quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
DICK FARNEY - "Inútil Paisagem" (Tom Jobim & Aloysio de Oliveira) 1964
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
DICK FARNEY 1964
ELENCO - 1964
Música - Inútil Paisagem
Composição - Tom Jobim & Aloysio de Oliveira
Clélio - Piston
Arranged by Maestro Gaya
Letra:
Inútil Paisagem
(Tom Jobim & aloysio De Oliveira)
Mas pra que
Pra que tanto céu
Pra que tanto mar, pra que?
De que serve esse onda que quebra
E o vento da tarde?
De que serve a tarde?
Inútil paisagem
Pode ser
Que não venhas mais
Que não venhas nunca mais
De que servem as flores que nascem
Pelo caminho?
Se o meu caminho
Sozinho é nada
METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA - "Este Seu Olhar" (Tom Jobim) 1963
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
METAIS EM BRASA NA BOSSA NOVA
PHILIPS - 1963
Música - Este Seu Olhar
Composição - Tom Jobim
Orquestração e Orientação Musical de CARLOS MONTEIRO DE SOUZA
Produção - ARMANDO PITTIGLIANI
Capa - PULO BREVES
Foto - MAFRA
CONJUNTO "BOSSA NOVA" - Meditação (Tom Jobim & Newton Mendonça) 1959
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
CONJUNTO "BOSSA NOVA" - BOSSA É BOSSA
Personnel;
Roberto Menescal (guitar)
Bill Horn (trumpet)
Luiz Carlos Vinhas (piano)
Bebeto Castilho (sax)
Helcio Milito (drums)
Luiz Paulo Nogueira (bass)
Música - Meditação (Tom Jobim & Newton Mendonça)
LUIZ ARRUDA PAES - "Eu Sei Que vou Te Amar" (Tom Jobim & Vinicius de Moraes) 1959
Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida
BRASIL EM TEMPO DE DANÇA - LUIZ ARRUDA PAES seu Çôro e sua orquestra
ODEON - 1959
Música - "Eu Sei Que vou Te Amar" (Tom Jobim & Vinicius de Moraes)
OS CARIOCAS - "Chega de Saudade" (Tom Jobim & Vinicius de Moraes) 1958
Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida
OS CARIOCAS - O MELHOR DE...
Com SEVERINO FILHO e sua Orquestra
COLUMBIA - 1958
Música - "Chega de Saudade" (Tom Jobim & Vinicius de Moraes)
Letra:
Vai minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela
Não há paz não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim
Não sai
Mas, se ela voltar
Se ela voltar que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços, os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim
Não quero mais esse negócio
De você longe de mim
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim
PAULO MOURA QUARTETO - "Lamento Do Morro" (Tom Jobim & Vinicius de Moraes) 1968
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
PAULO MOURA QUARTETO
EQUIPE - 1968
Personnel
Paulo Moura (sax alto)
Wagner Tiso (piano)
Luis Carlos (bass)
Paschoal Meirelles (drums)
Música - "Lamento Do Morro" (Tom Jobim & Vinicius de Moraes)
Sylvia Telles - Samba Torto (Tom Jobim & Aloysio de Oliveira) - 1960
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
Syvia Telles - Amor em HI-FI
PHILIPS - 1960
Música - Samba Torto
Composição - Tom Jobim & Aloysio de Oliveira
Letra
Samba Torto
Quando eu vou falar
Falo de você
Falo sem parar não sei porque
Quando eu vou olhar, olho pra você
Penso sem parar só em você
Você diz sim de uma maneira
Que até parece brincadeira
Fujo de você
Volto pra você
Sonho com você
Só com você
Se o meu coração
Bate sem querer
Bate sem parar
Só pra você
Já esperei a vida inteira
Quero resolver
A situação
Você vai dizer é sim ou não
Eu já não sei mais
Se esse não é sim
Se esse sim, assim
É não
Nana Caymmi - "Modinha" (1977) - Composição: Tom Jobim & Vinicius de Moraes
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
Nana Caymmi - NANA (1977)
RCA VICTOR - 1977
Música - Modinha
Composição - Tom Jobim & Vinicius de Moraes
Personnel
Dori Caymmi
(arrangements, violao)
Joao Donato
