terça-feira, 1 de maio de 2012

Wayne Fontana & the Mindbenders - Stop Look And Listen



Wayne Fontana & The Mindbenders - Game Of Love



Wayne Fontana & the Mindbenders-Long Time Comin'



The Swinging Blue Jeans - "Shake, Rattle And Roll"



Swinging Blue Jeans-Think Of Me



Swinging Blue Jeans - Nobody But Me



The Tremeloes - I'm Gonna Try



The Tremeloes - My little lady - 1968



BABY COME BACK - THE EQUALS.



Lemon Pipers - Green Tambourine



De fio desencapado a fio terra: Pagot, um instrumento de Blairo Maggi

 
 
Deu no blog do Claudio Humberto (aqui)
 
30/04/2012 | 16:30
 
 
 Luiz Antonio Pagot
Por Adriana Vandoni - O inquérito que apura as ligações entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (sem partido) divulgado pelo site 247, revela alguns pontos importantes e comprova outros. Mais que desmentir parte das afirmações que o ex-diretor geral do Dnit, Luiz Pagot (sem partido) vem fazendo – de que foi uma vítima do esquema do bicheiro com a Delta -, diálogos revelam a relação entre ele [Pagot] e o Cachoeira, e comprovam que o ex-diretor é um mero instrumento dos interesses do senador Blairo Maggi (PR-MT). Maggi encenou meses atrás uma ruptura com o governo para reconquistar o domínio do ministério do Transporte, não deu certo e em menos de vinte dias voltou para a “base governista” pelas mãos de Fernando Collor (PTB). Agora Maggi declara que Pagot, que sempre foi seu imediato, é um “fio desencapado”. Para quem já viveu sob a gestão de Maggi (dois mandatos como governador de Mato Grosso) e observou o modus operandi dele e de seu grupo empresarial – e não político, percebeu na hora que as declarações de Pagot eram apenas uma nova chantagem. Maggi e Pagot não são incontroláveis, como afirmou o senador. Eles só correm riscos calculados e são afinadíssimos. Agem sempre em sintonia. Longe de ser um “fio desencapado”, Pagot é o “fio terra” que pode ampliar a penetração de Maggi no governo federal – caso o Planalto ceda a mais esta chantagem; ou pode levar Maggi a premeditar um “desconforto” dentro do PR a ponto de deixar o partido sem incorrer na infidelidade partidária e cair nos braços do PMDB – conforme conversas que vem mantendo com Renan Calheiros e Valdir Raupp. Um dia antes de Luiz Pagot ir depor na Comissão de Intraestrutura do Senado, no dia 12 de junho de 2011, Blairo manda um recado dizendo que está tudo sob controle e que é ele que manda em Pagot. Nesse mesmo dia Carlinhos Cachoeira diz a Demóstenes que Acácio [diretor da Delta – que, segundo o deputado Wellington Fagundes (PR-MT), foi indicado por Pagot], esteve com Pagot e que ele iria falar só tecnicamente e que Demóstenes não precisaria fazer pergunta nenhuma. Cachoeira passa o recado de que Pagot mandou agradecer o apoio que está recebendo.
CARLINHOS: Professor?DEMÓSTENES: Fala Professor.CARLINHOS: Bom... Teve lá com ele. O ACÁCIO teve lá com ele, ta tranquilo. Agradeceu e disse quevai falar só tecnicamente.DEMÓSTENES: Ta, mas é... Que é que eu pergunto lá? Quer que eu pergunte alguma coisa?CARLINHOS: Não, não falou não. Mandou agradecer, viu? ACACIO trabalha com o CLAUDIO, é muito amigo dele.DEMÓSTENES: Mandou agradecer o que? Se eu quero... Se ele quer perguntar alguma coisa?CARLINHOS: Não. É o apoio que esta dando pra ele. Falou isso também, falou que não precisa não. Tem nada não.DEMÓSTENES: Ah, beleza então. Então estarei lá firme, falou?CARLINHOS: Ta bom, um abraço.DEMÓSTENES: Um abraço.

Fica claro, portanto, que Luiz Pagot é um mero instrumento de Blairo Maggi. Longe de ser um "fio desencapado", é um "fio terra" que tenta aumentar a penetração do grupo empresarial do senador no governo na base da chantagem.

