segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Stanley Black - A Taste of Honey

Stanley Black - Berimbau

STANLEY BLACK, PIANO Y ORQUESTA - TANGO AZUL / BLUE TANGO

Stanley Black - Os Quindins De Ya Ya

STANLEY BLACK - Delicado - 1950s LP Slide

XAVIER CUGAT - Calcutta - 1950s LP, Slide

XAVIER CUGAT - Peanut Vendor

XAVIER CUGAT - Mambo Jambo (Que Rico el Mambo) - 1950s LP, Slide

XAVIER CUGAT - TICO TICO - 1950'S (LP, Slide)

Xavier Cugat - Cherry Pink & Apple Blossom White

Xavier Cugat - Siboney Instrumental

Xavier Cugat - Perfidia

Mantovani and his Orchestra_ Besame Mucho

La Cumparsita tango-Mantovani & his orchestra

Mantovani and Orchestra plays "Bajo el cielo de París"

Mantovani & Orchestra - "Sweet Leilani"

Mantovani plays "Tulips from Amsterdam"

Billy Vaughn - Sail Along Silvery Moon

Billy Vaughn - Chopsticks

Billy Vaughn - Estrellita

Billy Vaughn - Mexicali Rose

Românticos de Cuba-Una aventura más/Verdad Amarga

Los Románticos de Cuba "Amapola"

Orquesta Romanticos de Cuba - Sonrie y Candilejas

Franck Pourcel interpreta Tres Palabras

Franck Pourcel-Tu Te Reconnaitras

FRANCK POURCEL : LES BAXTER’S LA FEMME

FRANCK POURCEL-UN GATTO NEL BLU フランク・プゥルセル~愛の中のネコ

FRANCK POURCEL-SANREMO '72-CI SONO GIORNI

Paul Mauriat - Toi l'amour et moi (1969)

Paul Mauriat - Sylvie (1963)

Paul Mauriat - Catherine (1969)

Paul Mauriat-My House And The River

Paul Mauriat-I'm Not In Love

Paul Mauriat-Fais Comme L'Oiseau ''Voce Abusou''

Marina chega à reta final mais ‘aprumada’ que Serra - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)




27/09/2010

Lula Marques/Folha
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Realizou-se na noite passada, na TV Record, o penúltimo debate presidencial antes do primeiro turno da eleição. Os contendores voltaram aos holofotes num instante em que a platéia se pergunta: Haverá segundo turno?

A julgar pelas últimas pesquisas, a resposta é “não”. Mas José Serra e, sobretudo, Marina Silva tentam modificar a cena. Marina chega à reta final com o discurso mais aprumado que o de Serra, eis o que ficou evidenciado no debate.

Serra é, hoje, um candidato na defensiva. Gasta mais tempo se explicando do que vendendo seu peixe. Curiosamente, dirigiu a maioria das perguntas que lhe coube formular não a Dilma, como seria lógico, mas ao lanterninha Plínio de Arruda Sampaio.

Só questionou Dilma quando as regras do debate o impediram de se desviar da rival. Dilma fez o mesmo. Inquiriu ora Marina ora Plínio. Em confrontos anteriores, Serra esfregara no nariz de Dilma o ‘Fiscogate’ e o ‘Erenicegate’. Na Record, absteve-se de repetir a tática. O caso da violação fiscal nem foi mencionado. O escândalo da Casa Civil foi cobrado, mas não por Serra. 

Deu-se o seguinte: Serra e Dilma fizeram de Marina e Plínio escadas para explorar os temas que mais lhes convinham. Lançavam as perguntas e, ao replicar, desfiavam um lero-lero ensaiado. Não funcionou. Convertida em escada, Marina escalou sobre ambos.

Antes, Marina era ignorada. Serra e Dilma chegavam mesmo a poupá-la. Agora, até Plínio alveja Marina. Pingou dos lábios de Dilma o ataque mais incisivo. Em verdade, um contraataque. Evocando o mensalão, Marina recordou que o caso Erenice é uma reincidência. Fustigou: Que providências tomou para evitar?

Levada ao corner, Dilma subiu o tom: “As mesmas providências que você tomou”. Lembrou que, como ela, Marina é ex-ministra. E disse que, sob a ex-titular do Meio Ambiente, servidores de chefia foram pilhados vendendo madeira.

Mais incisivo, Plínio disse a Dilma que a nomeação de Erenice o conduzia a duas conclusões: ou a petista foi “conivente” ou mostrou-se “incompetente”. E ela: “Nem uma coisa nem outra". Disse que encrenca está sendo investigada, como convém.

Numa tentativa de espantar a tese de que a gestão Lula virou ninho de corrupção, Dilma disse que, valorizada, a PF trabalha a mais não poder. A Controladoria adotou um grau de transparência que não se vê em São Paulo. Sumiu a figura do “engavetador-geral”, como ficou conhecido Geraldo Brindeiro, o procurador-geral da República da era FHC.

Plínio não se deu por achado. Se a PF trabalha tanto é porque a corrupção viceja, disse. Noutro trecho do debate, Marina questionou o “promessômetro” de Serra. Aparentemente munida de dados, disse que, como governador de São Paulo, Serra gastara mais em publicidade do que em programas sociais.

Nas cordas, Serra disse que o “social” não se limita ao assistencial. Inclui saúde e educação. Religou o “promessômetro”: salário mínimo de R$ 600, mais Bolsa Família e aumento das aposentadorias. “As propostas não estão encontrando respaldo na realidade”, Marina replicou.

Serra costuma se jactar de sua passagem pela pasta da Saúde. Marina cuidou de iluminar a (in)ação de Serra noutro ministério. Disse que, no Meio Ambiente, defrontara-se com o flagelo da terceirização de mão-de-obra. Como ministro do Planejamento de FHC, como permitiu que o fenômeno se disseminasse?

Ao responder, Serra disse que nada tem a ver com a terceirização. Sua escala no Planejamento foi breve, alegou. Depois, numa das ocasiões em que as regras o compeliram a questionar Dilma, Serra mirou no “aparelhamento” das agências reguladoras e na acomodação de companheiros em 21 mil cargos de confiança.

Dilma respondeu que a gestão FHC criara as agências, mas não as dotara de estrutura. E pegou carona na pergunta de Marina. Ao chegar no Ministério de Minas e Energia, encontrei um engenheiro e mais de 20 motoristas, declarou.

Mais: no governo de São Paulo, Serra contratara professores que haviam sido reprovados em concurso. O tucano aconselhou a rival a checar os dados. A petista respondeu que se servia de informações públicas. E a coisa ficou por isso mesmo.

Num bloco em que coube a jornalistas formular perguntas, Serra foi empurrado, de novo, para a defensiva. Questionaram-no sobre: 1) O fato de ter levado Lula à TV e escondido FHC. 2) A reiteração da tática do medo, que usara contra Lula em 2002, servindo-se de depoimento dramático de Regina Duarte.

Serra disse que exibiu Lula por 30 segundos, em situação específica. Quanto a FHC, alegou que, ao propalar sua passagem pela Esplanada não está senão prestigiando o amigo, que sempre lhe deu apoio. Convidada a comentar a resposta, Dilma foi à jugular:

"Considero muito estranho que o Serra use a imagem do Lula à noite e de dia faça críticas ao governo”. Ao replicar, Serra disse que sua candidatura não tem patrocinador. E chamou Dilma de “ingrata”.

Recordou que o “medo” evocado na peça de 2002 só não se materializou porque o governo Lula manteve os avanços de FHC. Avanços que renegara -o Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo- foram depois reconhecidos por Antonio Palocci, lembrou.

Ao final, José ‘28%’ Serra e Marina ‘13%’ Silva convidaram o eleitor a levá-los a um segundo round contra Dilma ‘49%’ Rousseff. As pesquisas da semana trarão a resposta. Para azar de Marina, a briga inclui um terceiro adversário: o relógio.

