SP), que foram violados os dados fiscais dos tucanos.

O conteúdo das representações que a corregedoria vem fazendo contradizem o discurso da cúpula da Receita, que, na sexta-feira passada, havia dito, por meio do secretário Otacílio Cartaxo, ter indícios de esquema de venda de dados fiscais mediante "encomenda externa" e "pagamento de propina".

Agora, a Receita trata o assunto como ilícito funcional, isto é, os funcionários só erraram ao trocar entre si as senhas de trabalho, que são sigilosas. A estratégia do órgão é despolitizar as violações.


O CASO

Primeiro alvo
Em 12 de junho de 2010, vem à tona a quebra de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. O vazamento dos dados é atribuído a um grupo ligado à campanha de Dilma, que nega ligação com o caso.

Investigação
No fim de junho, a Receita abre sindicância.

Auditora
No dia 21 de julho, a Receita divulga que afastou a analista tributária Antonia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva, cuja senha teria sido usada para acessar dados de Eduardo Jorge.

Mais alvos
Na semana passada, é revelado que a quebra de sigilo atingiu mais três tucanos: Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Marin Preciado.

Versões
Após anunciar, sexta-feira, que tinha indícios de "pagamento de propina" na delegacia de Mauá, a Receita exclui essa versão do relatório entregue anteontem ao Ministério Público com o indiciamento de duas servidoras.

Elio Gaspari - Correio do Povo - link (aqui)




ANO 115 Nº 336 - PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, 1 DE SETEMBRO DE 2010


O perigo mexicano virá quando Nosso Guia achar que se tornou "El Jefe Máximo" do seu imperial Lulato

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Quando a oposição perde, apita: "PRIiiiiii!".

Quando a oposição brasileira é devastada pelo resultado eleitoral, alguém apita: "PRIiii!". É um grito de advertência contra o perigo da instalação de um regime de partido único (de fato) no Brasil. Algo parecido com a coligação de políticos, burocratas, sindicalistas e cleptocratas que governou o México de 1926 a 2000, boa parte do tempo sob a sigla do Partido da Revolução Institucionalizada.

O apito de PRI costumava soar depois da eleição. Agora ele veio antes, com um inoportuno componente de derrotismo. Ele soou em 1970, quando a popularidade do general Médici e os camburões da Polícia esmagaram o MDB. A oposição ficou com 87 das 310 cadeiras da Câmara, perdendo até o terço necessário para requerer uma CPI. O governo elegeu 42 senadores, perdendo apenas no Rio de Janeiro e na antiga Guanabara. Era o PRI. Quatro anos depois, o MDB elegeu os senadores em 16 dos 22 estados. Não se falou mais em PRI.

Em 1986, cavalgando o Plano Cruzado, o PMDB de José Sarney elegeu 22 governadores, 36 senadores e a maioria dos deputados. Novamente: PRI! Três anos depois, Fernando Collor de Mello elegeu-se presidente da República e, desde então, o apito calou-se, para voltar a ser ouvido agora.

Falar em PRI no Brasil quando o PSDB caminha para completar 20 anos consecutivos de poder em São Paulo é, no mínimo, uma trapaça. Sabendo-se que o PT conformou-se com uma posição subsidiária nas eleições para governadores, o espantalho torna-se risível.

É nessa hora que se deve olhar para o espantalho. Ele não é o que quer o tucanato abichornado, mas o paralelo histórico tem algo a informar. O PRI surgiu depois de uma revolução durante a qual mataram-se três presidentes e desterraram-se outros dois. Seu criador não foi Emiliano Zapata, muitos menos Pancho Villa (ambos passados nas armas), mas um general amigo dos sindicatos e dos movimentos sociais. Chamava-se Plutarco Elias Calles, assumiu em 1924, saiu em 28 e governou até 1935 por meio de prepostos, fazendo-se chamar de "Jefe Máximo". Esse período da história mexicana é conhecido como "Maximato". A boa notícia para quem flerta com um Lulato é que Calles parece-se com Nosso Guia na política voltada para o andar de baixo e até mesmo fisionomicamente, sem barba.

A má notícia vai para a turma do mensalão. Um dia, "El Jefe Máximo" teve uma ideia e decidiu entregar o poder ao companheiro de armas Lázaro Cárdenas. Encurtando a história, Cárdenas dobrou à esquerda, exilou meia dúzia de larápios do "Maximato", inclusive um ex-presidente, e, em 1936, despachou o próprio Calles, que ralou cinco anos de exílio.

O que está aí para todo mundo ver é o Lulato, com Nosso Guia pedindo votos para sua candidata, e uma grande parte do eleitorado, consciente e satisfeita, dizendo que atenderá com muito gosto ao seu pedido. Um país com a sofisticação econômica do Brasil, com a qualidade da sua burocracia e com o vigor de suas instituições democráticas não cai nas mãos de um PRI qualquer. Apitando-se, faz-se barulho, e só. O problema da oposição brasileira, com sua vertente demófoba, chama-se Lula, "El Jefe Máximo", que o embaixador Celso Amorim chamou de Nosso Guia e Dilma Rousseff qualificou como o "grande mestre, ele nos ensinou o caminho".