Dora Kramer - O conto do espanto



Deu no Estadão online (aqui)

01 de maio de 2012 | 3h 07

DORA KRAMER - O Estado de S.Paulo
 
Quanto mais informações vão sendo reveladas a respeito dos serviços prestados por Demóstenes Torres às organizações Cachoeira de armações ilimitadas, mais esquisito parece o fato de que ele tenha durante tanto tempo podido atuar como o sujeito oculto na defesa dos interesses do contraventor Carlos Augusto Ramos sem despertar suspeitas.
Que o senador tenha conseguido enganar a plateia e parte considerável do elenco da República com o personagem que encarnava em público, compreende-se. Dificilmente alguém que age com tanto vigor e destemor é alvo de desconfiança.
Sempre existe o risco de ser confrontado por um adversário no meio de um discurso, levar um troco na base do bateu levou. Eleito senador pela primeira vez em 2002, notabilizou-se por bater. Nunca levou e, entretanto, vê-se agora como era vulnerável.
Os grampos da Operação Monte Carlo revelaram as conversas com o contraventor, mas suas atividades como praticamente um procurador do bicheiro eram exercidas com boa dose de desinibição.
Pelo divulgado até agora, movimentava-se para todo lado, falava com muita gente, pedia, solicitava, defendia interdição de depoimentos no Congresso e até um episódio em tese menor - o pedido de emprego no governo de Minas Gerais para uma prima de Cachoeira - não se coadunava com a atitude de um defensor intransigente dos pressupostos constitucionais de impessoalidade, probidade e transparência na administração pública.
A julgar pelo conteúdo das conversas telefônicas - e, note-se, não são conhecidas as do senador com personagens outros que não o contraventor - Demóstenes Torres fazia lobby por Cachoeira nos três Poderes, abria portas para negócios comerciais para além da Região Centro-Oeste, interferia na transferência de policiais presos, obtinha informações de bastidores na Polícia Federal e no Ministério Público, atuava aqui e ali como facilitador para a construtora Delta, circulava com desenvoltura entre deputados, senadores, governadores, magistrados.
Será possível que só ao amigo bicheiro revelasse seu lado eticamente permissivo? Apenas ao telefone com Cachoeira deixava-se desvendar? Nas abordagens em prol do contraventor não precisava "abrir" aos interlocutores a natureza dos pleitos pretendidos?
Fica cada vez mais inverossímil a possibilidade de que o senador tenha atuado nesse diapasão por tanto tempo sem que ninguém, entre as pessoas experimentadas com quem o senador convivia, tivesse notado algo de anormal ou de inadequado no comportamento dele.
Mais não seja pela discrepância entre o discurso e as ações. O mais provável, chega-se à conclusão por pura lógica, é que a surpresa manifestada na dimensão de unanimidade não seja de verdade tão unânime assim.
Pelo visto, boa parte dos que se mostraram surpresos depois da eclosão do escândalo considerava perfeitamente normal o uso privado que o senador dava a seu mandato e talvez até admirasse sua capacidade de mimetização.
Só uma hipótese não é crível: a de que o senador tenha enganado completamente a todos os ditos tão espantados.
Contenção. Noves fora o imprevisto absoluto, as versões de que Carlos Augusto Ramos poderia queimar caravelas na CPI guardam mais relação com prevenção de danos do que com chances reais de o bicheiro representar o papel de homem-bomba.
O advogado dele, Márcio Thomaz Bastos, não é exatamente um construtor de explosivos. Ao contrário: como ministro da Justiça do primeiro governo Lula e depois como conselheiro desarmou vários deles.
Cacoete. Publicamente a presidente Dilma Rousseff não fala no assunto, muito menos teria condições de fazer algo parecido. Privada e ideologicamente, no entanto, deixa muito claro que viu com bons olhos na nacionalização da petroleira espanhola YPF pela colega argentina Cristina Kirchner.

Arnaldo Jabor - Estamos todos na Avenida Brasil



Deu no Estadão online (aqui)

