quinta-feira, 10 de novembro de 2011

The Original Swingle Singers 1968 ~ Bach's Prelude & Fugue No. 1 in C Major

 
 

Les Swinger Singers J S Bach Partita No2 Sinfonia 1969

 
 

Les Swingers Singers J S Bach Fugue in D Major 1969



The Swingle Singers - The Little Fugue

 
 

A supergerente nascida para comandar tropeça na arrogância do ministro falastrão - Coluna do Augusto Nunes - link (aqui)



10/11/2011 às 1:01

A líder de nascença, extraordinariamente articulada e mais sabida que qualquer homem, capaz de remover impasses de bom tamanho com outra ideia luminosa ─ essa Dilma Rousseff começou a morrer de inanição quando a ministra de pouquíssimas palavras virou candidata à Presidência e teve de destravar a garganta. Meia dúzia de frases sem pé nem cabeça bastaram para escancarar o neurônio solitário. A primeira entrevista mais demorada denunciou um cérebro em permanente litígio com o raciocínio lógico. A Joana D’Arc da guerrilha urbana é tão palpável quanto o Brasil Maravilha do cartório.
A superexecutiva onisciente, onipresente e onipotente, capaz de organizar em 30 minutos uma contrapartida administrativa do Barcelona ─ essa Dilma Rousseff morreu de anemia depois da saída de seis ministros (cinco por corrupção, um por alucinação) em menos de 10 meses de governo. Um técnico de futebol que substitui meio time antes dos 25 minutos do primeiro tempo, para antecipar-se à expulsão inevitável e para subtrair-se às vaias das arquibancadas, só pode ser autorizado a escalar a seleção do hospício.
A arrogância debochada de Carlos Lupi ameaça rasgar a terceira e última fantasia. É a que enfeita a supergerente implacável, incansável e geniosa, capaz de fazer qualquer marmanjo folgado chamar a mãe já no início do pito arrasador, ou de emudecer até um cangaceiro aliado com aquele perturbador “meu querido…” rosnado ao pé da orelha. “Pela relação que tenho com a Dilma, não saio nem na reforma”, jactou-se nesta terça-feira o ainda ministro do Trabalho, depois da conversa com a antiga companheira de PDT. Nada de “presidenta”, muito menos “presidenta Dilma Rousseff”. Para Lupi, a chefe de governo é “a Dilma”, com o artigo sublinhando a intimidade de comparsa.
Nesta quarta-feira, Lupi fingiu que a imprensa não entendeu direito o que disse. Negou ter desafiado a chefe, mas manteve a essência do falatório: vai continuar no cargo ─ antes e depois da reforma ministerial de janeiro. Dilma encarregou Gleisi Hoffmann de lembrar à nação que é a presidente quem nomeia e demite. Mas não demitiu o homem que instalou num gabinete desonrado por incontáveis maracutaias. A permanência de Lupi no ministério arrendado ao PDT fortalecerá a suspeita de que os frequentes ataques de nervos protagonizados por Dilma Rousseff não têm parentesco com os associados a governantes enérgicos, exigentes, durões.

São apenas chiliques. São só grosserias.

O ministro a caminho do despejo mostra como se conjuga o verbo ‘corrompor’ - Coluna do Augusto Nunes - link (aqui)



09/11/2011
às 9:03

Por ser dono da banca de jornais de que Leonel Brizola se tornou freguês, Carlos Roberto Lupi virou em 1980 amigo do gaúcho que acabara de voltar do exílio para retomar a carreira política no Rio. Por ser amigo de Brizola, virou militante do PDT. Por ser homem de confiança do chefe, virou deputado federal, secretário municipal, secretário estadual e, depois da morte do fundador em 2004, presidente do partido. Por ser presidente do PDT, virou ministro do Trabalho em 29 de março de 2007. Por ser um bom companheiro da base alugada, virou bandido de estimação. Por ser protegido de Lula, continuou no cargo depois da posse de Dilma Rousseff.
Paulista de Campinas, 51 anos, Lupi não tem espaço na cabeça para alguma coisa que preste ─ só cifrões de origem obscura nascem e crescem em desertos de neurônios. A rasura do cérebro dificulta até a conjugação do verbo inseparável da própria biografia: corromper. No vídeo de 18 segundos, por exemplo, ele  tropeça espetacularmente na terceira pessoa do singular: “Quem corrompõe…”, derrapa o filhote da Era da Mediocridade. A caminho do despejo, Carlos Lupi criou o verbo “corrompor”. Significa, provavelmente, “propor alguma coisa a um ministro corrupto”.

