terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dilma: ‘Não respondo pelo que faz o filho de alguém’ - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


Divulgação

Dilma Rouseff foi exibida em entrevista matinal na TV Globo. Um pedaço da conversa foi dedicado ao ‘Erenicegate’.

Perguntou-se a Dilma se, depois da demissão de quatro autoridades e da exposição da parentela de Erenice Guerra, ainda considera que o caso é mero "factóide.

E ela: “A primeira denúncia dizia respeito ao filho da pessoa. Então, eu não posso ser responsabilizada pelo que faz o filho ou o parente de alguém”.

Lorota. Já no nascedouro, a encrenca fora apresentada como de tráfico de influência do filho, Israel Guerra, com o aval da mãe, Erenice Guerra.

Recordou-se a Dilma que ela trabalhou sete anos com Erenice, seu braço direito. Não notou nenhuma irregularidade? E a candidata:

“Eu, até hoje, nunca vi nenhuma prova e nenhuma ação inidônea da ex-ministra Erenice...”

“...Isso não significa que, havendo denúncias, elas não tenham que ser apuradas. E eu acredito que ninguém está acima das suspeitas...”

“...Acho que tudo tem que ser apurado. Agora, eu não tenho, até hoje, nenhum conhecimento de um ato inidôneo da Erenice”.

Nesse ponto, Dilma foi como que confrontada com uma contradição. A despeito da alegada falta de comprovação, demitiram-se quatro.

Insistiu-se: Nunca reparou nada? “Olha, eu não”, Dilma declarou. “Eu posso dizer, sim, com absoluta franqueza, eu nunca aceitei nem nomeação de parentes nem nomeação por critérios de amizade”.

Sobreveio a pergunta óbvia: Se nunca aceitou, por que aconteceu? E Dilma, dissociando-se de Erenice:

“Eu não tenho como responder por ela. Agora, acho que, até onde eu a conheci, ela era uma pessoa bastante idônea”.

Mais adiante, Dilma repisou: “[...] Resta ser provado que ela tem responsabilidades. É muito perigoso a gente ficar condenando as pessoas sem ter provas”.

Lero vai, lero vem enfatizou-se que Israel, o filho lobista de Erenice, admitira o recebimento de pelo menos R$ 120 mil por "serviços" prestados nas franjas do governo.

“Se ele admitiu que recebeu e se acha que aquilo é indevido, ele é culpado. Então, ele vai pagar por isso...”

“...Agora, daí a fazer qualquer relação com a minha campanha é que são outras... Quer dizer, são outros quinhentos. Porque a minha campanha não está envolvida com essa história”.

Ficou entendido o seguinte: a supergestora, vendida como “mãe” de todos os êxitos do governo, acha que não tem nada a ver com Erenice, uma de suas “obras”.

O marido, o irmão, os filhos e o sócio do filho de Erenice? Dilma também não se acha responsável pelo que “faz o filho ou o parente de alguém”. Ainda que esse "alguém" seja cria dela.

Na campanha, Dilma refere-se à gestão Lula como “nosso governo”. Leva à propaganda os principais programas da era petista. Apropria-se deles. Porém...

Porém, quando estouram malfeitos na sua Casa Civil, Dilma diz que a relação com a campanha “são outros quinhentos”.

Ela aperta o botão do automático –“Nada a ver”— desvia o nariz do monturo e segue em frente. Assim fica fácil!

- Serviço: Aqui, a ínetgra da entrevista.


Escrito por Josias de Souza às 18h39

Eddie Palmieri - Bilongo

Eddie Palmieri - Cinturita

Eddie Palmieri - No me hagas sufrir

SALSERO MAYOR FRANK GRILLO MACHITO de CUBA

Bermuda Triangle / JABBERLOOP

Listen Up / Jorge Dalto

PAQUITO D RIVERA-JORGE DALTO-MARIO BAUZA& EL MAREITO

Paquito D'Rivera: Cuba Jazz - Chucho

Panamerica ... Paquito D'Rivera

Íntima? Eu? Mal a conhecia! A Casa Civil é imensa!!!!





DEU NO BLOG DO NOBLAT - AQUI




Dilma, Erenice, e o que antes era um 'factóide'

Trecho da entrevista de Dilma Rousseff concedida, hoje, ao telejornal Bom Dia, Brasil, da Rede Globo:

A senhora trabalhou durante mais de sete anos com a ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. Ela foi seu braço direito. A senhora nunca notou nenhuma irregularidade?

Eu, até hoje, nunca vi nenhuma prova e nenhuma ação inidônea da ex-ministra Erenice. Isso não significa que, em havendo denúncias, elas não tenham que ser apuradas. E eu acredito que ninguém está acima das suspeitas. Acho que tudo tem que ser apurado. Agora, eu não tenho, até hoje, nenhum conhecimento de um ato inidôneo da Erenice.

Mas, candidata, houve demissão de, pelo menos, quatro pessoas, e o filho de Erenice Guerra trabalhava em órgãos da área de influência da Casa Civil. Parentes da ex-ministra ganharam cargos públicos. A senhora nunca reparou nada?

Olha, eu não, eu posso dizer, sim, com absoluta franqueza, eu nunca aceitei nem nomeação de parentes nem nomeação por critérios de amizade. Quem me conhece, eu tenho 25 anos de vida pública...

Por que aconteceu, então?

Eu não tenho como responder por ela. Agora, acho que, até onde eu a conheci, ela era uma pessoa bastante idônea. E acho também que isso não significa que eu esteja defendendo a não apuração de responsabilidades. Eu acho que a maior interessada que se apure tudo sou eu. Eu quero que se apure qual é o nível de responsabilidade da ex-ministra Erenice em relação a esses fatos. Porque também resta ser provado que ela tem responsabilidades. É muito perigoso a gente ficar condenando as pessoas sem ter provas. Eu e a minha campanha, para vocês terem uma ideia, eu fiquei três meses sendo acusada, a minha campanha sendo acusada de ser responsável pela quebra de sigilo fiscal em um momento em que eu não era candidata, não era pré-candidata. Não tinha campanha nem pré-campanha. A partir de agora, vocês até noticiaram, apareceu o responsável. Então, eu acho que merece apuração. Eu não vou fazer pré-julgamento em relação a quem quer que seja. Acho que tudo tem que ser rigorosamente investigado. Doa a quem doer.

Ainda ficando nesse caso, a senhora inicialmente disse que era um caso, um factoide de um filho de uma ex-funcionária. Mas, depois o tempo foi passando e outras informações surgiram, e agora sabe-se que o caso envolve dois filhos, marido, irmão, sócio do filho. Assessores da Casa Civil, quatro foram demitidos até o momento. Eu queria saber o seguinte: é um factoide ou um caso que leva a quatro demissões, portanto um caso importante que envolve indícios claríssimos de nepotismo e outras coisas assim?