01 de maio de 2012 | 3h 08

ARNALDO JABOR - O Estado de S.Paulo
 
Não perco um capítulo da novela Avenida Brasil. Ela chegou em boa (ou má) hora, quando os escândalos em "cachoeira" revelam os intestinos de nossa vida política. Essa novela é um fato novo, porque fala a espectadores da chamada "classe C", essa nova categoria que surge com o crescimento da economia. Muitos diziam: "Ah, classe C? Só veremos banalidades." Nada disso. Talvez tenha acabado a luta pelo o ibope mostrando aos pobres as casas luxuosas de Ipanema. Agora, trata-se da vida da classe média sob a influência moral dos dias atuais. A trama dramática da novela se tece com personagens vitais do dia a dia da maioria dos brasileiros. E isso torna os conflitos mais densos, mais gerais, mais profundos. A grande qualidade de Avenida Brasil é a conexão entre um verdadeiro enredo de filme de ação com uma aguda psicologia das personagens populares - que em geral eram criadas como "tipos", apenas. Sem contar os grandes atores como Débora Falabella, Vera Holtz, Murilo Benício e os outros todos. Há uma mutação em curso no País e a novela toca nesse ponto. A psicopatia está virando o tema central de várias novelas recentes. Em Vale Tudo, a mais antiga, tivemos o surgimento de Maria de Fátima, de Glória Pires, a fundadora da psicopatia no ar; tivemos Flora, com Patrícia Pillar, tivemos Tereza Cristina com Cristiane Torloni, tantas. E agora, Adriana Esteves genial como a malvada da hora. Elas variaram entre uma maldade sutil e melíflua, como Flora, até a brutal voracidade de Carminha.
E essa vilãs traçam um retrato de nosso tempo - a psicopatia virou uma forma de viver e de fazer política.
E temos de confessar que as malvadas nos fascinam pela ausência de culpa em seus corações. Na obra de João Emanuel Carneiro houve um diálogo que resume essa doença "pós-utópica" muito bem - Carminha grita para Nina, que chorava: "Não adianta querer me emocionar, porque eu não tenho pena de ninguém - só de mim mesma!" Avenida Brasil tem uma importância cultural e política. Antigamente, nos romances, nos filmes, nos identificávamos com as vítimas; hoje, nos fascinamos com os cruéis. Não torcemos só pelos mocinhos - a verdade é que os heróis são os canalhas. Por quê? Bem. Talvez os psicopatas sejam o nosso futuro.
Com a exposição de um escândalo por dia, de vampiros, gafanhotos, laranjas e fantasmas, com a propaganda estimulando o sexo sem limites, com a ridícula liberdade para irrelevâncias, temos o indivíduo absolutamente desamparado, sem rumo ético. Isso leva a um narcisismo desabrido, que se torna um mecanismo de defesa. Diante do espetáculo da violência, diante dos cadáveres da miséria, do cinismo corrupto, somos levados a endurecer o coração, endurecer os olhos, para vencer na vida competitiva ou seremos tirados "de linha" como um carro velho. E aí surge o problema: Se não há um Mal claro, como seremos bons? O Mal é sempre o 'outro'. Nunca somos nós. Ninguém diz, de fronte alta: "Eu sou o mal!" Ou: "Muito prazer, Diabo de Oliveira..."
O Bem está virando um luxo e o Mal uma necessidade 'comercial' de sobrevivência. Viver é praticar o Mal. Quem é o Mal? O assaltante faminto ou o assaltado rico? Ou nenhum dos dois? Antigamente, era mole. O Mal era o capitalismo e o Bem o socialismo. Agora, os intelectuais, padres, bondosos profissionais, caridosos de carteirinha, cafetões da miséria, santos oportunistas, articulistas (como eu) estão todos em pânico. Ao denunciar o Mal, vivemos dele. Eu lucro sendo bom e denunciando o Mal. Quanta violência sob a 'santidade',
A loucura é histórica também. Já houve a histeria com a repressão sexual vitoriana, houve o delírio romântico e totalitário, a paranoia do entreguerras. Hoje, o psicopata veio para ficar. A novela acerta em cheio nessa doença.
É fácil reconhecer o psicopata. Ele não é nervoso ou inseguro. Parece sadio e simpático. Ele em geral tem encanto e inteligência, forjada no interesse sem afetividade ou sem culpa para atrapalhar. Ele tem uma espantosa capacidade de manipulação dos outros, pela mentira, sedução e, se precisar, chantagem. Teremos agora a CPI dos psicopatas. Vai ser um show. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações, sempre se achando inocente ou "vítima" do mundo, do qual tem de se vingar. Ele, em geral, não delira. Seus atos mais cruéis são justificados como naturais. Ele não sente remorso nem vergonha do que faz (o que nos dá até certa inveja). Ele mente compulsivamente e, muitas vezes, acredita na própria mentira. Não tem "insights" nem aprende com a experiência, simplesmente porque acha que não tem nada a aprender.
Os chamados comportamentos "humanos" estão se esvaindo. O que é o "humano" hoje? O "humano" está virando apenas um lugar-comum para uma bondade politicamente correta, uma tarefa e (muitas vezes) pretexto para ONGs.
O "humano" é histórico também. Talvez não haja mais lugar para esse conceito mutante. Somos 'máquinas desejantes' que se pervertem com o tempo e a necessidade. Durante a ditadura, todos éramos o Bem. O Mal eram os milicos. Acabou a dita e as "vítimas" (dela) pilharam o Estado. O que é o Bem hoje? Como diz Baudrillard, "contra o Mal, só temos o fraco recurso dos direitos humanos".
No Brasil, o grande Mal, não tem importância. O perigo aqui é o pequeno mal, enquistado nos estamentos, nos aparelhos sutis do Estado, nos seculares dogmas jurídicos, nos crimes que são lei. O perigo são os pequenos psicopatas que, quietinhos, nos roem a vida. Aqui, o perigo é o Bem. O Mal do Brasil não é a infinita crueldade das elites sangrentas; o Mal está mais na sua cordialidade. O Mal está no mínimo.
Como nesta novela, vemos que o Brasil está se dividindo entre babacas e psicopatas. Hoje, os babacas estão tentando seguir os psicopatas, por sua eficiência e falta de escrúpulos. Em breve, seremos todos psicopatas.

