segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ALAYDE COSTA com os TITULARES DO RITMO - "Onde Está Você" ( 1965)

Envolvido no ‘Erenicegate’, assessor deixa Casa Civil - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)




13/09/2010

Foi à bandeja o primeiro escalpo do ‘Erenicegate’: Vinícius de Oliveira Castro. Até a manhã desta segunda (13), era assessor da Casa Civil. Não é mais.

Vinícius pediu exoneração do cargo depois que o nome dele foi às manchetes do final de semana em posição pouco cômoda.

Segundo notícia de ‘Veja’, Vinícius associou-se a uma empresa, a Capital, que cavava negócios no governo em troca de comissões.

O sócio dele no empreendimento de lobby é Israel Guerra, filho da ministro Erenice Guerra (Casa Civil), também levada à fogueira.

Em nota divulgada no sábado, Erenice posara de ofendida: "Sinto-me atacada em minha honra pessoal e ultrajada pelas mentiras publicadas...”

A notícia, anotara Erenice, não tinha “a menor base em provas" e não estava sustentada "na verdade dos fatos”. Prometera tomar de “medidas judiciais”.

Os processos "judiciais" estão por vir. Quanto à “verdade dos fatos” parece longe de ser alcançada em toda sua profundidade.

Por ora, o afastamento de Vinícius deixa a impressão de que, sob a “honra” de Erenice, havia pelo menos um assessor impróprio.

Erenice, como se sabe, integrava a equipe de Dilma Rousseff. Era secretária-executiva, a segunda da Casa Civil.

Em fins de março, Dilma foi ao palanque. E Erenice herdou-lhe a cadeira de ministra. De segunda, virou primeirona.

No debate da noite de domingo, a repórter Renata Lo Prete perguntara a Dilma se levaria a mão ao fogo por Erenice.

Lero vai, lero vem a candidata preferiu manter os dedos longe das brasas. Devagarinho vai ficando claro o por quê.


Escrito por Josias de Souza às 15h17


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Comentário no balcão do bar:


- Talvez seja a hora de investir em "indignação delivery"

disse o cliente, entre um gole e outro

- Afinal

arrematou

-Dona Berenice, nada mais é, do que fiel "parceira" de Dona Dilma, "aquela sobre a qual nada sabemos, além do fato de não ser doutora"

Fantastic Duo! - Cyd Charisse and Ricardo Montalban varadero1839 224 vídeos

VIKKI CARR sings CYD CHARISSE performs...

Cyd Charisse in "Party Girl"

The Band Wagon - Fred Astaire and Cyd Charisse

Swing Time - Rogers and Astaire

Rita Hayworth & Fred Astaire: So Near and Yet So Far

Fred Astaire - Royal Wedding - Famous Ceiling Dance

"Bonjour Paris!" - Funny Face with Audrey Hepburn, Fred Astaire and Kay Thompson (1957)

Bar é fotografia - Igor Amelkovich

http://gallery.photo.net/photo/2992352-lg.jpg


Igor Amelkovich

Morning air

Helio Fernandes - Tribuna da Imprensa - link (aqui)





segunda-feira, 13 de setembro de 2010 | 07:10

A empreiteira Mendes Júnior (leia-se: José Sarney) está saindo da licitação para a construção da segunda maior hidrelétrica do mundo, a de Belo Monte. Todos sabem porque saiu, ninguém pode contar

Vários órgãos de comunicação publicaram: a Mendes Júnior sairá da licitação para a construção da hidrelétrica de Belo Monte. Usam siglas misteriosas que o público jamais entenderá. E ficam nisso, empreiteira é poderosa, são 6 ou 7 que DOMINAM todas as formidáveis obras do governo, portanto, tudo que se relaciona com elas não pode ser desvendado.