Sabe, Miriam, eu tenho a seguinte posição. A primeira denúncia dizia respeito ao filho da pessoa. Então, eu não posso ser responsabilizada pelo que faz o filho ou o parente de alguém. As respectivas pessoas envolvidas, elas vão ser objeto de uma investigação que inclusive foi pedida por nós, pela Polícia Federal. É fundamental que a gente tenha clareza antes de condenar. Faz parte da civilização a gente provar primeiro e julgar depois. Não há instância...

Ele já admitiu que recebeu R$ 120 mil.

Mas ele recebeu, ele é culpado. Se ele admitiu que recebeu e se ele acha que aquilo é indevido, ele é culpado. Então, ele vai pagar por isso. Agora, daí a fazer qualquer relação com a minha campanha é que são outras... Quer dizer, são outros quinhentos. Porque a minha campanha não está envolvida com essa história.

Helio Fernandes - Tribuna da Imprensa - link (aqui)





terça-feira, 21 de setembro de 2010 | 07:10

Dirceu, difícil de se conformar com a mudança que aconteceu na sua vida. Chamava Lula já presidente de VOCÊ, era chamado de SENHOR. Agora pedem que DESAPAREÇA, não entende nem aceita. Compreensível. Mas só prejudica Dona Dilma, que nem reconhecia.

Caminhando perigosamente para os 65 anos, (idade perigosíssima para quem pretende recomeçar e recuperar o tempo perdido), José Dirceu é um dos personagens mais controversos, contrariados e contraditórios de toda a História recente do país.

Três tipos de participantes, podem e devem examinar a trajetória do ex-poderoso Chefe da Casa Civil de Lula, a quem foi ligadíssimo. Poderiam ser quatro, mas ficam apenas em três: analistas independentes e descompromissados (como este repórter), correligionários e adversários. (Estas duas palavras deveriam ser escritas entre aspas, pois Dirceu nunca ligou para quem estava do seu lado, nem se preocupou com os que o combatiam).

O quarto, que teria elementos de sobra para situar Dirceu, seria o próprio. Mas não teria a menor isenção para essa identificação, revelação, contastação. E seriam vários e inumeráveis, os motivos que levariam Dirceu a essa análise comprometida, que poderia ser comprometedora.

A vida de José Dirceu daria uma biografia para ler com o maior interesse, desde que ele não fosse usado como fonte. São quase 40 anos de contradição e contrariedade. Como o próprio discorreria sobre o que aconteceu pelo menos nos últimos 40 anos?

Com 20 anos entrou para o Partido Comunista, com 35 era fundador do PT. Não era nem uma coisa nem outra. Seu perfil verdadeiro, firmou e confirmou ao ser eleito presidente do PT pelo grupo Articulação, de “tendência moderada”.

Isso foi em 1995. Como podia ser MODERADO, com as acusações que sofria dentro do próprio partido? José Genoino, chamou-o de “stalinista”, disse que era sufocado pelo seu grupo, e com essa forma de Dirceu fazer política. Genoino proclamou ou retumbou dentro do PT: “Não concordo com essa forma de fazer política sem Liberdade”.

Surgiriam acusações mais graves, não propriamente políticas, mas atingindo a sua própria formação ética. Eleito presidente do PT, por diferença mínima, se candidatou a governador de São Paulo, obtendo apenas 11 por cento dos votos. Derrotado, sofreu as maiores restrições, PÚBLICAS, da parte de um altivo e independente membro do PT.

O acusador? Cesar Benjamin, tido e havido como de esquerda, que não livrou Dirceu de coisa alguma. A maior acusação, transcrita de forma textual: “José Dirceu, na campanha para governador de São Paulo, foi financiado pela construtora (empreiteira) Odebrecth”. (Sempre ela, sempre ela, mas não apenas ela).

Dirceu não respondeu, mas mudou novamente de rumo, afirmando: “Precisamos levar o PT a uma aliança com a sociedade, fugir do isolamento”. Não conseguiu e quase que imediatamente mudou outra vez de rumo, PREGANDO A UNIÃO DE GRUPOS DE ESQUERDA.

Mas aí já estava fortíssimo. Substituindo Lula na presidência do PT, passou a controlar não só o partido, mas também o próprio Lula. Este se deixava subjugar completamente por José Dirceu, só falava nele, só percorria o caminho que Dirceu traçava. E nessa época, Lula já seria candidato a presidente pela primeira vez, imposição do próprio Dirceu. Imposição correta e imprescindível, representava a conquista do Poder. (Nessa época só podia ser pelo voto, embora pretendessem de outra maneira).

(A eleição seria em 1989. Em 1987, Fidel Castro organizou um extraordinário seminário sobre DÍVIDA EXTERNA da América Latina. Abrindo o seminário, Fidel declarou que eram 4 mil os convidados, sendo 73 brasileiros. Lula estava lá, teve tratamento privilegiado. Convidado, fiquei num hotel, com os jornalistas Newton Carlos e Argemiro Ferreira. Só dois brasileiros foram à tribuna combater violentamente a DÍVIDA: Luiz Carlos Prestes e este repórter).

Dirceu não foi, não precisava. Lula tinha obsessão pelo companheiro. Que fiou aqui, preparando a campanha presidencial. Foi o COORDENADOR maior da primeira, segunda, terceira (todas derrotadas) e da quarta, finalmente vitoriosa. Quando o Poder de Dirceu sobre Lula, se materializou.

Só para terminar sobre a força de Dirceu, antes da primeira vitória. Em 1998, Vladimir Palmeira, com grande liderança no PT do Rio, foi aclamado candidato do partido ao governo do Estado do Rio. Franco favorito, pela importância do PT e do próprio candidato, de notável liderança, Dirceu convenceu Lula, “que Vladimir governador seria ameaça a Lula, presidente”.

Foi feita então a mais vergonhosa MAQUIAGEM já realizada dentro do PT. Determinaram INTERVENÇÃO no PT do Estado do Rio, apoiaram OUTRA candidatura de OUTRO partido, Vladimir foi afastado. Lula perderia pela terceira vez nesse mesmo 1998 mas já se admitia a vitória em 2002. O que aconteceu realmente.

Mudam então de rumo, Lula é presidente, Dirceu, chefe da Casa Civil. Mas o domínio de Dirceu, irrefutável. Foi quando descobri e revelei na Tribuna (de papel) que fora do público, o tratamento de SENHOR e de VOCÊ, continuava como está no título destas notas.

Dirceu é inegavelmente inteligente, mas tem rara e rala cultura. Não aproveitou os tempos de exílio em Cuba para aprimorar a inteligência, que só se beneficia e se favorece com a cultura. Dirceu passou a ser todo poderoso, mas não tinha capacidade para compreender que o Poder pessoal é i-n-d-i-v-i-s-í-v-e-l. Surpreendentemente, não consigo explicar, Lula sabia disso.

Primeiro com a ajuda de Dirceu, depois para usar contra o próprio Dirceu, Lula foi trucidando um a um, aqueles que podiam ultrapassá-lo, se colocar CONTRA A VONTADE DELE, SEREM OBRIGATORIAMENTE SEUS SUCESSORES.