Escrito por Josias de Souza às 03h42

Rita Lee - "Passione" por Itaquera



 Marisa Cauduro-20.mai.2009/Folhapress
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RITA LEE: "JÁ PEDI PERDÃO DE JOELHOS"

Ao comentar a escolha de Itaquera para abrigar o estádio do Corinthians, Rita Lee disse no Twitter: "Para quem não conhece, Itaquera é o c... de onde sai a bosta do cavalo do bandido". A mensagem repercutiu e apareceu no "Fantástico". A cantora disse que foi ameaçada e deixou o Twitter. Depois, voltou. Ela falou por e-mail à coluna:


 


Folha - O que achou da frase sobre Itaquera parar na TV?
Rita Lee - Disse merda e recebi merda de volta. Com relação ao "Fantástico", me convidaram para gravar "Repórter por Um Dia" em Itaquera e recusei, porque não sou boba. A última vez que participei do programa foi numa entrevista sobre maus tratos de animais. Fui processada pela "tchurma" de Barretos. Ganhei nas duas instâncias, mas foi um saco não poder fazer meus discursinhos. Estou sabendo que o jornalismo do "Fantástico" quis se vingar jogando gasolina no fogo. É duro ser cigarra no meio de formigueiros. [A assessoria do "Fantástico" diz que "não existe vingança"."Ela fez um comentário público e reproduzimos."]

Qual a pior ameaça recebida?
Uma bala na cabeça foi o mais bonzinho. O pior foram ameaças de morte à família.

Continua corintiana?
Eu já pedi perdão de joelhos a Itaquera, sei quando faço uma cagada homérica, mas jamais disse algo desprezível sobre o Corinthians! Acho mesmo é que o novo estádio será uma baita de uma roubalheira sem tamanho. Por que voltou ao Twitter?
Os amiguinhos tuiteiros me pediram pra voltar. E me divirto pra "carai". Meu mestre João Gilberto me disse que nessas alturas do campeonato posso dizer o que bem entendo, quando bem entendo. Sou apenas o gafanhoto...
Você tuita muito sobre a novela "Passione". Qual o segredo de Gerson?
Primeiro pensei que Gerson nutria um tesão por Mauro desde a infância. Instalou uma câmera escondida no banheiro do outro e ficava espiando pelo computador. Depois, que tinha tesão em ver gente estraçalhada em desastre, tipo Lady Di. Agora, acho que tem tesão pelo computador, um "Macintófilo".


(Mônica Bergamo - Folha de São Paulo - aqui)

Comercial antigo - Breath Stench Cured With 1950s Listerine

Charge do dia

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Miguel - Jornal do Commercio - Recife, PE

BMW CONCEPT 6 SERIES El futuro coupé de BMW - El Confidencial, es - link (aqui)

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@C. Cancela.- 27/09/2010

El pasado mes de agosto terminó la producción del Serie 6 de BMW, un coupé de cuatro plazas heredero de la tradición de este tipop de vehículos en la marca bávara. En el Salón de París se presneta el Concept 6 Series, antesala del futuro coupé que llegará al mercado el, próximo año.
El BMW Concept 6 Series Coupé representa una nueva y futurista definición del placer de conducir un automóvil deportivo y exclusivo a la vez, aunque respetando las cualidades típicas de la marca. Este concept-car mantiene las características clásicas propias de los coupé de BMW. Un coche capaz de ser el sucesor del anterior Serie 6 lanzado al mercado en el año 2003.



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Este concept-car posee los clásicos rasgos de un coupé de BMW, como los 630 de los años ochenta. Estos se manfiiestan en el largo capó, el pequeño voladizo frontal, el habitáculo desplazado hacia atrás, la gran distancia entre ejes, la baja silueta y la dinámica trayectoria de la línea del techo.
Quizá lo más llamativo del concept-car son sus nuevos faros con tecnología de diodos luminosos. Es la primera vez que un BMW cuenta con faros constituidos únicamente por  estos LED. Estos generan una luz blanca muy intensa, con lo que la iluminación de la calzada es especialmente nítida e intensa. Además, estos faros incluyen la función del haz de luz direccionable. Los anillos luminosos, también de diodos luminosos, hacen las veces de luz de conducción diurna y le aportan una gran personalidad.
Las luces traseras, igualmente con  tecnología de LED, constan de dos franjas conductoras de luz, creando el típico diseño nocturno de los coches de BMW.
El BMW Concept 6 Series Coupé es el heredero de una larga tradición en el mundo de los vehículos coupé. A lo largo de los últimos 70 años, los coupés de la marca han marcado hitos en la historia del automóvil.
Los más destacados han sido los modelos 327 y 327/28 de BMW, los coupé de competición sobre la base del BMW 328, el BMW 503, el BMW 3200 CS, el BMW 2000 CS y los grandes coupés relacionados con la versión BMW 3.0 CSi, además de los modelos coupé de la serie 6 de BMW, ofrecidos desde el año 1976.

Mujer sexy y mediterránea - El confidencial, es - link (aqui)

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La quinta jornada de la Semana de Moda de Milán para la próxima temporada primavera-verano 2011 estuvo marcada por una mujer super sexy de carácter mediterráneo de Dolce&Gabbana y otra de estilo relajado y acento gitano, que no pierde el tono aristocrático propio de la casa de Salvatore Ferragamo. "Mujeres en blanco con reminiscencias de los años 50" podría titularse al cuadro de modelos de Dolce&Gabbana que desfilaron este domingo con faldas tubo de cintura alta marcando formas, conjuntada con una pequeña blusa que deja a la vista la parte alta del vientre. Zapatos y bolso blancos, y enormes pendientes de aro completan el diseño que presenta a una mujer de clima cálido y con fuerte carácter mediterráneo.

John Calvert, el mago en activo más viejo del mundo -El Mundo, es - link (aqui)

Participa en el XXX Congreso Nacional de Magia

  • A sus 99 años John Calvert es el mago en activo más viejo del mundo
  • Decidió ser mago a los 8 años, tras una función de Howard Thurston en Ohio
  • Ha rodado más de 40 largometrajes con la Paramount Pictures
  • Le enseñó 'algunos trucos' a Orson Welles, aunque 'él ya era mago', afirma

Adriana Blanco | A Coruña
Actualizado domingo 26/09/2010 18:20 horas



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John Calvert y su mujer Tammy, su ayudante y traductora. | A. B.

Nació en 1911, cuando el Titanic todavía no se había hundido y el mundo no tenía las cicatrices de dos guerras mundiales. Su nombre es John Calvert y aunque en España pasa desapercibido, es uno de los grandes precursores de la magia en Estados Unidos, además del mago más viejo del mundo.

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John Calvert a los 22 años, rodando una película para la Paramount.


A sus 99 años (cumplidos el pasado 5 de agosto), Calvert no se ha resignado a abandonar su gran pasión: la magia, que según él es "lo que le mantiene vivo", y por eso estos días aguanta como un chaval de 20 años las maratonianas sesiones del XXX Congreso Nacional de Magia que se está celebrando en A Coruña.

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John Calvert, a los treinta años, cuando ya era un conocido mago.

En el casi siglo que ha vivido tiene muchas anécdotas que contar. Lo hace despacio porque es un poco duro de oído y a veces necesita la ayuda de Tammy, que empezó siendo su asistente en los espectáculos y acabó convirtiéndose en su compañera en la vida. Por lo demás, Calvert goza de una salud envidiable y una memoria de elefante. Se define a sí mismo como un ilusionista clásico, de los que hacen grandes puestas en escena, como serrar a una persona por la mitad, y otro par de trucos que seguramente esconda bajo la manga. Lleva un bigotito nevado sobre el labio, los dedos ensortijados hasta la exageración y, por su vestimenta, es fácil adivinar a qué se dedica.

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Fue el primer mago en trasladar su equipo y atrezo en avión, pues es también piloto.

Cary Grant y Orson Welles eran magos

Decidió que quería ser mago a los ocho años, cuando su padre le llevó a ver un espectáculo de Howard Thurston en Cincinnati (Ohio). Después de aquello, Calvert no tardó mucho en realizar su primer truco: hizo aparecer el huevo que llevaba en su bolsillo bajo el abrigo de uno de sus compañeros de clase. Fue el primero de muchos otros que iría aprendiendo con el tiempo, hasta convertirse en un referente mundial de la magia.
En sus 99 años de vida, ha rodado más de 40 largometrajes con la Paramount Pictures, y se ha codeado con algunas de las grandes leyendas del espectáculo. Trabó amistad con Charles Chaplin, Cary Grant ("que sabía magia"), Errol Flynn, Paul Newman y Orson Welles, a quien confiesa haberle enseñado "algunos trucos, aunque él ya era mago".
También ha recorrido prácticamente todo el mundo a borde de uno de sus yates (tiene tres) y fue el primer mago en trasladar su equipo y atrezo en avión gracias a que tiene la licencia de piloto y posee flota propia. "De hecho, en el vuelo de Madrid a A Coruña, la tripulación le invitó a la cabina de mandos", afirma Tammy, mujer.