A Mendes Júnior é uma delas. A “desistência” de agora, tem origem na segunda década dos anos 80, logo depois da posse de José Sarney. Portanto, mais de 20 anos. Vou apelar para a memória, e lembrar o que publiquei na época. Não posso repetir o que publiquei, a “Tribuna” está fechada, não circulará mais. Não receberá a indenização devida, que qualquer que seja o número, será INFERIOR aos prejuízos que o jornal sofreu a vida inteira. E a ação TRANSITOU EM JULGADO HÁ 8 MESES, por decisão do Supremo. Mas não anda, não vai andar nunca, apesar de SÓ FALTAR UMA ASSINATURA.

Confio na memória, pode haver (não há) algum lapso, mas o fundamental está aqui. A guerra Irã-Iraque estourou por essa data, durou 10 anos implacáveis. 2 – A Mendes Junior foi contratada pelo Iraque de Saddam Hussein para obras importantes.

3 – Tratava-se de construir uma ferrovia ligando um país ou outro, Iraque e Irã tinham excelentes relações a não ser em matéria de petróleo e intervenção dos Estados Unidos. 4 – As obras estavam sendo “tocadas”, inesperadamente começou a guerra, e naturalmente as explosões destruíram os canteiros das obras.

5 – A Mendes Junior teve que sair do país, o Iraque, que perdeu a guerra, ficando devendo 250 milhões de dólares à empresa brasileira. 6 – O que fez Murilo Mendes? Sabendo que Sarney era altamente CONVERSÁVEL, foi conversar com ele. Levando antecipadamente uma proposta. Que era a seguinte.

7 – O Banco do Brasil (então presidido pelo compreensível Camilo Calazans) faria um leasing (desculpem) com a empresa. Dessa forma, abriria um crédito para a Mendes Junior, não de 250 milhões, mas sim de 300 milhões. (Há sempre o “por fora”, como se fosse um prato feito. E ERA.)

8 – Generosamente, Mendes Junior DARIA AS MÁQUINAS COMO GARANTIA. Mas essas máquinas estavam PERDIDAS no deserto, ou DESTRUIDAS, o Banco do Brasil, também GENEROSAMENTE (era um pedido do presidente da República) fez a operação e BANCOU o prejuízo.

9 – Como contei com EXCLUSIVIDADE na Tribuna da época, foi o MAIOR ESCÂNDALO do governo Sarney, não logicamente o único. 10 – Terminado o governo Sarney, Collor assumiu, e IMEDIATAMENTE cancelou o leasing. (Que não foi restabelecido até hoje).

11 – Com isso, a Mendes Junior ficou devendo os 300 milhões ao Banco do Brasil, e mais os juros e encargos sobre esses 300 milhões. No mínimo, no mínimo, por 20 anos. 12 – A Mendes Junior nesse tempo todo, não deixou de fazer obras para os diversos governos, recebendo e cumprindo as regras de RECOMPENSA do mercado.

13 – Agora, a Mendes Junior, IMPENSADAMENTE, entrou no grupo que vai construir Belo Monte. Só que essa obra será financiada pelo Banco do Brasil. Que não tem MEMÓRIA, mas tem ARQUIVO. 14 – Sarney, sem memória, sem arquivo e já sem prestigio, não pôde socorrer a empresa com quem tem relacionamento em inglês, LEASING, e em português, EMPRÉSTIMO SEM GARANTIA.

***

PS – Pelo estatuto, o Banco do Brasil não pode financiar obras de empresas que sejam devedoras ao próprio BB, como é o caso da Mendes Junior, “que nem se lembrava”.

PS2 – Diante da DECISÃO do Banco do Brasil, a Mendes Junior, já sem Sarney a tiracolo, teve que sair do grupo, para NÃO INVIABILIZAR, o que chamam de APORTE DE RECURSOS.

PS3 – Mas no mundo capitalista existe saída para tudo. A Mendes Junior deve ter TRANSFERIDO a sua parte para alguém. Belo Monte será a segunda maior hidrelétrica do mundo. Maior do que Itaipu, menor apenas do que a chinesa Três Gargantas. Vai gerar 11 milhões de KW de energia.