(piano)
Ivan Lins
(piano, 11)
Toninho Horta
(violao, 01)
Novelli
(piano, 08)
Luiz Alves
(bass)
Robertinho Silva
(drums)
Chico Batera, Ariovaldo
(percussion)
Letra:
Modinha
(Tom Jobim & Vinicius de Moraes)
Não!
Não pode mais meu coração
Viver assim dilacerado
Escravizado a uma ilusão
Que é só desilusão
Ah, não seja a vida sempre assim
Como um luar desesperado
A derramar melancolia em mim
Poesia em mim
Vai, triste canção, sai do meu peito
E semeia a emoção
Que chora dentro do meu coração
Coração
PERCY FAITH - "Quiet Nights Of Quiets Stars" (Tom Jobim) 1965
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
PERCY FAITH plays LATIN THEMES FOR YOUNG LOVERS
COLUMBIA RECORDS - 1965
Music - "Quiet Nights Of Quiets Stars" (Corcovado) - Tom Jobim
LÚCIO ALVES - "Por Causa De Você" (Tom Jobim & Dolores Duran) 1960
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
LÚCIO ALVES - Lúcio Alves ...interpreta Dolores Duran
ODEON - 1960
Música - Por causa de você
Composição - Tom Jobim & Dolores Duran
Luiz Carlos Vinhas - (piano)
Chiquinho do Acordeon - (accordion)
Baden Powell - (guitar)
Ed Lincoln, Gabriel - (bass)
Juquinha - (drums)
Letra:
Por Causa De Você
(Tom Jobim & Dolores Duran)
Ah, você está vendo só
Do jeito que eu fiquei
E que tudo ficou
Uma tristeza tão grande
Nas coisas mais simples
Que você tocou
A nossa casa querida
Já estava acostumada
Guardando você
As flores na janela
Sorriam, cantavam
Por causa de você
Olhe meu bem nunca mais
Nos deixe por favor
Somos a vida e o sonho
Nós somos o amor
Entre meu bem por favor
Não deixe o mundo mau levá-la outra vez
Me abrace simplesmente
Não fale, não lembre
Não chore meu bem
MAYSA - "Caminhos Cruzados" (Tom Jobim & Newton Mendonça) 1958
Blogbar do Fontana -- Nos balcões dos bares da vida
MAYSA - Convite Para Ouvir MAYSA nº 2
RGE - 1958
Música - Caminhos Cruzados
Composição - Tom Jobim & Newton Mendonça
Capa - Foto de Indalécio Wanderley para a revista O Cruzeiro
Letra:
Caminhos Cruzados
(Tom Jobim & Newton Mendonça)
Quando um coração que está cansado de sofrer
Encontra um coração também cansado de sofrer
É tempo de se pensar
Que o amor pode de repente chegar
Quando existe alguém que tem saudade de outro alguém
E esse outro alguém não entender
Deixe este novo amor chegar
Mesmo que depois seja imprescindível chorar
Que tola fui eu que em vão tentei raciocinar
Nas coisas do amor que ninguém pode explicar
Vem nós dois vamos tentar
Só um novo amor pode a saudade apagar
Quando existe alguém que tem saudade de outro alguém
E esse outro alguém não entender
Deixe este novo amor chegar
Mesmo que depois seja imprescindível chorar
Que tola fui eu que em vão tentei raciocinar
Nas coisas do amor que ninguém pode explicar
Vem nós dois vamos tentar
Só um novo amor pode a saudade apagar
DICK FARNEY - "Fotografia" (Tom Jobim) 1964
Blogbar do Fontana - Nos balcões dos bares da vida
DICK FARNEY 1964
ELENCO - 1964
Música - Fotografia
Composição - Tom Jobim
Jorginho - alto sax
Arranged by Maestro Gaya
Letra:
Fotografia
Composição: Tom Jobim
Eu, você, nós dois
Aqui neste terraço à beira-mar
O sol já vai caindo e o seu olhar
Parece acompanhar a cor do mar
Você tem que ir embora
A tarde cai
Em cores se desfaz,
Escureceu
O sol caiu no mar
E aquela luz
Lá em baixo se acendeu...
Você e eu
Eu, você, nós dois
Sozinhos neste bar à meia-luz
E uma grande lua saiu do mar
Parece que este bar já vai fechar
E há sempre uma canção
Para contar
Aquela velha história
De um desejo
Que todas as canções
Têm pra contar
E veio aquele beijo
Aquele beijo
Eu Não Existo Sem Você (Maria Bethânia)
Eu Não Existo Sem Você
Composição: Antonio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você...
Dicas do bar