Dilma ‘procura’ nomes para pelo menos 5 ministérios - josias de Souza - Blog do Josias - link (aqui)


Em Brasília, todas as paredes têm ouvidos. O segredo absoluto é uma utopia.
Enquanto afia a ponta da caneta, caneta, Dilma Rousseff começa a compartilhar seus planos para o "novo" ministério.
E a propalada reforma do primeiro escalão vai ganhando o asfalto.
Em diálogos cada vez menos privados, a presidente busca nomes para pelo menos cinco pastas.
São elas: Trabalho, Educação, Cultura, Desenvolvimento Agrário e Cidades.
Afora Fernando Haddad, que deixará a Educação para tornar-se candidato do PT à prefeitura de São Paulo, os outros o titulares serão afastados.
Se durar até o início de 2012, Carlos ‘Só Saio a Bala’ Lupi vai integrar o rol de demitidos. A dúvida é se o Trabalho será mantido na cota do PDT.
De resto, vão ao meio-fio a apartidária cultural Ana de Hollanda, o petê agrário Afonso Florence e o pepê citadino Mario Negromonte.
Na prática, a reforma de Dilma foi como que esvaziada pelos fatos que a forçaram a antecipar, em conta gotas, parte das mudanças.
Os ministros recém-chegados devem ser mantidos: Aldo Rebelo (Esporte), Mendes Ribeiro (Agricultura), Gastão Vieira (Turismo)...
...Celso Amorim (Defesa), Paulo Passos (Transportes), Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais).
Para evitar a impressão de que a montanha dará à luz um rato, Dilma cogita adicionar à dança de cadeiras um enxugamento da Esplanada.
Criadas sob Lula, algumas secretarias com status de ministério podem sumir do organograma: Pesca, Portos, Políticas para Mulheres e Igualdade Racial.
Dispensados os titulares, as logomarcas seriam incorporadas a pastas afins. Pesca na Agricultura, Portos nos Transportes e assim sucessivamente.

Escrito por Josias de Souza às 22h08

Lupi endoidou - Tribuna da Internet - link (aqui)

 
 
quinta-feira, 10 de novembro de 2011 | 04:00
 
Carlos Chagas

Dilma Rousseff tem duas opções: agir cirurgicamente e demitir Carlos Lupi nas próximas horas ou deixá-lo fritar em fogo lento, até que se demita. Com Nelson Jobim a presidente aplicou a primeira fórmula, provocada que foi por uma entrevista desafiadora do então ministro da Defesa. Mandou convocá-lo na Amazônia, onde se encontrava, e em dez minutos pediu que escolhesse entre sair ou ser saído. Já com Pedro Novais e Orlando Silva, recomendou que se defendessem das acusações de corrupção em seus ministérios. Quando sentiram ser impossível, pediram exoneração, já amplamente desgastados.
Lupi acaba de provocar Dilma. Afirmou duvidar que ela o tire do ministério e disse que não sairá nem na reforma ministerial prevista para janeiro. Precisará, como acrescentou, ser abatido a bala. Fez pior, permitindo ao PDT chantagear a presidente com a ameaça de deixar o bloco parlamentar se ele for exonerado. Convenhamos, com todo respeito, que o homem endoidou. Suas palavras, diante da imprensa e de seus companheiros, em cinco minutos ganharam o palácio do Planalto. Imagine-se qual terá sido a repercussão. Indagava-se ontem, em Brasília, apenas a respeito de quando o ministro do Trabalho deixará de ser ministro. Porque, se continuar, estará destruindo o governo que ainda não completou um ano.
Para manter 25 deputados e 5 senadores em sua base Dilma não se disporia à humilhação de ter contestada sua autoridade. Ainda mais sabendo-se quem é e como vem agindo desde sua posse. Acresce que após a presumida defenestração de Lupi, as bancadas do PDT pensarão duas vezes antes de abandonar o guarda-chuva oficial. Deputados e senadores do partido já existem em franca oposição ao ministro do Trabalho. Alguns, até, podendo substituí-lo…
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MELHOR NÃO ATENDER O TELEFONE
Parlamentares do PDT recomendavam ontem ao ministro Carlos Lupi para não atender o telefone, se a ligação vier do gabinete do ministro Gilberto Carvalho. Melhor dizer que não está ou, mais eficaz, inventar alguma viagem aos estados. O secretário-geral da presidência da República tem atuado como mensageiro, sempre que a chefe decide livrar-se de algum ministro.
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DILMA NÃO É JORNALISTA
A ser verdadeiro o conselho dado pela presidente Dilma a Carlos Lupi, para que “enfrente a mídia”, fica claro que o ministro não entendeu nada. Porque resolveu enfrentar a própria, quer dizer, a presidente Dilma, certamente porque a mídia, desarmada, limita-se a apenas divulgar os fatos que chegam ao seu conhecimento.
Leonel Brizola, fundador e líder maior do PDT, tinha suas diferenças com alguns barões da imprensa, mas jamais brigou com as notícias. No máximo, recomendava que diante de uma negativa, se desse outra, positiva.
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MELHOR USAR BALAS DE PRATA
Diante da bravata de Carlos Lupi, de que para afastá-lo do ministério, só à bala, corria no Congresso a sugestão de se mandar de presente à presidente Dilma uma caixa de balas de prata. Elas servem para abater aquelas criaturas fantasmagóricas que assustam criancinhas nas noites de lua cheia. Lobisomens, mesmo…

Vintage trailer in Blogbar - Flaxy Martin (1949) Trailer

 
 

Comercial antigo - 1966 Pontiac GTO Tiger Commercial

 
 

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