PS4 – Só para esclarecer: pelo fato de publicar (e REPETIR) fatos como estes, a Tribuna foi discriminada e perseguida, ANTES, DURANTE e DEPOIS da ditadura.

PS5 – É a ordem consequente da INTRANSIGÊNCIA JORNALÍSTICA. Perseguição que continua, ATÉ MESMO NA JUSTIÇA, NENHUMA SURPRESA.

Lujo y glamour… a nuestros pies - Vanitatis, es - link (aqui)



@Vanitatis.com - 13/09/2010





La comodidad no está reñida con la máxima elegancia ni con el lujo y Pretty Ballerinas quiere demostrarlo creando una edición limitada de exclusivos modelos diseñados para un otoño de grandes ocasiones. Artesanales bailarinas adornadas con grandes cristales de Swarovski, lentejuelas, espejos, espectaculares diseños-joya y pitones naturales que proporcionan un toque de distinción único a ras de suelo.
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Y para las que los estampados de leopardo son un básico imprescindible vayan dónde vayan, Pretty Ballerinas ha ideado varios modelos con cristalitos colgantes en diferentes colores. Un especial y sofisticado acabado hand made disponible en print animal y Swarovski que se completa con una bailarina diseñada en pitón natural cuya piel se degrada en dos tonos de color.
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En esta colección en edición limitada destaca especialmente la última innovación de la firma. Una bailarina adornada con miles de espejos incrustados a mano que reflejan el espíritu más estiloso, nocturno y transgresor de la marca. ¡Todo un homenaje a las fiestas disco de los 80s!

Comercial antigo - Raleigh

Charge do dia

http://jc3.uol.com.br/jornal/charge/ch13092010.jpg



Humberto - Jornal do Commercio - Recife, PE

Família de Erenice também operou no Ministério de Minas e Energia - Estadão online - link (aqui)


Escritório de advocacia do irmão da ministra foi contratado sem licitação com aval de outra irmã, que tem cargo de confiança

13 de setembro de 2010 | 0h 00

Leandro Colon / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

Uma irmã da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, autorizou o governo a contratar sem licitação o escritório do próprio irmão delas. No centro do contrato está a área de Minas e Energia, um setor que tem a influência de comando de Erenice e da ex-ministra Dilma Rousseff.

Dida Sampaio/AE-13/07/2010
Dida Sampaio/AE-13/07/2010

Erenice foi consultora jurídica da pasta no período em que a hoje candidata do PT dirigiu o Ministério de Minas e Energia no governo Lula.

Erenice saiu de lá com Dilma em 2005, mas sua irmã, Maria Euriza Alves Carvalho, entrou como consultora jurídica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao mesmo ministério. No dia 1.º de setembro de 2009, Maria Euriza autorizou a EPE a contratar, sem licitação, o escritório Trajano e Silva Advogados, com sede em Brasília, por um valor de R$ 80 mil. Entre os advogados do escritório está Antônio Alves Carvalho, irmão de Maria Euriza e da ministra Erenice Guerra.

Segundo reportagem da revista Veja desta semana, esse mesmo escritório é usado pelo filho de Erenice, Israel Guerra, para despachar, fazer lobby e cobrar propina de empresários que tentam negociar contratos com o governo. Para oficializar seu serviço, Israel usa uma empresa de consultoria em nome de um irmão e que tem sede na sua própria casa no Distrito Federal.

A contratação sem licitação do escritório do irmão de Erenice pelo governo foi publicada em setembro de 2009 no Diário Oficial da União. Está lá escrito: "Aprovada por Maria Euriza Carvalho - Consultora Jurídica." Até abril deste ano, pelo menos, a irmã da ministra aparecia como consultora da EPE, segundo o Diário Oficial da União.