BELLOTA BELLOTA
Jambon espagnol entier de Huelva, vente à la pièce selon le poids
BELLOTA BELLOTA
BELLOTA BELLOTA
Prix : 850 €
(Source Madame Le Figaro, fr)
Dona Dilma reverencia, mas... certas "divindades" são assim, tripudiam, e pelo visto, submetem
Deu no Blog do Josias (aqui)
08/12/2010
Com 2 ministros em 5, Sarney ‘transborda’ muxoxos
Dos cinco ministros indicados a Dilma pelo PMDB, dois freqüentam tribo como índios da tribo do morubixaba Sarney: Edison Lobão (Minas e Energia) e Pedro Navais (Turismo).A despeito disso, o sábio da taba se queixa do tratamento dispensado à etnia dos pemedebê:
"Eu sempre devo achar que o PMDB é tão grande que eu nunca vou achar que [o espaço no governo] é de bom tamanho".
Escrito por Josias de Souza às 15h28
Os tons de um Tom

Tom Jobim
(Compositor brasileiro)
27/1/1927, Rio de Janeiro (RJ)
8/12/1996, Nova York, EUA
(Compositor brasileiro)
27/1/1927, Rio de Janeiro (RJ)
8/12/1996, Nova York, EUA
Alfredo Fontana, nasceu em um 8 de dezembro, John Lennon e Tom Jobim, em contraponto, partiram, cada um em seu 8
Crônica publicada originalmente em 8 de dezembro de 2008
Hoje o dia é todo Alfredo
Na mesa desse bar ele nunca deixou a solidão triunfar.
A sua ausência, desde aquela noite de outubro de 1965, quando difícil era compreender, quando impossível era expressar, quando eu apenas iniciava o conhecer, com o tempo, de forma sutíl, foi trocada pela memória e diálogos só possíveis com quem lhe é intimo.
Alfredo, de quem herdei o olhar de Fontana.
Alfredo que me apresentou Beethoven, Mozart, Schubert, Chopin, Brahms, Ravel, Bizet, entre tantos outros.
Alfredo que dedicava horas a ouvir Verdi, Puccini, com os librettos de Tosca, Cavalleria Rusticana, Madame Butterfly, todas, em conjunto com outras, acondicionadas em estojos de couro.
Alfredo que se emocionava com as árias entoadas por Giuseppe Di Stefano, mas também se comovia com a voz de Nat King Cole, com a paixão de Amália Rodrigues, que deixava os olhos acompanharem a dança de Valsas tão Vienenses quanto doces.
Esse Alfredo que me entregou o prazer da leitura, que estimulou meu sonhar, esse Alfredo que pressentia a poesia no ar, no detalhe, no trivial, na vida.
O Alfredo que já no imaginário, acompanhou o meu descobrir Bach, Vivaldi, Corelli, que incentivou minha admiraçõa pelo Jazz, Blues, Sinatra, e outras vozes. Que fez companhia no deslumbramento de sorver a Bossa Nova, de beber Tom, o Jobim, que partiu num desses 8 de dezembro, de ouvir Lennon, outro que partiu no mesmo dezembro e dia 8.
O Alfredo Fontana, nascido em 8 de dezembro de 1905.
Que cresceu em São Carlos.
Fez-se homem em São Paulo.
Encantou minha mãe, a Luiza, que também era Motta, em Santa Adélia e São João de Aririnha, hoje só Ariranha.
Que foi juiz de paz em Herculândia.
Cafeicultor e apaixonado por gado Gir, o das orelhas e barbelas.
Esse Alfredo, que sobretudo foi, e ainda o é, amigo, parceiro, e pai.
A quem, não dedico posto que ainda não terminado, mas a quem entrego esse poemeto:
A sua ausência, desde aquela noite de outubro de 1965, quando difícil era compreender, quando impossível era expressar, quando eu apenas iniciava o conhecer, com o tempo, de forma sutíl, foi trocada pela memória e diálogos só possíveis com quem lhe é intimo.
Alfredo, de quem herdei o olhar de Fontana.
Alfredo que me apresentou Beethoven, Mozart, Schubert, Chopin, Brahms, Ravel, Bizet, entre tantos outros.
Alfredo que dedicava horas a ouvir Verdi, Puccini, com os librettos de Tosca, Cavalleria Rusticana, Madame Butterfly, todas, em conjunto com outras, acondicionadas em estojos de couro.
Alfredo que se emocionava com as árias entoadas por Giuseppe Di Stefano, mas também se comovia com a voz de Nat King Cole, com a paixão de Amália Rodrigues, que deixava os olhos acompanharem a dança de Valsas tão Vienenses quanto doces.
Esse Alfredo que me entregou o prazer da leitura, que estimulou meu sonhar, esse Alfredo que pressentia a poesia no ar, no detalhe, no trivial, na vida.
O Alfredo que já no imaginário, acompanhou o meu descobrir Bach, Vivaldi, Corelli, que incentivou minha admiraçõa pelo Jazz, Blues, Sinatra, e outras vozes. Que fez companhia no deslumbramento de sorver a Bossa Nova, de beber Tom, o Jobim, que partiu num desses 8 de dezembro, de ouvir Lennon, outro que partiu no mesmo dezembro e dia 8.
O Alfredo Fontana, nascido em 8 de dezembro de 1905.
Que cresceu em São Carlos.
Fez-se homem em São Paulo.
Encantou minha mãe, a Luiza, que também era Motta, em Santa Adélia e São João de Aririnha, hoje só Ariranha.
Que foi juiz de paz em Herculândia.
Cafeicultor e apaixonado por gado Gir, o das orelhas e barbelas.
Esse Alfredo, que sobretudo foi, e ainda o é, amigo, parceiro, e pai.
A quem, não dedico posto que ainda não terminado, mas a quem entrego esse poemeto:
8 de dezembro
nesse dia nascia
o alfredo fontana, que me assoprou
num 20 de outubro se foi
e era só 1.965
nesse dia, "Imagine" sem "Tom"
o alfredo fontana, que me assoprou
num 20 de outubro se foi
e era só 1.965
nesse dia, "Imagine" sem "Tom"
Rolling Stone releases final John Lennon interview - The Independent, uk - link (aqui)
AP
Wednesday, 8 December 2010
Three days before he was gunned down, John Lennon complained about his critics - saying they were just interested in "dead heroes".
He also talked optimistically about his family and future, musing that he had "plenty of time" to accomplish some of his life goals.
He spoke in an interview released to the Associated Press by Rolling Stone today, the 30th anniversary of the musician's death.