Lula não poupou ninguém, o último foi o próprio Dirceu, que não percebeu nem de longe, que o “PODER PODE SER PODEROSO, MAS TÃO PODEROSO QUE NÃO RESPEITA NEM A AMIZADE, A INTIMIDADE OU A CREDIBILIDADE”.

E essa decisão de Lula, de dar a impressão de que se isolava, quando na verdade se blindava para o presente e o futuro, esclarece devidamente a posição de Lula em relação ao MENSALÃO e José Dirceu. E fornece a chave ou a senha para desvendar o código do MENSALÃO, e a decisão de Lula de deixar os fatos envolverem o próprio Dirceu.

Roberto Jefferson, o mais incisivo e importante personagem desse episódio, no seu famoso e empolgante discurso que repercutiu de forma espantosa no país inteiro, contou entre outras coisas não desmentidas por ninguém, a sua conversa com o presidente da República a respeito do MENSALÃO: “Presidente, ou o senhor toma providência e acaba com esse escândalo, ou será atingido por ele”.

Lula não fez nada, apenas declarou, assombrando a todos: “Não sei de coisa alguma”. Lula aprendeu a lição com Dirceu, usou-a para liquidá-lo, foi o último. Muito tempo depois, no mais completo, soturno e impiedoso ostracismo, é que Dirceu compreendeu que criara a receita que ninguém poderia usar a seu favor. Foi usada contra ele.

E explica no momento, muitos anos depois, a afirmação de que, NO GOVERNO DILMA, O PT TERÁ MUITO MAIOR INFLUÊNCIA DO QUE TEVE COM LULA”. Poucos teriam vivência para compreender isso, e coragem para proclamar em público.

Como é rigorosamente verdadeiro, provocou essa polêmica toda, (certo seria dizer, CELEUMA, palavra que não frequenta o meu dia a dia).

***

PS – O PT não mandou nada com Lula, este seguia a estratégia de liquidar os principais parceiros. Além do mais, não precisava de ninguém.

PS2 – Tanto isso é verdade, que impossível de concretizar sua permanência no Poder, Lula se voltou para Dilma, que não tem cacife, liderança, poder de se insurgir, e nem é do PT.

PS3 – E mais verdadeiro ainda: se achar que facilita o seu futuro, Lula PODE MOBILIZAR O PT CONTRA ELA, sem que pareça que pareça que isso é uma contradição.

PS4 – Lula fará como Dirceu fez duas vezes. Exilado em Cuba, médicos especialistas de lá, numa operação plástica, transformaram seu rosto, queria ficar escondido no Brasil, sem ser reconhecido.

PS5 – Terminada a ditadura, aproveitando a anistia, Dirceu voltou a Cuba, fez a PLÁSTICA DA REVERSÃO, voltou a ter o ROSTO DE HOJE, que é o mesmo de antes da ditadura.

PS6 – Portanto, tomem nota: quem faz isso com o rosto, o que fará para voltar a ser PODEROSO? Principalmente por que se julga (e é mesmo) mais credenciado do que o PT inteiro. Como o partido também tem duas caras, pode FICAR A FAVOR DE DIRCEU OU CONTRA ELE.

Comercial antigo - OMO

Charge do dia

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Clayton - O Povo - Fortaleza, CE

Andrés Sardá: explosión de seducción en Cibeles - Vanitatis, es - link (aqui)

@Vanitatis.com - 20/09/2010


Andrés Sardá: explosión de seducción en Cibeles
Andrés Sardá

El verano 2011 de Andrés Sardá es un homenaje a la estética de Helmut Newton, sensual, sofisticada y cargada de erotismo. Un universo creado en torno a una feminidad que deja a un lado la fragilidad para mostrar su lado más poderoso y seductor. El chic erótico del fotógrafo de las amazonas de los ochenta planea sobre la colección del verano 2011 del diseñador, presentada este lunes en la Pasarela Cibeles con una puesta en escena rica en contrastes de colores y materiales que dirige una especial atención a los acabados y detalles.

Piedras de Swarovsky aplicadas en detalles, anillas, lazadas de quita y pon, aplicaciones de nido de abeja, lentejuelas y piezas reversibles de colores contrastados combinan las piezas de baño con un amplio universo de prendas. Formas suaves y anatómicas propias del ADN de Sardá que acompañan las líneas del cuerpo.

Los colores iluminan el próximo verano con la sutileza de los tonos piedra, la luminosidad del coral, el turquesa y la calidez del frambuesa. El grafismo es otro de los puntos fuertes de la próxima colección Primavera-Verano 2011. Se cede protagonismo a las rayas que este año en lugar de ser estampadas se consiguen a través de la superposición de materiales. Se mezclan con topos y motivos florales de estilo vintage que dan un aire sesentero. Se juega con el clásico blanco y negro, que evoca inevitablemente a las amazonas de Newton, las indiscutibles musas de la colección y las grandes protagonistas del desfile.

El diálogo entre lo masculino y femenino planea también en la propuesta con prendas llegadas del armario del hombre como smokings y chalecos, que se transforman en ‘ultrafemeninas’ a través de estratégicos cortes y el estudio de las proporciones. Un juego creativo que, aliado con la combinación entre el baño y la lencería, acentúa el aspecto seductor de la propuesta. Todo un objeto de deseo.

Un espectacular desfile de la mano de Andrés Sardá y su nueva colección, que consiguieron sorprender y transmitir el poder y la seducción femenina de Helmut Newton a los asistentes de la Cibeles Madrid Fashion Week, entre los que se encontraban rostros conocidos como Carme Chaparro y Marta Reyero, presentadoras de Informativos Telecinco, Sandra Ibarra y Olivia de Borbón, entre otros.





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Kate Moss presenta sus it-bags para la nueva temporada de Longchamp - Vanitatis, es - link (aqui)


@Vanitatis.com - 21/09/2010



Este otoño, Kate Moss presenta por segunda vez sus diseños para la casa francesa de complementos Longchamp, una de las marcas favoritas de las celebrities. Aire vintage para esta nueva colección de bolsos que la modelo y diseñadora inglesa ha creado en exclusiva para la firma que, temporada tras temporada se encarga de lanzar al mercado los it-bags más deseados. Azules turquesas y verdes invaden la nueva campaña publicitaria protagonizada por Kate y fotografiada por David Sims.

La colección Kate Moss for Longchamp ‘Otoño-Invierno 2010-2011’ cuenta en esta ocasión con tres grandes líneas, en las que retoma su tema estrella: Rock ‘n’ Casual. La primera de ellas, Neo Pure, estará en tiendas en los próximos días, y la seguirán Neo Patch y Neo Precious, saldrán a la venta a mediados de octubre.