O escritório foi contratado para representar a EPE numa ação judicial movida por uma empresa que brigava para participar de um leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) naquela época. Segundo o edital de contratação do escritório do irmão de Erenice, o contrato era de seis meses e por um valor global de R$ 80 mil.

"Às pressas". Ontem, o Estado conversou com o advogado Márcio Silva, um dos donos do Trajano e Silva Advogados e amigo dos irmãos Erenice, Maria Euriza e Antônio Carvalho. Márcio Silva, que também representa a campanha presidencial de Dilma Rousseff (PT) na Justiça Eleitoral, confirmou a contratação sem licitação pelo governo. Alegou que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) teve que recorrer a um escritório às pressas em Brasília para resolver uma pendência judicial em 24 horas.

"Foi feito um convite direto porque era o único contato que tinham em Brasília e a EPE tem sede no Rio de Janeiro", explicou. "Você até pode achar que há algo antiético, mas não houve nenhuma ilegalidade", ressaltou. Segundo Márcio Silva, o valor de R$ 80 mil era uma previsão se o processo chegasse ao Supremo Tribunal Federal. Mas, de acordo com ele, o serviço ficou em R$ 25 mil.

A área de energia elétrica faz parte do rol de temas em que o irmão de Erenice atua dentro do escritório. Ao lado do advogado Alan Trajano, Antônio Carvalho cuida de processos ligados à infraestrutura.

Oficialmente, ele se afastou em abril da banca, mas ainda continua prestando consultorias, segundo Márcio Silva. Ontem, o Estado procurou o advogado e sua irmã Maria Euriza, mas os dois não foram localizados para comentar o assunto.

Reportagem da revista Veja desta semana aponta ainda a existência de um esquema de tráfico de influência na Casa Civil e isso levou a oposição a pedir a demissão da ministra Erenice Guerra. Documento obtido pela revista mostra que a empresa de transporte aéreo Via Net Express contratou firma de lobby pertencente a filhos de Erenice, para garantir contratos com os Correios.

Na ocasião, a Casa Civil era chefiada por Dilma Rousseff e Erenice ocupava o posto de secretária executiva, atuando como principal auxiliar da hoje candidata do PT ao Planalto.
Justificativa

MÁRCIO SILVA
REPRESENTANTE DA CAMPANHA DE DILMA NO TSE E EX-SÓCIO DO IRMÃO DE BERENICE NO ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA BENEFICIADO POR CONTRATO NO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

"Foi feito um convite direto porque era o único contato que tinham em Brasília e a Empresa de Pesquisa Energética tem sede no Rio de Janeiro. Você até pode achar que há algo antiético, mas não houve nenhuma ilegalidade"

Ao invocar petista contra Pimentel, Serra omite Aécio - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


Moacyr Lopes Jr./Folha

Ao citar versão de petista contra Pimentel, Serra omite Aécio no enrendo do 'dossiê'

No debate da noite passada, José Serra voltou a acusar Fernando Pimentel (PT-MG) de comandar a montagem de dossiê contra ele no comitê de Dilma Rousseff.

Dessa vez, Serra invocou o testemunho de um petista, o deputado federal André Vargas, secretário de Comunicação do PT federal.

Eis o que disse Serra, no segundo bloco do debate presidencial:

“Quebraram o sigilo fiscal da minha filha, de uma maneira ilegal, inconscitucional. Fizeram a mesma coisa com o meu genro. [...] Esse trabalho todo foi trazido a Brasília pelo Fernando Pimentel...”

“...O Vargas, secretário de Comunicação do PT, atribuiu inclusive o começo desse processo todo em relação à minha família ao Fernando Pimentel, que é homem de confiança da Dilma, hoje candidato ao Senado...”

“...[...] Esse é um assunto que é importante para democracia, porque, se eles fazem isso hoje, na campanha, imaginem amanhã, quando estiverem no governo”.