Serra acusa Dilma de repetir contra ele o caso Lurian - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)



01/09/2010

‘Usar filho em eleição só o Collor tinha feito contra o Lula’

‘A turma da Dilma faz a mesma coisa, com a minha filha’

José Serra comparou Dilma Rousseff a Fernando Collor. Acusou-a de usar contra ele “o mesmo jogo sujo” que Collor utilizara contra Lula na sucessão de 1989.

Naquele ano, Collor levara à sua propaganda de TV depoimento de Miriam Cordeiro. Ex-namorada de Lula, ela o acusara de ter sugerido que fizesse um aborto.

A passagem desceu à crônica das campanhas como “Caso Lurian”, nome da filha que resultara do relacionamento de Lula com Miriam.

Serra ressucitou o episódio numa entrevista concedida na noite passada ao ‘Jornal da Globo’.

“O Collor utilizou uma filha do Lula, [...] para ganhar do Lula em 89. E o Collor ganhou. Agora, a turma da Dilma está fazendo a mesma coisa, pegando minha filha”.

Serra estava abespinhado com uma notícia que ganhara a web: os dados ficais de Veronica Serra, sua filha, também foram varejados na Receira Federal.

A exemplo do que ocorrera com outros quatro personagens ligados a ele e ao PSDB, o Imposto de Renda da filha fora acessado na posto do fisco em Mauá (SP).

“A Dilma está repetindo aquilo que o Collor fez. Agora, o Collor está do lado dela. Quem sabe, talvez, ele tenha transferido a tecnologia”.

As informações fiscais de Veronica Serra foram acessadas, em setemro de 2009, pela analista tributária Lúcia Fátima Milan.

Alertado para o fato de que a Receita apressara-se em informar que o acesso foi feito mediante pedido formal de sua própria filha, Serra reagiu assim:

“É mentira, mentira descarada. Esse pessoal mente, eles são profissionais da mentira. Mentem e dizem qualquer coisa. Tem que provar isso”.

Serra engatou o caso de sua filha numa pergunta que versava sobre outro tema: o mensalão do DEM de Brasília.

“Já que você tocou no assunto criminoso, deixa eu tocar noutro assunto”, disse. E pôs-se a discorrer sobre os malfeitos do fisco.

Esgotado o tema, Serra foi reinquirido sobre o assunto que original: E sobre o mensalão do DEM?. Fugiu novamente.

“[...] Criminosos são esses que estão usando a campanha, estão usando questões, atacando família, para efeito de colher dividendos eleitorais. Inútil, inútil...”

Insistiu-se: “E o mensalão do DEM, a pergunta que eu fiz para o senhor? Só então, na terceira tentativa, Serra encarou o assunto incômodo.

Começou mal: “Olha, o mensalão do DEM teve menos volume [...] do que o mensalão do PT, menos gente”.

Soou como se considerasse que a gravidade de um crime pudesse ser medida pela quantidade de gente que o pratica.

Prosseguiu: “Teve uma diferença: o pessoal do mensalão foi expulso. [...] Foram todos mandados embora do DEM...”

“...No caso do PT, continuam mandando, como o José Dirceu. É um dos comandantes da campanha da Dilma, cogitado inclusive para fazer parte do governo dela...”

Nesse ponto, foi poupado pelos entrevistadores, que se abstiveram de recordar o mensalão do PSDB de Minas. Teria dificuldades para explicar-se.

Acusado pelo Ministério Público, Eduardo Azeredo, ex-governador de Minas e ex-presidente do PSDB, é, hoje, réu no Supremo. Tão réu quanto José Dirceu.

E não há vestígio de providência que tenha sido adotada pelo tucanato para excluir Azeredo de seus quadros.

Antes, no início da entrevista, Serra havia sido questionado sobre tema mais atual: a hesitação dos opositores de Lula e dele próprio de exercitar a oposição.

O senhor chegou a colocar [na propaganda eleitoral] uma foto sua ao lado do presidente Lula. Qual é, afinal, a bandeira da oposição?

E Serra: “Não, não teve nada a ver com coisa de ser oposição. O que dizia lá [no comercial] é que o Lula tinha uma história como eu, como outros...”

“...E que a Dilma não tinha essa história, era uma pessoa desconhecida. Não tinha disputado eleição...”

“...[...] Não era experimentada na política como é o Lula, como sou eu. Foi só isso, isso está longe de ser qualquer espécie de agrado, é apenas uma constatação”.

Constatação tola, diga-se. Ora, se era para realçar a experiência, Serra poderia ter levado ao vídeo um personagem que lhe é mais familiar: FHC.

Como Lula, FHC exerceu dois mandatos presidenciais e passou pelo Congresso. Traz na biografia “experiências” que Lula não teve: foi chanceler e ministro da Fazenda.

Ao optar por associar sua imagem à de Lula, preterindo FHC, Serra tentou dividir a “garupa” de Lula com Dilma. O resto é desconversa. Lorota de pseudo-oposicionista.

- Serviço: Aqui, a íntegra da entrevista de Serra.


Escrito por Josias de Souza às 03h27