segunda-feira, 11 de julho de 2011

Gene Ammons & Sonny Stitt - The People's Choice

 
 

Gene Ammons & Dodo Marmarosa - The Moody Blues

 
 

Gene Ammons Quartet 1961 ~ Exactly Like You

 
 

Gene Ammons - You go to my head

 
 

Gene Ammons Canadian Sunset

 
 

Empresa afirma que Petrobrás sabia de acordo para fraudar licitação milionária - Estadão online - link (aqui)

 

Direção da Seebla diz ter denunciado em maio, à estatal, irregularidades da empresa do senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE), a Manchester, que fraudou concorrência de R$ 300 milhões; oposição pede apuração do caso ao MP e ao TCU

10 de julho de 2011 | 21h 06
 
 
http://www.estadao.com.br/fotos/eunicio(2).jpg
Beto Barata/AE
 
O senador Eunício Oliveira (PMDB) durante sessão da CCJ do Senado
 
De acordo com a Seebla, o episódio foi relatado à ouvidoria da Petrobrás. O número de protocolo da denúncia, segundo a empresa, é 03.730. Além da denúncia oficial, a empresa também diz que relatou o episódio ao gerente executivo da Petrobrás, José Antonio Figueiredo.
Neste domingo, 10, o Estado revelou que a Manchester, com o intuito de fraudar a licitação, soube com antecedência da relação de concorrentes. O contrato de R$ 300 milhões deve substituir os serviços emergenciais que já renderam R$ 57 milhões sem licitação para a empresa do senador. De posse dos nomes dos concorrentes, a Manchester procurou empresas para fazer acordo e ganhar o contrato. Uma das visitadas pela direção da Manchester foi a própria Seebla, conforme mostram os registros do prédio dessa empresa em São Paulo.
Em resposta ao Estado na sexta-feira, a Petrobrás afirmou que "desconhece" qualquer conversa entre concorrentes antes da licitação. O diretor da ouvidoria da Seebla, Milton Rodrigues Júnior, disse ontem que relatou à Petrobrás "chantagem" e "ameaça de retaliação" pela Manchester antes da licitação, ocorrida no dia 31 de março. O relato ocorreu em 11 de maio, 12 dias depois de a comissão de licitação declarar a proposta da Manchester em primeiro lugar com um valor R$ 64 milhões a mais do que a oferta da Seebla.
Segundo Rodrigues, haverá uma reunião amanhã com a ouvidoria da estatal no Rio para que sejam fornecidos mais detalhes do episódio. No encontro, segundo ele, a Seebla deve informar que tipo de acerto foi oferecido pela empresa de Eunício Oliveira antes da concorrência. Uma proposta que, de acordo com a Seebla, envolveria repasse de porcentuais do contrato que a Manchester fecharia com a Petrobrás. Documentos neste sentido devem ser entregues à estatal.
O senador e a Petrobrás divulgaram notas negando irregularidades no processo.

O marido de Gleisi e as versões...



Deu no blog do Josias (aqui)

11/07/2011

Paulo Bernardo propôs obra sem licitação,diz Requião

  Folha
 
Desde que Alfredo Nascimento e Cia. foram desalojados da pasta dos Transportes, o ministro Paulo Bernardo (Conunicações) frequenta o noticiário em posição incômoda.
Nos subterrâneos, Luiz Antonio Pagot, o ex-mandachuva do Dnit, afirma que Bernardo exibia interesse inusual pelas obras rodoviárias, especialmente as do Paraná.
Ex-governador paranaense, o senador Roberto Requião (PMDB) afirma que Bernardo interessava-se também por ferrovias.
Requião diz ter sido procurado por Bernardo na época em que ele era ministro do Planejamento de Lula.
Acusa-o de ter proposto a construção de uma ferrovia sem licitação, com preço acima do razoável e com direcionamento a uma empresa privada.
Segundo Requião, nos moldes propostos por Bernardo, o custo da obra saltaria de R$ 220 milhões para R$ 550 milhões.
As informações constam de notícia veiculada pela Folha. Ouvido, Bernardo admitiu que se reuniu com Requião à época em que ele governava o Paraná.
Atribuiu a iniciativa a uma "determinação do presidente Lula". Negou, porém, que tenha tratado de superfaturamento ou de direcionamento da obra ferroviária.
Por razões distintas, Requião e Bernardo acionaram o Ministério Público Federal para investigar o caso.
O ministro também protocolou no STF uma petição na qual acusa o agora senador de tê-lo caluniado.
Nesta terça (12), Pagot, o ex-mandarim do Dnit, vai prestar "esclarecimentos" no Senado.
Se Pagot reafirmar em público metade do que diz de Bernardo entre quatro paredes, é provável que a Justiça receba nova ação por “calúnia”.