Serra só contou metade do ocorrido. Absteve-se de mencionar que o secretário petista envolvera também o grão-tucano Aécio Neves na origem da encrenca.

André Vargas discorrera sobre o dossiê anti-Serra num conjunto de notas que pendurara no twitter entre terça (7) e quarta (8) da semana passada.

Deu-se nas pegadas de uma entrevista em que o presidente do PT, José Eduardo Dutra, anunciara o envio de uma petição à Polícia Federal.

Na peça, Dutra pedira à PF para colher o depoimento do repórter mineiro Amaury Ribeiro Júnior no inquérito sobre o ‘Fiscogate’.

Plugado na internet, André Vargas expôs em público o que Dilma e a cúpula do PT só declaram em privado.

Numa nota, Vargas ligou o ventilador:

“O Aécio Neves contrata o Amaury através do Diário de Minas para detonar o Serra e contar a verdadeira história das privatizações do FHC”.

Vargas equivocou-se no nome do jornal que pagava o salário de Amaury. Não é “Diário”, mas “Estado de Minas”.

Noutra nota, Vargas acelerou a hélice: “Amaury [...] levanta documentos que mostram a filha do Serra e seu esposo com contas suspeitas no exterior”.

Numa terceira, retirou Aécio da cena: “Quando o Serra estava em disputa contra o Aécio levantou informações íntimas do Governador de Minas. Quando Aécio se entregou pro Serra abortaram”.

Só então injetou no enredo o amigo Pimentel: “Amaury, fora de controle Aécio, via Pimentel, plantou no colo do PT aquilo que não temos nada a ver. Antídoto contra informações comprometedoras”.

Uma seguidora de Vargas no twitter estranhou a menção a Pimentel. E o “companheiro”, ao se explicar, tratou Pimentel como parvo:

“Não disse nada contra o Pimentel. Acho apenas que ele caiu no conto do Aécio. De boa fé, mas caiu. Adversário é adversário. Olha o Itamar [Franco] aí”.

Ouvido pelo repórter Cláudio Leal, Vargas condenou a proximidade de Pimentel com Aécio: "Essa relação muito íntima com adversários figadais não dá certo...”

“...Aécio se preparou pra uma guerra contra o Serra, que não aconteceu. Aí acabou uma mina ativa pra gente. A mina ficou ativa".

Alvejado pelo ‘fogo amigo’, Fernando Pimentel reagiu por meio de nota. No texto, mordeu Vargas:

"É uma análise equivocada, motivada pela circulação de denúncias e acusações sem prova, que hoje, infelizmente, poluem o noticiário da mídia nacional”.

Depois, assoprou: “Minha amizade e consideração pelo companheiro André Vargas me levam a relevar este incidente".

No vácuo da nota, o “companheiro” de Pimentel retornou ao twitter. Numa tentativa vã de ajeitar o mal estar interno, Vargas escreveu:

“A Grande imprensa quer me jogar contra meu companheiro Fernando Pimentel”.

Súbito, passou a enxergar as relações de Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte, com Aécio, ex-governador de Minas, com olhos mais condescendentes:

“É natural que um prefeito comprometido se relacione com o governador de seu Estado, independente das questões partidárias”.

E voltou suas baterias exclusivamente para o tucanato: “Quem produziu dossiê foi o Aécio, com sua vontade de disputar a Presidência. Acredito que, hoje, ele esteja feliz por não passar este vexame”.

Em entrevista concedida na semana passada, Aécio classificara como “piada” a acusação de que encomendara a investigação contra Serra.

Ao invocar André Vargas para dizer que “esse trabalho todo foi trazido a Brasília pelo Fernando Pimentel”, Serra como que valida o pedaço da versão que envolve Aécio.


Escrito por Josias de Souza às 05h02

E por falar em "celebridades"...




BONS AMIGOS



Foi na base da paz e da amizade o rompimento daquele que formava o casal 20 dos meios jurídicos: Ellen Gracie, ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), e o jornalista Roberto Dávila. O relacionamento durou dois anos e foi desfeito sem maiores turbulências.