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John Calvert con uno de los mitos de Hollywood, Errol Flynn.

¡Piratas!

Son mil las anécdotas que puede contar de sus múltiples viajes, aunque, si le preguntas, siempre se queda con dos. La primera, cuando fue invitado, en 1958, "a realizar un espectáculo en Taiwan para los soldados del Ejército de Estados Unidos. Cada vez que hacía un número, me ponían una medalla en señal de agradecimiento, así que acabé siendo el americano más condecorado de Taiwan", comenta.
La segunda fue ya en pleno Pacífico, a la altura del estrecho de Formosa, cuando casi les atacan los piratas. Las Fuerzas Aéreas estadounidenses, para las que había estado actuando previamente, le habían dado unos fuegos artificiales y algunos consejos sobre lo que debía hacer si se encontraban con ellos, porque "mataban a la tripulación, cogían todo lo que podían y se iban". "Estábamos navegando y de repente uno de los oficiales se acercó a mí y me dijo: capitán, se acerca a nosotros un barco muy extraño. Puede que sean dos".
Calvert cogió un telescopio y confirmó que, efectivamente, "había dos barcos que se dirigían hacia nosotros, uno detrás de otro". Dio entonces la orden de navegar a máxima velocidad en dirección recta mientras hacían estallar los fuegos artificiales. "Creo que pensaron que éramos un barco de guerra porque acabaron apartándose, uno a la izquierda, otro a la derecha, y nuestro barco pasó por el centro de las dos embarcaciones", se carcajea.


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Calvert, en una actuación en Taiwán en los años 50.

'No me gusta Obama'

Otra de las peculiaridades de haber vivido casi un siglo es haber presenciado los cambios por los que atraviesa tu país. Aunque a Calvert no parecen gustarle demasiado los que implican a su amado Estados Unidos. Se muestra obsesionado por la situación política, y no se muerde la lengua al declarar que no le agrada en absoluto Obama, a quien considera uno de los peores presidentes de la historia de su país. "No porque sea negro", puntualiza, por si hay un error de juicio, sino porque "se relaciona demasiado con los musulmanes" y eso, tras lo ocurrido en el 11-S y las revueltas actuales, es un asunto muy delicado. Para él, el mejor presidente de los Estados Unidos ha sido Ronald Reagan, "por su honestidad y gran sentido del humor" y porque "nunca tuvimos una guerra mientras él fue presidente".
Dejando la política a un lado, Calvert también tiene una opinión muy marcada sobre los magos actuales, sobre todos los que han convertido la magia en un gran espectáculo mediático. David Copperfield, David Blaine, Criss Angel... "¿Esos? Esos no son magos", afirma con contundencia. "Quieren salir en la televisión tantas veces como puedan, pero eso no es magia. Lo único que les importa es compartir cama con tres, cuatro, cinco señoritas... Las que puedan".

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Calvert afirma que el secreto de su longevidad es el optimismo.

La fuente de la eterna juventud

Él, que a estas alturas de su vida ya se puede considerar un ilusionista clásico, es más partidario de la vieja escuela y los trucos heredados de los grandes magos, como Harry Houdini o Howard Thurston, y aunque tenga bajo la manga números capaces de impresionar a cualquiera, afirma que la gente todavía se sorprende "cuando hago algo tan simple como el truco del pañuelito danzarín".
Y quizá en esta sencillez se encuentre el secreto de John Calvert para hacer que su interlocutor se olvide de la edad que lleva sobre sus espaldas. ¿Cuál es el secreto? ¿Dónde está el truco de su longevidad? "Si no tuviera un objetivo en la vida no podría haber llegado a los 99 años", confiesa. Y luego cita a Shakespeare, algo que también hace a menudo: "Él decía que el mundo es un gran escenario. Pues, bien, yo me levanto cada mañana pensando que estoy en un escenario y me digo a mí mismo: hoy vas a interpretar el papel de un hombre joven y lo vas a hacer durante todo el día".

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Calvert, en A Coruña, con la carátula de una de sus películas.


Nada de piedras filosofales, tónicos o fuentes de la eterna juventud. Aquí no hay trampa ni cartón, solamente positivismo en estado puro: "Ese es el mejor de los trucos".


Fragmento del documental 'John Calvert: Su magia y sus aventuras' (En inglés)

Gisele Bündchen se sube a la ola verde en Brasil - El País, es - link (aqui)

La modelo apoya a la candidata ecologista Marina Silva

M. G / AGENCIAS - Madrid - 27/09/2010



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Gisele Bündchen.- GTRESONLIN



Todo el mundo conoce la preocupación de Gisele Bündchen por el medio ambiente. De hecho siempre que puede se suma a causas ecologistas. La pasada primavera grabó una serie de vídeos para el Ministerio de Medio Ambiente brasileño en defensa de la protección de la biodiversidad. Pero hasta ahora nunca se había metido en política. Quien le ha hecho saltar la barrera ha sido una de las candidatas a la presidencia brasileña, la ecologista Marina Silva, que se presenta a los comicios del próximo 3 de octubre. Bündchen es la protagonista de un vídeo divulgado en YouTube por la campaña del Partido Verde (PV).

La modelo, de 29 años y embajadora de la Buena Voluntad de la Organización de Naciones Unidas (ONU), asegura en la cinta que dará su voto a la candidata del PV porque "es una mujer que parece tener mucha integridad". "Creo en lo que ella quiere hacer. Creo que es algo importante y que tiene el foco en el lugar acertado, por eso voy a darle mi voto", ha proclamado Bündchen. Y añadió que durante su gestión como ministra de Medio Ambiente, Silva "mostró que tenía una misión y que fue presionada" para flexibilizar su política de preservación ambiental de la Amazonia en favor de sectores de expansión industrial y agropecuario, lo que la llevó a la dimisión.
El respaldo de la modelo ha sido celebrado por Silva, que escribió en su cuenta de Twitter: "Estoy feliz con la declaración de Gisele. Eso solo aumenta la altura y velocidad de nuestra ola verde".
En los sondeos Silva está tercera detrás de Dilma Rousseff, ex jefa de gabinete de Lula, y de José Serra, socialdemócrata y ex gobernador de São Paulo.
Bündchen regresó en junio al trabajo después de haber dado a luz a su primer hijo el 8 de diciembre. Ahora compagina sus jornadas en la pasarela con las de empresaria. Después de crear una marca de sandalias, ha lanzado una línea de cremas para la piel compuesta de ingredientes completamente naturales.

JOHN LE CARRÉ Escritor: "La barbarie es fruto de la mediocridad"