Para estas nuevas versiones, la modelo ha conservado algunos de los exitosos bolsos de su primera colección, eligiendo diferentes colores para el Ladbroke hobo, el Glastonbury Messenger y para el bolso Gloucester Duffle, estilos que la top ha adaptado al día a día.

Los tres tonos faux noir (gris oscuro, burdeos y verde vibrante) aportan a estos nuevos diseños una inspiración muy oldie que recuerda a los antiguos uniformes escolares y al look que acompañaba a esos coches de carreras clásicos. “No era mi intención resultar demasiado inglesa”, asegura sin embargo KatMoss, “pero estos son los colores básicos que siempre me acompañan. Supongo que soy esa clase de chica”. Y es que el espíritu de lo último de la modelo para Longchamp es ‘muy Kate’: glamour con un toque de rock ‘n’ roll sobre pieles de colores y aires vintage, formas vanguardistas y modernos diseños gráficos.

La primera en llegar a las tiendas

Neo Pure es una línea minimalista de formas muy simples que permiten mostrar la belleza a través del brillo del cuero. Asas tipo cadenas antiguas de metal, elegante piel de cocodrilo y el emblemático estampado de cebra Kate Moss for Longchamp en el forro interior como toque indiscutible de la modelo. “Me encanta el tacto moderno de las asas y las diferentes texturas”, dice Kate.

Con tonosprofundos, inspirados en joyas -esmeralda, rubí y zafiro- y cuatro estilos diferentes para todas las ocasiones: un shopping bag espacioso, otro tipo bandolera y uno más pequeño con forma cuadrada y cadena larga que permite utilizarlo durante todo el día. El cuarto modelo revive el Sohoclutch, uno de los diseños favoritos de Kate Moss, perteneciente a su primera colección para Longchamp: en piel de cordero muy suave y detalle en cocodrilo con asa de cadena.

Brabus y su Mercedes SLS - El Confidencial, es - link (aqui)


GANA EN ESTETICA Y EN EXCLUSIVIDADBrabus y su Mercedes SLS


@JAVIER GILMARTIN.- 21/09/2010

El preparador alemán Brabus acaba de lanzar una serie especial del Mercedes SLS. Además de un ligero aumento de potencia, y a la espera de un motor más potente, esta versión ofrece la exclusividad de un supercoche, con algunos elementos estéticos que le hacen único.

Brabus es una empresa alemana conocida por la realización de preparaciones especiales de los modelos más exclusivos de Mercedes, pero es mucho más que un simple preparador. Es una importante empresa de ingeniería relacionada con el sector del automóvil, que se encarga de muchos temas.

El último lanzamiento de Brabus es una preparación sobre la base del SLS de Mercedes. Brabus está trabajando en las mejoras del propulsor 6.2 V8, pero ya tiene disponibles los nuevos accesorios de carrocería, interior, suspensión, llantas y escapes para el Nuevo deportivo de Mercedes, logrando con ello mayores prestaciones y una línea más exclusiva.

El primer punto es la aparición de fibra de carbono, con nuevas tomas de aire en el paragolpes delantero y un alerón inferior que da un mayor apoyo aerodinámico y permite mejorar la estabilidad direccional a alta velocidad. En la parte trasera la fibra llega tanto al alerón como al difusor, mientras en el lateral se añade fibra de carbono a las salidas de aire de las aletas. Estas piezas se pueden dejar en fibra de carbono pura, lacada, o pintarlas en color carrocería.

En el lateral destaca el nuevo juego de llantas forjadas de 9,5”x20 pulgadas delante y 11”x21” detrás que están equipadas con neumáticos 275/30-20 y 295/25-21. El tren rodante se mejora con una suspensión neumática de dureza regulable que permite al conductor elegir entre tarados más suaves o más duros que los de fábrica.

Los cambios se completan con un escape de mayor diámetro fabricado en titanio que pesa sólo 12 kilogramos (un 40% menos que el original), y permite aumentar la potencia hasta los 581 CV (10 caballos más que la versión de serie).

Por supuesto, y como ocurre con todos los vehículos que pasan por las manos de Brabus, el interior se puede personalizar al gusto de cada cliente con todo tipo de pieles, tapizados y piezas de fibra de carbono, además de iluminación azul por LED.

El distribuidor para España de los productos de Brabus es MT Performance. Esta compañía tiene instalaciones en Madrid, Barcelona y Málaga y se pueden tener más detalles de los productos que ofrece en info@mt-performance.com.

Lotus Elite, el superdeportivo - El Confidencial, es - link (aqui)



CON MOTOR V8 DE 620 CVLotus Elite, el superdeportivo


@Carlos Cancela.- 21/09/2010

10 días antes de la inauguración del Salón de París, la marca británica Lotus ha desvelado las primeras imágenes de un nuevo deportivo en forma de prototipo pero que adelanta fielmente las líneas de un nuevo modelo que llegará en 2014. Será el nuevo Lotus Elite, que se sumará a los Elise y Evora.

Lotus es uno de los más claros representantes de los fabricantes de coches deportivos de verdad. Su fundador fue Colin Chapman y siempre ha estado volcada en la Fórmula 1. Con pilotos como Jim Clark, Jochen Rindt o como Emerson Fittipaldi, es sin duda una marca legendaria de la competición. Su primera victoria fue en el Gran Premio de Mónaco de 1961 con Stirling Moss a sus mandos.

Pero volvamos a la actualidad. Este nuevo modelo está cargado de tecnología. Entre las posibilidades del nuevo modelo habrá una versión con techo duro retráctil y también ofrecerá un híbrido con el sistema KERS empleado en la Fórmula 1.

Se trata de una versión que aún es un prototipo pero que los responsables de Lotus ya han anunciado que estará a la venta en la primavera de 2014. De momento, el vehículo se va a presentar en el Salón de París, donde será un foco de atención.

Sin duda el nuevo Elite es un coche muy llamativo, un GT de líneas espectaculares, con muchas aristas que le hacen un vehículo inolvidable. Su habitáculo es el de un 2+2, algo innovador en Lotus cuyos últimos modelos solo tienen dos plazas.

En cuanto a su motor, también supone un paso adelante con respecto a la gama actual de Lotus. Se trata de un V8 de 5 litros que ofrece según los primeros datos oficiales 620 caballos. Y su capacidad de aceleración de 0 a 100 km/h se situa entre 3,5 y 3,7 segundos. Su longitud es de 4,6 metros, por 1,9 metros de anchura y su altura es de 1,32 metros. Y su peso es de 1.650 kilos.

Sin duda este nuevo modelo representa un cambio de filosofía con respecto a los modelos actuales, el Elise y el Evora, modelos alegres y rápidos pero por su relación peso/potencia, en la que siempre se ha buscado reducir el peso antes que emplear motores excesivamente potentes. En este caso, el Lotus Elite es un deportivo de verdad, de altas prestaciones, que podrá compararse con Porsche o Ferrari o cualqueir otro fabricante de deportivos.