Mônica Bergamo - Folha de São Paulo (aqui)

A "Dilma da Dilma" e o lema : "Primeiro os meus"





ANDREZA MATAIS

FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA

Desde 2005 na cúpula da Casa Civil, a ministra Erenice Guerra teve quatro parentes em cargos comissionados no governo. A lista inclui o filho, Israel Guerra, apontado como intermediador de contratos entre uma empresa privada e o governo.
Antes disso, três irmãos de Erenice, sucessora da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) na Casa Civil, passaram pelo Executivo. Com a proibição no nepotismo pelo Supremo Tribunal Federal em 2008, os quatro parentes da ministra deixaram os cargos de confiança.
Procurada pela Folha por meio da assessoria, Erenice disse que não assinou nenhuma das nomeações.
Antes de atuar como "consultor", Israel trabalhou na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) de agosto de 2006 ao mesmo mês de 2007.
No ano passado, já fora do governo, a consultoria Capital, à qual Israel foi ligado, atuou na Anac para apressar a renovação da concessão de uma empresa -a MTA Linhas Aéreas.
Após a renovação, a MTA fechou neste ano contrato de R$ 19,6 milhões com os Correios, sem licitação. A Anac nega irregularidades.
O cadastro do governo no qual é registrada a movimentação dos servidores mostra ainda que Israel foi lotado no Ministério da Defesa, de junho a julho de 2006.
Ele também já ocupou cargo comissionado no gabinete do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), nomeado em outubro de 2008.
O senador nega que Erenice tenha pedido emprego para o filho. Ele diz ter recebido o currículo de Israel e o contratado como assessor.
Segundo a Folha apurou, foi o senador quem indicou Marco Antonio de Oliveira para o cargo de diretor de Operações dos Correios.
Oliveira é tio de Vinícius Castro, assessor da Casa Civil e, segundo a revista "Veja", parceiro de Israel no suposto lobby junto ao governo.
Erenice começou na equipe petista como assessora de Dilma no governo de transição, em 2002. Foi secretária-executiva e chegou ao cargo de ministra em abril, quando Dilma deixou o posto para disputar a Presidência.

IRMÃOS
O irmão Antonio Eudacy Alves Carvalho ocupou cargos comissionados na CGU (Controladoria Geral da União) e na Infraero, onde trabalhava na área jurídica.
Antonio saiu do governo em 15 de agosto de 2007 após reportagens sobre empreguismo na estatal.
Ele trabalhava até março no escritório de advocacia onde, segundo a "Veja", Israel se reunia com empresários interessados em contratos com o governo.
A irmã Maria Euriza Alves de Carvalho trabalhou no Ministério do Planejamento e como consultora jurídica na EPE (Empresa de Pesquisa Energética), onde tinha um salário de R$ 15 mil.
Outro irmão, José Euricélio, ocupou cargo no Ministério das Cidades de julho de 2006 a agosto de 2007.


Folha de São Paulo (aqui)

Meu companheiro "cumpadi"





Chapa quente
A preocupação dos coordenadores da campanha de Dilma Roussef com as acusações envolvendo a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, é bem maior do que sugerem as declarações públicas de aliados da candidata.

Lobby 1 O diretor de Operações dos Correios, Artur Rodrigues da Silva, que confirmou à Folha que o filho de Erenice Guerra intermediou negócios privados com o governo, foi indicado para a estatal pelo advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula.

Lobby 2 Teixeira foi personagem de outros casos que bateram na Casa Civil, como a venda da Varig. Em 2009, no auge da polêmica sobre a controvertida operação, Dilma Roussef admitiu que Teixeira havia sido recebido pelo menos duas vezes em encontros que não constavam da agenda pública.

Renata Lo Prete - Coluna Painel, Folha de São Paulo (aqui)