IKER SEISDEDOS (ENVIADO ESPECIAL) - Berna - 27/09/2010


El escritor John Le Carré


El escritor John Le Carré.- CARLES RIBAS


A John Le Carré le encanta una buena trama. Cita al periodista una injusta mañana invernal en Berna, en el lujoso Bellevue Palace, uno de esos hoteles que retienen cierta grandeur incluso aunque, como es el caso, albergue una bullanguera convención de productores de gruyère. Podría pasar por el escenario de una de sus novelas si no fuera porque en efecto lo es. En el clímax de Un traidor como los nuestros (Plaza y Janés), su nuevo y estupendo libro, un voluminoso mafioso ruso, dos temibles ex agentes del KGB y un espía británico venido a menos pelean en el vestíbulo del hotel. En una esquina, esta mañana, Le Carré (Dorset, 1931), con blazer azul marino, lee en la columna de cotilleos del International Herald Tribune que la adaptación en proceso de su novela El topo (1974), Gary Oldman encarnará a su célebre creación el agente George Smiley.
"En este mismo salón", recuerda el gran novelista británico de espionaje, "se celebraba los sábados por la tarde un baile cuando llegué en 1949 a la somnolienta Berna escapando de Inglaterra para estudiar alemán. Pagabas tres francos y podías escoger a una chica con la que bailar bajo la atenta mirada de su madre". David Cornwell no era por aquel entonces el John Le Carré de su seudónimo, ese autor que adoran millones de lectores de todo el mundo, ni tampoco había sido aún reclutado en Oxford por el MI6, servicio de inteligencia británico, con una discreta palmadita en la espalda.
Han pasado más de 60 años, pero el viejo espía, que abandonó el servicio a principios de los sesenta, sigue embarcado en la misión de denunciar los problemas de nuestro tiempo desde el subsuelo del mundo del espionaje. En esta ocasión, el tema es el blanqueo internacional de dinero, el podrido Londres plutócrata y la impunidad en la que se mueven los oligarcas rusos. Hay espías, por supuesto, que "trabajan para un país que no alcanza a pagar las facturas" y "en el que el Foreign Office no es más útil que un sueño húmedo" y también hay héroes inconfundiblemente Le Carré, como la pareja protagonista, Perry y Gail, dos tipos normales en una situación completamente anormal.
Esta ronda de entrevistas, asegura el escritor, que vive en Cornualles, el finisterre británico, será la última. Si, como asegura uno de los personajes de Un traidor como los nuestros "los diplomáticos mienten por el bien de su país y los políticos para salvar su pellejo"... ¿Habrá que creer a un autor que ha construido su enorme reputación a partir de tipos tan acostumbrados a vivir en la mentira que olvidan lo que es decir la verdad? "Ya soy una persona mayor", explica Le Carré con la elegancia y la genuina amabilidad que adornan cada uno de sus gestos. "Bastante tengo con concentrarme en escribir. Y los requerimientos promocionales se han hecho enormes".
Pregunta. ¿Siente vértigo al asomarse a los 80 años?
Respuesta. No especialmente, solo agradecimiento por todas las vidas que viví.
P. ¿Tantas fueron?
R. He sido huérfano, interno en el gulag de la enseñanza británica, cristiano fallido, desgraciado, virgen durante demasiado tiempo, marido precoz, espía niñato que buscaba su identidad en la pertenencia a las instituciones del servicio secreto, amante desesperado con aventuras continuas y bastante idiotas. Supongo que maduré demasiado tarde.
P. Esto podría ser un ensayo para su anhelada autobiografía.
R. Siempre que la empiezo, acabo escribiendo una novela y eso está bien.
P. Sabemos por su propia confesión que fue espía en su juventud y que su padre fue un estafador de altos vuelos... ¿Le quedan secretos por desvelar?
R. No querría sonar pomposo, pero un escritor solo tiene un enigma y es su propia vida. Mi padre era un criminal y crecí con ello. Y sí, estuve en el servicio secreto. Nunca revelaría nada de aquel tiempo, por eso supongo que no escribo mis memorias.
P. De ahí que su némesis parezca Kim Philby, el doble agente británico al servicio de la URSS que le delató a usted y a decenas de sus compañeros...
R. No estreché su mano en Moscú cuando pude, en 1989. No quería dignificarlo, como él pretendió tras el parapeto ideológico del comunismo. Cuando nos traicionó, él ya era consciente de lo que era capaz Stalin. Cuando fui a Alemania por primera vez a finales de los cuarenta aún olía a muerte. No entendía cómo habían sido capaces. Luego, ya de mayor, me di cuenta de cada país tiene su barbarie. Y que la barbarie no es un atributo solo de los hombres poderosos. Es consecuencia de la mediocridad. Gente normal haciendo cosas horribles.
P. De la lectura de su última novela se deduce que no cree que el dinero no huela, el non olet de la vieja expresión de los romanos.
R. Apesta a tráfico de drogas, de armas, asesinatos a sueldo, a opresión y a enorme corrupción. Y creo que los bancos son en gran parte responsables del blanqueo internacional de dinero. Mucho más preocupante resulta el asunto en Rusia, donde no existe el dinero limpio.
P. Resulta irónico hablar de este tema en la capital de la confederación helvética... ¿Exigir a un banquero suizo control sobre el blanqueo de dinero es como aspirar a que un relojero de este país pida explicaciones al tiempo?
R. No es un asunto exclusivamente suizo. En Reino Unido los bancos también compiten por lavar más blanco. Le contaré mi propia experiencia en blanqueo de dinero... Cuando Harold Wilson era primer ministro, pagaba el 86% de tasas y si ganabas aún más que yo, podrías verte en la situación surrealista de que tenías que pagar más de lo que ingresabas. Así que una reputada firma contable me aconsejó que constituyese una empresa en Suiza de la que recibir un sueldo. Me metí en este mundo durante unos dos años, hasta que me pillaron. Desde entonces he sido puro y virginal. Nadie sabe ya cuándo el dinero es negro, blanco o gris. La realidad es que cuanto antes entre el dinero negro en el círculo del dinero legítimo, mejor para el sistema, aunque proceda de las más horrendas fuentes. La Rochefoucauld decía que la hipocresía es el peaje que el vicio le paga a la virtud. El propio sistema de los servicios secretos se basa en el dinero negro. Y si por esa razón en todos los países hay un cierto matrimonio entre el crimen y la inteligencia, en Rusia el matrimonio es completo. La Rusia de Putin es un Estado criminal.
P. Lo afirma rotundamente...
R. Lo es. Es una nación sin ninguna experiencia democrática. Sospechan de ella. Hay dos cosas que unen a los rusos; aman su país, siempre que pasan dos semanas fuera lo añoran terriblemente, y les aterroriza el caos. En nombre del patriotismo puedes conseguir mucho si eres un político. No digamos ya del miedo al caos. El truco para gobernar un gran país es convertirlo en víctima. Ya sea con ocasión de las Torres Gemelas o la amenaza chechena. Inventamos los enemigos que necesitamos.
P. Un cliché sobre su obra dice que con el fin de la guerra fría se agotó su tema literario. Da la sensación de todo lo contrario.
R. Es que vino una era posimperial apasionante...
P. Nada que se pudiese considerar, como en la desafortunada visión de Fukuyama, el fin de la historia.
R. ¡Claro que no! El propósito del capitalismo quedó desenmascarado. En una de las últimas apariciones del bueno de [su célebre personaje] George Smiley decía: "Ya hemos vencido al comunismo; ahora nos toca lidiar con el capitalismo". Y en esas estamos.
P. ¿Contra la URSS vivía mejor?
R. Al menos la mitad de los problemas eran de otros. El 11-S ha provocado dos cosas: el completo aislamiento de EE UU y la demonización del islam. A diferencia de los europeos, los americanos piensan que una guerra sirve para algo. Y francamente, no lo entiendo, porque esos tipos han perdido (o no han ganado) todas las guerras en las que se han metido. La II Guerra Mundial la ganaron los soviéticos, no vencieron en Corea, ni en Vietnam. De Irak se han ido con el trabajo sin terminar y no ganarán la de Afganistán.
P. ¿Cambiará algo Obama?
R. Desearía ser capaz de cambiar algo. No sé cómo podrá contra los lobbies, el aparato mediático de la derecha y contra su propio partido, que es extremadamente incompetente y desleal. Está esposado. Y luego está el asunto religioso, nunca pensamos que en el siglo XXI estaría tan condenadamente presente.
P. Desde luego, hay que pellizcarse para creerlo...
R. Mi considerable antipatía hacia Tony Blair viene por ahí. Y eso que le voté creyendo que era de izquierdas, cuando resultó ser más de derechas que Gengis Khan.
P. ¿Cómo ve a los servicios secretos en esta nueva era?
R. Me preocupa su politización. Están al servicio del poder, proporcionan información para sostener sus mentiras. Cuando yo me dedicaba a ello, nos considerábamos como los buenos periodistas; conseguíamos verdades para arrojárselas al poder. La diferencia con los periodistas es que estábamos autorizados a emplear otros métodos, como hablar con traidores, ser desleales, pinchar teléfonos y toda esa basura.
P. A todas luces de eso trata su obra, de hacer cosas erróneas por las razones correctas y los conflictos morales que eso acarrea.
R. Exacto. Sobre el conflicto de lo que nos debemos a nosotros mismos y a la sociedad. Sobre lo que es en realidad el patriotismo.
P. ¿Tiende a dar crédito a las teorías de la conspiración?
R. No. Mi limitada experiencia me dice que si usted y yo conspiramos, uno de los dos se lo contará a su novia, el otro se dejará una maleta olvidada en el metro y ambos olvidaremos sincronizar nuestros relojes.

Em Pernambuco, ‘onda Lula’ ganha ares de ‘tsunami’ - Josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)




26/09/2010

Reuters

Em nenhum outro pedaço do mapa brasileiro a influência de Lula na eleição é mais evidente do que em Pernambuco.

No Estado natal do presidente, a oposição come o pão que o Tinhoso amassou. Ali, os rivais de Lula flertam, por assim dizer, com a extinção.

Candidato ao quarto mandato de senador, Marco Maciel (DEM) fora à disputa com o semblante de favorito.