Lennon on the Ken Dodd show in 1963

Lennon live on stage at the Cavern Club in Matthew Street, Liverpool (1961)

The Beatles in Sweden in 1963

Lennon pictured at Foyle's Literary Luncheon in London (1964)

Lennon in Paris, January 1964

John Lennon and his then wife Cynthia (1964)

The Beatles playing live in Las Vegas, as seen from behind the stage.

The Beatles with their MBEs at Buckingham Palace in London after their investiture ceremony. Lennon would later return his.
The issue of Rolling Stone magazine containing Lennon's final interview will be on US news stands on Friday.
While brief excerpts of Jonathan Cott's interview with Lennon were released for a 1980 Rolling Stone cover story days after Lennon's death, this is the first time the entire interview has been published.
"His words are totally joyous and vibrant and hopeful and subversive and fearless," said Cott. "He didn't mince words."
Lennon saves some of his harshest words for critics who were perennially disappointed with his path in both music and life after leaving the Beatles.
"These critics with the illusions they've created about artists - it's like idol worship," he said. "They only like people when they're on their way up ... I cannot be on the way up again.
"What they want is dead heroes, like Sid Vicious and James Dean. I'm not interesting in being a dead (expletive) hero. So forget 'em, forget 'em."
He also predicted that Bruce Springsteen, then hailed as rock's bright future, would endure the same critical barbs: "And God help Bruce Springsteen when they decide he's no longer God. They'll turn on him, and I hope he survives it."
But Lennon also talked about trying to be a good father to his youngest son Sean, learning how to relate to a child (he admitted he wasn't good at play) and spoke of his strong bond with wife Yoko Ono: "I've selected to work with ... only two people: Paul McCartney and Yoko Ono. That ain't bad picking."
At 40, he was also reflective of what he had accomplished in life and explored life's themes, and remained committed to his goal of peace and love on earth.
"I'm not claiming divinity. I've never claimed purity of soul. I've never claimed to have the answers to life. I only put out songs and answer questions as honestly as I can ... but I still believe in peace, love and understanding."
Cott interviewed Lennon at his apartment and at his record studio. The interview was originally planned for a cover story for Lennon and Ono's upcoming album Double Fantasy, but in the rush to put out a story after Lennon was shot dead outside his apartment building by Mark David Chapman, only snippets were used.
Cott said he never went back to the three hours of tapes until a few months ago when he was cleaning out his closet.
"On a strip of magnetic tape, it was sort of a miracle that first of all, the tape had not degraded after 30 years," he said. "All of a sudden, this guy's voice, totally alive ... just made me feel so inspired that I felt that I should really transcribe the whole thing."
Cott said he was struck by how much Lennon was thinking about his life and mortality.
"There were a lot of strange consideration of where he was and what he felt like sort of in the middle of his journey," Cott said. "I think it was like a mid-life meditation, I was struck by that."
The magazine also included an essay by Ono recalling her final days with her husband.
Ono released a statement yesterday in tribute to Lennon.
"On this tragic anniversary please join me in remembering John with deep love and respect," Ono said. "In his short-lived life of 40 years, he has given so much to the world. The world was lucky to have known him. We still learn so much from him today. John, I love you!"
John Lennon fans to mark 30th anniversary of death - Guardian, uk - link (aqui)
Hometown Liverpool to stage several events honouring former Beatle killed outside New York apartment on 8 December 1980

A woman pose for photographs at Strawberry Field in Liverpool. Photograph: Paul Ellis/AFP/Getty Images
Fans of John Lennon will mark the passing of 30 years since he was murdered outside his New York apartment, triggering a wave of grief around the world.
In Liverpool, home city of the Beatles, several events will honour the singer and political activist, with local musicians leading a candlelit vigil in Chavasse Park at the European peace monument, dedicated to Lennon on 9 October, which would have been his 70th birthday.
Further homage may be paid at the Lennon statue in Mathew Street, home of the Cavern, where the Beatles played some of their early gigs, and at the original Strawberry Field, above.
On Thursday a concert – Lennon Remembered: The Nine Faces of John – will be held at Liverpool's Echo Arena, to bring to a close the city's two-month Lennon tribute season.
Members of the Quarrymen, his first band, will play to celebrate the life of the boy they had known at Quarry Bank school.
"We're playing not to mark his death, but to celebrate his life," said Rod Davis, banjo player with the Quarrymen, who had known John since they were five years old at Sunday school. "To talk too much of his death casts a shadow. There's more than a bit of sadness this week, so we'll be trying to focus on celebrating the John we knew."
As they have every year since Lennon's death, fans are likely to gather in front of the Dakota building in Manhattan, where he was shot. Others will mark the day at a candlelit vigil at Central Park's Strawberry Fields, dedicated to the memory of the musician and located directly across from the Dakota Apartments, where Lennon lived with Yoko Ono.
Lennon was shot four times in the back by a crazed fan, 25-year-old Mark Chapman, who hours earlier had asked the former Beatle for his autograph. He lay in wait for the singer, killing him as he arrived home. The security guard from Honolulu, Hawaii remained at the scene until arrested by police, and pleaded guilty to the crime. Since 1981 Chapman has been in jail, serving a sentence of 20 years to life. He has been denied parole six times.
Photograph: Paul Ellis/AFP/Getty
AcesseEl Mundo, es
ESPECIAL Los Beatles
Aquel 8 de diciembre...
Mark David Chapman descerrajó hace 30 años cinco tiros a John Lennon y nació una leyenda.
Lennon, ángel y demonio - El País, es - link (aqui)
30 años después de su asesinato, detractores y defensores siguen luchando por la imagen pública del ex beatle
DIEGO A. MANRIQUE - Madrid - 08/12/2010