Escrito por Josias de Souza às 05h22

Aguarda-se desmentido

 
 
Deu na Tribuna da Internet (aqui)
 
segunda-feira, 11 de julho de 2011 | 05:10

Por favor, que alguém esclareça, se puder. O consagrado jornalista Jorge Bastos Moreno, de O Globo, está mesmo afirmando que Lula tem um caso com a presidente Dilma?

Carlos Newton
O colunista Ibrahim Sued vivia repetindo que “em sociedade tudo se sabe”. É verdade. De uma maneira ou outra, as informações acabam surgindo e circulando. Agora, com a revolução da internet, a velocidade da notícia passou a ser realmente meteórica, em tempo real, costuma-se dizer.
Os jornalistas brasileiros ainda mantêm um certo pudor em abordar a privacidade dos governantes, especialmente a vida amorosa. Nesse ponto, a imprensa brasileira é muito mais civilizada do que a inglesa ou a norte-americana, por exemplo, onde os tablóides denigrem qualquer um, com total liberalidade.
Mas nossos jornalistas sempre dão um “jeitinho brasileiro” de fazer revelações picantes, mesmo pisando em ovos e em linguagem mais ou menos cifrada, mas que acaba sendo entendida, pois o velho ditado nos ensina que, para quem sabe ler, um pingo já é letra.
No dia 27 de junho, por exemplo, o colunista Ricardo Noblat, de O Globo, encontrou uma curiosa maneira de dizer que o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, estava se separando da primeira-dama Adriana Ancelmo.
No violentíssimo artigo que publicou, sob o título “Diz aí, Cabral!”, Noblat deu a seguinte informação: “Sou do tempo em que os políticos escondiam amantes, tesoureiros de campanha e empresários do peito. Amantes ainda são mantidas à sombra – embora algumas delas, de um tempo para cá, tenham protagonizado barulhentos escândalos. Outras morrem sem abrir o bico”.
Comentamos aqui no blog que, com invulgar habilidade, Noblat contou tudo, sem dizer nada, revelando com clareza que a morte de Fernanda Kfuri era mais um motivo para o desespero do governador e para a insistência em “amarrar” com o amigo Eike Batista a história do empréstimo do avião, mentindo sobre a hora em chegou a Porto Seguro etc. e tal.
Agora, no sábado, outro destacado colunista de O Globo, Jorge Bastos Moreno, bem-informadíssimo sobre os bastidores políticos de Brasília, publicou uma nota, também em linguagem mais ou menos cifrada, a respeito do misterioso sumiço de Dilma Rousseff, durante cinco horas, no Rio de Janeiro, na semana passada, sob o título “O desaparecimento da presidente Dilma”.
Então, vamos conferir o texto publicado por Jorge Bastos Moreno, em sua coluna política na página 3 de O Globo:
“O amor verdadeiro é o maior antídoto contra intriga. Onde existe amor, não há desconfiança.
Na última quarta-feira, depois de uma visita oficial ao Rio, a presidente Dilma simplesmente desapareceu. Avisou aos ministros da sua comitiva, já dentro da base aérea do Galeão:
“Me esperem aqui. Vou ali e volto já”.
Dilma só reapareceu para o embarque cinco horas depois.
Perguntem-me se, na volta, alguém teve a coragem de perguntar o que ela esteve fazendo nesse tempo todo.
Durante cinco horas, Dilma esteve reunida, em algum lugar da cidade, com Lula.
Vejam que gracinha: Lula estava na base aérea de São Paulo, onde teria uma conversa com a presidente. Quando soube que Dilma se atrasara na cerimônia do Rio, resolveu esperá-la na base aérea do Rio e, assim, evitar seu deslocamento.
- Presidente da República é Dilma. Eu, que não sou mais nada, é que tenho que ir ao encontro dela – ponderou Lula ao cerimonial do Palácio.
Mesmo com uma baita crise sobre as costas, Dilma voltou a Brasília tão feliz, mas tão feliz, que até parecia ter visto um passarinho azul.
E viu!”
Esta surpreendente nota foi publicada no sábado. Note-se que Moreno foi muito mais contundente do que Noblat, cuja afirmação até passou despercebida para muita gente que ainda não tinha recebido nada pela internet, que àquela altura já começava a ficar infestada de mensagens circulando sobre Fernanda Kfuri e Cabral.
Moreno foi direto ao ponto. Começa a nota falando que “o amor verdadeiro é o maior antídoto contra a intriga” e  dizendo que “onde existe amor, não há desconfiança”. Só faltou dizer que “o amor é lindo”. Depois, fala sobre longa duração do encontro secreto entre Lula e Dilma, e termina com uma observação picante sobre a presidente, dizendo que, “mesmo com uma baita crise sobre as costas, Dilma voltou a Brasília tão feliz, mas tão feliz, que até parecia ter visto um passarinho azul. E viu!”
Essa lembrança do passarinho azul, inclusive, é muito original, nunca ninguém ouvira falar disso. Quem chegou mais próximo foi Collor, na Presidência da República, quando disse “ter nascido com aquilo roxo”. De certa forma, de roxo para azul, não fica tão destoante assim.
Durante todo o sábado, aguardamos que saísse algum desmentido à nota de Moreno. O Planalto podia dizer que a presidente Dilma fora visitar uma velha amiga guerrilheira, que está doente, algo assim. Mas nada. Então esperamos passar 24 horas e fomos conferir na edição de domingo de O Globo, para ver se o Planalto ou o próprio Lula tinham se manifestado a respeito. Ainda nada.
Então, será que estou maliciando demais as coisas? Será que nenhuma outra pessoa entendeu a mensagem de Jorge Bastos Moreno da mesma forma do que eu? É possível acreditar que seja apenas “uma brincadeira” do jornalista?
Mas não se brinca com esse tipo de coisas. E os editores do jornal não deixariam ser publicada “uma brincadeira” dessa gravidade. Então, para que possamos realmente saber a quantas anda este país, por favor, que alguém esclareça essa situação, se puder.