Lotus ha incluido en sus primeras informaciones del nuevo modelo un precio estimado, de 115.000 libras esterlinas, o su equivalente en euros, unos 139.000 euros al cambio actual.

Bentley Continental Supersports: deportivo de alta costura - El Mundo, es - link (aqui)

Desde 256.605 euros

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  • Se trata de un biplaza con tracción integral y una sobresaliente estabilidad
  • Destaca su estabilidad, la insonorización y el agradable rugido del motor
  • Es el modelo más rápido y potente construido por la marca británica

Ana Montenegro | La Rioja

Actualizado lunes 20/09/2010 18:05 horas

¿Se puede hacer un superdeportivo que preserve la elegancia clásica de los automóviles británicos? Bentley lo ha conseguido con el Continental Supersports que acabamos de probar en La Rioja en unos recorridos en los que ha mostrado su raza y la fiera que esconde tras el capó.




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Este modelo es el más rápido y potente fabricado en sus 90 años de historia por la marca británica, ahora bajo control de Volkswagen. Con un nombre que hace honor Bentley Supersports 1925 Derivado del Continental GT Speed, han sido necesarios dos años de trabajo para desarrollarlo con un claro objetivo, reducir el peso y aumentar la potencia lo que ha supuesto también algunas modificaciones en el diseño sin perder el estilo de automóvil de alta costura que caracteriza a todos los modelos de la marca pero reforzando su estilo deportivo.

El resultado es un peso total de 2.240 kilos, 110 menos que el modelo del que se deriva, impulsado por un motor de seis litros y 12 cilindros en W con dos turbocompresores y posición delantera longitudinal, que ha elevado su potencia un 6,6% hasta los 630 caballos y un par motor un 6,7% superior, 800 Nm que están disponibles desde muy bajas revoluciones, 1.700, y se mantiene hasta las 5.600.




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A su excelente comportamiento contribuye el cambio automático ZF, desarrollado específicamente para este modelo con sistema Quickshift de seis marchas, que se puede accionar con las levas del volante y que reduce a la mitad el tiempo de los cambios e incluso puede hacer una doble bajada de marchas, por ejemplo, de sexta a cuarta en un golpe. Tiene también una opción deportiva, para lo que hay que colocar la palanca en la posición S, en la que se aceleran los cambios y el rugido del motor se hace más bronco.

Al entrar en el habitáculo se perciben rápidamente las transformaciones realizadas para reducir el peso y resaltar su raza de deportivo puro. La madera chapada del salpicadero se ha sustituido por piezas de fibra de carbono, aunque se mantiene la piel de cosido artesanal en la parte superior. En los dos asientos, de tipo baquet y con el reposacabezas integrado, la fibra de carbono se utiliza en la estructura pro están tapizados en piel, para los laterales, y Alcántara con pespuntes en forma de rombo en la parte central para una mejor sujeción, como los asientos de los coches de competición. El respaldo se puede adelantar y la banqueta se desliza hacia delante o atrás y eleva hasta 40 mm.



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Todos los movimientos se realizan de forma mecánica. Estas limitaciones dificultan adaptar el puesto de conducción a personas de pequeña envergadura y el almohadillado resulta un poco duro, lo que se nota en la espalda al cabo de un tiempo al volante.

El objetivo con este tipo de asientos es reducir el peso total del vehículo. Consiguen ahorrar 45 kilos. También con este fin se han suprimido las plazas traseras, sustituidas por una plataforma para dejar equipajes, que quedan sujetos con una barra horizontal también de fibra de carbono. Esta zona no es necesaria porque el que el maletero es muy amplio 370 litros, incluso con una abertura al fondo para transportar esquís.




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Pese a su aparente sobriedad, el interior es sofisticado y elegante, con los interiores de las puertas revestidos, como los asientos, con piel y Alcántara con los mismos pespuntes que los asientos. Además, el reloj analógico de la parte superior central de la consola está firmado por la marca Breitling.

Para reducir el peso y conseguir las mejores prestaciones se han modificado el chasis, las suspensiones (también rebajadas), la amortiguación y las barras estabilizadoras. En el diseño exterior se diferencia del GT Sped por sendas tomas de aire a cada lado del capó que sirven para refrigerar el motor, o las salientes aletas traseras, que han permitido ampliar el ancho de vía a 1,65 metros.




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Para reducir el peso se han escogido también unas llantas de 10 radios y 20 pulgadas de aleación ligera, lo que supone 10 kilos menos, y los frenos de carbono y cerámica, con pinzas de ocho pistones, los más grandes y potentes de un coche de serie de la marca, que reducen su peso en 20 kilos, y resulta especialmente eficaces para controlar el vehículo que permite muy rápidas aceleraciones.

El resultado es una experiencia de conducción estimulante en cualquier condición. A bajas revoluciones se comporta de forma elegante y sorprendentemente manejable pero sólo es necesario apretar ligeramente el pedal del acelerador para que surja toda la potencia que almacena.




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El cambio con las levas resulta cómodo y muy intuitivo. Sorprende su estabilidad tanto en maniobras bruscas como en la salida de curvas, apoyada en una tracción integral con un reparto del par que de forma preferente dirige el 40% al eje delantero y el 60% al trasero, incentivando la diversión al conducirlo.

El confort de marcha se refuerza con un sistema que realiza un control continuo de la amortiguación, mientras la estabilidad y el equilibrio se apoyan en un spoiler trasero que está perfectamente integrado en la carrocería y que se eleva cuando se alcanzan los 150 km/h y se mantiene en esa posición hasta reducir a 105 km/h en el modelo que probamos. La insonorización del habitáculo es perfecta, a lo que ayudan, sin duda, unas ventanillas laterales con doble cristal, pero deja percibir el agradable ronquido del motor.




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La apertura y cierre de las puertas, y del maletero, se realiza con un mando llave, con los laterales estriados como el Continental Speed. A la izquierda del volante tiene ranura para un arranque convencional con el espadín que no es necesario utilizar porque el vehículo detecta su presencia y se puede arrancar el motor, y pararlo, con un botón situado a la izquierda de la palanca del cambio.

La experiencia de circular con el Supersports entre viñedos por las carreteras secundarias de La Rioja resulta estimulante pero también en carretera, aunque está claro que en un circuito es donde se podría haber exprimido al máximo todo su potencial. En cualquier caso las prestaciones se trasmiten en todo momento a la dirección y a todo el cuerpo, en cualquier momento.