Em comício, Lula o desancou. Chamou-o de “senador do Império”. Disse que, como vice de FHC, não enviara a Pernambuco um mísero centavo.

Maciel exibiu uma lista de obras que traziam suas digitais. Da tribuna do Senado, reagiu a Lula com a moderação que lhe é própria.

Pois bem. O morubixaba da tribo ‘demo’, que já caía nas pesquisas, foi ao desfiladeiro. Chega à reta final com cara de vencido. Ultrapassou-o Armando Monteiro (PTB).

À frente dos dois, o ex-ministro Humberto Costa (PT), recém-abolvido no escândalo dos Vampiros, deve beliscar a primeira vaga de senador.

Raul Jungmann (PPS), que entrara na briga pelo Senado numa vaga que seria do PSDB, escorrega nas sondagens eleitorais para a casa de um dígito.

Candidato à reeleição, o governador Eduardo Campos (PSB), hoje um dos políticos mais chegados a Lula, surfa acima dos 70%.

Campos deve se impor sobre Jarbas Vasconcelos (PMDB) no primeiro turno, com uma das maiores votações proporcionais do país.

Em conversa com o repórter, um dos líderes do bloco pernambucano anti-Lula fez piada da própria desgraça:

“Aqui em Pernambuco, do jeito que a coisa caminha, a oposição terá de recorrer ao Ibama contra a ameaça de extermínio”.

Em meio ao cenário de terra arrasada, Jarbas dispõe de um lenitivo. Seu mandato de senador vai até 2014. Eleita, Dilma Rousseff terá de aturá-lo em Brasília.

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Escrito por Josias de Souza às 23h54

Batalha de navegadores - Estadão online - link (aqui)

http://www.estadao.com.br/imagens/p8x5/navegadores_160100(1).jpg

  • 26 de setembro de 2010|
  • 18h00|
Por Ana Freitas
O navegador ainda é a principal porta de entrada para a internet. Apesar da febre da abertura das APIs, que possibilita a criação de softwares específicos para gerenciar algumas plataformas web – como é o caso do Twitter, cheio de aplicativos para desktop – 90% do que a gente faz online ainda é via browser.
E com o desenvolvimento de plataformas na nuvem avançando cada vez mais, surge a perspectiva de usar o computador totalmente por meio deles. Essa é a ideia do Chrome OS, sistema operacional do Google, sem data de lançamento.
Os cinco maiores navegadores do mercado – Opera, Safari, Internet Explorer, Chrome e Firefox – seguem, no geral, as mesmas características. Têm abas, possibilitam a instalação de extensões, leem feeds de notícias. Mas nos detalhes e no dia-a-dia, cada um acaba servindo melhor para um propósito.
O Opera, por exemplo, é muito bom para compartilhar fotos e músicas e o IE9 se integra ao Windows 7 melhor do que qualquer outro browser. Analisamos cada browser e aquilo que eles fazem de melhor – e de pior.
CHROME
Mesmo exibindo no topo um espaço para as abas, a barra de navegação e uma barra de favoritos por padrão, o Chrome tem um espaço de navegação invejável. Foi o primeiro dos grandes browsers a adotar o minimalismo, tanto no design quanto no conceito – e isso é bom, porque deixa o usuário só com aquilo que realmente importa. Tem à disposição muitos tipos de extensão, caso a simplicidade não agrade. O melhor é a rapidez, tanto na navegação quanto nos processos do dia-a-dia: trocar de aba, abrir uma nova… é tudo muito veloz. Travar é raro – mesmo com muitas abas abertas – mas quando isso acontece, a sessão é salva e recuperada na próxima vez que o browser é usado (na maioria das vezes). É o navegador ideal para usar serviços do Google. Tem boa performance rodando HTML5, inclusive em aplicações inovadoras. Contudo, pode incomodar usuários avançados justamente pela excessiva simplificação nos comandos.
seta.jpgÉ leve, minimalista e tem oferta boa e variada de extensões
baixo.jpgSimplicidade excessiva pode espantar usuários avançados
FIREFOX
O primeiro grande navegador a fazer frente, de fato, à hegemonia do Internet Explorer é imbatível por causa das extensões: são mais de dois milhões. Dá para fazer praticamente qualquer coisa com o Firefox instalando um programinha – integrar a ele e-mail, redes sociais e agenda, transformá-lo em um cliente de FTP ou até em um gerenciador de HD virtual. Extensões novas são lançadas diariamente, e a comunidade de desenvolvedores é numerosa e ativa. Poder personalizar a imagem da barra no topo da tela, na versão 3.6, é ótimo, mas a própria acaba sendo muito grande: o Firefox é o que tem menos espaço de navegação entre os cinco browsers. Bem integrado aos serviços do Google, ele peca por não dar ao usuário controle sobre o quanto as extensões instaladas tornam o uso do navegador mais pesado. O Firefox, que é leve, pode ficar inutilizável se o usuário se empolgar nos add-ons.
seta.jpgTrava pouco e tem o maior banco de dados de extensões
baixo.jpgCom excesso de add-ons, pode acabar ficando muito pesado
INTERNET EXPLORER 9
Que fique claro desde o início: essa é uma versão beta. Ainda assim, é tudo muito lento e instável. A nova versão do navegador da Microsoft demora muito tempo para responder a comandos simples, que qualquer um usa no dia-a-dia: rolar a página, clicar com o botão direito em um link, abrir um link em uma nova aba… trocar de aba, então, chegou a levar mais do que cinco segundos! Outro problema foi a integração difícil com vários serviços do Google. O navegador simplesmente não abriu o Google Docs – nessa hora foi necessário desistir dele e ir para o Chrome. Não dá, contudo, para criticar o IE9 por ser mal integrado ao sistema operacional (ao menos no caso do Windows 7). Dá para salvar sites na barra de ferramentas e, de lá mesmo, acessar funções específicas ou ter preview das abas abertas direto do ícone minimizado. O IE9 também é muito fraco em plugins: são pouquíssimas as opções disponíveis.
seta.jpgVários recursos do IE9 se integram bem ao Windows 7
baixo.jpgO beta do IE9 trava até nas operações mais simples do dia-a-dia
OPERA
Enquanto os outros navegadores preferem agradar pela simplicidade, o Opera segue o caminho contrário. O navegador também serve como uma plataforma de compartilhamento P2P, tem uma rede social própria e permite compartilhar notas e trocar mensagens instantâneas com quem também usa o Opera. Compartilhar arquivos pela própria interface do browser é muito fácil. Com um clique, fotos e músicas ganham um link (que pode ser protegido por senha ou não). Daí, é só enviar para os amigos. O que o Firefox e o Chrome oferecem via extensão é característica nativa aqui. O turbo, ativado facilmente, diminui a qualidade das fotos e acelera o carregamento das páginas, e pode ganhar muito tempo de navegação em conexões discadas. A maior virtude do Opera também pode ser seu maior defeito: tantos botões e funções nativas podem assustar quem procura um browser que faça o básico, ou seja, navegue na internet.
VERSÃO MOBILE: O Opera Mini se integra ao navegador no PC – salva e sincroniza sessões e favoritos
seta.jpgComo ferramenta para compartilhar arquivos, é imbatível
baixo.jpgMuitos comandos podem assustar quem busca o básico

SAFARI

É verdade que, no Windows 7, o Safari não está em seu habitat natural. Mas mesmo em cativeiro, ele poderia muito bem iniciar e executar funções simples – como mudar de abas – mais rapidamente. O layout é limpo e bonito, como manda o protocolo da Apple para design. A quantidade e diversidade de extensões disponíveis também surpreendeu. E é muito fácil de instalá-las: a barra de progresso da instalação roda na própria tela e as funções ficam disponíveis na hora, sem a necessidade de reiniciar o programa. O desempenho do Safari rodando aplicações em HTML5 foi impecável. E sua nova versão, no Windows 7, tem uma função interessante: ao minimizar o browser com várias abas abertas, o ícone na barra de iniciar exibe cada aba separadamente ao ser clicado. Essa função só está disponível nele e no IE9. A maior falha do Safari é que é um navegador pesado, que precisa de hardware bom para rodar livremente.
VERSÃO MOBILE: O Safari para iPhone oferece uma das melhores experiências de navegação em celular
seta.jpgDesign é bonito e há diversas extensões disponíveis
baixo.jpgSua performance é muito boa em Macs, mas piora nos PCs