Pausa para uma tema sério (2) - Tribuna da Internet - link (aqui)

 
 
segunda-feira, 11 de julho de 2011 | 05:00

Carlos Chagas
Na posse das informações sobre a inusitada visita, escrevi um artigo para “O Estado de S. Paulo”, sob o título “Brasília não vê JK chorar”, reproduzido em seguida por diversos outros jornais.  Começou ali  meu relacionamento com o presidente, a quem tinha visto e entrevistado no passado apenas de forma profissional. Seguidas vezes, aos domingos, ia visitá-lo na fazendinha. Ele não era daqueles políticos cheios de informações, que fazem a felicidade dos jornalistas. Dele fluíam  sentimentos, assim  como memórias permanentes.   Fui tomando conhecimento, ao vivo, de centenas de episódios da vida dele, de seu governo e de seu calvário político.�
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Contou-me, por exemplo, que ainda governador de Minas, mas já pré-candidato à presidência da República, compareceu ao palácio do Catete para uma audiência com o então presidente Café Filho, adversário implacável de sua candidatura. O tema que ia tratar dizia  respeito aos preços mínimos do  café,  que seu estado produzia aos  montes.  Lá em cima,  primeiro a surpresa:  Café Filho tratou-o com desmesurada gentileza, chegando a levantar-se da cadeira presidencial e  pedindo que ele nela sentasse.  Meio sem  jeito, sentou, quando  o presidente mudou de tom, tornou-se agressivo e disse:  “Esta foi a primeira e a  única vez que você ocupou essa cadeira. Você não será presidente,   até porque os ministros militares não querem!”
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Irritado, JK deu a audiência por terminada e desceu até a sala de imprensa. Os jornalistas não  tinham a menor idéia do que se passara.  Foram logo perguntando sobre o café, claro que não o presidente.  Vingou-se: “De que café você está falando, meu filho, do vegetal ou do animal?”
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Naquela noite a Hora do Brasil divulgou o manifesto dos ministros   militares, contra sua candidatura. Reunido com amigos em  seu apartamento, em Copacabana, aceitou a sugestão de Augusto Frederico Schmidt, telefonou para o “Correio da Manhã” e ditou sua reação, começando com a frase lapidar de que “Deus poupou-me o sentimento do medo”.
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Não é essa a oportunidade para referir o que foi o governo de Juscelino Kubitschek, muito  menos para concordar com um certo sucessor dele, responsável pela falsa imagem de que a paciência era sua maior qualidade. Bobagem. Ele  era a impaciência em pessoa, queria tudo pronto e resolvido o  mais  breve possível, como ainda há dias retificou sua filha Maristela.  Tão impaciente que  mudou o Brasil.
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Homem de coragem física. Sabendo por amigos comuns que Jânio Quadros faria violento discurso contra o seu governo, na hora da transmissão da faixa presidencial, mandou avisar que reagiria. Chamou o chefe da Cerimonial e indagou como seria a solenidade. Informado de que logo atrás dele estaria o seu ministério, assim como o ministério de Jânio atrás do novo presidente, pegou o mapa e, com um lápis vermelho,  mudou a disposição. Queria ficar frente a frente com o sucessor, a menos de  um metro um do outro. E os ministros bem atrás. 
Disse-me anos depois estar pronto para, se ofendido em sua honra, dar um passo à frente e um soco na cara de Jânio.  Ia ser um escândalo internacional, mas estava decidido. Os tais amigos comuns souberam, avisaram o novo presidente e,  na hora da passagem do governo, Jânio foi todo sorrisos e elogios.  
Ao deixar o palácio do Planalto, JK foi acompanhado por grande multidão até  o aeroporto que hoje   leva o seu nome.  No Galeão, voaria direto para Portugal, com a família. A aeronave começava a sobrevoar o Atlântico quando o piloto chama-o à cabine.  Colocou os fones de ouvido e percebeu que Jânio discursava, na “Hora do Brasil”. Dizia tudo aquilo que não tivera coragem de dizer com os olhos nos olhos. Voltou á sua poltrona e pensou como o Brasil ainda tinha   muito a percorrer em   matéria de democracia. 
Muito mais tarde, com os dois já cassados, foi ao Guarujá para uma palestra.  Descansava depois do almoço, no quarto do hotel, quando escutou um vozerio na porta. De repente, quem irrompe pelo aposento, sentando-se na beirada da cama? Jânio Quadros.  Nunca mais se tinham encontrado e o ex-presidente, segurando seu braço com as duas mãos, exclamou  aos berros: “Errei, meu amigo, errei. Também, eu nem tinha lido antes o discurso que escreveram para  mim…”
Quando da renúncia de Jânio Quadros, a imprensa  encontrou Juscelino  na sede do extinto PSD, no  Rio. Só teve um comentário: “É doido mesmo…”
Integrou-se à campanha de Leonel Brizola pela posse de João Goulart, mas,  já senador por Goiás, insurgiu-se contra a decisão do Congresso de implantar o parlamentarismo. Era candidatissimo a voltar ao poder em 1965. Só que, pouco antes de deixar o governo, fechou a cara para Tancredo Neves, seu dileto  amigo, diante da proposta de ver votada  emenda constitucional permitindo sua reeleição. Nem quis ouvir falar no assunto…
Em 1963 e 1964, estava em plena campanha.  Adotou o costume de visitar jornalistas, mais do que ser visitado por eles. Foi ao apartamento do saudoso Oyama Telles, do “Correio da Manhã”, conversar com cinco ou seis  repórteres políticos, entre os quais eu estava incluído.  Semanas depois,  a vez da casa do também hoje desaparecido Heráclio Salles.  Estava marcada para o final de abril de 1964 sua ida ao meu apartamento, no Flamengo. Não deu, por conta do golpe militar. (continua amanhã) .

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Charge do dia

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El Roto - El País, es