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FICHA TÉCNICA

Lanzamiento. Ya a la venta
Precio. 260.105 euros
Dimensiones. Longitud/anchura/altura/batalla: 4,80/1,94/1,38 /2,74 metros.
Maletero: 370 litros
Mecánica. De 12 cilindros en W con dos turbocompresores. Gasolina y E85 de 630 caballos a 6.000 rpm y 800 Nm entre 1.700 y 5.600 rpm.
Transmisión: tracción total y cambio automático de seis velocidades
Prestaciones. De 0 a 100 km/h: en 3,9 segundos. De 80 a 120 km/h: 2,6 segundos
Consumo medio: en prueba 17,9 l/100km, oficial 16,3 l/100km
Emisiones de CO2: 388 gr/km

El salmón transgénico, en tela de juicio - El Mundo, es - link (aqui)



Cuestionan su seguridad para el consumo


Un salmón transgénico (arriba) junto a otro no modificado de la misma edad. | Greenpeace

Un salmón transgénico (arriba) junto a otro no modificado de la misma edad. | Greenpeace

  • Preocupación por las posibles reacciones alérgicas e impacto medioambiental

El primer animal genéticamente modificado para consumo humano se enfrenta a un futuro incierto, tras la evaluación ambivalente ofrecida este lunes por el equipo de asesores de la Administración de Alimentos y Fármacos de Estados Unidos (FDA, por sus siglas en inglés).

Los miembros de esta organización del Gobierno de los Estados Unidos, responsable de la regulación de alimentos, medicamentos y cosméticos, tienen dudas respecto a la seguridad de utilizar el salmón transgénico como alimento para el ser humano.

La FDA ha mostrado su preocupación por el pez de crecimiento acelerado, creado por Aqua Bounty Technologies Inc, ya que dicen que no hay datos suficientes para resolver dudas claves sobre los riesgos potenciales que presenta su consumo.

Sin embargo, parece no haber consenso dentro de la organización, ya que, mientras unos muestran abiertamente sus dudas, otros sostienen que no existen diferencias entre el salmón alterado genéticamente y el natural.

Una aprobación polémica

Aqua Bounty está buscando la aprobación de Estados Unidos para comercializar su salmón del Atlántico genéticamente modificado, que contiene un gen de otras especies para crecer dos veces más rápido de lo normal.

Si obtiene la autorización, el salmón de Aqua Bounty sería el primer animal genéticamente modificado para consumo humano en Estados Unidos.

Tanto algunos miembros de la FDA como Aqua Bounty Technologies Inc dijeron que el pez de rápido crecimiento parece presentar las mismas características que el salmón normal del Atlántico, y no representa amenazas para el medio ambiente o su consumo. Pero casi una docena de defensores de consumidores, ambientalistas y otras entidades protestaron por la iniciativa iniciando una masiva recogida de firmas.

Argumentan que no hay datos suficientes que permitan asegurar que comer este tipo de pescado no causa efectos colaterales como reacciones alérgicas, o que la fuga accidental de estos animales a medios naturales no tendría consecuencias nefastas para la biodiversidad de la zona. "Esto no es lo que quiere el público", dijo la analista de la Sociedad Estadounidenses contra la Vivisección Nina Mak.

Veredicto ambiguo

Superar las críticas y obtener el respaldo de la FDA es crucial para Aqua Bounty, una compañía que hasta la fecha no ha conseguido la aprobación de otros productos, y que vio aumentar más de un triple sus acciones este año ante la posible luz verde de la FDA.

Tras 11 horas de deliberaciones, el equipo de asesores de la administración no entregó un veredicto claro sobre si el salmón es apto para el consumo. La organización estadounidense tomará en cuenta los comentarios antes de tomar una decisión definitiva, pero no han precisado una fecha al respecto.

La semana pasada, varios grupos protestaron frente a la Casa Blanca en un intento por instar al presidente Barack Obama a bloquear la posible aprobación.

Una de las mayores preocupaciones en caso de que se apruebe el salmón genéticamente alterado, es cómo sabrán los consumidores que están comprando ese tipo de alimento, ya que las reglas actuales de la FDA sólo piden etiquetado especial cuando hay una "diferencia material" en el resultado final del producto alimenticio.

La salsa según la 'mamma' Scorsese - El País, es - link (aqui)

Editado en Italia el documental de 1974 del realizador Martin Scorsese sobre la cocina de su madre

LUCIA MAGI - Bolonia - 20/09/2010





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Amigos a la mesa- IMAGEN PROMOCIONAL


Il Sugo, es decir Su Majestad la Salsa, es la única institución que todo italiano respeta y venera. No hay familia que no tenga su propia manera de prepararla, su propio ritual para comerla, no existe nonna que pase a mejor vida sin haber comprobado que su legado gastronómico haya sido comprendido por nuera e hijos, mamma que no sople la receta a sus chavales que se emancipan y dejan el nido. En un panorama fragmentado y caótico como el transalpino, los ciudadanos se agarran a su pequeño huertecito y el típico espíritu del campanilismo, encuentra su más evidente reflejo en la receta de la salsa. Un experimento: recorran cualquier calle italiana, llamen a todas las puertas y no encontrarán dos recetas idénticas del dichoso aliño para la pasta. Detrás de cada puerta, por supuesto, estarán personas empeñadas en convenceros de que su interpretación es la mejor de la calle, del país y del mundo. Y todos os contarán su historia. La historia de cómo nació y se cristalizó en la tradición familiar aquella receta.



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Los padres del genio- IMAGEN PROMOCIONAL

Eso es lo que pasa en el espléndido documental, Italianamerican, que en 1974 Martin Scorsese (por aquel entonces había firmado Malas calles y Alicia ya no vive aquí) rodó entre el salón y la cocina de su casa de Little Italy. En estos días sale en DVD junto con el recetario de su mamma - el libro más custodiado de cualquier hogar - gracias al esfuerzo filológico de la Cinemateca de Bolonia (inédito también en España, se puede comprar aquí http://www.cinetecadibologna.it/comprare/categorie/obj_Italianamerican en idioma original, un espléndido inglés que recuerda a Los Sopranos). Il Sugo es el protagonista absoluto, el pretexto, colorado y paciente, de los cincuenta minutos en que Catherine y Charles, padres del director, recorren de manera leve y conmovedora la historia de una normal familia de inmigrantes: la pobreza, los sacrificios, el peso de los sueños y también los logros, la tranquilidad económica alcanzada en un país que era una chistera llena de posibilidades, el viaje a Polizzi Generosa, en las montañas de Palermo, posible sólo tras 39 años de matrimonio e indómito trabajo, para buscar los fragmentos de una familia cercana en el espíritu pero desconocida.

"Mi padre trabajaba en la quilla de los barcos. A lo mejor, les dejaban una semana entera sepultados allá dentro para hacer manutención, les llevaban comida pero no podían salir", dice Charles, detrás de unas gafas muy similares a las de su hijo, años más tarde. "Mi madre no hacía otra cosa que cocinar, en el día para nosotros los hijos, en la noche para mi padre que volvía del tajo", sigue. Redondita, enfundada en un camisón rosa pastel, con una coqueta melena blanca y el trapo siempre en la mano, Catherine revolotea entre el sofá (cubierto de celofán, claro, para que no se desgaste), los fogones donde barbulla la salsa y la mesa del comedor, lugar privilegiado para evocar recuerdos y anécdotas. Catherine capturó a los espectadores con su aparición en Uno de los nuestros, donde prepara un fantástico plato de pasta a su hijo Joe Pesci y a los buenos chicos de sus amigos, que llevan un cadáver aún caliente en el maletero.