Homenaje a Lennon, Central Park, 1980.- MAGNUM
La noche del 8 de diciembre de 1980 cinco disparos acababan con el músico más carismático de los sesenta. Mark David Chapman, en su retorcida mente, pretendía justificarse argumentando que castigaba a un líder que no vivía lo que predicaba pero provocó justamente el efecto contrario del desenmascaramiento de un hipócrita: en estos 30 años John Lennon ha sido consagrado como uno de los apóstoles del siglo XX, a la altura de Ghandi o Martin Luther King.
Morir como mártir tiene esas consecuencias cegadoras. Lennon se ha convertido en el Gran Pacifista, el visionario que pretendió cambiar el mundo y pagó con su vida. Se le supone enfrentado con todos los poderes: un radical indomable. Sus recursos musicales parecen infinitos: se le considera el genio de los Beatles. Además, ¡el hombre que siempre decía la verdad!
En general, los infinitos libros y documentales sobre Lennon tienden hacia la hagiografía. Se nota la pesada mano de la viuda: como legataria, Yoko Ono puede prohibir el uso de las canciones del difunto, incluyendo las letras, si el proyecto no muestra el respeto debido. Una precaución comprensible pero que difumina su verdadero perfil.
Al otro extremo, los libros desmitificadores. Son trabajos parciales, en todos los sentidos. El más difundido es Las muchas vidas de John Lennon, ahora reeditado por Lumen. Su autor fue un asesino (literario) a sueldo, Albert Goldman, que explotaba el filón hallado con su despiadada demolición de Elvis Presley. Buen sabueso, Goldman comprendió que cualquier famoso deja una pista de colegas resentidos, amigos traicionados, empleados despedidos. Sus hallazgos, desdichadamente, estaban comprometidos por su posición de partida: todo lo apuntaba en la columna del "debe".
La mala baba de Goldman todavía asombra. Especula -y disculpen la sordidez del ejemplo- con un viaje de Lennon en solitario por Asia en 1976; el biógrafo carece de información pero se apresura a imaginarle visitando los burdeles de Bangkok, acostándose con jovencitos de ambos sexos, consumiendo la marihuana y la heroína locales. Sin embargo, sabemos que John solía desmelenarse en compañía de amigotes y que procuraba pasar desapercibido cuando carecía de ese escudo. Como recuerda jocosamente Keith Richards en su Vida, Lennon aguantaba mal el alcohol y las drogas; cuesta creer que se pusiera tan alegremente en peligro y en evidencia.
En realidad, John no siempre estuvo a la altura de sus ideales. Violento en su juventud, podía ser cruel con las personas de su entorno, desde su embelesado mánager, Brian Epstein, a su primera esposa, Cynthia, y el hijo de ambos, Julian. El conflicto con Paul McCartney pertenece a otra categoría: machos alfa chocando sus cornamentas. Posiblemente, no había manera de mantener en 1969 el prodigioso taller de creatividad que fueron los Beatles pero corresponde a Paul el mérito de conseguir prolongar su vida productiva, aunque su liderazgo ahondara los celos internos.
Fue un mal trueque: un grupo en la cúspide -Abbey Road- por cuatro solistas irregulares. Tras el encuentro con Yoko, John cambió el chip y enfatizó la sinceridad por encima del arte universal. Sus discos de los setenta son apasionantes testimonios de su indagación personal pero no resisten la comparación con su obra anterior. Y la trastienda resulta embarazosa. El santo pacifista también donó dinero al IRA y subvencionó a Michael X, un autoproclamado profeta del black power, luego ejecutado por un doble asesinato. El gran cínico se dejaba engañar regularmente por buscavidas y charlatanes.
En busca de héroes, son sus días de agitación antisistema los que dominan sobre la etapa de encastillamiento en el Dakota. El rockero con camisa militar, una canción para cada causa, cuatro años después se vestía de etiqueta para acudir a la toma de posesión de Jimmy Carter en Washington. No hay truco, ambos son el mismo Lennon: esa madeja de contradicciones explica nuestra continua fascinación por el personaje. No era ni el monstruo inventado por Albert Goldman ni el virtuoso romántico salido del Photoshop de Yoko Ono.
De ham(burguesas) por Madrid - El Viajero, El País, es - link (aqui)
Los cinco mejores sitios para comer slow hamburguesas, clásicas y de diseño, en Madrid
CRISTINA CRISOL - 08/12/2010
El concepto fast food ya no está ligado a las hamburguesas. Dese hace algunos años es una moda instaurada entre los gourmets de la carne picada y los curiosos culinarios el disfrutar de este producto de calidad. Para los que se han quedado en Madrid este puente o aquellos que están de visita, nada mejor que hincarle el diente a una de estas sabrosas y respetadas hamburguesas. Hamburgueserías clásicas, baratas, ecológicas y de diseño, para todos los gustos.