Dilma e Serra evitam confronto direto e Marina ataca adversários na Record - Estadão online - link (aqui)



André Mascarenhas
Apesar das críticas ao “vale-tudo” na campanha eleitoral, coube à candidata do PV à Presidência, Marina Silva, o papel de provocadora no penúltimo debate entre os principais postulantes ao cargo antes da eleição do próximo dia 3. Terceira colocada nas pesquisas, mas entusiasmada com a tendência de crescimento observada nos últimos levantamentos, a candidata verde não poupou seus adversários mais bem colocados de perguntas incômodas, ao contrário de José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), que evitaram o confronto direto.
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Serra cumprimenta Dilma antes do início do debate. Foto: Antonio Lacerda/EFE
Marina chamou a candidata do PT, Dilma Rousseff, para o debate ao criticar a corrupção na Casa Civil. Em clara referência às acusações de tráfico de influência contra a ex-ministra Erenice Guerra, braço direito de Dilma até esta deixar o governo, em abril, a candidata do PV questionou sua adversária sobre os escândalos envolvendo a pasta. “Fiz o mesmo que você”, respondeu Dilma, numa referência a supostos casos de corrupção envolvendo o Ministério do Meio Ambiente durante a passagem de Marina pela pasta. A petista citou ainda o fortalecimento da Polícia Federal e as ações da Controladoria Geral da União (CGU) para dar transparência às contas do governo federal. “Esses processo parecem não ter resolvido”, rebateu Marina.
Logo em sua primeira participação no confronto direto com outros candidatos, Marina procurou esvaziar promessas de Serra na área social. “Seu partido e os Democratas fizeram críticas severas ao Bolsa Família”, disse a candidata do PV. “Do meu partido e de mim o Bolsa Família não recebeu nenhuma crítica”, devolveu o tucano, para quem o embrião do Bolsa Família foram as políticas sociais do governo Fernando Henrique Cardoso.
Segundo colocado nas intenções de voto, Serra, por sua vez, mudou a estratégia dos últimos encontros com Dilma. No debate deste domingo, o tucano evitou fazer perguntas à adversária, e usou uma tática semelhante à da petista. Ambos focaram quase todas as oportunidades de perguntas em assuntos que pudessem lhes render alguns minutos para discursar sobre suas propostas de campanha.

Dizendo-se a “terceira via”, Marina apostou nas críticas aos adversários. Foto: Felipe Dana/AP
Lula e FHC. O único momento de maior tensão entre os dois ocorreu numa pergunta da jornalista Ana Paula Padrão, que questionou a presença de Lula e a ausência de Fernando Henrique Cardoso na campanha de Serra. O comentário da resposta caberia à Dilma. “Eu não fui patrocinado por ninguém”, provocou Serra, numa clara referência ao apoio de Lula a Dilma. “Essa questão está mal colocada, eu sempre falo do que fiz no Ministério da Saúde no governo dele”, continuou.
Em sua réplica, Dilma contra-atacou: “Eu tenho um imenso orgulho de ter participado do governo Lula.” Segundo a petista, o tucano, ao contrário, esconde sistematicamente “um presidente que é importante, porque era a liderança do partido”. Sobre o uso de Lula por Serra, Dilma disse que seu adversário “usa a imagem de Lula à noite e durante o dia faz críticas sistemáticas”.
Controle social. Também presente no debate, o candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, voltou a chamar Marina de “ecocapitalista”, criticou o veto dos governos FHC e Lula à ampliação do orçamento da Educação e defendeu o controle social dos meios de comunicação.
Realizado na noite deste domingo pela TV Record, o encontro foi o de maior audiência realizado até agora. Na próxima quinta-feira, 30, a três dias das eleições, os candidatos voltam a se encontrar no debate da TV Globo.
O Radar Político destacou os melhores momentos do encontro. Leia:
23h25 – “No domingo que vêm nós temos a eleição para decidir quem vai para o segundo turno”, diz Serra. Ele afirma que a decisão será “importante para o futuro”. Serra pede o voto dos eleitores e pede para que seus eleitores multipliquem o voto. O tucano lembra sua carreira pública. “Ofereço a minha experiência e minha vida limpa, íntegra”, diz. “Juntos nós vamos ser capazes de melhor o nosso País.”
23h22 – Dilma afirma representar o “projeto de transformação do Brasil”, cita os 26 milhões de brasileiros que saíram do pobreza e os 36 milhões que subiram para a classe média. “O Brasil voltou a crescer a taxas fantásticas”, diz. “Nós demos orgulho para os brasileiros e brasileiras.” A candidata do PT lembra o fim da dívida com o FMI e afirma que o governo Lula abriu o caminho para a educação.
23h20 – Plínio usa seu espaço para pedir voto para os deputados do PSOL. Ele promete o salário mínimo de R$ 2 mil e educação pública integral. “Não vote em mim por causa do meu passado, vote em mim por causa do meu futuro”, diz. “Pense grande, não pense pequeno. Pense sempre assim: quais são os melhor anos da minha vida? São os anos que estão por vir.”