En sus palabras toma forma aquella "única, grande familia de los italianos de nueva York: la gente dejaba la puerta abierta, entrabas y salías cuándo y dónde te daba la gana. Yo llegaba y le preguntaba a mi madre: '¿qué has cocinado?' Si no me gustaba, bajaba a donde los vecinos", recuerda Charles. "Mi padre hacía andamios, aquellas estructuras que sirven para las obras en los edificios. Iba a Springfield, en Nueva Jersey. Salía el lunes y volvía el viernes por la tarde. 45 dólares a la semana. Era mucho para la época, daba de comer a nueve hijos", dice Catherine y cuenta de cómo hasta se hacía el vino en casa: "Se compraba la uva, se exprimía con los pies y se dejaba en el barril fermentando en una habitación. Era buenísimo". Y así a seguir. Mientras se come y se espera a su Majestad la Salsa.

'Il sugo' por mamá Scorsese

Ingredientes:

1 cebolla grande

2 cucharas de aceite

3 latas de tomates pelados

2 latas de tomate en salsa

2 tazas de agua

1 lata de concentrado de tomate

3 dientes de ajo

2 zanahorias

1 patata

30 hojas de albahaca fresca

3 ramas de perejil fresco

Sal y pimienta

Para la carne:

100 gramos de pan duro

60 ml de leche

170 gramos de carne picada de cerdo

170 gramos de carne picada de ternera

170 gramos de carne picada de vaca

1 huevo grande

60 gramos de parmesano rallado

20 hojas de albahaca fresca

2 ramas de perejil

Preparación:

En una olla bien ancha, freíd la cebolla revolviendo de vez en cuando. Pasad en la batidora los tomates pelados y añadidlos a la salsa. Verted todo en la olla con el agua, el concentrado de tomate, el ajo, las zanahorias, la patata, la albahaca, el perejil, sal y pimienta. Esperad a que hierva, luego bajad el fogón y dejad cocer durante una media hora, revolviendo de vez en cuando.

Mojad el pan duro en una taza con leche. En un cazo amplio mezclad pan, carne, huevo, parmesano, albahaca, perejil, sal pimienta y media taza de tomate. Poco a poco añadid la carne a la salsa en la olla, desmenuzándola bien con las manos. Dejad cocer durante una hora, revolviendo de vez en cuando.

Antes de servir, eliminad los dientes de ajo, las zanahorias y la patata.










Lula se apodera de la campaña - El País, es - link (aqui)



El presidente brasileño es la estrella de los actos de su heredera, Dilma Roussef

SOLEDAD GALLEGO-DÍAZ (ENVIADA ESPECIAL) - São Paulo - 21/09/2010





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La sombra del presidente Lula da Silva se proyecta sobre una imagen de la candidata Dilma Roussef.- AFP


"Luuu-la", "Diiil-ma", así, por este orden, cantan los miles de asistentes a los mítines de la candidata del Partido de los Trabajadores (PT) en todo Brasil. El presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca que su heredera gane el próximo día 3 sin necesidad de acudir a una segunda vuelta (los últimos sondeos la mantienen en el 51%), y se está empleando a fondo los últimos 15 días para conseguirlo. Viéndoles moverse juntos por el escenario de Campinas (en el Estado de São Paulo, feudo de José Serra, su principal rival, con un 25%) se comprende muy bien la importancia de ese apoyo y las razones de las quejas de la oposición. Lula es realmente el protagonista de esta campaña electoral y está convirtiendo cada acto en una clamorosa despedida, con su correspondiente exigencia de afecto.

Los brasileños adoran a Lula, y Lula, el sindicalista que gobernó este país durante ocho años, con un éxito deslumbrante, adora los baños de masas. A Dilma Rousseff, por el contrario, una economista de 62 años, con antecedentes de guerrillera leninista, le cuesta mucho más aceptar las demostraciones de cariño o reprimir el gesto de cansancio. Tiene, sin embargo, muy buena voz y ha aprendido a dar buenos mítines. Incluso baila en los escenarios (pese a que un esguince le obliga a llevar una bota ortopédica), pero, por mucho que se esfuerce, nunca consigue la aplastante naturalidad del actual presidente. "Luuuu-la", gritan sus seguidores y "Luuuu-la", grita ella misma sin parar.

"Ganar en primera vuelta sería una sorpresa, desde luego. No creo que el Partido de los Trabajadores confiara hace pocos meses en un éxito tan grande", reconoce una de las asesoras de la candidata presidencial. La verdad es que el PT ni siquiera consideró que Dilma fuera la mejor candidata posible. Se trata de una apuesta personal de Lula. Rousseff era ministra de Energía cuando el presidente decidió llamarla para ocupar el influyente cargo de jefa de la Casa Civil y acabar así con la pelea entre quienes se consideraban sus posibles sucesores y querían situarse en las puertas de la presidencia. Dilma fue aceptada precisamente como una solución "neutral" porque nadie sospechaba, ni remotamente, que tuviera semejantes aspiraciones.

"Es injusto que se diga que toda la campaña es Lula", se queja una colaboradora de Dilma. "El mérito de ella es muy grande: en los debates y en los espacios de televisión ha sabido demostrar que es seria, capaz, una alternativa creíble. Ha ganado algún debate con más del 56% de los espectadores consultados. Sin todo esto, el apoyo de Lula sería insuficiente", asegura.

Lula intentó primero presentarla como "la madre" de los brasileños, pero como ese papel no le va, en absoluto, a esta enérgica mujer, ahora insiste más en presentarla como la persona junto a la que él mismo aprendió a gobernar. "Ella fue quien me ayudó a hacer un Brasil mejor", proclama.

Lula vio rápidamente, además, que si convertía la campaña electoral en una formidable campaña de despedida, su partido, el PT, podría quizás conquistar nuevas esferas de poder, distritos y escaños que no han estado hasta ahora a su alcance, y la verdad es que se ha lanzado a esa tarea con pasión, confiando casi exclusivamente en sus propias fuerzas.

La imagen de Dilma Rousseff, hija de un comunista búlgaro que emigró y una maestra brasileña, ha cambiado sustancialmente en el último año. Tiene una hija, Paula, y un nieto (Gabriel, que nació hace menos de un mes), y ha superado hace poco un cáncer linfático, que fue, quizás, lo que más la animó a ensayar un nuevo aspecto. Ahora lleva el pelo mucho más corto y han desaparecido las gafas y algunas arrugas (no todas, afortunadamente).