El clásico
El próximo año se cumplen los treinta años de la inauguración del primer local de Alfredo's Barbacoa en la calle Lagasca, número 5. Poco tiempo después este restaurante, abierto por un neoyorkino con ganas de traer los sabores de allí con un toque de calidad, se quedó pequeño y cinco años más tarde abrieron otro en la calle Juan Hurtado de Mendoza, 11. Éste lo regenta la hija del fundador. La esencia de los dos locales es la misma: carne de primera calidad e ingredientes básicos como el bacon, el queso, las patatas fritas, los frijoles y la mazorca de maíz. Es el templo al que peregrinan los amantes de las hamburguesas. Muy buena relación calidad/precio. Se recomienda reservar, si no es imposible encontrar un hueco.

Hamburguesa francesa con queso brie del restaurante Home Burguer
El ecológico
Hace poco más de tres años, en 2007, se abrió el primer Home Burger Bar en la calle Espíritu Santo, 12, en el barrio de Malasaña. Su raudo éxito ha hecho que abriesen las puertas otros dos locales más, uno de ellos en Chueca, en la calle San Marcos, 26. Su característica decoración, sobria y kitsch, son su seña de identidad. El último en abrir fue el de la calle Silva, 25, justo detrás de Gran Vía, aquí se decidió mantener el ambiente original del local adaptándolo a su identidad.
En cuanto a su deliciosa carta, sus diferentes tipos de hamburguesas son de carne orgánica, se pueden pedir más tradicionales o con un toque exótico como la mexicana, la de gambas, o la de nueces y queso Philadelphia. Sus patatas fritas son caseras, y los precios rondan los 10 euros. Mejor reservar en el restaurante de Malasaña ya que es el más pequeño de los tres.
El barato
Varias generaciones de estudiantes han pasado por la hamburguesería Donoso, en la calle Donoso Cortés 90, y es que su situación estratégica en el barrio de Moncloa, frecuentado por muchos universitarios, aunado a sus módicos precios y la a calidad de sus hamburguesas lo han convertido en un referente para nostálgicos y nuevas hornadas de jóvenes sedientos de actividad nocturna. Comérselas de pie, acompañadas de una caña y unas patatas fritas las hacen ser un tentempié único y nutritivo. Para los muy hambrientos pueden pedirla en tamaño extra grande. En el mismo barrio, en la calle Meléndez Valdés, 55, se abrió otro restaurante, igual o más genuino que el primero.

Logo de la cadena de diner Peggy Sue's
El diner americano
Cerrar los ojos, abrirlos y entrar en cualquiera de los restaurantes Peggy Sue's es trasladarse a los años cincuenta en un diner nortemamericano. Desde el primero que abrieron en la calle Amaniel, 20, ha pasado algún tiempo y no se ha hecho esperar la aparición de varios locales más repartidos por todo Madrid. La oferta culinaria pasa por sabrosas hamburguesas, perritos, y ensaladas. Las patatas fritas hay que pedirlas como un extra. Sobre cada mesa se encuentra una jukebox que funciona a la perfección, se introduce una moneda de 20 céntimos y ya se puede uno comer su plato al ritmo una canción de Elvis Prestley.
La cafetería
La cafetería HD, C/ Guzmán El Bueno, 67, una de esas de toda la vida con sillas de sky, mesas pequeñas de mármol, camareros con pajarita, suelos geométricos y chimenea, se ha reinventado para convertir esos elementos en un lugar retro y con buen gusto. No en vano lleva abierta desde 1962 y con un lavado de cara, imaginación y una dosis de diseño nórdico han conseguido un restaurante acogedor y moderno. Aún ofreciendo sándwiches y carne a la brasa lo que destaca de la carta son sus originales hamburguesas, para los más atrevidos, la japonesa, para los más glamourosos, la francesa con queso brie, y para los tradicionales, la clásica. Todas ellas están servidas con exquisitos panes, de amapola o de cerveza negra. Si se tiene suerte después de una copiosa comida se puede tomar el café en una de sus cómodas mecedoras.
Para disfrutar en casa
Otra opción para los más cocinillas, si no se quiere salir de casa, es comprar la carne y añadir los ingredientes al gusto del comensal. Se pueden encontrar en el mercado de Ayala, número 28, en el puesto 17, las mejores hamburguesas para hacer en casa. Treinta variedades con la mejor materia prima y que se pueden hacer en menos de diez minutos.