Procurador-geral demorou 4 anos para abrir inquérito e será o primeiro a se explicar na CPI do Cachoeira

 
 
Deu na Tribuna da Internet (aqui)
 
segunda-feira, 30 de abril de 2012 | 18:19
 
Carlos Newton

Os senadores e deputados que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito mista do caso Cachoeira não aceitam a desculpa de que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, estaria impedido de prestar depoimento.  Ele vão insistir na convocação dele, antes de ouvirem políticos e empresários. Motivo: mesmo de posse das informações realmente conclusivas, o procurador-geral Roberto Gurgel demorou quatro anos para pedir a abertura do inquérito contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO).
O discurso oficial é de que é preciso obter informações sobre as operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, que culminaram na prisão de Cachoeira. Mas é claro que a base aliada pedirá explicações a Gurgel sobre essa demora de quatro anos até  abrir o inquérito contra o parlamentar goiano.
Há praticamente consenso na CPI quanto ao procurador, porque tanto a base aliada quanto a oposição enxergam em Gurgel um elemento menos explosivo para ambas as partes. Mas há controvérsias, como dizia o humorista Francisco Milani, porque, ao sentar-se na cadeira de depoente, o procurador-geral da República será o centro do cabo de guerra político travado entre oposicionistas e governistas.
“O procurador apresenta muito mais risco para a base aliada, sobretudo porque Demóstenes, da oposição, já está sangrando. Quem garante que as declarações de Roberto Gurgel não vão obrigar a investigação a escolher o Palácio do Planalto como seu norte?”, avaliou um líder governista à repórter Junia Gama.
Tudo é possível, não há dúvida.

Sebastião Nery - Esperando ser cassado

 
 
Deu na Tribuna da Internet (aqui)
 
terça-feira, 01 de maio de 2012 | 03:46
 
Sebastião Nery

Badger Silveira, governador do antigo Estado do Rio, irmão de Roberto Silveira, secretário-geral do PTB e ex-governador que morreu no meio do mandato em desastre de helicóptero, entrou em pânico desde o primeiro dia do golpe de 64 e ficou esperando ser cassado.
O general Castelo Branco tomou posse na Presidência, ele foi ao Palácio do Planalto, pôs-se na ante-sala e ficou triste, nervoso, esperando, tomando chá de cadeira. Chegou Aluisio Alves, governador udenista do Rio Grande do Norte, Badger começou a queixar-se:
- Há muita intriga contra mim. Meus inimigos querem me tirar de qualquer jeito. Há militares lá em Niterói fazendo horrores. Vim consultar o presidente. Não agüento mais essa guerra de nervos.
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BADGER SILVEIRA
Chamaram, ele entrou, ficou meia hora, saiu sorrindo. Aluisio queria saber:
- Como é que foi?
- Ótimo. Uma beleza. O general é um homem maravilhoso. Recebeu-me muito bem, carinhosamente. Disse que eu voltasse tranqüilo. A decisão é dele e ele já tomou. Eu fico, com a cobertura dele.
Aluisio entrou:
- Presidente, encontrei o Badger todo feliz com a conversa com o senhor.
- Pois é. Alguns acham que ele é contra a revolução. Outros, que está fingindo de apoiar. E outros que, de qualquer maneira, deve ser derrubado, por ser do PTB. Não tem jeito para ele.
Três dias depois, Badger foi cassado. Por Castelo, a sua cobertura.
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ESTEPE PARA PNEU FURADO
Quando o senador Petrônio Portela, emissário do presidente Geisel, desceu no aeroporto brumado de Curitiba, numa manhã fria de maio de 74, para escolher o novo governador do Paraná, os jornais traziam nas manchetes a declaração do poderoso ministro da Educação, Ney Braga:
- Não uso estepe para pneu furado. Só tenho um candidato, Jaime Canet.
E o governador nomeado foi mesmo Jaime Canet, apesar de toda a Arena do Paraná querer seu presidente, o senador Acioly Filho. Para o Senado, o candidato mais forte, que a grande maioria da Arena também queria, era o ex-governador Paulo Pimentel. Ney vetou. Indicou João Mansur, um milionário e folclórico deputado estadual, que falava assim:
- Dizem que não fiz nada em Irati, quando fui prefeito em minha terra. De fato, asfaltejar não asfaltejei. Mas paralelepipedei a cidade toda.
Perdeu para Francisco Leite Chaves, jovem advogado do Banco do Brasil e ex-líder estudantil da Paraíba, do MDB de Londrina. E que não era estepe para pneu furado.

Comercial antigo - Sal de Fruta ENO - comercial (anos 50)



Charge do dia




Pancho




Pancho - Gazeta do Povo - Curitiba, PR