"Claro que Dilma no puede aspirar a los mismos niveles de popularidad que Lula. Ni se le ha pasado por la cabeza. Pero se equivocan quienes creen que será una marioneta, ni de Lula ni del PT", asegura su colaboradora. Quienes la rodean señalan más su capacidad para decir no, que su simpatía. Dilma va a tener que hacer frente, nada más ganar, a un problema muy serio, la corrupción que ha podido rodearla estos últimos años en la Casa Civil que ella dirigió desde 2005. Erenice Guerra, que se ha visto obligada a dimitir por posible tráfico de influencias, no era una simple colaboradora, sino su auténtica mano derecha, durante mucho tiempo. "La investigación judicial debe seguir adelante", reclama, sosegada pero inflexible, Marina Silva, del Partido Verde.

En los mítines, Dilma sale al paso de esos ataques, pero su mensaje principal no gira en torno a su trabajo, sino en torno a Lula y a su legado. En Campinas, fue Lula quien arremetió con furia contra las acusaciones de corrupción en su entorno: la prensa es mentirosa, la oposición, brutal, el DEM (partido de centro-derecha) debe ser "erradicado". La cólera de Lula sonó terrible, (el cantante Caetano Veloso, próximo a los Verdes, llegó después a llamarle incluso "golpista"), pero el presidente detectó rápidamente el ambiente festivo del mitin y volvió de pronto a los elogios. "Presten atención. Ella tiene un corazón eficaz y bonito", bromeó, mientras se acercaba por detrás y la abrazaba cariñosamente. Luuu-la, gritaban miles de brasileños, encabezados por Dilma Rousseff.

Erenice continua dependurada na folha das estatais - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)



21/09/2010

Sérgio Lima/Folha

Afastada da chefia da Casa Civil, Erenice Guerra ainda pende da folha de salários de empresas estatais.

A ex-protegida de Dilma Rousseff ainda integra os conselhos de administração da Eletrobras e do BNDES.

No primeiro, participa de uma reunião a cada três meses. No segundo, as reuniões são mensais.

Somadas, as duas sinecuras rendem a Erenice algo como R$ 108 mil por ano. O caso é original.

Apadrinhado de José Sarney, Silas Rondeau teve o cargo de ministro de Minas e Energia passado na lâmina da Operação Navalha, em 2007.

Como Erenice, Silas rodou em meio a denúncias de malfeitos. A despeito disso, permanece até hoje no conselho de administração da Petrobras.


Escrito por Josias de Souza às 03h47

Querendo aparecer e destilando preconceitos


(Estadão on line)

Promotor denuncia Tiririca por omissão na declaração de bens

Humorista declarou que tudo o que tinha estava em nome de terceiros por conta de pendências com a Justiça do Ceará

21 de setembro de 2010 | 0h 00

Adriana Moreira - O Estado de S.Paulo

Com seus bordões cheios de humor, Tiririca (PR) ganhou a preferência do eleitorado e lidera as pesquisas de intenção para deputado federal. Sua candidatura, no entanto, corre o risco de ser impugnada caso a Justiça Eleitoral acate a denúncia realizada pelo promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes na quinta-feira. Ele alega que o comediante cometeu fraude ao declarar, em uma entrevista, que seus bens estavam em nome de terceiros.

Recordista na arrecadação de verba de campanha em seu partido, Francisco Everardo Oliveira Silva, nome de batismo do humorista, declarou à Justiça Eleitoral não ter bens em seu nome. No entanto, em reportagem da revista Veja, Tiririca disse não ter nada em seu nome por conta de processos trabalhistas e de sua ex-mulher, em trâmite no Ceará.

"O candidato declara com a maior cara de pau que tem bens que não estão em seu nome", critica o promotor. Segundo ele, ao ocultar bens de seus credores, Tiririca estaria cometendo o crime de falsidade ideológica na Justiça Eleitoral, além de fraude na Justiça comum. Por isso, Lopes entrou com o pedido de quebra de sigilo fiscal e bancário do comediante.

O promotor acredita que o pedido será julgado rapidamente, mas não soube dar um prazo específico. Segundo ele, o processo não deve ser concluído antes das eleições, mas caso Tiririca vença nas urnas e, mais tarde, seja condenado, deverá perder o mandato.

Ironicamente, os deputados que arrastar com ele em razão do quociente eleitoral - que define quantas cadeiras são reservadas a cada partido - terão o mandato garantido, independentemente da conclusão da Justiça.

Exagero. Para o advogado de Tiririca, Ricardo Vita Porto, tudo não passa de "um grande exagero". Segundo ele, não foi cometido nenhum crime eleitoral. "Ele não possui qualquer bem, seja em seu nome ou em nome de terceiros", afirma. Mais tarde, porém, disse que "a omissão de bem não configura crime eleitoral".

Porto afirmou ainda que os rendimentos de Tiririca não são suficientes para ter qualquer patrimônio. "Humorista não ganha tão bem", justificou. De acordo com o advogado, houve um acordo com a ex-mulher do candidato "há muito tempo", mas não soube precisar em que consistiria esse acerto.

Até agora, não houve notificação oficial, segundo o advogado. "Tudo o que sabemos foi por meio da imprensa." No entanto, ele garante que assim que o candidato for notificado vai entregar todos os documentos requisitados pela Justiça. "Não vai ser preciso quebra de sigilo. Vamos apresentar todas as declarações de Imposto de Renda", afirmou.

Para o advogado, a ação é reflexo da alta popularidade de Tiririca. "Estamos absolutamente tranquilos. Isso é natural para quem desponta como um dos favoritos do eleitorado."

Não era bem assim




AVISO AOS NAVEGANTES


Monica Moura, mulher do jornalista João Santana, que comanda o marketing da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência, escreveu em seu Twitter que José Dirceu (PT-SP) deveria falar menos, que ele não está na campanha de Dilma e que não participará do novo governo caso ela seja eleita. As mensagens foram retiradas da página depois de um tempo.


Mônica Bergamo - Folha de São Paulo (aqui)

Os intestinos de Mãe joana




Encrenca contratada

Quem acompanha o desenrolar da crise nos Correios, gênese do escândalo que derrubou Erenice Guerra da Casa Civil, avalia que as demissões até agora efetuadas estão longe de desarmar as bombas plantadas na empresa. Instalado na presidência há menos de dois meses por Erenice, David José de Matos tem um histórico de relações complicadas com a política do Distrito Federal. Também ligado à ex-ministra, o diretor comercial, Ronaldo Takahashi, já bateu de frente com Pedro Magalhães Bifano, diretor de Gestão de Pessoas afastado em julho, e com o próprio ministro das Comunicações, José Artur Filardi.



Para entender 1 Mais de um interlocutor afirma ter ouvido Erenice afirmar que pretendia acabar com o sistema de franquias dos Correios. A disputa em torno das licitações de 1.429 franquias cujos contratos vencem em novembro é tida como uma das causas das recentes demissões na empresa.

Para entender 2 Os franqueados estão descontentes com as condições impostas no edital para que continuem com as agências. O ex-presidente Carlos Henrique Custódio teria sinalizado disposição para rediscutir alguns termos, mas a iniciativa foi barrada por Erenice.


Renata Lo Prete - Coluna Painel, Folha de São Paulo (aqui)