Hamburguesa con pan de amapola del HD Cafetería
Lula e a psiquiatria - Estadão online - link (aqui)
08 de dezembro de 2010 | 0h 00
Roberto Romano - O Estado de S.Paulo
No imaginário sobre o Estado, a prudência aparece com a alegoria das três faces: a do ancião, a do homem maduro e a de um jovem. Presente, passado e porvir são unidos para o domínio do instante oportuno, o kayrós grego. Os feitos dos legisladores ou governantes devem ser definidos com meticulosa sapiência, mas executados na hora exata. Um minuto antes, ou depois, a medida salutar transforma-se em crime contra a sociedade. A obra de Maquiavel se alicerça na prudência: o que foi dito, se negado pela mesma pessoa, joga ilegitimidade sobre o seu poder.
O site WikiLeaks atualiza a lógica que norteia a máquina do Estado. A guerra entre imprensa e poder existe desde o século 17. As duas frentes - a oficial e a crítica - usam armas perigosas. É o caso da propaganda que gera o culto dos governantes. Quanto maior a censura estatal, mais eficientes as técnicas de manipulação popular. O poder moderno fundamenta-se no binômio de segredo e propaganda. A censura garante o primeiro e os escritores venais aprimoram a segunda (*).
Norberto Bobbio mostra o quanto é antigo o disfarce político. "Que o poder tenda a usar máscara para não ser reconhecido e agir longe de olhares indiscretos, é uma velha história. Tal velha história tem mesmo um nome célebre que, somente com sua pronúncia, dá calafrios na espinha: "arcana imperii". Em análise magistral, escreveu Elias Canetti: "O segredo está no mais íntimo núcleo do poder" (Massa e Poder). Os fundadores da democracia pretenderam dar vida à forma de governo sem máscara, na qual os segredos do domínio fossem abolidos definitivamente e destruído aquele "núcleo interior"." Da tese extrai Bobbio o corolário ignorado no Brasil pelos que controlam o Estado: "O poder oculto não transforma a democracia, perverte-a. Não a golpeia mais ou menos gravemente nos seus órgãos vitais, extermina-a." Entre os "órgãos vitais" da alma democrática encontra-se a liberdade de pensamento e de expressão (**).
Em dias recentes, o sr. Luiz Inácio da Silva retomou uma faceta de sua figura pública, o vezo autoritário de esconder práticas políticas usando, para tal fim, ataques à imprensa. Recordo um fato da sua campanha vitoriosa de 2002.
A Folha de S.Paulo realizou debate com ele, quando perguntei: "Governos eleitos na América do Sul enfrentam pesadas críticas da imprensa (...), isso ocasiona choques que chegam a ameaçar a estabilidade institucional, como no caso da Venezuela. Qual será a sua política para a mídia internacional e brasileira, como pretende Vossa Senhoria se relacionar com os formadores de opinião?"
O candidato afirmou ser "preciso acertar na política, ou seja, esse negócio de o presidente da República ficar dizendo que não conversa com A, com B, não cabe ao presidente da República (...), ele é presidente de todos." Disse mais: "Ou você estabelece uma negociação com a sociedade, com os empresários, mesmo com aqueles que são mais duros contra você, com os donos dos canais de televisão, com os donos dos jornais, para que se estabeleça a possibilidade de governar este país (...). Eu sou tão negociador que em 1975, quando Petrônio Portella disse "vai começar o processo de negociação", me chamou, tinha muita gente que dizia: Lula, não vá. Eu falei: eu vou. Por que você vai? Porque eu tenho o que dizer. Eu fui lá. Então a minha vida inteira só fiz isso, (...) fazer acordos, fazer negociações (...)". Mesmo com certo general houve acordo: "Fui lá, conversei três horas com ele e cumpri o que ele disse para mim. Fiquei no sindicato e o Exército não se meteu nas nossas greves. Depois, então, veio o Miltinho e botou o Exército para bater na gente." E Lula defendeu o diálogo com jornalistas: "Até porque se o cara não quiser conversar comigo eu vou em cima dele para conversar." A matéria, na íntegra, pode ser lida em http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u35797.shtml.
Ao ser perguntado, na semana passada, sobre o apoio que recebe da oligarquia Sarney, que exigiu (e obteve) a censura deste jornal, Lula foi "em cima" do repórter: "Pergunta preconceituosa como esta é grave para quem está há oito anos cobrindo Brasília. Demonstra que você não evoluiu nada. O presidente Sarney é presidente do Senado... Preconceito é uma doença. O Senado é uma instituição autônoma diante do Poder Executivo, da mesma forma, o Poder Judiciário. O Sarney colaborou muito para a institucionalidade. E ademais é o seguinte: o Sarney foi eleito pelo Amapá, eu não sei por que o preconceito. Você tem de se tratar, quem sabe fazer uma psicanálise para diminuir o preconceito."
A conveniência política que rende segredo e censura em favor de quem o apoia se justifica, segundo o presidente, pela "institucionalidade". Tragicômica e nada original razão de Estado. Hospícios para intelectuais independentes e jornalistas surgiram no século 19. Hölderlin foi internado por suas posições jacobinas, acusado de loucura. Depois dele, o tratamento psiquiátrico foi a solução contra a crítica na Alemanha, na Itália e na União Soviética. O silêncio sobre tais medidas durou o tempo em que a propaganda enganou as massas, gerando a "popularidade" dos governantes. Mas os "loucos" venceram. Caíram as paredes dos manicômios totalitários com o Muro. O pêndulo, hoje, retorna ao poder e à propaganda. Devemos agradecer ao WikiLeaks.
(*) Burke, Peter: A Fabricação do Rei (RJ, Zahar Ed.) e Thuau, E.: Raison d"État et Pensée Politique à l"Époque de Richelieu (Paris, Armand Colin Ed.).
(**) Il Potere in Maschera, in L"Utopia Capovolta.
FILÓSOFO, PROFESSOR DE ÉTICA E FILOSOFIA NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS
(UNICAMP), É AUTOR, ENTRE OUTROS LIVROS, DE ''O CALDEIRÃO DE MEDEIA'' (PERSPECTIVA)
(UNICAMP), É AUTOR, ENTRE OUTROS LIVROS, DE ''O CALDEIRÃO DE MEDEIA'' (PERSPECTIVA)
Pobre Mantega, tenta servir a "Deus" e à "Criatura", continuará "apenas" inútil
Renata Lo Prete, Coluna Painel, Folha de São Paulo (aqui)
Abafa o caso
Ao desautorizar a declaração de Guido Mantega sobre a necessidade de cortes nos investimentos do PAC, Lula só fez aumentar a preocupação de integrantes da equipe de transição, plenamente cientes de que medidas nesse sentido terão mesmo de ser tomadas logo no início do governo de Dilma Rousseff.
Teme-se que, quanto mais enfáticas forem as negativas agora, maior será o desgaste da futura presidente, que, mesmo sem o acréscimo de novos embaraços, já terá de responder sobre suas declarações de campanha. Como esta, de 30 de agosto: "Não farei ajuste fiscal em hipótese alguma. O Brasil não precisa mais."
Ao desautorizar a declaração de Guido Mantega sobre a necessidade de cortes nos investimentos do PAC, Lula só fez aumentar a preocupação de integrantes da equipe de transição, plenamente cientes de que medidas nesse sentido terão mesmo de ser tomadas logo no início do governo de Dilma Rousseff.
Teme-se que, quanto mais enfáticas forem as negativas agora, maior será o desgaste da futura presidente, que, mesmo sem o acréscimo de novos embaraços, já terá de responder sobre suas declarações de campanha. Como esta, de 30 de agosto: "Não farei ajuste fiscal em hipótese alguma. O Brasil não precisa mais."
Enquanto aguarda o tal ministério da pesca, Ideli continua "cevando" cargos
Deu no blog do Josias (aqui)
Ideli vai substituir Argello na relatoria do Orçamento
Líder de Lula no Senado e candidata a ministra da Pesca de Dilma Rousseff, Ideli Salvatti (PT-SC) foi escolhida relatora do Orçamento.Ideli assume o posto nas pegadas da renúncia de Gim Argello (PTB-DF). Foi à cadeira por indicação dos líderes governistas no Senado.
Escrito por Josias de Souza às 21h14
Nada a estranhar, Dutra é igual em "ausência" de qualidades, para ser "qualquer coisa", como, também o são, seus companheiros de "Três Porquinhos", Palocci e o "sempre posando" Cardozo
Deu nno Blog do Josias (aqui)
Dilma dá 3ª pasta ao PSB para pôr Dutra no Senado
Antônio Cruz/ABr