23h18 – Último bloco para as considerações finais. Marina é a primeira. “Desde o início eu me dispus a fazer um debate pelo Brasil. Não parti para o vale-tudo”, diz a candidata do PV, que avalia haver uma migração de votos para sua candidatura. Marina afirma haver no PT e no PSDB pessoas insatisfeitas com as candidaturas dos dois partidos. “A onda verdade que está tomando conta do Brasil está identificando na minha campanha uma terceira via”, diz. Ela afirma estar confiante em ira para o segundo turno.
23h09 - Plínio desafia Serra a se comprometer com o aumento para 45% do imposto sobre a renda dos ricos e a anulação do ICMS. Serra diz que zerar o ICMS implicará na quebradeira dos Estados e municípios. “O que se tem que fazer com o ICMS é torná-lo seletivo.” O tucano fala em abaixar o tributo para os produtos essenciais e elevar para os supérfluos, “consumidos pelos mais ricos”.
23h07 – Plínio pergunta para Serra sobre a questão tributária. “O pobre paga mais que o rico”, diz Serra. “É preciso aliviar os tributos sobre a alimentação”, continua o tucano, que enfatiza na necessidade de combate à sonegação. O candidato do PSDB afirma que irá levar para o resto do país a experiência da nota fiscal paulista.
23h04 – Dilma diz que a aposta do governo é no modelo Norueguês. “Ter sido capaz de capitalizar R$ 120 milhões sem perder as ações, como aconteceu no passado, foi muito bom”, diz. Marina usa sua tréplica para criticar a política energética do governo.
23h03 - Dilma pergunta para Marina sobre a capitalização da Petrobrás, que criou a segunda maior empresa de petróleo do mundo. A candidata do PV diz ver com bons olhos a capitalização, mas ressalva que o dinheiro deve ser usado para impedir que haja acidentes como o ocorrido no Golfo do México. “Nós não queremos o modelo da Venezuela, mas o modelo da Noruega”, diz Marina.
23h01 - “Se não enfrentar os ricos para poder colocar 10% do PIB na educação, estarão fazendo uma melhorazinha”, diz Plínio.
22h57 - Serra pergunta para Plínio sobre o ensino técnico. “Tudo isso precisa de dinheiro”, diz o candidato do PSOL. “Recurso e respeito ao professor”, diz. Ele critica a política de Serra de premiar apenas os professores mais produtivos. Plínio promete 10% para a educação. “Acho que dá para expandir muito o ensino tecnológico”, rebate Serra, que cita a criação de 175 mil vagas no ensino técnico de São Paulo. “Eu vou criar no Brasil mais 1 milhão de vagas no ensino técnico”, promete.
22h55 – “Eu sei o que é ter sido analfabeta”, diz Marina, que se alfabetizou apenas aos 16 anos. “É por isso que o meu compromisso é visceral com a educação”, continua. “Mas então, Marina, você precisa dizer o que vai fazer”, responde Dilma. A candidata do PT afirma que chamará os governadores, caso eleita, para acabar com o analfabetismo. “Quero respostas claras e concretas”, diz.
22h53 – “Ainda temos 2 milhões de pessoas analfabetas no Brasil. O que você pretende para erradicar isso”, pergunta Marina para Dilma. A candidata do PT diz que os analfabetos, hoje, são pessoas maiores de 50 anos. “Nós fizemos um pacto com os governadores do Norte e do Nordeste”, diz. Dilma admite ser necessário para combater o problema entre os jovens.
22h51 – Dilma diz em sua tréplica que a política do governo federal permitirá que o governo amplie o salário mínimo para mais do que “os R$ 600 prometidos pelo candidato Serra”. Plínio usa sua tréplica para perguntar para Dilma se ela conseguiria se manter com um salário mínimo.
22h48 – Dilma pergunta a Plínio sobre a política de valorização do salário mínimo no governo Lula. “A valorização é mínima”, ironiza Plínio. “O Dieese diz que o salário deve ser R$ 2 mil”, continua. Para o candidato do PSOL, a política é para manter o trabalhador na pobreza. “Se não fizer bolsa banqueiro, aí pode pagar perfeitamente esse salário e aumentar a Bolsa Família”, diz. Plínio afirma que o empresário Eike Batista ganhou em uma concorrência da Petrobrás mais do que o investimento no Bolsa Família.
22h46 – Serra diz que criará uma “rede nacional de clínicas” contra as drogas. “Isso não acontece agora porque o PT é contra os hospitais especializados”, diz. Marina critica o fato de Serra ter citado a criação de duas ou três clínicas em sua passagem pelo governo de São Paulo. “As mães estão desesperadas por falta de políticas sérias nos últimos 16 anos”, afirma.
22h44 – Serra pergunta a Marina sobre política antidrogas. “Nos últimos 16 anos nós não temos uma política efetiva de segurança pública”, diz a candidata do PV. Ela cita comunidade em que crianças já são viciadas. “Isso não é de hoje, vem de longe”, diz a candidata. Ela atribui a apresentação de proposta pelo governo contra o crack ao fato de ela ter anunciado que iria apresentar sua política para o setor.
22h42 – “Esses processo parecem não ter resolvido”, diz Marina em sua réplica. A candidata do PV acusa Dilma de não ter feito nada para deter a corrupção em sua passagem pela Casa Civil. Dilma ataca Marina: “Fiz o mesmo que você”, diz. A petista cita caso de corrupção na venda de madeira no período em que Marina esteve no ministério.
22h40 – Marina pergunta para Dilma sobre os escândalos de corrupção no governo Lula. “Nós fizemos parte do mesmo governo”, diz Dilma. A candidata do PT diz não ter havido corrupção em sua passagem pela pasta. Dilma aproveita para criticar o governo FHC. “Nós voltamos a investir na máquina pública”, diz a petista.
22h37 – “O Sr. deve ser um mal professor”, diz Plínio em sua tréplica. O candidato do PSOL pergunta para Serra se ele assume o compromisso de alocar 10% do PIB na pasta. “A questão é outra”, responde Serra. Para o tucano, não adianta ampliar o orçamento sem um remanejamento na pasta. O tucano afirma que suas experiências como professor são para “sentir os problemas”.
22h35 – Começa o terceiro bloco do debate, com uma pergunta de Plínio para Serra. Segundo o socialista, 30% dos jovens paulistas não sabem ler nem escrever. “Como você se apresenta como candidato?” “São Paulo tem o melhor padrão educacional brasileiro”, responde Serra, que admite que ainda há muito a ser feito. “Eu não fico usando isso na campanha”, diz. “Eu mesmo, como prefeito e como governador, fui dar aula nas escolas”, diz.
22h24 – Dilma comenta a resposta. “Eu sempre digo, eu prefiro as vozes múltiplas da democracia do que o silêncio das ditaduras”, diz. A candidata do PT afirma que a imprensa tem todo o direito de dizer o que quiser, assim como ela tem o direito de responder. Plínio aproveita a tréplica para responder comentário de Dilma sobre o fato de Plínio ter vindo da direita para esquerda. “Você veio da esquerda para a direita”, ataca o candidato do PSOL. Plínio brinca com o fato de seu relógio ter sumido durante sua tréplica. “Foi eu falar mal da imprensa que tem um apagão”, afirma. Foi mediador do debate, no entanto, que alertou ao candidato sobre o tempo remanescente para sua resposta.
22h23 - Na última pergunta do bloco dos jornalistas, Plínio é questionado sobre a cobertura da imprensa. O candidato do PSOL critica a “grande imprensa” e defende “o controle social” dos meios de comunicação.
22h20 – Serra comenta a resposta de Marina. “Sou à favor da exploração do potencial hidráulico”, diz Serra. Ele defende, no entanto, os licenciamentos ambientais. Marina, em sua tréplica, cita a necessidade de um plano de desenvolvimento sustentável. “Quem pautou as grandes questões dessa eleição foi a nossa candidatura”, diz Marina. Para ela, “se as coisas forem feitas de forma criteriosa”, a “Amazônia deixará de ser um problema para se uma solução.”
22h18 – A próxima pergunta é para Marina, se ela interromperá as obras de infraestrutura do PAC. “De um modo geral, é claro que não”, diz Marina. Para ela, entretanto, a análise ambiental das obras do projeto são viáveis e necessárias. “O que eu sei de Belo Monte é que dizem que não houve um processo correto de licenciamento.”
22h16 – Plínio comenta a resposta. Para o candidato do PSOL, Dilma não vai controlar o PT “porque ela não é do PT”. “A Dilma é uma pessoa fabricada”, diz. “Plínio, você me desculpe, mas eu tenho uma trajetória de luta”, diz Dilma, que provoca o candidato do PSOL: “eu não vim da direita para esquerda”, diz. “Um governo se faz com nossa capacidade de construir uma coligação”, continua.
22h14 - Dilma é questionada sobre os casos de corrupção no governo do presidente Lula. “Eu não concordo que o governo do presidente Lula foi um governo dos escândalos”, afirma a candidata. Ela cita ações da PF, a atuação da Controladoria Geral da União em tornar públicas as contas do governo – “o que, aliás, não acontece em alguns Estados”, como São Paulo.
22h12 – No comentário da resposta de Serra, Marina afirma que durante a campanha ela procurou fugir da polarização entre os governo passados. Serra usa tréplica para falar dos genéricos e dos planos de saúde. O candidato do PV ataca a Anvisa, que “triplicou o tempo de aprovação dos genéricos”. O tucano também critica as escolhas políticas na Anvisa. Segundo ele, o mecanismo resulta nos reajustas 20% acima da inflação nos planos de saúde.
22h09 – Serra é questionado sobre a participação de Regina Duarte em sua campanha de 2002 e por que volta a apostar “no medo” em sua campanha. “Não sei de onde a jornalista tira essa conclusão”, responde Serra. Segundo ele, os temores de Regina Duarte não se concretizaram por conta da manutenção, por Lula, dos pilares da política econômica de FHC.
22h07 – Plínio diz que “competência, Marina tem. O que ela não tem é coragem” para enfrentar os poderosos. Segundo Plínio, a candidata do PV engoliu derrotas no governo sem se voltar contra os grandes interesses. Marina cita números do ministério do Meio Ambiente para afirmar que, mais do que coragem, sua passagem pela pasta exprimiu seu compromisso com o tema.