Depois de tourear o PMDB, Dilma Rousseff deseja se acertar, nesta quarta (8), com o PSB do governador pernamucano Eduardo Campos.
O partido repassou a Dilma, na semana passada, nomes para três ministérios: Integração Nacional, Turismo e Secretaria de Portos.
Dilma esboça concordância com duas das indicações. Excluiu da lista a pasta do Turismo, negociada com o PMDB, e impôs ao partido um nome de sua escolha.
Na Integração, deve ser acomodado, como deseja Campos, o atual secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Fernando Bezerra.
Na Secretaria de Portos, deve ser mantido Pedro Brito, técnico ligado a Ciro Gomes (PSB-CE).
Em lugar do Turismo, para cuja cadeira o PSB indicara o deputado Márcio França (SP), Dilma oferece o Ministério das Micro e Pequenas Empresas.
Em vez de França, Dilma "sugere" a nomeação do senador Antonio Carlos Valadares, do PSB de Sergipe.
Guindado-se Valadares à Esplanada, abre-se a oportunidade para que assuma sua cadeira de senador o primeiro suplente.
Quem é o suplente de Valadares? José Eduardo Dutra, presidente do PT federal. Vai ao Senado sem ter recebido um mísero voto.
O PSB não se opõe à troca de uma cadeira de senador por uma poltrona de ministro. Mas imaginava extrair do arranjo uma quarta pasta.
Na conta do partido, além dos três ministérios que reivindicava, Valadares viraria ministro na “cota pessoal” da presidente eleita.
Na contabilidade de Dilma, a hipótese de o PSB colecionar quatro ministérios está descartada.
No mais, ela revela-se decidida a nomear Valadares. Não parece preocupada com a qualificação da escolha –“cota pessoal” ou “cota partidária”.
O que importa é o resultado. Imagina que, levado ao Senado, Dutra exercerá papel de liderança na bancada do PT e fora dela.
Eduardo Campos voou de Pernambuco para Brasília nesta terça (7). Dividiu a mesa do jantar com o grão-tucano Aécio Neves.
Dormiu na Capital. Nesta quarta (8), deve encontrar-se com Dilma.
Escrito por Josias de Souza às 01h13
Assinar:
Postagens (Atom)