22h05 – A próxima pergunta é para Marina, sobre se está preparada para o cargo ou se ainda é uma candidata monotemática, em torno das questões ambientais. “Eu sinto que as pessoas ainda têm esse tipo de preocupação em relação a mim”, responde a candidata do PV. Segundo ela, a questão ambiental permeia todas as outras questões. “Economia e ecologia não estão separadas. Essa é uma mentalidade do século passado que precisa ser superada”, diz.
22h02 – Serra não ouve a pergunta, e a jornalista é obrigada a repetir a pergunta. “Eu acho que as grandes denúncias do mensalão não foram feitos pelos partidos de oposição”, responde Serra. “O Arruda em certo momento disse ‘eu poderia ser vice do Serra’, isso muito antes do escândalo”, afirma. O tucano diz que, diferentemente do PT, o DEM expulsou Arruda. Plínio afirma ter se perdido e não faz sua tréplica.
22h00 – Plínio é questionado sobre o fato de o ex-governador José Roberto Arruda, afastado do caso por corrupção, ter sido cotado a vice de Serra. “A diferença é que nós saímos do PT por causa da corrupção”, responde Plínio, que afirma que seu partido não tolera essas práticas.
21h58 – Marina comenta a resposta, e critica a falta de planejamento sustentável para o programa. “Das mais de 1 milhão de unidades, apenas 25 mil estão contando com painéis de energia solar”, diz a candidata do PV. “Na primeira fase do programa tornamos (o uso de painéis solares) facultativos”, responde Dilma. Segundo a petista, a obrigatoriedade será adotada na próxima fase.
21h56 – A próxima pergunta é para Dilma, com comentário de Marina. A questão é sobre a exequibilidade de promessas na habitação. “Eu tenho a convicção de que nós iremos conseguir construir 1 milhão de casas”, diz Dilma. Para a petista, é “factível hoje fazermos dois milhões de casas”. Ela cita o sonho da casa própria como motor para o programa.
21h53 – Dilma comenta a resposta de Serra. “Eu tenho um imenso orgulho de ter participado do governo Lula”, diz. Ela critica a exposição de Lula no programa tucano e afirma que Serra esconde FHC. “Vocês têm uma imensa ingratidão em relação ao governo passado”, responde Serra. Segundo o tucano, os petistas têm uma postura de “negação aos avanços do passado”.
21h50 – O segundo bloco do debate começa com a pergunta da jornalista Ana Paula Padrão para José Serra, com comentário de Dilma Rousseff. A jornalista pergunta sobre a presença de Lula e a ausência de Fernando Henrique Cardoso na campanha. “Esse é um tema recorrente e é útil tratá-lo aqui”, diz Serra. “Eu não fui patrocinado por ninguém”, diz Serra em referência ao apoio de Lula e Dilma. “Essa questão está mal colocada, eu sempre falo do que fiz no Ministério da Saúde no governo dele”, continua o tucano. Sobre Lula, Serra afirma que “não trata adversários como inimigos”.
21h41 – “Foi apenas uma pré-seleção para temporários, depois nós abrimos concurso”, responde Serra, que diz que Dilma está mal informada sobre os governo paulista. “Eu reitero que todas esses dados são públicas”, diz Dilma na sua tréplica. A candidata petista também responde a provocação de Serra sobre as agências reguladoras.
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Serra e Dilma polarizaram no fim do primeiro bloco. Foto: Wilton Junior/AE
21h39 – Serra pergunta sobre o que classifica como “privatização das agências reguladoras” para Dilma. “Quero dizer que compartilho com a avaliação da Marina. Eu cheguei no Ministério da Energia tinha um engenheiro e 24 motoristas”, diz a petista sobre a gestão anterior, do PSDB. “Quem criou carreira no serviço público fomos nós”, continua Dilma. “No caso do governo de SP , 40% das professoras do Estado mais rico do País tinham vínculos precários”, diz a candidata.
21h37 – Em sua réplica Marina lembra ter encontrado, ao chegar ao Ministério do Meio Ambiente, no setor de licenciamento do Ibama, apenas sete funcionários públicos. Serra faz a réplica: “Ao acho que você devia se preocupar com outro fenômeno no serviço público: que é a criação de cargos de confiança.” O candidato aproveita para atribuir o fenômeno de “cabide de emprego” ao “governo da Dilma”.
21h34 – Marina pergunta a Serra sobre o processo de terceirização nos ministérios durante o governo Fernando Henrique Cardoso, lembrando que o candidato do PSDB foi ministro do Planejamento. “No período em que estive no Planejamento não tive a oportunidade de participar de nenhum processo de terceirização”, se defende Serra. O tucano aproveita o gancho para atacar a “precarização” na Petrobrás. “Eu acho que nós temos que ter empresas públicas sólidas”, afirma. “Quando se precariza as empresas terminam por enfraquecer-se.”
21h32 – Plínio faz a réplica: “Você rotula sem rotular”, diz. “Você diz: o Plínio gosta de colocar os outros pra baixo.” Para o candidato do PSOL, a candidata do PV é demagoga. “Eu sempre tive a postura de manter a coerência”, treplica Marina.
21h30 – Agora Plínio pergunta para Marina, que afirma que a candidata do PV foge do debate pois quer “agradar gregos e troianos”. Marina responde: “Os rótulos são uma maneira preconceituosa de discutir. Eu prefiro debater.” Ela afirma defender plebiscitos para as questões do aborto e da maconha por “confiar profundamente na democracia”.
21h28 – “Candidato Plínio, acho que você se confunde sobre o ReUni”, diz Dilma em sua réplica. “O ReUni é o programa pelo qual o governo federal está voltando a investir na universidade pública no País”, continua a petista. “Acho que de fato você não está preparada”, diz Plínio em sua tréplica. Segundo o candidato do PSOL, a petista “faz parte do governo, representa o governo, mas não se preparou.” Ele afirma que o Banco Mundial que comanda o programa, inclusive em outros países.
21h25 – Dilma repete para Plínio assunto abordado no último debate, da CNBB, sobre o ProUni e o ReUni. “O ReUni é um projeto para dar dinheiro para banqueiros”, diz. O candidato do PSOL afirma que o ProUni será mantido, mas em universidades públicas. “Esses programas são uma maneira de contentar e não resolver.”
21h23 – Na sua réplica Marina critica os problemas que só prometem. “No ano passado, no seu governo, foram diminuídos os recursos da área social”, critica Marina, que afirma que Serra investiu mais em comunicação do que na área social em São Paulo. O candidato do PSDB rebate as críticas afirmando que Educação e Saúde também são área social.
21h21 – Marina pergunta para Serra: “Seu partido e os Democratas fizeram críticas severas ao Bolsa Família.” Serra responde: “Eu tenho um projeto de fazer da economia brasileira uma economia forte.” Serra diz que os programas que resultaram no Bolsa Família foram criados no último governo. “Do meu partido e de mim o Bolsa Família não recebeu nenhuma crítica.”
21h19 - Plínio faz a réplica. “A justiça já começou a investigar a turma do mensalão, a justiça já começou a investigar o caso Erenice. Mas o governo não veio a público dizendo quem são os culpados”, diz o candidato do PSOL. “Tanto no caso da Casa Civil, como no caso da Receita, quem está investigando é a Polícia Federal”, responde Dilma. “Quando o caso chega ao Supremo, é porque ele foi instruído pela Polícia Federal”, conclui.
21h16 – Plínio pergunta para Dilma sobre o caso Erenice Guerra. “A verdade é que a corrupção bateu na sala do lado. Das duas uma: ou você é conivente, ou você é incompetente”, pergunta Plínio. “Ninguém está acima de qualquer suspeita”, responde Dilma. “As pessoas que erraram vão pagar, mas antes de elas pagarem, elas vão ser julgadas”, continua. Dilma promete investigar até o fim a violação de sigilos na Receita Federal e o caso Erenice. “Eu tenho 25 anos de vida pública”, diz.
21h14 – Dilma comenta a resposta de Marina citando a criação de “14 milhões de empregos com carteira de trabalho”. “Fizemos um grande movimento de formalização”, diz. “Isso significou desenvolvimento.” Na sua tréplica, Marina afirma que é “muito bom nos termos feito avanços para reconhecê-los aqui”. “Nós não podemos ser complacentes com os erros”, continua. Para Marina, os jovens brasileiros vivem hoje uma falta de expectativa.
21h12 – Em pergunta a Marina, Dilma cita crescimento do emprego no País. “Infelizmente, no Brasil ainda temos 30 milhões de pobres”, diz a candidata do PV. Marina cita o emprego informal como um dos desafios para o próximo governante.
21h11 – Plínio afirma discordar de Serra. “Quer país que viola mais os direitos humanos do que os EUA? Porque só o Irã não pode ter a bomba atômica? Nenhum país deve ter”, diz. Para ele, os EUA tem uma “política ditatorial”.
21h10 – Serra comenta a resposta de Plínio e critica a relação do Brasil com países que violam os direitos humanos.
21h10 – Serra abre o debate direto com uma pergunta sobre a política externa brasileiro para Plínio. “Diplomacia varia”, diz o candidato do PSOL, sobre as diferenças entre países pequenos e grandes. Para Plínio, Lula erra ao apostar numa diplomacia de mediação de confrontos como o do Irã.
21h05 – Marina Silva aposta na estratégia de fazer o “debate, e não o embate”. Segundo a candidata do PV, sua candidatura vive uma onda de crescimento que garantirá sua ida ao 2.º turno.
21h04 – Plínio de Arruda Sampaio lembra que seu partido, o PSOL, é formado por ex-petistas “que se cansaram da corrupção
21h03 – Dilma Rousseff é a segunda a se apresentar: “Eu não tenho projeto pessoal”, diz a candidata do PT.
21h01 – Começa o debate, com o candidato José Serra se apresentando: “Eu dediquei vários anos de minha vida ao Brasil com coisas que foram permanentes, como os genéricos.”